sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Depois da tempestade, virá a vingança!


Milhares de manifestantes têm vindo para as ruas defender as raízes judaico-cristãs, democráticas, de liberdade, tolerância e paz, que caracterizam a civilização europeia. A Imprensa (quase toda filiada no marxismo cultural) tem classificado as manifestações como "islamofobia"!

Todos os dias há espancamentos na via pública, roubos, estupros, cuspidelas, insultos, exigências absurdas, escolas num caos, com os alunos muçulmanos a espancarem colegas e professores, famílias polígamas com dezenas de filhos, que os empobrecidos europeus sustentam, apedrejamento de fiéis não muçulmanos, etc., etc.. 

Nem vamos encher o post de hiperligações. Basta que os nossos leitores e amigos consultem os sites que constam da barra lateral - "O TERRORISMO GLOBAL" - para que constatem que a jihad (a guerra santa em nome do deus Alá, ordenada por Maomé), se faz no Califado, nas fileiras do ISIS ou do Hamas, mas também nas ruas de Israel, nas nossas ruas e até nas nossas casas.



Esta cena passa-se em França. Um dentre MILHARES de vídeos que mostram a decadência que é a islamização da Europa. 

Pequenos Califados, pequenas Gazas, pequenos colonatos islâmicos - cada vez maiores - proliferam na Europa. As autoridades são atacadas, os nativos são atacados, mas... os nossos impostos sustentam o Inimigo. Tal como em Israel.

E o erro de Israel foi o mesmo: tolerar os intolerantes, permitir a guerra demográfica, ceder às exigências dos islamistas, dar-lhes território (dar-lhes do seu já pequeno território). A paga, em Israel, é a mesma que aqui na Europa - mais ódio, mais terrorismo, mais islamização.



 Racaille em acção! França, Europa.

Em França chamam-lhes a "racaille", a ralé, esta malta de estilo hip-hop, do cap ao lado e da calça descaida, que engloba muçulmanos árabes, africanos, e até portugueses e outros convertidos. Uma mistura explosiva de estilo de vida gangsta rapper e fundamentalismo islâmico. É desta escória que saem os terroristas ocidentais que vão para o ISIS, aos milhares.


"Racaille" celebra a vitória socialista

Os políticos dos países europeus, com elevadas percentagens de eleitores entre os colonos muçulmanos, precisam do voto islâmico. Quando deixarem de lhes ser úteis, os Holandes e os Camerons serão descartados pelos invasores.

Os europeus que têm comunidades muçulmanas no seu seio estão cansados, e têm vindo para as ruas protestar. Aos milhares. Os governos estão prisioneiros do politicamente correcto e enfiam a cabeça na areia. Têm guarda-costas, habitam condomínios privados e mandam os filhos para colégios particulares. Não entendem o drama do povo. Por isso o povo sai à rua.




Estas manifestações já duram há uns meses. Propositadamente, não as comentámos, para que não parecesse que as desejamos. Pelo contrário: muito temos avisado que o pior que poderá acontecer na actual conjuntura será o povo ver-se obrigado a fazer justiça pelas próprias mãos, combatendo a violência com violência. E estas manifestações, se os governos não as ouvirem, podem ser o prenúncio disso mesmo. De uma guerra civil. 

 

Clarissa, agente policial, abatida pelos islamistas.

Que o caos já temos. França está em Estado de sítio, na sequência do massacre dos jornalistas do Charlie Hebdo, e da mulher polícia Clarissa Jean-Philippe, de 27 anos, originária da Martinica.

Agora que os terroristas foram abatidos (como queriam, para serem "mártires" e irem ter com as virgens ao paraíso islâmico), continuará a festa global islâmica pelos dois "heróis", mas seguir-se-á também a "vingança".


O terrorista islâmico Hamyd Mourad, 18, rendeu-se à Polícia. Os terroristas Cherif Kouachi, 32, e o seu irmão Said, 34, foram agora abatidos.

No entendimento muçulmano, o massacre cometido por estes tês colonos supremacistas islâmicos, foi um acto louvável. A sua morte, por eles desajada, como "mártires", foi gloriosa. Mas os "infiéis" que os abateram, para impedir que a chacina continuasse, estão sob a mira da vingança jihadista. Eles e todos nós. Mesmo os invertebrados que se desfazem em salamaleques de submissão.

A França está em estado de Sítio e continuará em estado de Sítio enquanto lá houver um número de muçulmanos que lhes permita cantar de galo. A matança continua, já vai em 17 pessoas. O país está paralisado e ameaça tornar-se inviável se assim continuar, tal como boa parte da Europa. Tal como Israel. Os 10% de muçulmanos são a percentagem crítica a partir da qual eles se deixam de falinhas mansas e ALDRABICES  à David Munir, e desatam a matar infiéis a torto e a direito, como manda o Alcorão.


Em resposta ao óbvio - que os atentados contra o Charlie foram feitos pela mesma ideologia, pelo mesmo gangue - que ataca Israel todos os dias, o bando terrorista Hamas já veio «condenar» os ataques - enquanto os celebra.

Milhares e milhares de terroristas islâmicos estão de volta, e não há controlo, não há leis que os impeçam de voltar para fazerem o mesmo aqui que fazem em Israel. A Europa israeliza-se. A Europa faz o mesmo erro que Israel fez: PERMITE SER COLONIZADA PELOS MUÇULMANOS! 

França continua a negar que este ataque seja Islão. O xeque Munir vem MENTIR, a dizer que o Maomé era um gajo porrreirinho e pacífico - quando vem escarrapachado no Alcorão todos os assassinatos que ele cometeu e os mandamentos para assassinar e escravizar todos os infiéis.

A Imprensa continua calada relativamente aos reféns mortos pelos terroristas na mercearia kosher em Paris. É que se se souber que foram judeus, não contam como gente.

Nos próximos dias aparecerão umas mesquitas incendiadas pelos muçulmanos, alguns bandos terroristas virão dizer que condenam o ataque, e uns quantos xeques bem falantes virão dizer que sim e mais também, enquanto das suas mesquitas continuarão a sair terroristas para o ISIS, onde chacinam cristãos, yazidis, curdos, muçulmanos de seitas rivais, e não chacinam judeus porque já foram todos chacinados.

Ouçam um padre cristão que sabe o que é viver entre muçulmanos: "Uma mesquita na Europa é pior que uma arma nuclear. Uma criança islâmica é uma bomba de relógio apontada contra as crianças europeias":




O fio já começou a desenrolar-se. Eles atacam, nós defendemos, eles reclamam vingança. E o ciclo continua. Como quebrá-lo?

DEPORTAÇÃO!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Boa viagem, David Munir!



O cartunista muçulmano (que, como todos os muçulmanos e o Alcorão, advoga a extinção dos judeus), diz ao desenhador dinamarquês que é ofensivo desenhar o Maomé.
- Arquivo de Cartunes.

DUPLO PADRÃO RIMA COM ISLÃO

O clássico duplo padrão islâmico é sempre um "must"! Não têm conta as exposições de cartunes e arte antissemita nos países deles. Mas se alguém desenha o seu bendito profeta - nem é preciso fazer uma piada, basta representá-lo, em desenho, pintura, teatro, etc.! - tem automaticamente uma sentença de morte sobre si!


Sacos de lixo ambulantes riem-se numa exposição de cartunes antissemitas, em Teerão

E eles não pretendem apenas fazer humor e cultura. Eles defendem a chacina  total dos judeus e de todos os não muçulmanos. Conversão, submissão, escravidão, ou morte, é assim a regra do Islão. Se duvida, informe-se.

"POR FAVOR, VÃO-SE EMBORA!"

Os cartunes dinamarqueses. A falta de sentido de humor e a não permissão de opiniões e pontos de vista diferentes, é sempre reflexo de espíritos atrasados ou alienados.
A propósito da "polémica" dos cartunes dinamarqueses, em 2005, o site Face of Muhammed (A Cara de Maomé), escreveu, em 2006:

Por favor, vão-se embora!


Caros muçulmanos,

Se não gostam do meu país, por favor vão-se embora.
Se não gostam da maneira como as nossas mulheres se vestem, por favor vão-se embora. 
Se não gostam da nossa separação entre política e religião, por favor vão-se embora. 
Se apoiam respostas violentas às críticas ao Islão, por favor vão-se embora. 
Se apoiam o terrorismo, sob qualquer forma ou meio, por favor vão-se embora. 
Se não aceitam desenhos satíricos nos nossos jornais, por favor vão-se embora. 
Se não apoiam a democracia e a liberdade de expressão, por favor vão-se embora do meu país!
Eles não foram. terão de ser deportados.

TEMPESTADE DE ISLAMOFILIA

Na sequência do caso dos cartunes, o idiota dinamarquês Jens Byskov, com um cartaz a pedir desculpas aos muçulmanos por estes andarem a chacinar inocentes. É esta a imagem da submissão.

Era de esperar. Muita Imprensa, após este ataque, está "preocupada" com o possível "aumento da islamofobia" (!!!).

Uma amostra da tempestadde de islamofilia dá-a um leitor da Lura do Grilo:

New York Times: “What What We Don’t Know: The reason Charlie Hebdo was targeted”

Financial Times: “Some common sense would be useful at publications such as Charlie Hebdo”

Variety: “Charlie Hebdo carnage will likely fuel the racism and anti-Islam sentiment which has been on the rise in France”


Telegraph: “Charlie Hebdo attacks: Anti-Islam parties are now on the march across Europe”

Outra do Telegraph de hoje: “France faces rising tide of Islamophobia”

NY Daily News: "Charlie Hebdo terror attack victims were cartoonists, journalists who defiantly pushed the envelope even after their offices were firebombed in 2011"

Apostamos que haverá IDIOTAS que virão até pedir desculpas aos muçulmanos. Na Dinamarca houve-os. É de saudar, contudo, que houve jornais que perceberam que ter medo é pior. O Correio da Manhã, por exemplo, publicou uma miscelânea de cartunes do Charlie Hebdo, focando várias personalidades, religiões e casos da actualidade internacional. E os jornalistas deram a cara pela liberdade de Imprensa e pela cultura. Apesar de haver leitores que acham que ninguém se deve meter com o Islão, porque "quem semeia ventos colhe tempestades"!




AS BESTAS REGOZIJAM-SE




No mundo islâmico, a habitual euforia celebratória, que vai do ISIS às redes sociais. Exemplos:

"O Charlie Hebdo foi atacado... Nem me aquece nem arrefece! Mas é bem-feita. Cada um tem o que merece."
"É para aprenderem por dizer que o corão é merda" "10 mortos e 5 feridos, mais tarde ou mais cedo iriam pagar pelas caricaturas"
"Os filhos da p*** do Charlie Hebdo mereciam a morte 100 vezes. Bem-feita."
"O bordel Charlie Hebdo. Ahah estou muito contente com o que aconteceu aos filhos da p*** racistas. Ahahahahaha vou-me rir na sepultura deles"

A APOLOGIA DO MEDO


 "TOLERA OS INTOLERANTES, INFIEL!" - a situação é tão simples quanto isto!

Gustavo Santos, mental coach e apresentador do programa "Querido, Mudei a Casa", já veio defender que a Imprensa deve submeter-se ao Islão. Um pensamento muito perigoso, porque é o que a Imprensa mais tem feito, e a que não se submete tem este fim. O Gustavo, decerto não familiarizado com estas coisas, não percebeu que a SUBMISSÃO da Imprensa é apenas o começo:


"Liberdade de expressão é uma coisa, desrespeito gratuito e egóico pelas mais altas crenças dos outros, sejam elas quais forem, é outra. Infelizmente, um e outro ponto colidiram hoje. Que uns sejam apanhados e severamente julgados pelo que fizeram e que outros, os que tiveram sorte e ficaram, assim como tantos outros que fazem carreiras a ridicularizar a verdade de quem não conhecem de lado nenhum, aprendam alguma coisa com isto!
Opinar sim, questionar também, agora gozar sistematicamente com convicções alheias é que me parece despropositado. Além disso, sempre que desrespeitamos alguém desta forma, estamos a trazer uma potencial ameaça para a nossa vida!
Cuidem-se!
Boa tarde!"

Ninguém "gozou sistematicamente", Gustavo! Os cartunes vieram em 2011, na sequêncioa da mortandade global promovida pelos muçulmanos, a propósito do filme "A Inocência dos Muçulmanos", que apenas dizia o que eles mais temem: a VERDADE!

"Nós também sabemos ser life coachers e estamos aqui para ajudar o Gustavo.
Claro que tem toda a liberdade de expressão para escrever/dizer o que lhe apetecer, mas nós quisemos ajudá-lo a expressar-se melhor. Um abraço!"



PELA BOCA MORRE O XEQUE

Mas nem tudo são más notícias. Para além de não considerar o Hamas um grupo terrorista, e de terem saído da sua mesquita alguns "combatentes" do ISIS, o amigo Munir disse qualquer coisa como "se não estão contentes por viver num país liberal então que se vão embora para outro em que se sintam mais à vontade."

"O Charlie Hebdo foi atacado... Nem me aquece nem arrefece! Mas é bem-feita. Cada um tem o que merece." "É para aprenderem por dizer que o corão é merda" "10 mortos e 5 feridos, mais tarde ou mais cedo iriam pagar pelas caricaturas" "Os filhos da p*** do Charlie Hebdo mereciam a morte 100 vezes. Bem-feita." "O bordel Charlie Hebdo. Ahah estou muito contente com o que aconteceu aos filhos da p*** racistas. Ahahahahaha vou-me rir na sepultura deles"


Boa viagem, Munir!

Os desenhos do Charlie Hebdo



"O Profeta está vingado!" - urravam os terroristas, enquanto matavam inocentes, ontem, em Paris.

Já conheci pessoas sem sentido de humor. Costumam ser refinados hipócritas, sob capas de virtude e rectidão. 

Mas nestas coisas de criatividade, cultura e inteligência, limitam-se a confundir HUMOR com "ofensas" e "indecência". Gente tacanha, é certo, mas que não vai ao extremo de assassinar inocentes em nome da sua tacanhez, enquanto grita o nome da sua divindade...

Em 2005, um jornal dinamarquês publicou caricaturas de todos os fundadores e inspiradores de religiões. Não houve problema nenhum - excepto com os muçulmanos, que promoveram tumultos globais e assassinaram dezenas de infiéis, para deixarem bem clara a sua imbecilidade e fanatismo.

Em 2011, o Charlie Hebdo, uma instituição do jornalismo humorístico e do cartunismo, publicou alguns desenhos, a propósito da onda jihadista e islamizadora. Tumultos, bombas, e a chacina de ontem.

O mundo islâmico não tem uma palavrinha a dizer sobre o genocídio global dos infiéis, sobre os desgraçados que são queimados e enterrados vivos, degolados, crucificados, estuprados, torturados, em nome do deus Alá.

Já com a Arte e com a inteligência, tem manifestamente uma relação sangrenta.

Os famosos desenhos foram estes:










A nossa sentida homenagem às vítimas de mais este ataque jihadista, e a nossa solidariedade para com os familiares e para com todos os franceses, que ontem à noite encheram as ruas, em protesto. Ordeiramente, como gente civilizada que são. 

A todos os países colonizados pelo Islão (Israel incluído) o nosso ´conselho é: DEPORTEM-NOS, enquanto é tempo!


Exemplo de submissão do Mundo Livre:
Em 2012, o New York Daily News fez um artigo sobre o caso Charlie Hebdo, e... censurou o raio do desenho do  Mafoma!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Solução: Deportação e Proibição do Islão!

No dia em que os cristãos do Oriente celebram o Natal (ver mensagem do padre Samuel, no final deste post):


Um dos vídeos da matança. Ouve-se claramente os terroristas aos gritos de "Allahu Akbar", enquanto abatem"infiéis"

O jornal satírico francês Charlie Hebdo foi hoje alvo de mais um ataque muçulmano. 12 mortos é o saldo provisório.

Foi aqui ao lado, em França. Assim parece mais real. Quando é em Israel, são "lá eles sempre naquilo, não há meio de se entenderem"...

A pergunta que se impõe é: se qualquer outra religião, ideologia, grupo, andasse por aí a degolar, espancar, estuprar, explodir, como anda o Islão, não estaria já proibida, os seus sicários não estariam já presos, e, após a pena cumprida, não seriam repatriados?

Há muita gente (muçulmanos incluídos, e em breve contamos dar-vos conta disso) que defende a deportação, pela incompatibilidade total entre o Islão e o Mundo Livre. Se os muçulmanos se comprometessem a viver de acordo com as nossas leis, seriam bem-vindos. Como não o fazem, podem regressar aos seus países - mais a mais, se nos odeiam tanto, deve ser um alívio para eles!

 SERÁ QUE É DESTA QUE A EUROPA ACORDA?


Que é como quem diz: será que é desta que a Imprensa perde o medo, e percebe que quanto mais se acobarda pior é para ela mesma?


 Compilação: como o Islão está a destruir a Europa e a América

O "crime" do Charlie Hebdo foi ter publicado há uns anos umas caricaturas do Mafoma. A ideologia supremacista, de violência e ódio extremos, que dá pelo nome de Islão, não permite representações do seu santo fundador - que, aliás, deu o exemplo, tendo chacinado milhares de "infiéis". O Islão, contudo, permite, encoraja e aplaude o massacre indiscriminado de "infiéis", por motivos tais como o de não serem muçulmanos.

Está tudo no Alcorão e muitos muçulmanos seguem-no à risca. Outros não. A maior parte dos muçulmanos são pessoas pacatas, como quaisquer outras pessoas normais. O problema é que é impossível distinguir uns e outros.

Além de que nunca se sabe quando é que um muçulmano se "radicaliza", ou seja: quando é que começa a seguir os ensinamentos do Alcorão à risca.

Para os muçulmanos, insultar o Islão é não ser muçulmano. Para os muçulmanos, difamar o Islão é dizer a verdade sobre o Islão. A resposta é sempre a mesma: terrorismo, morte, caos!


ISRAEL,  EUROPA E MUNDO LIVRE: A MESMA LUTA 


O Primeiro-Ministro de Israel (que o Governo francês traiu na semana passada, na ONU, ao alinhar com os terroristas, à última hora), manifesta a sua solidariedade para com as vítimas, suas famílias e para com o povo francês. Ele e todos os israelitas vivem com o terrorismo islâmico diariamente.

Os Parlamentos europeus andaram recentemente num afã extraordinário de reconhecimento da "Palestina"; o bando terrorista Hamas foi retirado da lista das organizações que a União Europeia considera... terroristas; o mega-terrorista Mammoud Abbas (ver post anterior) tem sido mais endeusado que nunca; etc., etc., etc.. Tudo para "apaziguar" os muçulmanos e procurar evitar acções destas. Em vão!



E de repente, a Europa descobre que está no mesmo barco que Israel. Os judeus e os cristãos são igualmente "infiéis", e por muito que façam, o seu leque de opções é apenas: conversão; escravização; pagamento da jizya (imposto de "infiel"), caso convenha aos muçulmanos, que precisam de quem trabalhe para os sustentar; ou a morte.

A este tipo de gente, quanto mais se dá, mais eles querem. Dá-se-lhes. Dá-se-lhes para além do razoável, na esperança de que parem a matança por se sentirem gratos. Mas a gratidão é um sentimento e um valor que estão totalmente fora da estrutura psicológica destes povos e destes bandos, que desconhecem a Ética e a Moral, e funcionam apenas por castigo e recompensa. Perguntem a qualquer especialista em Antropologia Social ou em Psicologia.

O erro de Israel tem sido precisamente este. Ceder ao Islão, pagar o Mal com o Bem. A generalidade dos indivíduos formados ou convertidos a este tipo de ideologias (muçulmanos, nazis, comunistas, etc.), lêem a generosidade alheia como fraqueza. E, em vez da esperada "gratidão" e "apaziguamento", a respectiva sede de sangue exacerba-se, por julgarem ter farejado fraqueza.

(A propósito, tal como acontece sempre que há atentados terroristas contra os "infiéis", os "palestinos" já celebram).

Na Europa vai-se percebendo cada vez mais o problema de Israel, que é apenas um: O ISLÃO!


A ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA E DO MUNDO


Ingenuamente, muitos europeus advogam que se receba indiscriminadamente as hordas de maometanos que chegam diariamente do Norte de África e do Médio Oriente. Não se preocupam em saber quais são os legítimos refugiados e quais são os terroristas, traficantes, violadores e outros criminosos que já enxameiam o nosso continente, e que vivem à custa dos nativos, enquanto tantos destas últimos dormem na rua.

Aconselhamos a leitura ou releitura do nosso post:

A Islamização da Europa e do Mundo



Na Europa havia cerca de 1 milhão e meio de judeus, gente no geral ordeira, trabalhadora e pacífica, como qualquer outro europeu. Agora há mais de 52 milhões de muçulmanos. E há medo e terrorismo. A opinião pública, moldada pelos media, continua a ver os judeus com suspeita e a ver os muçulmanos como uma espécie de seres inerentemente puros. Façam o que fizerem (e fazem muito, muito Mal), a culpa é... nossa!


Em França os muçulmanos já atingiram a percentagem crítica dos 10%, e já se acham suficientemente fortes para ditar leis. A quadra festiva que agora finda foi marcada por um surto particularmente grave de jihad contra o Natal - para além das habituais queimas de carros da Passagem de Ano (aquela gente odeia tudo, até a festa do Reveillon...), que este ano se saldaram "apenas" em 940 viaturas carbonizadas. É que, para além de a Polícia estar toda de prevenção, e de o Exército estar na rua, grande parte dos muçulmanos de França estão nas fileiras do ISIS, a batalhar pelo Califado Global!


A tradicional queima de carros no Reveillon, um clássico muçulmano em França...

Há uns dias, um conhecido jornalista francês disse o óbvio - que só a deportação dos adeptos da ideologia terrorista do Islão pode salvar a Europa - e despediram-no.

Geert Wilders é um político holandês que se opõe à islamização da Europa e pugna pela Democracia, pela Liberdade e pelos valores judaico-cristãos que caracterizam a nossa Civilização. Tem sido perseguido, pelos Tribunais, pelos terroristas, e pela esquerda suicidária - aquela esquerda que faz manifestações contra os crucifixos e contra o Natal, mas que de bom grado se espoja no chão, em submissão ao deus Alá.


Geert Wilders, ou a história do mensageiro fuzilado

E AGORA, HOLLANDE, JÁ É TERRORISMO ISLÂMICO?


O surto de jihad anti natalícia que varreu França não foi considerado jihad, mas apenas "casos isolados de pessoas desequilibradas". O Hollande e seus comparsas socialistas, que precisam do voto muçulmano como de pão para boca, irão continuar a negar?

Os especialistas têm outra opinião:
Ataques como o de hoje serão "mais frequentes"
Porta-voz do OSCOT, Filipe Pathé Duarte, disse que "era uma questão de tempo até isto acontecer".
Um responsável do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) afirmou esta quarta-feira que atentados como o desta quarta-feira contra um jornal satírico francês, que causou 12 mortos, serão mais frequentes, em detrimento de ataques de grande escala. Em declarações à Lusa, o porta-voz do OSCOT, 
Filipe Pathé Duarte, disse que "era uma questão de tempo até isto acontecer". "Este tipo de ataque é uma situação que tem vindo a ser ensaiada progressivamente e é possivelmente a melhor forma de agir atualmente no Ocidente", referiu o responsável. 
Para o OSCOT, os atentados de grande escala e organizados "são cada vez mais difíceis de fazer, tendo em conta que a pressão e a monitorização é cada vez maior, mas os ataques pequenos são uma forma de ação cada vez mais evidente". "Basta apenas um ou dois indivíduos, armados de automáticas ou semiautomáticas, que comecem a disparar perante uma população não-beligerante, portanto, contra qualquer civil, e depois no final reivindicar o ataque em nome de qualquer ideologia", considerou Filipe Pathé Duarte, que avisou: "Este tipo de ataques poderá vir a ser mais comum do que aquilo que nós pensamos". 
Os países ocidentais têm uma "vulnerabilidade enorme" a este tipo de atentados e só deixarão de a ter "a partir do momento em que abdicarem das liberdades e garantias que os caracterizam enquanto Ocidente", acrescentou. 
Portugal não é exceção: "Estamos na linha inimiga, neste caso, da 'jihad', partindo do princípio que este atentado foi levado a cabo e será reivindicado pela 'jihad'", defendeu o representante da OSCOT. Segundo Filipe Pathé Duarte, "a imprevisibilidade e o quase improviso deste tipo de ataques levam a que a monitorização seja extremamente complicada". 
A resposta, defendeu, passa por aumentar o nível de segurança, o que implica "maior presença policial, que tem um efeito dissuasor, maior cooperação a nível internacional, maior colaboração de forças e serviços de segurança, seja a nível de 'intelligence' [serviços de informação] seja a nível de polícias criminais, e partilha de informações".
CORREIO DA MANHÃ


No post "Eurábia? Não, Obrigado!", escrevemos: "O senhor da imagem é um muçulmano a viver na Europa. É casado com uma prima direita, não gosta de preservativos e não trabalha. A prole cresce. Nós pagamos - para já, em dinheiro..."


POST-SCRIPTUM: A eurodeputada socialista Ana Gomes, do alto da sua torre de cristal, no conforto da sua vida faustosa e do seu ordenado milionário, já decidiu de quem é a culpa desta matança:


Surpresa, ó surpresa! A culpa é NOSSA! Pois claro: se nós não fôssemos tão "xenófobos" (tão xenófobos que sustentamos 80% dos 52 milhões de muçulmanos que cá vivem, e lhes fazemos todas as vontadinhas), eles já não se veriam no penoso dever de nos chacinar!

Como alguém disse: 

"A FRANÇA TEM GAZA EM CASA"!

Hoje, dia da Natal para os nossos amigos cristãos do Oriente, pedimos a vossa ajuda para salvar os que restam dessas comunidades que sofrem a perseguição muçulmana desde o século VII, e que estão a ser vítimas do maior Holocausto da História. Eles avisam-nos, há muito:
Um responsável do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT) afirmou esta quarta-feira que atentados como o desta quarta-feira contra um jornal satírico francês, que causou 12 mortos, serão mais frequentes, em detrimento de ataques de grande escala. Em declarações à Lusa, o porta-voz do OSCOT, Filipe Pathé Duarte, disse que "era uma questão de tempo até isto acontecer". "Este tipo de ataque é uma situação que tem vindo a ser ensaiada progressivamente e é possivelmente a melhor forma de agir atualmente no Ocidente", referiu o responsável. Para o OSCOT, os atentados de grande escala e organizados "são cada vez mais difíceis de fazer, tendo em conta que a pressão e a monitorização é cada vez maior, mas os ataques pequenos são uma forma de ação cada vez mais evidente". "Basta apenas um ou dois indivíduos, armados de automáticas ou semiautomáticas, que comecem a disparar perante uma população não-beligerante, portanto, contra qualquer civil, e depois no final reivindicar o ataque em nome de qualquer ideologia", considerou Filipe Pathé Duarte, que avisou: "Este tipo de ataques poderá vir a ser mais comum do que aquilo que nós pensamos". Os países ocidentais têm uma "vulnerabilidade enorme" a este tipo de atentados e só deixarão de a ter "a partir do momento em que abdicarem das liberdades e garantias que os caracterizam enquanto Ocidente", acrescentou. Portugal não é exceção: "Estamos na linha inimiga, neste caso, da 'jihad', partindo do princípio que este atentado foi levado a cabo e será reivindicado pela 'jihad'", defendeu o representante da OSCOT. Segundo Filipe Pathé Duarte, "a imprevisibilidade e o quase improviso deste tipo de ataques levam a que a monitorização seja extremamente complicada". A resposta, defendeu, passa por aumentar o nível de segurança, o que implica "maior presença policial, que tem um efeito dissuasor, maior cooperação a nível internacional, maior colaboração de forças e serviços de segurança, seja a nível de 'intelligence' [serviços de informação] seja a nível de polícias criminais, e partilha de informações".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/parisatentado_oscot_avisa_que_ataques_como_o_de_hoje_serao_mais_frequentes.html

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Jornalismo de Moer Café

CLÁSSICOS DO SURREALISMO 


"A filha pediu o pente ao pai, ele não lhe emprestou a máquina de moer café, e a partir daquele dia nunca mais se comeram ovos estrelados lá em casa".
Era assim a única anedota surrealista da minha mocidade, que destoava agradavelmente da sensaboria das "do Bocage" e da desconfortável crueza das do "menino Carlinhos".

Tenho-me lembrado desta anedota nestes dias em que as Televisões ruminam as "revistas do ano". Sobretudo quando falam de Israel. Que, como sempre, ocupa grande fatia da secção Internacional. Talvez não erre se disser que Israel é a obsessão favorita dos media.

Ontem, salvo erro na SIC Notícias, lá veio a ladainha surrealista. Foi mais ou menos assim:

"O Papa reuniu no Vaticano o líder palestino, Mammoud Abbas, e os líderes israelitas, numa iniciativa de Paz. Pouco depois, Israel atacou Gaza com mísseis. Do lado palestino houve mil e não sei quantos mortos, e do lado israelita 67".

No ecrã ficam a reluzir os números de baixas de ambos os lados, em letras garrafais, para acentuar a "desproporcionalidade"
Não admira que o sentimento de ódio a Israel seja tão generalizado. Este exemplo de desonestidade é dos mais suaves com que a Imprensa brinda o Estado Judaico.

CLÁSSICOS DO ANTISSEMITISMO 


Mammoud Abbas recebe em triunfo o assassino (à machadada) de um sobrevivente do Holocausto. Também conhecido pelo nome de guerra de Abu Mazen, este ilustre visitante do Papa é um terrorista islâmico e líder do bando terrorista Fatah. Foi planeador e financiador de actos terroristas como o Setembro Negro, de Munique, recebe com honras de heróis e oferece subvenções vitalícias aos assassinos de crianças e de velhinhos judeus. Celebra sempre o assassínio de judeus, como aconteceu com o rapto e tortura até à morte de três crianças na Judeia-Samaria. Foi uma festa! O Ocidente baba-se de amor por este MONSTRO.

Esta "revista do ano" (como todas as outras), para além de omitir a condição de terroristas de Abbas/Mazen e seus apaniguados da Fatah e Hammas, omitiu também:
- os ataques diários com mísseis disparados Gaza contra escolas e infantários em Israel
- a chacina de crianças, de famílias inteiras, pelos terroristas "palestinos"
- a motivação supremacista islâmica da guerra que os árabes movem aos judeus desde o século VII
-  a propaganda e a formação das novas gerações no ódio aos judeus, sendo as escolas (pagas pelo Ocidente, sob os auspícios da ONU), usadas não para ensinar as crianças, mas para as transformar em terroristas
- o bombardeamento contínuo de duas semanas de Gaza contra Israel, que paralisou o país e tornou inevitável uma resposta (os israelitas não podem sobreviver indefinidamente dentro dos seus abrigos subterrâneos, como é óbvio)
- o uso de escudos humanos, de casas de habitação, escolas, mesquitas, igrejas e hospitais, por parte dos terroristas do Hamas, durante a Operação Protecção-Limite
- a execução sumária dos cidadãos de Gaza que não quiseram ser usados como escudos humanos
- As crianças de Gaza que serviram de isco, que pediam socorro aos soldados israelitas, que as iam de pronto socorrer e eram assassinados de seguida pelos terroristas emboscados (que maus que são os israelitas, hein?)
- Os terroristas do Hamas, todos à civil e misturados na multidão, escondendo-se atrás de mulheres e crianças, algo nunca visto na História
- A natureza da Operação Protecção-Limite, que visou destruir os túneis de terrorismo (construídos por crianças de Gaza, que o Hamas a seguir assassina), as bases de lançamento de mísseis e os arsenais que o dinheiro da "ajuda humanitária" ocidental compra


O terrorista Ismail Haniyeh, líder do Hamas,  passa o copo de whisky para a sua amante ocidental esconder dos fotógrafos
- a "prova de vida" que os terroristas corruptos bilionários "palestinos" fazem, a cada dois anos, desencadeando uma guerra aberta contra Israel, de modo a poderem proporcionar estas estatísticas, enquanto estão cobardemente escondidos nos seus bunkers, nas suas mansões da Côte d'Azur, ou a bordo dos seus aviões particulares, a encherem-se de champanhe com as suas amantes
-  a manipulação grosseira que é a comparação de baixas, pois Israel DEFENDE o seu povo, e os terroristas pretendem ter baixas (os líderes para a propaganda, e o povo para ir ter com o seu deus Alá):

Comparar baixas é MANIPULAÇÃO


- E muito, muito mais.  Na nossa etiqueta Operação Protecção-Limite escrevemos bastante sobre esta guerra que marcou o Verão, e que foi mais um capítulo da luta milenar do Islão para erradicar os judeus da face da Terra. Lembramos que Hitler teve nos muçulmanos dedicados colaboradores no Holocausto


Apenas 24 horas após a Autoridade "Palestina" ter apresentado o seu pedido de adesão ao Tribunal Penal Internacional (TPI) - o que é a anedota do ano, do século, do milénio! - o movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, líder do referido organismo, publicou esta imagem horrível na sua página no Facebook, a incitar ao genocídio dos judeus.

Recordamos o post:

"Matar judeus é adorar Allah" 

Com vídeos e entrevistas em que os dirigentes "palestinos" afirmam a sua vontade de extinguir os judeus. 

E também:

Jornalismo Assassino

Porque é do que se trata. Estas guerras promovidas pelo Hamas e C.ia visam conquistar definitivamente a opinião pública ocidental para o ódio aos judeus. Estes jornalistas fazem o jogo dos terroristas. São cúmplices. São tão assassinos como eles. 

Este "jornalismo" mata. E mói! Confira:

O Hamas e a Guerra da Propaganda Global

sábado, 3 de janeiro de 2015

Sobrevoando o Mar Morto

Convidamo-lo para uma breve viagem aérea sobre o Mar Morto, em Israel. Já não é a primeira vez que falamos deste local tão interessante:

O Mar Morto como nunca o viu




Uma bela viagem, não?

"A norte de Israel, nasce o Rio Jordão, importante rio para a região, que cruza o país de norte a sul e que serve de fronteira com a Jordânia, alimentando o Mar da Galileia e desaguando no Mar Morto numa zona de depressão 400 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo."
Wikipédia 

 
O Mar Morto é bem visível neste mapa de Israel. À volta de Israel, vê-se partes dos territórios do Líbano, Síria, Jordânia, Arábia Saudita e Egipto.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

"Deixa Israel em Paz"

Ora vamos lá ver o mapa... Onde está Israel?... Ora esta! Não se vê! Ah, pois é! No mapa do Médio Oriente, e ainda mais no mapa mundi, Israel não se vê. É precisa uma setinha a apontar para um ponto, para as pessoas saberem que ali fica a hiper mega ultra superpotência expansionista imperialista que domina a região, o planeta, o sistema solar e diversas galáxias:


 Vamos lá tentar com lupa e com deformação de imagem, estilo lente olho de peixe:


Agora já se vê ali uma faixazinha, a amarelo, e à volta vemos (bocadinhos de) Turquia, Líbano, Síria, Iraque, Jordânia, Arábia Saudita, Egipto.

Este é um dos poucos textos decentes que se encontram na Wikipédia sobre Israel. Fala sobre a geografia do país:
"A geografia de Israel é extremamente diversificada, com regiões de deserto no sul, montanhas cobertas de neve ao norte e considerável região costeira. O país ocupa uma área de 20.700 km². Sua capital é Jerusalém.
O tamanho do país pode ser comparado, em área (km²), com o estado de Sergipe no Brasil ou um pouco menos do que a região do Alentejo em Portugal, contudo, a distância, em linha reta, entre a extremidade norte e sul do país é a mesma entre Viseu e Portimão (Portugal).
A norte de Israel, nasce o Rio Jordão, importante rio para a região, que cruza o país de norte a sul e que serve de fronteira com a Jordânia, alimentando o Mar da Galileia e desaguando no Mar Morto numa zona de depressão 400 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo.
O formato meridional e litorâneo fornece ao país um micro-clima bem diversificado, florísticas e geológicas.
É possível esquiar no norte do país e ir a uma praia quente no sul em poucas horas."


Mapa físico de Israel


Avivámos a amarelo, no texto da Wikipédia, a parte que diz respeito às dimensões de Israel. Alguma coisa de transcendente tem que haver com este pequeno país, para meio mundo o acusar de ser uma «potência expansionista que todos os dias mata milhares de árabes e lhes rouba milhares de quilómetros de território» e outros surrealismos!

Ora repare - Israel é aproximadamente do tamanho do Estado de Sergipe, no Brasil:


Consegue ver o Estado de Sergipe, a encarnado? Imagino que no Brasil haja fazendeiros com terras bem maiores que Israel. Na novela "Pantanal" eles tinham avioneta para percorrer a sua propriedade. No Médio Oriente há emires e outros potentados que têm pastagens para os rebanhos que são maiores que Israel.


Israel é mais pequeno que o Alentejo:


Aqui vê-se bem o Alentejo, a encarnado. Visto assim, Israel até parece grande. Mas não. Portugal é que é pequenino! :-) Comparemos Portugal com a Europa:


Portugal está no extremo ocidental do continente europeu.

Israel é menos que quatro vezes menor que Portugal. E é esta fatia de terra, este pequeno povo, que, quietinho, leva com terrorismo na cabeça todos os dias,  que alimenta uma obsessão global.

Qualquer dia faço uma versão daquela velha canção do Zé Roberto, mas em vez do cabelo, será "Deixa Israel em Paz!".


Shabbat Shalom, Bom fim-de-semana. Paz, Harmonia e Feliz 2015!