segunda-feira, 25 de abril de 2016

VÍDEO: Bênção Sacerdotal de Páscoa em Jerusalém

A energia espiritual era palpável, com dezenas de milhar de judeus reunidos no Muro das Lamentações para a cerimónia de Birkat Cohanim (Bênção sacerdotal) que ocorre na Páscoa.

Olhando ao redor, havia judeus de todos os tipos - diferentes cores de pele, diferentes cores de kippot*,  diferentes países de origem - mostrando uma nação verdadeiramente unida.
* Kippot é o plural de kippah, aquele "chapelinho" que os judeus usam.
As forças de segurança foram mobilizados em toda a Jerusalém e, em particular, na Cidade Velha, para evitar ataques terroristas durante este grande evento:

 


http://unitedwithisrael.org/es/

domingo, 24 de abril de 2016

Muçulmanos na Europa: "MORTE AOS JUDEUS!", "ADOLF HITLER!" e "ALLAH AKBAR!

Quem diria que na Europa se voltaria a gritar pelo Nazismo!
Sob a capa de uma manifestação "palestinianista", muçulmanos, na Alemanha, gritam: "MORTE AOS JUDEUS!", "ADOLF HITLER!" e "ALLAH AKBAR!".
Diante da Polícia, fazem a saudação nazi, com toda a impunidade:

Se fossem cidadãos alemães ou quaisquer outros não-muçulmanos, seriam imediatamente detidos. Mas os agentes não se atrevem a dar voz de prisão a muçulmanos, por receio de que estes se desforrem nas famílias, e por receio de serem punidos pelas chefias.
Esta manifestação é na Alemanha, mas, à medida que os muçulmanos ganham a sua GUERRA DEMOGRÁFICA na Europa, multiplicam-se.

A VELHA AMIZADE NAZISMO-ISLÃO
Este tipo de manifestações islamo-nazis só pode surpreender quem não está a par da História. Os muçulmanos foram aliados de Hitler e colaboraram alegremente no Holocausto. 
Almas Gémeas: Hitler e o seu compincha, o Grande Mufti de Jerusalém:
O livro de Hitler, o famoso Mein Kampf, é um best-seller no Mundo Islâmico. Está disponível nos hotéis, tal como a Bíblia está nos hotéis do Mundo Livre.
Hitler é um herói para o Islão, e o Islão era a única religião que Hitler respeitava, precisamente pela sua natureza supremacista, racista, anti-semita e sanguinária.
Ficções anti-semitas, como os famosos "Protocolos dos Sábios do Sião", fazem parte da "Constituição" de grupos terroristas islâmicos como o Hamas.

SEJA MODERNO! COMPRE NA "HITLER"!
A famosa loja "HITLER", em Gaza, é um must. Os manequins ostentam facas, num incitamento expresso à "INTIFACADA", a campanha terrorista que exorta os muçulmanos a esfaquearem judeus, e que tem custado a vida de muitos inocentes, assassinados em nome do Islão:




É DISTO QUE O MUÇULMANO GOSTA:
Os muçulmanos não se incomodam nada por viverem sob regimes tirânicos, como o do Hamas em Gaza. Pelo contrário, quanto mais brutal é a liderança, mais admirada é. Na mente muçulmana, todas as frustrações, injustiças e razões de queixa se materializam sob a forma de ódio aos judeus.


Os Governos europeus, pusilânimes, incompetentes, cobardes, interesseiros, fazem vista grossa ao regresso do Nazismo pela mão dos muçulmanos, e até se lhe rendem, na esperança de que eles matem apenas os judeus. Não tenham essa ilusão. Hitler também não se ficou pelos judeus. A dada altura começou a matar também pessoas:

Europa - regressa o antissemitismo de Estado


NAZISMO, PALESTINIANISMO E ISLÃO - ALGUNS DOCUMENTOS:


Brigadas nazis muçulmanas. Isto a TV não lhe mostra.

Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)

The Roots of Nazism in Radical Islam - PLO , Fatah , Hamas , Hezbollah & The Muslim Brotherhood * - http://www.youtube.com/watch?v=B0SXaVKXPMA

* - CENSURADO PELO LÓBI ISLÂMICO


THE NAZIS AND THE PALESTINIAN MOVEMENT - http://www.youtube.com/watch?v=VjARZPAcATM


Hitler and the Grand Mufti of Jerusalem - https://www.youtube.com/watch?v=7mkbBudJu1w


Nazism and Islam, an inconvenient truth - https://www.youtube.com/watch?v=g9KqrRajY9Y


Marine Le Pen e Frente Nacional com os judeus franceses

A Frente Nacional criou um grupo informal dirigido aos eleitores judeus, para "desafiar a ditadura de representação e a difamação contínua contra o CRIF*".
O pai é nazi, mas a filha não o será obrigatoriamente.

Há bastante tempo que Marine Le Pen pretende apresentar a Frente Nacional como um baluarte aos judeus franceses, na luta contra o "fundamentalismo islâmico". Os judeus franceses "devem lutar ao lado daqueles que foram claros sobre o perigo do fundamentalismo e oferecem soluções reais", disse a Presidente Frente Nacional, em Março de 2015.
Em ano de eleição presidencial, o partido fundado por Jean-Marie Le Pen decidiu ir mais longe. Um grupo informal de eleitores judeus será criado, anunciou o Jerusalem Post em 13 de Abril.  (...)
Este movimento deverá, de acordo com Michel Thooris, ser desenvolvido ao abrigo da lei de associação 1901. Será independente da Frente Nacional e de outros colectivos recentemente lançados pelo partido.
"Não é uma criação da FN, mas de amigos da FN e de Marine Le Pen", disse Lab Louis Aliot.
O terrorista islâmico Mohammed Merah, de 23 anos, andou a assassinar soldados franceses e judeus franceses em Março de 2012. É um poster-boy do Islão e da Extrema-esquerda, que se alegraram com a matança e ficaram desaustinados e a espumar pela boca quando a besta foi abatida.

"Este não é um colectivo, mas uma associação de patriotas fé judaica, que já existia em 2012, na qual Michel Thorris já tinha responsabilidades e na qual nem Marine Le Pen nem o seu partido intervieram".
O presidente da FN refere-se à União de Judeus Franceses, presidida por Michel Ciardi e à qual já pertencia Michel Thooris. "O grupo informal que vai ser criado não tem nada a ver com UFJ. Lançamos uma nova associação, começamos algo novo", disse ele.
"Estatutos próprios foram elaborados e serão apresentados em breve. Esta associação é independente da FN, mas terá proximidade com Marine Le Pen", disse o membro do comité central do partido.

A nova rotina em França: muçulmanos atacam e espancam judeus em plena rua. A maior parte dos vídeos foi retirada da Internet e substituída por propaganda muçulmana. O lóbi islamo-esquerdista é poderoso e petroliferamente rico.

E continuou:
"Marine Le Pen deixa as iniciativas acontecerem. Deixa-nos a nossa liberdade de acção, mas mantém-se atenta ao nosso trabalho. O nosso objectivo é pensar sobre todas as questões, para permitir que as pessoas da comunidade judaica se expressem. Vamos fazer propostas para a campanha presidencial, mas sem pressão sobre Marine Le Pen".
Dirigir-se directamente a uma comunidade pode parecer contraditório para um partido que enfatiza sempre a indivisibilidade da comunidade nacional. Ainda mais quando este movimento político tem, pelo seu fundador, uma história um pouco complicado com a comunidade judaica.
"Erros foram cometidos, com certeza", admite Wallerand de Saint Just. As palavras de Jean-Marie Le Pen, que disse que as câmaras de gás foram um "detalhe da Segunda Guerra Mundial" ou quando pensou fazer uma boa piada com o lançamento do "crematório do senhor Durafour", provavelmente não criaram um terreno fértil para relações amistosas.

Sob a capa do palestinianismo, muçulmanos atacam judeus em França e espalham o caos. O palestinianismo, e os modernos movimentos islamistas, têm todos raízes nazis.

No entanto, "este grupo não é uma associação comunitária", diz Michel Thorris. Louis Aliot concorda:
    "O objectivo é desafiar a ditadura da representação e a permanente difamação do CRIF. Este grupo não faz comentários sobre política externa ou religião, como o CRIF. Ele existe para lutar contra a demonização da FN."
"O nosso objectivo é desmascarar a ideia de que a FN não defenderia a comunidade judaica", continua Michel Thooris. "Hoje, há um estrangulamento no  CRIF [Conselho Representativo das Instituições Judaicas da França] e muitos judeus franceses procuram soluções políticas alternativas. O CRIF representa-se apenas a si mesmo e não é vocacionado para defender os interesses da comunidade judaica".


Mohamed Merah invadiu uma escola judaica em Toulouse e metodicamente executou um rabino, os seus dois filhos e uma outra menina judia. A última vítima - Miriam Monsonego, de 8 anos (em cima) - tentou fugir quando a arma do assassino encravou. Então, Mohamed Merah agarrou Miryam pelo cabelo, sacou de outra arma e alvejou-a na cabeça - Egnorance.

Wallerand de Saint-Just vê esta associação como uma maneira de ter contactos dentro da comunidade judaica: "Se pudermos encontrar fórmulas para falar com órgãos institucionais, melhor", afirma o tesoureiro da FN.
Michel Thooris tem defendido repetidamente a Liga de Defesa Judaica (JDL), como associação detém uma "missão de serviço público, defendendo as pessoas e bens".

Judeus franceses rumam a Israel


Cansados de serem atacados e de viverem com medo, cada vez mais judeus franceses se refugiam em Israel. Os judeus em França são uns 500 mil. São cidadãos ordeiros, produtivos e leais. Os muçulmanos, já ultrapassam os 10% da população, em Paris são 6 milhões, e estão em França assumidamente para dominar os "infiéis". A Frente Nacional, com todas as reticências que nos suscita, é a única força política que o denuncia. As outras forças políticas competem pelo voto islamista.



Paris: Impunemente, um muçulmano ataca pessoas, por estarem a comer durante o Ramadão. Imagine-se que um judeu faria o mesmo por causa do Yom Kippur ou um cristão por causa da Sexta-Feira Santa. Quem protestar é "racista" e "islamofóbico":

 

Como é que chegámos aqui?

sábado, 23 de abril de 2016

Belém - muçulmanos e mãe do terrorista festejam ataque ao autocarro (VÍDEO)


Marcha festiva em Belém em apoio do terrorista de Jerusalém. A mãe do terrorista que se fez explodir, celebra também!

Depois de Gaza, Belém, acolheu uma multidão em delírio, festejando o ataque terrorista em Jerusalém, que causou 21 feridos.

A mãe do terrorista morto, no meio da multidão, distribui doces:



 

Às vítimas de lavagem cerebral mediática, que "acham" que "as pessoas reagem assim por serem oprimidas", perguntamos:
Onde está a "opressão", não apenas em Israel, mas em todo o planeta, já que diariamente os muçulmanos matam, estropiam, torturam, estupram, milhares de inocentes?
Os demónios que no vídeo celebram o ataque terrorista, e aqui, as vítimas do ataque - para os "media", os de cima são os bons, e estes, os maus. O Marxismo Cultural assim dita.

Saiam da vossa concha de ignorância atrevida e atrevam-se a dedicar umas horas a conhecer a VERDADE, o que o Al-Público & Companhia não vos contam.
A verdade não é "relativa" - é absoluta! Há terroristas que matam inocentes e há inocentes que são mortos por terroristas. Há o Bem e já o Mal! E o Islão é o Mal:

O TERRORISMO GLOBAL


Todos os dias, em todo o Mundo, a "religião da paz"!

Bélgica - Muçulmanos dançaram para festejar massacre


O primeiro-ministro Charles Michel confirmou que houve muitas manifestações de apoio de muçulmanos aos ataques de Bruxelas.

"O Conselho de Segurança Nacional relatou manifestações de apoio aos ataques em diferentes partes do país. É um facto", confirmou no domingo Cauderlier Frederick, porta-voz do primeiro-ministro Charles Michel, citado pelo La Libre e pelo DH , em resposta às observações do Ministro do Interior, Jan Jambon, publicadas no sábado no jornal flamengo De Standaard.
(...)
Agora repare como o Primeiro-Ministro da Bélgica leva um puxão de orelhas dos muçulmanos,que assim demonstram que são eles, na prática, quem manda na Bélgica:
"Esses são factos que não podem ser negados por nenhuma forma de idealismo", disse o Primeiro-Ministro. Mas aos seus olhos, o Ministro do Interior não quis generalizar.
O Primeiro-Ministro Michel foi questionado pelos deputados socialistas Ahmed Laaouej e Emir Kir sobre as declarações do ministro Jambon, para saber se as subscrevia.
No final da tarde, depois de sair de uma reunião com o primeiro-ministro e os ministros seniores do governo, incluindo Jan Jambon, uma das organizadoras da marcha contra o terror, Fátima Zibouh, preferiu, no entanto, destacar o espírito construtivo da reunião.
Fátima Zibouh disse que preferia passar a mensagem de "valorização da diversidade cultural, em vez de me deter sobre sound bites que ferem, o que afectou a comunidade muçulmana e Molenbeek".
Fonte e vídeo
Portanto: os muçulmanos matam, festejam, e nós ainda temos que lhes pedir desculpas!
A Bélgica e a Europa, hoje, invadidas pelo cancro islâmico (ver texto abaixo).
O Ministro do Interior belga, o flamengo e nacionalista Jan Jambon, disse no sábado, 16 de Abril que "uma parte significativa da comunidade muçulmana dançou por ocasião dos ataques." 
Ele vê nesta ocorrência uma evidência do fracasso político de integração de estrangeiros na Bélgica, como explica na entrevista ao diário flamengo De Standaard. (...) "Eles atiraram pedras e garrafas contra a Polícia e a Imprensa no momento da prisão de Salah Abdeslam. Esse é o verdadeiro problema."
"Os terroristas, podemos detê-los, removê-los. Mas eles são apenas uma pústula. Debaixo há um cancro muito mais difícil de tratar. Podemos fazê-lo, mas não do dia para a noite", diz ainda o ministro, que afirma dispensar o "pensamento politicamente correcto" e "chamar os bois pelos nomes."

Jambon também explicou que o "perigo" relacionado com a radicalização dos jovens das terceira e quarta gerações de imigração está agora "muito profundamente enraizado", porque a Bélgica "ignorou os sinais de aviso durante anos" . [...]
Fonte
Atentado terrorista islâmico: Primeiro-Ministro ouve ralhar dos muçulmanos porque o seu Governo admitiu que os muçulmanos festejaram a carnificina!

Há um ano, o Fernando avisava que o Islão tinha a faca e o queijo na mão. De "caso isolado em caso isolado", a Europa sucumbe sob o terrorismo, sob a jihad, sob o Islão. Daqui a um ano falamos. Se ainda não tivermos ido pelos ares em mais algum "caso isolado".

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Maior autoridade do Islão sunita recusa declarar ISIS anti-islâmico

O simpático e carinhoso Dr. Ahmed al-Tayeb, Sheikh (Chefe ), Grande Imã da mais alta autoridade na lei islâmica no mundo sunita.

Durante um debate (transcrito na popular revista Al-Masry Al-Youm - Egipto Hoje) realizado na Universidade do Cairo em 2 de Dezembro de 2015, o Dr. Ahmed al-Tayeb, Sheikh (Chefe ) e Grande Imã da mais alta autoridade na lei islâmica no mundo sunita (o equivalente à Congregação da Doutrina e da Fé, do Vaticano), a Universidade Islâmica de Al Azhar - foi novamente questionado sobre o facto de que a Universidade Islâmica de Al Azhar se recusar a emitir uma declaração oficial denunciando o Estado Islâmico como kufr, ou seja, não-islâmico ou "infiel".

Em resposta, o Dr. Tayeb disse que a única maneira de a Universidade Islâmica de Al Azhar o fazer seria se um muçulmano rejeitasse formalmente os fundamentos do Islão, como a shahada (que não existe outro deus senão Alá e que Maomé é seu mensageiro) ou as escrituras islâmicas.

A Universidade Islâmica de Al Azhar

Passou então a examinar teoricamente o que aconteceria (de acordo com a Sharia) a um muçulmano que aceitasse os princípios básicos do Islão mas que também cometesse grandes pecados, como o consumo de álcool: seria denunciado como "infiel"?

O Sheikh da Universidade de Al Azhar respondeu dizendo que isso depende dos diferentes pontos de vista das escolas sunitas de jurisprudência islâmica. Algumas dizem que esse muçulmano (que bebe ou comete outros pecados) se torna um infiel, enquanto outras não estão tão seguras e deixam o seu destino nas mãos de Alá.

Tayeb citou  então o Alcorão, Sura 5 versículo 33:

"O castigo daqueles que declaram guerra contra Alá e Seu Mensageiro, e se esforçam por fazer a corrupção na Terra, é que eles sejam mortos ou crucificados, ou lhes cortem mãos e pés dos lados opostos, ou sejam deportados. Será para eles neste mundo a ignomínia; e no outro mundo, será para eles um doloroso castigo".




Decapitação de cristãos no Egipto. O ISIS é isto. O Islão é isto.




Tayib concluiu dizendo: "A Universidade Al Azhar não pode acusar qualquer muçulmano de ser um kafir [infiel], desde que ele acredite em Alá e no Dia do Juízo Final, mesmo se ele cometer todos as atrocidades possíveis", acrescentando: "Eu não posso denunciar o DAESH (o ISIS), o Estado Islâmico, como não islâmico, mas posso dizer que eles causam corrupção na Terra. O DAESH acredita que aqueles [os muçulmanos] que cometem grandes pecados são kafirs e podem ser mortos. Então, se eu os denunciar como não-islâmicos, estou a cair na mesma armadilha. E estou condenado".

A decapitação colectiva de 21 cristãos egípcios pelo ISIS (vídeo completo AQUI) foi uma punição ao "pecado" dos que "declaram guerra a Alá e espalham a corrupção na terra", ou seja: aos que não são muçulmanos!

No entanto, a Universidade Islâmica de Al Azhar é célere a denunciar como "infiéis" (ou, pelo menos, "blasfemos") os muçulmanos seculares - aqueles que só criticam fragmentos da herança islâmica.

Ao mesmo tempo, a que é a Universidade mais prestigiada do mundo islâmico sunita, recusa-se a denunciar o DAESH como anti-islâmico, enquanto a maioria dos políticos ocidentais, com o presidente americano Hussein Obama à frente, insistem que DAESH "não é islâmico."






ISIS executa crianças cristãs. Enquanto isso, o Papa Francisco lava os pés aos muçulmanos.

Em suma, os comentários do Dr. Tayeb demonstram que o Islão sunita considera os "liberais" muçulmanos como mais perigosos e menos islâmicos que o ISIS (ou DAESH). O que que não surpreende, já que muitos ex-alunos denunciaram a Universidade mais famosa do mundo muçulmano pelo seu ensino jihadista e pela legitimação de todas as atrocidades que o Estado islâmico (DAESH) comete.

Adaptado de Raymond Ibrahim.

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O Estado Islâmico/DAECH/ISIS executa 200 crianças cristãos que se recusaram a converter-se. Antes de serem executadas, as crianças cristãs declaram aos terroristas que amam Jesus:



Quando assistimos ao heroísmo destas crianças, e ao encantamento ocidental com o Islão; quando deparamos com exaltados que nos gritam que o Islão é absolutamente pacífico, sem saberem nada de Islão; quando vemos os media e os políticos completamente rendidos à islamização; quando vemos os comentadores a relincharem sonolentamente que o ISIS "não é Estado nem é islâmico"; não prevemos nada de bom para a nossa Civilização.

Se qualquer outra religião ou ideologia aparecesse a proclamar os mesmos princípios do Islão, seria imediatamente esmagada. O Islão contraria todas as premissas dos Direitos Humanos e do Direito. O Islão é inimigo da Humanidade. O maior de sempre.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

A Guerra contra a Páscoa

Na véspera das comemorações da Páscoa Judaica (a celebração que vemos retratada na famosa Última Ceia de Cristo):

 Moisés atravessando o Mar Vermelho à Frente do Povo Judeu.

A Guerra contra a Páscoa  

Quem são os judeus? Uma religião? Uma etnia? Um povo? A questão assumiu uma urgência especial no nosso tempo. No centro do ataque anti-Sionista está a noção de que os judeus não são um povo, mas apenas uma fé. Essa premissa é normativa em todo o mundo Árabe, e especialmente no movimento nacional palestino, cuja totalidade das facções - da Fatah ao Hamas - negam a existência de um povo judeu distinto, com direito de soberania nacional.

O ciclo do ano judaico conta uma história diferente. A Páscoa celebra o nascimento do Povo Judeu, o início de uma narrativa histórica coerente. Shavuot, dois meses depois, celebra a entrega da Torá no Monte Sinai, imprimindo o Povo Judeu com um caminho distinto para Deus. Os judeus, então, são um povo com uma fé específica. Nessa ordem.

O Seder (Ceia) da Páscoa reforça implicitamente essa hierarquia de identidades. O ritual essencial do Seder é a releitura do Êxodo - "Como se vocês mesmos deixassem o Egipto" – e a mensagem é: Não há Judaísmo sem o povo judeu e a sua História.

O meu antigo professor, o rabino David Hartman, observou que a definição de heresia judaica do Hagaddah nos oferece uma definição precisa da identidade judaica. A "criança má" do Hagaddah refere-se ao povo judeu como "tu" em vez de "nós". Ao contrário do Cristianismo e do Islão, por exemplo, onde a heresia é a rejeição da crença, para o Judaísmo, a heresia é a auto-exclusão da comunidade.
 

Como judeu religioso, acredito que o nosso relacionamento com Deus é o núcleo, a finalidade, da existência judaica. Acredito que a vida judaica contemporânea foi empobrecida pela diminuição do Divino, pelo abandono da busca do Deus vivo nas nossas vidas pessoais e colectivas.

E, no entanto, o próprio Judaísmo concede legitimidade ao primado da nacionalidade sobre a fé. A centralidade da nacionalidade na identidade judaica explica a estranha anomalia do judeu ateu. Cristãos ou muçulmanos que rejeitam a doutrina religiosa deixam de ser parte da sua comunidade de fé; não existe tal coisa como um ateu cristão ou um ateu muçulmano. No entanto, os judeus que rejeitam as crenças judaicas mais básicas, mas ainda se identificam com o povo judeu e os seus valores e o seu destino, são universalmente considerados entre os judeus como um de nós.

Paradoxalmente, é dada primazia à nacionalidade sobre a fé, para o bem da própria fé: o Povo Judeu é o portador do Judaísmo. E assim, a nacionalidade é uma categoria religiosa essencial.

A centralidade da nacionalidade para o Judaísmo, é explicada, em parte, pela diferença entre uma fé universalista e uma fé particularista. Todas as três religiões monoteístas compartilham o mesmo objectivo: a revelação da presença de Deus neste mundo. Mas o Judaísmo, mais uma vez, funciona de maneira um pouco diferente. Qualquer pessoa pode, naturalmente, converter-se, e tornar-se um judeu, mas o Judaísmo nunca foi destinado a ser uma fé universal, apenas a fé de um povo específico - cuja finalidade é ser uma vanguarda espiritual dentro da Humanidade para o seu resgate final. O Judaísmo é uma estratégia particularista para um objetivo universalista.
(A conversão é um meio religioso para o objectivo da união ao povo judeu. Rute, a moabita, protótipo do judeu convertido, disse a sua sogra, Naomi: "Teu povo será o meu povo, teu Deus será meu Deus." - nessa ordem).

No início, o Judaísmo Reformista tentou tornar o Judaísmo numa fé sem um povo e uma terra, mas, posteriormente voltou a uma compreensão mais clássica da identidade judaica. Mesmo os ultra-ortodoxos, que geralmente põem uma interpretação estrita da lei judaica acima do bem-estar do povo judeu, aceitam a nacionalidade como um princípio religioso nuclear.


 O Seder culmina com a afirmação: "No próximo ano em Jerusalém", um lembrete de que a História Judaica que começa no Egipto termina na Terra de Israel. Um povo específico ligado a uma terra específica, para o bem supremo de todos os povos e todas as terras.

Vista do Domo da Rocha, no Monte do Templo, na Cidade Velha de Jerusalém, em 29 de Setembro de 2015.

Esta semana, quando os judeus de todo o mundo se preparam para a Páscoa, a guerra contra a nacionalidade judaica - contra a própria Páscoa – teve um desenvolvimento particularmente feio. Uma resolução da UNESCO sobre Jerusalém negou qualquer ligação judaica com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações – o Muro foi identificado entre aspas, ao contrário do seu termo muçulmano, Al Buraq.

A resolução – apoiada, entre outros, pela Suécia, França e Espanha, cujos líderes professam amizade para com os judeus - dá legitimidade tácita à campanha de terror palestina dos últimos meses. Ignora o facto de que Israel proíbe os judeus de orarem no Monte. Que os grupos palestinos destruíram sistematicamente artefactos antigos judeus no local.

Mas acima de tudo, a resolução da UNESCO apaga-nos da nossa própria História.
Segundo a UNESCO, não houve templos no Monte do Templo, o Monte não é o local mais sagrado do Judaísmo, o Muro não é o coração da oração judaica. De todas as tentativas de nos destruir ao longo da nossa História, a campanha contra a História em si é a mais desonesta.

A Páscoa sugere esta definição dos judeus: Nós somos uma história que contamos a nós mesmos sobre quem nós pensamos que somos. O presente ataque à História Judaica é tão perigoso precisamente porque atinge o cerne da Páscoa. Se perdermos a História, o sentido da justeza básica da nossa narrativa, vamos perder a essência do nosso ser.


http://blogs.timesofisrael.com/the-war-against-passover/
Yossi Klein Halevi - Times of Israel

19 de Abril de 2016

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Páscoa Judaica - APOIE AS TROPAS! (VÍDEO)


Está aí a Páscoa Judaica. Apoie as tropas!

Eles (e elas!) asseguram a fronteira oriental do Mundo Livre. Eles dão a vida para que nós todos possamos viver LIVRES. Mostre-lhes apoio, ore por eles, ofereça-lhes um presente. Deus recompensá-lo-á.

Uma iniciativa de 



Celebrações do ataque terrorista em Gaza (VÍDEO)

Já há vídeo da festa em Gaza:



Prosseguem as comemorações do "acto inaugural" da tradicional onda de terrorismo que estala durante a Páscoa Judaica.  Um ataque terrorista feriu ontem 21 israelitas inocentes. Alguns estão em estado grave. Os "palestinos" procedem aos festejos, que incluem a habitual distribuição de doces.

É este o conceito de felicidade em Gaza, um território que Israel deu de mão beijada aos colonos Árabes. Assim que obtiveram Gaza, os árabes elegeram o grupo terrorista Hamas para o governar! 

Desde então, a actividade única do território (depois de destruírem  casas, fábricas, estufas, tudo o que Israel lá deixou, para eles, já pronto) é receber milhões da comunidade internacional, e atacar civis israelitas.

Também é interessante verificar que na Faixa de Gaza, que segundo a propaganda é tão pobrezinha, há tantos carros. E carros bons. Eu, que trabalho e não sou terrorista, como estes projectos de seres humanos, nunca poderei ter um carro assim.

Dizia-nos um lunático, há uns tempos, que Gaza era um campo de concentração, onde eram mantidos árabes em cativeiro, que tinham que "escavar o solo com as mãos nuas, em busca de sementes e raízes para se alimentarem"

De facto, Israel mantém uma cerca de segurança ao longo da fronteira com Gaza. O Egipto também. Gaza é um pequeno Estado cuja única actividade é o terrorismo. Não produz mais nada. A única coisa que Gaza oferece ao Mundo em troca dos milhões que o Mundo lá despeja, é terrorismo. O Egipto tem direito a ter uma cerca de segurança, portanto. Mas Israel não!

Repare nos rostos felizes das crianças nos carros. Veja o que elas são ensinadas a comemorar.

Jerusalém - Bomba em autocarro provoca 21 feridos (VÍDEO)

Bomba no autocarro: Gaza celebra, Imprensa aldraba!

Porquê, Israel? Porque é que não mandas todos esses invasores terroristas para os países deles? Para ao Egipto, para a Jordânia, para o Líbano, ou para o Paraíso de Alá, que é a máxima aspiração deles, para irem ter com as 40 virgens de olhos negros e passarem a Eternidade em orgasmo contínuo? Porque é que teimas em retribuir o Mal com o Bem, Israel? PORQUÊ?