quinta-feira, 6 de julho de 2017

Canadá: PRÉMIO de 10,5 milhões por assassinar e cegar soldados


Burqa e maminhas ao léu: Justin Trudeau, a personagem sinistra que é Primeiro-Ministro do Canadá, chegou ao poder com a ajuda decisiva dos votos islâmicos e dos jovens esquerdopatas. No Canadá, tal como em França, o voto muçulmano torna impossível vitória de um candidato não pró-islamófilo.



Nos dois últimos posts demos um exemplo de como a lei sharia está a ser aplicada no Canadá: 



Dois meros exemplos, mas que demonstram a decadência civilizacional deste país e do Mundo Livre em geral, sob a investida islamista, extrema-esquerdista e globalista.

Agora repare bem: manter os sapatos calçados, dá 12 mil dólares de multa, porque os muçulmanos se ofenderam e apresentaram queixa. Espancar selvaticamente uma esposa (quantas terá o senhor?), dá pena suspensa. 

No entanto, assassinar e estropiar pessoas em ataques terroristas, dá o quê? UM PRÉMIO DE 10 MILHÕES E 500 MIL DÓLARES!!!

Justin Trudeau passa a vida entre paradas gay e mesquitas. Assim, assegura a fidelidade do seu eleitorado.

Canadá apresenta pedido de desculpas oficial e atribui 10 milhões e 500 mil dólares a terrorista muçulmano que assassinou soldado dos EUA
O terrorista muçulmano Omar Khadr declarou-se culpado do assassínio de um soldado norte-americano. Justin Trudeau vai "indemnizá-lo" pelos transtornos que esse acto lhe causou. Eis o tipo de resposta do Ocidente à jihad global:

"Omar Khadr receberá um pedido de desculpas oficial e uma indemnização de 10,5 milhões de dólares do Canadá"
Rob Gillies, Associated Press, 4 de Julho de 2017 
    O governo do Canadá vai pedir desculpas e dar milhões a um ex-prisioneiro de Guantánamo que se declarou culpado de matar um soldado dos EUA no Afeganistão quando tinha 15 anos. O Supremo Tribunal do Canadá baseou a sua decisão em que as autoridades o interrogaram em "circunstâncias opressivas".

    
Um funcionário familiarizado com o acordo disse na terça-feira que Omar Khadr receberá US $ 10,5 milhões. O funcionário não estava autorizado a discutir o acordo publicamente antes do anúncio e falou sob condição de anonimato.
O governo e os advogados de Khadr negociaram o acordo no mês passado.

Omar Khadr, de barba islâmica, em Guantánamo, em "circunstâncias opressivas". Coitadinho...

   
Khadr, de origem canadiana, tinha 15 anos quando foi capturado por tropas dos EUA após um tiroteio num suposto complexo da Al Qaida no Afeganistão, que resultou na morte de um médico das forças especiais americanas, o Sargento do Exército dos EUA Christopher Speer. Khadr, que era suspeito de jogar a granada que matou Speer, foi levado para Guantánamo e, em última instância, acusado de crimes de guerra por uma comissão militar.

O terrorista e assassino Omar Khadr, feliz da vida, à saída do Tribunal. Quando for desta para melhor, vai ter uma Eternidade inteirinha a fornicar 72 donzelas de olhos negros (a ideia islâmica de Paraíso), mas para já, tem 10 milhões e meio de dólares para lhe tornarem a espera mais suave.

  Ele declarou-se culpado em 2010 por acusações que incluíram assassinato e foi condenado a oito anos mais o tempo passado sob custódia. Regressou ao Canadá dois anos depois para cumprir o restante da sentença e foi libertado em Maio de 2015 (...)

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- Recapitulando, e para que se entenda o modo de pensar oficial da esquerda nos tempos que correm:
- A viúva do sargento Cristopher Speer, e um soldado que ficou cego pela granada atirada pelo terrorista, que se lixem. É para aprenderem a não ser "belicistas"!


- O terrorista muçulmano Omar Khadr, é um herói, acarinhado, incensado, intensamente amado, pelos media e pelo Poder, porque atirou uma granada boazinha,  contra os mauzões dos americanos, que tiveram o desplante de ir incomodar a Al Qaida, esse grupo de alegres foliões!

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