quinta-feira, 6 de março de 2014

O Livro dos Números


Israel intercepta mísseis do Irão para a Faixa de Gaza - PÚBLICO


Se o Livro dos Números (um dos do Pentateuco do Antigo Testamento/ Torah, para quem não sabe), fosse escrito hoje diria por exemplo que:
  - A população muçulmana vai em 1, 6 biliões e alcançará os 2,2 biliões em 2030. Os israelitas são pouco mais de 8 milhões
- Desde há 65 anos que essa mole imensa de gente e esse território incomensuravelmente maior que Israel tenta acabar o que Hitler começou (e os Árabes colaboraram nisso); Israel não conheceu um dia de paz
-  Israel já deu mais de 2/3 do seu território em troca da paz; essas terras foram tomadas pelo Egipto e pela Jordânia
- Toda a mancha verde, encarnada e azul, no mapa em cima, são países muçulmanos; o problema não é território - é ÓDIO a Israel!
- Israel é uma ínfima lasca de terra com 20.770 km² - bem mais pequeno que o nosso Alentejo, que mede 31.551 km² Mas o ódio do Mundo islâmico, comunista e neo nazi, concentra-se nessa minúscula faixa de terra.
- Desde que Israel deu Gaza aos Árabes, já lançaram de lá cerca de 14 mil mísseis sobre os civis israelitas, com predilecção pelas crianças
- A Imprensa raramente ou nunca mostra essas vítimas
- Israel é o povo nativo e tem uma permanência ininterrupta na SUA Terra, desde há mais de quatro mil anos
- Os Árabes, como tantos outros povos, foram INVASORES em Israel; mas gozam de direitos iguais aos dos judeus, beduínos, druzos, todos os cidadãos de Israel
- Não UM ÚNICO país muçulmano que seja livre e democrático
- Israel é 1% do Médio Oriente

- Israel é a ÚNICA democracia do Médio Oriente
- Houve SEMPRE mais judeus do que árabes em Israel (conforme já aqui demonstrámos várias vezes)
- O Plano de Partição Britânico deu a maior parte do território aos Árabes; Israel não refilou, queria era ter a sua independência restaurada, mesmo perdendo a maior parte da Terra
- Os Árabes atacaram Israel todos os dias desde a restauração da sua independência
- Os Árabes não aceitaram e/ou violaram TODOS os acordos de paz

Todo o mundo muçulmano está em guerra perpétua contra o Mundo e entre si. Mas o ódio a Israel, une-os a todos, como vemos nesta colaboração, desmontada pala Marinha de Israel, para grande raiva de alguns:

Israel anunciou que interceptou um carregamento de armas do Irão no Mar Vermelho destinado a Gaza. O barco, transportando mísseis M-302 foguetes, está agora a ser rebocado para Eilat.
A YNet relata:
Tropas de elite de Shayetet da 13 unidade da Marinha Israel abordaram o navio em águas abertas na fronteira marítima do Sudão e da Eritreia, cerca de 1.500 km ao sul de Israel. O navio iraniano Klos C navegava sob bandeira panamenha, fazendo o seu caminho para o Sudão desde o Irão, transportando uma carga de mísseis capazes de atingir distâncias de até 200 km. 
O navio deveria chegar ao porto no Sudão esta quinta-feira, cerca de 10 dias depois de ter deixado o Irão. Um inventário inicial por Israel revelou uma grande carga de mísseis, incluindo M-302 iranianos -made, que atingiram Haifa durante a Segunda Guerra do Líbano em 2006.
Os mísseis vieram da Síria, disse o IDF, onde o Irão armazena grandes arsenais. Os mísseis foram levados da Síria para o Irão, onde foram carregados no navio que, em seguida, partiu para o Iraque, onde as armas foram escondidas em caixas de cimento.
A partir do porto iraquiano de Umm Qasr, navegavam no Mar Vermelho em torno do porto de Omã, com destino ao Sudão. O progresso do navio foi acompanhado de perto pela IDF enquanto navegava.
(...). "Os mísseis eram destinados a grupos terroristas em Gaza."

Assista ao video em baixo, do blog do IDF sobre a operação:


O caminho das armas iranianas para os terroristas de GAZA:



GAZA é uma base para os terroristas alvejarem as crianças israelitas. Para grande desgosto de alguns, este carregamento de MORTE não assassinará crianças israelitas:




A Marinha de ISRAEL não é fraquinha - para grande desgosto dos seus inimigos. O David do BEM resiste ao Golias do MAL:


terça-feira, 4 de março de 2014

Ódio aos judeus começa no berço


A Imprensa não mostra: Udi Fogel, (37 anos), Ruth Fogel (36 anos), e os seus filhos Yoav (10 anos), Elad (4 anos) e Hadas (3 meses), foram assassinados sexta-feira à noite, enquanto dormiam. O crime foi cometido por um terrorista palestiniano das “Brigadas de Al-Aqsa” (ver Al Aqsa Brigades claims responsibility for West Bank killing).

O soldado israelita que deixou de olhar para as crianças palestinianas como miniterroristas - PÚBLICO

Como de costume, a Imprensa internacional ignora a realidade do terrorismo contra Israel e dá voz a qualquer excêntrico - que os há em todo o lado. Um judeu "palestinianista", venha de onde vier, a sua palavra é Lei! A política oficial do Hamas e outras organizações terroristas é atacar Israel por todos os meios. A política de Israel é o direito de auto-defesa contra o terrorismo. Querer comparar os jovens terroristas apedrejadores e bombistas suicidas com soldados que vão defender o seu país é o cúmulo da hipocrisia.
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Australiana vai a Gaza ajudar as "vítimas de Israel" e descobre a dura realidade do ódio irracional a Israel, do uso de crianças como bombistas suicidas, do culto da morte e do terror. ISTO os media ocidentais não mostram! Só o ódio ao judeu sustém a causa "palestinianista" nos media internacionais.



Jovens bombistas suicidas, ou como os árabes usam as suas crianças:

Crianças israelitas no jardim infantil, são alvo diário e constante dos terroristas:

 A doutrinação no ódio aos judeus começa no berço:

 
Os terroristas usam as crianças como escudos humanos:

  
 
Doutrinação das crianças árabes para bombistas suicidas: "As bombas são mais preciosas que as vossas vidas". No jardim infantil, as crianças são eninadas a matar e a morrer pelo ódio aos infiéis. A doutrina oficial é "Nós amamos a morte como eles (os infiéis, i.e. nós) amam a  vida":


 




As crianças israelitas do terror, com elas ninguém se preocupa. Só o antissemitismo sustem a causa da "Palestina" - esse país que NUNCA existiu, esse país que os árabes querem edificar no território de Israel, que outrora ocuparam, como antes e depois deles tantos povos.

- Um exemplo entre tantos do terrorismo islâmico contra Israel, neste caso mais uma obra dos pacíficos atiradores de pedras, que o Ocidente esquerdista tão romanticamente ama:

OS APEDREJADORES PALESTINOS DESTROEM A VIDA DAS CRIANÇAS
Há poucos dias, Adva Biton testemunhou no julgamento de um homem palestino acusado ​​de atirar as pedras que colocaram a sua filha Adele, de três anos, no hospital, até hoje. A vida dela mudou drasticamente naquela noite trágica.

A pequena Adele Biton sofreu danos irreversíveis

Em Março de 2013, Adva Biton conduzia o carro levando as suas três filhas a caminho de casa perto de Ariel. Um menor palestino atirou pedras contra o camião na frente do seu carro. O camião parou de repente e Adva não teve tempo para reagir. Colidiu directamente com o camião. As filhas de Adva de cinco e quatro anos de idade ficaram levemente feridas, mas a sua filha de três anos de idade, Adele, ficou gravemente ferida.
 Atiradores de pedras palestinos

"Toda a sua alegria, toda a sua vida lhe foi tirada com a idade de três anos", disse Adva durante seu depoimento no tribunal. 
A bebé permanece no hospital até hoje, e exige a presença constante de Adva ou do seu marido. "Eu já não estou em casa, eu não estou disponível para os meus três filhos", disse ela. "Eu tenho que ser uma mãe, mas eu moro no Hospital Levenstein. O meu marido não foi a casa em mais de 10 meses. Ele já não dorme em casa. É como se já não tivéssemos família.""
Ver uma criança ligada a um milhão de tubos é muito difícil. A sua vida foi destruída por causa dos apedrejamentos. É difícil para mim lidar com o facto de que a minha filha vai ser prejudicada em todos os sentidos por causa de tal acto. É um trauma diário, quando uma pessoa vê o seu filho ofegando, com a cabeça pendendo para baixo, e não pode fazer nada."
 
Este artigo foi originalmente publicado no blog oficial das Forças de Defesa de Israel.Data: 19 de Fevereiro de 2014

Ao contrário do que a Imprensa mainstream tenta fazer crer, a razão de Israel não ter conhecido um único dia de paz desde a restauração da sua independência, não é de território (Israel é menos 4 vezes menor que Portugal). A razão é o ódio islamista:

Listas dos atentados terroristas ocorridos desde o 11 de Setembro, os locais onde ocorreram, as vítimas que causaram, as religiões atingidas e outros dados. Caso queira consultar, aqui vai:


LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2004

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2005

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2006

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2007


LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2008

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2009

LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2010

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2011

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2012

 LISTA DOS ATAQUES TERRORISTAS ISLÂMICOS DE 2013 (1º SEMESTRE)

Sites de interesse:
E você, ainda embarca na MENTIRA "palestina"? Não vá por nós; estude e confirme por si. Estude os factos e não a propaganda antissemita, arabista, neo nazi:


segunda-feira, 3 de março de 2014

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!" *


Cláudia Schiffer recusa proposta de 1,2 milhões de euros

Um príncipe saudita fez o convite e Cláudia Schiffer recusou: por um almoço com a modelo alemã, o príncipe multimilinário estaria disposto a pagar 1,2 milhões de euros.
Schiffer não aceitou, mas respondeu em entrevista ao 'Daily Mail' que considerou "indecente" o convite. "O dinheiro não justifica tudo. Quero andar na rua de cabeça levantada."
A modelo revelou ainda que esta não foi a primeira proposta estranha que já recebeu, mas foi sem dúvida, a que menos gostou.

in CORREIO DA MANHÃ

PARABÉNS, CLÁUDIA! HÁ OUTRAS POR AÍ QUE SE VENDEM POR MUITÍSSIMO MENOS! POR MEIA DÚZIA DE PATACAS, ESCREVEM LIVROS A DIZER QUE 'ISLÃO' SIGNIFICA 'PAZ'.

 
Se não entende Inglês, nesta manifestação de rua na Dinamarca os muçulmanos retribuem a hospitalidade dos nativos (que os sustentam!), exigindo que o país seja bombardeado e as mulheres tomadas como escravas.

 arab-muslim-sheikhs-examine-slave-for-sex
"A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima" - Salwa al-Mutairi

O Alcorão permite a posse de escravas sexuais:

    
Se você tem medo de não agir com justiça para com os órfãos, case com as mulheres que lhe pareçam as suficientes, uma, duas, três, quatro, ou então, apenas uma, ou as que a sua mão direita abranja, assim é provável que você não venha a ser parcial. (Alcorão 04:03 )
Este versículo é a base para a poligamia islâmica, permitindo que um homem possa tomar até quatro esposas, desde que acredite que é capaz de "lidar de forma justa" com todas elas. Mas a justiça, nestas circunstâncias, está nos olhos de quem vê.
Ibn Kathir diz que esta a exigência para lidar justamente com as esposas não é grande coisa, já que tratá-las com justiça não é o mesmo que tratá-los igualmente: "Não é obrigatório tratá-las da mesma forma, trata-se apenas de uma recomendação. Então, se a pessoa fizer isso, tanto melhor, mas se não o fizer, não lhe advém nenhum mal".
O versículo continua, dizendo que se um homem não pode lidar de forma justa com várias esposas, então ele deve casar com uma só, ou recorrer ao "que a sua mão direita abranja" - isto é, escravas. O comentarista do Alcorão Maulana Bulandshahri explica a sabedoria desta prática, e anseia pelos bons velhos tempos:
   "Durante a Jihad (guerra religiosa), muitos homens e mulheres tornam-se prisioneiros de guerra. O Amirul Mu'minin [líder dos crentes, ou califa - um lugar agora vago] tem a opção de distribuí-los entre os mujahedin [guerreiros da jihad], caso em que elas passam a ser propriedade desses mujahedin. Esta escravidão é a penalidade pela descrença (kuffar)".
E passa a explicar que isto não é uma história antiga:
    "Nenhuma das leis referentes à escravidão foi abolida na Sharia. A razão pela qual os muçulmanos de hoje não têm escravos é porque eles não se envolvem na Jihad (guerra religiosa). As suas guerras são travadas pela instrução dos descrentes (kuffar) e são interrompidas pelos mesmos criminosos. O muçulmano [sic] foram algemados por esses tratados com os infiéis (kuffar), em que não podem escravizar ninguém  no caso de uma guerra. Os muçulmanos foram privados de um grande benefício, pelo qual cada casa poderia ter um escravo. Que Allah conceda os muçulmanos a capacidade de escapar dos tentáculos do inimigo e permanecer firmes no Din (religião) e se envolverem na Jihad (guerra religiosa) de acordo com os preceitos da Sharia. Amen!"

Esta não é uma visão excêntrica ou heterodoxa no Islão. O sheikh egípcio Abu-Ishaq al-Huwayni, em Maio 2011, declarou que "estamos na era da jihad", e que à medida que a guerra travada contra os infiéis avançar, os muçulmanos tomarão escravos. Ele esclareceu o que quis dizer numa entrevista posterior:
    "A Jihad é só entre muçulmanos e infiéis. Despojos, escravos e prisioneiros, só devem ser tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos, no passado, conquistaram, invadiram, e governaram países. Isto é aceite por todos os estudiosos - não há desacordo sobre isto de qualquer deles, desde o menor até ao maior, sobre a questão de tomar despojos e prisioneiros. Os prisioneiros e os despojos são distribuídos entre os combatentes, e incluem homens, mulheres, crianças, riquezas, e assim por diante."
    "Quando um mercado de escravos é erguido, este é um mercado em que são vendidas as escravas sexuais, que são chamados no Corão com o nome de al-Yamin , "o que sua mão direita possui" [ Alcorão 4 : 24] . Este é um verso do Alcorão que ainda está em vigor, e não foi revogado. As al-Yamin são as escravas sexuais. Você vai ao mercado, olha para a escrava pretendida, e compra-a. Ela torna-se como sua esposa, mas não precisa de um contrato (casamento) ou um divórcio, como uma mulher livre. Todos os estudiosos concordam neste ponto - não há nenhuma discordância de nenhum deles. [ ... ] Quando eu quero uma escrava sexual, é só ir ao mercado escolher a mulher que eu gosto e compro-a."


- "Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

Solução para os problemas financeiros dos muçulmanos: escravatura!
Em 25 de Maio de 2011, uma activista kuwaitiana, Salwa al-Mutairi, também se manifestou a favor da prática islâmica de escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas, enfatizando que a prática é autorizada pela lei islâmica e pelos parâmetros da moralidade islâmica.
    "Um comerciante disse-me que gostaria de ter uma escrava sexual. Ele disse que não seria negligente com ela, e que o Islão o permite. Ele estava a falar verdade, e eu trouxe a situação aos muftis em Meca. Eu disse-lhes que tinha uma pergunta, uma vez que eles eram homens especializados no que é halal (permitido pela lei islâmica) e no que é bom, e que amam as mulheres. Eu perguntei: "O que diz a lei sobre as escravas sexuais?".
    "O mufti disse: "Com a lei das escravas para o sexo, deve haver uma nação muçulmana em guerra com uma nação cristã ou com uma nação que não é da nossa religião.  E deve haver prisioneiros de guerra".
    "Isso é proibido pelo Islão?", perguntei.
    "Absolutamente não. Escravas sexuais não são proibidas pelo Islão. Pelo contrário, escravas sexuais estão sob uma lei diferente da mulher livre. A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima. Ela difere muito da mulher livre. Enquanto a mulher livre exige um contrato de casamento, a escrava sexual não - ela só precisa ser comprada pelo seu marido, e pronto. Portanto, a escrava sexual é diferente da mulher livre."
Enquanto a exploração selvagem de meninas e mulheres jovens é um fenómeno infelizmente transversal, só na lei islâmica é que tem sanção divina. Aqui está mais um escândalo de direitos humanos ocasionado pela lei islâmica, que a comunidade internacional de direitos humanos e os meios de comunicação cobardemente ignoram.


A activista kuwaitiana explicando que a escravatura sexual é permitida no Islão

 - Um exemplo dos nossos dias e do nosso continente, desta quarta-feira:
"Escrava eslovaca traficada para Burnley, para casamento"
da BBC , 09 de Outubro 
    Cinco pessoas foram consideradas culpadas do tráfico de uma mulher da Eslováquia para um falso casamento com um homem paquistanês para lhe permitir permanecer na UE.

    
Conta a vítima
Romany que foi tratada como um "objecto humano", no Tribunal de Preston Crown Court.

    
Ela foi levada uma noite para a Hungria, transportada para Burnley e vendida para o casamento.

    
Azam Khan, 34 anos, de Brougham Street, manteve-a prisioneira, estuprou-a e agrediu-a.

   
Azam "casou" com ela numa cerimónia fraudulenta numa mesquita local.

    
Khan estava previsto para ser deportado e por isso recorreu ao casamento com uma cidadã da UE numa cerimónia islâmica, para permanecer no Reino Unido, informou a polícia.
(...)

    
"Eu não sabia para onde fugir, para onde ir, ou quem eu podia confiar. Tudo o que eu queria fazer era ir para casa ter com a minha família, na Eslováquia".

    
Após um julgamento de dois meses, Khan foi considerado culpado de levar uma pessoa para o Reino Unido para exploração, cárcere privado, estupro e agressão comum.

    
Através de entrevistas com a vítima, ficou claro que ela tinha sido levada para a Inglaterra num autocarro, segundo a polícia.

    
Ela foi mantida contra a sua vontade por Imrich Bodor, 45, e pela eslovaca Petra Dzudzova, 27, ambos de Clipstone Street, Bradford.

    
Logo depois foi entregue ao afegão Abdul Sabool Shinwary, de 38 anos, de Washington Street, Bradford, que abusou sexualmente dela,  e à eslovaca Kristina Makunova, 37, de Girlington Road, Bradford.

    
Makunova já tinha sido culpada de tráfico de seres humanos e crimes de cárcere privado, e recebeu uma sentença de prisão de 51 semanas, que já cumpriu.

    
A vítima foi vendida a Azam Khan. Nusrat Khan, 40 anos, de Colne Road, Burnley. também foi considerado culpado de cárcere privado.

    
Joe Boyd, advogado de acusação, disse ao tribunal: "O que liga todas estas pessoas é uma série de eventos que soam mais como algo de um romance do século XIX por Dickens do que qualquer coisa que acontece na Europa no século XXI".

    
" [A vítima] foi arrastada por todo o continente e trazida para este país como uma mercadoria, uma escrava".

- Um grande Allah Akhbar, meus semelhantes!

O que vale é que é Carnaval...

Na TV iraniana, antevê-se em delírio e apoteose, a destruição definitiva de Israel (pequeno Estado menos de 4 vezes mais pequeno que Portugal, único país LIVRE e DEMOCRÁTICO do Médio Oriente; aliás, não há NENHUM país islâmico que seja livre e democrático, nem perto disso).
 E agora, vamos ao Carnaval:

"Ainda há muito a fazer" para afastar o Irão da bomba nuclear - PÚBLICO


 

ETC., ETC., ETC., PODERÍAMOS ESTAR AQUI ATÉ À PÁSCOA NISTO...

domingo, 2 de março de 2014

Semana Islâmica

"Qiao Yunao, uma estudante de 16 anos, começou a ouvir gritos e pessoas a correr quando estava à espera do seu comboio. Viu um dos atacantes cortar o pescoço a um homem. “Entrei em pânico e corri para uma loja de fast-food”, contou. Daí, viu outros dois atacantes, um com uma faca para cortar melão e outro como uma faca de fruta a correrem e a atacarem quem quer que conseguissem."

Excerto de artigo do PÚBLICO sobre o atentado jihadista de ontem. Hoje, este jornal  já usa, fugazmente, a palavra "muçulmanos" para os terroristas, mas num contexto que implica que o motivo do massacre é o separatismo e a reacção contra a Polícia...

Todos os dias ouvimos os costumeiros hippies de sandálias a declinarem o seu mantra de que os Estados Unidos, Israel, a Grâ-Bretanha e a França, "matam milhares de pessoas inocentes" (o terrorista Adebolajo decapitou o soldado Lee Rigby por causa dessa acusação à Grã-Bretanha). No entanto, o que vemos são os terroristas islâmicos a massacrarem infiéis por todo o mundo, todos os dias, numa cadência tal que liquidam mais gente num ano do que Inquisição em 350.

Noutros tempos foi uma grande luta para se conseguir a semana inglesa. Agora vai ser maior a luta para acabar com a "semana islâmica"...



Fanáticos islamistas queimaram freiras vivas, degolaram dúzias de estudantes numa escola, assassinaram membros de uma equipa de vacinação contra a poliomielite, bombardearam restaurantes e mercados, massacraram mais de 100  aldeões, e atacaram uma estação de comboios (em cima), onde  onde assassinaram à facada mais de 30 chineses - só na passada semana.  

As pessoas foram massacradas explicitamente em nome do deus Allah numa dúzia de outros países. Ao mesmo tempo, os muçulmanos são as únicas pessoas que consideram irracional pensar-se sequer que o Islão é diferente, ou sequer perigoso.

Segundo os próprios islamistas, o Islão NÃO É uma religião de paz, nem sequer uma religião. É um sistema global e supremacista, de absoluto terror. O Mundo Livre demora a abrir os olhos para a realidade.

 

São os próprios islamistas (este a viver no Reino Unido, advogado de profissão mas a viver à conta do contribuinte), que o afirmam: O Islão é mais que apenas uma religião, é um sistema global e supremacista, e não é definitivamente uma religião de paz.

Relatório Semanal do Terrorismo Islâmico 

Fevº 15 - Fevº 21

 Ataques terroristas:
53
 Allahu Akbars*:
9
 Mortos:
544
 Feridos graves:
610
 *Atentados suicidas


O trunfo da "islamofobia" é amplamente explorado pelos chamados muçulmanos "radicais". Tal como a exigência de liberdade de culto, de expressão, e de todas as liberdades que eles  pretendem suprimir. Não existe UM único país islâmico que seja livre, democrático ou respeitador dos Direitos Humanos.



O Mundo nada tem contra o Islão, o Islão é que pretende dominar o Mundo pela força. Toda a gente civilizada está disposta a acolher o Islão de braços abertos, como faz com qualquer outra religião. 

Ou o Islão se reforma, se actualiza, se torna uma religião propriamente dita, segue o caminho dos muçulmanos laicos e das correntes muçulmanas não violentas, ou o Islão abandona o expansionismo e o terrorismo... ou as pessoas acabarão finalmente por acordar. 

Aliás, já estão a acordar.



Post-Scriptum:  

Não esqueça o Holocausto dos cristãos, a decorrer no mundo muçulmano; apoie a RESCUE CHRISTIANS, do ex-terrorista islâmico e agora cristão, Walid Shoebat.

A imagem que ilustra o artigo original, de uma das vítimas do ataque, é demasiado chocante para ser postada aqui. Por isso apresentamos só a parte superior. Não queremos que nos censurem o blog por causa disso. O sistema de valores politicamente correcto não censura o terror, mas censura que se mostre o terror. Se pretender ver a imagem, clique aqui.

Muçulmanos atacaram estudantes e mataram-nos "como ovelhas"

Uma das vítimas (omitimos o resto da imagem)
28 de Fevereiro de 2014

Por Theodore Shoebat

«Muçulmanos na Nigéria atacaram uma escola e abateram impiedosamente dezenas de estudantes. Queimaram-nos vivos, atiraram sobre eles, e, quando alguns tentaram escapar através das janelas, cortaram-lhes as gargantas.
Estima-se que 40 estudantes ftenham sido assassinados no ataque contra o Colégio do Governo Federal em Buni Yadi, mas os soldados ainda estão a contar os cadáveres.
Os jihadistas abriram fogo contra o bloco administrativo da escola, e depois atacaram os dormitórios, onde trancaram os alunos e começaram a alvejá-los. Um professor disse:
    "Os alunos tentaram sair pelas janelas e foram abatidos como ovelhas pelos terroristas, que lhes cortaram as gargantas. Outros que fugiram foram mortos a tiro."
Esta é a realidade do Islão, é uma estrada que brota das profundezas do inferno, cujo fim é a perdição, tirania e destruição.»

- O motivo para este ataque foi o entendimento religioso de que os infiéis são para chacinar:

"Quanto aos cativos, o emir [governante] tem a opção de tomar a acção mais benéfica segundo quatro possibilidades: a primeira, condená-los à morte, cortando-lhes o pescoço, a segunda, escravizá-los e aplicar as leis de escravidão em relação à sua venda e alforria, a terceira, resgatá-los em troca de bens ou prisioneiros, e a quarta, para mostrar bondade,  é perdoá-los. Allah (que seja louvado), diz: "Quando encontrares aqueles [infiéis] que negam [a Verdade = o Islão , então corta-lhes [os seus] pescoços" (Alcorão sura 47, verso 4)" - Abu'l-Hasan al-Mawardi, al-Ahkam as-Sultaniyyah (As Leis de Governança Islâmica), trans. por Dr. Asadullah Yate, (Londres), Ta-Ha Publishers Ltd., 1996, p. 192.

E assim sendo, chacinem-se os infiéis - neste caso, jovens estudantes cristãos. Diálogo? Apaziguamento? Acha mesmo possível? Acredita em fadas e gnomos?

E agora, querido islamófilo, vá pôr o seu lencinho à Arafat, vá gritar "Morte aos Amaricanos!" e dar vivas ao Ámas, ao Ésbola, à Ál-Cáida, e a todas essas românticas organizações que você tanto ama. Pode estar descansado, que há infiéis brutos e rudes, a dar a vida para que você viva em segurança e não sofra o tratamento acima descrito.

 
"Quando as pessoas vêem um cavalo forte e um cavalo fraco, por natureza preferem o cavalo forte" - Osama bin Laden

sábado, 1 de março de 2014

Novo massacre jihadista na China


China: terroristas islâmicos matam 27 e ferem 109 em ataque jihadista na estação ferroviária de Kunming

Este relatório da Straits Times diz que os atacantes eram "homens armados não identificados", e acrescenta "Uma das testemunhas disse que viu um grupo de homens de preto, perseguindo as pessoas com duas facas compridas". No LiveLeak,são muitas fotos tiradas no rescaldo do ataque (aviso: algumas deles bastante gráficas), com o título: "Terroristas islâmicos uigures  atacam civis".

Como de costume, a Imprensa mainstream esconde a autoria do massacre. 22533 atentados terroristas islâmicos desde o 11 de Setembro de 2001, início da presente jihad (guerra santa). 

O Islão NÃO É nem nunca foi uma religião de paz, nem sequer uma religião. É um sistema global e supremacista.

Relatório Semanal do Terrorismo Islâmico 

Fevº 15 - Fevº 21

 Ataques terroristas:
53
 Allahu Akbars*:
9
 Mortos:
544
 Feridos graves:
610
 *Atentados suicidas

 "27 mortos, 109 feridos em Kunming, num ataque à estação ferroviária"

Straits Times, 2 de Março 

Kunming - homens armados não identificados teriam invadido uma estação ferroviária em Kunming, capital da província de Yunnan, sudoeste da China, ontem, deixando 27 mortos e pelo menos 109 feridos, segundo relatos. Há ainda poucos detalhes disponíveis do ataque.As imagens que circulam no Sina Weibo, o equivalente chinês do Twitter, mostram corpos salpicados de sangue no chão. Assistentes médicos pode ser vistos levando os pacientes a um hospital local e policias patrulham a estação, disse a Xinhua.(...)



Ontem, a comunidade muçulmana global cuspia fogo por causa de um vídeo da Katy Perry em que um figurante usava um medalhão com o nome do deus deles. Hoje, este atentado, como os que acontecem todos os dias, não lhes merecerá UMA PALAVRA! Onde estão os tais "muçulmanos moderados", de que tanto se fala, mas que ninguém vê?

E você, não está já FARTO de islamistas, de jihadistas, de burqas, de terrorismo, de todo este sistema fascista do século VII, que diariamente leva o terror a todo o mundo?