sexta-feira, 21 de abril de 2017

Mata 4 aos gritos de "ALLAHU AKBAR!". Porque terá sido?


ADIVINHA: O senhor Ali Muhammad matou "infiéis" aos gritos de "ALLAHU AKBAR!". Qual terá sido a causa dos assassínios?

O senhor Kori Ali Muhammad abateu três indivíduos brancos, nos Estados Unidos, enquanto gritava "ALLAHU AKBAR!". Jim Hanson, vice-presidente executivo do Centro para a Política de Segurança, diz que matar pessoas "em nome de Alá" é "um crime de ódio e uma forma de terrorismo".

Neste vídeo, Jim Hanson explica que é ERRADO não qualificar os crimes em nome de Alá como terrorismo:


Como sempre, procurou-se uma escapatória para inocentar o Islão. 

Poderia ter sido, por exemplo:

- um incidente isolado;
- um caso de desequilíbrio mental;
- um adepto das armas;
- um extremista de Direita;
- um tiroteio ligado a gangues ou a tráfico de drogas;
- Etc..

O politicamente correcto escolheu o "acto racista", pois o assassino é Negro e as vítimas eram Brancos. 

O verdadeiro motivo, como sempre, ficou de fora.


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"Muhammad era muito activo no Facebook e no Twitter e  expressava a sua antipatia pelos brancos e sentimentos anti-governo em posts nessas redes sociais".


Um dia depois do assassinato do guarda de segurança do motel, Carl Williams, Muhammad postou um status no Facebook declarando:

'A MINHA TAXA DE MATANÇA ACENTUA-SE TREMENDAMENTE (...) ALLAHU AKBAR'."





A notícia na TIME:

Suspeito do massacre em Fresno riu sobre os assassinatos nos interrogatórios policiais

O atirador suspeito de matar três homens brancos num ataque racialmente motivado em Fresno mostrou-se orgulhoso do que tinha feito e riu-se muitas vezes quando explicou as suas acções nas entrevistas com a Polícia.



Muhammad mostrou-se calmo quando foi detido.


Depois de Kori Ali Muhammad saber que era procurado pela morte de um guarda de segurança na semana passada, ele queria matar o maior número de homens brancos possível, disse o chefe de polícia de Fresno, Jerry Dyer.

"Ele queria matar tantos homens brancos quanto possível e foi o que ele fez naquele dia. Ele disse que não gostava de homens brancos e disse que os brancos eram responsáveis ​​por manter os negros em situação desfavorecida", disse Dyer.

Muhammad "não é um terrorista, mas é um racista", disse Dyer.

O suspeito, que é negro, foi sincero ao explicar as suas acções desde a noite de quinta-feira até à manhã de terça-feira, quando ele metodicamente matou três homens brancos no mesmo quarteirão, disse o chefe da Polícia.

Ele disse à Polícia que o segurança o tinha desrespeitado durante uma briga anterior num Motel 6.

Muhammad escondeu-se e praticou rituais de voodoo depois do assassinato. Ele também disse aos investigadores que é muçulmano, mas reza a sete deuses diferentes e não vai a uma mesquita há 25 anos.

Na terça-feira, depois de saber que era procurado pela morte do guarda, ele partiu para matar mais pessoas, disse Dyer.

Ele viu um homem branco num camião e disparou, matando Zackary Randalls. Ele também atirou contra Mark Gassett, despejando dois carregadores nele com o homem deitado no chão. Finalmente, disparou na direcção de uma paragem de autocarros onde avistou homens brancos.

Eles fugiram, e Muammad escolheu aquele que parecia mais pesado, David Jackson.

"Esse seria o seu alvo, e ele disparou contra esse indivíduo", disse Dyer.

Dyer disse que Muhammad não mostrou nenhum remorso nas entrevistas e riu muitas vezes. (...) 


Ali Muhammad numa das suas personagens.


O amigo Eddie Valencia disse que Randalls estava entusiasmado por começar a trabalhar como representante de atendimento ao cliente e estava a fazer a sua volta na terça-feira. Ele descreveu o rapaz de 34 anos como uma pessoa de mente aberta, com um sagacidade afiada e um coração grande.

Ele disse que o seu amigo, que deixou órfãos dois filhos em idade pré-escolar e a Esposa, não quereria que as pessoas sentissem raiva para com o atirador.

"Ele não queria que as pessoas fossem divididas", disse Valência. "Para ele, não havia fronteiras como raça, religiões, crenças, se você fosse uma pessoa boa e basicamente pudesse ter uma boa conversa, ele iria chamar-lhe e amigo, ele era um excelente companheiro!".

Os três homens mortos na terça-feira não tinham nenhuma ligação conhecida entre si ou com o atirador, que deve ser processado sexta-feira.


A cena do crime.


Gassett, de 37 anos, de Fresno, acabara de ir buscar mantimentos a uma instituição de caridade católica quando foi abatido. (...)

Jackson, de 58 anos, de Fresno, foi morto a tiro no estacionamento do prédio da instituição de caridade.

"Estes foram ataques não provocados", disse o chefe de polícia de Fresno, Jerry Dyer.

Duas mulheres latinas e uma criança também cruzaram caminhos com Muhammad, que lhes apontou a arma enquanto tentavam fugir de carro, mas não atirou.

Muhammad, de 39 anos, foi preso pouco depois do tiroteio. Ele deve ser indiciado por quatro acusações de homicídio - pelas três vítimas de terça-feira e pelo guarda de segurança, Carl Williams, de 25 anos.

Muhammad disse que ver o seu nome e foto na terça-feira num Comunicado de Imprensa sobre a matança do guarda ajudou a estimular os ataques em que ele descarregou a pistola 16 vezes em menos de dois minutos.

O suspeito disse à família que havia uma guerra entre negros e brancos na América. Ele postou nas redes sociais sobre o separatismo negro, reparações, o movimento "Black Lives Matter" e os demónios brancos.

No que parece ser a página do Facebook de Muhammad, ele postou repetidamente "#LetBlackPeopleGo" e encorajou os "guerreiros negros" a "revoltarem-se". Uma enxurrada de posts surgiu no dia dos assassinatos. 

Muhammad tem uma história criminal que inclui prisões por pose ilegal de armas, drogas e acusações de prisão falsas. Ele também foi acusado de fazer ameaças terroristas e foi associado com gangues, mas não era um membro confirmado, disse a Polícia.

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O Facebook, que proíbe qualquer crítica ao Islão, permite páginas de organizações e indivíduos terroristas islâmicos, racistas e anti-semitas:

PROIBIÇÃO MUNDIAL de críticas ao Islão no Facebook


Deve estar orgulhoso de cientes como este, o senhor Zuckerberg.


Ilustração da página do Black Lives Matter, movimento racista e islamista.

- Escreve uma pessoa de pele Negra na secção de comentários do DAILY MAIL ONLINE
Voldemort09, High Point, United States
«Como pessoa negra, tudo o que tenho a dizer é White Lives Matter! Realmente incomoda-me que, por alguma razão, o termo "crime de ódio" é sempre aplicável a todas as outras raças, a menos que uma pessoa branca seja a vítima. Eu realmente não entendo porque é que a nossa sociedade é tão retrógrada. Esta história também não teve muita atençãop dos media. Aprendi mais com o DAILY MAIL do que com os outros jornais todos juntos. Isto foi e é um crime de ódio e as vidas destas vítimas importavam. Eles importam. Espero que ele sofra diariamente neste mundo e na Eternidade.»

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