quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Sacerdote católico: “Islão não é religião de paz. Diálogo é inútil." *



Aqui está a tradução de um artigo do jornal italiano La Verità, que postou (na última quinta-feira) uma entrevista com um padre católico romano, Pe. Mario Alexis Portella, sobre o problema islâmico, especialmente à luz da sua recente viagem ao Iraque.

 Nem todos os maometanos são terroristas, claro! Uns matam, os outros festejam:

Jihadistas matam 25 cristãos em ataque à Catedral de S. Marcos


 Via:

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Entrevista com Mario Alexis Portella impressa pelo jornal italiano La Verità em 22 de Novembro de 2018:

Eu vi os massacres no Iraque e digo: ter um diálogo com o Islão é impossível ”
O padre americano fala depois de ter publicado um livro "Islão: Religião de Paz? A violação dos direitos naturais e o encobrimento ocidental", sobre a “falsidade” da “religião da paz”. 
Ele diz: “A violência está nas páginas do Alcorão. Não há uma autoridade única que fale por eles, isso facilita os extremistas”.

"Islão Religião da Paz? - A Violação dos Direitos Naturais e o Encobrimento Ocidental" 

Este vídeo  do espectáculo público da decapitação de um sacerdote católico na Síria está permanentemente a ser retirado, porque é considerado"discurso de ódio"  mostrar os FACTOS:



Os cristãos dos países islâmicos gritam ao mundo o seu pedido de socorro. Mas o mundo está ocupado a condenar Israel por não se deixar massacrar pelo Islão.


Entrevistador: Marcello Mancini.

Que tipo de diálogo se pode ter com aqueles que querem uma mulher como Asia Bibi morta - o seu crime foi oferecer um copo de água a mulheres muçulmanas?
Não é um diálogo com a religião, mas com aqueles que falam em nome da religião. Desde que Ataturk eliminou o califado em 1924, muitos islamistas aproveitaram o vácuo político para representar o Islão à sua maneira. Aqui fala-se de chefes de Estado e, acima de tudo, dos imãs. Como não há autoridade central a representar o islamismo, é difícil individualizar um interlocutor.
O Islão não é uma religião de paz, como dizem muitos muçulmanos. Como pode sê-lo se eles fazem ferozes “guerras santas” de conquista, promovem  o terrorismo e sustentam a morte na guerra santa como “santa religiosidade”? E, no entanto, há um “encobrimento ocidental”, do qual o senhor fala no livro?
Os encobrimentos são por razões financeiras, simplesmente porque os chamados petrodólares são prioritários. Aqui é preciso ver os lucros obtidos com recursos naturais, como o gás. O raciocínio ocidental está de acordo com a realpolitik; os governos limitam a isso o seu relacionamento com os Estados nos quais os direitos humanos são sacrificados. Por exemplo, Donald Trump critica a religião islâmica, que gera o terrorismo, mas ao mesmo tempo vende armas à Arábia Saudita e à Nigéria; estes são dois países que sistematicamente violam os direitos humanos, não apenas contra os cristãos, mas contra os seus próprios povos.
Pe. Portella, o senhor é americano e esteve no Iraque. Viu como os cristãos são perseguidos e as igrejas reduzidas a nada. Que expectativas têm os cristãos sobre nós aqui no Ocidente?
Do lado deles, há uma grande desilusão, porque após a queda de Saddam Hussein em 2003 e a invasão americana, o Ocidente deixou-os em estado político de anarquia. Em diversas aldeias e cidades onde os cristãos ainda vivem, as milícias xiitas e curdas - muitas delas apoiadas pelo Irão - são oficialmente responsáveis ​​pela segurança, mas na realidade não a fornecem. Por isso, os cristãos vivem com medo, porque são perseguidos pelos muçulmanos que agora ocupam os cargos vagos depois do ISIS. De facto, muitos sacerdotes são incapazes de se dedicar ao seu ministério pastoral, porque estão em luta contínua com os funcionários do governo local para defender os cristãos.
O Islão é uma religião envolvida numa guerra santa contra os infiéis. Somos todos infiéis e estamos em perigo. E ainda assim há muitos apologistas que continuam a justificar o Islão e a veicular histórias falsas.
Só temos que olhar para os textos islâmicos originais, que mostram a verdade sobre o Islão; esses textos, no entanto, são ignorados por estudiosos e activistas, que afirmam que são mal interpretados por aqueles que promovem o terrorismo e a islamização do mundo. Isso simplesmente não é verdade.

Padre Portella, pode dar um exemplo?


Basta ler o conteúdo do quinto verso da chamada sura (o último capítulo fundamental do Alcorão) que indica como os muçulmanos devem comportar-se com cristãos, judeus e outros não-muçulmanos:  E quando tiverem passado os meses sagrados, mata os politeístas onde quer que os encontres. Deves capturá-los, sitiá-los , e esperar em todos os lugares de emboscada. Mas se eles se arrependerem, estabelecerem a oração e derem esmolas, deixa-os ir no seu caminho. De facto, Alá é perdoador e misericordioso.
O senhor disse que a fraqueza do Ocidente tem sido essencialmente ter-nos despojado dos nossos direitos de liberdade de expressão, categorizando qualquer um que questione as intenções dos islamistas como islamofóbico.

Aqui é necessário distinguir um muçulmano de um islamista. O primeiro é aquele que se submete à religião do profeta Maomé, enquanto o segundo é um intelectual, como um imã que se encarrega de falar em nome do Islão. Em termos práticos, os islamistas infiltraram-se em postos do governo e lóbis, como as Nações Unidas, e a partir dessa posição estratégica eles conseguiram convencer os chefes de Estado a criminalizar qualquer tipo de crítica contra o Islão. Dessa maneira, eles podem inserir-se ainda mais na sociedade.

O Papa Francisco foi acusado pelos seus críticos por ter traído a Igreja com o Islão? Quais são os seus pensamentos sobre isso?


O Papa fez muito bem em levar o Evangelho de Cristo ao mundo islâmico, como os seus predecessores Bento XVI e João Paulo II. O cristianismo, no entanto, baseia-se na paz e no amor de Deus, enquanto o islamismo justifica a matança e a guerra nos seus textos sagrados. Isso torna difícil individualizar um caminho construtivo com os muçulmanos. É mais um problema político do que religioso.


Francisco, no entanto, invocou o diálogo através de um entendimento recíproco entre muçulmanos e cristãos. Como podemos então dialogar com aqueles que não falam a mesma língua de paz?


O problema é com os seus representantes. Quando o Santo Padre se reúne com certos indivíduos, como o Imam Ahmed el-Tayeb, reitor emérito da Universidade al-Azhar - a universidade de maior prestígio do mundo sunita - não pode confiar no que ele diz; ele fala de paz com ele, mas quando el-Tayeb volta para o Egipto, ele diz outra coisa. O próprio presidente el-Sisi tentou convencer o el-Tayeb e o corpo religioso do mundo islâmico, em 2014, a ver e interpretar o Alcorão num contexto histórico, porque os muçulmanos não podem continuar num caminho que defende a violência do Alcorão. Mas ele foi bloqueado por el-Tayeb.

Existe algum tipo de perspectiva credível?

Para termos um diálogo recíproco, é necessário que os imãs que sustentam as palavras do Alcorão de maneira fundamentalista revejam o seu livro. Acima de tudo, eles devem corrigir os hadiths (os ditos e actos do Profeta) que justificam a violência.

Pelo que explicou, eu entendo porque é que o discurso do Papa Bento XVI em Regensburg abalou certas pessoas. Ratzinger mencionou que Maomé, no início da sua pregação, havia permitido a liberdade de escolha. Assim que ele ganhou poder, no entanto, usou a espada para converter outros. Ele estava certo.
 
A reacção ao seu discurso demonstra que o Islão não tolera nenhuma análise crítica.

Padre Portella, que futuro
têm os cristãos no Iraque?

Os Estados Unidos ainda podem influenciar as questões políticas do governo central de tal forma que os cristãos possam ter os mesmos direitos que os muçulmanos e os curdos. Dito isto, mesmo que os cristãos iraquianos não confiem no governo americano, eles mantêm uma grande esperança em seus corações. A decisão de Trump de desistir do acordo nuclear com o Irão, instituído pelo presidente Obama, pode ser uma maneira de coibir o regime iraniano. Pressioná-los até economicamente a ponto de as milícias que eles sustentam perderem a influência e pararem de perseguir os cristãos.

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Alguns posts nossos chamando a atenção para o Holocausto dos Cristãos:


O Papa Mau e o Profeta Cool



Papa Francisco nomeado "Defensor do Islão"!

Papa: Direitos dos 'migrantes' muçulmanos acima da segurança nacional







Maometanos querem reaver Portugal e Espanha, que já ocuparam, assim como querem reaver Israel, que também anexaram ao Califado:




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Anti-semitismo e Muay Thai *




Esta segunda-feira, o canal de TV Kombat Sport transmitiu o combate para título mundial entre Jimmy Vienot (França) e Ilya Grad (Israel), em Muay Tahi.
É revoltante e assustador constatar o anti-semitismo reinante em França, que não poupa nem o desporto. 
Nunca tínhamos visto  um atleta ser tão apupado pelo público, e muito menos tal desrespeito por um hino nacional:


Não é aquela hostilidadezinha ao forasteiro, que de vez em quando acontece, até num desporto limpo como o Muay Thai. É ódio a um povo e a um país. É o velho ódio anti-semita que persiste e se metamorfoseia segundo os tempos e as circunstâncias.
O consagrado mestre de cerimónias  Daniel Allouche, também conhecido como "The Voice", teve que intervir, lembrando que há valores que merecem sempre respeito, tais como o amor e o desporto.
Sob os assobios da assistência, Allouche teve a coragem de defender um judeu, o que em França, nos tempos que correm, representa perigo de vida.


Daniel Allouche

Com que disposição terá Ilya Grad encarado o combate, perante uma assistência sedenta do seu sangue e do dos seus irmãos?
Se tivessem oportunidade, os árabes sentados na sala teriam feito ao lutador israelita o que os árabes de Ramallah fizeram há alguns anos a dois soldados israelitas, aos quais mataram e esventraram, numa orgia demoníaca típica da Religião da Paz:


O lutador israelita ganhou por KO no primeiro assalto, COMO TODA A GENTE VIU, mas o título foi atribuído ao francês, ou o resultado seria possivelmente o mesmo que em Ramallah:


A Imprensa francesa (completamente rendida ao Islão) declara que o israelita deu uma cabeçada no francês!
O comentador do Kombat Sport viu e relatou o que toda a gente viu (uma cotovelada que deixou Vienot KO) e também ficou surpreendido com a decisão do júri. Mas em Portugal a realidade ainda não é modificada ao gosto do islamismo.


Vienot perdeu, mas como o adversário era um judeu, ganhou!

É DISTO QUE A A FRANÇA GOSTAAAAA!!!


Quanto aos franceses, parecem felizes com o seu Califado. Os colonos maometanos, que já se aproximas dos 15% da população, exploram-nos, espancam-nos e matam-nos sem dó nem piedade.
A cada massacre jihadista (Charlie Hebdo, Bataclan, Nice, etc.) o amor dos franceses ao Islão duplica, e o seu ódio aos judeus (menos de 1% da população), quadruplica!
Os judeus franceses estão a fugir do país, pois são o alvo nº1 dos invasores maometanos. 
Consulte a nossa secção
FRANÇA
e confirme o que dizemos (e que é pouco, pois somos apenas um blogue e não uma agência de notícias).


Massacre do Bataclan:



"Il faut sourtout pas faire la mélange, quoi!!!!" - é a exclamação indignada deles, quando alguém lhes chama atenção para que os maometanos estão a destruir a França.
Os franceses da esquerda estão mais interessados em ser "tolerantes", em adoptarem a teoria de que "nem todos os muçulmanos são terroristas", do que nas vítimas do Islão. Claro que nem todos os muçulmanos são terroristas! Também nem todos os nazis eram das SS!


Anti-semitismo no desporto não é novidade
Em todo o Mundo, os desportistas israelitas competem sob a brutal pressão do anti-semitismo. Não podem sequer entrar na maior parte dos países muçulmanos, e quando vão, não podem usar a sua bandeira nem é tocado seu hino.
Poderíamos mostrar muitos exemplos (ainda há poucos dias a Arábia Saudita preferiu cancelar um torneio de  xadrez a permitir  entrada dos jogadores judeus).
Aqui foi nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro: o judoca egípcio recusa cumprimentar o israelita, para "não envergonhar o Islão":


Aqui foi no Abu Dhabi Grand Slam de Judo, onde o israelita Itay Gal teve que cantar o seu hino nacional, porque os organizadores se recusaram a tocar o hino nacional israelita. E também teve que comemorar a sua vitória sob a bandeira da Federação Internacional de Judo, porque o emirado proíbe a exibição de símbolos israelitas:

O anti-semitismo islâmico baseia-se no Alcorão, que ordena aos maometanos que matem judeus (e também cristãos e infiéis em geral). Segundo os livros sagrados islâmicos, Maomé ele mesmo decapitou cerca de 900 judeus. Porque estes recusaram converter-se à Religião da Paz:


As pessoas não suportam que os judeus não partilhem as suas ideias. Os esquerdistas arrancam cabelos por haver judeus conservadores. Os conservadores arrancam cabelos porque Marx era comunista. Cristãos e muçulmanos não suportam que os judeus não se convertam às suas religiões (ainda que a maior parte dos judeus, nos tempos que correm, nem tenha religião - infelizmente, mas nisso acompanham a tendência global).
A obsessão global com os judeus persiste. Até no Muai Thai.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Maometano ao volante, jihad constante...

A ALEMANHA está a treinar "migrantes" muçulmanos para serem motoristas de autocarro… Caramba, o que poderá dar errado?

"Migrantes" estão a ser treinados para conduzir autocarros públicos na Alemanha, numa nova iniciativa lançada pela Companhia de Transporte de Berlim.
Hmmm, isto é interessante ... Porque não treinar muçulmanos para pilotarem jactos sobre os Estados Unidos? Afinal, resultou tão bem, não foi?...

Colonos maometanos ditos "palestinos" celebrando o massacre de 11 de Setembro de 2001:
  

EuropeInfowars - Carros e camiões de grande porte tornaram-se uma arma favorita dos jihadistas, e as protecções de cimento passaram a ser comuns para proteger as populações em todo o Ocidente contra "ataques de camiões".

EGIPTO: Um autocarro transportando cristãos coptas para um mosteiro ao sul do Cairo foi alvo de um ataque sangrento que matou 28 pessoas. Os terroristas muçulmanos armados exigiram que o grupo recitasse a Shahada, a profissão de fé muçulmana. “Eles recusaram e disseram: 'Não, nascemos cristãos e morreremos cristãos'”, disse o bispo. “Então eles mataram todos os cristãos.


“Um projecto da Berliner Verkehrsbetriebe (BVG), operadora de transporte público de Berlim, em breve verá 16 refugiados empregados como motoristas de autocarro na capital alemã”, anunciou a ERTICO-ITS, uma parceria europeia de transporte. “Para garantir um lugar no projecto, os participantes tiveram que atender a requisitos rigorosos: eles precisavam de uma carta de condução de autocarro, boas habilidades no idioma alemão e uma autorização de residência.”


Colonos maometanos incendiando autocarro em França, aos gritos de Allahu Akbar:





A revista de terrorismo islâmico Inspire publicou instruções explícitas sobre esses tipos de ataques em um artigo intitulado “A Mais Completa máquina de Triturar”, que pede que os jihadistas utilizem veículos de grande porte como “máquinas de corte”, não para cortar relva, mas para derrubar os inimigos Alá. 

Ilustração do artigo da Inspire.

Em 2016, a chanceler alemã, Angela Merkel, propôs um plano para simplificar o processo de candidatura para os migrantes se tornarem motoristas profissionais, e foi absolutamente jeitado pela Associação de Motoristas Profissionais Alemães e pela Associação Federal de Associações de Motoristas Profissionais.

RÚSSIA - Pelo menos 14 pessoas morreram e 28 ficaram feridas quando uma explosão atingiu um autocarro na cidade russa de Volgogrado, na segunda-feira, o terceiro ataque terrorista no país em quatro dias. 

Outro funcionário envolvido no programa diz que os organizadores “estavam cientes dos riscos” - a saber, que seus estagiários poderiam potencialmente ser deportados, mas expressou seu optimismo de que fornecer habilidades profissionais e emprego poderia facilitar o seu status permanente na Alemanha.

GRÃ-BRETANHA: Autocarro de dois andares destruído por uma bomba em Londres.
 
Como a Infowars Europe informou em Maio, as empresas de logística alemãs também estão treinando migrantes para conduzir camiões com reboque.
 Vlad Tepes blog
 BARE NAKED ISLAM
Massacre de Nice, cometido por um maometano ao volante:


Perdemos a conta dos massacres cometidos com veículos automóveis:

Olha! Jihad Automóvel em todo o Mundo!

 

"Faz guerra contra os não-muçulmanos e mata-os até eles se submeterem e até a única religião ser o Islão".

 

Até aqui, os maometanos alugavam veículos e iam matar os infiéis, agora, a Alemanha treina-os:





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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Jihad anti-fraldas: "Deixe o bebé borrar-se todo!"

Partilhámos recentemente  10 + 10 lindíssimas fatwas islâmicas, que aconselham o canibalismo, o sexo com cadáveres, proíbem as mulheres de se sentar em cadeiras ou comer vegetais compridos, e outras delícias das 1001 Noites...

Pérolas preciosas do Islão, a ideologia que rege 1/4 da Humanidade, a que mais depressa cresce e a que mais mata. Certas pessoas racistas, islamofóbicas e preconceituosas, têm o descaramento de resistir à islamização global, vede bem! O que elas estão a perder... E dinheiro que gastam em fraldas!!!

Aprecie esta maravilhosa manifestação de cultura e filosofia, que se arquivámos em JIHAD FECAL (visite a nossa pequena secção):


LÍDER MUÇULMANO PAQUISTANÊS PROÍBE AS FRALDAS, POR SEREM "NÃO-ISLÂMICAS". QUEIMA-AS, PROCLAMANDO: "DEIXE O BEBÉ CAGAR-SE TODO!".
Via:
https://free-speechtimes.blogspot.com/2018/02/watch-pakistani-muslim-leader-bans-un.html
 

Muçulmanos tomaram a rua no Paquistão para queimar fraldas.
Líder religioso paquistanês emitiu uma fatwa que proíbe o uso de fraldas "ocidentais".
O líder religioso alega que o profeta Maomé não usou fraldas e, portanto, os muçulmanos também não devem usá-las.
O profeta Maomé casou-se com uma menina de 6 anos chamada Aisha, mas ele não usou fralda, é assim que a sharia funciona.
A lei da Sharia é incompatível com os valores ocidentais.




O Paquistão não é um país moderno. Lá, as pessoas vivem na Idade da Pedra, mas a ONU e a comunidade internacional permitiram que o Paquistão desenvolvesse bombas atómicas.
Os terroristas muçulmanos em todo o mundo realizam ataques terroristas "em nome de Alá".
Eles justificam a sua violência citando versículos do Alcorão.
Os políticos no Ocidente afirmam sempre que "o Islão é uma religião de paz".
Os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo, de acordo com diversos estudos.



https://www.christiansinpakistan.com/

Cristãos e outras minorias não-muçulmanas em todo o mundo muçulmano estão a ser perseguidas por serem não-muçulmanos.  

A comunidade cristã no Iraque e na Síria foi completamente aniquilada pelos muçulmanos radicais. Quem não conseguiu escapar e recusou converter-se ao islamismo foi executado. O mundo ocidental ignora a cruel perseguição dos cristãos no mundo muçulmano.
Onde estão todas as organizações de direitos humanos da ONU? Onde estão todas as organizações de direitos humanos no Ocidente?
Por favor, ore pelas minorias cristãs no mundo muçulmano.
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De há muito que alertamos para este Holocausto dos Cristãos, que será o maior da História. Mas dizer a verdade é considerado "incitar o ódio", e qualquer menção às atrocidades islâmicas é considerada "fake news"...
O site dos Cristãos do Paquistão grita ao mundo o seu pedido de socorro. Mas o mundo está ocupado a condenar Israel por não se deixar massacrar pelo Islão.
Este vídeo  do espectáculo público da decapitação de um sacerdote católico na Síria está permanentemente a ser retirado, porque é "discurso de ódio":






No Paquistão os cristãos estão a ser exterminados. Por lá, os "infiéis" valem menos do que as fraldas. Os jornalistas ESCONDEM o genocídio dos cristãos.
Então e os justiceiros sociais, a extrema-esquerda, os movimentos niilistas e ateístas do Ocidente? Bem, para além de se desfazerem salamaleques ao Islão, estão ocupados a protestar contra o Natal. Porque o Natal é "fascista", claro!:





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domingo, 2 de dezembro de 2018

Feliz Hanuká à maneira dos Queen!

A Festa Das Luzes começa hoje e isto é bom demais para não divulgar!

 




FELIZ HANUKÁ, MACABEUS!


Israel faz 1ª substituição de joelho que restaura cartilagem e osso



Os seus joelhos já eram? Israel arranja-lhe uns novos!
Odiadores de Israel: fiquem com os joelhos velhos, por favor!
A startup israelita Cartiheal e os pesquisadores da Universidade Ben-Gurion do Negev acreditam ter encontrado a solução para danos leves ou moderados ou defeitos no joelho, com um implante que restaura a cartilagem e o osso. O primeiro implante, realizado recentemente como parte de um ensaio clínico, parece ter ocorrido sem problemas.

https://worldisraelnews.com/watch-israel-performs-1st-knee-replacement-that-regrows-cartilage-and-bone/?fbclid=IwAR1G7t9Wd9OhfoZwCl4BrRmktvPAFPjM0SGDpv4bjpKZADSH5mgho5u40Yk


O combate ao anti-semitismo, à difamação de Israel, aos ataques contra os judeus, ocupam-nos por demais, e só de vez em quando falamos da Medicina e da Tecnologia Made in Israel. Esta vem da World Israel News, mas há muitos outros sites que divulgam a inovação da Estado judaico.

Então você quer boicotar Israel? - Saúde



FELIZ HANUKÁ!

Quem se preocupa com o genocídio dos curdos? (VÍDEO)

O ditador turco recruta todas as milícias armadas e facções jihadistas para destruir os curdos.
Aqui está um pequeno vislumbre dos crimes de guerra turcos (clique na imagem para aceder ao vídeo, sff):

https://www.facebook.com/THEPALESTINIANLIECC/videos/vb.379392212103048/1851891101606642/?type=2&theater


A armada de jornalistas de todo o mundo, mobilizada para condenar Israel por se defender dos terroristas do Hamas, do ISIS, do Hezzbollah, da Fatah e dos milhentos grupos que atacam o Estado judaico, está-se completamente nas tintas para o genocídio dos curdos, dos yazidis, dos cristãos, e de todas os infiéis em terras de Islão.
Mostrar na TV o genocídio diário cometido pelo Islão? Fora de questão! nada que prejudique a imagem da Religião da Paz!
A ONU hoje em dia existe basicamente para destruir Israel.
A União Europeia continua a financiar organizações terroristas que visam a destruição de Israel e o genocídio definitivo dos judeus.




Desde o 11 de Setembro, 34227 ataques terroristas cometidos em nome da "Religião da Paz" (confira a lista detalhada). Estes foram os contabilizados. Há muitos mais que não chegam a ser conhecidos ou são camuflados pelas autoridades.
Na semana de 24 a 30 de Novembro, 25 ataques islamistas, 168 mortos, 144 feridos, quatro bombistas suicidas, 12 países beneficiados pela Religião da Paz.

Em Outubro de 2018, 158 ataques terroristas em nome do Islão,  801 mortos, 712 feridos, 11 bombistas suicidas e 20 países agraciados com a paz do Islão.
Dizer a VERDADE é considerado "incitar o ódio" e "islamofobia".
Hoje em dia o que importa é amar quem nos assassina, "Don't look back in anger",  velinhas e florinhas e ursinhos de peluche, "a cultura deles é matar-nos por isso temos que aceitar", etc..
Efeméride do dia: a 2 de Dezembro de 2015 um casal muçulmano muito religioso levou a Paz a uma festa de Natal. Foi na Califórnia, e os 14 mortos conheceram em primeira mão a maravilha que é a Religião da Paz!


Incitar o ódio contra as vítimas do Islão, especialmente contra Israel, isso sim, já vale!
Agora andam aí meia dúzia de gatos pingados comunistas/islamistas a protestar contra a Eurovisão em Israel. Porque Israel se defende do Hamas. Mas quem os vê a protestar contra os 57 países islâmicos que, todos eles, massacram "infiéis", dissidentes políticos, homossexuais, migrantes, mulheres, crianças?

sábado, 1 de dezembro de 2018

Marine Le Pen ultrapassa Emmanuel Macron *


"Extrema-direita" é um termo difamatório que os media atribuem a qualquer um de que eles não gostem, ou seja, qualquer um que se oponha à agenda globalista, socialista e pró-jihad, das elites políticas e dos media.
Marine Le Pen quer salvar a França, como uma sociedade livre na qual os cidadãos se sintam seguros para andar nas ruas. Para isso, eles chamam-na de "extrema-direita".
Querer defender o seu próprio país agora é uma posição de "extrema direita".
Isto na verdade equivale a uma admissão tácita de que as elites dos media, que colocam esse rótulo nos defensores da liberdade, são, francamente, traidores. As posições que eles estigmatizam são simplesmente as de segurança nacional básica. 
Pamela Geller



O presidente da Macron quebra mais um recorde histórico. Ele é agora o mais impopular de sempre. Uma nova sondagem mostra também que Marine Le Pen o superou em popularidade.

O movimento "Coletes Amarelos" está a levar a cabo protestos em todo o país desde o dia 17 de Novembro, contribuindo para a impopularidade de Macron.

Taxa de aprovação na mesma altura da Presidência:

Mitterand (PS-S & D): 48%
Chirac (UMP-EPP): 35%
Sarkozy (UMP-EPP): 48%
Hollande (PS-S & D): 29%
Macron (LREM-ALDE): 26%


Os protestos tiveram mais de 100.000 pessoas bloqueando entradas e saídas nas principais rodovias, e, no fim de semana, grande parte do centro de Paris foi bloqueada.
A líder populista do movimento Rassemblement National, Marine Le Pen, apoia os coletes amarelos.
De acordo  sondagens BVA, Le Pen é agora mais popular que Macron. Le Pen tem 27%  e Macron apenas 26%.




França, sondagem BVA:

Classificações de aprovação (presidente + líderes do partido)

Le Pen (RN-ENF): 27% (+3)
Macron (LREM-ALDE): 26% (-3)
Dupont-Aignan (DLF-EFDD): 25%
Ruffin (PD- *): 23%
Besancenot (NPA-LEFT): 22% (+1)
Hamon (G.s.-S & D: 21% (-2)

Trabalho de campo: 21/11/18 - 22/11/18
Tamanho da amostra: 1.258


A popularidade de Macron está ainda mais baixa que a do ex-presidente François Hollande e é ainda pior quando se compara com a do último presidente francês conservador, Nicolas Sarkozy, que teve a aprovação de quase um em cada dois eleitores franceses.

A França está no meio a uma grande turbulência, com o aumento do imposto sobre combustíveis, imposto por Macron. Isso aumentou a sensação de distanciamento e de ele trabalhar para as elites.



https://voiceofeurope.com/2018/11/marine-le-pen-now-more-popular-than-emmanuel-macron-poll-shows/


- Veja também o Independent.
Os franceses parecem finalmente fartos de trabalhar para os invasores muçulmanos. É provável que sigam o exemplo dos Estados Unidos, Brasil, Áustria, Itália, Europa de Leste, e abandonem o socialismo e a política suicida de fronteiras abertas. Esperemos que tal decorra sem incidentes graves.

VIVE LA FRANCE LIBRE!

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Cidadãos Portugueses contra a assinatura do Pacto Global para a Migração


https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT91195




Assine agora para evitar ter que sair assim às ruas daqui a uns anos: