Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
Os jornais, as televisões, os media mainstream, são pagos para difamar Israel e fomentar o ódio aos judeus. E, sendo quase todos de esquerda, odeiam Israel. Sempre que há um ataque terrorista contra israelitas, fazem tudo quanto podem para apresentar Israel como o responsável e fazer crer até que os autores do ataque foram os israelitas. Como fazem em relação a tudo, invertem as coisas: os terroristas são heróis e as vítimas são os vilões.
Tivemos ontem mais um massacre, um episódio da jihad (a "guerra santa" muçulmana) em Israel. Três jovens na casa dos 20 anos foram mortos:
O cortejo de atrocidades que se disseram e escreveram na Imprensa de todo o Mundo é longo de mais e mau demais para que tentemos sequer uma aproximação. Ficamos por alguns exemplos de suposto Jornalismo (visite a esta secção para ter uma ideia do nível a que desceu esta outrora nobre profissão).
"Três israelitas mortos em tiroteio na fronteira da Cisjordânia", sem mencionar que o tiroteio foi cometido por um "palestino" ou que era um acto de terrorismo.
Somente muito mais abaixo no artigo, o relatório menciona o porta-voz da Polícia, Micky Rosenfeld, e passa a dizer que "o suposto atacante, um 'palestino' de 37 anos da aldeia de Beit Surik, foi morto pela Polícia".
Todos os media (com excepção da FOX News) apoiaram indirectamente os assassinatos, apresentando-os no contexto de "assentamentos israelitas" na "Cisjordânia ocupada".
Ora a Judeia e Samaria (não se chama "Cisjordânia") é território israelita, à luz do Direito Internacional, e não está "ocupado". Os media adoptam a narrativa dos terroristas islâmicos. São pagos para isso, não esqueçamos.
Mesmo publicações nada suspeitas de serem pró-islamistas, como é o caso do Mail Online, escreveram "ataque terrorista" entre aspas:
Porque quando as vítimas são judeus, não pode falar-se de terrorismo, é claro. Foram precisas muitas reclamações para o jornal retirar as aspas...
"Três israelitas mortos por palestino na Cisjordânia", informou a NBC, sem referência ao terrorismo na manchete. Sendo Israel alvo de uma difamação global da magnitude que sabemos, quem leia pode pensar que o pobre 'palestino' estava a ser devorado vivo pelos "zionistas"e que, muito justamente, "resistiu"...
A NBC citou a Agência de Segurança israelita que apontou que o cônjuge do terrorista o havia deixado, com os seus quatro filhos, há várias semanas, mas não informou que o terrorista abusava violentamente a sua esposa. E se o tivesse feito, a culpa seria de Israel. Pois afinal a ONU não decidiu que quando os árabes espancam as mulheres, a culpa é de Israel!!!
A notícia da BBC foi melhor, mas ainda teve deficiências:
"Atirador palestino mata três israelitas", lê-se na manchete da BBC, mencionando a identidade do terrorista, mas não mencionando que o ataque era terrorismo. E para a BBC, não é. É cheguevarismo resplandecente.
A BBC foi criticada em múltiplas ocasiões pela sua agenda anti-israelita e até mesmo por falsos relatos sobre eventos em Israel. "Mas é a BBC!" - como dizia uma jornalista aqui há tempos para Jaime Nogueira Pinto. E se a BBC diz, mesmo que seja mentira, manda o zelo religioso que não questionemos!
O ataque ocorreu na entrada de uma comunidade civil e não um cruzamento de segurança na "Cisjordânia". Ao sugerir que a localização era uma passagem de fronteira ou ponto de controle, a CNN e outros media não só cometeram um erro factual, como também mudaram o contexto do ataque na mente do leitor. Deram assim força à narrativa da propaganda, dos "pobres 'palestinos' obrigados a passar por controles 'zionistas', só para irem regar a horta".
Na mente de quem leu a notícia, foi "um pacato cidadão que perseguido por militares de uma força ocupante, e que, naturalmente, respondeu".
E isto tem as suas consequências. Os muçulmanos são 25% da Humanidade, e os judeus são apenas 0,17%. Há muçulmanos em todo o mundo, e há judeus, à mercê de uma gigantesca maioria de muçulmanos e outros anti-semitas...
Quando os islamistas massacram cidadãos de "primeira classe", como os europeus, osmediareportam e o mundo lamenta. Quando massacram cidadãos de"segunda classe", como os cristãos do Médio Oriente, osmediae o mundo ignoram. Quando matam cidadãos de "terceira classe", como os israelitas, o mundo e osmedia festejam com os terroristas.
Três jovens israelitas foram brutalmente assassinados por um terrorista "palestino", em mais um episódio daINTIFACADA.
Solomon Gavriya, 20 anos, Or Arish e Youssef Ottman, ambos de 25 anos, estavam nos seus postos, a fazer a segurança de Har Adar, perto de Jerusalém, quando um terrorista "palestino" abriu fogo. Estes heróis impediram o terrorista de assassinar mais inocentes. Eles pagaram a sua bravura com as suas vidas.
Os residentes chocados descobriram que o terrorista era um trabalhador "palestino" de longa data na aldeia. "O homem que limpou a nossa casa por 2 anos e meio era um terrorista. Era um homem a quem os meus filhos davam bebidas e comida".
Centenas de "palestinos" foram para as ruas para comemorar os assassinatos. O terrorista foi nomeado mártir. A sua família receberá pagamentos ao longo da vida, por parte do governo "palestino".
É um contraste acentuado com o guarda assassinado Youssef Ottman, um árabe-israelita da cidade vizinha de Abu Ghosh que é aclamada como um modelo de paz, e onde judeus, cristãos e muçulmanos vivem juntos.
Israel quer paz. A Autoridade Palestina (AP) paga aos terroristas que desejam matar israelitas inocentes. No entanto, os governos de todo o mundo continuam a enviar biliões de dólares em ajuda à AP, incluindo a América.
Se o mundo permanecer em silêncio, o sangue desses israelitas inocentes estará nas suas mãos. Se quer que o mundo tome medidas reais para parar o terror "palestino", junte a sua voz às 46 mil pessoas que assinaram a nossa petição em IsraelIsUnderAttack.com.
Os nossos pensamentos e orações estão com os amigos e familiares dos três jovens assassinados. É impossível imaginar o que eles devem estar a passar.
Baruch Dayan Ha'Emet - que a memória deles seja uma bênção.
NOTA - Pode assinar anonimamente se clicar no quadradinho onde diz:Don't publish this on the website
Texto da petição:
Há mais de 2 anos que Israel enfrenta uma nova onda ataques terroristas "palestinos". É uma onda terrorista impulsionada pelo incitamento anti-Israel. Mas o mundo está em silêncio - e o terror continua. Adicione o seu nome para apoiar Israel na sua dor e diga ao mundo que o terrorismo "palestino" deve parar.
Um marido e uma mulher israelitas foram assassinados enquanto os seus quatro filhos jovens assistiam. Outra família israelita foi atacada por um terrorista em Jerusalém - a caminho de orar no Muro das Lamentações. 184 ataques à facada ou com machados, 161 ataques a tiro, 60 ataques com veículos e 1 bombardeio de um autocarro assassinaram 46 inocentes e colocaram mais algumas centenas no hospital. Mais centenas de ataques terroristas foram frustrados pelos serviços de segurança de Israel.
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, recusa-se a condenar os assassinatos. O Hamas e a Jihad Islâmica "Palestina" louvam os terroristas e celebram nas ruas. A Autoridade Palestina paga 300 milhões de dólares por ano aos terroristas e ás suas famílias - incentivando mais assassinatos.
Para piorar as coisas, as manchetes na Imprensa global prestam pouca atenção e até se concentram nas acções de Israel para neutralizar os terroristas em vez de nas famílias israelitas que são brutalmente assassinadas.
O The Israel Project está a lançar uma campanha para garantir que o mundo saiba que o seu dinheiro de ajuda para a AP é usado para apoiar o terrorismo e os líderes "palestinos" alimentam o terrorismo com o seu incitamento.
Esta onda de terror "palestino" tem que parar. Israel chora. O mundo deve ouvir a dor de Israel - e romper o seu silêncio. Adicione o seu nome para participar na nossa campanha e deixar que o mundo saiba.
Os nomes dos assassinados são Naama e Eitam Henkin, Nehemia Lavi, Aharon Banito e muitos, muitos mais. "Enquanto vivamos, eles também viverão, pois agora são parte de nós".
Todos devemos agir para garantir que as suas mortes não foram em vão.
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Se puder, ajude também Israel a proteger as suas fronteiras dos terroristas:
Residentes de Har Adar, perto de Jerusalém, em 26 de Setembro de 2017, retratados depois de um terrorista palestino ter assassinado dois agentes de segurança e um polícia de fronteira e ferido gravemente outro homem. (Hadas Parush / FLASH90).
O "palestino" pai de quatro filhos que matou três israelitas em Har Adar na manhã desta terça-feira era um homem "completamente normal" e "simpático" que trabalhava em limpezas na povoação, disse um dos residentes logo após o tiroteio.
Em entrevista à rádio de Israel, Michal Avidor disse que "ia para a escola para dizer aos filhos que o homem que tinha trabalhado na nossa casa nos últimos dois anos e meio era o terrorista". O homem armado foi identificado como Nimer Jamal, 37 anos, da aldeia adjacente de Bayt Surik.
Nimr Mahmoud Ahmed Jamal, que realizou o ataque terrorista na povoação de Har Adar em 26 de Setembro de 2017 (Facebook).
Avidor disse que ficou surpreso quando
percebeu quem era o terrorista. "Comecei a descobrir quando eles
disseram que ele era um pai de quatro filhos e morador da aldeia próxima".
"Era um homem com quem costumávamos conversar", disse ele, "e a quem os meus filhos davam bebidas e comida". (...)
O ex-membro do Hamas, Mosab Hassan Yousef, dirigiu-se às Nações Unidas, em 25 de Setembro de 2017.
GENEBRA, 25 de Setembro de 2017 - Um ex-membro do Hamas tomou a palavra no Conselho de Direitos Humanos da ONU hoje e chamou à Autoridade Palestina o "maior inimigo do povo palestino". Veja o discurso completo abaixo.
"Se Israel não existisse, você não teriam ninguém para culpar; assumam a responsabilidade pelo resultado de vossas próprias acções", disse Mosab Hassan Yousef, cujo pai era membro fundador do Hamas.
Conforme relatado no filme O Príncipe Verde, Yousef tornou-se amigo de Israel, evitando ataques letais e fazendo com que células terroristas fossem descobertas.
Yousef falou hoje em nome da UN Watch, uma organização de direitos humanos com sede em Genebra, tomando a palavra numa reunião sobre alegadas violações israelitas dos direitos humanos palestinos. Em contrapartida, o Conselho não tem nenhum item especial na agenda sobre a Síria, o Sudão, o Irão, a Coreia do Norte ou qualquer outro país ou região.
"Por uma boa razão, as democracias ocidentais mais uma vez boicotaram o debate de hoje", disse o director executivo da UN Watch, Hillel Neuer.
"No universo distópico de 1984 de George Orwell, todos foram obrigados a sofrer 'dois minutos de ódio'diários. No universo distópico do Conselho dos Direitos Humanos da ONU - de que Arábia Saudita, Qatar, Cuba e a Venezuela são membros - o cronograma incorporado de cada sessão inclui um dia dedicado unicamente ao ódio contra o Estado judeu".
Declaração da UN Watch
para a 36ª Sessão, Conselho de Direitos Humanos da U.N.
Entregue por Mosab Hassan Yousef
Obrigado, Senhor Presidente.
Tomo a palavra em nome da UN Watch.
O meu nome é Mosab Hassan Yousef. Cresci em Ramallah como membro do Hamas.
Dirijo as minhas palavras à Autoridade Palestiniana, que afirma ser o "único representante legítimo" do povo palestino.
Pergunto: de onde vem a vossa legitimidade?
O povo palestino não vos escolheu, e não vos nomeou para o representarem.
Vocês auto-nomearam-se.
A vossa responsabilidade não é para com o vosso próprio povo. Isso é evidenciado por vossa violação total dos seus direitos humanos.
Na verdade, o indivíduo palestino e o seu desenvolvimento humano são o que menos vos preocupa.
Você sequestram estudantes palestinos do campus e torturam-nos nas vossas prisões.
Vocês torturam os vossos rivais políticos. O sofrimento do povo palestino é o resultado dos vossos interesses políticos egoístas. Vocês são o maior inimigo do povo palestino.
Se Israel não existisse, vocês não teriam ninguém para culpar. Assumam a responsabilidade pelo resultado das vossas próprias acções.
Vocês sopram as chamas do conflito para manterem o vosso poder abusivo.
Finalmente, vocês usam esta plataforma para enganar a comunidade internacional e confundir a sociedade palestina, fazendo crer que Israel é responsável pelos problemas que vocês criam.
Os líderes dos grupos terroristas Hamas e "Autoridade Palestina" são bilionários que coleccionam mansões de luxo em todo o mundo, aviões particulares, e levam uma vida cosmopolita opulenta, regada a álcool e não só.
Quem paga são os contribuintes europeus, americanos e outros que são obrigados a pagar "ajuda humanitária" destinada às contas bancárieas destes senhores e a armas e munições para matar judeus.
Enquanto isso, permitem que o povo seja fanatizado e se expluda, matando judeus. É porque se dedicam em especial a matar judeus que estes bandos são tolerados, ao contrário do ISIS, do Boko-Haram ou da Al-Qaeda.
Três agentes de segurança israelitas foram mortos e um está gravemente ferido num ataque terrorista nas imediações da povoação de Har Adar, perto de Jerusalém, na manhã desta terça-feira, informou a Polícia.
Mais um capítulo daINTIFACADA, a campanha islamista subsidiada pelo Mundo inteiro, para exterminar os judeus na sua minúscula Pátria de Israel. Se alguma coisa deste episódio chegar às notícias fora de Israel, será com o título "1 'palestino' morto em Israel". Osjornalistassão cúmplices deste genocídio por procuração.
O agressor abriu fogo contra um grupo de pessoal de segurança, incluindo agentes da Polícia de Fronteira e os guardas privados da comunidade, que abriam as portas aos trabalhadores 'palestinos'.
O terrorista, um trabalhador da aldeia de Bayt Surik, nas proximidades, foi abatido por forças de segurança na cena do crime, disse a Polícia.
O jovem de 37 anos aproximou-se da entrada de Har Adar, pouco antes das 7 da manhã, como parte de um grupo de 'palestinos' que trabalham na povoação.
Ele "despertou as suspeitas" dos agentes, que lhe pediram que parasse. O terrorista sacou de uma pistola e disparou contra os israelitas, antes de ser morto a tiro, disse a Polícia.
Ele matou um polícia de fronteira e dois guardas de segurança privados, todos na casa dos 20 anos. Todos sofreram ferimentos de bala na parte superior do corpo.
O oficial da polícia da fronteira morto foi identificado como Salomon Gavriyah, 20 anos, de Be'er Yaakov. Foi promovido póstumo ao sargento.
Um dos guardas de segurança morto no ataque, Yosef Ottman, era residente da vizinha comunidade árabe israelita de Abu Ghosh. O segundo era um residente de Har Adar.
O agente da polícia de fronteira, Salomon Gavriyah, que foi morto num ataque a tiro em Har Adar, 26 de Setembro de 2017. (Polícia de Israel).
A vítima gravemente vítima foi identificada como o coordenador de segurança de Har Adar. Sofreu feridas de bala no estômago e no peito, e estava totalmente consciente quando foi levado para o Hospital Hadassah de Jerusalém, Ein Kerem. Ao chegar ao hospital, foi levado para uma sala de operações para cirurgia, disse um porta-voz do Hadassah.
A Polícia disse que o terrorista, um de quatro filhos, tinha uma autorização de trabalho legal, tornando-se um dos poucos "palestinos" com esse documento a cometer um ataque terrorista nos últimos anos.
Tinha autorização de trabalho dentro das povoações israelitas, como Har Adar, que se situam ao longo da linha entre a Judeia e Samaria (a que alguns chamam Cisjordânia) e Israel, de acordo com o serviço de segurança Shin Bet.
O terrorista foi identificado como Nimer Mahmoud Ahmad Jamal. O Shin Bet disse que ele não tinha uma história conhecida de envolvimento em actividades terroristas.
O serviço de segurança disse que Jamal parecia estar a passar por "problemas pessoais e familiares significativos" e que há uma história de violência na família.
O Shin Bet também observou que a esposa do terrorista o deixou há várias semanas e mudou-se para a Jordânia, deixando-o com as crianças.
Antes de realizar o ataque, Nimer Mahmoud Ahmad Jamal deixou uma nota dizendo ser "um marido terrível" e que a sua esposa não tinha "nada a ver com o que acontecerá", informou a Rádio Israel.
O terrorista Nimer Mahmoud Ahmad Jamal.
Nas horas após o ataque, as forças de segurança invadiram a casa do atacante. A Forças de Defesa de Israel montaram um cordão de segurança em torno de Bayt Surik, permitindo que os residentes entrem livremente, mas saiam apenas por razões "humanitárias".
Har Adar está localizada no trajecto da estrada principal que liga Jerusalém a Tel Aviv. A comunidade não tem sido alvo comum de ataques terroristas. Uma excepção foi em Outubro de 2016, quando um polícia de fronteira foi esfaqueado no braço perto da povoação.
O comissário de polícia israelita, Roni Alsheich, falando no local de um ataque terrorista em Har Adar, perto de Jerusalém, em 26 de Setembro de 2017 (Yonatan Sindel / FLASH90).
O comissário da Polícia de Israel, Roni Alsheich, que chegou à cena do ataque, disse que o terrorista "era conhecido por aqueles que cumprimentavam os trabalhadores pela manhã".
Ele elogiou a resposta do pessoal de segurança na cena, dizendo que um polícia de fronteira e um polícia num jipe próximo abriram fogo contra o atacante, "de outra forma ele poderia ter entrado na cidade e continuado com a sua missão assassina".
Respondendo a perguntas sobre a raridade de ataques de "palestinos" com permissão de trabalho, Alsheich disse: "Lamentavelmente, não há perfil para um terrorista".
"Pode ser apenas alguém que está farto de tudo e decide descarregar a sua raiva num ataque", disse ele, acrescentando: "O incitamento [contra Israel] é constante".
Chen Filipovitz, chefe do conselho local, elogiou os agentes de segurança pela sua rápida reacção.
"Os nossos trabalhadores e coordenador de segurança trabalharam conforme necessário", disse Filipovitz ao Canal 2 após o ataque. "O terrorista ainda não estava dentro da comunidade, mas no portão onde os trabalhadores entram. Existem centenas de trabalhadores que entram todos os dias para trabalhar em Har Adar e nas comunidades vizinhas".
O grupo terrorista Hamas elogiou o ataque, dizendo: "Mais uma vez, Jerusalém prova que está no cerne do conflito com a ocupação e que não há como removê-la da equação do conflito".
O ataque terrorista ocorre dois anos depois de uma onda de agitação irromper, principalmente na Judeia e Samaria e em Jerusalém.
A pistola usada no ataque terrorista em Har Adar perto de Jerusalém em 26 de Setembro de 2017. (Polícia de Israel)
A violência diminuiu grandemente nos últimos meses.
Desde Setembro de 2015, cerca de 51 israelitas, dois turistas americanos, um cidadão eritreano, um "palestino" e um estudante britânico foram mortos em esfaqueamentos, tiroteios e ataques com veículos por terroristas "palestinos".
No mesmo período, cerca de 300 terroristas "palestinos" e um terrorista sudanês foram abatidos pelas forças de segurança.
O governo israelita condenou o terrorismo e a violência provocados pelo incitamento dos líderes políticos e religiosos "palestinos", que é reproduzido em sites e redes sociais que glorificam a violência e incentivam os ataques.
- A fonte para este post foi o Times of Israel, mas a redacção do mesmo é nossa.
COMENTÁRIO
Assistimos em todo o Mundo a ataques terroristas islâmicos diários.
Porque os muçulmanos são 25% dos habitantes do nosso planeta, e os seus 55 países (todos eles ditaduras islâmicas, governadas pela lei islâmica) tendem a possuir petróleo, os poderes instituídos não chamam o terrorismo islâmico pelo seu nome. Usam eufemismos e fingem que a causa é outra que não o Islão.
Quando os muçulmanos matam aqui na Europa ou nas Américas em nome do seu deus Alá, e da obrigação religiosa de conquistar e submeter os "infiéis", o pensamento oficial declara que se trata sempre de "casos isolados de pessoas emocionalmente instáveis".
Mas quando os muçulmanos matam em Israel, aí já é "uma reacção heróica e gloriosa àocupação". É essa a narrativa islâmica, que os nossos jornalistas e os nosso políticos - geralmente comprados com petro-dólares (1) ou pelo senhor Soros (2) - alardeiam.
Os "heróis", segundo a nossa Imprensa e os nosso políticos.
A narrativa de que Israel "ocupa" a sua própria Terra, onde vive há mais de 5 mil anos, é de um absurdo equivalente às acusações medievais de que os judeus bebiam sangue de crianças cristãs para celebrarem a Páscoa, ou de que envenenavam os poços.
Ou ainda, mais recentemente, as acusações dos nazis, de que os judeus possuíam um plano para dominar o Mundo.
Mudam-se os tempos, muda-se a forma do ódio anti-semita. O conteúdo é o mesmo.
Na realidade, os judeus são povo nativo de Israel e são o Povo da Bíblia, que é "só" o livro mais popular e mais influente da História humana. Os judeus estão há milénios, ininterruptamente, em Israel.
Os Árabes muçulmanos invadiram Israel pela última vez em 1920, ainda durante o Mandato Britânico da Palestina (sim, os Britânicos, como os Romanos, chamaram "Palestina" à Terra Santa) - já havia cinema e a invasão foi filmada.
Os Árabes invadiram Israel em 1920 como agora estão a invadir a Europa, e com o mesmo propósito: conquistar, submeter, exterminar, consagrar o planeta ao deus Alá. O que vêm fazendo desde há 1400 anos, pois é sua única razão de viver.
Pode-se ser totalmente indiferente ao sofrimento dos judeus, que são mortos na sua Pátria por terroristas a quem o Mundo paga para o fazer. Mas ao menos por egoísmo, vale a pena estudar a história do terrorismo islâmico contra Israel, porque, queiramos ou não, para os muçulmanos, Israel, a Península Ibérica, Roma, Londres e o globo terráqueo, são deles!
Olhando para Israel, vemos o nosso futuro, que já é presente:
Quanto a Israel, todos os colonos muçulmanos, todos os que são hostis ao Estado judaico, todos os que apoiam o terrorismo, todos os que pretendem destruir Israel, devem ser expulsos e devolvidos à procedência (Egipto, Jordânia, Líbia, etc.).
A maior parte dos países islâmicos expulsou e/ou exterminou os seus judeus. Israel, que é apenas 0,02% do mundo islâmico, deve expulsar todos os terroristas.
Nunca mais, nunca!, jamais!, Israel verá a sua soberania sobre a sua Terra usurpada. Aquele pedacinho de terra, sem nascentes de água e sem petróleo, quatro vezes mais pequenino que o pequenino Portugal, não mais será ocupado. Deus assim o determina, e quem discorda que argumente com Ele.
Mas Israel deve fazer todo o possível para que vidas como a do jovem Salomon Gavriyah, de apenas 20 anos, não sejam ceifadas pelos terroristas. Os judeus ainda não interiorizaram que são finalmente, de novo, LIVRES!
Após a entrada do Partido AfD - Aliança pela Alemanha - no Parlamento alemão, com cerca de 13% dos votos, a Imprensa global toca a rebate. Não há um jornal, uma TV, uma rádio que hoje não gritem alarmados que a extrema-direita chegou ao Parlamento.
E os mesmos jornalistas que regurgitam anti-semitismo todos os dias, vêm hoje até com "preocupações" de que a Afd seja anti-semita.
É certo que a AfD, nas suas origens, albergou elementos e opiniões anti-semitas. Mas outros partidos há que omitem publicamente tais opiniões, mas tomam posições e adoptam políticas manifestamente anti-semitas.
As apreensões dos judeus alemães parecem, felizmente, ter pouca razão de ser. E as prevenções dos jornalistas são mera hipocrisia e oportunismo.
Um partido como a AfD é susceptível de atrair racistas, anti-semitas, nazis e outras pessoas menos recomendáveis. No entanto, a invasão islâmica promovida por Angela Merkel é a primeira responsável pela ascensão deste partido.
Segundo algumas opiniões, Merkel deseja mesmo reabilitar a aliança Islão-Alemanha da Segunda Grande Guerra:
O Times of Israel publicou ontem um artigo de que transcrevemos alguns trechos:
Temido pelos judeus, o AfD de extrema-direita da Alemanha ama o Estado judaico, e os candidatos da alternativa nacionalista para a Alemanha, ridicularizados como anti-semitas, professam predominantemente posições pro-israelitas.
Manifestação de vários grupos de esquerda contra o partido de direita da Alemanha AfD (Alternativa para a Alemanha) em Berlim, Alemanha, 23 de Setembro de 2017. (AP Photo / Michael Probst).
O partido, ridicularizado e acusado de ter opiniões anti-semitas, xenófobas e nazis, apoia firmemente Israel, e é um dos vários partidos populistas de direita na Europa que tentaram fazer causa comum com Israel em relação ao terrorismo, valorizando o Estado judaico como um baluarte diante do extremismo islâmico.
A maioria dos judeus alemães repudia o AfD como anti-semita, apontando para sua plataforma anti-imigração e anti-muçulmana e argumentando que quem é contra os muçulmanos e outras minorias, mais cedo ou mais tarde, procurará prejudicar as liberdades religiosas dos judeus.
"É abominável que o partido do AfD, um movimento reaccionário lamentável, que recorda o pior do passado da Alemanha e que deveria ser proscrito, agora tenha lugar no Parlamento alemão de promover a sua vil plataforma", disse o presidente do Congresso Judaico Mundial, Ron Lauder.
"Este resultado é um pesadelo tornado realidade", declarou Charlotte Knobloch, presidente da comunidade judaica de Munique e ex-presidente do Conselho Central de Judeus na Alemanha.
"Com o AfD, a exclusão, o interiorismo, a agressão, o desprezo pela Humanidade, as teorias da conspiração, o nacionalismo 'volkisch', o neo-nazismo, a violação da Constituição, a negação do Holocausto, o anti-semitismo, o racismo, a anti-religiosidade, a hostilidade para os media e para a Europa, o revisionismo e o relativismo histórico passam para o Bundestag e seus órgãos nacionais e internacionais", disse ela.
Um apoiante do partido nacionalista AfD ergue um cartaz com os dizeres: "Protejam a Constituição de Merkel", enquanto a chanceler alemã Angela Merkel fala na campanha eleitoral do seu partido CDU em Bitterfeld, na Alemanha, em 29 de Agosto de 2017. (AFP Foto / Odess Andersen).
As declarações de altos funcionários da AfD sugerem o desejo de mudar a posição sobre a admissão de culpas da Alemanha pelo Holocausto e as opiniões outrora expressas , de admiração pelos soldados da Wehrmacht durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar dos intensos esforços, os responsáveis do partido nunca conseguiram livrar-se da impressão de que este se tornou uma plataforma para anti-semitas, racistas e outros xenófobos.
No entanto, como muitos partidos de extrema-direita na Europa e em outros lugares, a AfD apresenta-se solidamente solidária com Israel.
De acordo com uma ampla sondagem encomendada por um grupo que promove as relações germano-israelitas, a maioria dos políticos da AfD professam preocupar-se profundamente com a segurança de Israel, apoiam a demanda do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de que os 'palestinos' reconheçam Israel como um Estado judeu, rejeitam reconhecer unilateralmente um Estado 'palestino', e, no geral, apoiam uma relação mais forte entre Jerusalém e Berlim.
Um cartaz de campanha Alternativa para Alemanha vandalizado, em Berlim em 21 de Setembro de 2017. (AFP Photo / John Macdougall).
Mais de metade dos entrevistados da AfD disseram que concordam "totalmente" com a afirmação de que o apoio ao movimento anti-Israel de Boicote, Desinvestimento e Sanções é anti-semita; nenhum outro grande partido teve uma tão forte oposição ao BDS.
77% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que o anti-sionismo é uma forma de anti-semitismo; 23% discordaram.
Cerca de 88% disseram que o 70º aniversário de Israel no próximo ano é um motivo para os alemães celebrarem, enquanto menos de 4% discordaram dessa afirmação. (Para comparação, nos social-democratas de Martin Schulz - que ficou em segundo lugar nas eleições nacionais, antes do AfD - 11% sentiram que o aniversário de Israel não era motivo para comemorar.)
"As relações germano-israelitas são especiais, não só por causa da História, mas também porque Israel é a única democracia que funciona realmente na região", afirmou um membro do AfD. "Israel é a única democracia no Médio Oriente e tanto politicamente como de uma perspectiva cristã, é um país fraternal", opinou outro.
A grande maioria dos candidatos policiais do AfD (86%) também apoiam as exportações alemãs de armas para Israel.
"Enquanto a Alemanha fornecer regimes islâmicos como a Turquia ou a Arábia Saudita com armas, não há razão para que Israel, como um estado democrático pró-ocidental, deva ser excluído das negociações de armas", disse Beatrix von Storch, porta-voz do partido.
Beatrix Von Storch da Alternativa para a Alemanha. (CC BY-SA, Wikimedia)
Jerusalém tem um relacionamento complicado com os partidos populistas europeus de extrema-direita, que prosperam no sentimento anti-muçulmano, mas abraçam com entusiasmo o Estado judeu.
MK Nachman Shai, um legislador da oposição que preside o Grupo de Amizade Parlamentar Israel-Alemanha, disse que as eleições democráticas da Alemanha devem ser respeitadas, mas, ao mesmo tempo, classificou-as como "um grande sinal de alerta" para Israel e para o povo judeu.
"O surgimento da extrema-direita na Alemanha é indicativo de humores perigosos que estão a crescer e a ficar mais fortes", disse ele. "A xenofobia, o racismo e o extremismo conquistaram uma parte significativa do público alemão e provam que o estrato democrático é frágil e vulnerável".
Dois terços dos candidatos da AfD não acreditam que a presença israelita na Judeia e Samaria sejam o principal obstáculo para a paz.
Três quartos dos políticos da AfD não querem que a Alemanha reconheça o 'Estado da Palestina' antes de que um acordo de paz com Israel seja assinado, enquanto 11% tendem a favorecer um reconhecimento unilateral. (Para comparar, 77% dos Verdes e 28% dos social-democratas tendem a apoiar o reconhecimento unilateral).
Todos os candidatos da AfD disseram que a Alemanha deveria usar a sua ajuda financeira aos 'palestinos' para os pressionar a cessarem a sua incitação e glorificação do terrorismo.
Dois terços disseram que "totalmente" não concordam com a decisão da União Europeia de rotular os produtos israelitas provenientes da Judeia e Samaria - ninguém expressou apoio à ideia (21% tendem a discordar da política e 12% não tinham opinião).
69% "absolutamente" concordaram com a afirmação de que um tratado de paz abrangente deve incluir o reconhecimento de Israel como um Estado judeu. Apenas 3% "absolutamente" discordaram.
"O reconhecimento do direito de Israel a existir é pré-condição para toda solução pacífica do conflito árabe-israelita. Isso inclui enfaticamente o reconhecimento de Israel como um Estado judeu", disse von Storch. "Como qualquer outra nação, Israel tem o direito natural de proteger os seus cidadãos, garantir as suas fronteiras e salvaguardar a sua identidade cultural".
No que diz respeito ao ensino do Holocausto, no entanto, a pontuação da AfD não parece tão grande. Enquanto 100% dos entrevistados do centro-esquerda, dos partidos de centro-direita e dos Verdes, disseram que "totalmente" concordam que é importante ensinar a geração jovem sobre a Shoah, na AfD, 38% "tendem a" concordar e 6% "tendem a" discordar.
Nota sobre o último parágrafo do artigo do Times of Israel:
Os partidos da Esquerda têm muito apreço pelos judeus... mortos. Mas só por aqueles que foram mortos pelos nazis, e a partir do momento em que a União Soviética deixou de ser aliada de Hitler.
Já relativamente aos judeus mortos em massa pelos soviéticos ou aos cristãos mortos em massa pelos turcos, os partidos de Esquerda assobiam para o lado. Como assobiam com o presente Holocausto dos Cristãos.