terça-feira, 9 de dezembro de 2014

FOTO-FAKE

A icónica foto, de um rapazinho judeu e de um rapazinho árabe, de braço dado, é uma montagem.


Esta foto foi feita para alimentar o wishful thinking - para quem não sabe, esta expressão significa ignorar a realidade e substituí-la pelos nossos desejos.

Vemo-lo na Política, quando os governantes tomam decisões à luz da ideologia ou do eleitoralismo, em vez de atentarem ao senso-comum e aos factos, esperando que a coisa "dê certo", para seu proveito. 

Vemo-lo neste conflito israelo-árabe quando o Mundo acalenta expectativas de paz em relação a uma ideologia de guerra. 

Não há que esperar qualquer tipo de paz do Islão, porque o Islão é intrinsecamente uma ideologia criminosa, de ódio, de supremacismo, de brutalidade atroz. 

Não há que esperar apaziguamento, paz ou entendimento com o Nazismo, o Comunismo, o Fascismo, ou com qualquer tipo de redes de crime organizado. É absurdo esperar que a Mafia, os Hells Angels, os Crips, os Bloods, a Irmandade Ariana, o Los Zetas, os Neo nazis, o Hamas, o ISIS, a Al Qaeda, o Boko Haram, o Hezzbollah, o Ku Kux Klan, se "apaziguem" e "dêem uma chance à paz"

Leia ou releia, e constate a enorme diferença entre o Alcorão do Islão e o Alcorão do ISIS:


A religião do CRIME


Pode haver elementos dessas associações criminosas que tenham um lampejo de sanidade e se regeneram. Como John Lee Clary do Ku Kux Klan, que um belo dia caiu de joelhos e disse:
'Meu Deus, a minha vida está uma desgraça. Eu estou numa desgraça. Preciso da Tua ajuda!".
E de seguida, como ele recorda:
"Senti-me uma nova pessoa, uma criação novinha em folha, senti um peso sair dos meus ombros".


Hoje, Clary é um pastor evangélico, e é um homem novo
 
 
Um outro exemplo mediático é Walid Shoebat, que de terrorista islâmico se converteu ao Cristianismo e se tornou um lutador efectivo pela Paz.
 
Podem acompanhar o trabalho de Walid Shoebat no site com o seu nome - SHOEBAT - e no site RESCUE CHRISTIANS - que divulga continuamente as atrocidades cometidas pelos islamistas contra cristãos e outros «infiéis», e tem salvo milhares de inocentes das garras do Islão.


"Como é que eu posso ir para cama dormir como jordano num dia, e acordar como 'palestino' no dia seguinte?" - é uma das mais famosas frases de Shoebat, que de terrorista anti Israel se tornou defensor do Estado Judaico.
 
O que nos traz de volta à questão da fotografiazinha politicamente correcta. A fotojornalista norte-americana Ricki Rosen abusou da ingenuidade de dois jovens judeus, e, na sequência dos acordos de Oslo, em 1993, encenou a foto.

Agora são adultos: Zvi Shapiro (esquerda), agora com 32 anos, usou a kippah na famosa foto. Zemer Aloni (direita), agora com 33 anos, usou o keffiyeh.
Embora não andem por aí a queixar-se do evidente abuso de confiança, por parte da bem intencionada jornalista, que declara que apenas quis "ilustrar" o acordo, Zhi e Zemer preferiam não ter participado na encenação. Não só pela manipulação a que deu e continua a dar aso, como pelo facto de Zhi não ser religioso e ter sido convencido a usar a kippah.


 Ricki Rosen
 
Não duvidamos da boa fé da jornalista, que continua defender que o trabalho é eticamente aceitável. Mas discordamos. Num assunto tão sensível como este, usar crianças e não indicar que se trata de uma encenação, não nos parece bem. Este tipo de jornalismo alimenta o pensamento modernaço, do marxismo cultural, do dito wishful thinking, do falso moralismo, que é, no fundo, o mais poderoso combustível para este conflito. 
 
É esta atitude de meias tintas que traz o Ocidente desde 1948 numa posição de medo de assumir o que é mais que evidente: A "Palestina", enquanto Estado árabe e muçulmano, jamais existiu, e é apenas um pretexto do mundo islâmico para recuperar a Terra de Israel, que invadiu e onde lançou o caos, como sempre fez e faz, na actualidade.

Como temos aqui demonstrado, Espanha e Portugal estão na calha para a reconquista, logo a seguir a Israel. O ISIS mostra diariamente, na Síria e no Iraque, o que faz com os "cães infiéis". Os nossos analistas, confortavelmente sentados nas suas poltronas, teorizam, em banho-maria de marxismo cultural, vão enchendo as colunazinhas dos jornais com banalidades inconsequentes e as suas aulas com miúdos barbudos de keffieh ao pescoço. 
 
E, enquanto o terrorismo islâmico é finalmente reconhecido como uma ameaça global,  os lunáticos, em relação ao Hamas & C.a. o que nos têm a responder, lá do fundo do seu mundo de ficção, é que "Há um filme muito giro, pá...".
 
Esta foto, por outro lado, não é nenhuma montagem:


Chegámos a usá-la como frontispício do nosso blog. Foi o original, aliás. Hoje é o senhor Oliveira da Figueira. A foto, da autoria de Debbi Cooper, é de 1988, e mostra realmente um rapazinho árabe e um rapazinho judeu. A esmagadora mairia dos árabes que vivem em Israel não apoiam o terrorismo. Embora sejam muçulmanos, desejam tanto deixar para trás a jihad e a sharia, como os judeus de hoje deixaram nos tempos Moisaicos de há mais de 3500 anos a.C. as lapidações de mulheres adúlteras ou os cristãos deixaram nas Idades Médias o Tribunal do Santo Ofício e o Índex Librorum Prohibitorum.
 
Mas desta foto, e do desejo de paz e de reformas religiosas por parte dos árabes israelitas, falaremos em outra oportunidade.

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