Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
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sábado, 2 de agosto de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
'As Doutrinas Nazis' - The History Channel
Sinopse: Este especial explora a psique distorcida do estado nazi, trazendo à tona suas estranhas bases ocultas: desde a ideia de Himmler da SS como uma ordem de cavaleiros antigos até às crenças sexuais surpreendentes impostas pelo poder nazi. Ali estava uma nova forma de entender a vida humana, o mundo natural e o sobrenatural, a história do planeta e o funcionamento do cosmos.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Coisas do Adolfo
Daqui.

«A única religião que respeito é o Islão. O único profeta que admiro é o Profeta Maomé.»
Adolf Hitler

Nota de João Monteiro que agradecemos e incorporámos no post:
A simpatia dos muçulmanos pelo nazismo teve um grande impulsionador - Haj Amin al-Husseini, tio-avô de Yasser Arafat. Importará aqui um pouco da sua história: Membro de uma família abastada e influente da Palestina, al-Husseini emergiu como figura árabe proeminente no período do Mandato Britânico.A partir de 1919, começou a organizar pequenos grupos de suicidas ("fedayeen") para aterrorizar os Judeus. Apesar de ter sido preso em consequência dos motins de 1920, conseguiu fugir para a Transjordânia, tendo sido condenado à revelia a 10 anos de prisão. No entanto, um ano depois, foi perdoado pelos Britânicos e usou a sua influência para travar novos distúrbios e, assim, "demonstrar" as suas "boas" intenções.Na altura garantiu ao Alto-Comissário, Sir Herbert Samuel, que iria manter a ordem. Baseado nessa garantia e pressionado por membros da sua Administração e tendo, entretanto, ocorrido a morte do então Mufti de Jerusalém (líder religioso islâmico), Sir Herbert Samuel tomou uma decisão sem precedentes ao nomeá-lo Mufti (al-Husseini não era clérigo pelo que nem tinha qualificações para tal cargo) o que fez aumentar o seu poder e influência entre os Árabes.Pela mesma altura a Administração Britânica criou o Supremo Conselho Muçulmano, do qual al-Husseini se tornou presidente, o que na prática fez dele o líder religioso e político dos Árabes da Palestina. De 1936 a 1939 irrompeu pelo território novo período de grande violência árabe conhecido como a Revolta Árabe no qual, mais uma vez, Haj Amin al-Husseini teve um papel importante, ao liderar o recentemente criado Alto Comité Árabe numa campanha de terrorismo contra alvos judeus e britânicos.Neste contexto, em 1937 al-Husseini começou a manifestar o seu apoio à Alemanha Nazi, solicitando ao Governo Nazi que se opusesse à criação do Estado Judeu e à emigração de Judeus para a Palestina e que fornecesse armas à população árabe. Em consequência de novos actos terroristas contra Britânicos, Judeus e Árabes moderados, o Alto Comité Árabe foi declarado ilegal pelos Britânicos e al-Husseini perdeu os seus cargos, tendo sido obrigado ao exílio na Síria.
A sua ligação à Alemanha e ao Partido Nazi manteve-se estreita tendo, a partir de 1941 e após o seu apoio a uma revolta pró-Nazi no Iraque que não teve sucesso, ido viver para Berlim, onde se manteve até ao fim da Segunda Guerra Mundial como convidado especial de Hitler e onde, por diversas vezes através da Rádio, defendeu o extermínio dos Judeus.Também se deslocou à Bósnia-Herzegovina onde participou no recrutamento de Muçulmanos locais para os esquadrões SS - a famosa Divisão Hanjar (Sabre) das Waffen SS - que procuraram eliminar a presença judaica na região dos Balcãs. De facto, de acordo com documentação dos julgamentos de Nuremberga de 1945-46 e de Adolf Eichmann de 1961, as SS ajudaram no financiamento dos motins de 1936-39.Eichmann esteve na Palestina onde se encontrou com al-Husseini, com quem manteve posteriormente contactos regulares. No Julgamento de Nuremberga, o adjunto de Eichmann, Dieter Wisliceny, que veio a ser condenado e executado por crimes de guerra, testemunhou o seguinte: "O Mufti foi um dos iniciadores da eliminação sistemática de Judeus europeus e foi colaborador e conselheiro de Eichmann e Himmler na execução deste plano(…) Era um dos melhores amigos de Eichmann e insistia constantemente com ele para que acelerasse as medidas de extermínio. Ouvi-o dizer, na companhia de Eichmann, que tinha visitado incógnito as câmaras de gás de Auschwitz."Com o colapso Nazi, al-Husseini foi detido em França mas conseguiu fugir para o Egipto onde foi recebido como herói nacional. Após a Guerra, a Jugoslávia pretendeu julgá-lo por crimes de guerra mas al-Husseini conseguiu escapar a esse julgamento. O Mufti acabou por nunca ser julgado pois os Aliados temiam o "terramoto" que os Árabes poderiam provocar caso o seu herói fosse tratado como criminoso de guerra (vem de longe a capitulação ocidental perante o terror ou a perspectiva do terror islâmico). Não é, por isso, de estranhar que, no mundo islâmico, a única crítica que se faça a Hitler é a de não ter terminado a "Solução Final".Ver também "The Mufti and the Holocaust" em
http://www.hoover.org/publications/policy-review/article/5696
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Anne Frank em B.D.
Uma excelente notícia, uma excelente iniciativa. Ninguém «gosta» de ler a história de Anne Frank. Mas é preciso, para ajudar a que não se repita. Numa altura em que entre as novas gerações irrompem estranhos encantos com a iconografia nazi, este é um bom documento. Pela PAZ!
Notícia do Correio da Manhã:
Biografia de Anne Frank vira banda desenhada
Obra conta, aos quadradinhos, a história trágica da jovem«O drama que Anne Frank viveu no Holocausto tem passado de geração em geração, desde 1947 até aos nossos dias, através do seu diário. Bastante descritivo, o relato dos dias intermináveis que a jovem viveu nos últimos três anos de vida deixam, à flor da pele, os sentimentos de quem lê o ‘Diário de Anne Frank'.Tornando a história mais leve através da cor e animação própria das histórias contadas aos quadradinhos, o escritor norte-americano Sid Jacobson juntou-se ao autor de banda-desenhada Ernie Colón e criaram ‘Anne Frank - Biografia Gráfica' (Devir), em colaboração com a Casa de Anne Frank, em Amesterdão.Ao contrário do verdadeiro ‘Diário de Anne Frank', esta banda desenhada conta, cronologicamente, a história de vida da jovem.
O primeiro capítulo, ‘Um Começo Prometedor', começa por descrever a vida dos pais da adolescente, Otto e Edith Frank, antes do seu nascimento.Depois desse momento inicial, o foco vai para a crise económica alemã e a crescente adesão dos alemães aos partidos extremistas que obrigou a família Frank a deixar a Alemanha e rumar a Amsterdão.
Clique na imagem e veja algumas páginas da obra:Com o sonho de ser escritora presente desde pequena, o 13.º aniversário, altura em que Anne Frank recebe o seu famoso diário, é o primeiro ponto alto do livro.
"Espero que venhas a ser uma grande fonte de conforto e apoio", foram as primeiras palavras no caderno, ainda em liberdade, a 12 de junho de 1942.Desde a vivência da puberdade por parte da jovem enquanto está escondida ao primeiro beijo, passando também pelos passatempos e o momento em que a família é descoberta, nada é esquecido.
A história termina com a morte do pai, a 19 de agosto de 1980, após publicar o livro e criar a ‘Fundação Anne Frank'. Mas a obra não se fica por aqui. Há ainda uma breve análise cronológica esquemática à vida da adolescente.Não percorrendo toda a história tão pormenorizadamente como o livro original, esta banda desenhada é ideal para que os mais novos não deixem de ler aquela que é considerada uma das obras mais importantes do século XX.
BREVE BIOGRAFIA
Anne Frank nasceu a 12 de junho de 1929, numa família judia com boas possibilidades económicas. O seu nascimento foi bem recebido no seio familiar, até mesmo pela irmã três anos mais velha, Margot Frank.
A jovem ficou conhecida por ter sido obrigada a viver escondida durante mais de dois, no decorrer da II Guerra Mundial, num anexo do escritório do seu pai, Otto Frank, em Amesterdão. Quando a família foi capturada e levada para um campo de concentração, Anne Frank acabou por morrer de tifo, aos 15 anos, em março de 1945.O diário que escreveu enquanto permaneceu escondida, conhecido por ‘Diário de Anne Frank', foi publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa do pai, o único sobrevivente do holocausto entre a família nuclear da jovem.»
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Infelizmente, um neonazi já deixou o seu comentário miserável na notícia. Isto não é apenas a imbecilidade de uma pessoa. Infelizmente é sintoma de que o antissemitismo continua, sempre camaleónico. Se tiver pachorra, deixe lá o seu:
Mais propaganda judaica. Vivem para a propaganda. Conseguiram um país com a 2GM. Morreram 65 milhões de pessoas e só se fala nos judeus. Viva holywood e a propaganda.
- Comentário feito por:sabugas
- 03h18
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Herr Otto Flick revisitado
no Público.
,
Kuessel quando foi condenado a 11 anos de prisão em 1993 - Heinz-Peter Bader/Reuters
É claro que não tardarão os chorosos apelos à «liberdade de expressão».
«Oh, coitadinho, preso só porque quer exterminar os judeus e acabar com a democracia!...».
E será que se deve respeitar a «liberdade» de apelar ao fim da liberdade?
Será que se deve permitir a propaganda e o recrutamento visando re-instalar um regime que ameaçou todo o mundo livre, causou milhões de mortos e quase exterminou um grupo humano? E que voltará a fazê-lo à mínima oportunidade!
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