domingo, 31 de dezembro de 2017

Top 10 das acções mais dementes da ONU em 2017


10. Em 2017 a ONU negou que existe fome na Venezuela: na primeira visita da ONU à Venezuela, Alfred de Zayas, o "Especialista Independente" apoiado pelos cubanos do Conselho de Direitos Humanos da ONU para a "promoção de uma ordem internacional democrática e equitativa", publicou fotos de propaganda para negar a fome em massa causada pelas políticas falhadas do regime.

Depois de a UNWatch ter denunciado esta mentira doentia - na verdade, os hospitais venezuelanos estão repletos de crianças famintas - o representante da ONU escondeu o seu relatório.

9. Raposas a proteger as galinhas: a ONU elegeu o Qatar (trabalho escravo), o Paquistão (pena de morte para "blasfemos" cristãos), a República Democrática do Congo (estupro em massa como arma de guerra), Afeganistão (abuso de mulheres) e Angola ( regime corrupto e opressivo) para o Conselho de Direitos Humanos, para mandado de 3 anos a partir de Janeiro de 2018. Os membros existentes já incluem a Arábia Saudita, a China, Cuba e a Venezuela.

A UNWatch liderou o protesto com uma importante campanha de informação e nas redes sociais, citada na AP, na Deutsche Presse-Agentur, na Deutsche Welle e na espanhola EFE.


8. Tirano Mugabe como Embaixador de Boa Vontade: Em Outubro, a Organização Mundial de Saúde da ONU nomeou o ditador do Zimbabwe, Robert Mugabe, como "Embaixador da Boa Vontade".

O protesto da UNWatch provocou uma indignação mundial - gerando uma explosão de notícias na CNN, Washington Post, Newsweek e em outras 140 agências de notícias.
Finalmente, Estados doadores, incluindo os EUA, Grã-Bretanha e Canadá protestaram, e o ditador foi destituído do cargo. Um mês depois, Mugabe foi derrubado - mas não graças às Nações Unidas, que tudo fizeram para o legitimar no cargo.


7. Fazendo de Putin uma vítima: o especialista da ONU Idriss Jazairy (acima), um ex-diplomata argelino, publicou um relatório surpreendente concluindo que a Rússia foi vítima de violações dos direitos humanos - devido, segundo ele, aos EUA e às suas "medidas coercivas unilaterais".

Hillel Neuer, da UNWatch, tomou a palavra no Conselho de Direitos Humanos para questionar a ética do gabinete de Jazairy, que recentemente aceitou 50 mil dólares da Rússia. Jazairy atacou a UNWatch e negou qualquer influência. A história foi relatada mundialmente pela AP, The Independent e Radio Free Europe.


O maometano Zeid al-Hussein, apoiante do estupro de crianças. 

6. A ONU puniu quem tentou auxiliar dissidentes chineses: o gabinete de direitos humanos da ONU retaliou contra a funcionária Emma Reilly por ela ter tentado impedir a entrega à China de nomes de dissidentes que estava previsto participarem numa sessão do Conselho de Direitos Humanos.
A UNWatch também pediu que o príncipe Zeid al-Hussein (acima), o chefe dos direitos da ONU, fosse suspenso e colocado sob investigação pelos maus tratos contra denunciantes como Anders Kompass, que tentou impedir os soldados da paz violarem crianças na República Centro-Africana, e Miranda Brown, que expôs a transferência da ONU de embarques não licenciados de computadores e firewalls dos EUA para a Coreia do Norte.


 Assad manda gasear e bombardear o próprio povo. 

5. Recompensando a Síria genocida: A ONU elegeu o regime genocida da Síria para um cargo sénior num comité de descolonização encarregado de se opor à "subjugação, dominação e exploração" das pessoas. Esta vitória da propaganda foi prontamente capitalizada pelo regime de Assad.


4. Honrando o homem de mão de Kadhafi: em Março, a sessão de abertura do Conselho de Direitos Humanos da ONU deu uma posição de honra ao membro do Comité Consultivo, Jean Ziegler, co-fundador e 2002 do "Prémio Muammar Kadafi de Direitos Humanos".
Duas semanas depois, Eric Tistounet, um alto funcionário do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, juntou-se a um painel que teceu rasgados elogios a Ziegler como um grande "intelectual".

A UNWatch protestou através de uma carta detalhada em que documentou o desprezível registo de Ziegler de louvores a regimes assassinos.
O Director Executivo, Hillel Neuer, tomou a palavra no Conselho para desafiar Ziegler cara a cara: "Eu tenho uma pergunta para o membro do painel que, em 1989, co-fundou o Prémio Mummar Kadafi de Direitos Humanos e que foi para Trípoli, Líbia, em 29 de Setembro de 2002, para ele mesmo ganhar esse prémio".
"Dado que este Conselho finalmente reverteu a sua política sobre o regime de Kadafi e suspendeu a Líbia em 2011 pelos seus abusos grosseiros e sistemáticos, o senhor Ziegler arrepende-se das suas acções? A Imprensa suíça informou que o prémio valia 100 mil francos suíços. O senhor pretende devolver esses fundos ao povo líbio?".


3. Em Novembro, a agência da ONU para educação, ciência e cultura, a UNESCO, elegeu a Turquia para o conselho executivo. Um país que "faz desaparecer" professores que se negam a colaborar na propaganda do regime. Esta eleição ocorre apenas um ano depois de o presidente Erodgan ter feito "desaparecer" ​​100 mil professores, reitores de universidades, académicos, juízes e outros funcionários.
Erodogan perseguiu jornalistas heróicos como Can Dundar e Yavuz Baydar, mas agora será um juiz da ONU para a liberdade de Imprensa. A propaganda turca celebrou a vitória, conforme relatado pela UNWatch.


2. Galeria da Mãe de Todas os Farsas: Em Setembro, o Conselho de Direitos Humanos da ONU reuniu o mais desprezível painel único de apresentadores dos seus 70 anos de História, legitimado pela presença e discurso de um ex-alto funcionário da Human Rights Watch. O assunto era "medidas coercivas unilaterais", ou seja, porque é que as sanções ocidentais contra regimes opressores como a Rússia, o Sudão ou a Venezuela são supostamente ilegais.De esquerda para a direita:
Jean Ziegler, conselheiro do UNHRC que fundou e ganhou o Prémio de Kadafi, usou o cargo para defender abertamente o regime de Maduro e atacar os prisioneiros políticos da Venezuela.
Idriss Jazairy, um lugar cativo da ONU, que, enquanto diplomata argelino, foi o maior inimigo dos legítimos especialistas em direitos humanos da ONU.
Peggy Hicks, representante do Alto Comissário Zeid al-Hussein e ex representante na ONU da Human Rights Watch de Ken Roth, ficou em silêncio quando Ziegler elogiou actual o regime da Venezuela;.
Jorge Valero, embaixador do regime opressor de Maduro, moderador oficial do painel.
Alena Douhan, uma académica da Bielorrússia com um fraquinho pela Rússia, cujo doutoramento assentou no princípio da "não interferência" nos "assuntos internos" dos países.
Alfred de Zayas, especialista da UNHRC, cuja história revisionista da Segunda Guerra Mundial o tornou um herói para os negadores do Holocausto.
A UNWatch foi a única voz nas Nações Unidas a tomar a palavra, no Conselho e no exterior, para denunciar esta perversão dos direitos humanos.


1. Arábia Saudita eleita para a Comissão de Direitos Humanos da ONU: Em Abril, o Conselho Económico e Social composto por 54 países elegeu a Arábia Saudita para a comissão de direitos das mulheres da ONU, apesar da horrível subjugação de mulheres que vigora oficialmente nesse país.
O relatório da UNWatch foi completamente viral, citado na CNN, Newsweek, nos principais meios de comunicação em França, Grã-Bretanha, Alemanha, Espanha, Itália e até na Teen Vogue.

Quando a UNWatch revelou
também que pelo menos cinco Estados da União Europeia votaram pelos sauditas, um grande escândalo entrou em erupção na Bélgica - o primeiro-ministro foi forçado a admitir o seu voto imoral e pediu desculpas - e as controvérsias eclodiram nos Parlamentos e na Imprensa da Irlanda, Noruega e na Suécia. 




Hiperligações no artigo original: 

 

The Top 10 Most Evil U.N. Actions of 2017


https://www.unwatch.org

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