quarta-feira, 22 de março de 2017

Breves notas sobre o ataque terrorista de Westminster


Ainda hoje ouvimos o Primeiro-Ministro António Costa, insultar Geert Wilders, o político holandês que quer banir o terrorismo islâmico na Holanda. Chamou-lhe lobo sem pele de cordeiro, racista, homofóbico, xenófobo, etc.. 
Estão assim as coisas na Europa. Os muçulmanos, que seguem uma ideologia que os manda eliminar-nos e submeter-nos, são intocáveis. Quem denuncia esta nova tirania  que paira sobre a Europa, é demonizado.
Os Britânicos começaram a tomar em mãos a sua defesa contra os invasores, já que o Poder nada faz:


Podemos facilmente chegar a uma situação de guerra civil, se os responsáveis continuarem a demitir-se das suas obrigações e continuarem a deixar os cidadãos à mercê do Islão. Esperemos que ainda seja possível evitar a catástrofe.

ISLÃO É INSEPARÁVEL DE "JIHAD" (GUERRA SANTA)

Todos os dias, em todo o Mundo,  desde o século 7, o Islão persegue, escraviza, mata, tortura, estupra, mutila, milhares de inocentes.

- É mentira que o Islão seja uma religião de paz.
- É mentira que apenas uma minoria de muçulmanos defendam o terrorismo. 
Como pode haver quem continue a acreditar em tal absurdo, se as Escrituras muçulmanas, as declarações dos clérigos muçulmanos, e as acções dos muçulmanos demonstram o contrário???


Confira as estatísticas muçulmanas:
Muslim Statistics
 

As 4 Etapas da Conquista Islâmica


Maro explica:



O massacre de hoje é resultado de uma política de islamização:

 
Os países do Leste não querem mais ditaduras:
Já na Europa Ocidental, temos mais medo de ser chamados "racistas" do que de sermos mortos pelos muçulmanos:


TERRORISTAS CELEBRAM


Cartaz comemorativo do ataque, pelo ISIS/Estado Islâmico.

- O ISIS/Estado Islâmico celebrou o ataque com os tradicionais cânticos de "Allahu Akbar", chamando-lhe "abençoado", postando fotos horríveis das vítimas e imagens como a de cima, que mostra o Big Ben em chamas e a legenda:
"EM BREVE A NOSSA GUERRA SERÁ NA VOSSA TERRA. AINDA NEM COMEÇÁMOS. VAMOS CHEGAR EM BREVE. ESPEREM SÓ".

LAMENTÁVEIS POLÍTICOS


  
Roseanna Cunningham

- Para ilustrar os políticos que temos: a Secretária de Estado do Ambiente, Roseanna Cunningham, teve um ataque de histeria porque o ataque terrorista vai atrasar o voto sobre a independência da Escócia.


António Costa.

- Esclarecedor também, o comentário do Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa, a mais este ataque terrorista:
"Relacionando o atentado com a actualidade europeia, António Costa disse: “Em vez de perdermos tempo abrindo visões inúteis, criando conflitos entre nós, é triste ser necessário eventos destes para nos lembrarmos que temos que nos unir” (...) "urge uma “maior cooperação policial, maior cooperação judicial e maior troca de informações” entre os países europeus, assim como “trabalhar na prevenção dos factores de radicalização”.
Para além de continuar com a velha narrativa de que a culpa do terrorismo islâmico não é do Islão, Costa não conseguiu ainda digerir que os Britânicos saíram da União Europeia precisamente porque estão fartos do Islão, querem controlar as suas fronteiras e serem donos da sua segurança. 


Um dos terroristas, a ser socorrido pelos serviços médicos.

- E agora, vamos todos mudar a bandeira do nosso perfil do Facebook para a do Reino Unido? Vamos cantar, acender velas e acumular ursinhos de peluche no meio das praças? Ou já caiu na rotina e já não há pachorra? Para os massacres islamistas em África ou na Ásia, nunca houve. Para os ataques terroristas em Israel, apenas a condenação das vítimas.



O nosso respeito e profundo pesar por mais estas vítimas do terrorismo islâmico. Estas pessoas são mártires do politicamente correcto, da cobardia e da estupidez. Da venalidade dos políticos, dos jornalistas e dos líderes de opinião. De todos os que têm Poder e nada fazem para proteger os seus concidadãos do flagelo do Islão.


Vítimas do politicamente correcto e da islamização da Europa.

5 comentários:

  1. Hmm, e o que vai acontecer? Muitas flores, muita choradeira, muitos discursos de condenação. E os europeus continuaram a ser massacrados.

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    1. A PM do Reino Unido já disse que foi um ataque islamista mas que não tem nada a ver com o Islão, que é uma grande religião:

      https://www.jihadwatch.org/2017/03/theresa-may-london-jihad-attack-not-islamic-but-islamist-terrorism-a-perversion-of-a-great-faith

      O povo é descartável. As elites importam-se tanto com as pessoas como com as moscas.

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    2. P.S. - Acredito mesmo que para quem bebe do fino, os seres humanos são menos importantes que as moscas. Ou as abelhas:

      http://amigodeisrael.blogspot.pt/2015/06/porque-nao-fui-ver-patti-smith.html

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  2. http://senhoresdomundo.blogspot.pt/2012/04/guerras-contra-europa.html A «guerra do Kosovo», intervenção «humanitária» baseada no «direito de ingerência», em contradição com o direito internacional, mais não fez do que desencadear a catástrofe que queria evitar. Um ano depois, e graças a uma análise geoestratégica, Alexandre del Valle mostrou os objectivos reais da operação Força aliada(NATO) que se inscreve numa «guerra total» dos Estados Unidos contra o resto do mundo e mais especialmente contra a Europa. Isso permite entender entre outros, para além da «guerra das representações», o apoio dado por Washington aos wahhabitas, os conflitos do Cáucaso, da Ásia central, do Kosovo e a operação Tempestade do Deserto, mas também a vontade americana de integrar a Turquia na União europeia e de apartar a Rússia. Esta nova Ordem mundial, proveniente da «hegemonia benevolente» dos Estados Unidos, utiliza numerosos conflitos locais que opõem um ocidente dominado pelos Americanos ao «bloco ortodoxo» e leva a uma nova guerra fria. A Europa vassalo voluntário desse sistema mas também cada vez mais vítima, pode aceitar este desafio? Alexandre del Valle, tenta aqui uma síntese magistral de uma situação complexa e mal conhecida,ainda antes do 11 de Setembro de 2001.

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    1. Ah, mas absolutamente! Desde o trabalho dos soviéticos para chamarem à sua esfera de influência os países islâmicos, até ao recente apoio de certas potências ocidentais às Primaveras Árabes (que em muitos casos trocaram ditadores por terroristas), a cobiça pela situação estratégica e pelo petróleo tem sido um motor das "intervenções humanitárias" estrangeiras no Médio Oriente. Para não irmos mais longe, o pai da guerra civil Síria foi Obama, presidente dos EUA, que resolveu apoiar a al-Qaeda contra Asad, fornecendo dinheiro e material de guerra a uma organização que acabou por despontar como Estado Islâmico/ISIS/Daech.

      É por isso que as mesma potências votam em coro contra Israel na UE e na ONU, e armam os terroristas do Hamas e companhia. É uma espécie de moeda de troca: "A gente bombardeia o Iraque e a Líbia, mas em contrapartida, a gente dá-vos Israel para vocês destruírem e descarregarem a raiva". Em todo o caso, os infelizes que andam na sua vida, não merecem ser atropelados por causa do despudor dos seus governos. Mas diga-se de passagem que os nossos governos convivem muito bem com a islamização da Europa, e até a encorajam - veja-se o caso da senhora Merkel, das feministas que governam a Holanda, etc..

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