terça-feira, 7 de março de 2017

TERRORISTA ISLÂMICA organiza Dia da Mulher nos Estados Unidos


Velhos hippies rojam-se aos pés de terrorista que matou jovens israelitas; A extrema-esquerda ama o terrorismo islâmico. É "in", é "cool", é "Che Guevara", não é "careta".

Amanhã é o Dia Internacional da Mulher. Como tal, haverá manifestações em todo o mundo. Muito bem, que vivam as Mulheres.
No entanto, as mulheres que vamos ver em todo o Mundo a gritar contra o "machismo", vão estar a ladrar à árvore errada. É que elas não terão uma única palavra para com a brutalidade com que a lei sharia (a lei Islâmica) trata as Mulheres. Elas vão gritar sobretudo contra o Donald Trump, o Diabo da religião moderna do politicamente correcto.

Rasmea Yousef Odeh, organizadora do protesto anti-Trump "A Day Without a Woman", foi condenada em 1970 pelo seu papel em dois atentados terroristas, um dos quais matou dois estudantes israelitas:


Na famigerada "Marcha das Mulheres", no dia seguinte à tomada de posse de Trump, já vimos a extrema-esquerda de braço dado com o islamismo, com uma apoiante do grupo terrorista do Hamas como organizadora:

Linda Sarsour, a jihadista da "Marcha das Mulheres"

Feminismo politizado da "Marcha das Mulheres contra Trump" promove a Sharia e trai as mulheres


Poucos jornais mostram a verdade.

A extrema-esquerda e o Islão estão de braço dado. O objectivo é exterminar o odiado capitalismo, a democracia e a liberdade. As Mulheres que são tratadas pior do que objectos, no mundo islâmico, podem continuar a sofrer.
Esta terrorista islâmica e odiadora dos Estados Unidos e do Mundo Livre em geral, é uma agitadora profissional, e figura proeminente no Partido Democrata.

NOS BASTIDORES DAS MANIFESTAÇÕES FEMINISTAS ANTI-TRUMP:



Tratamento oficial das mulheres no Islão (vídeos para os fascistas do YouTube retirarem):



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