quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Bomba: Antifa estão a receber treino militar na Síria


 

P.S. - Este vídeo é do excelente canal TRADUTORES DE DIREITA.



O bando Antifa finalmente atravessou a linha que separa terroristas de terroristas absolutos - e agora, como um novo relatório revela, membros do conhecido grupo de protesto estão a entrar na Síria para receber treino dos terroristas do ISIS.

Os laços que os unem?

Ambos os grupos usam a violência como um meio para os seus fins. E ambos os grupos compartilham opiniões políticas tirânicas semelhantes que estão alinhadas com princípios comunistas e controladores.



O John Brown Gun Club é um dos grupos envolvidos.

Os membros americanos e europeus dos Antifa estão a ser atraídos para as Unidades de Protecção do Povo Curdo (YPG) apoiadas pelos Estados Unidos, devido à sua política anarco-comunista, que por sua vez persuadem os extremistas dos Antifa a lutarem ao lado deles na "Revolução Rojova".

Relatório de Prisonplanet.com: "As agências de segurança estão preocupadas com o facto de que esses membros da Antifa continuem a "revolução em casa" quando retornarem. Já as fontes do FBI revelaram literatura Antifa e fotos tiradas no Médio Oriente que foram encontradas no quarto do hotel do suspeito do Massacre de Las Vegas, Stephen Paddock.

Numa política que começou sob a administração Obama, o exército dos EUA está a fornecer armas e treino aos membros do YPG, muitos dos quais estão directamente ligados à organização terrorista PKK.

Esta política foi adoptada sob o pretexto de lutar contra o ISIS. No entanto, apoiar terroristas para combater terroristas nunca funcionou.

Ocorreu um tumulto quando as forças especiais dos EUA na Síria anexaram as insígnias do YPG às suas armas, e o Exército dos EUA foi acusado de apoiar o terrorismo. O Pentágono admitiu a falta e disse que o uso da insígnia não era autorizado.

Como resultado, o exército dos EUA foi forçado a renomear o YPG como "Forças Democráticas da Síria" (SDF) para fornecer uma negação plausível.

As armas e o treino militar que os militares dos EUA lhes forneceram são, por sua vez, fornecidos aos membros ocidentais dos Antifa.

Esses membros dos Antifa, juntamente com os curdos, são constantemente glorificados na Imprensa convencional.

A revista Rolling Stone entrevistou vários "esquerdistas ocidentais" que estão a combater no YPG.

E o facto de que essas milícias anarco-comunistas têm "mulheres que estão a lutar contra o ISIS" é muitas vezes repetido.

Grupos Antifa na Europa e na América do Norte publicaram fotos dos seus combatentes erguendo a bandeira do YPG curdo juntamente com a bandeira Antifa, na Síria.

Agora, este grupo de militantes chama-se Forças de Guerrilha do Povo Revolucionário Internacional [IRPGF] e a "vanguarda da revolução" em Rojava, que prometeu combater o capitalismo em todo o mundo.

Já o pudemos ver por exemplo quando os membros da Antifa fizeram parte de uma manifestação armada em Phoenix, no Arizona.

Um dos grupos envolvidos é o John Brown Gun Club, que glorifica o YPG curdo.

É plausível que as fotos tiradas no Médio Oriente que foram encontradas na sala do atirador de Las Vegas (juntamente com literatura Antifa) sejam fotos dos Antifa lutando ao lado de curdos na Síria, e também é possível que o atirador tenha conseguido entrar na Síria para receber treino militar.

Os combatentes estrangeiros podem voar legalmente para a Turquia e depois atravessar ilegalmente a fronteira da Síria sem serem detectados.

A Alemanha já está a braços com uma grande população de Antifa, e 1,2 milhões de imigrantes curdos e grupos militantes curdos, todos trabalhando em conjunto.

Além disso, milhares de alemães cruzaram ilegalmente a fronteira Síria para lutarem ao lado dos Curdos, por isso não é surpresa quando os gangues alemães dos Antifa se apresentam em manifestações de direita com centenas contra-manifestantes e cometem ataques violentos.

A Imprensa, no entanto, continua a glorificar os combatentes curdos como "as únicas pessoas a lutar contra o ISIS", ignorando os esforços dos governos sírio e russo.

Isto acontece principalmente porque o complexo militar-industrial tinha planos de balcanizar a Síria e o Iraque, no "projecto para um novo Médio Oriente" e não se importam se o fazem usando terroristas islâmicos ou comunistas curdos.

As milícias curdas não são muito melhores que o ISIS, nem liberais e democráticas como a Imprensa as retrata.

Na verdade, os próprios curdos não são um grupo homogéneo, com a maioria dos curdos sendo muçulmanos sunitas e alguns deles juntaram-se ao ISIS.

No Curdistão iraquiano, a percentagem de mutilação genital feminina é de cerca de 70%, enquanto em todas as outras partes do país é zero.

De facto, o Curdistão iraquiano, juntamente com o Iémen e o Egipto, são as únicas áreas do Médio Oriente onde a mutilação genital feminina é rotineiramente realizada.

O YPG comunista tem procedido à limpeza étnica de cristãos, árabes e outras minorias nas áreas que eles consideram o Estado "curdo". Muitas vezes, em áreas que eles mesmos afirmam não têm nenhuma população curda.

Uma vez que a população curda não é maioria nas áreas que as milícias curdas estão a tentar anexar, estão a fazer a limpeza étnica das minorias não curdas na tentativa de alcançar uma mudança demográfica.

O YPG desarmou as milícias cristãs assírias depois de assassinar o seu líder, David Jindo.

No Iraque, a milícia curda dos Peshmerga, apoiada pelos Estados Unidos, forçou as milícias cristãs e Yazidi a desarmarem, antes de as abandonar ao genocídio, quando o ISIS atacou.

E o governo regional curdo do Iraque ainda não permitiu que esses grupos minoritários retornem às suas aldeias, embora o ISIS tenha sido expulso há dois anos.

A ideia de que os curdos merecem o seu próprio Estado é perpetuamente promovida por grupos de pensamento e simpatizantes esquerdistas pró-guerra. No entanto, presta-se pouca atenção à origem e à história do povo curdo.

Por um lado, a palavra Curdo era um designador para os nómadas iranianos.

Como muitos outros grupos nómadas, como os beduínos e os ciganos, eles atravessam as fronteiras que tendem a ser guardadores de gado.

Eles normalmente atravessam o Iraque e a Turquia, seguindo o rio Eufrates, e vivem principalmente nas montanhas.

Em 1915, o governo turco prometeu aos curdos as casas e as cidades dos cristãos arménios, caso os curdos concordassem em participar no genocídio dos cristãos arménios e assírios.

No entanto, após o cumprimento do acordo pelos curdos, a Turquia recusou-se a dar-lhes autonomia.

A população de curdos no norte da Síria resultou de múltiplas ondas de imigração curda ilegal a partir da Turquia, e depois de não ter conseguido sucesso nas insurreições contra o governo turco.

Muitos desses curdos receberam estatuto de refugiados por parte do governo sírio na época, mas agora esses mesmos refugiados exigem o seu próprio Estado, reivindicam a propriedade de grande parte dos campos petrolíferos da Síria e impedem o exército sírio de combater a leste do Eufrates.


Esta política externa de balcanizar os países do Médio Oriente para criar um Curdistão pode ter implicações explosivas não apenas para o Médio Oriente, mas também para o Ocidente, pois produz uma nova forma de "resistência Antifa" e terrorismo da mesma forma que o ISIS foi criado graças da política externa dos Estados Unidos.

Via  Vlad Tepes  graças a Pamela Geller 



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- Pense nisto quando vir as omnipresentes bandeiras "Antifa", na Catalunha, nos Estados Unidos, em França, em Portugal, em quase todo o Mundo Livre que eles planeiam conquistar pela força, aliados aos jihadistas.


- Lembramos que foi política de Obama apoiar, financiar e armar os jihadistas da Al-Qaeda e a Irmandade Muçulmana.

- Há um novo Presidente nos Estados Unidos, que está a consertar o que seu antecessor islamista sabotou. Demos tempo ao Trump.

- O grupo terrorista Antifa (já é assim considerado por exemplo pelo FBI), está a unir-se a grupos como o Black Lives Matter ou o KKK, para além da sua conhecida e ostensiva ligação aos islamistas.

- Protegidos e promovidos pelos media como "heróis da liberdade", os Antifa são, quase todos,  adultos que ainda vivem com os pais e são incapazes de enfrentar o mundo real.

- Podemos vê-los, nas ruas de todo o Mundo, ao lado dos islamistas, espalhando o caos e a violência. São a nova reencarnação dos idiotas úteis da Revolução vermelha.

- No antepenúltimo vídeo da lista abaixo, podemos ver alguns Antifa a reclamarem o pagamento pelo seu trabalho de destruição a George "O Flagelo das Nações" Soros, o bilionário que foi nazi na juventude e hoje é um ardente extrema-esquerdista, pró-islamista e doentiamente anti-semita e anti-Israel.

- Nos dois últimos vídeos (o segundo legendado) podemos constatar a total ignorância dos protestatários, que nem conseguem ao menos decorar uma ladainha a designar contra o que protestam.





2 comentários:

  1. Como diz o dr. Michael Savage, são inimigos domésticos das nações que os toleram... Já agora no programa de dia 19 deste mês, o dr. Savage comentou acerca da oposição religiosa face às obrigação do serviço militar em Israel, o que se passa por lá?

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    1. É verdade, caro amigo. Esses indivíduos, se ouvem falar em "patriotismo", começam logo a ver nazis a marchar em passo de ganso; mas defendem um país único comunista, como que uma ainda mais gigantesca União Soviética, e isso para eles já é "bom" :(

      Sobre o serviço militar em Israel, estou muito longe ser um 'expert' em Israel, mas sei que existe uma comunidade de judeus observantes, muito estrita, onde há elementos que recusam servir nas Forças Armadas.

      Num paralelo forçosamente imperfeito, são os "monges" do Judaísmo, e acham que já servem estudando a Bíblia, orando, etc..

      Ora esse estado de coisas acabou, e tem havido confrontos com as autoridades, como este, em que uma rapariga-soldado enfrenta 30 contestatários:

      https://fr.israelvideonetwork.com/une-soldate-de-tsahal-fait-face-a-30-manifestants-meme-pas-peur/

      Posso estar errado, mas considero injusto que uns jovens arrisquem a vida pelo seu país e outros não. Por isso sou a favor do serviço militar obrigatório para todos em todos os países, mas no que me diz respeito em Portugal, pois sou português. Por isso e porque acho um dever cívico e para muitos jovens a única vez na vida em que saem do seu meio e conhecem mais mundo.

      OdF

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