terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Legislador israelita: É tempo de denunciar as mentiras flagrantes sobre migrantes africanos


Israel e pessoas africanas... A chamada extrema-direita (neo-nazis e afins) acusam os judeus de serem os autores dessa "terrível calamidade" que foi o fim do racismo, da segregação racial, da escravatura, etc.. E com efeito, em todos os movimentos de justiça social encontramos os judeus largamente representados.
Já a extrema-esquerda acusa os judeus precisamente do oposto: de serem racistas, de praticarem a segregação racial e o esclavagismo.
Acusados simultaneamente de uma coisa e do seu oposto, sempre. Consoante as paranóias e os azedumes dos acusadores, que projectam os seus fantasmas nos judeus, a velha tela em branco (veja o final do post, sff).



Com a foto acima (sempre que a Polícia ou o Exército israelita interrogam ou prendem alguém, esse alguém é uma vítima) o jornal I lança mais uma peça de desinformação intitulada Israel lança ultimato: prisão "indefinida" ou deportação para um país desconhecido.
Comentou um leitor:
A dualidade dos títulos , num recente artigo sobre Angola e outros países de África, a deportação de emigrantes clandestinos era apelidada de Repatriamento. Os números e as condições de detenção (excluindo os que não são executados antes de lá chegarem) excedem largamente qualquer número israelita ou europeu mas não tem qualquer impacto nas virgens ofendidas , afinal de contas quem é que expulsa e deporta emigrantes ? Os ocidentais está claro, mais ninguém o faz.
Pois é, mas sem a dose diária de anti-semitismo, o JORNALISMO, cada vez mais desacreditado, não sobreviveria...
A realidade é muito diferente da propaganda jornaleira (aliás, basta ver quem assina o referido "artigo").



"Abaixo as fronteiras e os estúpidos!" - gritam os iluminados.


Uma coisa nos intriga: 
É por demais sabido que as pessoas mais inteligentes e moralmente elevadas são os esquerdistas, isso nem se discute! 
E os esquerdistas, "o primeiro escalão da espécie humana", na sua infinita bondade, fazem questão de nos esclarecer a todos nós, pobres mortais, que Israel e os Estados Unidos são os piores países do Mundo. E se eles o dizem, não é permitido a ninguém duvidar!
Mas se Israel e os Estados Unidos são tão maus, porque é que Suas Incandescências fazem tanta questão de toda a gente vá para esses infernos e lá permaneça? 
E porque é que tanta gente quer ir para o Inferno dos Estados Unidos e de Israel, quando poderia estar no Paraíso da Coreia do Norte ou do Irão?
Quererão eles iluminar-nos com a sua sublime omnisciência, por favor? 


Legisladores israelitas defenderam a política de deportação do governo para migrantes africanos. 
Por: World Israel News
O Comité de Assuntos Internos do Knesset manteve um acalorado debate sobre a deportação de milhares de imigrantes africanos ilegais. 
O debate centrou-se nos planos de Israel de expulsar migrantes que entraram ilegalmente no país, enviando-os para um país não designado e seguro, em África. O plano foi aprovado pelo Supremo Tribunal de Justiça, que é extremamente protector dos direitos das minorias. 
Na abertura da discussão, o presidente do Comité, Yoav Kisch citou o falecido primeiro-ministro Menachem Begin, que, ao explicar a sua decisão em 1977 de conceder a cidadania a 66 “boat people” vietnamitas, disse:  "Nós lembramos, e nunca esqueceremos, o barco com 900 judeus [o St. Louis] que deixaram a Alemanha nas últimas semanas antes da Segunda Guerra Mundial ... viajando do porto em porto, de um país para outro, suplicando por um refúgio. Em todos os países eles foram recusados ​​... Portanto, era natural que o meu primeiro acto como primeiro-ministro fosse dar a essas pessoas um refúgio na Terra de Israel"
Kisch contrastou a decisão de Begin com a situação actual relacionada com os migrantes africanos, debatendo contra aqueles que afirmam que estes migrantes são "requerentes de asilo" para quem a morte está à espera nos seus países de origem. 
"O que foi dito durante a campanha que foi travada nas últimas semanas? Gritos de 'Racistas' e 'Vocês estão a mandar estas pessoas para a morte'. Chegou o tempo de denunciar essas mentiras flagrantes", afirmou. 
Ele também denunciou "a banalização do Holocausto"
"As pessoas estão a fazer um uso falso do termo [quando se relaciona com os migrantes].  A primeira mentira é que estamos a falar de refugiados. A maioria deles não são refugiados, mas infiltrados. Protegeremos os refugiados e enviaremos os migrantes de oportunidade de volta", afirmou. 
"A segunda mentira é que nós os estamos a enviar para a morte", continuou Kisch. "Embora o acordo [com o país de destino africano] seja confidencial, está a ser minuciosamente examinado pelo Supremo Tribunal de Justiça, que determinou que ele está em conformidade com as estipulações da lei".


Motivos falsos e enganadores 
"Estamos a ser confrontados com um falso e enganador senso de purismo", acusou. E prometeu que a deportação, prevista para Abril, seria realizada.
O ministro do Interior, Aryeh Deri, disse que embora "as divergências de opinião sejam legítimas", uma grande parte do discurso é "baseada em dados falsos". 
"O Estado de Israel está a ser acusado de perseguir os africanos. Em 2017, antes do plano [de deportação], cerca de 3.200 migrantes [africanos] deixaram Israel de bom grado para os seus países de origem ou para um país terceiro. Nesse mesmo ano, deportámos 5,300 não-africanos, da Ucrânia e de outros países. Desde 2007, cerca de 64 mil africanos infiltraram o país, dos quais 37,800 ainda estão em Israel. Estes números não incluem crianças que nasceram cá. Em 2017, 14 mil pedidos de asilo foram arquivados; 7.700 por cidadãos ucranianos, 1.748 por cidadãos eritreus, 906 por cidadãos sudaneses e 190 por cidadãos etíopes; 6.500 desses pedidos foram processados; 11 infiltrados africanos foram reconhecidos como refugiados e receberam asilo", disse Deri, apontando para os dados oficias. 
Durante o debate, Kisch removeu os deputados Oren Hazan, Michal Rozin e Tamar Zandberg da sala, por interromperem constantemente a discussão. 
Enquanto era removida da sala, Zandberg, da facção Meretz, de extrema esquerda, disse: "Eu sei que não é agradável ouvir ... Você é amigo dos nazis".

Kisch acusou-a de "uso doentio e barato do Holocausto". 
Zandberg ainda não se desculpou pelos seus comentários ofensivos. 
Questionado por Kisch sobre se a política do governo discrimina os migrantes africanos, o Director-Geral da Autoridade de População e Imigração, Shlomo Mor-Yosef, disse que o "trabalho da autoridade é preservar a identidade do Estado como Estado judeu". 
"Os soldados defendem o país, e nós, na Autoridade de População e Imigração, protegemos a sua identidade, de acordo com a política dos governos de Israel", afirmou. 
"As pessoas são deportadas todos os dias, de todos os países - democracias e ditaduras. Todos os países determinam quem entra e quem não entra", disse ele, usando a Suíça como um exemplo de um país onde é difícil obter a cidadania.

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- A pretexto da guerra na Síria, muçulmanos de todo o mundo (nomeadamente de África) continuam a inundar e a destruir a Europa - ver por exemplo post anterior




Certos sectores políticos acham que se deve dispensar um tratamento privilegiado às pessoas africanas ou de origem africana. Nós temos tanta dificuldade em entender o racismo positivo como o racismo negativo. Ambos são degradantes.



Judeus etíopes. Negros. Com muita honra.

Quando o assunto é Israel e pessoas de origem africana, a propaganda é assim:  

'Denegrindo Israel de novo'


E a realidade é assim:

O Êxodo Moderno dos Judeus Etíopes

Família judaica da Etiópia celebra a Liberdade em Israel

A Miss é Linda! :-)



Já nos países islâmicos, os africanos são escravizados pelos muçulmanos, hoje como desde há 1400 anos. Mas disso o i e os seus jornalistas islamistas não falam...
Quando por rara excepção aparecem nos media mainstream notícias sobre escravidão em países islâmicos, os mesmos esquerdistas iluminados que verberam o direito de os países livres não serem invadidos, logo se apressam a passar a conhecida receita de que "é a cultura deles e temos que respeitar".
Os mesmos muçulmanos que compram e vendem seres humanos africanos (e infiéis em geral) para as mais diversas finalidades (desde a escravatura sexual ao tráfico de órgãos), acusam Israel de racismo por deportar ilegais.  
Nada de espantar, o que é para nós irracional é própria a essência do Islão.

 

5 comentários:

  1. Um grande bem haja uma vez mais para a equipa que escreve no blog. Para v/ conhecimento

    https://ionline.sapo.pt/artigo/598562/israel-e-o-discurso-de-odio-da-esquerda-portuguesa-?seccao=Opiniao_i#disqus_thread

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    1. Obrigado, Tiago. Fizemos um post com a sua sugestão. E deixámos uns recaditos na caixa de comentários 8(liás infestada por anti-semitas nas variantes new-age, extrema- esquerda, extrema-direita ultramontana, e neo-nazi.

      As nossas portas estão sempre abertas.

      OdF

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  2. check this one https://www.henrymakow.com/2018/02/stopping-white-genocide.html

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    1. Bilder, como já lhe disse, tenho muita dificuldade em aceitar questões como a dos Iluminatti e afins. Só quando tiver provas conclusivas (terei que estudar) é que acreditarei. Mas não é preciso irmos tão longe: Netanyahu acusou hoje o ex-nazi, extrema-esquerdista e globalista Soros de financiar a campanha pelos putativos migrantes africanos em Israel, a que este post se refere.

      Eu não sou racista. Mas o senhor Soros e seus cúmplices são racistas anti-brancos. As pessoas que têm a pele branca não são menos do que as outras, mas há muitas pessoas de pele branca que se odeiam a elas mesmas, tal como o senhor Soros, que também nasceu judeu e é anti-semita.

      Podemos vê-lo na substituição populacional promovida pela ONU e pela UE (ver Eurislam) e podemos vê-lo na promoção de medidas que promovem a extinção das pessoas caucasianas, aqui frequentemente abordadas.

      Temo que as posições se extremem e que as pessoas bem intencionadas sejam usadas por facções neo-nazis, combatendo um mal com outro igual, um racismo com outro racismo.

      OdF

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    2. P.S. - Netanyahu acusa Soros de financiar campanha contra expulsão de africanos de Israel https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018020710463340-netanyahu-critica-soros/

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