sábado, 27 de maio de 2017

A Estrada da Esquerda leva a Manchester

Qual a maior ameaça? O terrorismo islâmico ou a "islamofobia"?

(VEJA O VÍDEO NO FINAL)


Na noite de segunda-feira, um assassino em massa matou 22 pessoas e feriu 59 num concerto de Ariana Grande em Manchester, Inglaterra.

O perpetrador foi um homem chamado Salman Ramadan Abedi, um homem que amigos descreveram como um muçulmano "devoto" que memorizou todo o Alcorão. Ele era conhecido pelas autoridades britânicas como uma ameaça terrorista e tinha estado em contacto com um recrutador para o Estado Islâmico (ISIS).

Eu não tinha ouvido falar de Salman Abedi antes de ele ter assassinado todas aquelas crianças e seus amigos e familiares no concerto Ariana Grande, mas quando eu recentemente falei na Universidade Estadual Truman em Missouri, na Universidade de Buffalo, no Gettysburg College e num evento na Islândia, discuti o sistema de crenças que incita pessoas como Salman Abedi à violência. Expliquei as maneiras pelas quais os terroristas islâmicos usam os textos e os ensinamentos do Islão para justificar a violência e fazer recrutas entre muçulmanos pacíficos, e os textos do Alcorão e da lei islâmica que apelam aos muçulmanos para fazerem guerra contra aqueles que não acreditam no Islamismo.

As três universidades e a Imprensa islandesa trataram a minha presença no país como se Josef Goebbels tivesse lá parado para uma visita. Uma petição exigindo que minha aparição na Universidade Truman fosse cancelada chamou-me "raivoso, orador inflamatório, e islamofóbico [sic]", e alegou que eu tenho "uma agenda de ódio e violência". Além disso, afirmou que "permitir a minha presença é prejudicial à segurança e bem-estar dos membros da comunidade da universidade"Outros apelam a que eu seja fisicamente atacado.

Uma petição semelhante na Universidade de Buffalo acusou: "A programada palestra de Spencer representa o risco muito real de incitar actos de violência no campus entre as comunidades estudantis".  Um estudante do Gettysburg College alegou, sem fornecer nenhuma evidência, que meu trabalho foi "usado como base para crimes de ódio contra muçulmanos nos Estados Unidos".

A Imprensa islandesa escreveu na mesma linha. Depois de eu ter saído, o jornal Monitor, da Islândia, observou que "o conferencista americano e islamofóbico Robert Spencer ... fez uma palestra sobre o que ele chama 'a ameaça da Jihad' em Reykjavík recentemente".

Enquanto eu lá estive, vários entrevistadores acusaram-me de lançar suspeitas injustas sobre a pequena comunidade muçulmana na Islândia e recearam que os muçulmanos na Islândia fossem atacados por vigilantes na sequência da minha palestra. Quase todas as notícias sobre a minha visita à Islândia, bem como as petições e notícias sobre as minhas visitas a essas três universidades, continham a informação de que o assassino em massa norueguês Anders Breivik me tinha mencionado várias vezes no seu manifesto. Ninguém mencionou as diferenças entre as crenças dele e as minhas; ou o facto de ele ter começado a planear a violência na década de 1990, antes de eu ter publicado algo sobre a ameaça da jihad; ou o facto de ele me ter criticado nesse mesmo manifesto por eu não incitar à violência; ou o facto de que ele também citou muitas pessoas, de todo o espectro ideológico, incluindo Barack Obama, Tony Blair e Condoleezza Rice, que nunca são questionados sobre o seu possível papel em incitá-lo a matar.

NOTA NOSSA: Anders Breivik, para além de ser um louco sem filiação em nenhuma organização ou ideologia em concreto, é afecto ao Islão e ao Nazismo:

Breivik: Nazi e Islamista!


A mensagem era consistente e clara: Spencer é uma pessoa perigosa cujo trabalho ameaça a segurança de pessoas inocentes. Ele fala sobre uma ameaça onde não há nenhuma.

Passaram-se várias semanas desde que falei nessas três instituições académicas e em Reykjavik, onde um esquerdista que sem dúvida foi incitado a agir contra mim pela cobertura difamatória que recebi na Imprensa islandesa me envenenou. Nesse período, algum muçulmano da Universidade Truman, da Universidade de Buffalo, do Gettysburg College ou de qualquer outro lugar da Islândia foram brutalizados por aqueles que me ouviram falar? Não. Algum muçulmano em qualquer lugar foi assassinado por um "islamofóbico"?

Não. Mas vinte e duas pessoas estão mortas na Grã-Bretanha, às mãos de um homem, por causa de uma ideologia, como o Monitor de Islândia disse, à qual que eu chamo "a ameaça jihadista". Essa ameaça é real, e crescente em todo o mundo, como evidenciam os mais de 30.000 ataques jihadistas em todo o mundo desde o 11 de Setembro.

Nota: 30898 até este momento. O Islão mata mais em 1 ano,nos tempos que correm, do que a Inquisição matou em 350 anos, quando era comum matar por pretextos que hoje são absurdos.

Anders Breivik era um louco, um psicopata sem uma visão do mundo coerente. Aqueles que discordam devem tentar explicar o facto de que este "islamofóbico" assassino aconselhou a colaboração com os grupos terroristas jihadistas Hamas e Al-Qaeda. Ele não representa o resultado violento da rectórica "islamofóbica". Que não houve outros assassinos "islamofóbicos" antes ou depois dele é mais uma prova disso.

O que a sua contínua notoriedade representa na verdade é a avidez da esquerda e dos media do establishment para estigmatizar e demonizar, e assim marginalizar e silenciar, aqueles que chamam a atenção para o que é uma ameaça real: a da jihad islâmica.

No ano passado, houve ataques assassinos jihadistas em Orlando, na Florida; Magnanville, França; Würzburg, Alemanha; Ansbach, Alemanha; Rouen, França; Ohio State University; Berlim; e agora Manchester. Eu listei apenas os ataques na Europa e nos EUA; houve muitos outros em outros lugares nesse período. Nos que eu listei, 90 pessoas foram mortas, todas por muçulmanos que seguiram as exortações para matar que estão contidas no Alcorão e na Sunnah.

Não houve mortes por alguém que tenha as minhas exortações a peito, em qualquer lugar, em qualquer momento. Eu não peço e não tolero a violência. No entanto, tenho a certeza de que essas instituições de ensino superior e os media islandeses são muito mais hostis para mim do que teriam sido se, digamos, um terrorista jihadista libertado de Guantánamo tivesse vindo falar.

Estou proibido de entrar na Grã-Bretanha pelo crime de fazer notar, correctamente, que o Islão contém doutrinas de violência. No entanto, a Grã-Bretanha admitiu numerosos pregadores da violência jihadista contra os "infiéis".

Claramente a Grã-Bretanha, como a Universidade Estadual de Truman, a Universidade de Buffalo, o Gettysburg College e a Imprensa islandesa, acreditam que a "ameaça da jihad" é imaginária e a ameaça de "islamofobia" é real.

A contagem de corpos diz o contrário.

E se os estudantes que protestaram contra as  minhas palestras e o governo islandês e os meios de comunicação não despertarem rapidamente para esse facto, descobri-lo-ão por experiência directa, no seu próprio solo. A estratégia da esquerda em relação à "islamofobia" leva directamente a Manchester.

Uma vez que cada inimigo do terrorismo islâmico é demonizado e silenciado, quem restará para falar em resistência? Ninguém - e então a jihad avançará sem oposição e desimpedida, enquanto aqueles que poderiam ter falado permaneceram em silêncio por medo de acusações de "islamofobia".


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Post anteriores sobre o Massacre de Manchester (parte dos vídeos já foram censurados pelo lóbi islamofascista do Google/YouTube):

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