sexta-feira, 19 de maio de 2017

De como Marcelo Rebelo de Sousa foi submeter-se ao Islão

No post anterior, demo-vos conta da nossa estupefacção, porque:




E não se contentando em louvar o Livro que inspira a mais mortífera ideologia da História (270 milhões de mortos e a aumentar TODOS OS DIAS), Marcelo ainda citou como sua passagem preferida a abertura do Alcorão, que contém as primeiras palavras da obra dedicadas ao ódio e à destruição dos judeus e dos cristão (uma constante ao longo do Alcorão e da História do Islão). 


Marcelo é católico devoto, dos que beijam a mão ao Papa:





Marcelo não foi eleito para se submeter ao Islão. Marcelo não pode servir a dois senhores. Aos olhos dos muçulmanos, o acto de Marcelo representa submissão (veja o final deste post). 

Do site RESPONDENDO AO ISLÃO, e como prometido, aqui fica a explicação, pela voz dos mais reputados doutores em Islão, de que os protagonistas da passagem preferida de Marcelo são os judeus e os cristãos (os que incorreram na ira de Alá e os que se transviaram - Alcorão 1 1:7):


O Alcorão sobre os Cristãos

Os que se transviaram ou os que são guiados? 


O Alcorão abre com uma invocação, que os muçulmanos recitam diariamente nas suas orações, pedindo ao Criador que guie os fiéis no caminho recto e os impeça de seguir o caminho daqueles que se desviaram e incorreram na sua ira: 

“Em Nome de Alá, o Misericordioso, o Louvor Compassivo pertence a Alá, o Senhor de todo o Ser, o Todo-misericordioso, o Todo-compassivo, o Mestre do Dia da Perdição. Só a Ti servimos; Só a Ti oramos por socorro. Guia-nos no caminho revto (Ihdina al-sirata al-mustaqeema), o caminho daqueles a quem Tu abençoaste (Sirata allatheena anaamta), não daqueles contra quem Tu estás irado, nem daqueles que se extraviam”. S. 1: 1-7 

O que muitos não-muçulmanos podem não perceber é que a tradição islâmica entendeu que o versículo 7 se refere aos judeus como aqueles com quem Alá está irritado e aos cristãos como o povo que se extraviou. 

Essa visão é reflectida na seguinte versão em Inglês do Alcorão:

“O Caminho daqueles a quem Tu tens concedido a Tua Graça, e não (o caminho) daqueles que incorreram na Tua Raiva (como os judeus), nem daqueles que se desviaram (como os cristãos)”. S. 1: 7 Hilali-Khan 

Os muçulmanos costumam objectar, afirmando que essa não é mais do que uma interpretação sectária ou isolada, o que é desmentido pelas seguintes fontes islâmicas: 

Adi bin Hatim: Eu perguntei ao Mensageiro de Alá sobre a Declaração de Alá: "Gharil maghdubi 'alaihim [não (o caminho) daqueles que incorreram na Tua ira", e ele respondeu: "Eles são os judeus". E 2: "Walad dallin (nem daqueles que se extraviaram)", e ele respondeu: "Os cristãos, foram eles os que se extraviaram". 
[Este Hadith é citado por At-Tirmidhi e Abu Dawud]. (Dr. Muhammad Taqi-ud-Din al-Hilali e Dr. Muhammad Muhsin Khan, Interpretação dos Significados do Nobre Alcorão na Língua Inglesa com Comentários de Tafsir At-Tabari, Tafsir Al-Qurtubi e Tafsir Ibn Kathir e Ahadith de Sahih Al-Bukhari, Sahih Muslim e outros livros de Ahadith [Darussalam Publishers & Distributors, Riyadh, Lahore, Houston, Nova Iorque], Parte 1: De Surah 1 a 5, p. 30; sublinhados nossos). 

E:

"O caminho daqueles a quem Tu tens favorecido, com orientação" (de alladhina junto com a cláusula relativa é substituído por [ghayri l-maghdubi 'alayhim]) não [o caminho] daqueles contra quem estás irado, a saber, os judeus, e nem dos que se extraviaram, ou seja, os cristãos. O significado subtil implicado por esta substituição é que os guiados não são nem os judeus nem os cristãos. "Mas Alá sabe melhor o que é certo, e para Ele é o Retorno e o Juízo [final]. Que Alá abençoe nosso Senhor Maomé, sua família e companheiros e lhes conceda a paz eterna. Suficiente é Alá para nós; Um excelente Guardião é Ele. Não há poder e nenhuma força salvo em Alá, o Alto, o Tremendo". (Fonte: Tafsir al-Jalalayn, sublinhados nossos). 

Mais:

(A senda daqueles a quem Tu foste favorecido), a Religião daqueles a quem Tu abençoaste com a Religião e que são os seguidores de Moisés, antes que as bênçãos de Alá os abandonassem, em que Ele os sombreou com uma nuvem branca e os enviou Sobre eles mel e codornizes quando estavam no deserto. Diz-se também que (o caminho daqueles a quem Tu favoreceste) se refere aos profetas. (Não daqueles que ganham a tua ira), e não a religião dos judeus, que incorreram na Tua ira, a quem deixastes e cujos corações não protegestes até que se tornaram complacentes. (Nem daqueles que se desviaram), nem a religião dos cristãos que procederam mal com o Islão. Amen: assim serão seus guardiões; Também se diz que Amen significa que seja assim. Diz-se também que isso significa: Ó nosso Senhor! Faz connosco como Te pedimos. E Alá tudo sabe'. (Fonte: Tanwîr al-Miqbâs min Tafsîr Ibn 'Abbâs, sublinhados a nossos). 

Aqui está outra fonte:

Não o caminho dos que incorreram na Tua ira, nem daqueles que se extraviaram, guia-nos para o caminho recto, o caminho daqueles a quem concedeste a Tua graça, isto é, o povo da orientação, da sinceridade e Obediência a Alá e Seus Mensageiros. Eles são as pessoas que aderem aos mandamentos de Alá e se abstêm de cometer o que Ele proibiu. Mas ajuda-nos a evitar o caminho daqueles com quem Alá está irritado, cujas intenções são corruptas, que conhecem a verdade, mas se desviam dela. Além disso, ajuda-nos a evitar o caminho daqueles que foram desviados, que perderam o verdadeiro conhecimento e, como resultado, estão vagando erroneamente, incapazes de encontrar o caminho correcto. 
Alá afirmou que os dois caminhos que Ele descreveu aqui são ambos equivocados quando Ele repetiu a negação "não". Estes dois caminhos são os caminhos dos cristãos e judeus, um facto com que o crente deve ter cuidado para os evitar. O caminho dos crentes é conhecimento da verdade e obediência a ela. Em comparação, os judeus abandonaram a prática da religião, enquanto os cristãos perderam o verdadeiro conhecimento. É por isso que a "raiva" desceu sobre os judeus, ao passo que serem descritos como "desviados" é mais apropriado aos cristãos. Aqueles que sabem, mas evitam implementar a verdade, merecem a raiva, ao contrário daqueles que são ignorantes. Os cristãos querem buscar o verdadeiro conhecimento, mas são incapazes de encontrá-lo porque não o buscaram nos recursos correctos. 

É por isso que eles foram desviados. Devemos também mencionar que tanto os cristãos como os judeus incorreram na a ira de Alá e são desviados, mas a raiva é um dos atributos mais particulares contra os judeus 
Alá disse sobre os judeus: (5:60). O atributo que os cristãos merecem mais é o de serem desviados, assim como Alá disse sobre eles ... (5:77). 
Há vários Hadiths e relatos dos Salaf sobre este assunto ... e ele [Maomé] disse ...  

 << Aqueles que mereceram a ira são os judeus e os que são levados pelo mal são os cristãos. >> 
Este Hadith também foi colectado por At-Tirmidhi que disse que é Hasan Gharib. Além disso, quando Zayd bin Amuf bin Nufayl foi com alguns dos seus amigos - antes do Islão - para Ash-Sham a procurar a verdadeira religião, os judeus disseram-lhe: Tu não te tornarás judeu a menos que suportes uma parte da raiva de Alá que nós merecemos". Ele disse: "Estou a procurar escapar da ira de Alá." Além disso, os cristãos disseram-lhe: "Se te tornares um de nós, terás uma parte no descontentamento de Alá". Ele disse: "Eu não o posso suportar." Então ele permaneceu na sua natureza pura e evitou adorar os ídolos e as práticas politeístas. Ele não se tornou judeu nem cristão. Quanto aos seus companheiros, eles tornaram-se cristãos porque eles acharam o Cristianismo mais puro do que o Judaísmo. 
Waraqah bin Nawfal estava entre essas pessoas até que Alá o guiou pela mão do Seu Profeta, quando ele foi enviado como Profeta, e Waraqah acreditou na revelação que foi enviada ao Profeta, que Alá esteja satisfeito com ele. (Fonte: Tafsir Ibn Kathir, sublinhados nossos).

Na verdade, segundo o estudioso salafista Dr. Abu Ameenah Bilal Philips, esta foi a explicação unânime das três primeiras gerações de muçulmanos, incluindo Maomé


... O estudioso tafser Jalaalud-Din as-Suyootee (d 1505 CE / 910 AH) observou o seguinte: Tenho visto aproximadamente dez diferentes opiniões sobre o verso: "Não o caminho daqueles em quem está a tua ira, nem aqueles que se extraviaram" Há vários Hadiths e relatos dos Salaf sobre este assunto ... e ele [Maomé] disse ... O Profeta e seus companheiros (sahaabah) e seus alunos (taabi'oon) todos relataram que o verso se referia a nenhum outro senão os judeus e cristãos. E (um dos primeiros estudiosos) Ibn Abee Haatim disse sobre o versículo: "Não sei de discordância entre os estudiosos de tafseer sobre isso." (Philips, 1. Tafser do Alcorão, Transmissão de Tafser, p.12 , Fontes: 1, 2)
Fonte

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Se Marcelo for a um templo hindu ou budista, a uma sinagoga judaica, a um Salão do Reino das Testemunhas de Jeová (jamais iria, e esses não fazem mal a ninguém, só aborrecem um bocadinho) etc., etc., etc., e citar uma passagem das respectivas Escrituras, ninguém aí presente achará outra coisa a não ser que se tratou de um gesto simpático, e que, se Marcelo não comunga da mesma crença em termos teológicos, partilha dos mesmos valores morais, que são basicamente os mesmos em todas as religiões - excepto no Islão, que é uma doutrina amoral.


Todos nós temos tendência a julgar os outros tendo como referência aquilo que somos. É por isso que maior parte das pessoas recusa acreditar que o Islão (como o Nazismo ao princípio ou como o Comunismo ainda hoje) seja tão perverso como é. E depois há os que sabem, mas acreditam que serão poupados pelos islamistas. Estão bem enganados; bastaria olharem para a História dos povos que na Europa, África, Médio Oriente, Ásia, foram e são submetidas e exterminados pela "Religião da Paz".


O Islão ordena que os fiéis mintam, finjam e iludam, para benefício da "Verdade":
SABER ESTAS QUATRO PALAVRAS ÁRABES PODE SALVAR A NOSSA CIVILIZAÇÃO

Um exemplo:


Esta alta autoridade islâmica (vídeo abaixo), ensina como mentir. E conta a repugnante e estúpida história de um muçulmano que tinha um vizinho judeu. 

O muçulmano convidou o judeu a converter-se, mas o judeu era alcoólico (naturalmente!), e no Islão é proibido beber álcool (no Islão é tudo proibido). O muçulmano assegurou ao judeu que no caso dele se abriria excepção. O judeu converteu-se (basta recitar uma frase) e a seguir o muçulmano disse-lhe: "Agora se beberes, morres! E se deixares o Islão também!". A pena para quem deixa o Islão ou para quem bebe álcool é a morte.

Imagine um padre, um pastor, um rabino, a pregarem uma doutrina destas! 

Do ponto de vista islâmico, mentir para levar as pessoas a aceitarem o Islão, é louvável, porque o Islão é a Verdade absoluta. Quando eles invadem um país e chacinam toda a gente que não se converte, acham que estão a proceder bem!






P.S. - Marcelo levou vários líderes políticos nacionais a este evento na mesquita. Assunção Cristas, a também católica e secretária-geral do CDS-PP, também foi. Será que ela está a par do papel da Mulher no Islão?

É claro que precisamos de petróleo, e temos que nos sujeitar todos a tolerar o Islamismo, apesar de este ser pior que o Nazismo e o Comunismo juntos. Mas um pouco de dignidade não fica mal a ninguém!




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