sexta-feira, 3 de março de 2017

Soros, arquitecto de todas as revoluções dos últimos 25 anos

Revelações sobre a nebulosa Soros: Financiador de pelo menos 14 ONGs anti-Israel , é "o arquitecto de todas as revoluções dos últimos 25 anos"
25000 e-mails hackeados revelam que Soros "é o arquitecto de todas as revoluções dos últimos 25 anos".
O bilionário esquerdista George Soros manipula a opinião pública mundial, e força a entrada dos migrantes em toda parte.
Uma das obsessões de Soros é o seu ódio a Israel. Para lutar contra o Estado judeu e, assim, participar na sua destruição, financia pelo menos 14 ONG's anti-Israel:
Sempre que alguém fala de George Soros, é quase certo vai ser tratado como um "conspiracionista paranóico"; este argumento é o melhor que algumas almas nobres da consciência democrática arranjam para desacreditar qualquer um que tente explicar o papel das elites tecnocráticas na criação e manipulação de crises internacionais que agitam o mundo. 
De todos os Mestres da Nova Ordem Mundial, no Médio Oriente, na Europa e mesmo na Ásia, que mexem as peças para desencadear revoluções, guerras, crises económicas e para gerar o caos necessário para os seus planos de domínio, George Soros é o mais conhecido, porque, ao contrário dos outros, ele cultiva o seu papel de forma arrogante e e vaidosa.
O financeiro húngaro Soros é um especulador que enriqueceu destruindo as economias do terceiro mundo; e nós, italianos, também sabemos alguma coisa sobre isso, porque em 1992 o vimos derreter as nossas reservas monetárias através de um ataque especulativo contra a lira e a libra esterlina, um ataque orquestrado que nos levou, com a Grã-Bretanha, para fora do Sistema Monetário Europeu. 
Soros é um teórico de uma sociedade global, onde todos seremos iguais, excepto algumas pessoas, como ele, que serão mais iguais do que as outras, e que, portanto, terão o direito de impor as suas regras a todos os outros. 
Como qualquer multibilionário que se preze, Soros também tem o seu pequeno vício: não é coleccionar Ferraris e castelos da Europa, troféus de golfe ou actrizes de Hollywood (talvez também tenha desses vícios, não sabemos...). O que sabemos é que ele colecciona Fundações, Think-thanks e ONGs, através dos quais desestabiliza governos, manipula os media e viola a soberania dos Estados. 
Para o conseguir, ele usa obviamente o seu dinheiro e o da Fundação Open Society, através da qual distribui biliões de dólares para financiar os partidos da oposição e movimentos "democráticas" no mundo ou para "contratar" activistas de direitos humanos, intelectuais, jornalistas, tecnocratas e para financiar líderes políticos, felizes por satisfazerem os planos do amigo oligarca (Hillary Clinton sabe alguma coisa sobre isso, pois Soros é um dos seus principais doadores: 8 milhões, apenas para 2015). 
Em suma, o plano de Soros parece uma teia de aranha do tamanho do mundo, que, ano após ano, tem gerado as revoluções coloridas que têm desestabilizado a Europa pós-soviética (Sérvia, Geórgia, Ucrânia e Quirguistão ), a Primavera árabe, com guerras de bónus na Líbia e na Síria, que levaram ao ISIS e à crise de migrantes (desejada e encorajada pelo mesmo Soros). 
Para tornar o trabalho o mais profissional possível, Soros também facilitou o nascimento de uma multinacional para "revoluções ao domicílio" (obviamente não violenta); chama-se CANVAS (Centro para Aplicação de Acções e Estratégias Não Violentas). É uma estrutura que envia especialistas em revoluções para países apoiados por governos não apreciados pelos Estados Unidos (ou melhor, não apreciados por Soros, logo não apreciados pelos Estados Unidos. Esses especialistas são enviados para esses países para acender o pavio de eventos "democráticos", que quase sempre se transformam em banhos de sangue e guerras civis. Esta é uma organização recheada de dólares do governo dos EUA e de várias fundações, incluindo, é claro, aquelas em que que Soros é proeminente, como revelado pelo Wikileaks
Isto foi revelado com a publicação de 25.000 documentos secretos da Open Society através do site DCLeaks, que lança luz sobre como funciona a estrutura tentacular de Soros, como ele manipula e se move dentro das crises internacionais, e como determina as escolhas dos governos e dos media.
Depreende-se da análise de documentos publicados, que Soros procura influenciar as políticas de imigração no mundo, manipulando a opinião pública e exercendo pressão sobre os governos ocidentais, de forma a que a "crise de refugiados" na Europa se tenha tornado um novo normal, e "veículo de novas oportunidades" 
Temos demonstrado mais de uma vez que este êxodo de migrantes (fruto da guerra e do caos gerados pelo Ocidente) é um processo de desmantelamento do sistema social e da identidade da Europa; este não é um acidente da História, mas um plano específico de elites globalistas para construir um novo modelo de sociedade de domínio económico e financeiro. Agora temos mais uma prova.

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Ver: 

O grave problema da endogamia europeia


Os líderes políticos europeus assumem abertamente que a Europa está "demasiado branca"; os académicos vão mais longe, e, com a sua impunidade legal, advogam o extermínio das pessoas brancas. Um exemplo famoso é o do racista Wolfgang Schäuble, que quer a todo o custo a islamização da Europa.
 Em Portugal também temos traidores como este:

'Portugueses Primeiro' - Substituição Populacional (e EURISLAM)


Um até anda a servir cafés na ONU... 



Hoje de manhã as rádios trombeteavam a chegada prevista de mais uns milhares de refugiados a Portugal até Setembro, e depois mais umas quantas centenas de milhar. E cumpriam a cota diária de difamação de Trump.  As televisões e os jornais vão igualmente trombetear a invasão, como se de coisa boa se tratasse, e demonizar Trump, como fazem todos os dias.  Revelações como as que vos trazemos hoje, não as veremos nos media. O dinheiro tudo compra, e a paixão faz o resto... 
A eleição de Trump ameaça a Nova Ordem Mundial. Daí que a extrema-esquerda esteja tão frustrada a ponto de apelar ao seu assassinato (a idiota Madonna pediu que se bombardeasse a casa Branca, a idiota Sarah Silverman apelou a uma guerra civil,  jornais europeus fizeram manchetes com a cabeça de Trump sob mira, como um alvo, etc.). 
A eleição de Trump veio também expor este canalha esquerdopata e colaboracionista nazi chamado George Soros. Trump está em vias de expulsar Gerge "O Flagelo das Nações" Soros dos Estados Unidos. Que não lhe doam as mãos!

Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial


George Soros - Bilionário e Esquerdopata


Nazi George Soros promete "demolir" o presidente Trump



Nazi Soros patrocina Movimento "Marcha das Mulheres"

Wikileaks: Soros, Obama e Clinton derrubaram Bento XVI


Os jornalistas, que estão ao serviço desta Nova Ordem Mundial, não mostram a verdade sobre os supostos "refugiados", que mais não são do que colonos. Mentem sobre os colonos muçulmanos na Europa, da mesma forma que mentem sobre os colonos muçulmanos em Israel.

4 comentários:

  1. Só me admira a mossad(que é tão famosa pela sua qualidade de serviço)não fazer a folha a tal inimigo de Israel.

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    1. Para além de questões óbvias de Direito, penso que seja pela mesma razão pela qual Trump não o manda prender, mais a Hillary, a Obama, a Kerry e a outros elementos que deveriam ser levados a Tribunal por alta traição. Quando se atinge certa notoriedade global, deixa-se de ser terrorista e bandido, para se ser "figura incontornável". Veja o que sucede com Fidel Castro, ou com o "Che" Guevara, ou com Stalin ou com Mao. Bandidos genocidas passam a figuras históricas.

      A menos que pretenda insinuar que George Soros age com a conivência de Israel. Sendo ele alguém que entregou judeus aos nazis, que financia organizações anti-Israel, que difama Israel, não vejo como tal seja possível.

      Mas não me admira que haja quem acredite nisso. Afinal, há pessoas que acham que os judeus é que pediram a Hitler para fazer o Holocausto e aos soviéticos para fazerem os 'pogroms'. O ódio aos judeus é realmente uma doença mental. E temo bem que incurável...

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  2. check https://www.henrymakow.com/2017/03/alan-kurdi-drowning-was-psy-op.html a lavagem cerebral dos povos ocidentais em nome do "humanismo".Makow é canadiano de origem judaica-hebraica.

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  3. Não conhecia esse autor. O facto de ele ser judeu não legitima as afirmações infundadas que ele faz, nem as teorias da conspiração de "iluminatti", satanismos, etc.. Nunca vi provas dessas coisas.

    Há muitas pessoas de origem judaica no movimento que combate a islamização e a nova ordem mundial "esquerdista-Sorista". Alguns activistas da Direita Alternativa são ex-esquerdistas, como é o caso do David Horowitz, que felizmente viu o erro em que estava metido. Não faço distinções entre judeus e não judeus, pretos e brancos, homens e mulheres, etc.. A distinção que faço é se são ou não pessoas de bem e se agem dentro da racionalidade, que não me parece ser o caso do supracitado. Ele afirma, por exemplo, que em Israel os Negros são discriminados. Ora não só é mentira, como Israel tem recebido refugiados africanos e resgatado judeus Negros de vários países.

    O facto de esse senhor ser judeu não o torna imune ao ódio aos judeus. Como é o caso do George Soros. Mas quando se tem um ódio de estimação, consegue-se metê-lo em todo o lado. Por exemplo validando como verdade inquestionável tudo quanto um judeu que odeia judeus diga...

    Infelizmente, também há muitos judeus que se obrigam a si mesmos a aceitar a invasão islâmica porque também já foram refugiados (eles ou os pais ou os avós) quando fugiram do Comunismo e do Nazismo. Não tem nada a ver. Os judeus integraram-se nas sociedades que os acolheram, não desataram a fazer exigências ou a meter bombas em todo o lado.

    Na altura do caso Aylan Kurdi, escrevemos alguns posts sobre o caso. Esse artigo retrata bem a operação de propaganda que esse caso constitui. Quando querem convencer-nos a aceitar mais muçulmanos, os políticos falam do "menino da praia". Quando se lhes contrapõe que os cristãos estão a ser exterminados, dizem que falar dessas coisas é "discurso de ódio".

    Agora a Marine Le Pen está a ser processada porque postou fotos das chacinas do ISIS. E chamam-lhe nazi - a ela!!!

    Abraço,

    Oliveira

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