sábado, 27 de julho de 2013

Cat Stevens continua a incitar ao ódio


 



O talento musical nunca foi sinónimo de discernimento político ou social, ou sequer de inteligência noutros campos. Um caso clássico é de Cat Stevens, músico inglês convertido ao Islão, e destacado pregador do ódio.

Apareceram hoje online duas canções de Yusuf Islam (o novo nome do cantor), duas nasheeds. A nasheed é uma canção de louvor a Allah ou ao Islão.  Nasheeds são geralmente cantadas com acompanhamento de percussão e de acordo com a maioria das autoridades islâmicas, é o único tipo de música permitido pela lei islâmica.

Stevens em alguns regimes islamistas seria condenado. Muitos são os clérigos muçulmanos que condenam todo e qualquer tipo de música como contrário ao Alcorão. Elemento digno de nota vem aos 2:02 minutos da primeira nasheed (vídeo acima):

                                   
                                   O que dizes?
                                  O que dizes?
                                  Eu a oro a Alá
                                 Para nos dar a vitória
                                 Sobre os kuffar.

"Eu estou a orar a Allah para nos dar a vitória sobre os kuffar" (infiéis)? Quando já se ouviu falar de um judeu ou um cristão orarem pela vitória sobre os infiéis? A supremacia e o ódio abertos e sem remorso, são especialmente picantes quando vêm de alguém que durante anos cultivou uma imagem de benigno, pacífico, fofinho, de paz-e-amor-hippie-muçulmano.


Embora ele negue agora, em 1989, ele apoiou entusiasticamente a fatwa do aiatolá Khomeini a ordenar a morte de Salman Rushdie por insultar o Islão: 

"Cat Stevens dá apoio à pena de morte de Rushdie"

Craig R. Whitney no New York Times, 23 de Maio 23 de 1989:

    
Tondon, 22 de Maio - O músico conhecido como Cat Stevens, disse num programa da televisão britânica que será transmitido na próxima semana, que ao invés de ir a uma manifestação queimar uma efígie do escritor Salman Rushdie, "preferia esperar pela "coisa real.''
 
    O cantor, que adoptou o nome Yusuf Islam quando se converteu ao Islão, fez o comentário durante um painel de discussão das reacções britânicas ao édito do aiatolá Ruhollah Khomeini para o Sr. Rushdie ser morto por supostamente blasfemar contra o Islão no seu livro best-seller ''Versos Satânicos". Ele também disse que se o Sr. Rushdie aparecesse na sua porta procurando ajuda, ''telefonaria a alguém que lhe causasse mais danos do que ele gostaria.''

    
''Eu telefonaria ao Ayatollah Khomeini e dir-lhe-ia exactamente onde esse homem estava'', disse Islam, que assistiu uma apresentação prévia do programa de hoje e disse numa entrevista que mantinha os seus comentários .... 

Aqui está o vídeo:

Roger Waters, o Porco Rastejante

O antissemtismo não acabou com a derrota dos nazis na Segunda Grande Guerra. Os Judeus erraram pelo mundo durante dois mil anos, expulsos da sua terra natal, sofreram o estigma  de serem minoria, e foram bodes expiatórios para todo o serviço. Na época da Internet, o antissemitismo e as teorias da conspiração revestem-se de aspectos ainda mais tenebrosos do que na Idade Média ou durante o regime nazi. Na linha da frente dos que anseiam por um novo Holocausto, está Roger Waters, o ex-Pink Floyd com mau feitio.

Do site Europe-Israel:
 pig4

O ex-vocalista do Pink Floyd, Roger Waters macaqueia Morsi e El Qaradawi durante um concerto na Bélgica e na Holanda, onde flutuava um porco marcado com uma estrela de David. Este espectáculo angustiante ocorreu na Bélgica, durante um espectáculo perante 35.000 pessoas, em 20 de Julho, em Werchter, sem que qualquer associação judaica tenha relatado os factos. A imprensa belga criticou os métodos de Roger Waters (ex-Pink Floyd). O caso foi relatado por espectadores israelitas e relatada por sites americanos, como o Elder of Ziyon.

A loucura antissemita de Roger Waters não deixa lugar a dúvida: ele já se tinha distinguido no "tribunal" Russell sobre a Palestina, realizado em Nova Iorque em Outubro de 2012. Foi parte do "júri", composto de velhas glórias como ele mesmo, a romancista racista antissemita Alice Walker, a ex-Pantera Negra Ângela Davis, e a ex-congressista e teórica da conspiração Cynthia McKinney. E, claro, o inevitável Stéphane Hessel, mascote de Pierre Galand. A estrela do espectáculo, o antissemita Noam Chomsky, não veio ...
Morsi já tinha "explicado" que "os judeus são sanguessugas, descendentes de porcos e macacos." É preciso reconhecer que na Europa esse tipo de discurso já não choca.!...
O Centro Simon Wiesenthal disse em 24 de Julho: ao fazer flutuar um balão em forma de porco com a Estrela de David durante seu espectáculo, Roger Waters posicionou-se na vanguarda do anti-semitismo.
O Centro Simon Wiesenthal denunciou este evento de Roger Waters, ex-Pink Floyd. Uma testemunha israelita descreveu o incidente à YNET News. "Waters é um dos defensores da organização  anti-Israel BDS (Boicote, Desinvestimento, Sanções). Sem mencionar a questão de Israel / Palestina, Waters realizou um acto de anti-semitismo medieval clássico amplamente utilizado tanto pela propaganda soviética como nazi para incitar o ódio contra os judeus", acusou o rabino Abraham Cooper, director associado do Centro Simon Wiesenthal , uma ONG que luta contra a intolerância e o anti-semitismo em todo o mundo. "Apelamos a personalidades do mundo do entretenimento para condenarem esta exibição grotesca de ódio anti-judaico e esperar uma resposta dos activistas do BDS que afirmam que seu objectivo é ajudar a paz e a reconciliação entre israelitas e árabes palestinianos", concluiu.
Aqui está o vídeo de seu show na Holanda (Arnhem 18/07/2013) encontrado pelo Elder of Ziyon:

USB

O Face to Zion é uma interessante fonte para a nossa nova secção Trivia Israel. O dispositivo USB foi inventado e desenvolvido em Israel. Da próxima vez que usar um, pense nisso.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Rede de Judiarias avança

"Com a ajuda da Noruega, Portugal recupera herança judaica"

Público

 

Parece que a Rede de Judiarias vai mesmo avançar com a pujança que merece. Aconselhamos vivamente o artigo de Alexandra Prado Coelho no Público, e uma vista ao site da Rede de Judiarias

Talvez até fique surpreendido ao descobrir que mora perto de algum bairro judeu de outrora. Os judeus estão por cá desde antes da fundação da nacionalidade, e muitos portugueses ilustres eram judeus.

"Sim, sim; Não, não"




 "Israel não foi criado para desaparecer - Israel resistirá e florescerá."

John F. Kennedy

Olá amigos,

Não vimos pedir nada para nós, obviamente. Esta é uma mensagem e um apelo da organização United With Israel. Se Israel fosse, como dizem alguns, uma nação de «ricos agiotas que mandam no Mundo», estes apelos seriam escusados, pois para mais põem a nu a pequenez do pequeno David que é Israel. Mas o pequeno David já mostrou ter coragem para levar de vencida diversos Golias, graças a Deus.

Se não puder fazer uma doação, faça ainda melhor: espalhando a palavra, que é afinal o objectivo desta campanha. Não se cale quando fizerem a apologia do terrorismo, do nazismo, do antissemitismo, quando espalharem as habituais calúnias da propaganda islamofascista/nazi. Como disse Yeshua ben Yosef, seja o nosso falar sim, sim; Não, não. *

* Evangelho de Mateus, 5; 37.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
Mateus 5:37
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não
Mateus 5:37
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não
Mateus 5:37

Ora vamos à mensagem:

Quer se trate de ataques com mísseis, bombas ou ameaças de ataque nuclear, Israel permanece sozinho no meio de um grande mundo de nações hostis.
O "processo de paz" provavelmente vai começar em breve, colocando o Estado judaico sob intensa pressão para ceder partes significativas de sua pátria e dividir Jerusalém, sua capital eterna.
 Agora mais do que nunca, Israel precisa de um forte apoio de amigos como você em todo o mundo.
Enquanto corajosos jovens homens e mulheres do IDF protegem os cidadãos de Israel dos seus inimigos no campo de batalha, "Unidos com Israel" luta na guerra da opinião pública, em casas, cafés, universidades, sinagogas e igrejas de todo o mundo.
 Faça uma parceria connosco em apoio de Israel.
Ou clique para fazer uma doação:  https://unitedwithisrael.net/donate 
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Os inimigos de Israel gastaram biliões para espalhar mentiras e demonizar o Estado de Israel. "Unidos com Israel" utiliza a tecnologia da Internet para atingir milhões de pessoas em todo o mundo e transformá-los em defensores globais de Israel. Estamos a expandir o nosso programa em vários idiomas, para alcançar as pessoas nas suas línguas nativas.
"Unidos com Israel" precisa de fundos substanciais para manter e expandir a sua equipa de profissionais e pagar por tradução de idiomas, desenvolvimento de conteúdos, produção de vídeo, gráficos, programação, publicidade, SEO, tecnologia, desenvolvimento de filiais locais e muito mais.
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Shabbat Shalom, Deus connosco, bom fim-de-semana!

Que a Paz possa refulgir nos nossos corações!

Coisas do Adolfo

Daqui.


«A única religião que respeito é o Islão. O único profeta que admiro é o Profeta Maomé.»

Adolf Hitler

 


Nota de João Monteiro que agradecemos e incorporámos no post:

A simpatia dos muçulmanos pelo nazismo teve um grande impulsionador - Haj Amin al-Husseini, tio-avô de Yasser Arafat. Importará aqui um pouco da sua história: Membro de uma família abastada e influente da Palestina, al-Husseini emergiu como figura árabe proeminente no período do Mandato Britânico. 

A partir de 1919, começou a organizar pequenos grupos de suicidas ("fedayeen") para aterrorizar os Judeus. Apesar de ter sido preso em consequência dos motins de 1920, conseguiu fugir para a Transjordânia, tendo sido condenado à revelia a 10 anos de prisão. No entanto, um ano depois, foi perdoado pelos Britânicos e usou a sua influência para travar novos distúrbios e, assim, "demonstrar" as suas "boas" intenções. 

Na altura garantiu ao Alto-Comissário, Sir Herbert Samuel, que iria manter a ordem. Baseado nessa garantia e pressionado por membros da sua Administração e tendo, entretanto, ocorrido a morte do então Mufti de Jerusalém (líder religioso islâmico), Sir Herbert Samuel tomou uma decisão sem precedentes ao nomeá-lo Mufti (al-Husseini não era clérigo pelo que nem tinha qualificações para tal cargo) o que fez aumentar o seu poder e influência entre os Árabes. 

Pela mesma altura a Administração Britânica criou o Supremo Conselho Muçulmano, do qual al-Husseini se tornou presidente, o que na prática fez dele o líder religioso e político dos Árabes da Palestina. De 1936 a 1939 irrompeu pelo território novo período de grande violência árabe conhecido como a Revolta Árabe no qual, mais uma vez, Haj Amin al-Husseini teve um papel importante, ao liderar o recentemente criado Alto Comité Árabe numa campanha de terrorismo contra alvos judeus e britânicos. 

Neste contexto, em 1937 al-Husseini começou a manifestar o seu apoio à Alemanha Nazi, solicitando ao Governo Nazi que se opusesse à criação do Estado Judeu e à emigração de Judeus para a Palestina e que fornecesse armas à população árabe. Em consequência de novos actos terroristas contra Britânicos, Judeus e Árabes moderados, o Alto Comité Árabe foi declarado ilegal pelos Britânicos e al-Husseini perdeu os seus cargos, tendo sido obrigado ao exílio na Síria.
 
 A sua ligação à Alemanha e ao Partido Nazi manteve-se estreita tendo, a partir de 1941 e após o seu apoio a uma revolta pró-Nazi no Iraque que não teve sucesso, ido viver para Berlim, onde se manteve até ao fim da Segunda Guerra Mundial como convidado especial de Hitler e onde, por diversas vezes através da Rádio, defendeu o extermínio dos Judeus. 
 
Também se deslocou à Bósnia-Herzegovina onde participou no recrutamento de Muçulmanos locais para os esquadrões SS - a famosa Divisão Hanjar (Sabre) das Waffen SS - que procuraram eliminar a presença judaica na região dos Balcãs. De facto, de acordo com documentação dos julgamentos de Nuremberga de 1945-46 e de Adolf Eichmann de 1961, as SS ajudaram no financiamento dos motins de 1936-39. 
 
Eichmann esteve na Palestina onde se encontrou com al-Husseini, com quem manteve posteriormente contactos regulares. No Julgamento de Nuremberga, o adjunto de Eichmann, Dieter Wisliceny, que veio a ser condenado e executado por crimes de guerra, testemunhou o seguinte: "O Mufti foi um dos iniciadores da eliminação sistemática de Judeus europeus e foi colaborador e conselheiro de Eichmann e Himmler na execução deste plano(…) Era um dos melhores amigos de Eichmann e insistia constantemente com ele para que acelerasse as medidas de extermínio. Ouvi-o dizer, na companhia de Eichmann, que tinha visitado incógnito as câmaras de gás de Auschwitz." 
 
Com o colapso Nazi, al-Husseini foi detido em França mas conseguiu fugir para o Egipto onde foi recebido como herói nacional. Após a Guerra, a Jugoslávia pretendeu julgá-lo por crimes de guerra mas al-Husseini conseguiu escapar a esse julgamento. O Mufti acabou por nunca ser julgado pois os Aliados temiam o "terramoto" que os Árabes poderiam provocar caso o seu herói fosse tratado como criminoso de guerra (vem de longe a capitulação ocidental perante o terror ou a perspectiva do terror islâmico). Não é, por isso, de estranhar que, no mundo islâmico, a única crítica que se faça a Hitler é a de não ter terminado a "Solução Final".

Ver também "The Mufti and the Holocaust" em
http://www.hoover.org/publications/policy-review/article/5696

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Divorciada aos 10 anos *****





Chapelada ao Correio da Manhã, que não escondeu esta. Chamamos a atenção para que estes costumes (que alguns dos nossos leitores consideram legítimos e respeitáveis), já acontecem entre nós, aqui mesmo em Portugal. Mas não se pode falar, porque senão é "racismo"...

NOTA: ESTE APENAS UM CASO. ESTA É A REGRA NO ISLÃO!

Iémen

Rapariga de onze anos prefere morrer a casar

Nada Al-Ahdal's prefere morrer a ter de casar por obrigação. Fugiu de casa para evitar o casamento arranjado pela mãe.

Por:M.P.

"E a inocência da infância? O que é que as crianças fizeram de mal?" começa por dizer Nada Al-Ahdal's num vídeo onde conta a sua fuga da família iemenita, por a mãe querer obrigá-la a casar.
Al-Ahdal's fugiu para casa de um tio, que a apoia na sua decisão. A rapariga de onze anos, apresentou uma queixa na polícia contra a mãe: "Disse que tenho onze anos e que ela me quer casar. Não teria vida e educação. Eles não têm nenhuma compaixão?", pergunta Nada.
A rapariga conta ainda a dura realidade das crianças do Iémen que são obrigadas a casar contra sua vontade, muitas vezes preferem a morte ao casamento.
"Eu resolvi o meu problema" conta, "mas há muitas [crianças] que não conseguem resolver o delas, e podem morrer, cometer suicídio, ou o que lhes vier à mente".
Nada Al-Ahdal's diz que prefere morrer a ter que casar por obrigação. "Eles mataram os nossos sonhos. Mataram tudo dentro de nós. Não sobra nada".

Vitamina C

 

O site Face to Zion e o respectivo Facebook são bastante interessante e reservam-nos algumas surpresas. Como esta: Israel é o maior consumidor de fruta e vegetais do Mundo! A leitura do Antigo Testamento já nos mostra os Hebreus como agricultores aplicados, e as descrições das tortas de figos, do maravilhoso pãozinho de Israel, do belo azeite e do belo vinho, abrem o apetite. Só com muito trabalho e dedicação foi possível aos israelitas fazer florir o deserto e garantirem uma produção agrícola que em certos aspectos tem proporções... bíblicas! Como dizem alguns comentadores no Facebook, os israelitas bem precisam de estar saudáveis, para, sendo tão poucos, resistirem às investidas dos países da região. Força e Vitamina C são o que desejamos para Israel!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Haja Optimismo...



Apesar de todos os esforços de paz gorados pelos Árabes, apesar da perda de território em troca da paz que nunca vem (mais de 2/3), a maioria dos israelitas votaria sim a (mais um) acordo de paz com os «palestinianos». Um optimismo desconcertante!

Em cima, uma breve recapitulação da História de Israel. Lembramos que os Judeus são o povo nativo de Israel, e que a História da nação tem mais de 4 mil anos. Temos aqui divulgado (e continuaremos a fazê-lo), a História recente dos acordos de paz entre Israel e os Árabes, e o modo como os últimos os utilizam apenas para a seguir lançarem guerras de surpresa contra o pequenino Estado Judaico. 

Os detractores continuam a presentar Israel como uma nação inventada após a 2ª Grande Guerra, e que expulsou os Árabes para se instalar naquele lugar.

Uma grande mentira é a de que houve uma Palestina que foi "roubado" pelos judeus, em 1948. Desde 1516 a História da Terra de Israel é a que o mapa documenta e a História confirma:






(ACTUALIZAÇÃO: O blog do Philippe Assouline foi atacado por gente que tem medo da VERDADE.)
A verdade é que nunca houve uma nação ou Estado da Palestina na história humana (nem os sobreviventes do Holocausto e os refugiados judeus dos países árabes, em menor número e mal armados "expulsaram" os árabes de dentro das fronteiras de Israel depois de terem sido atacados por eles e cinco estados árabes em 1947-48).
O actual Estado de Israel foi "inscrito" num canto do Império Turco Otomano por um voto unânime da Liga das Nações em 1922 - exactamente como a Jordânia, Síria, Líbano e Iraque foram.
Mas apenas a existência  do pequeno Estado democrático de Israel - o que se justifica por laços históricos profundos do que qualquer outro - é questionada! Nenhuma das incomparavelmente maiores 22 ditaduras árabes e as colónias em torno delas o são. Esta discriminação é a prova de que o anti-sionismo é anti-semitismo.


Não deixe que a sua confiança e compaixão sejam explorada por
mentirosos anti-Israel .

De "I Acknowledge Anti-Semitism Poses as Palestinian "Human Rights" Activism".
  
O famoso mapa verde e branco, uma PURA ALDRABICE (também veiculada pelo jornal Público, sem surpresas), que pretende ser um mapa da suposta «perda de território «palestiniano» entre 1946 e 2010:



 - Do blog do Philippe Assouline, algumas perguntas acerca da «Palestina»:

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?
 

2. Quais foram as suas fronteiras?
 

3. Qual foi a sua capital?
 

4. Quais foram as suas cidades mais importantes?
 

5. Quais foram as bases de sua economia?
 

6. Qual foi a sua forma de governo?
 

7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
 

8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixa margem a interpretação?
 

9. O que era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação ", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?

"The Dancing Boys Of Afghanistan"

"Najibullah regressa à sua terra natal para expor uma prática antiga que foi trazido de volta por poderosos senhores da guerra, ex-comandantes militares e empresários ricos. Conhecido como "bacha bazi" (tradução literal: 'rapaz para brincar'), esta prática ilegal explora órfãos de rua e meninos pobres, algumas com apenas 11 anos, cujos pais são pagos para dar os seus filhos aos seus novos "donos". Os homens vestem os meninos com roupas femininas e treinam-nos para cantar e dançar para entretenimento de si mesmos e dos seus amigos, antes de abusarem sexualmente deles. Inacreditavelmente, os senhores da guerra permitiram a Najibullah entrar no seu círculo e documentar sua prática."

- Não há muito a comentar sobre estas atrocidades. A exploração sexual de menores é ainda uma chaga da Humanidade, e não poupa países. O que impressiona aqui é a aceitação social e o contraste com a apertada «moral» exigida às mulheres, que, lembramos, chegam a ter os dedos cortados por usarem verniz de unhas.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Desperte o terrorista que há em si!

 UE inclui Hezbollah na lista de organizações terroristas 
Público

 

Há quem chore esta decisão. Certas correntes de opinião AMAM o terrorismo e a ditadura e  e ODEIAM a democracia e a paz:

Anónimo
homens-bomba a detonar-se em telavive e a execução de criminosos nazi-sionistas são actos de resistência popular e nacional face à limpeza étnico-cultural executada pelo regime de telavive. qualquer "cidadão" desse estado-pária dito "de israel" é um alvo militar legítimo.


Make-up

 Ahmed_Rehab2.jpg
                                                      Duro golpe para Ahmed Rehab

Via jihadwatch:

Jihad em acção no Afeganistão: influente clérigo muçulmano lança édito contra a maquilhagem nas mulheres.

Faz sentido. Afinal, se as mulheres (em oposição a Ahmed Rehab) usarem maquilhagem no Afeganistão, que iria vê-la?

A sério, isto representa ainda mais erosão dos direitos das mulheres no Afeganistão. Cortesia da Sharia. Esta é a mesma Sharia que porta-vozes islâmicos nos EUA nos asseguram que é benigna e totalmente compatível com os valores ocidentais.

 Activists fear that women's rights in Afghanistan are being eroded. (file photo)

"Líder religioso afegão aprova edital restritivo sobre as Mulheres", por FRUD Bezhan para a Radio Free Europe / Radio Liberty, 22 de Julho:

   Uma das principais figuras religiosas do Afeganistão tem defendido uma série de decretos religiosos que os observadores advertem poderá destruir ainda mais os direitos das mulheres no país.

    fatwa foi emitida por um ulema, ou conselho religioso local, no distrito de Deh Salah no norte da província de Baghlan, no mês passado. Entre os editais está a proibição de as mulheres saírem à rua sem um companheiro do sexo masculino e a proibição da venda de cosméticos por estes serem "anti-islâmicos" e "promoverem o adultério".

    A fatwa, que lembra os editais rigorosas impostos pelos taliban durante o  seu regime no Afeganistão, mereceu a condenação de activistas de direitos humanos e de muitos dos moradores do distrito. Apenas clérigos têm o direito de emitir tais editais, a as principais figuras religiosas do país ficaram em silêncio sobre o assunto, até agora.

    Isso mudou quando Mawlawi Enayatullah Baligh, assessor presidencial que lidera a autoridade religiosa do Afeganistão, o Conselho dos Ulema, defendeu firmemente os decretos ao defender o fecho de lojas de cosméticos
"Não há nenhuma maneira de estas lojas poderem continuar abertas", disse ele à agência de notícias Reuters em 20 de Julho. "As lojas são para o negócio, não para o adultério."

    
A fatwa também proíbe o acesso de mulheres a clínicas sem um acompanhante masculino, e ordenou rigorosos códigos de vestuário para as mulheres, embora sem entrar em detalhes.

    
O documento também ameaçou com "castigos"
não especificados para quem não obedecer. Durante o governo dos taliban a polícia da virtude batia publicamente nas mulheres que quebrassem as regras impostas pelo grupo ....


- Lembramos também que a acelerada islamização das sociedades ocidentais está a trazer para o Mundo Livre este tipo de restrições, juntamente com práticas tais como o casamento de homens com crianças, a excisão genital feminina ou a escravatura sexual.

- A maquilhagem feminina do pio Ahmed Rehab: um must! Ainda bem que a proibição é só para as mulheres! O Kadáfi iria aprovar...

Campo Jihad. Solução de dois estados? Só se não depender das Nações Unidas.

Via Israel National News.

Quem diria? A Organização das Nações Unidas, cujo objetivo declarado é a defesa dos direitos humanos e a realização da paz mundial, financia campos para crianças onde se incita ao anti-semitismo e ódio contra Israel.

Os jornalistas Gil Ronen e Ari Soffe realizaram um documentário acerca dos campos de verão para crianças patrocinados pela UNRWA (do inglês United Nations Relief and Works Agency for Palestine Refugees in the Near East, em português Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente). Numa parte, as crianças são ensinadas a cantar "Com a ajuda de Deus e com a nossa força partiremos para a guerra. E com educação e jihad voltaremos!". Outro canto diz que "A Palestina vai do rio até ao mar!". Os judeus são descritos como "lobos" que "nos [árabes e palestinianos] expulsaram e deportaram" e "um grupo de cristãos e infiéis que odeiam árabes".


Documentário disponível aqui.


Vale a pena relembrar que a grande maioria dos Palestinianos em campos de refugiados não foram expulsos de Israel, tendo sim saído de livre vontade em 1948 e 1967 por temerem pela vida, não por parte dos Israelitas mas sim por parte dos países árabes cuja propaganda acerca de como iam invadir Israel incluía expulsar os judeus e os seus colaboradores -incluindo árabes, palestinianos e muçulmanos que não lutassem ativamente contra o estado de Israel- para o mar. Os judeus que fugiram de países árabes para Israel para escapar à perseguição religiosa e racial foram integrados na sociedade israelita. Os palestinianos e árabes que fugiram de Israel para os países árabes para fugir da invasão árabe foram colocados em ghettos e campos de refugiados, tratados como cidadãos de 2ª classe e exibidos à comunidade internacional como exemplos da crueldade e má-conduta israelita.

Outras declarações/cânticos de crianças nesses campos:

"A minha mãe diz ao vizinho:/ arranja pedras/ para atirar à patrulha [israelita]" 
"Quero voltar a Kafar Kassem quer os judeus queiram ou não. Vou derrotar os judeus. São um gang de infiéis e cristãos. Eles não gostam de Alá e não adoram Alá. E eles odeiam-nos."
"[A que jogos é que as crianças brincam?] Palestinianos contra judeus, matamo-nos uns aos outros. [Como é que vão derrotar os judeus?] Com mísseis!"
"Nunca haverá paz entre nós e Israel."
"Tenho de voltar à minha terra e reconquistá-la. É o meu direito. Como Palestinianos temos de defender a nossa honra e recapturar a nossa terra."
"Nada de negociações. Atacar aos poucos não é a forma correta. Se os atacarmos todos ao mesmo tempo, essa é a solução."
"[Como é que vão voltar?] Lutado. [Como é que vão lutar?] Temos de nos unir e lutarmos todos juntos para conseguirmos voltar."
"Quando morremos como mártires vamos para o Céu/ Não digam que somos crianças porque a vida nos fez mais velhos/ Na Palestina não há infância/ Não há infância sem Palestina."

Ensinamentos de uma das professoras:

"O que aconteceu no campo de [refugiados de] Balata? Nós oferecemos mártires! Prisioneiros! Bombistas suicidas! Casas foram destruídas! O que aconteceu neste campo [de refugiados]? Quem é da família de um mártir? Quem tem pais ou irmãos mártires ou na prisão? [algumas crianças levantam os braços] Porque é que eles foram mártires? Para libertar Al Aksa e regressas a Haifa e Jaffa. A Palestina é uma terra árabe do rio até ao mar!"

Volto a lembrar: estes campos são patrocinados pela UNRWA, ou seja, patrocinados por fundos vindos dos contribuintes americanos, ingleses e da União Europeia. Como é possível que dinheiro ocidental esteja a ser utilizado para incutir anti-semitismo e ódio a Israel em crianças árabes e palestinianas?

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Flagrantes da jihad global

 200 homes torched, shops looted in WB

"Hindus, xiitas, outras minorias, vêem a sua situação piorar no Paquistão: relatório dos EUA", EFE, 18 de Julho:

     Washington, 18 de Julho: A parca liberdade religiosa para os cristãos, ahmadis e hindus continuou a deteriorar-se no Paquistão nos últimos 18 meses, de acordo com um corpo dos EUA que monitora violações à liberdade religiosa no exterior.

    O
projecto de monitorização da Violência Religiosa no Paquistão, comunicou esta quarta-feira, na Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) ter rastreado 203 incidentes relatados publicamente de violência sectária, resultando em mais de 1.800 vítimas, incluindo mais de 700 mortes. (...)

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 Anubrata Mondal

 "Na Índia, líder muçulmano ameaça decapitar líder do Congresso em Bengala Ocidental", do India Today, 22 de Julho:

     O líder do partido islamista Trinamool pediu aos funcionários do partido para atacarem casas de candidatos independentes nas eleições em curso, e um congressista do Trinamool domingo ameaçou publicamente decapitar um líder do Congresso.

     A ameaça foi dirigida a Bapi Dutta, um líder do Congresso de distrito Birbhum.

     "Bapi Dutta, eu não iria levar um minuto a decapitar-te!", gritou Monirul Islam, membro do Trinamool no distrito de Birbhum, num comício eleitoral.

    (...)
     Dutta, o alvo do ataque verbal, reagiu: "Não há dúvida de que o Congresso Trinamool é um partido de anti-sociais As pessoas vão dar ao Islã uma resposta condizente nas eleições." (...)

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 Religious hardliners declare Jihad on Afghanistan's TV talent shows
 "Extremistas religiosos declaram 'jihad' aos espectáculos de TV caça-talentos do Afeganistão", por Zubair Babakarkhail e Rob Crilly no Telegraph, 21 de Julho:

     Extremistas religiosos declararam a jihad (guerra santa) contra os novos talentos da Televisão
que fazem sucesso no Afeganistão, condenando a maneira como apresentam as mulheres: sem véu, cantando e dançando.     Os programas - calcados em modelos ocidentais, como The Voice e Ídolos - são extremamente populares num país com uma população jovem e onde a posse de televisão disparou desde que os Taliban foram derrubados em Cabul, em 2001. (...)

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Menina iemenita de 11 anos escapa a casamento forçado: "Eu não sou a única .... Há muitos casos como de crianças que decidem lançar-se ao mar Estão mortas agora. Eles ameaçaram matar-me se eu fugisse para casa do meu tio."

"Nada Al-Ahdal, iemenita de 11 anos, foge casa para evitar o casamento forçado: 'Preferia matar-me!'", de MEMRI, 8 de Julho


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"Isto é o que acontece quando os franceses tentam manter a sua própria integridade social e cultural e um único regime jurídico para todos os cidadãos e, simultaneamente, admitem no país um grande número de supremacistas islâmicos."
Robert Spencer
"A violência continua na França contra a proibição de véu islâmico", da CBS News, 21 de Julho:

     PARIS: Cerca de 20 carros foram incendiados e quatro pessoas detidas na segunda noite de violência nos subúrbios a oeste de
Paris. (...)


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 Future threat: Taliban children aged five are pictured being trained to fire guns in Afghanistan
"Eu quero fazer a Jihad por amor a Allah. Está escrito no Alcorão que tenho permissão para matar infiéis, como mataria um cão." Aos 5 anos já têm treino terrorista.
O Imam Rauf, Nihad Awad, Mustafa Akyol e uma série de outros luminárias muçulmanas estão a invadir Cabul, enquanto falamos, determinados a explicar aos jovens que o Alcorão é, na verdade, um livro de paz e tolerância, e não ensina como matar infiéis, "como cães".
Estarão?... Não, não estão!
Eles estão preocupados apenas em convencer os não-muçulmanos que o Islão é uma religião de paz" (...)
Robert Spencer

"Taliban tentam fazer de menino de oito anos de idade, um homem-bomba: rebeldes afegãos recrutam órfãos
famintas com doces e subornos de 60 cêntimos" por Nikki Murfitt para o Daily Mail, 20 de Julho

     Insurgentes taliban no Afeganistão subornam
crianças famintas  a partir dos oito anos de idade para plantar armadilhas mortais na estrada, ser chamarizes em emboscadas e até mesmo agir como homens-bomba. (...)

     Apesar de os fundamentalistas islâmicos 'afirmarem que não têm filhos nas suas fileiras, os extremistas têm estado activamente a recrutar meninos órfãos e desabrigados e treiná-los para usar armas de fogo, dispositivos explosivos improvisados ​​(IEDs) e coletes suicidas. (...)

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No Cairo, ex-ministro de Morsi e membro da organização terrorista Irmandade Muçulmana, espanca criança numa manifestação. O motivo? As ideias democráticas do menino.



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"Três homens de Barking e Dagenham men condenados em julgamento de rede de violadores," por Anna Dubuis para Barking and Dagenham Post, 19 de Julho

No Reino Unido, condenado mais um gang de violadores muçulmanos  descoberto e condenado. Frequentemente estes gangues declaram não compreender o que há de errado com os seus actos, pois a sua religião permite-lhes ter escravas sexuais, desde que sejam "infiéis". As esposas já o são por natureza. Esta activista política islamista do Kuwait explica que o islão permite a compra de escravas sexuais:



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Podíamos estar aqui 24 sobre 24 horas a informar sobre o andamento da jihad global em termos de assassínios, execuções arbitrárias, violações sexuais, escravatura, motins, decapitações, bombistas suicidas, ataques terroristas, difamação, cultura do ódio, etc., etc..

Por promoverem o esclarecimento acerca da jihad global, Robert Spencer e Pamella Geller foram proibidos de entrar no Reino Unido pelo lóbi jihadista e são difamados pelos media islamófilos.

Para contribuir para os custos da acção legal contra esta proibição islamofascista - aqui.

Para assinar a petição contra esta proibição islamofascista: aqui - here.

Para combater a islamização e o terrorismo islâmico globais, de forma rigorosamente pacífica e legal - Não tenha MEDO! Exerça a sua cidadania!

Para aguardar serenamente o Califado Global e a Sharia - fique quieto.