terça-feira, 9 de junho de 2015

A mutilação genital do Correio da Manhã

Hoje o Correio da Manhã dá-nos a notícia de que mais de mil das quase seis mil meninas residentes em Portugal que integram comunidades que praticam a mutilação genital feminina (MGF) podem estar em risco de serem sujeitas à prática, conclui um estudo europeu.
Mas não tem uma palavra para identificar os seus autores: os muçulmanos!
Ainda se as lâminas usadas para decepar os órgãos genitais das meninas fossem israelitas...

Não sabemos se o Correio da Manhã tem accionistas árabes, mas tudo leva a crer que sim, tal a forma como se submete ao Islão.  Quando um jornal destes, que nos habituou a uma postura marialva e desempoeirada, se agacha desta forma e alinha diariamente no mais despudorado branqueamento, só podemos lamentar que esta publicação, tão popular, tenha perdido os seus testículos.

Releia por exemplo: 

Londres - capital da mutição genital feminina

Relembramos também que a circuncisão continua sob ataque na Europa - mas só para os judeus; os nossos Senhores, os muçulmanos, podem naturalmente fazê-la. Podem fazer tudo. Em breve poderão até mutilar genitalmente as nossas filhas. O Califa do ISIS ainda agora ordenou a mutilação genital de mais 2 milhões de meninas iraquianas.

Explorando Ruínas na Judeia


Este vídeo mostra as antigas ruínas de Shivta, uma cidade no deserto da Judeia, que foi devastada pela conquista árabe no século VII dC.

Antes de ter sido destruída pelos árabes no século VII dC, Shivta era uma cidade próspera, grande produtora de vinho. Foi por muito tempo uma cidade clássica da antiga rota das especiarias, e os arqueólogos acreditam que pode ter sido uma colónia agrícola bizantina.

Este é o último de uma série de vídeos deslumbrantes de Amir Aloni, que fornecem uma perspectiva aérea de variadas paisagens de Israel, centradas principalmente na área do Deserto da Judeia.

 

Ebook gratuito: os 10 melhores lugares para visitar em Israel
A Terra de Israel tem sido cenário de alguns dos eventos mais importantes na história da Humanidade. Da Cidade Velha de Jerusalém ao Mar da Galileia, pessoas de todo o Mundo visitam a Terra Santa a cada ano, para apreciar a paisagem inspiradora de Israel. Agora você pode experimentar essa beleza no conforto da sua casa e talvez planear uma viagem a Israel.


domingo, 7 de junho de 2015

UMA CARTA ABERTA AO MUNDO



UMA CARTA ABERTA AO MUNDO - Meir Kahane
- Como consta do Catholic American Thinker


Caro Mundo,

Eu entendo que estejas aborrecido connosco aqui em Israel.
Na verdade, parece que estás mesmo muito aborrecido, até com raiva.

A cada poucos anos pareces ficar mais aborrecido connosco. Hoje, é a "brutal repressão aos palestinos"; ontem foi o Líbano; antes disso foi o bombardeamento do reactor nuclear em Bagdad e a Guerra do Yom Kippur e a campanha do Sinai. Parece que os judeus que triunfam - e que, portanto, vivem - te incomodam ainda mais.

Claro, querido Mundo, muito antes de existir um Israel, nós - o povo judeu - já te aborrecíamos.

Nós aborrecíamos um povo alemão que elegeu Hitler e aborrecíamos um povo austríaco que aplaudiu a sua entrada em Viena, e aborrecíamos uma porção de nações eslavas - polacos, eslovacos, lituanos, ucranianos, russos, húngaros e romenos. E se formos procurar mais para trás, verificamos que temos um longo, longo caminho na História, a aborrecer o Mundo.

Nós aborrecíamos os cossacos de Chmielnicki, que massacraram dezenas de milhar de nós em 1648-49; aborrecíamos os Cruzados, que, no seu caminho para libertar a Terra Santa, estavam tão aborrecidos com os judeus que nos assassinaram em incontáveis ​​números.

Durante séculos, aborrecíamos a Igreja Católica Romana, que fez o seu melhor para definir o nosso relacionamento por meio da Inquisição, e aborrecíamos o arqui-inimigo da Igreja, Martinho Lutero, que, na sua conclamação para incendiar as sinagogas e os judeus dentro delas, demonstrou um admirável espírito ecuménico cristão.

E foi porque ficámos tão aborrecidos por te aborreceremos, querido Mundo, que decidimos deixar-te - por assim dizer - e estabelecer um Estado judeu. O raciocínio era que, vivendo em contacto próximo contigo, como estrangeiros-residentes nos vários países que te compõem, nós te aborrecíamos, te irritávamos e te incomodávamos. Que melhor decisão, então, do que deixar-te (ainda que gostando de ti) - apesar de não gostares de nós? E decidimos voltar para casa - a mesma casa, a mesma terra, de onde fomos expulsos há 1900 anos antes por um mundo Romano que, aparentemente, nós também aborrecíamos.

Infelizmente, querido Mundo, parece que é difícil agradar-te.

Tendo-te abandonado, mais os teus pogroms e inquisições e cruzadas e holocaustos, tendo-nos afastado do Mundo em geral para vivermos em paz no nosso pequeno Estado, continuamos a aborrecer-te. Estás aborrecido porque reprimimos os pobres palestinos. Estás profundamente irado pelo facto de que nós não desistimos dos territórios de 1967, que obviamente são o obstáculo à paz no Médio Oriente.

Moscovo está aborrecido e Washington está aborrecido. Os árabes "radicais" estão perturbados, e os gentis moderados egípcios estão chateados.

Bem, querido Mundo, analisa a reacção de um judeu comum de Israel.

Em 1920 e 1921 e 1929, não havia territórios de 1967 para impedirem a paz entre judeus e árabes. Na verdade, não havia nenhum Estado Judeu para incomodar ninguém. No entanto, os mesmos palestinos oprimidos e reprimidos esquartejaram dezenas de judeus em Jerusalém, Jaffa, Safed e Hebron. Na verdade, 67 judeus foram massacrados num único dia, em Hebron em 1929.

Querido Mundo, porque é que os árabes - os palestinos - massacraram 67 judeus num único dia em 1929? Poderia ter sido a sua raiva por causa da agressão israelita em 1967? E porque é que 510 judeus, homens, mulheres e crianças, foram assassinados nas rebeliões árabes entre 1936-39? Foi porque os árabes ficaram chateados depois de 1967?

E quando tu, querido Mundo, propuseste um Plano de Partilha na ONU em 1947, que teria criado um "Estado Palestino" ao lado de um minúsculo Israel e os árabes gritaram "NÃO" e foram para a guerra e mataram 6.000 judeus - era porque estavam "perturbados" por causa da agressão de 1967? E, por falar nisso, querido Mundo, porque é que não ouvimos o teu grito "perturbado" nessa altura?

Os pobres palestinos que hoje matam judeus com explosivos, bombas incendiárias e pedras, são as mesmas pessoas que, quando  tinham todos os territórios que agora exigem para o seu Estado, tentaram atirar o Estado judeu para o mar.
As mesmas caras retorcidas, o mesmo ódio, o mesmo grito de "itbach-al-yahud" (Massacra o judeu!) que vemos e ouvimos actualmente, eram vistos e ouvidos naquela época. As mesmas pessoas, o mesmo sonho - destruir Israel. O que eles não conseguiram fazer no passado, sonham fazer hoje, mas não devemos "reprimi-los".

Querido Mundo, ficaste quieto durante o Holocausto e assististe de camarote, quando, em 1948, 7 Estados deflagraram uma guerra que a Liga Árabe orgulhosamente comparou aos massacres mongóis.

Assististe de camarote em 1967, quando Nasser, barbaramente aclamado por uma turba selvagem em todas as capitais árabes do mundo, jurou atirar os judeus ao mar. E nada farias se amanhã Israel enfrentasse a extinção. E, como sabemos que os árabes-palestinos sonham diariamente com a nossa extinção, faremos todo o possível para permanecermos vivos na nossa própria terra. Se isso te aborrece, querido Mundo, pensa em quantas vezes no passado nos aborreceste.

Em qualquer caso, querido Mundo, se te sentes incomodado connosco, eis aqui um judeu em Israel que não se poderia importar menos.

RECOMEÇOU!


José Fernando Schlosser, o autor do primeiro recenseamento anti-semita pós II Grande Guerra.

Logo a seguir ao Holocausto (que na verdade não foi "O" Holocausto, mas apenas MAIS UM Holocausto), os inimigos viscerais dos judeus estiveram uns anos de cabeça baixa, contrariados. Porque mais uma vez não extinguiram os judeus, e porque tiveram de fazer um interregno na tentativa de aniquilar os judeus, que levam a cabo, geração após geração, há milhares de anos. 

Nos últimos anos, a acção concertada da extrema-esquerda, dos islamistas e dos media pró-ambos, pavimentou o caminho para o novo Holocausto que se aproxima, inexoravelmente. Foi assim na II Grande Guerra, em que os comunistas alemães e soviéticos, de braço dado com os islamistas, lançaram mais uma calamidade global cujo objectivo nº 1 era, abertamente, o de extinguir os judeus, esse minúsculo e pacato povinho que é hoje 0,18% da Humanidade.

É a demonização continuada dos judeus que antecipa e permite os pogroms e os Holocaustos.

Andávamos à espera disto, mais dia menos dia. Foi hoje:

José Fernando Schlosser, reitor substituto da Universidade Federal de Santa Maria  (UFSM), no Rio Grande do Sul, reeditou os recenseamentos de judeus da Alemanha Nazi, com este documento:


Quem não conheça a História, ou seja anti-semita, não entenderá o significado deste acontecimento. Move-se como marioneta impulsionada pelo vento do Inconsciente Colectivo, e funde-se na irracionalidade brutal das massas, que encontram sempre nos judeus o bode expiatório das misérias humanas.

Quem entenda e queira aprofundar, pode consultar:

JUDEOFOBIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA?
A PERSEGUIÇÃO AOS JUDEUS NA UFSM.  SOLICITAÇÃO ORIGINAL É AINDA MAIS ASQUEROSA QUE O MEMORANDO DO PRÓ-REITOR.

Judeus e amigos dos judeus, não se iludam.  Amigos da LIBERDADE e da DEMOCRACIA, o precedente foi aberto. A partir daqui, ou há a confrontação aberta com os comunistas, os neo nazis e os islamistas, ou teremos em breve mais um Holocausto.

E não esqueçam que se os judeus são sempre os primeiros alvos a abater pelas forças das Trevas, outra gente boa se lhes segue.


Brevemente num campo de concentração perto de si:

 

Muros maus e muros bons

Este é mapa do nosso planeta, mostrando os muros e as barreiras de segurança que se erguem um pouco por todo o lado. Eram 45 em 2011. Recentemente, Marrocos anunciou a construção de mais uma dessas barreiras, para impedir a infiltração de terroristas islâmicos (Bravo, Marrocos!).


No entanto, a única destas barreiras que gera críticas internacionais é a que Israel ergueu, para impedir a continuação das incursões de terroristas islâmicos e as chacinas que estes levavam a cabo.

Após a construção desta barreira, os ataques do exterior (que visavam preferencialmente as crianças), praticamente cessaram. E é isso que mais contraria os detractores de Israel. Na óptica dessa gente, é um direito inalienável de todos os povos da Terra, assassinar judeus livremente.



Até o Papa Francisco I se prestou ao folclore macabro.
 
Quando visitou Israel, o Papa prestou-se a posar junto de uma das poucas secções da cerca de segurança que é efectivamente um muro. Na véspera, foram feitas inscrições que comparavam a cerca ao muro do Gueto de Varsóvia. No Gueto de Varsóvia, os nazis ergueram um muro para deixar os judeus morrerem lá dentro, de fome, sede, doença e desespero. A cerca de segurança erguida por Israel impede que os nazis entrem em Israel para fazer tiro ao judeu.

E eu, que sou relativamente novo nisto, já vou tendo a noção da profundidade das Trevas que cercam o povo Judeu. Em cada geração, o preconceito adapta a sua geometria variável a novas narrativas de demonização, que só têm adeptos porque há um preconceito milenar, inexplicável, absurdo, maléfico. O que só me dá mais vontade e orgulho de ser um AMIGO DE ISRAEL!

 
Fonte:  : © Migreurop (2012) Atlas des migrants en Europe. Géographie critique des politiques migratoires européenne, Paris, Armand Colin, 144 p

Abbas distingue mais uma terrorista

Na pequenez própria de um blog feito por um punhado de modestos anónimos, sem pretensões e sem vagar, temos mostrado por diversas vezes a verdadeira índole de Mammoud Abbas - nome terrorista Abu Mazen - o líder da organização terrorista "Autoridade Palestina", resquício das tentativas islâmicas de conquistar e aniquilar Israel.  Só um brutal preconceito anti-semita (e a cumplicidade dos media) explicam que tanta gente continue a considerar este homem uma pessoa de Bem.

Como só um brutal preconceito anti-semita (e a cumplicidade dos media) explicam que haja tanta gente a achar que Israel deve dar ainda mais do seu território aos muçulmanos, quando cerca de 80% lhes foram dados, "à cabeça", sem qualquer justificação, e eles lá fizeram o seu Estado - a Jordânia!

O Papa Francisco I pode ser boa pessoa. Não sabemos, mas partimos do princípio de que é. Mas os seus votos de que Abbas se comportasse como uma Pomba da Paz fazem tanto sentido como pedir tal coisa a Hitler ou a Osama bin Laden


O chefe da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, é descrito por muitos europeus e americanos como um "moderado", e como "um homem de paz" - pelo Vaticano e por outros. Abbas foi um dos instigadores do massacre de atletas israelitas nas Olimpíadas de Munique, os seus "estudos" foram baseadas numa tese negacionista e hoje ele paga uma fortuna aos terroristas que matem judeus, com as vastas somas de dinheiro dos doadores de todo o mundo.
Que não se enganem os que têm Abbas com parceiro de conversações. As evidências mostram que ele não tem nada a invejar ao ISIS, excepto que ele é, talvez, um pouco mais esperto, e dono de uma avantajada conta bancária na Suíça. Os que crêem na boa vontade de Abbas são os herdeiros daqueles europeus e norte-americanos que, nos anos 30, viam Adolf Hitler como um homem pacífico com quem se podia discutir.
O exemplo mais recente - Mahmoud Abbas atribuiu a condecoração "Estrela de Honra Militar" (uma distinção estranha para uma entidade que não só nunca ganhou uma guerra como baseia todo o seu conceito de "exército" num grupo de terroristas que procuram matar as crianças em autocarros) a uma mulher terrorista (falhada), que plantou uma bomba num cinema em Jerusalém, em 1967.



Na cerimónia, difundida pela TV oficial da "Autoridade Palestina", que também é financiada pelos euros dos doadores europeus, Abbas coloca-se ao lado da terrorista Fatima Barnawi, enquanto o Secretário Geral da Presidência (esta gente adora títulos pomposos) Tayeb Abdel Rahim, lê em voz alta o "decreto presidencial" de Abbas, homenageando a terrorista:
"À combatente (…) Fatima Barnawi, a primeira mulher prisioneira da revolução da Palestina moderna, é concedida a distinção da Estela de Honra Militar", lê Rahim. E faz notar que a recompensa é um "reconhecimento pelo seu papel pioneiro na luta, pelo seu sacrifício pela pátria, pelo seu povo e pela sua revolução, e pela sua vontade de contribuir, desde o início e até hoje".
A tentativa de  Barnawi de assassinar civis judeus foi frustrada quando a bomba foi descoberta, e o seu acto valeu-lhe uma pena de prisão perpétua. Entretanto, e como acontece quase sempre, ela foi libertada em 1977 após ter servido apenas 10 anos de prisão.
Fonte

Que gente que idolatra Che Guevara, Stalin, Mao, e o Mal em geral, admire um terrorista como Abbas, é natural. Para essa gente, tudo quanto seja destruição, ódio e sofrimento, é uma coisa boa. Mas o cidadão normal, acreditar nas boas intenções deste homem, é, repetimos, tremenda desinformação e/ou persistência de ódio anti-semita.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Um Espanhol ou Português em cinco tem origens judaicas


Antes de ir para a manife pró-terrorista e antissemita com o camarada Louçã, dê uma vista de olhos na sua árvore genealógica. Pelo sim, pelo não...

História e Genética: Um Espanhol ou Português em cada cinco tem origens judaicas
O estudo do património genético do povo judeu é muito interessante. Um estudo genético revela que o número de judeus convertidos à força durante a Inquisição, seria muito maior do que o esperado. Aumentando assim o número de Portugueses e Espanhóis de origem Judaica.


Judeus sob a Inquisição: podem ter sido SEUS antepassados!
Tal como acontece com as populações não-judaicas, diferentes grupos da diáspora judaica têm nos seus genes traços específicos da sua jornada. A "vantagem" para a Genética é que os judeus fazem parte dos grupos cujos hábitos socio-culturais são mais individualizadas, com um número menor de casamentos "mistos" que outras populações.
As técnicas genéticas modernas permitem comparar genomas muito finamente e obter informações mais ou menos significativas sobre as suas "semelhanças".

Isaac ben Judah Abravanel (1437–1508), judeu português que se notabilizou como político, filósofo, exegeta e empresário

História judaica confirmada pela genética

Doron Behar, do Laboratório de Medicina Molecular, em Haifa, em Israel, e outros membros da equipa, foram capazes de comparar os genomas de 14 comunidades judaicas diferentes, primeiro entre si, e, em seguida, com os genomas de 69 populações não-judaicas de África, Médio Oriente, Europa e Ásia.
Foram estudadas as comunidades judaicas Ashkenazi do Cáucaso (Azerbaijão, Geórgia), do Médio Oriente (Irão, Iraque); do lado Sefardita, as da Bulgária e Turquia, e a maioria das comunidades judaicas de Marrocos; e as da Etiópia e Índia.
A primeira conclusão deste estudo confirma o que os outros estudos têm mostrado: as comunidades judaicas são geneticamente mais próximas entre si do que das outras populações não-judaicas. Com a excepção da Etiópia e Índia, onde uma maior mistura parece ter ocorrido.
"Esta pesquisa é realmente muito séria e muito interessante", diz Axel Kahn, um biólogo e geneticista, presidente da Universidade Paris-Descartes. "Ela permite confrontar, tanto quanto possível, o mito e a realidade."
A partir destes resultados, a diáspora judaica, ou seja, a dispersão a partir do Médio Oriente, teria começado há 2.500 anos.

Um Espanhol ou Português em cinco tem origens judaicas

 

O escritor Fernando Pessoa, notável português com origens judaicas
Outro estudo, que emana também da Universidade de Nova Iorque, dedica-se a ler a História recente da Diáspora Judaica através dos genes. Os pesquisadores tentaram encontrar correspondências, através de diferenças genéticas, com os eventos que ocorreram na Europa durante os últimos dois milénios.
E foram capazes de identificar, em algumas comunidades sefarditas, uma "componente" genética, que, de acordo com seus cálculos, data da época em que a Espanha foi ocupada pelos Mouros da África do Norte, em 711, até 1492, data da expulsão dos judeus da Espanha pelos "reis católicos".
O estudo também mostra que essas comunidades judaicas têm antepassados ​​comuns que viviam no Médio Oriente antes de migrarem para a Europa e Ásia. Ainda assim, hoje em dia, as populações não-judaicas cujo genoma tem mais em comum com as comunidades judaicas são aquelas que vivem no Médio Oriente.
Um outro estudo indica que, nos mais de 55 milhões de habitantes de Espanha e Portugal, existem mais de 10 milhões de pessoas que têm certamente origens judaicas. Este valor é baseado num estudo do DNA dos habitantes do sexo masculino da Península Ibérica. Esta elevada percentagem indica um alto nível de conversões forçadas no momento da reconquista do sul da Espanha pelos cristãos em 1470, e nos tempos da Inquisição.
O estudo é baseado na análise de cromossomas Y, e foi conduzido por uma equipa de pesquisadores e biólogos prestigiados, incluindo Mark A. Jobling, da Universidade de Leicester, Inglaterra, Francesc Calafell da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona, Lluis Quintana-Murci do Instituto Pasteur, Karl Skorecki do Laboratório de Medicina Molecular Rambam, em Haifa, e muitos outros (ver lista abaixo).

O médico judeu português Garcia de Orta faleceu em Goa em 1568 sem nunca ter tido directamente problemas com a Inquisição, apesar desta ter estabelecido um tribunal na Índia em 1565. Contudo, logo após a morte de Orta, a Inquisição iniciou uma feroz perseguição à sua família. A sua irmã, Catarina, foi condenada por judaísmo e queimada viva num auto-de-fé em Goa, em 1569. Esta perseguição culminou em 1580 com a exumação da Sé de Goa dos restos mortais do médico e a sua condenação à fogueira por judaísmo.

Os biólogos identificaram uma característica distintiva no cromossoma Y dos homens sefarditas, estudando comunidades judaicas sefarditas localizadas em lugares para onde os judeus migraram depois de expulsos da Espanha entre 1492 e 1496.
Eles também caracterizaram os cromossomas Y de árabes e berberes dos exércitos que invadiram a Espanha em 711 AD a partir de dados colectados entre as populações instaladas em Marrocos e no Sara Ocidental. (...)
A Península Ibérica oferece uma área para a avaliação do impacto demográfico destes eventos, uma vez que a complexidade da sua História envolveu uma residência de longa duração de duas populações muito diferentes, com origens geográficas distintas e as suas próprias especificidades culturais e características religiosas: muçulmanos do Norte da África e judeus sefarditas.


A actriz portuguesa de origem judaica Daniela Ruah

Para resolver este problema, foram analisados ​​os haplótipos do cromossoma Y em 1140 homens da Península Ibérica e as Ilhas Baleares. Misturas à base de haplótipos binários e Y-STR indicam alta proporção média de ascendência do Norte da África (10,6%) e sefardita judeu (19,8%).
Apesar de outras possíveis fontes de linhas atribuídas a uma origem judaica sefardita, essas proporções atestam um alto nível de conversão religiosa (voluntária ou forçada) devida a episódios históricos sociais e religiosos de intolerância, que levaram à integração dos descendentes.

Jorge Sampaio, Presidente da República de Portugal entre 1996 e 2006, um de muitos portugueses com origens judaicas

De acordo com a História, a análise e partilha da diversidade de haplótipos dentro de haplogrupos sugere que a componente judaica sefardita é a mais antiga.
A distribuição geográfica da ascendência Norte-Africana na Península não reflecte a colonização inicial e subsequente retirada, e parece resultar de futuros movimentos populacionais forçados, mais acentuada em algumas regiões do que em outras, mais os efeitos da deriva genética.
Este estudo permite deduzir que 20% dos judeus foram convertidos à força. Mas vale lembrar que um grande número de judeus foram deportados até 1492, ou morreram sob tortura e nas fogueiras da Inquisição.
Assim, a ideia de retorno a Sião era uma exigência mais que justificada, nessa época em que teve lugar o primeiro Holocausto. 
Espanha foi rápida a desculpar-se e ainda com uma rapidez a esquecer-se, mas os espanhóis continuam entre os mais anti-semitas da Europa. Por isso é bom lembrá-los de que nos seus genes estão 20% de origem judaica.

© Moshé Anielewicz para Europe Israël News

Lista de pesquisadores que participaram neste estudo. Podemos aqui encontrar especialistas em genética e em Medicina Molecular de Inglatterra, França, Espanha, Portugal e Israel. O Instituto Pasteur, o Technion, a Universidade de Leicester participaram no estudo. Tudo isto confirma a seriedade e a veracidade dos resultados.

 
Traduzido por José de Jesus do blog «AMIGO DE ISRAEL»

P.S. - Em Espanha canta-se em festivais de música 6 MILHÕES MAIS, PARA AS CÂMARAS DE GÁS. Em Portugal, uma em cada 5 pessoas é anti-semita assumida.  A maior parte dessas pessoas nunca viu um judeu nem sabe ao certo o que é.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Vão-se Qatar!

Algumas perguntas que nos têm feito, e as respectivas respostas:


O Estado terrorista e bárbaro do Qatar  e o Mundial de Futebol 

P. -  O Qatar tem tradição futebolística?

R. - Não tanta como o seu irmão Kuwait, que no Mundial de Espanha suspendeu um jogo por estar a perder. Para quem gosta do estilo Monthy Phyton, foi uma barrigada:


P. - Se a Arábia Saudita, o Bahrain e os Emiratos Árabes Unidos protestaram contra a decisão de atribuir o Mundial ao Qatar, sendo eles mesmos regimes medievais tirânicos, isso não significa que o Qatar pode não ser tão mau?
R. -  Não. Significa que o Qatar é mau demais, até para os padrões deles.
P. - Ao fim e ao cabo, de que serve a gente reclamar, se "eles" é que mandam e decidem tudo?
R. -  Se toda a gente pensasse assim, ainda tínhamos escravatura, segregação racial, Nazismo, Inquisição, Península Ibérica muçulmana, mulheres proibidas de votar, lapidação por adultério, etc., etc., etc..
 P. O Qatar tem tradição futebolística?
R. - Mau!... Outra vez?!... Tem a estátua do irmão muçulmano árabe Zidane a derrubar o seu adversário à cabeçada, demonstrando todo o seu conhecido fair-play:

P. - O que fez um homem da idade de Blatter sujar-se todo, já no ocaso da vida? O dinheiro?
R. - Não. Blatter despreza totalmente o dinheiro. Blatter limita-se a gostar das coisas que o dinheiro lhe permite ter.


Na riqueza e na pobreza: o garanhão do Blatter e a sua linda Esposa Linda

P. - Não, agora a sério?
R. - A sério, a sério, agora que a idade já não lhe permitia gozar de certos prazeres sensuais, por muito dinheiro que tenha (o champanhe o caviar também enjoam) Blatter, como tantos outros, estava desesperado por "deixar a sua marca". Blatter ansiava pelo Nobel da Paz. O caminho mais curto para isso passou por atribuir Mundiais a países duvidosos, empreender demandas às Coreias e tentar banir Israel do mundo do desporto. Na dúvida, malha-se nos judeus.
P. - Se Israel se qualificar, irá jogar ao Qatar?
R. - Deus permita que não se realize lá o Mundial, mas a gloriosa incerteza do desporto se encarregará de eliminar Israel. Está definido e foi reiterado que Israel irá lá jogar, se se qualificar, mas é apenas uma formalidade.


29 de Maio de 2015: a TV da organização terrorista "Autoridade Palestina" ensinando as crianças a odiarem os judeus, "a mais vil das criações, macacos bárbaros". Amigos de Blatter...

P. - O que o leva afirmar tal coisa tão categoricamente?
R. - Para além de ligações privilegiadas com a Mossad, o Governo Sionista Secreto Mundial, os Iluminatti da Baviera e os Lagartos Espaciais do Centro da Terra, algumas constatações óbvias. Eis algumas ao acaso:
- O Qatar não reconhece a existência de Israel, como muitos outros países islâmicos, a quem o Islão impões o ódio visceral, doentio e inextinguível aos judeus.
- Recentemente, os holandeses do Vitesse Arnhem foram convidados para um torneio nos Emirados, onde a existência de judeus é proibida pela Sharia, e o clube deixou o defesa Dan Mori em casa. Claro que isto não é nada apartheid! Israel é que tem apartheid - talvez por até ter  no seu Parlamento deputados árabes que defendem a extinção de Israel!
Os ingleses do West Ham United em 2006 fora, estagiar para o Dubai e deixaram em terra os israelitas Yossi Benayoun e Yaniv Kata.

P. - Blatter já se converteu ao Islão?
R. - Não que saibamos, mas é homem para fardar a Patroa a rigor:

P. - Ao serviço da FIFA deste 1971, qual foi o momento mais lato da sua carreira?
R. - Essa é fácil:


quarta-feira, 3 de junho de 2015

NÃO ao Mundial do Terrorismo!


Perante alegações de corrupção desenfreada, o presidente da FIFA, Joseph Blatter, renunciou ao seu posto. Entre as acusações mais contundentes estão os supostos acordos de bastidores que levaram o Qatar a receber o campeonato do Mundo de 2022.
1.200 trabalhadores já morreram no Qatar, na construção dos estádios para o campeonato. Esses trabalhadores vivem em condições inimagináveis, ​​e mais milhares de mortes são previsíveis até 2022. Na sequência do devastador terremoto no Nepal, os trabalhadores migrantes nepaleses nem sequer foram autorizados a voltar para casa, para irem aos funerais dos familiares.
Desde há anos que o Qatar vem financiando o terrorismo em todo o mundo. O Qatar é apontado como o "financiador nº 1" do Hamas. Relatórios indicam que o Qatar já enviou milhões para ISIS, para os talibã e para a Al Qaeda. Autoridades dos EUA afirmam que Qatar pode ter-se tornado a maior fonte de doações privadas para grupos radicais na Síria e no Iraque.
Uma nova presidência da FIFA será eleita, e esta será uma oprtunidade para anular a realização do campeonato do Mundo do Qatar. O mundo precisa de ouvir a sua voz agora.
Assine se petição para exigir que os EUA, a Europa e outras nações tomem medidas para remover ao Mundial do Qatar.
 
Agradecemos o seu apoio.

http://salsa4.salsalabs.com/o/50872/p/salsa/web/common/public/signup?signup_page_KEY=8677&killorg=True


- No nosso marcador FUTEBOL, temos dado um la-mi-ré do envolvimento de Blatter e da FIFA com o terrorismo e o anti-semitismo islâmico.  Muito mais haveria para dizer, mas, ainda que fôssemos profissionais, não conseguiríamos cobrir toda a extensão do mundo podre do futebol, e neste caso do seu organismo máximo. Blatter foi forçado a demitir-se, graças a Deus. Uma grande vitória, mas esta é apenas uma batalha. Sucedâneos do megalómano suíço perfilam-se perante o trono deixado vago. Apelamos às pessoas de Bem para que não pequem por omissão. Cada assinatura conta!


Escravatura no Qatar:

terça-feira, 2 de junho de 2015

Jihad X Cruzadas

Qualquer muçulmano que se preze, quando confrontado com a mortandade horrível que o Islão espalha pelo Mundo há 1400 anos, logo puxa pela carta das Cruzadas. Qualquer idiota metido a moralista intelectualóide também. O Dr. Bill Warner explica as diferenças fundamentais entre a Jihad e as Cruzadas:


Ainda que as Cruzadas tivessem sido moralmente comparáveis à Jihad, as Cruzadas já acabaram há muitos séculos, mas a máquina de matar, estuprar, mutilar, torturar, que é o Islão, nunca deixou de funcionar. São 11 cristãos assassinados por hora, com requintes barbaros de crueldade, e o Mundo nada faz, tolhido e amolecido por décadas de doutrinação comunista-hippie.
Quanto muito, o mundo CONDENA quem expõe a VERDADE, rotulando-a como "discurso de ódio".

VELHOS HÁBITOS

O problema de Israel é apenas esse: o Islão. O estar cercado pelo Islão e infiltrado por colonos muçulmanos, cuja mentalidade simplesmente não consegue conceber a existência de judeus, de cristãos ou de qualquer outro tipo de "infiel".
Como não nos cansamos de lembrar, segundo o Islão, o nosso destino enquanto "infiéis" é a morte, a escravatura, a escravatura sexual, ou a subserviência com obrigação de pagamento do imposto, a jyziia. Esta pobre rapariga descobriu o Islão da maneira mais trágica:

"Um muçulmano árabe palestino de Jericó (Judeia e Samaria) foi acusado na passada quinta-feira do assassinato de Daria Magdalena Rozmiarek, uma turista polaca, em Nazaré, Israel, no mês passado. 
Kutaiba Atian, 21 anos, agrediu sexualmente a mulher antes de a estrangular e esconder o seu corpo nos arbustos.

O indiciamento apresentado ao tribunal em Nazaré inclui acusações de assassinato, tentativa de atentado violento ao pudor, obstrução da justiça e permanência ilegal em Israel.
Segundo o chefe da divisão de homicídios do Distrito Norte, Superintendente Eyal Harari,ao turista, Daria Magdalena Rozmiarek, 24 anos, estava com um grupo de 40 peregrinos num hotel de Nazaré.  Foi atacada em 16 de Abril, quando deixou o hotel para dar um passeio (...)."


segunda-feira, 1 de junho de 2015

81% apoiam o ISIS


Numa sondagem recente realizada pelo canal por satélite do Qatar Al Jazeera, os entrevistados apoiaram esmagadoramente o Estado Islâmico, com 81% de respostas "SIM" à pergunta "Apoia as conquistas jihadistas no Médio Oriente?".

A sondagem gerou cerca de 38 mil respostas, com apenas 19% das pessoas a responderem "NÃO".

Via EUROPE-ISRAEL

É uma sondagem de TV, não tem validade científica exacta, mas não deixa de ser um bom indicador sobre as preferências do público muçulmano. Pensemos nisso ao abrirmos a porta a milhares de "imigrantes" do Magreb e Médio Oriente.
Cá no Mundo Livre, a extrema-esquerda tradicional e a extrema-esquerda nazi, apoiam fervorosamente a invasão islâmica. Só quem não conheça a História pode ficar surpreendido com a Triple Entente do Mal.
Também fresquinha de hoje é esta sondagem de rua, que não deixa margem a dúvidas: os jovens muçulmanos de Minneapolis (Minnesota), nascidos nos Estados Unidos, preferem a lei Sharia. O cineasta norte-americano Amy Horowitz foi aos bairros que mais terroristas têm fornecido a bandos como o ISIS ou a Al-Shabab e as respostas só espantam quem não conheça a mentalidade islâmica. Em resumo, é assim:
- Eles nada têm a apontar aos Estados Unidos, reconhecem que são bem tratados, não são discriminados, têm acesso à educação e a todos os direitos dos norte-americanos tradicionais,  mas dizem sentir-se frustrados, porque preferiam viver na Somália e não entre os infiéis. A segunda e terceira geração são mais radicalizadas e menos integradas, odeiam mais os Estados Unidos e o Ocidente que os seus pais. Mas não se vão embora. E quando vão é para o terrorismo!
Confuso?

A reportagem completa: