sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Jihad Automóvel na Austrália



O muçulmano andou primeiro a  conduzir erraticamente, antes de investir sobre as pessoas.


Aqui podemos ver a perseguição policial.


No post anterior falávamos da tomada de posse de Donald Trump, e do dispositivo de segurança para impedir ataques terroristas islâmicos com uso de automóvel, como aconteceu recentemente no Ohio, em Nice, em Berlim, em Jerusalém e um pouco por todo o lado, porque o terrorismo islâmico é diário e ceifa vidas aos milhares. Logo a seguir, mais um ataque, na Austrália, Melbourne, onde no Dia de Natal foi desmantelado um ataque terrorista islâmico em massa.

Um muçulmano aos gritos de "Alahu Akbar" atirou o carro para cima da multidão, matando pelo menos 3 pessoas, uma das quais uma criança e feriu 23. As autoridades australianas, obviamente, não admitem que foi terrorismo islâmico - apesar das testemunhas confirmarem que o muçulmano atropelou deliberadamente e que gritava Allahu Akbar, que antecede sempre os ataques terroristas da Religião da Paz.




O Estado Islâmico/ISIS emitiu este apelo em Setembro de 2014, ameaçando com a conquista de Roma e com a escravização das nossas mulheres:

"Então, ó muwahhid, não percam esta batalha, onde quer que vocês estejam. Vocês devem atacar os soldados, os líderes e as tropas do tawaghit. Golpeiem os agentes da polícia, da segurança, dos serviços secretos, assim como os seus agentes traiçoeiros. Destruam-lhes os lares. Amarguem-lhes as vidas e não lhes dêem descanso. Se vocês puderem matar um americano ou um europeu infiel - especialmente o francês rancoroso e sujo - ou o australiano, ou o canadiano, ou qualquer outro infiel dos infiéis que fazem a guerra, incluindo os cidadãos dos países que entraram numa coligação contra o Estado Islâmico, confiem em Alá e matem-no de qualquer maneira. Se não tiverem uma arma de fogo, encurralem o infiel americano, francês, ou qualquer um dos seus aliados. Esmaguem-lhe a cabeça com uma pedra, ou matem-no com uma faca, ou atropelem-no com o vosso carro, ou atirem-no de um lugar alto, ou esganem-no, ou envenenem-no".

O site Jihad Watch  traz os pormenores todos de mais este ataque terrorista islâmico contra quem os recebe, os aloja, os alimenta, os sustenta sem que estes trabalhem.

O que acontece em Israel desde que os judeus fizeram a asneira de deixar os colonos muçulmanos entrarem, é o que está a acontecer agora no resto do Mundo Livre. Com muçulmanos, não há paz possível. Há sempre ataques terroristas, contestação, exigências, ameaças, ódio. Mesmo onde só vivem muçulmanos com muçulmanos, o terror é a regra.

Muçulmanos durante uma Ceia de Natal na Alemanha, amaldiçoando e pedindo a morte de quem os acolheu. Estas orações são legitimadas pelos textos religiosos islâmicos:



Algumas preces do colono que lidera a prece ao seu deus Alá:
"As nações cercaram-nos por todos os lados como cães".

"Ó Alá, extermina os infiéis onde quer que eles estejam".

"Ó Alá, destrói as suas comunidades".

"Ó Alá, destrói a fé deles e faz o chão tremer-lhes debaixo dos pés, porque tu és forte e eles são fracos".



COMPREENDENDO A INVASÃO ISLÂMICA

Por muito que os ocidentais de esquerda, politicamente correctos, os hippies de coração sangrante, amem os invasores muçulmanos, jamais serão correspondidos. 

O Islão é barbárie, e não valoriza nem sequer entende os valores que mais prezamos: liberdade, democracia, solidariedade, etc.. Onde nós vemos amor ao próximo, eles vêem apenas uma fraqueza a ser explorada, porque apenas respeitam um valor: A FORÇA!




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