quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Cristiano Ronaldo alvo da fúria anti-semita *

Cristiano Ronaldo (que não é propriamente conhecido  pela sua erudição na Política, mas que é propagandeado como apoiante da jihad islâmica) tem estado sob fogo cerrado porque fez um anúncio em Israel.


O site PaLIEStine.com está mais uma vez em baixo. Foi atacado pelos pró-terroristas e anti-semitas, como de costume. Este site  dedica-se a desmontar a propaganda anti-Israel (vulgo Pallywood) promovida pela poderosa máquina global islamista e extrema-esquerdista.
Ao longo de milhares de anos, tem havido sempre uma razão qualquer para odiar os judeus. Hoje o pretexto é a nação imaginária da "Palestina".
Se a causa "palestina" tivesse solidez, se fosse real e não uma invenção grosseira, porque é que que seria necessária uma máquina de MENTIRA global para a promover?
E porque é que é necessário calar as vozes que a desmontam?

Nesta frente de propaganda neo-nazi, em que pontua o famigerado bando BDS, as figuras públicas são amplamente manipuladas, usadas sem seu consentimento, e até ameaçadas de morte, caso manifestem algum traço de simpatia por Israel.


A REALIDADE DAS PESSOAS DE BEM E A FICÇÃO DOS ODIADORES
Cristiano Ronaldo aparece em incontáveis montagens fotográficas e em vídeos que sugerem que se converteu ao Islão. Esta é das mais conhecidas:
Com um bocadinho de Photoshop e um bocadinho de credulidade do público, pega-se numa foto de Lionel Messi, e aí está, outro apoiante dos terroristas:
 
Na realidade, em 2015, o F.C. Barcelona até fez uma digressão de paz por Israel e pelos territórios israelitas ocupados pelos Árabes. A Política ficou de fora desta digressão, e deve ficar fora eventos desportivos - até por imposições regulamentares federativas.
 
Mas há quem queira à viva força politizar Messi e Ronaldo, dois rivais na arte do pontapé na bola, e investi-los do cargo de odiadores anti-semitas.


UMA CAMPANHA ALEGRE

Algumas imagens da digressão do Barcelona por Israel, em que podemos ver, por exemplo, israelitas judeus e árabes a assistirem lado a lado, pacificamente, aos jogos; os jogadores do Barça a confraternizarem com o público e com os líderes israelitas, e a orarem no Kotel (vulgo Muro das Lamentações):











Claro que não faltaram alguns terroristas a queimarem bandeiras do Barça, sobre o "terrível muro do apartheid", que na realidade é uma cerca de segurança, quase toda em arame farpado, que protege vidas inocentes, e que tem as dimensões assustadoras que podeis ver na foto:




Gente viciada no ódio não concebe viver de outro modo.



CRISTIANO RONALDO ALVO DE ÓDIO ANTI-SEMITA
Cristiano Ronaldo atacada no Twitter por protagonizar um anúncio israelita 
O jogador de futebol internacional, Cristiano Ronaldo, foi atacado nas redes sociais depois de estrelar um anúncio de TV em Israel.
A estrela portuguesa de 31 anos, que joga por Portugal e pelo Real Madrid, aparece num novo anúncio para a empresa de cabo israelita HOT, ao lado de três comediantes israelitas que exibem exagerados penteados à jogador de futebol. O anúncio é intitulado, "200MB Internet - Mais rápido do que Ronaldo" e pode vê-lo abaixo:



Ronaldo parece satisfeito com a sua aparição no anúncio, e postou um link para o vídeo para os seus 40 milhões de seguidores no Twitter:
O tweet provocou debates entre pró-Israel e apoiantes pró-palestinos com detractores usando o hashtag, #FreePalestine, juntamente com s suas mensagens.
(Há rumores de que vou ser uma estrela em Israel. Não no futebol... num anúncio da HOT - escreveu Cristiano, por muitos dado como muçulmano e pró-terrorista).
Para os pró-palestinos, este acto de cooperação com uma empresa israelita foi o suficiente para darem a Ronaldo um "cartão vermelho" imediato. Enquanto alguns  decidiram boicotar Ronaldo, outros twitaram o seu apoio à estrela e a Israel.
Como é frequentemente o caso com o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) e os apoiantes pró-palestinos, qualquer celebridade que manifeste o seu apoio ao Estado judaico ou simplesmente coopere com empreendimentos israelitas, enfrenta uma reacção intensa. Há uma grande pressão sobre os artistas para cancelarem performances em Israel. Apesar disso, Israel está a assistir a um boom de artistas internacionais que fazem a viagem à Terra Santa.

Cristãos Unidos por Israel - Reino Unido


- Numa nota à margem, lembramos que a irmã de Cristiano, a Kátia, conquistou os tops israelitas com esta canção:

 

O que talvez não abone muito a favor do bom gosto musical  no Estado Judaico, mas gostos não se discutem ;-)

A MALVADEZ SEM LIMITES 

A malvadez dos odiadores dificilmente conhece limites. Os terroristas islâmicos, tal como os seus apoiantes ocidentais, são gente demente e sem moral (ainda recentemente o partido M.R.P.P. saudou entusiasticamente o Massacre de Paris). Circunspectos académicos ocidentais, são tão abjectos como os mais ferozes terroristas islâmicos -  até as crianças israelitas eles odeiam. 


Dois exemplos dos milhares que o site PaLIEStine expôs:


Imagens com crianças mortas nos conflitos que grassam constantemente no mundo islâmico são sempre recicladas para passarem por crianças "mortas pelos israelitas". Estas foram mortas pelos terrorista da Al-Qaeda na Síria, mas passam por ser vítimas de Israel. Muita gente engole. Conferir aqui.


É de um cinismo sem limites, mas é o que este gente é paga para fazer. Este bebé passa por ser uma vítima dos malandros dos israelitas. O bebé é israelita e foi vítima dos terroristas! Conferir aqui
E como estes casos há muitos milhares, num bombardeamento incessante de MENTIRA.
O Mundo Islâmico é um Inferno, como podemos conferir em levantamentos exaustivos como o que faz o site ISLÃO A NU, mas isso em nada preocupa os odiadores de Israel.
A mesma gente que boceja (ou aplaude) enquanto os cristãos e outras minorias são queimados e enterrados vivos todos os dias, espuma de ódio porque o Cristiano Ronaldo fez um anúncio para uma empresa de Israel, o micro-país que é o único livre e democrático no Médio Oriente. É isso que os incomoda - a Democracia e a Liberdade!

E JÁ QUE FALAMOS EM FUTEBOL:


Um jogo entre a selecção da Austrália e a da Palestina, em 1939. Palestina foi o nome da Terra de Israel, da nação judaica, sob os domínios Romano e Britânico. Os jogadores da selecção eram judeus, os cidadãos do país eram judeus, como sempre foram, desde há 3.800 anos:



A bandeira da Palestina em 1939, na famosa Enciclopédia Larousse:



Uma História de milénios de presença contínua dos judeus na terra de onde são os nativos, na Terra de Israel, não pode ser posta em causa por alegações absurdas de uma troupe que invadiu Israel em 1920, como está agora a invadir a Europa. Está tudo registado em vídeo.

As reivindicações de soberania islâmica sobre Israel têm tanta razão de ser como as que fazem sobre Portugal, Espanha e sobre o Mundo inteiro!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Ainda e sempre a cumplicidade da Imprensa com os terroristas

TERRORISMO, ISRAEL, E O QUE AS NOTÍCIAS NÃO LHE DIZEM
A manufactura dos títulos da Imprensa

Quarta-feira, Jerusalém, Porta de Damasco, uma das principais entradas da Cidade Velha de Jerusalém, um lugar onde multidões de pessoas vêm todos os dias para trabalhar, fazer compras, viver e rezar. Três terroristas palestinos aproximaram-se da Cidade Velha, transportando facas escondidas, armas automáticas e explosivos. Quando os polícias questionaram os três homens sobre o seu comportamento suspeito, os palestinos sacaram das armas escondidas, abriram fogo e começaram a esfaquear.

A jovem agente da Polícia de Fronteiras Hadar Cohen, de 19 anos, foi morta num ataque terrorista na porta de Damasco, na Cidade Velha de Jerusalém, em 3 de Fevereiro de 2016 (Foto: Polícia de Israel).

Os agentes da polícia responderam ao fogo, abatendo os três assaltantes, e evitaram assim um massacre potencialmente enorme. Um polícia foi ferido e outro morreu: Hadar Cohen, de 19 anos de idade.


 A cena do ataque terrorista. Quando os terroristas islâmicos atacam israelitas e judeus, os media não mostram. "Não vende", dizem eles...

Como é que os media relatam ataques deste tipo em todo o mundo?  

Em Agosto passado, um suposto atacante embarcou num comboio em Paris levando um arsenal semelhante ao destes atacantes em Israel (facas e armas de fogo automáticas). Vários soldados americanos desarmados, fora de serviço, notaram o assaltante preparando-se para disparar a sua metralhadora e dominaram-no antes que ele pudesse abrir fogo. Quase todas as manchetes disseram que os americanos tinham "evitado um massacre", ou "dominado um pistoleiro", e alguns artigos referiram os soldados como "heróis".

"Os heróis do comboio: os homens que evitaram um massacre na Europa" - diz a manchete da CNN.

Após os ataques relacionados com o Estado Islâmico em Paris e San Bernardino, todas as manchetes se focaram principalmente nos ataques, nas vítimas, e, em alguns casos, no corajoso trabalho dos polícias, bombeiros e militares.




Em ataques terroristas fora de Israel, não conseguimos encontrar qualquer manchete que incidisse principalmente sobre a morte dos atacantes.

Como é que os media relatam os ataques contra israelitas?

A manchete-tipo: no ataque que reportamos neste post, a CBS titula "3 palestinos mortos enquanto a violência cresce".


CBS News: "3 palestinos mortos enquanto a violência cresce". (este título foi depois alterado porque houve um leitor do site HonestReporting, que protestou!)

Reuters: "Três palestinos mortos a tiro após ataque em Jerusalém" (idem.)

NBC: "Ataque na Porta de Damasco: Três homens armados mortos em Jerusalém após terem magoado polícias israelitas".

Al Jazeera:"Polícia israelita mata três homens após um ataque".



Algumas manchetes simplesmente não mencionam o ataque terrorista, tal como a da CBS. No entanto, mesmo quando as manchetes não mencionam o ataque, destacam em primeiro lugar que a polícia israelita matou três palestinos.

Isto está em contraste com a maneira como os eventos similares são cobertos em todo o mundo.  


Imaginemos uma manchete do 11 de Setembro afirmando: 

"Quinze homens sauditas mortos na América ..." 

ou uma manchete sobre o Massacre de Paris, dizendo:

"Homens do Médio Oriente mortos pela polícia francesa ..." 

Neste tipo de situação, onde as pessoas estão sob ataque, um título que enfatiza a morte dos terroristas é enganoso a ponto de ser ofensivo.

E os exemplos acima são apenas algumas das muitas manchetes perturbadoramente imprecisas sobre este ataque ocorrido na semana passada. Além disso, a maioria dos artigos afirma incorrectamente que os atacantes foram mortos após o ataque, quando na verdade eles foram baleados durante o ataque.

Essa é uma distinção importante: porque mostra que a Polícia agiu em legítima defesa directa e salvou vidas para parar os terroristas, enquanto eles estavam no acto de atacar. O uso incorrecto da palavra "depois" dá credibilidade imerecida a alegações falsas dos palestinos de que a Polícia israelita se envolve em "execuções" ou "execuções extrajudiciais".





"Ataque na Porta de Damasco: três homens armados mortos em Jerusalém após terem morto um polícia" - diz esta manchete.

As agências noticiosas são capazes de escrever manchetes precisas sobre um ataque terrorista, mas por alguma razão, quando se trata de Israel muitos escolhem não o fazer.


Artigo de para o site HONEST REPORTING


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O NOSSO COMENTÁRIO:


Tal como o autor refere, este é apenas um exemplo do modo como o Jornalismo trata o terrorismo que atinge os israelitas e os judeus em geral. Os judeus são o único grupo humano que continua a ser discriminado no Ocidente. Gays, ciganos, africanos, todas as minorias que foram outrora alvo de difamação e incompreensão, já foram reabilitadas, com a ajuda louvável da Imprensa.  
Israel e os judeus, esses, continuam a ser os mal-amados dos jornalistas. Na nossa secção JORNALISMO temos carradas de exemplos - que também são meras amostras.
Nuns casos, os jornalistas, por inépcia pura, copiam notícias de agências noticiosas pró-terroristas, como a Ma'an, que tem a mesma credibilidade para falar de terrorismo islâmico que Joseph Goebbels teria para dar notícias sobre o Nazismo.
Noutros casos, há uma efectiva militância anti-semita de jornalistas de extrema-esquerda. E a extrema-esquerda odeia Israel. O exemplo do Al-Público no apoio aberto ao terrorismo é proverbial. O conhecido e inadjectivável Nuno Lobito, um anti-semita raivoso, é o exemplo da postura política da classe jornalística.
Até no CORREIO DA MANHÃ, um tal Francisco J. Gonçalves, DIFAMA ISRAEL e LEGITIMA O TERRORISMO.
Este indivíduo, Paulo Farinha de seu nome, é editor da revista NOTÍCIAS MAGAZINE, e é assim que se refere a Israel:
    «FILHOS DA PUTA! MIL VEZES FILHOS DA PUTA! FILHOS DE UMA GRANDÍSSIMA PUTA!» - a opinião de PAULO FARINHA, Editor da revista NOTÍCIAS MAGAZINE (DN/JN), sobre os israelitas, por estes se terem atrevido a não morrer todos no Verão de 2014.

Esta gente dos media fomenta o terrorismo em Israel, apresentando os nativos como os malandros e elevando os assassinos ao estatuto de heróis.
A extrema-esquerda odeia Israel, porque Israel representa tudo o que a extrema-esquerda odeia (Deus, amor ao próximo, amor à Pátria, Democracia, Liberdade, etc.), e porque Israel é a guarda avançada do Mundo Livre, a última fronteira que impede a destruição da nossa Civilização, via islamização:

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Somos todos judeus. E cristãos.

Salvando vidas de judeus num campo de prisioneiros de guerra - o heroísmo de um soldado cristão

Por Keith Davies, do site RESCUE CHRISTIANS (SALVEM OS CRISTÃOS)
Há setenta e um anos, um sargento-chefe cristão do Exército dos EUA arriscou a vida para salvar os seus soldados judeus num campo de prisioneiros nazi. 
Entre um grupo de 1.275 soldados norte-americanos que foram capturados e detidos no  campo Stalag IX-A, provavelmente não mais do que 200 eram judeus, mas os nazis queriam matar até ao último. O comandante alemão ordenou que os prisioneiros judeus - e somente os prisioneiros judeus - comparecessem à chamada. As razões eram óbvias.

   
O seu líder, o sargento Roddie Edmonds, sabia que, de acordo com a Convenção de Genebra, a única informação que os soldados tinham de fornecer era o nome, posto e número mecanográfico. Disse aos seus homens: "Nós somos todos judeus", e todo o grupo se apresentou à chamada. Quando pressionado, com uma arma apontada, a dizer aos soldados judeus para avançarem, o sargento Edmonds continuou a recusar-se a entregar os seus soldados judeus para uma morte certa.
Perante a nobreza de tal atitude, o comandante nazi não teve resposta. Virou-se e saiu. Alguns desses soldados judeus ainda estão vivos, e testemunham a integridade e coragem de Edmonds. O seu acto heróico só agora veio à luz do dia, trinta anos após a sua morte, devido à investigação conduzida pelo seu filho - a quem Edmonds não contou uma palavra da história. Edmonds foi postumamente homenageado pelo Yad Vashem, o Museu do Holocausto de Israel, como "Justo entre as Nações".

Imagine-se a força de carácter, o compromisso com os seus valores e a fé sólida, necessários para fazer a coisa certa, sob ameaça de morte. Você acha que seria capaz de fazer o mesmo?


Você pode.
Tal como os judeus na Europa nazi há setenta anos, os cristãos estão hoje a ser assassinados e perseguidos nos países muçulmanos por causa da sua fé. A organização RESCUE CHRISTIANS (SALVEM OS CRISTÃOS) envia heróis para o terreno, mas precisamos da ajuda daqueles que estão dispostos, apesar dos tempos económicos difíceis e apesar da pressão financeira desta época, a defender o que é certo.
Precisamos daqueles que sabem o que é a justiça e estão dispostos a fazer um esforço por ela. Precisamos do seu apoio. 
Este episódio, passado em 25 de Dezembro de 1944, repete-se hoje, em 25 de Dezembro de 2015. Vamos mostrar às pessoas que cometem o Mal que o Bem prevalecerá sempre.



A organização RESCUE CHRISTIANS foi fundada pelo ex-terrorista "palestino" Walid Shoebat, hoje convertido ao Cristianismo e refugiado nos Estados Unidos. Graças aos donativos de pessoas de Bem, muitos cristãos têm sido salvos da morte certa às mãos dos jihadistas. Se quiser doar, clique no logotipo abaixo e e siga as instruções. Se não puder doar, são bem-vindas as orações e a divulgação.

http://rescuechristians.org/purchasedonate/

Vale das Gazelas


O Vale das Gazelas é uma reserva natural urbana, situada em Jerusalém, perto do centro da cidade. 30 gazelas selvagens vagueiam livremente por todo o parque.

Diversas espécies adoptaram como lar este espaço aberto de mais de 1 quilómetro quadrado. Muitos residentes e visitantes vêm passar algum tempo neste belo parque rodeados pela Natureza, um local único para observar a vida animal.

Todo o escoamento da águas de Jerusalém é recolhido num grande reservatório situado no parque, a água é purificada e reciclada, e torna-se parte do habitat natural do Vale  das Gazelas.

Confirme neste breve vídeo como Israel está a preservar e enriquecer o ecossistema:


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Os Estupros de Ano Novo e a Lógica Islâmica

Resumo deste post: se para o Islão a culpa do Massacre de Paris foi da "islamofobia", a culpa da brutal onda de estupros cometidos por "refugiados" sobre mulheres europeias na Passagem de Ano... foi das mulheres estupradas!


O Grande Mufti da Austrália foi o ÚNICO líder religioso islâmico em todo o Mundo a pronunciar-se sobre o Massacre de Paris - para o aprovar!
Recapitulando, e raciocinando islamicamente:

A LÓGICA SEGUNDO O ISLÃO 

1 - Alá ordena: “E quando encontrares os infiéis, corta-lhes a garganta" (Alcorão 47:4)

2 - Porque o Alcorão é sagrado, é a palavra e Alá,  é indiscutível,  é interpretado e cumprido literalmente, os muçulmanos cortam diligentemente as gargantas dos infiéis, às centenas por dia, em todo o mundo (confira contabilidade em www.thereligionofpeace.com).
3 - Os infiéis têm o supremo atrevimento de ter medo dos muçulmanos, porque estes têm a obrigação religiosa de os degolar.
4 - Ora o medo dos infiéis é extremamente ofensivo para os muçulmanos (que se ofendem com TUDO o que seja não-muçulmano).
5 - O corolário lógico, em consequência da situação exposta, é enviar um comando suicida de "refugiados" muçulmanos ao Estádio de Paris, à sala de espectáculos Bataclan e aos cafés parisienses, matar tantos infiéis quanto possível, a tiro e à bomba.
6 - Perante as medidas de protecção tomadas pelas autoridades, o passo seguinte é mais indignação contra essas manifestações de "racismo", "xenofobia", "apartheid", "islamofobia", etc..
7 - O que conduz a mais ataques terroristas, em protesto contra o  "racismo", "xenofobia", "apartheid", "islamofobia", etc., num ciclo que durará até à submissão definitiva dos infiéis.
É assim que funciona há décadas em Israel, com a aprovação entusiástica do Mundo e das extremas esquerdas e direitas. Agora é a nossa vez.

O ESTUPRO SEGUNDO O ISLÃO



O Imã de Colónia, Alemanha, foi o ÚNICO líder religioso islâmico em todo o Mundo a pronunciar-se sobre o Festival de Estupros de Ano Novo - para o aprovar!


Tal como aconteceu no Massacre de Paris, a Imprensa também não conseguiu esconder a orgia de estupro colectivo que varreu as capitais europeias nas celebrações de Ano Novo. Os polícias (com medo de perderem o emprego (sob acusações de "racismo", "xenofobia", "apartheid", "islamofobia", etc.), iam relatando que estava tudo bem, enquanto hordas de bárbaros muçulmanos violavam as mulheres europeias (mais tarde admitiriam que nunca tinham visto selvajaria em tal grau e proporções).

Mas as queixas acumularam-se de tal forma, que a coisa teve que ser conhecida. Um pouco como aconteceu com as redes islâmicas de estupradores de crianças no Reino Unido, que a Polícia tentou esconder até aos limites, mesmo quando as crianças apareciam na esquadra ensanguentadas, acompanhadas dos pais desesperados.


ONDE ESTÃO AS MULHERES? - Do milhão de "migrantes" muçulmanos que entraram na Europa em 2015, quase 80% são homens. Da destruição causada temos dado breves amostras.



Via Breibart, a única declaração de um líder islâmico (de uma mesquita conhecida por abrigar terroristas e pregar a jihad) sobre os acontecimentos:

Falando ao  importante canal russo REN TV, o Imã Sami Abu-Yusuf, durante um segmento de 12 minutos, comentou os últimos desenvolvimentos da invasão de migrantes na Europa. 
Posto perante a evidência dos ataques de migrantes em Colónia, das mulheres agredidas sexualmente por gangues aparentemente árabes, e em resposta à súbita demanda de cursos de defesa pessoal na Alemanha, o Imã disse ao entrevistador: "Precisamos de reagir adequadamente, e não de atirar combustível para o fogo ".

Explicando a visão do Islão salafista sobre as centenas de mulheres vítimas de apalpadelas, agredidas sexualmente e em alguns casos estupradas por grupos de homens migrantes em cidades por toda a Alemanha, o Imã disse: "Os acontecimentos da véspera de Ano Novo foram culpa das próprias raparigas, porque estavam seminus e usavam perfume. Não é de surpreender que os homens as tenham atacado. Vestirem-se assim é deitarem combustível para o fogo".

A peça jornalística considerou previsível que a migração muçulmana em massa resultaria em violência e gangues de estupro. O narrador disse aos telespectadores que, após os acontecimentos de Véspera de Ano Novo,  tornou-se difícil dizer a quem pertence a Alemanha, se aos muçulmanos ou aos alemães. Também expressou a opinião de que estes ataques sexuais não são mais do que um ensaio para algo muito maior que está para vir. (...)
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Raciocinando islamicamente, é fora de dúvidas que os 7 passos da lógica islâmica acima expostos se seguirão a este primeiro festival de estupro islâmico verdadeiramente mediático e em escala continental da era moderna. Mais e maiores festivais se seguirão - caso a Europa não ACORDE!

O Islão manda-os estuprarem as mulheres infiéis. Eles estão ofendidos por causa de as mulheres infiéis andarem a ter aulas de defesa pessoal para não serem estupradas por eles. Consequentemente, vão estuprá-las.



Uma das vítimas da onda de estupros que varreu a Europa no Ano Novo.

VEJA OU REVEJA


E isto, caros amigos, é uma amostra ínfima...
 
(É verdade, é - somos um blogue muito "violento". Pacífico só mesmo o Islão.)


P.S. - Diversos vídeos (feitos pelos perpetradores) das agressões sexuais e dos muçulmanos a dispararem fogos de artifício contra os infiéis foram retirados das redes sociais. Restam pequenas amostras como esta:

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Chora, chora, que a gente fotografa... *




Um dos vídeos que ilustram Pallywood: «Pallywood in the Shuhada Street - Let's fool the world» - Pallywood na Rua Shuhada - Vamos Lá Enganar o Mundo.

Um grupo de árabes escondia-se dia após dia numa loja e atirava cocktails molotov contra as casas de judeus do outro lado da rua. Como resultado, os militares selaram a loja.
Os activistas anti-Israel tentaram apresentar a situação como agressão contra os "inocentes" "palestinos".
Neste vídeo pode-se ver os directores profissionais de cinema "Pallywood" dizendo à mulher idosa para se sentar numa cadeira na frente da loja e começar a chorar, (enquanto a filha ri incontrolavelmente), criando assim uma cena narrativa enganosa, enganando telespectadores em todo o mundo.

Os repórteres, visivelmente divertidos com a cena, não deixam de a apresentar como se não fosse encenada. Faz parte da profissão difamar Israel e os judeus.
Este é apenas um de milhares de exemplos, das mentiras que são espalhadas pelos "palestinos" e, em seguida, relatadas como factos na Imprensa global, quase toda conivente.
Se a causa "palestina" é tão justa, porquê a necessidade de mentir, apagar vídeos, boicotar sites como o paLIEStine, que foi mais uma vez pirateado?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

ISIS volta a ameaçar Portugal (e agora, ainda somos doidos?)



Na Europa, em plena luz do dia, hordas de bárbaros islamistas ameaçam os europeus com a extinção, garantem que nos matarão e tomarão as nossas mulheres como troféus de guerra. Clérigos e líderes muçulmanos em todo o Mundo subscrevem a intenção do domínio global islâmico. Quem se insurge contra o terrorismo e a invasão, arrisca perder o emprego, ser processado e preso.
 

Quando nós, e muitos outros, divulgámos algumas das muitas ameaças de reconquista da Península Ibérica pelos bárbaros islamistas, e chamámos a atenção para que estamos a seguir a Israel na lista de territórios que eles querem reaver, muita gente nos chamou "doidos", "conspiracionistas", "alarmistas", e afins.
 
Porque somos media alternativa, "não temos credibilidade". Mas agora, que a Imprensa "séria" já é obrigada a admitir a realidade, ainda somos doidos?
 
A notícia abaixo vem hoje no Jornal de Notícias, mas não falta informação devidamente comprovada por vídeos, testemunhos credíveis, pelos mais diversos meios, de que o terrorismo islâmico avança, que o genocídio dos "infiéis" avança de forma brutal, que há gente atrozmente queimada e enterrada viva por não querer converter-se, e que Portugal e Espanha estão em lista de espera:
 


 
Estado Islâmico refere Portugal em nova ameaça 

Um vídeo difundido pelo autoproclamado Estado Islâmico (EI), que mostra a execução de cinco pessoas, no Iraque, mostra um terrorista a proferir uma ameaça à Península Ibérica.

"Juro que pagareis um preço muito alto e que o vosso final será muito doloroso. Se Deus quiser, recuperaremos Al Andalus", nome dado à Península Ibérica pelos conquistadores islâmicos, no século VIII.

Cidades que, ainda hoje têm uma forte marca muçulmana, são referidas no vídeo. "Nenhum muçulmano pode esquecer Córdova, Toledo e Játiva [em Valência]. Há muitos muçulmanos fieis que juram recuperar Al Andalus", diz um militante do EI. No vídeo, de cerca de oito minutos, garante que a "Península Ibérica jamais será esquecida".

O jiadista, de traços físicos ocidentais, fala em francês. "Al Andalus tem paciência. Não eras espanhola nem portuguesa, mas sim muçulmana", ouve-se no vídeo, filmado nos escombros de um edifício em Ninev, no norte do Iraque, aparentemente derrubado pelos ataques aéreos da coligação internacional.

"Vocês, os infiéis, achavam que acabavam com o Estado Islâmico com ataques aéreos, mas estão espantados e assustados com a força do califado", diz o jiadista, repetindo a ameaça de intensificação dos ataques terroristas.

"O que está para vir fará esquecer os ataques de 11 de setembro (de 2001, EUA) e de Paris (13 de novembro de 2015)", diz o terrorista, citado pela imprensa espanhola. "Vocês atacaram-nos no passado e agora somos nós que vos atacamos", acrescenta.

Esta não é a primeira vez que o EI cita Península Ibérica entre os objetivos. Em novembro, após os ataques de Paris, um vídeo dos terroristas de Abu Bakr al Bagdadi ameaçava Espanha. "Queremos conquistar Paris, antes de Roma e a Península Ibérica".


 

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O Ocidente está nem negação. Mais depressa as pessoas vão à Internet ver o resultado de um jogo de futebol ou quem foi expulso do Big Brother, do que o Holocausto global que o Islão está a realizar, mais uma vez. Há milhares de horas de filmagens de atrocidades cometidas pelos terroristas contra os infiéis, mas como a TV não mostra, não vale a pena a gente preocupar-se:
 

 
Eles invadiram a Península Ibérica e Israel; os povos nativos reconquistaram a independência, mas o Islão exige que terra que foi conquistada pelo Islão seja para sempre muçulmana. Tal como a morte é a punição para quem deixa de ser muçulmano. Mas é também a punição para quem não quer ser muçulmano.
 
"E mata-os onde quer que os encontres, e expulsa-os de onde te expulsaram"- Alcorão (2:191)
 
ALGUNS AVISOS QUE FIZEMOS:


 
 
 
 
 



 «O Islão NÃO É uma religião» - e não somos nós que o dizemos. São ELES!
"Temos de dizer ao Ocidente que estamos a estender-lhe a mão em paz, agora - mas que não será assim por muito tempo. Mesmo quando uma civilização está pronta a desmoronar-se (como está a acontecer agora no Ocidente, com todas as características de deterioração dos últimos impérios caídos), eles não cairão até que nós, os muçulmanos, nos esforcemos para lhes dar esse último empurrão, a última palha que vai dobrar as costas do camelo".
 Tareq al-Suwaidan, muçulmano «moderado».
 
 
"Está na hora meus irmãos. Está na hora de demonstrar ao mundo a força do islamismo e de combater os infiéis! O plano está traçado e preparado. Iremos tomar conta de portugal e deste povo fraco e levaremos o nosso Islão ao mais elevado patamar do desejo do Senhor!"

Proclamação no site da Comunidade Islâmica de Lisboa 



P.S. - Esta é apenas uma das mesquitas em projecto para Portugal - E em Palmela há uma escola que forma imãs.

P.P.S. - Para os leitores que possam estar menos a par destes assuntos, esclarecemos que o ISIS, o Estado Islâmico, o Daesh, o Califado Global, são uma e a mesma coisa: são um Estado Muçulmano, governado pela lei sharia, que já ocupa grande parte da Síria, do Iraque, da Líbia, e de outros países muçulmanos, e que tem já enclaves até aqui na Europa, ameaçando expandir-se ao globo inteiro. O modo de propagação é o terrorismo e o genocídio.