terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Netanyahu para Macron: "Paris é a capital da França, Jerusalém é a capital de Israel"


"Jerusalém é a capital de Israel há 3.000 anos. Tem sido a capital do Estado judeu por 70 anos", disse Netanyahu ao presidente francês, Macron.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente francês, Emmanuel Macron, encontraram-se em Paris no domingo, iniciando uma discussão centrada no reconhecimento histórico do presidente Donald Trump de Jerusalém como capital de Israel .
Macron expressou "desaprovação" da decisão de Trump, chamando-lhe de "perigosa para a paz".
"Não parece servir, a curto prazo, a causa da segurança de Israel e os próprios israelitas", disse Macron.
Netanyahu elogiou os laços e a colaboração entre Israel e a França em muitas questões, incluindo a busca pela paz, segurança e prosperidade na região.
"Isso significa que Emmanuel Macron e eu concordamos em tudo? Ainda não, estamos a trabalhar nisso. É uma questão de tempo", afirmou Netanyahu.
"Paris é a capital da França. Jerusalém é a capital de Israel. É a capital de Israel há 3.000 anos . Tem sido a capital do Estado judaico por 70 anos", declarou Netanyahu, dizendo que "Israel respeita a História da França e as suas escolhas, e sabemos que, como amigos, vocês respeitam as nossas". 

Netanyahu acrescentou que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel "também é essencial para a paz". 

"Penso que a paz exige ser construída com base na verdade, nos factos do passado e do presente. Esta é a única maneira de construir um futuro pluralista e bem-sucedido", afirmou o primeiro-ministro israelita. 

Para esse fim, Netanyahu criticou "o esforço, continuamente registado nos fóruns das Nações Unidas, na UNESCO e em outros lugares, para negar a ligação milenar do povo judeu a Jerusalém. É absurdo".
Netanyahu observou que se pode ler sobre o vínculo dos judeus com Jerusalém "num livro muito prestigiado, chamado Bíblia. As pessoas podem lê-lo na Bíblia. E podem ouvi-lo na História das comunidades judaicas em toda a nossa Diáspora - 'No ano que vem em Jerusalém, no próximo ano em Jerusalém'".
Reconhecendo o óbvio 
"Onde mais é a capital de Israel, senão em Jerusalém? Onde está o nosso Knesset, o nosso Parlamento? Onde está o nosso Supremo Tribunal, a sede do nosso governo, o Gabinete do Primeiro Ministro, o escritório do Presidente? Não estão em Beer Sheva, não estão em Ashdod. Essas são cidades maravilhosas, mas a capital é em Jerusalém. Sempre foi a nossa capital", declarou. 
"Jerusalém nunca foi a capital de qualquer outro povo. Penso que, quanto mais cedo os 'palestinos' começarem a lidar com essa realidade, mais cedo caminharemos para a paz ", concluiu. 
Netanyahu fez reiterou as palavras de Trump no anúncio histórico na semana passada. 
"Hoje, Jerusalém é a sede do moderno governo israelita. É o lar do Parlamento israelita, do Knesset, bem como do Supremo Tribunal israelita. É a localização das residências oficiais do primeiro-ministro e do presidente. É a sede de muitos ministérios do governo", afirmou Trump.
"Jerusalém é a capital que o povo judeu estabeleceu desde os tempos antigos", disse Trump"Hoje, Jerusalém é a sede do governo de Israel".
"Hoje, finalmente reconhecemos o óbvio, que Jerusalém é a capital de Israel. Isso não é mais do que um reconhecimento da realidade. É também a coisa certa a fazer", afirmou. 









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COMENTÁRIO

Os maometanos reivindicam Jerusalém e todo o território de Israel, da mesma forma que reivindicam a França e todo o Mundo, pois é  parte integrante do Islão a invasão, a colonização, a conquista e a submissão dos povos a Alá.
Não acredita? Basta estudar a Teologia e a História do Islão; e pode começar por aqui (isto no caso de a realidade diária do terrorismo, da jihad global, das atrocidades islâmicas - estupro, mutilação, tortura, raptos, execuções, canibalismo, sacrifícios humanos, etc., etc. -  não chegar):




Etc., etc., etc..
A França, que já teve um império global, e que continua a manter um império-confetti, é dos países que mais gosta de aplicar um grande tau-tau a Israel em público, porque Israel não dá mais terra aos colonos muçulmanos. 
"A França tem a maior Zona Económica Exclusiva (ZEE - espaço marítimo sobre a qual um Estado costeiro exerce direitos de soberania de exploração aproveitamento de recursos) no mundo!  Com a ocupação dos territórios conquistados em todo o mundo, os "territórios ultramarinos", a França tem um império marítimo real: Guiana, Guadalupe, Martinica, Reunião, Polinésia Francesa, Mayotte, a Nova Caledónia. Os Kanaks de Nova ... Caledónia, ou os nativos da Guiana não estão à espera de ver a França lutar contra a sua colonização das Nações Unidas."

in:
O clube dos COLONOS da ONU enterra Israel

Descubra Israel no meio da mancha vermelha dos países maometanos: 

 

Israel é um Estado-nação indígena, mas é o único país do Mundo sobre o qual terceiros se permitem dar lições e querer mandar.  
Se amanhã desembarcasse em França um alto representante do Canadá, de Malta, do Luxemburgo, de El Salvador, de Vanuatu, do Uruguai, da Coreia do Norte, da Tunísia, do Vaticano, de S. Marino, do Mónaco, de qualquer outro país do Mundo!, e o serventuário da islamizaçãoo homem de mão do Sistema, Emmanuel Macron, se pusesse a dar-lhe lições sobre como governar o seu país, mandavam interná-lo. 

"124 países estão envolvidos em disputas territoriais, incluindo inúmeras ocupações: algumas consideradas legítimas, outras não. No entanto, 123 desses países escolheram as suas próprios capitais sem qualquer dúvida do resto do mundo. Somente Israel é tratado de maneira diferente."
in: 

Trump e a Embaixada em Jerusalém: por trás da histeria



 
Netanyahu é um herói de guerra, mas nem o seu treino militar nem a sua experiência de combate nos comandos de elite o devem ter preparado para aturar Macrons... 



- Consulte a nossa secção JERUSALÉM, que anda animada. Já que os jornaleiros do mundo inteiro estão em Israel a fotografar terroristas que espumam de raiva, nós vamos fazendo o contraponto da histeria. Gratos pela preferência!


2 comentários:

  1. DAI A CEZAR O QUE E DE CEZAR, DAI A ISRAEL O QUE DE ISRAEL, PONTO FINAL

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  2. O que será da França daqui a 20 anos?

    Os gays e as feministas que hoje apoiam o Islão serão massacrados pelo Islão no futuro.

    O islamismo não aceita feminista isso não existe em nenhum País muçulmano.

    Os gays coitados são espancados e mortos principalmente na África muçulmana.

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