segunda-feira, 27 de junho de 2016

História de Israel - O Sionismo Moderno (1)


Fuga para a Liberdade

    O "Sionismo" já existia como conceito, não necessariamente sob esse nome, desde os tempos Bíblicos, quando os judeus, sofrendo durante seu primeiro exílio na Terra do Egipto, foram liderados por Moisés e começaram a sua jornada de regresso a casa, para a Terra de Israel.

    Desde então, tem havido vários períodos ao longo da História judaica durante os quais os judeus foram exilados da sua terra ou perseguidos dentro dela. No entanto, os judeus, persistentemente, teimosamente, sempre se recusaram a desistir da sua terra natal, e em todas as gerações têm tentado voltar para casa e reviver a cultura e a vida judaica em Israel. Exemplos não faltam: Ezra e Nehemias, que trouxeram os judeus de volta do exílio Babilónico e reconstruíram o Segundo Templo; ou Nachmanides e Judah Halevi, dois grandes estudiosos da Idade Média que deixaram as suas casas na Diáspora para irem para Israel. Quatro nomes numa grande lista, de pessoas e de famílias, cujo objectivo de vida foi o regresso à sua terra natal.


    A Idade das Luzes ( "Haskalah", em Hebraico), durante os séculos 18 e 19, revolucionou a forma como as outras nações viam os judeus, e a maneira como os judeus se viam a si mesmos. Começou finalmente a ser concedida aos judeus igualdade de direitos e cidadania em países de toda a Europa, começando pela França, e muitos assimilaram a sua nova cultura e país, popularizando o judaísmo secular. Ao mesmo tempo, o anti-semitismo estava em ascensão, mas desta vez teve motivação racial, e já não religiosa. Para muitos judeus, o aumento do anti-semitismo, particularmente na Rússia, combinado com as noções iluministas da era do "nacionalismo" agitaram de novo as aspirações Sionistas.



 Vilna Gaon - imagem do site Jewish History
   
Vozes judaicas influentes reconheceram a importância de o povo judeu tomar medidas para restabelecer Israel como a pátria dos judeus. O Vilna Gaon, um sábio da Torá lituano, exortou os seus seguidores a fazerem aliá (regresso) e repovoarem a Terra de Israel. Embora ele mesmo nunca tenha ido para Israel, após a sua morte, um grupo de 500 dos seus seguidores empreendeu a árdua viagem para Israel, entre os anos de 1800 e 1812. Acabaram por se instalar em Jerusalém, espalhando os ensinamentos do Vilna Gaon e estabelecendo uma vibrante presença asquenazita* em Israel.
       * - Asquenazitas são os judeus que após a destruição do Segundo Templo em Jerusalém, se refugiaram na Europa de Leste.

    O Rabino Zvi Hirsch Kalischer, um rabino alemão que viveu no início do século 19, foi um dos primeiros Sionistas modernos, e também tomou medidas práticas para reconstruir a Terra de Israel. O seu objectivo era restabelecer Israel como Pátria para os judeus perseguidos da Europa de Leste, bem como melhorar a vida dos judeus que já viviam em Israel. Ele acreditava que, como nos tempos Bíblicos, o sucesso na terra dependia das realizações agrícolas.
   
O Rabino Zvi Hirsch Kalischer, num selo comemorativo, de 1916 (repare-se que em 1916, Israel estava ainda sob domínio Turco, e viria a passar para o domínio e Britânico, mas a simbologia, a Língua e o homenageado dão Judeus, como judaica sempre foi a Terra de Israel)

    Com doações de judeus da Diáspora, Kalischer planeou cultivar a terra, abrir uma escola agrícola, e formar um grupo militar, a fim de proteger os novos e frágeis. assentamentos O seu livro, Derishat Zion, resume a sua filosofia: Os judeus só podem sobreviver se se ajudarem a si mesmos, e eles deveriam fazê-lo contribuindo monetariamente para a revitalização da Terra de Israel.


    Esse movimento foi chamado Hovevei Zion, que significa Amantes de Sião. Foi um precursor do movimento Sionista moderno. O seu objectivo era promover a imigração para Israel, e fazer progredir os assentamentos judaicos existentes, centrando-se especificamente no desenvolvimento agrícola.

Bibliografia: Stand With Us.

Jewish Virtual Library



 Mapa da Terra de Israel desde 1516 - do domínio Turco-Otomano à actualidade. Nunca existiu nenhuma "Palestina" Árabe!

A chamada de Omar Mateen para a Polícia - sem censura


Barack Hussein OBAMA - muçulmano, apoiante e financiador da Irmandade Muçulmana.

A tragédia de Orlando foi apenas mais uma que teria sido evitada se Obama não tivesse PROIBIDO  a simples referência à jihad, a guerra santa dos muçulmanos. Hoje trazemos mais um apontamento sobre a tragédia.


Chapelada ao CORREIO DA MANHÃ, que publicou a notícia de que  o FBI ignorou a denúncia do armeiro, que se recusou a vender material de guerra a Omar Mateen. Muito bem!

Uma chapelada de todo o tamanho vai também para indispensável blog OBAMATÓRIO, que é o mais fiel repositório e comentário da tenebrosa administração Obama. Veja obrigatoriamente o post mais recente: Cuspir nos cadáveres

Na sequência de mais este massacre, Barack Hussein Obama e seus sequazes recusaram-se a usar sequer a palavra Islão, tentando por todos os meios censurar a divulgação do motivo do ataque: a jihad!
O Departamento de Justiça (DOJ) e o FBI divulgaram uma transcrição, censurada e editada pela administração Obama, da chamada telefónica de Omar Mateen (o autor do Massacre de Orlando) jurando lealdade ao ISIS.
No seu programa de rádio diário, Jay Sekulow destacou o absurdo da decisão da administração Obama e pediu publicamente a divulgação do total de transcrição, não editada. Líderes do Congresso classificaram esta medida da administração Obama como "absurda" e exortaram-na a ser aberta e transparente, nomeando os inimigos jihadistas pelo que eles são.
A administração Obama recuou sob a pressão, permitindo a divulgação, sem censura, e admitindo que a sua decisão "causou uma distracção desnecessária do que é mais importante - manter a nossa nação segura".

A transcrição da chamada de Omar Mateen para o 911 prometendo lealdade ao ISIS e ao auto-proclamado
Califa, Abu Bakr al-Baghdadi, é esta:


Transcrição da chamada, pelo Departamento de Polícia de Orlando, a 12 de Junho de 2016:
2:35 a.m .: O atirador entrou em contacto com um operador do 911 a partir do interior da discoteca 'Pulse'. A chamada durou cerca de 50 segundos, e os pormenores são indicados a seguir:
    (PO) Polícia de Orlando 
    (OM) Omar Mateen

    PO: Emergência 911, isto está a  ser gravado.

    OM: Em nome de Deus, o Misericordioso, o Clemente [em Árabe]

    PO: O quê?


    OM: Louvado seja Deus e orações, bem como a paz, estejam com o profeta de Deus [em Árabe]. Quero que saibam que estou em Orlando e fiz o tiroteio.

    PO: Qual é o seu nome?


    OM: O meu nome é "eu juro fidelidade a Abu Bakr al-Baghdadi do Estado Islâmico".

    PO: Ok, Qual é o seu nome?


    OM: Eu prometo a fidelidade a Abu Bakr al-Baghdadi, que Deus o proteja [em Árabe], em nome do Estado islâmico.

    OD: Tudo bem, onde está você?


    OM: Em Orlando.

    OD: Onde em Orlando?

    [Fim da chamada.]

Escreve Jay Sekulov:

A divulgação desta informação sobre a intenção jihadista deste ataque terrorista e a admissão pública da administração do seu erro na retenção da informação é uma grande vitória para o povo americano. Mas não podemos parar de lutar até que o nosso governo federal reconheça a ameaça terrorista islâmica que enfrentamos e reconheça a necessidade de destruir os inimigos jihadistas que declararam guerra total contra nós e contra tudo o que representamos.

Apesar da libertação da transcrição completa, ainda há sinais muito preocupantes de que a administração Obama ainda não tenha entendido a mensagem.


Em ambos as transcrições - na censurada e na integral - o DOJ traduziu as declarações em Árabe de Mateen para Inglês.


Em quatro ocasiões, os serviços substituíram a palavra "Alá" por "Deus", evitando assim qualquer menção ao Islão.
No meu próximo livro - 'Unholy Alliance' - discutirei as diferenças teológicas fundamentais entre as várias seitas do Islão, e distinguirei o Islão do Cristianismo e do Judaísmo.

Esta é uma distinção que importa. E as acções e palavras da administração Obama continuam a demonstrar que eles não entendem a ameaça que enfrentamos.


O lançamento desta transcrição sem censura foi uma grande vitória para o povo americano. Mas há ainda muito mais para fazer para derrotar o ISIS e manter a América segura.

domingo, 26 de junho de 2016

O grave problema da endogamia europeia



  
O grave problema da endogamia lagomórfica demonstra a urgência da islamização da Europa, stupid!

Tão grande tem sido a obstinação da Alemanha em escancarar ainda mais as portas à islamização da Europa, que o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, até disse numa entrevista que "a imigração em massa é uma coisa boa, porque de outra forma, a endogamia poderia fazer a degenerar a raça alemã".

Em resposta ao Ministro, o conhecido escritor turco-alemão Akif Pirinçci escreveu uma carta aberta ao Dr. Schäuble:


(...) "O meu filho livre de consanguinidade, pelo contrário, mostra alguns comportamentos preocupantes. Pede-me constantemente dinheiro, e, adicionalmente, exige que eu lhe compre roupas caras de marca, telefones celulares, serviços de wi-fi-streaming, etc. E ainda por cima, embora ele próprio seja um híbrido, ridiculariza-me com coisas como "velho turco"ou "migrantino". Além disso é preguiçoso que nem um cão.
Como vê, Dr. Wolfgang Schäuble, deixar uma multidão de homens africanos e homens muçulmanos cruzarem-se com as nossas jovens sem qualquer controlo, pode dar um resultado completamente errado. Infelizmente, eu deixei a minha excitação sexual dominar-me naquela noite fatal. Mas pelo menos fiz a minha parte no abrandamento da endogamia europeia (...)
Ainda assim, existem efeitos inesperados, ou, em termos militares, danos colaterais, no cruzamento da raça alemã, que não devemos subestimar.
Por exemplo, a Organização Mundial de Saúde fornece os seguintes dados relativos ao QI médio dos países dos quais estes homens vêm:
Camarões 64, Chade 68, Somália 68, Níger 69, Etiópia 69, Botswana 70, Sudão 71, Mali 74, Egipto 81, Argélia 83, Líbia 83, Oman 83, Síria 83, Marrocos 84, Nigéria 84, Afeganistão 84, Paquistão 84 , Irão 84, Arábia Saudita 84, Iémen 85, Iraque 87, e assim por diante.
Ops, quase me esquecia de mencionar a comparação mais importante com estes números: Alemanha 105 (mas apenas a população indígena; os migrantes que nasceram e foram criados na Alemanha mantêm o mesmo valor de QI dos seus compatriotas no seu país de origem).  

Os métodos de investigação para estes gráficos são variados, pelo que os valores diferem talvez um ponto para cima ou para baixo de gráfico para gráfico. Isso significa que num gráfico diferente do que tenho usado aqui, o QI médio habitual por exemplo, no Iraque, poderia ser 90, em vez de 87. Mas a diferença para o QI médio alemão não muda, porque é proporcional , e, nesse caso, o QI alemão seria 108.

Wolfgang Schäuble



(...)  Além disso cerca de 20% dos homens que chegam são analfabetos, e três quartos deles são analfabetos funcionais. Essa percentagem é talvez ainda maior. Entre os afegãos de 14-24 anos de idade, o percentual é de 53%, segundo o Banco Mundial. 
Muitas vezes essas pessoas nem sequer aprenderam a sua língua materna correctamente.  50% a 60% deles atingiram o nível da escola primária, mas o currículo nos seus países de origem nem sequer corresponde ao menor dos padrões de qualidade alemães. Além disso, a maioria deles só sabe escrever em Árabe.


Como vê, Dr. Schäuble, com o cruzamento da raça alemã, podemos evitar a consanguinidade Europeia, mas estamos a produzir descendentes com a inteligência de paralelepípedos. Mas cada acto heróico tem o seu preço, não é?
 
Além destes problemas, há um outro: Se estes trabalhadores qualificados se sacrificarem e copularem sem parar para engravidar as nossas mulheres, quem então irão os nossos rapazes alemães engravidar? Ok, como ouvimos hoje em dia, aparentemente, cada homem europeu é um homossexual, ou pelo menos um pouco homossexualizado. 
Mas, ainda assim, não consigo imaginar como resolver este problema. Portanto, a minha sugestão é a seguinte: por cada migrante que monte uma mulher europeia, por lei, um homem europeu deve receber em troca uma mulher migrante para montar. Cruzamento Total, por assim dizer. Talvez, então, até o meu filho rebelde finalmente descubra a atitude sensata a tomar e me deixe em paz. 

 Akif Pirinçci

 NOTA IMPORTANTE:
O discurso do folgazão do Wolfgang Schäuble não é novo:
O imã da Mesquita de Al-Aqsa tem apelado sem cessar a que os "migrantes" muçulmanos façam filhos em profusão às mulheres europeias. 
E o Papa Francisco - que até compara a o ISIS a Jesus Cristo -  também já exortou os muçulmanos a virem para a Europa fabricar criancinhas com as mulheres europeias.
PERCEBEM AGORA O BREXIT?

Brexit: a Tragédia, o Horror!




Manchetes de notícias em Alemão sobre o Brexit:
 
ALEMANHA

 
  
BILD:
  

 "Agora, pode haver uma nova Guerra das Rosas"
  
Frankfurter Allgemeine Zeitung:
  

 "Já que saem, então que seja rapidamente"
 (Referênca Shakespeareana)
 

 Stuttgarter Zeitung:
  

 "A Europa está em Perigo Mortal"
 (Comissário da UE Günther Oettinger: direitistas populistas podem provocar efeito dominó)
 

  Sächische Zeitung:
 

 "Por causa do Brexit, expectativas graves de Merkel"
 

Stern:

"Goodbye"

  tagesspiegel.de:

 "
A New Day in Little Britain"
 

  spiegel.online:

 
"Loucura de Johnson"
  
(A notícia diz que "Boris Johnson é o populista mais talentoso da Grã-Bretanha. Ele seduziu o povo para o Brexit, e pode tornar-se primeiro-ministro por causa disso. Aqueles que o apoiaram irão sofrer privações")

  
ÁUSTRIA
  
 

Die Presse:
 
 
"O Divórcio" 
 

  Neue Kronen Zeitung:

 
"Após o Brexit a UE acabou"

  (Sebastian Kurz do Partido Popular Austríaco: "A questão da imigração foi decisiva e a Europa não pode continuar como antes").

  
SUÍÇA
 

  Neue Zürcher Zeitung:

  "
Tempo de Reflexão e Humildade"


  
(A UE tem agora de reinventar-se. A política de integração mais estreita falhou)
 

 Blick:

 
Político britânico: "Gostaríamos de ser um pouco como a Suíça"





Cartoon retratando a fuga Britânica da cadeia Eurocrática.


Os títulos supracitados foram compilados pelo Gates of Vienna. Mesmo os mais alarmistas, não são nada ao pé da Imprensa lusitana. O jornal I não está com punhos de renda e manda-se com este título:

sábado, 25 de junho de 2016

Geert Wilders: "Parabéns, Grã-Bretanha, no seu Dia da Independência!"




Viva o Reino Unido! Viva a Holanda! Viva a Europa LIVRE da islamização!

Comunicado do PVV, o partido de Geert Wilders, resistente democrata, anti-islamização da Europa e grande Amigo de Israel:
O PVV, Partido Pela Liberdade, da Holanda, felicita o Dia da Independência britânica!

    
Quinta-feira, 23 de Junho de 2016, entrará para a História como o Dia da Independência da Grã-Bretanha. A elite Eurófila foi derrotada. A Grã-Bretanha aponta à Europa o caminho para o futuro e para a libertação. É hora de um novo começo, contando com a nossa própria força e soberania.
Também na Holanda.

    
Uma sondagem recente (EenVandaag, televisão holandesa) mostra que a maioria dos holandeses querem um referendo sobre a adesão à UE. E também mostra que mais holandeses são a favor da saída do que da permanência na UE.

    
Os holandeses merecem um referendo. O Partido para a Liberdade, consequentemente, exige um referendo NExit, um referendo à saída da Holanda da UE.
Gert Wilders, talvez o político mais odiado pelos media e pelos muçulmanos na Europa: um Trump europeu...
    
O mais rapidamente possível, os holandeses precisam ter a oportunidade de ter uma palavra a dizer sobre a associação holandesa com a União Europeia.

    Geert Wilders: "Queremos estar no comando do nosso próprio país, do nosso próprio dinheiro, das nossas próprias fronteiras, e da nossa própria política de imigração. Se eu me tornar primeiro-ministro, haverá um referendo na Holanda sobre se saímos ou ficamos na União Europeia também. Deixemos o povo holandês decidir."

Colonos muçulmanos na Holanda exigem a morte de Geert Wilders, porque ele não se submete!


Marked for Death: Islam's War Against the West and Me

"Marcados Para Morrer - A Guerra do Islão Contra o Ocidente e Contra Mim" - um livro de Geert Wilders.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Trump insiste na caracterização como forma de combater o terrorismo islâmico

"Esperamos que Trump ganhe. Hillary Clinton, financiada por islamistas, ou o lunático e anti-semita furioso Bernie Sanders, seriam a continuação da catástrofe Obama!"


Aparentemente, um apoiante de Trump fez o gesto da saudação nazi para as câmaras. A partir daí, a maior parte dos media tem apelidado Trump e os seus seguidores de "nazis". Não há volta a dar!
Os mesmos media (que não se cansam de difamar e ridicularizar Trump) ignoram as constantes agressões verbais e físicas aos seus apoiantes:

Estas agressões são agressões "boazinhas", é claro! É este  conceito de isenção dos órgãos de "Informação". Faz muito lembrar o tratamento que dão a Israel
Trump, como político, é ainda uma incógnita, ao contrário de Ted Cruz.
Mas promete:


Embora "odeie o conceito", Trump sugeriu que os EUA devem "seriamente" considerar os perfis dos muçulmanos dentro do país como uma ferramenta necessária de combate ao terrorismo.
"Temos realmente que considerar a caracterização", disse Donald Trump, em entrevista transmitida na CBS no programa "Face the Nation".
O candidato presidencial republicano acrescentou que "odeia o conceito de caracterização, mas temos que usar o bom senso."
"Eu acho que a caracterização é algo em que vamos ter que começar a pensar enquanto país", disse Trump. "Não é a pior coisa a fazer ... olhamos para Israel e para outros países, e eles fazem-no. E fazem-no com sucesso."
As declarações são consistentes com outros pontos de vista de há muito expressos por Trump sobre como parar o terrorismo nos EUA, incluindo uma proibição temporária de muçulmanos estrangeiros entrarem no país até que os Estados Unidos consigam descobrir "o que está a acontecer".
Trump reforçou esta abordagem desde que Omar Mateen perpetrou o pior massacre em massa na História americana moderna, em 12 de Junho, num clube gay em Orlando, Florida. Quarenta e nove pessoas morreram no ataque, o que alimentou uma mistura de temores sobre o terrorismo, armas e violência contra gays.
Os motivos de Mateen não são claros, mas o presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado, o republicano Ron Johnson, de Wisconsin, disse que Mateen escreveu no Facebook que "os verdadeiros muçulmanos nunca aceitarão os costumes sujos do Ocidente". Ele também jurou lealdade ao ISIS/Estado Islâmico.
Trump também disse que o Governo deve investigar as mesquitas nos EUA, da mesma forma que o  Departamento de Demografia da Unidade de Polícia de Nova Iorque espiou muçulmanos e mesquitas da cidade com a ajuda da CIA.
O grupo reuniu bases de dados sobre onde os muçulmanos viviam, faziam compras, trabalhavam e oravam, infiltrando grupos de estudantes muçulmanos, colocando informadores em mesquitas e monitorizando sermões, informou a Associated Press em 2011.
O Departamento de Polícia de Nova Iorque/NYPD, de acordo com o presidente da câmara Bill de Blasio, anunciou que havia abandonado o programa, devido a processos judiciais e reclamações."Era isso que era feito em Nova Iorque antes de este presidente ter desmantelado o programa", disse Trump.
NOTA NOSSA - Dedicámos alguns posts ao  MASSACRE DE ORLANDO, e contamos fazer mais alguns, e uma das razões é demonstrarmos que este foi mais um massacre que só ocorreu porque o terrorista islâmico Barack Hussein Obama proibiu as investigações, e até as simples alusões ao terrorismo islâmico na legislação norte-americana:

Terrorista!



Os americanos estão divididos
As propostas foram severamente rejeitadas e criticadas por muitos líderes republicanos, incluindo Paul Ryan.Os americanos estão surpreendentemente divididos sobre se se deve caracterizar as comunidades muçulmanas, como parte de um plano para lutar contra o terrorismo, de acordo com uma sondagem realizada de 31 de Março a 4 de Abril.

49% dos entrevistados disseram que favorecem programas de vigilância destinados a comunidades predominantemente muçulmanas nos EUA para obter informações sobre a possível radicalização. 47% opuseram-se.
Trump lançou a caracterização como uma questão de triunfo do "bom senso" sobre o "politicamente correcto".

NOTA NOSSA - CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP!

Defensores das liberdades civis, muçulmanos e outros, têm fortemente discordado, argumentando que a caracterização é inconstitucional e é discriminação com base em raça, religião e outros factores.

NOTA NOSSA - O Islão está em guerra com o Ocidente, e as comunidades muçulmanas são (as estatísticas e os ataques terroristas demonstram-nos!) hostis e perigosas para os países que as albergam - ver por exemplo este que foi dos nossos posts mais lidos:

Apontamentos sobre os ataques de Paris

Dia 19 de Ramadão de 2016 - 147 ataques terroristas, 1063 mortos, incontáveis feridos, mutilados, mulheres e crianças estupradas, todo um cortejo de horror - ver A RELIGIÃO DA PAZ.
Esta é a ÚNICA religião do Mundo em que os adeptos de "radicalizam". Por isso tem que haver  acompanhamento da Polícia!
TRUMP TEM RAZÃO! Esperamos que Trump ganhe. Hillary Clinton, financiada por islamistas, ou o anti-semita furioso Bernie Sanders seriam a continuação da catástrofe Obama!

A Procuradora-Geral Loretta Lynch disse no domingo que a aplicação da lei não deve eximir-se de incidir em grupos que possam ter informações úteis.

"É muito importante para nós manter contactos dentro da comunidade muçulmana, porque, muitas vezes, se alguns estiverem a ser radicalizados, os amigos e familiares serão os primeiros a sabê-lo. E nós queremos que as informações venham até nós", disse Lynch à CNN.

"Apanhados" em Gaza


Num programa de câmara oculta, ao estilo dos "Apanhados" da TV portuguesa, dois actores enganaram as pessoas, levando-as a pensar que eram repórteres israelitas. O que acontece a seguir, demonstra o que poderia ocorrer se um verdadeira civil israelita voltasse a entrar em Gaza - e é assustador.

O vídeo, por enquanto, sem tradução em Inglês, mostra claramente como é que os árabes reagem quando descobrem que a pessoa quem estão a falar (um actor árabe) tem uma bandeira de Israel nas costas.
Na sua maior parte, os árabes mais velhos, que se lembram de quando os judeus faziam compras nos seus bairros, foram simpáticos para os "israelitas". Mas os mais jovens estavam cheios de raiva e até recorreram à violência.

Este vídeo é um verdadeiro abridor de olhos e confirma o nível de animosidade contra os israelitas entre os jovens "palestinos":

Esta experiência sociológica que a TV de Gaza involuntariamente forneceu, demonstra que se as lideranças políticas e religiosas não apostassem em transmitir a ideologia do ódio ao "infiel" de geração em geração, não teríamos o problema global do terrorismo islâmico. 
A Alemanha Nazi soube educar as novas gerações no repúdio por essa ideologia maligna. Já os líderes muçulmanos, na sua maior  parte, continuam a seguir o Islão literal, que manda odiar e eliminar os não-muçulmanos - especialmente cristãos e judeus.
A seguinte compilação vídeo demonstra até que ponto os jovens "palestinos" são incentivados, e até mesmo treinados, para matar israelitas.

O
Israel Advocacy Movement lançou mais este vídeo, demonstrando a multiplicidade de métodos com os quais os jovens "palestinos" são doutrinadas para matar inocentes.

É altamente perturbador ver o que acontece com estas crianças inocentes, em violação do Direito Internacional Humanitário - uma tragédia que a comunidade internacional i
gnora DELIBERADAMENTE!
Poucos são os estrangeiros que, sabendo a verdade, ousam dizê-la. Esta senhora australiana foi a Gaza para socorrer os "pobres 'palestinos'" e quando lá chegou verificou que a realidade era oposta ao que lhe contaram: que os judeus estão quietos no seu cantinho e os  árabes mandam os próprios filhos fazerem-se explodir, como bombas humanas, em nome do ódio.
As novas gerações de muçulmanos crescem assim (e o Mundo fecha os olhos):


Se fosse Israel a doutrinar assim as suas crianças, o que não seria...