segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Israel trata sírios feridos na guerra


Lembram-se disto?
A mulher síria ferida disse: "Nós hesitámos em vir ser tratados em Israel, porque fomos ensinados a odiar. Fomos ensinados este é um Estado inimigo brutal, mas aprendemos que a realidade é diferente. As pessoas aqui têm uma consciência O nosso inimigo está na Síria, não em Israel."
Danny Brenner

"Se pudéssemos, ficaríamos aqui" - disse o casal sírio no
Hospital  de Poriah, na sexta-feira.

 
Israel gasta 32 milhões de shekels para tratar sírios feridos na guerra

Israel tem gasto milhões no tratamento de pacientes sírios. Mais de 1.000 sírios beneficiaram de cuidados e fundos israelitas. 

IDF evacua feridos sírios. (Foto: IDF)
Um documento oficial do Ministério da Saúde revela que Israel gastou 32.487.415 shekels (cerca de 9 milhões dólares) desde o início de 2013, no tratamento de sírios feridos em busca de tratamento médico em Israel.

A informação foi divulgada como parte de um relatório abordando as despesas de quatro hospitais do norte em Tiberius, Tsfat, Nahariya e Kiryat Shmona, que têm vindo a tratar sírios feridos na guerra civil do país.

Estes números não incluem os fundos direccionados pelo Ministério da Defesa e pelo IDF para esta causa. Os sírios são normalmente tratados nos
hospitais de campanha do IDF  antes de serem internados em centros médicos israelitas.

Até ao momento, cerca de 1.200 sírios foram tratados em hospitais israelitas, incluindo os procedimentos de salvamento especializados.


 PM Netanyahu reúne-se com uma refugiados sírios (Foto: Kobi Gideon / GPO). 
Tratamento de alta qualidade
 
O YNET relata que em 27 de Setembro, três crianças sírias gravemente feridas foram levadas para o Centro Médico Ziv em Tsfat (Safed). Foram atendidas na unidade de urgências e espera-se que continuem o tratamento.

"Eu não estou interessado na situação militar ou nas circunstâncias que os trouxeram até aqui, apenas nas circunstâncias médicas em que foram feridos", disse o Dr. Amar Hussain, chefe da sala de emergência, ao YNET . "É sempre difícil receber crianças feridas, e este é um dos piores casos que já vimos aqui desde que a luta começou. Quebra-nos o coração receber as crianças em tais condições, o efeito dos estilhaços nos seus corpos é muito mais grave do que nos corpos dos adultos", acrescentou.

O Hospital de Ziv tratou 376 sírios no total, incluindo 50 crianças.

Em 28 de Setembro, um menino de
10 anos de idade gravemente ferido e um homem ferido, com cerca de 20 anos, foram levados para um hospital israelita do norte. Em 2 de Outubro, o Hospital Poriya em Tiberius recebeu um homem sírio de 23 anos de idade, com ferimentos causados ​​por estilhaços, o 106º paciente sírio tratado no hospital durante esta guerra.

Os hospitais de campanha do IDF recebem todos os feridos, independentemente da sua origem
Um líder da oposição síria que visitou recentemente Israel declarou: ""Eu vim ao Centro Médico da Ziv para agradecer ao hospital o tratamento de centenas de homens, mulheres e crianças que receberam tratamento da mais alta qualidade, e apoio emocional, na sequência dos acontecimentos difíceis que têm experimentado durante a guerra na Síria. Este tratamento não é apenas para as crianças e mulheres feridos, é para todo o povo da Síria ".


 O Dr. Kamal Al-Labwani, um membro proeminente da oposição síria, actualmente no exílio na Turquia, visitou vítimas sírias hospitalizados no Centro Médico Ziv em Tsfat.


-  Eu, que não fui ensinado a odiar ninguém, fico aturdido com o grau de preconceito e maledicência que existe em relação a Israel. Ainda recentemente, a organização HONEST REPORTING viu-se na obrigação de exigir à TIMES  MAGAZINE que retirasse a acusação Hitleriana de que o Exército de Israel "roubava órgãos" aos Árabes. A história está AQUI, mas é apenas uma dentre centenas de milhar.

Note-se que foi a TIMES  MAGAZINE; não foi o jornal fotocopiado dos putos neo nazis dos Olivais!

Nos nossos dias, o Mundo está à distância de uma viagem de avião, ou de um clique na Internet. Quem puder ir a Israel ver com os seus olhos o que é Israel, que vá. E que visite também os seus arqui inimigos Irão, Iraque, Síria, Jordânia, e todos os países islâmicos do Mundo, cuja prioridade máxima é varrer do mapa a pequena democracia do Médio Oriente.

Quem não puder pagar um bilhete de avião, que tenha a honestidade intelectual de se informar, ouvindo ambas as partes. 

Enquanto os anti-semitas dos mais diversos quadrantes  espalham difamação e ódio, Israel faz o bem sem olhar a quem, e sem fazer propaganda. Se não fôssemos visitantes do site United With Israel, não saberíamos destas e de outras acções generosas do pequenino Israel, grande de ânimo e coração.

domingo, 5 de outubro de 2014

Elefante na Redacção do Correio da Manhã *

MENTIR POR OMISSÃO
 

Titula assim o CORREIO DA MANHÃ:
Pai mata mãe e vende filhas a um violador violento
- Podia não ter sido um "violador violento". Podia ter sido um violador meiguinho. Mas continuemos:

Mulher do País de Gales revela vinte anos de sofrimento, em livro.
- A legenda da foto é "Fotografia da família de Gaby Gillespie, no Iémen" 
Portanto: temos um típico casal britânico, os Gillespie, o marido é um louco que matou a mulher e vendeu as filhas. Ponto final, assunto encerrado, o resto é para encher as colunas. Transcrevemos, só para demonstrar, preto no branco, o nosso ponto:
Uma britânica de 50 anos revelou recentemente que quando era adolescente foi vendida pelo pai, juntamente com as duas irmãs, a um violento violador no Iémen. Antes de ter vendido as três crianças, o homem tinha morto a mãe delas, revela o jornal britânico Daily Mirror.

Gaby Gillespie, uma galesa com 50 anos, publicou as suas memórias no livro 'A traição do meu pai' ('A Father's Betrayal', no título original). No livro, a britânica revela ter sido vítima de abuso prolongado após o homicídio da sua mãe. "Foi uma decisão de grande importância contar, finalmente, a minha história. Penso que é uma história que tem de ser contada. Isto não aconteceu apenas connosco, comigo e com as minhas irmãs. Quem quer que esteja nesta situação tem de começar a falar", referiu Gaby à imprensa britânica, agora que o seu pai já morreu e que ela vive no Reino Unido, com os seus filhos.

O homicida, e pai das três órfãs, vendeu-as a um homem do Iémen. A adolescente e as suas irmãs foram maltratadas e violadas de forma tão violenta pelo iemenita que uma delas acabou por se suicidar. A mulher do País de Gales afirmou à imprensa britânica que desculpa o pai, "pelo que fez à minha mãe e às minhas irmãs", mas, refere que nunca irá "perceber como é que alguém pode fazer isto aos seus filhos".

- É claro que o tipo físico das meninas, que aparecem na imagem (o pai e a mãe não são mostrados), não é o de galeses típicos. Ma, à luz do politicamente correcto, esse FACTO, apesar de notado, NÃO PODE ser comentado, nem sequer se pode puxar o fio que leva ao CERNE DA QUESTÃO!


O CERNE DA QUESTÃO


O cerne da questão é que não se trata meramente de assassínio e venda a um violador. Trata-se de ISLÃO. Pura e simplesmente. O Islão permite o «casamento» de meninas a partir de 1 ano de idade. O pai das crianças é muçulmano, e, como tal, decidiu vender as meninas para se «casarem». É simples! 

Se os comentários do CM fossem como dantes, quando não precisavam de autenticação, os leitores do CM (aqueles que já estão na fase bípede), já lá teriam depositado as pérolas do costume, do género: 
"Os senhores ingleses, das terras de Sua Majestade, afinal são tão finos e fazem destas poucas vergonhas".  
Não me consegui obrigar a escrever um erro de ortografia em cada palavra. As minhas desculpas.


Gabriella Gillespie - O CM trata-se sempre pelo diminutivo Gaby, para acentuar a britanicidade da senhora - está de regresso a Inglaterra, com os seus cinco filhos: Taz, Justina, Adam, Sandy e Luke.

Um caso típico de "elefante na sala". O CM rende-se ao apaziguamento do Islão. Submete.-se. Tem medo. Para sabermos efectivamente o que se passou e porquê, fomos verificar o MAILONLINE.

O QUE O CM NÃO CONTA, PORQUE NÃO É POLITICAMENTE CORRECTO
Mas o MAILONLINE conta:
'O meu pai matou minha mãe - e vendeu-me para o Iémen como esposa quando eu tinha 13 anos':  noiva criança britânica revela o abuso violento que sofreu nas mãos do seu pai e do seu marido
 - Gabriella Gillespie, hoje com 50 anos, cresceu no País de Gales e agora vive em Bristol  
 -  O seu pai iemenita foi preso por matar a sua mãe britânica quando ela tinha seis anos
  
 - Ao ser libertado, levou-a e às irmãs para o Iémen para umas "férias"
-   As irmãs foram vendidas em casamento, com Gabriella, que casou aos 13 anos  
 
-   Ismahan, de 17 anos, suicidou-se no dia de seu casamento, para não casar com um homem muito mais velho

-    Gabriella foi casada à força com Ziad Nasser, de 18 anos, um viciado em drogas violento

-   Depois de 17 anos, conseguiu fugir para a embaixada britânica com os seus cinco filhos

Voltou para o Reino Unido em 1992 com sua família
-   Escreveu um livro de memórias numa tentativa de garantir que a sua história não se repetirá

Eis estão como o CM sobrevoa a razão de ser do livro - lutar contra a exploração sexual de menores no Islão - e dá uma notícia truncada. Porque se rendeu ao politicamente correcto. 
Quando os casos são, por exemplo, em Portugal, o CM enche o peito e titula "Padre pedófilo arrisca cadeia" - mesmo antes do julgamento - ou "Escola em Almada escondeu abusos sexuais a menor" - mesmo que as investigações ainda estejam a decorrer.


O SENHOR GILLESPIE

Se a filha se chama "Gaby" Gillespie, o pai deve ser o senhor Gillespie, certo? 
ERRADO! O pai é Ali Abdulla Saleh Yafai, um muçulmano iemenita, com quem em má hora uma britânica desprevenida se casou.



O bárbaro e assassino Ali Abdulla Saleh Yafai, com as filhas


A IGNORÂNCIA BEM-PENSANTE

Mas não há casos de abuso e assassínio sem ser no mundo islâmico? - perguntarão rectoricamente os  bem-pensantes. Claro que há! Mas não é de lei. «Casar» as filhas a partir de 1 ano de idade, é permitido no Islão. Espancar as mulheres, torturá-las. mutilá-las, matá-las por motivos triviais, é permitido no Islão e é a regra nos países islâmicos, onde em vez de Direitos Humanos há a sharia, a medieval lei islâmica. 

Depois, os mesmos bem-pensantes, que não sabem do que falam, mas que falam alto e pensam que sabem tudo, entram em modo de histeria com verdades óbvias, como esta:
Lembram-se do brado que isto deu?  Alguns vieram logo com a questão dos padres pedófilos. A visão sectária anti-cristã e pró-islâmica, anti-ocidental e pró resto do Mundo, não permite a essas pessoas a simples constatação de que o abuso de menores, na nossa sociedade, é legalmente punido e moralmente mal visto. Já no mundo muçulmano, é a REGRA! Escrita! É a LEI! É aprovado pela religião - que é a ÚNICA autoridade que lá existe!


Policarpo sabia do que falava

 Mais disse, na mesma entrevista:
"Só é possível dialogar com quem quer dialogar, por exemplo com os nossos irmãos muçulmanos o diálogo é muito difícil", disse D. José Policarpo durante a tertúlia.
Respondendo a uma pergunta da anfitriã sobre se o diálogo inter-religioso em Portugal tem estado bem acautelado, o Cardeal Patriarca sublinhou que, no caso da comunidade muçulmana, "estão-se a dar os primeiros passos".
"Mas é muito difícil porque eles não admitem sequer [encarar a crítica de que pensam] que a verdade deles é única e é toda", sustentou.

É a cultura e a psicologia muçulmana. É precisamente por isso que eles cá estão, e consideram serem uma bênção para nós, infiéis, a quem darão a divina graça de nos convertermos. A alternativa é a decapitação, a sanção para quem não quer converter-se à Religião da Paz - também prevista nos livros sagrados.

DO PARAÍSO AO INFERNO

Enquanto estiveram numa família de acolhimento, britânica, o casal  Jim e Thelma, as meninas viveram um período que Gabriella considera idílico, com tudo aquilo a que as jovens britânicas da época tinham direito. 


Tempos felizes, com a família de acolhimento

Após ter cumprido a pena de 6 anos de cadeia (pesadíssima...) pelo assassínio da mãe de Gabriella, o senhor Ali Abdulla Saleh Yafai levou as meninas para o Iémen, em Maio de 1977, com uma carrada de mentiras, como conta Gabriella e como manda o Islão:
"O nosso pai disse-nos tantas mentiras sobre o quão bonito o Iémen era e como nós iríamos ter umas férias maravilhosas; uma família unida novamente, pela primeira vez em anos."
E continua o seu relato penoso:
Gabriella e a sua irmã Ismahan foram levados para a capital iemenita Sanaa por um "tio" chamado Mohammed.

Por um tempo, as duas moraram com os avós paternos numa aldeia perto da cidade, aprenderam árabe e tiveram que vestir a abaya, que cobre o corpo todo - uma peça de roupa nunca tinham vestido antes.

Estas peças de roupa destinam-se a evitar que os homens violem as mulheres ou as meninas. Na cultura islâmica, em caso de violação, a culpa é da mulher, porque não se tapou toda com panos ou saiu de casa sem escolta masculina. É visto como natural que os homens "não consigam" resistir a violar meninas ou mulheres.

A sua irmã Yasmin, que foi rejeitada pelo seu "marido" depois de tentar matar-se com uma overdose de analgésicos, juntou-se a elas. 
Seis meses depois de terem chegado ao Iémen, o pai anunciou que Ismahan - ou Issy como era conhecida -  de 17 anos, casaria com um homem de 60 anos, que tinha uma esposa e filhos mais velhos do que ela.  
Ismahan (foto à direita) suicidou-se, saltando de um telhado, para não se casar
O impacto foi devastador. Apesar das suas recusas repetidas e protestos desesperados, o seu pai insistiu que ela se casaria.

No dia de seu casamento, em vez de se casar com o homem de 60 anos que o pai escolheu para ela, Ismahan suicidou-se,  saltando do telhado do bloco de apartamentos do seu noivo.


Gabriella, sabendo que não demoraria muito até que o pai escolhesse um marido para ela, decidiu fazer amizade com um menino da vila chamado Mana e encorajou-o a aproximar-se do seu pai.

(...) Aos 13 anos, Gabriella tornou-se uma noiva pela primeira vez. Mas, apenas seis semanas depois do seu casamento, Mana, o seu marido de 18 anos, morreu, após dois dias vomitando sangue.

Gabriella foi devolvido ao seu pai, que rapidamente anunciou que ela iria casar novamente, desta vez com um rapaz de18 anos de idade, filho de uma família rica, chamado Ziad Nasser.

"O meu pai escolheu o meu segundo marido", diz ela. "Eu o vi no dia do acordo de casamento. Não tive boa impressão dele, não o conhecia nem queria ficar com ele."


Mas já era tarde demais e quase que imediatamente após o casamento, Gabriella viu-se, aos 14 anos, grávida e vivendo a vida de uma iemenita numa pequena aldeia perto da capital.

O FUTURO DAS NOSSAS FILHAS?

Se tivesse ficado em Inglaterra, Gabriella seria, aos 14 anos, uma rapariga do colégio, a viver talvez o seu primeiro namorico, a colar posters dos seus artistas preferidos nas paredes do seu quarto. No país muçulmano do seu pai, que as esquerdas de todo o mundo efabulam como sendo um Jardim de Éden de paz e harmonia, ei-la precocemente envelhecida, escravizada, apagada da condição de ser humano;
Aos 14 anos, grávida e no segundo casamento. Eis Gabriella Gillespie, brutalmente islamizada.

"Eu vivia com a família do meu marido e foi muito difícil. Eu tinha fazer tudo o que uma mulher iemenita faria.
"Cozinhar para toda a família num forno de barro. Alimentar os animais à mão. Transportar cargas pesadas sobre a minha cabeça, incluindo baldes de água. Trabalhar longas horas nos campos durante a gravidez.
"Foi extremamente difícil adaptar-me a uma nova cultura, especialmente depois de ter sido criada como uma menina britânica e nem mesmo saber falar árabe, quando fomos para o Iémen."
A história continua, com espancamentos que quase a levaram à morte, violação, tortura, com o marido a querer vender as filhas de ambos em casamento para fazer dinheiro, e mais uma quantidade de horrores. 
As camaradas Ana Lopera (a do Bloco de Esquerda, que quer criminalizar o piropo), não quererá ir para o Iémen, viver assim? Afinal, lá é que é bom, não é? Cá, somos todos oprimidos pelo capitalismo, pá!!! Lá é só fumar o narguilé e não fazer nada o dia inteiro, enquanto as odaliscas bailam e os anjos vêm pousar sobre as fontes gorgolejantes! 
A camarada Marisa Matias, também do Bloco - que odeia e calunia Israel, como toda a sua gente - não quer fazer o mesmo? 
As camaradas não quererão mandar filhas ou sobrinhas para lá, casarem com um ogre qualquer de 60 anos? É que, pelo desvelo que dedicam ao Islão e pelo ódio que dedicam à nossa civilização judaico-cristã, não tardará muito para que estejam a defender a islamização do mundo ocidental - com a mesma cegueira com que defendem o Comunismo 

Essas distintas senhoras - tal como toda a Esquerda - não têm uma palavra de condenação da brutalidade islâmica. Ao mesmo tempo que aqui no Mundo Livre defendem todas as "liberdades" e mais algumas. Que estranha doença mental...

- Mais sobre o modo como são tratadas as crianças no Islão, na nossa etiqueta "Crianças"



RESPEITINHO É MUITO BONITO!

O elefante muçulmano na redacção do CM - um jornal que nem tem propriamente fama de ser de Esquerda. 

A Imprensa tem por missão INFORMAR. Não é sua missão MENTIR, ainda que "apenas" omitindo. O estado a que a Europa chegou - nomeadamente às mãos dos gangues de estupro islâmicos - deve-se em muito à COBARDIA da Imprensa.

'Yom Kippur - Factos e Pensamentos'

Um dia comum na Terra de Israel é tão santo como um sábado na Diáspora. Um sábado na Terra de Israel é tão santo quanto o Yom Kippur na Diáspora. A santidade do Yom Kippur na Terra de Israel não pode ser encontrada em qualquer outro lugar do mundo.

- Livro Sagrado do Zohar


Comemora-se o dia mais sagrado do ano, o Yom Kipur - o Dia da Expiação (Levítico 16:29 e 23:27). O Yom Kippur é um dia de jejum em que nenhum alimento ou bebida são consumidos por quase 25 horas, juntamente com uma série de outras restrições destinadas a transcender os nossos desejos humanos. Naturalmente, aqueles que estão doentes não são obrigados a jejuar, nem as crianças. É um dia inteiro dedicado à oração, reflexão e expiação. Todo o livro de Jonas é lido na sinagoga, e recorda o arrependimento em massa do povo de Ninveh perante a repreensão de Jonas, que se destina a inspirar-nos arrependimento.
Nos tempos do Templo o serviço de Yom Kippur era um procedimento elaborado e detalhado, em que o Kohen Gadol, o Sumo Sacerdote, fazia a expiação em nome da nação judaica. Só no Yom Kippur o Kohen Gadol era autorizado a entrar no Santo dos Santos para comungar directamente com Deus.

O Yom Kippur é o único dia do ano em que há cinco serviços de prece, enquanto na maioria dos outros dias do ano há três serviços. (...) Em Israel as ruas estão vazias - nem um único carro é visto nas estradas no Yom Kippur. Até mesmo os judeus mais seculares observam o Yom Kippur em algum grau e participam nos cultos na sinagoga. Não ousamos esquecer que a paz e a serenidade de Yom Kippur foram dizimadas em 1973, quando sirenes de ataque aéreo soaram em toda a nação para alertar as pessoas da invasão surpresa árabe - a Guerra do Yom Kippur.

Roupa branca, com a kittel, é usada no Yom Kippur. Trata-se de uma peça de roupa, fina, branca longa, usada pelos homens casados. O branco simboliza o nosso desejo de pureza e do perdão dos nossos pecados. Da mesma forma, simboliza o nosso desejo de imitar os anjos, que são referidos como sendo brancos, e totalmente independentes dos desejos humanos naturais, como comida e bebida. Assim também, o talit é usado em todos os serviços de oração no Yom Kippur, sendo a única vez que um talit é usado à noite. Uma característica central de todas as cinco orações é o "vidui", a confissão dos pecados. O Yom Kippur termina com as orações neilah e maariv, seguidas pelo toque do shofar e pelo cântico jubiloso de "No próximo ano, em Jerusalém."

Embora o Yom Kippur expie os próprios delitos e transgressões contra Deus, não expia pecados e ofensas feitas a outras pessoas. A fim de sermos perdoados por Deus pelos nossos erros, também devemos procurar o perdão de qualquer um que possamos ter prejudicado durante o ano.
O Yom Kippur, em última análise, trata de mudança. Mudança de comportamento, de hábitos e de valores, para melhor. O Yom Kippur é uma oportunidade para cada um de tornar uma pessoa melhor. Uma das minhas orações preferidas recitados no Yom Kippur é baseada em Jeremias 18, e refere-se ao "barro nas mãos do oleiro". Exorto-vos a usar o Yom Kippur para reflectir sobre o passado, presente e futuro, para lembrar que todos nós somos o barro nas mãos do oleiro Supremo. Deixe Deus entrar no seu coração e moldá-lo uma pessoa melhor. Desejo a todos um significativo e espiritualmente produtivo Yom Kippur.

Shabat Shalom e Gmar Chatimá Tova.

Que todos nós possamos ser inscritos e selados no Livro da Vida!

Rabbi Ari Enkin

- Um artigo de Ari Enkin, director rabínico da United With Israel

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Yom Kippur - Perdoar é Maravilhoso!



 'Judeus Orando na Sinagoga Durante o Yom Kippur' - Maurycy Gottlieb, 1878
Começa hoje, ao pôr-do-sol, o dia mais sagrado do calendário judaico. Em Israel, e em todas as comunidades judaicas do mundo, há, como em todas as sociedades, quem leve a religião de forma mais e menos rigorosa. Há graus de observância religiosa, que vão desde a ortodoxia ao ateísmo. Mas este é um dia que não passa despercebido entre os judeus, tal como entre nós não passam despercebidos o Natal ou a Páscoa - mesmo entre os não religiosos. Reafirmamos que este blog não tem filiação religiosa. Nenhum dos membros da equipa é praticante do Judaísmo. Contudo, no sentido de melhor dar a conhecer a cultura e a sociedade judaicas, achamos útil traduzir, condensar e adaptar artigos como este, da organização United With Israel:


 Perdoar é Maravilhoso!

O Yom Kippur é conhecido como o Dia da Expiação, o dia em que os observantes do Judaísmo são perdoados pelos seus pecados. Mas não é tão simples como um ritual mágico, que apagasse automaticamente os erros, como quem apaga uma lousa.

Para o Judaísmo, só Deus pode perdoar os pecados entre "homem e Deus". Nos pecados que ocorrem entre "homem e homem", entre uma pessoa e o seu vizinho, o perdão deve acontecer entre eles.


Porque é que as pessoas devem perdoar?

Diz a Torá: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo." Este mandamento parece tão óbvio que até uma criança pode entender: "Se eu sou igual a qualquer pessoa, então eu não devo fazer nada que magoe ou prejudique os outros." No entanto, as pessoas nem sempre ouvem esta mitzvah (mandamento), e às vezes magoam e ofendem os outros. A  pessoa ofendida experimenta a dor, a falta de compreensão, e interroga-se:
Porque é que as pessoas fazem algo tão irracional como ferir outro ser humano?! Como pode alguém optar por erguer um muro contra quem nenhum mal lhe fez?

Nos textos judaicos, Deus criou o mundo com a qualidade de Din, e viu que ninguém poderia sobreviver. Por isso Deus criou a qualidade de Rachamim. "Din" significa julgamento severo - se uma pessoa faz o bem, recebe o bem; se uma pessoa faz mal, recebe mal. Se vivêssemos dessa forma, considerando a quantidade de erros que as pessoas fazem, não podiamos durar muito. "Rachamim" é a qualidade da misericórdia. Neste espírito, o perdão significa derrubar o muro que colocámos na frente do nosso coração.

Após ter-se sido ferido, a tendência natural é guardar rancor, manter o espinho que acreditamos que foi espetado no nosso coração por quem nos feriu, e apontar o dedo  a quem acreditamos ser culpado. Podemos culpar não apenas os indivíduos, mas também "o sistema" ou "a sociedade."

O Judaísmo ensina que guardar rancor contra alguém é um dispêndio inútil de energia, é como se estivessemos a segurar um objecto pesado contra uma parede, de tal forma que se alguém quisesse dar-nos um abraço, ou se quiséssemos fazer algo de belo ou útil, como pintar ou cozinhar, não seriamos capazes, por termos as mãos ocupadas. Assim, também, quando guardamos rancor contra alguém, estamos a queimar "calorias psicológicas" para manter esse rancor vivo. Essa energia poderia ser usado para outras coisas, para se ser mais amoroso, para actividades de criatividade ou bondade. O perdão é retirar o espinho da raiva dos nossos corações, permitindo que a ferida sare, e abrir as nossas mãos às tarefas úteis.

Outro conceito da tradição judaica é o de que quando Deus criou o mundo, Ele criou a Teshuvá. Teshuvá tem muitos significados: Num nível mais básico, significa "retorno"; num nível mais prático, significa lamentar os nossos erros e voltar para Deus. As pessoas cometem erros. Às vezes, até fazemos coisas que sabemos que não são boas para nós. Se guardarmos rancor contra nós mesmos ou contra os outros, estaremos a gastar muito tempo em vão.

Yom Kippur é o dia da "expiação". Quando perdoamos, também estamos a fazer teshuvá. Quando perdoamos, estamos a voltar para Deus, voltamos a amar e libertamo-nos dos rancores.


 'Cristo Pregando em Cafarnaum' - Maurycy Gottlieb,1879 

"Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo: Eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que os homens não vejam que tu estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa."
Mateus, 6

Como qualquer judeu do seu tempo, Jesus/Yeshua, deve ter celebrado a data mais sagrada do calendário judaico, que já então contava mais de milénio e meio. Quem, como nós, cresceu num país predominantemente cristão, está decerto familiarizado com esta passagem do Evangelho de Mateus. Independentemente da religião ou não-religião de cada um, esta proposta de exame de consciência, perdão e auto-perdão, merece análise séria.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Líderes espirituais judeus e muçulmanos apelam à calma

Do muito de que temos conhecimento todos os dias sobre Israel e os muçulmanos, só podemos publicar e comentar uma ínfima parte. Mas as iniciativas de paz têm sempre prioridade. 


Líderes espirituais judeus e muçulmanos apelam à calma em vésperas de feriados
Líderes judeus e muçulmanos em Israel uniram-se para transmitir uma mensagem de paciência e aceitação.
Líderes espirituais das comunidades judaica e muçulmana em Israel reuniram-se na quarta-feira, antes de um fim de semana durante a qual feriados judaicos e muçulmanos serão comemorado simultaneamente. O principal objectivo da reunião foi dissipar possíveis tensões que podem resultar devido a esta coincidência única.

O feriado judaico
mais sagrado, o Yom Kippur, e o muçulmano Id-al-Adha (Festa do Sacrifício) ambos caem no mesmo dia (sábado, 4 Out); isto acontece uma vez a cada 33 anos.
O rabino-chefe de Israel, o chefe do tribunal islâmico muçulmano em Jaffa e vários membros do Knesset reuniram em Lod, uma cidade mista judia-muçulmana, para transmitir uma mensagem de tolerância e respeito mútuo.
O presidente do município de Lod, Yair Revivo, vê a celebração de ambas as religiões no mesmo dia como uma oportunidade para aumentar a tolerância, respeito e conhecimento do património e dos costumes de cada um, em vez de criar atritos desnecessários e tensão.
O deputado trabalhista Merav Michaeli, que organizou o encontro entre as cúpulas religiosas, espera que os elementos radicais não tenham sucesso em transformar o espírito das festividades numa fonte de ódio e violência.

Ouça, Aprenda e Respeite


O
rabino-chefe Sefardita  Yitzhak Yosef, citando passagens religiosas, apelou ao respeito mútuo. O Rabino chefe ashkenazi David Lau pediu uma demonstração de sensibilidade, acrescentando que o Estado de Israel inclui cidadãos de diversas origens.

"Devemos tentar ouvir o outro, ouvir a outra pessoa. Todos devem viver de acordo com a sua religião, e fazer o seu melhor para manter e respeitar as outras crenças"
, disse o rabino Lau.

Daoud Zinni, presidente do tribunal sharia muçulmano, falou da necessidade de optimismo, incentivando relações de boa vizinhança entre os membros de todas as religiões. "Devemos fazer tudo o que pudermos para garantir que este dia se passe em paz", disse ele.

Autor: Aryeh Savir
 

-  Que o exemplo frutifique são os nossos votos. E achamos por bem nem acrescentar mais nada.

Os palestinos e o escândalo dos "barcos dos mortos"

No dia em que fiquei atónito ao ver o Papa Francisco I na TV, do Vaticano, a recomendar que a Europa abra portas incondicionalmente à invasão islâmica.


Os naufrágios de "imigrantes" muçulmanos no Mediterrâneo são mais um fardo de culpa que a Esquerda tenta impingir ao Ocidente, cada vez mais desmoralizado, após décadas de doutrinação marxista no auto-ódio. A realidade é bem diferente. Eis um mero exemplo:

A Islamização da Europa e do Mundo

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Obama descreve EUA como um dos maiores países muçulmanos



O muçulmano golfista e a islamização do Mundo
«Em 2009, o presidente Obama disse orgulhosamente a um repórter francês que, de acordo com as estatísticas, se contarmos o número de muçulmanos americanos, os Estados Unidos seriam "um dos maiores países muçulmanos do mundo."

O líder americano também disse que as pessoas no Ocidente deviam educar-se de forma mais eficaz sobre o Islão


Os EUA eram 38º na lista dos países com a maior população muçulmana. Em 2009, o presidente Obama considerou os Estados Unidos eram dos maiores países muçulmanos do mundo.

Isto deve ter sido em conta, atendendo ao crescimento sem precedentes de organizações terroristas islâmicas e extremismo muçulmano em todo o mundo
United With Israel



Chamamos a atenção para o nosso post:

A Islamização da Europa e do Mundo

e para o post

Obamatório X Obamania

Relembramos que Obama é muçulmano, apoia o terrorismo islâmico (Hamas, Irmandade Muçulmana, Al-Qaeda, etc.), tem o seu gabinete pejado de membros da Irmandade Muçulmana, tem aberto a porta ao massacre de soldados e pessoal diplomático norte-americano - entre outras proezas. Não basta ter-se boa figura e debitar slogans consensuais. Obama, ou é um terrorista islâmico encapotado, ou um esquerdista lunático totalmente incompetente. Você decide.