segunda-feira, 23 de maio de 2016

Eagles of Death Metal - após a tragédia do Bataclan, a CENSURA...

NOTA PRÉVIA:

Bélgica - Muçulmanos dançaram para festejar massacre

O primeiro-ministro Charles Michel confirmou que houve muitas manifestações de apoio de muçulmanos aos ataques de Bruxelas.



Pode reler mais notas dobre os ataques em Bruxelas e o júbilo dos muçulmanos na nossa secção BÉLGICA

Já em França, o governo, eleito com o voto islâmico, foi mais lesto a CENSURAR a divulgação das mesmas manifestações. A narrativa oficial é sempre de que o terrorismo é cometido por "meia dúzia de doidos que não compreendem o Islão"

Agora é uma das vítimas do ataque ao Bataclan que está a ser CENSURADA em França:

OPINIÃO: Vítima do terrorismo islâmico está ser alvo da polícia do pensamento politicamente correcto
Jesse Hughes, músico de rock, líder dos Eagles of Death Metal, e vítima do terrorismo islâmico, está a ser alvo de cancelamentos em massa dos seus concertos. Tudo porque se atreveu a dizer que, na sua opinião, os empregados muçulmanos do Bataclan ajudaram no ataque que matou 90 pessoas.
A banda estava a actuar no teatro Bataclan, em Paris, durante o ataque terrorista, em Novembro passado - um dos três ataques simultâneos do Estado Islâmico (ISIS) na cidade, que matou 130 pessoas e causou centenas de feridos. Os Eagles of Death Metal passaram a ter os seus concertos cancelados depois de o seu líder ter relatado que viu muçulmanos a comemorarem o ataque.
Os Eagles of Death Metal foram alvo de boicote por parte de dois grandes festivais de rock em França, depois de o vocalista Jesse Hughes ter dito a uma revista norte-americana que acha que os empregados muçulmanos do Bataclan colaboraram no ataque.

"Eu vi os muçulmanos a celebrarem na rua durante o ataque. Eu vi com os meus próprios olhos. Em tempo real! Como é que eles sabiam o que estava a acontecer? Deve ter havido coordenação", disse Hughes em entrevista à Taki, uma revista de direita norte-americana.
"Por estarem em total desacordo com as alegações recentes de Jesse Hughes, em entrevista à Imprensa americana, os festivais Cabaret Vert e Rock en Seine decidiram cancelar a apresentação da banda", disseram os dois festivais num comunicado conjunto.

Uma mulher é evacuado do teatro Bataclan depois do ataque terrorista islâmico em Paris. (AP / Jerome Delay)

Não é razoável esperar que um homem que sobreviveu a um terrível ataque em que 90 pessoas foram mortas se abstenha de especular sobre a natureza do ataque que poderia tê-lo matado. (...)
Mesmo que os empregados muçulmanos do Bataclan tenham especificamente estado envolvidos no ataque, algo que nós não sugerimos que seja verdade, isso ainda não significa que todos os muçulmanos sejam terroristas, que o Islão seja uma religião do Mal ou quaisquer outras teorias anti-muçulmanas. Hughes alegar que eles podem ter estado envolvido, evidencia apenas que ele está a tentar deslindar o que aconteceu durante o seu espectáculo.

No entanto, as suas observações foram consideradas como estando além dos limites do discurso aceitável, o que resulta que seja tratado como um pária. A declaração emitida pelos festivais de rock não demonstra compreensão por Hughes, após a sua experiência traumática, poder pelo menos estar nervoso em relação aos muçulmanos e ao Islão, especialmente em relação aos muçulmanos que trabalham no Bataclan.
Pelo contrário, os festivais tentam silenciar todo o discurso sobre os acontecimentos em Novembro.

Mais de 800 pessoas foram mortas em ataques ISIS em 2015. O grupo terrorista lançou um novo vídeo de propaganda no último mês ameaçando atacar em Roma, Berlim e Londres, com força ainda maior do que usaram em Paris e Bruxelas.

Enquanto isso, uma das vítimas - um músico cujo concerto foi atacado - está a ser atacado novamente.

Se alguém tem o direito de falar abertamente sobre os seus medos em relação ao terrorismo islâmico, são as vítimas dos ataques terroristas. Silenciar e punir Jesse Hughes e outros por falarem sobre as suas experiências, em vez de mostrar compaixão e compreensão, só irá fomentar indignação e atiçar as chamas do ódio entre as comunidades.
Por The Clarion Project e United with Israel
Tradução nossa.
Leia também:
Muçulmanos no Califado do ISIS usam distintivo islâmico e conduzem os terroristas aos "infiéis" a massacrar.

Os pregadores do ódio islâmicos, que advogam publicamente a extinção dos "infiéis" (nós todos, os não muçulmanos), actuam livremente por toda a Europa, nomeadamente em França. As manifestações islamonazis estalam pelas ruas. com a Polícia a assistir. Mas qualquer observação que envolva muçulmanos e não esteja de acordo com a submissão tácita ao Islão, é punida. São so europeus que voluntariamente adoptam a lei islâmica sharia, boicotando a VERDADE sobre o Islão!


 

Nas ruas de França, campeia a Intifada. A Polícia tem ordens para ver e calar.

Recordamos, por exemplo:

Na manhã dos ataques terroristas em Bruxelas, Ivar Mol, professor belga, twitou: "Como é que uma pessoa pode continuar a ensinar, quando os alunos muçulmanos na nossa aula estão a festejar?". Em resposta, três polícias bateram-lhe à porta e pediram-lhe para "não para postar mais tweets  desse tipo."

Molenbeek: 90% dos estudantes consideram terroristas de Bruxelas e Paris como heróis


Os israelitas são diariamente atacados pelo Hamas, Fatah, Hezbollah e outros bandos, mas a opinião pública está contra as vítimas e a favor dos terroristas! Igualmente para não correr o risco de desagradar ao islamismo! Os amolecidos Ocidentais rendem-se voluntariamente!

Entrevista dos Eagles of Death Metal ao site filo-muçulmano VICE:


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