sábado, 3 de abril de 2021

Polícia de Londres invade igreja e proíbe Missa de Sexta-Feira Santa (VÍDEO)

 

A Polícia de Londres invadiu um culto católico na Sexta-feira Santa e proibiu a celebração. Nem conseguiram esperar até que a Missa terminasse, para invadirem a igreja. Este é o começo do fim da liberdade religiosa no Ocidente. Que tragédia.
 
Via:

 

Na nova Londres muçulmana, governada pelo terrorista do ISIS Sadiq Khan, o Cristianismo está praticamente proscrito:

Em Londres, pregar o Cristianismo já dá cadeia


 

Aqui está ele, em pleno comício de apoio ao ISIS, grupo apoiando pela esmagadora maioria dos maometanos londrinos.

Sadiq Kahn, o terrorista presidente de Londres 


Sadiq Khan, apoiante do ISIS, tem feito de Londres uma cidade muçulmana, um ninho de jihadistas e a capital mundial de ataques com faca e com ácido, entre outros "enriquecimentos culturais". Quem discordar, é racista e vai preso. Na cadeia, é geralmente espancado ou assassinado por muçulmanos. 

Confira na nossa secção REINO UNIDO, que vai com 66 posts, que são uma pequena amostra da catástrofe.

E as primeiras vítimas da islamização, adivinhe quem são?...


Londres: Mulher judia grávida brutalmente espancada, socada na barriga

 

Muçulmano supremacista Negro ataca Capitólio e mata um polícia

No AMIGO DE ISRAEL 2.0:

 

Willian “Billy” Evans, o polícia assassinado pelo muçulmano Noah Greene. É branco, é polícia, não é muçulmano,  a sua vida não vale nada.


Vimos recentemente como um ataque islamista do ISIS que vitimou 10 pessoas nos Estados Unidos, foi travestido pelos media como um ataque supremacista Branco:

Suspeito do massacre no Colorado identificado - e que enoooorme supresa...

Análise: o atirador de Boulder é simpatizante do ISIS, ataque foi Jihad Islâmica

Terrorista de Boulder atacou ‘loja judaica’ depois de jurar lealdade ao ISIS

Como sempre fazem nestes casos, os jornaleiros amestrados agarraram-se ao facto de o terrorista ter pele branca, modificaram o nome Ahmad Alissa para "Alissa" e omitiram a motivação islamista do ataque. Milhões de pessoas em todo o mundo foram enganadas. 

E estão ser enganadas outra vez, pois boa parte dos jornaleiros deste mundo estão a divulgar apenas o nome do jihadista - Noah Green - escondendo a motivação islamista deste ataque por atropelamento e esfaqueamento:

 

Suspeito de Capitol Hill é apoiante de Louis Farrakhan, identificado como Noah Green, de 25 anos - deixou uma nota no Facebook  


O suspeito hoje foi identificado como Noah Green, de 25 anos.

Noah Green deixou uma nota no Facebook antes do seu ataque:

(Na mensagem que deixou no Facebook imediatamente antes do ataque terrorista, Green, militante da Nação do Islão,  no meio das patacoadas de atrasados mentais racistas próprias da Nação do Islão, exalta o seu guia espiritual, o muçulmano Elijah Muhammad)


Noah Green atirou o seu carro contra um posto de controle da Polícia após postar a sua nota.

 

Noah deixou um rasto bem evidente:

 


Via:


Noah Green é um militante da Nação do Islão, uma organização islâmica virulentamente racista, supremacista Negra, liderada por Louis Farrakhan:

"Eu sou Jesus" - proclama líder da Nação do Islão

Louis Farrakhan é um admirador de Hitler, apela regularmente a que os gays sejam decapitados e expressa publicamente o seu desejo de que os Estados Unidos sejam completamente arrasados. Repete os libelos anti-semitas dos Protocolos dos Sábios do Sião e, especialmente por isso, é simplesmente adorado pela esquerda norte-americana, pela extrema-esquerda e pelos neo-nazis.

 

Outro fervoroso apoiante de Farrakhan:


Snoop Dogg assume-se como a reencarnação de Bob Marley. Louis Farrakhan assume-se como Jesus Cristo em pessoa, e afirma que veio à Terra para acabar com os judeus.

Snoop Dogg: Gangster, estuprador, proxeneta, racista, islamista, antissemita, ídolo das massas

Outro conhecido muçulmano racista antissemita supremacista Negro que admira Farrakhan é nada menos que o nosso amigo OBAMA:


A Nação do Islão não permite que pessoas não-Negras entrem nos seus templos; só muçulmanos e só Negros. A excepção que confirma a regra é outra seita igualmente nas margens da Lei, a Igreja da Cientologia, uma aliada recente da seita islâmica norte-americana.

(Nota: praticamente impossível postar neste blogue. Estamos sobre pesado ataque, para além do shadow banning, da censura e da difamação habituais.)

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Domingo de Ramos em Israel: árabes cristãos acenam com orgulho bandeiras israelitas

 

"Naqueles dias, dez homens de nações de todas as línguas se apoderarão - eles agarrarão cada Yehudi por uma ponta de sua capa e dirão: "Deixa-nos ir contigo, pois ouvimos que Hashem está contigo." 
Zacarias 8:23

Enquanto os judeus em Israel celebram a Páscoa, todos os anos a banda árabe cristã de Nazaré marcha pelas ruas do local de nascimento de Jesus no Domingo de Ramos numa cerimónia anual que marca o feriado. 
 
Às vezes, a procissão também marcha por Jerusalém. Esses árabes cristãos bravamente encaram os islamistas anti-Israel na sua cidade vestindo e agitando com orgulho a bandeira israelita com a estrela de David.

 

 

O Domingo de Ramos é o domingo antes da Páscoa, que comemora a peregrinação de Jesus a Jerusalém. Na Terra Santa, é celebrado pelos 140.000 cristãos de Israel, com milhares participando na marcha.

 


quarta-feira, 31 de março de 2021

Acordo China-Irão: algo a temer

 

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi (r), cumprimenta o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Mohammad Javad Zarif. (AP / Noel Celis)

 

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão disse que o acordo "pode ​​elevar os laços bilaterais a um novo nível estratégico". 

Por David Isaac, World Israel News 

O acordo de cooperação estratégica de 25 anos entre o Irão e a China assinado em 27 de Março proporcionará ao Irão biliões em investimentos chineses em troca do petróleo iraniano. O acordo, ou “Parceria Estratégica Abrangente”, cobre actividades económicas que vão do petróleo à agricultura. 

O Irão também terá acesso à tecnologia militar chinesa. De acordo com o The New York Times, o acordo prevê que a China invista 400 biliões de dólares no Irão durante o período de 25 anos. “O acordo marcou a primeira vez que o Irão assinou um acordo tão longo com uma grande potência mundial”, relata a Associated Press, superando o acordo assinado pelo Irão e pela Rússia em 2001. 

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Saeed Khatibzadeh, disse na sexta-feira que o acordo é "profundo, multicamadas e de pleno direito" e "pode ​​elevar os laços bilaterais a um novo nível estratégico". Foi assinado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Mohammad Javad Zarif, e pelo seu homólogo chinês Wang Yi. 

Antes da assinatura, Yi encontrou-se com o presidente iraniano Hassan Rouhani e o enviado especial iraniano encarregado do negócio, Ali Larijani. Os críticos dizem que a nova parceria trará o fim das sanções dos EUA, já que o Irão agora estabeleceu um comprador de petróleo de longo prazo. 

Se o Irão ficar mais uma vez cheio de dinheiro, pode aumentar o seu apoio aos seus representantes terroristas na região. 

O acordo também fortalece a presença da China no Médio Oriente, "onde a China quer ter acesso a energia e matérias-primas, bem como aumentar o seu domínio económico", observa um editorial do Wall Street Journal na terça-feira. 

As ramificações geopolíticas podem ir além do Médio Oriente. O jornal diz: “Os países também formarão um banco chinês-iraniano com o objectivo de fugir do domínio do dólar americano no comércio mundial, infligindo um golpe nas sanções americanas. 

“Romper o controle do dólar sobre o comércio e as finanças globais é um dos principais objectivos da Rússia, China e Irão. A China acredita que a extravagância fiscal dos EUA está a colocar em risco o papel do dólar como moeda de reserva mundial, e eles querem que o yuan chinês o substitua. 

”Outros minimizaram o acordo. Um artigo de opinião da Bloomberg diz: "Apesar de todo o hype iraniano, o acordo não é tanto uma‘ parceria ’, mas uma nota promissória de melhores relações económicas, políticas e comerciais entre os dois países no próximo quarto de século." 

Ele também afirma que em acordos importantes para a China, o presidente Xi Jinping assina o acordo, não o seu ministro dos Negócios Estrangeiros. Já o The Journal diz sobre aqueles que menosprezam acordo: “Não acredite neles. Este é um grande negócio que promove os interesses estratégicos de ambos os lados - às custas dos EUA e da estabilidade no Médio Oriente.”

 


Para notícias diárias sobre a China (e o Eixo do Mal em geral), visite:


Um exemplo do que a China é capaz:


segunda-feira, 29 de março de 2021

Israel inicia produção de spray nasal para matar COVID

 

Desenvolvido por uma bioquímica israelita, o spray nasal antiviral demonstrou matar 99,9% dos vírus. 

Por Yakir Benzion, Unidos Com Israel

Uma empresa israelita começou a produzir um spray nasal "salva-vidas" que mata 99,9% dos vírus e deve estar prontamente disponível para salvar vidas em países onde as vacinas ficarão indisponíveis por meses ou mesmo anos, relatou o Times of Israel esta semana. 

 

Gilly Regev, uma cientista israelita que co-fundou a empresa SaNOtize, usa o novo spray nasal que desenvolveu (Times of Israel).

 

Desenvolvido pela bioquímica israelita Dr.a Gilly Regev, o tratamento revolucionário para vírus - incluindo o coronavírus - é eficaz dois minutos após a administração da dose.

Regev disse ao Times que se o spray estivesse disponível antes, ele poderia ter evitado muitas das fatalidades causadas pela pandemia. 

“Esperamos que nosso spray nasal agora salve muitas vidas de pessoas em países que aguardam a vacina”, disse Regev, que agora mora no Canadá, onde fundou a empresa SaNOtize


 


“O spray será acessível e pode ser usado para prevenção, para proteger de qualquer infecção viral respiratória.” disse Regev. O spray nasal de óxido nítrico (NONS), que está a ser vendido sob a marca Enovid, mata vírus, incluindo os coronavírus, enquanto eles estão no tracto respiratório superior, evitando assim que o vírus se incube e se espalhe para os pulmões. 

Na verdade, o spray demonstrou ser eficaz em laboratório contra uma ampla gama de vírus, disse Regev, acrescentando que é igualmente eficaz com as mutações do coronavírus, como as variantes do Reino Unido e da África do Sul.


Animação médica 3D ainda mostrando a estrutura de um coronavírus (Times of Israel).


“O spray contém um antiviral de amplo espectro que mata todos os vírus e todas as variantes”, disse Regev. 

Regev descreve o Enovid como algo como “equivalente a um desinfectante de mãos, mas para o nariz”. O spray funciona criando uma barreira física nas passagens nasais para deter os vírus, com uma “barreira química” de óxido nítrico, que é conhecida por suas qualidades antimicrobianas.

 

“O óxido nítrico significa que este é um spray especial que não apenas bloqueia os vírus, mas os mata”, disse Regev. 

O Ministério da Saúde de Israel aprovou o Enovid para uso por pessoas com 12 anos ou mais, de modo que possa preencher uma lacuna para adolescentes que ainda não têm 16 anos, a idade mínima para a vacina Pfizer contra coronavírus, que já foi dada a 5,2 milhões de israelitas. 

 

Familiares vestindo equipamentos de segurança visitam um parente na enfermaria de coronavírus do hospital Shaare Zedek em Jerusalém em 3 de Fevereiro de 2021(Times of Israel).
 
 
Israel é o primeiro país onde o spray está pronto para ser vendido, pois já foi aprovado para uso na Nova Zelândia e a aprovação está a ser trabalhada para outros países, incluindo o Reino Unido. 
 
A fábrica, em Ness Ziona, ao sul de Tel Aviv, produzirá 200.000 a 500.000 sprays por mês até Maio, disse Regev ao Times
 
“Depois disto, esperamos chegar à capacidade de um milhão de sprays por mês”, disse Regev, que estudou Bioquímica na Universidade Hebraica de Jerusalém. 
 
“Espero que este produto traga orgulho e empregos para Israel.” Regev admitiu que o sucesso é baseado em testes em laboratórios com uma variedade de vírus vivos, incluindo influenza e SARS-CoV-2, mas um ensaio clínico que foi concluído na semana passada no Reino Unido informado que Enovid pode prevenir a transmissão de COVID- 19, encurtar o seu curso e reduzir a gravidade dos sintomas e danos nas pessoas já infectadas. 
 
 
 
 
 

O spray foi, na verdade, desenvolvido como um medicamento para combater a gripe, antes que a pandemia se declarasse, mas, disse Regev, o processo regulatório retardou-a. “Teoricamente, poderíamos ter distribuído há um ano, mas precisávamos negociar a aprovação regulatória.  
 
Essa é a nossa maior frustração: estamos a tentar 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante um ano, trazer o medicamento para o mercado, e isso poderia ter salvado muitas vidas. Acredito que isso teria evitado infecções e, portanto, reduzido as mortes ”.

 

Traduzido de:

 

 COMENTÁRIO

Agora que a vacina obrigatória e o passaporte sanitário se perfilam no horizonte, agora que está instituído que a vacinação em massa, o uso perpétuo de máscaras e os lockdowns são "o novo normal"; agora que o Mundo Livre está de joelhos, que a esquerda usou a "pandemia" para o destruir enquanto a China se tornou a maior super-potência global; agora que os eugenistas como o Bill Gates esfregam as mãos de contentes; é provável que este medicamento seja desacreditado - como foi, por exemplo, a hidroxicloroquina. Visite a nossa secção CORONAVÍRUS.

domingo, 28 de março de 2021

Medieval! Político brasileiro diz que "judeus sacrificam crianças"!

 

Político brasileiro revive ‘libelo de sangue’ medieval contra judeus 

Um dos políticos mais famosos do Brasil foi alvo de uma queixa criminal apresentada na segunda-feira, informa o The Algemeiner.


 
Libelo de sangue: político brasileiro diz que "judeus sacrificam crianças" 
 
Roberto Jefferson postou um vil libelo antissemita acusando os judeus de sacrifício de crianças. 
 
Por Yakir Benzion, Unidos Com Israel 
 
A comunidade judaica brasileira condenou uma postagem nas redes sociais de um político problemático e disse que apresentaria acusações criminais de ódio contra Roberto Jefferson. Jefferson postou online que “os judeus sacrificam crianças. A História repete-se.” 
 
A Confederação Judaica do Brasil (JCB), que representa a comunidade judaica brasileira de 120.000 membros, chamou a postagem de Jefferson de "uma mensagem abertamente anti-semita" e "uma das formas mais vis" de atacar os judeus, informou a Agência Telegráfica Judaica (JTA) . 
 
“Trata-se de crime de racismo com pena acrescida por ter sido cometido através de uma rede social”, afirmou a Confederação em comunicado divulgado no fim de semana. “Capturas de ecrã e comentários de seguidores, que também podem ser caracterizados como crime, foram preservados para investigação criminal”, acrescentou a Confederação. 
 
Depois de a organização judaica reclamar, Jefferson tweetou que o JCB estava a “fazer palhaçadas”, relatou o JTA.
 
“Andam por aí uns idiotas que fazem questão de gerar tensões. A liderança da Confederação quer sensacionalismo. Idiotas”, tuitou Jefferson antes de a sua conta ser bloqueada. 
 
A declaração ofensiva que Jefferson postou na sua conta no Instagram na sexta-feira foi acompanhada por uma foto do antigo deus fenício Baal segurando uma criança nos braços. 
 
A postagem foi excluída, e uma verificação da conta do Twitter de Jefferson mostrou que ela foi suspensa com o aviso de que a "conta foi retida no Brasil e no mundo todo em resposta a uma demanda legal".
 
O Museu do Holocausto de Curitiba dedicou vários tweets educacionais ao assunto, observando que o texto do tweet de Jefferson é definitivamente antissemita. 
 
“A acusação de crime ritual contra judeus surgiu durante o período medieval. Conhecido como libelo de sangue, é uma das expressões mais terríveis de crueldade e fé cega em toda a História da Humanidade. O mito foi usado como motivação para o assassinato de milhares de judeus”, tuitou o museu no sábado. 
 
Jefferson tem um passado político conturbado manchado por um escândalo de corrupção.
 
Anteriormente banido do Parlamento brasileiro, Jefferson é actualmente presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), mas ele próprio não é membro do Legislativo. 

 

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou o Brasil em 2018, o primeiro primeiro-ministro israelita a fazê-lo. Lá, ele reuniu com o então presidente eleito Jair Bolsonaro para construir laços bilaterais. 
 
O partido PTB de Jefferson tem 12 cadeiras na Câmara dos Deputados parlamentares de 513 cadeiras do Brasil e é um forte apoiante do Bolsonaro, que prometeu transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém.


 

Comunidade judaica denuncia Roberto Jefferson por post antissemita

Historicamente, a falácia antissemita de que os judeus matam crianças é sempre feita próximo à Páscoa judaica.

Por David Aghiarian, Unidos com Israel

Tel Aviv, 21/03/2021

O Presidente Nacional do PTB, Roberto Jefferson, está acusado de antissemitismo pela Confederação Israelita do Brasil (CONIB) e pela Juventude Judaica Organizada (JJO). No último sábado (20), Jefferson escreveu nas redes sociais que os judeus praticam o infanticídio.


 

“Baal, deidade satânica, caananitas e judeus sacrificavam crianças para receber a sua simpatia. Hoje, a história repete-se”, escreveu Roberto Jefferson em post publicado em sua conta no Instagram e apagado posteriormente.

A falácia antissemita de que os judeus assassinam crianças não é uma novidade e tem as suas origens ainda na Grécia antiga, nos textos de Apião. Conhecidas como Libelos de Sangue estas alegações vis, infundadas e mentirosas foram instrumentos historicamente usados para estimular a perseguição e o massacre de milhares de judeus através dos séculos.

Tradicionalmente a alegação falaciosa de que os judeus assassinam crianças sempre vem à tona às vésperas de Pessach, a Páscoa judaica, que será celebrada a partir do próximo dia 26. Desde a Idade Média e principalmente na Europa, a Igreja Católica, ortodoxa e grupos antissemitas acusam os judeus de usarem o sangue de crianças cristãs na fabricação da Matzá, o pão ázimo.

A fabulação antissemita de que os judeus assassinam crianças próximo à festa de Pessach já teve tanto prestígio que no século XVIII foi ela a responsável pela canonização de um dos muitos santos da Igreja Ortodoxa Russa.  De acordo com o Patriarcado de Moscou, São Gabriel de Bialystok, venerado até os dias de hoje, era uma criança de 6 anos do vilarejo de Zwierki que fora assassinada por um judeu durante a festa de Pessach.

Diferente da Igreja Católica Romana, que já renunciou ao discurso conspiratório antissemita, a Igreja Ortodoxa infelizmente defende até os dias de hoje a canonização de São Gabriel de Bialystok. Assim, em pleno século XXI, mantém vivo este Libelo de Sangue.

Através de uma nota, a CONIB disse que irá “preparar uma queixa-crime contra o Sr. Roberto Jefferson, Presidente Nacional do PTB, que divulgou no seu perfil no Instagram mensagem abertamente antissemita evocando uma das formas mais vis de atacar os judeus, o infanticídio”. De acordo com a instituição, a postagem pode ser qualificada como crime de racismo.

“Todo o crime de racismo é repugnante e deve ser punido com o máximo rigor da lei. A História já nos mostrou, da forma mais dura e bárbara, como o racismo e o discurso de ódio são responsáveis pelos episódios mais terríveis da Humanidade”, diz a nota publicada pela Confederação Israelita do Brasil.

Em post publicado nas redes sociais, a Juventude Judaica Organizada (JJO) chama a atenção para o descaso com a luta contra o antissemitismo. De acordo com a instituição a denúncia contra Roberto Jefferson não pode ser qualificada como “vitimismo, mimimi ou exagero” pois historicamente, assim “começaram as maiores perseguições e violência contra judeus”.

“Já passamos por muita coisa e estamos aqui! Não vamos calar -nos mais e muito menos deixar passar ataques com mentiras sobre judeus”, diz um post da JJO que exige um pedido de desculpas de Roberto Jefferson.



COMENTÁRIO

O antigo libelo de sangue diz que os judeus matam crianças cristãs para cozinharem os pães ázimos, a Matzah. Ainda que os judeus tivessem propensão para o canibalismo, a proibição expressa de ingerir sangue (e o horror que os judeus têm a essa prática) bastaria para comprovar que se trata de uma invenção maldosa e absurda.

Nós não somos judeus, mas sabemos que é um hábito comum os judeus convidarem não-judeus para a a celebração de Pessach, a chamada Páscoa judaica, que comemora a libertação do cativeiro no Egipto. 

Aliás, o episódio que os cristãos conhecem como a Última Ceia é um Séder, um jantar festivo de Pessach. Os judeus têm por hábito, desde há séculos, comemorar esta festa de portas abertas, para que os seus concidadãos não-judeus possam constatar que ninguém está a degustar tenras criancinhas.

Saiba mais sobre a festa de Pessach:

Como se celebra:


 

 Explicações técnicas:

  

E aconselhamos o senhor Jefferson a estudar a sua árvore genealógica: