sexta-feira, 17 de março de 2017

Guterres rejeita investida anti-semita na ONU


Richard Falk, ex-membro da ONU, apoiante de todas as tiranias islâmicas do Mundo (neste artigo exortava o mundo a apoiar os aiatolas do Irão), promotor do Califado Global com capital em Istambul, anti-semita fanático com um longo currículo


Richard Falk é um lendário odiador de Israel e dos judeus, e uma figura muito evocada pela publicação islamista jihadista Al-Público e pela Imprensa em geral, paga pelos mesmos patrões. 

Falámos dele por exemplo neste post:


Os vídeos estão permanentemente a ser retirados pelo lóbi islamista de que falámos no post anterior. O costume. 

Ora o português António Guterres, a quem já acusámos de ter ido presidir à ONU para servir cafés aos esbirros das ditaduras islamistas e comunistas que dominam actualmente a organização, leu os nossos piropos, ficou chateado e encheu-se de brios. 

A notícia chega-nos da UN Watch

No entanto, ao contrário das acusações sórdidas de Richard Falk, você não a verá na TV, não a ouvirá na rádio não a lerá no jornal na Internet politicamente correcta:

ONU rejeita relatório de Richard Falk acusando Israel de apartheid

O secretário-geral António Guterres rejeitou um relatório publicado pela ECSWA, uma agência baseada em Beirute, do organismo mundial que é composta por 18 Estados árabes, que acusa Israel de "apartheid"
O autor principal do relatório é Richard Falk, um ex-funcionário da ONU que foi condenado repetidamente pelo Reino Unido e outros governos por anti-semitismo. 
A embaixadora americana Nikki Haley exigiu que a ONU retirasse o relatório. A UN Watch queixou-se da Reuters, por relatar a história omitindo o infame registo de anti-semitismo e as teorias de conspiração sobre o 11 de Setembro*.
* - Richard Falk afirma que foram os Estados Unidos e não a Al-Qaeda os autores dos ataques de 11 de Setembro, reivindicados por Osama bin Laden em pessoa. Richard Falk jamais proferiu uma palavra contra as ditaduras islamistas e comunistas, mas vive para verberar Israel, a única democracia do Médio Oriente.
Depois de a Coreia do Norte, a Venezuela, a Síria, o Irão, a Rússia e outras das piores ditaduras do mundo contarem as habituais mentiras, foram concedidos a Hillel Neuer, da UN Watch, 90 segundos para falar:

Senhor Presidente, permita que a realidade mostre que tudo o que acabamos de ouvir de alguns dos piores abusadores de Direitos Humanos do mundo não tem base legal ou de facto.
Quando este conselho da ONU se regular de acordo com sua própria Carta, abordará os verdadeiros abusos contra os Direitos Humanos, que ocorrem nas seguintes regiões:
No Afeganistão: Misoginia.
Na Argélia: Força excessiva.
Na Bielorrússia: Autoritarismo.
Em Burundi: Aviso de genocídio.
No Camboja: Violência contra as mulheres.
Na República Centro-Africana: Abusos sexuais por parte das forças de paz.
Na China: Negação de liberdades básicas.
No Congo: Trabalho infantil.
Em Cuba: Ditadura.
No Equador: Supressão da dissidência.
No Egipto: Assassinatos extrajudiciais.
Em Eritreia: Trabalho forçado.
Na Etiópia: assassinatos arbitrários.
No Haiti: Corrupção crónica.
No Irão: Tortura.
No Iraque: assassinatos por milícias.
No Laos: Abuso de prisioneiros.
No Líbano: atrocidades do Hezbollah.
Na Líbia: assassinatos em massa.
Na Malásia: Homicídios policiais.
Em Maldivas: Prisão de membros da oposição.
No Mali: Tortura.
Na Mauritânia: escravidão.
Em Marrocos: Ausência de liberdade judicial.
Em Myanmar: Violência contra minorias.
Na Nigéria: Homicídios extrajudiciais.
Na Coreia do Norte: Campos de trabalho forçado.
No Paquistão: Pena de morte por blasfémia.
No Panamá: Corrupção.
No Qatar: Trabalho escravo.
Na Rússia: Perseguição de dissidentes.
Na Arábia Saudita: Decapitações.
No Sri Lanka: Detenções arbitrárias.
No Sudão: Bombardeamento de civis.
Na Síria: Massacre de civis.
Sr. Presidente, quando irá o mundo ouvir a ONU sobre os abusos reais de Direitos Humanos?

Traduzido do comunicado da UN WATCH.



O discurso acima é telegráfico. O que se passa nesses países encheria milhares de páginas de relatórios. 

Um exemplo ao acaso: uma execução sumária, em plena rua, com a habitual assistência ávida (nestes países as diversões são poucas), na Arábia Saudita, que é membro do Conselho de Direitos Humanos na ONU e condena regularmente Israel, por o país se defender do terrorismo islâmico:


Que crime terá cometido esta senhora? Terá guiado um carro? Terá sido por adultério (entenda-se sair de casa sem acompanhante masculino, ou de cabeça descoberta? Terá vestido um par de calças?

Olha se qualquer destas lindas cenas se passassem em Israel...

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