sábado, 27 de maio de 2017

Morrissey - "A raiva é monumental"


(VEJA O VÍDEO NO FINAL)
Morrissey é natural de Manchester, e no dia do seu aniversário, escreveu na sua página do Facebook:

Comemorava o meu aniversário em Manchester quando a notícia da bomba na arena de Manchester estourou. A raiva é monumental.

    
Porque razão isso irá alguma vez parar?

    
Theresa May diz que tais ataques "não nos quebrarão", mas sua própria vida é vivida numa bolha à prova de bala, e ela evidentemente não precisa de identificar nenhum jovem hoje nas morgues de Manchester. Além disso, "não vai nos quebrar" significa que a tragédia não vai quebrá-la, ou às suas políticas sobre imigração. Os jovens de Manchester já estão quebrados - obrigados mesmo assim, Theresa. Sadiq Khan diz que "Londres está unida com Manchester", mas não condena o Estado Islâmico - que se responsabilizou pela bomba. A Rainha recebe elogios absurdos pelas suas "palavras fortes" contra o ataque, contudo não cancelará a festa de jardim de hoje no Palácio de Buckingham - e nenhuma desaprovação é permitida na imprensa livre de Grã Bretanha. O presidente de Manchester, Andy Burnham, disse que o ataque é obra de um "extremista". Que tipo de extremista? Um coelho extremista?

    
Na Grã-Bretanha moderna todos parecem petrificados para dizerem oficialmente o que todos nós dizemos em privado.

    
Os políticos dizem que não têm medo, mas eles nunca são vítimas. Como é fácil ficar sem medo quando se está protegido da linha de fogo. As pessoas não têm essas protecções.

    
Morrissey
    23 de Maio de 2017

Por estas palavras, Morrissey está sob o fogo da Imprensa extrema-esquerdista britânica, com destaque para o Al-Guardian, que pede meças ao igualmente terrorista Al-Público. A nossa raiva também é MONUMENTAL, Morrissey. Quando vemos as pilhas de cadáveres das crianças e o sorrisos divertidos dos políticos que se vendem literalmente por um par de sapatos, a nossa raiva é monumental.


Morrissey em Manchester: "Uma Luz Que Nunca se Apaga":



Criámos a etiqueta Massacre de Manchester (os vídeos são continuamente censurados pelo lóbi islamofascista do Google/YouTube). Os posts anteriores:

Salman Abedi denunciou professor como 'islamofóbico' por este condenar ataques suicidas


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