segunda-feira, 4 de julho de 2016

"Palestinos" homenageiam terrorista que matou menina de 13 anos

  
 Hallel Yaffa Ariel

Após o terrorista 'palestino' Mohammad Taraireh, de 17 anos, ter assassinado Hallel Yaffa Ariel, de 13 anos, enquanto esta dormia, o líder da 'Autoridade Palestina', Mahmoud Abbas, postou a foto do terrorista na sua página oficial do Facebook, declarando-o um "mártir".
Posts deste blog sobre mais este trágico episódio da INTIFACADA, a campanha de assassínio de judeus lançada por Mahmoud Abbas:

Intifacada - terrorista executa menina israelita de 13 anos

O senhor Mahmoud Abbas (É simpático, não é? O Hitler também era...) um mega-terrorista da craveira de bin Laden ou Arafat, continua ser recebido na ONU, no Vaticano, no Parlamento Europeu, em todo o lado!, como se fosse pessoa de Bem.

A liderança 'palestina' elogiou o terrorista de 17 anos de idade que esfaqueou e matou uma menina israelita de 13 anos de idade, Hallel Yaffa Ariel, enquanto esta dormia, na quinta-feira.

O terrorista 'palestino' Mohammad Taraireh, que entrou na casa da menina em Kiryat Arba, perto de Hebron, também feriu um oficial de segurança de Israel antes de ter sido baleado e morto pelas forças de segurança israelitas.

O partido Fatah, da 'Autoridade Palestina' (AP), liderado por Mahmoud Abbas, postou a foto do terrorista na sua página oficial do Facebook logo após o ataque, declarando-o um mártir - "Shahid", a maior honra possível no Islão.


O terrorista islâmico  Muhammad Taraireh (o senhor Abbas não só é responsável pela morte de crianças e jovens judeus, como manda os jovens árabes para a morte).

"O Mártir (Shahid) Muhammad Taraireh, que realizou a operação de hoje em que um colono feminino foi morto, e um colono do sexo masculino foi ferido", diz o texto sob a foto, na página do grupo terrorista Fatah no Facebook.

(Também é assaz "interessante" como todos os grupos terroristas do Mundo são barrados no Facebook, no YouTube, etc. - menos os que matam judeus! A INTIFACADA (a presente campanha de assassínio de judeus) é publicitada nas chamadas redes sociais em total impunidade!).

A WAFA, a agência oficial de notícias da AP, também homenageou o terrorista, referindo-se a ele como um Shahid.


Shahid é um termo de glorificação islâmico usado para heróis nacionais e para os que morreram enquanto travavam a Jihad, a guerra santa muçulmana, contra os infiéis.
Tornar-se um mártir, no Islão, representa o maior conquista religiosa que pode ser alcançada por um muçulmano, de acordo com os ensinamentos da "Autoridade Palestina", e são concedidas ao mártir numerosas recompensas.

Segundo a lei da AP, a família do assassino começa imediatamente a receber uma bolsa mensal que a AP paga às famílias de todos os "mártires".

A mãe do terrorista disse a uma rede de notícias local, de Hebron, que o seu filho era "um herói" e que está muito "orgulhosa".

"O meu filho morreu como um mártir defendendo Jerusalém e a Mesquita Al-Aqsa", declarou ela. "Louvado seja Alá, Senhor do Universo, ele [o meu filho] juntou-se aos outros Mártires como dele, e ele não é melhor do que eles. Se Alá quiser, todos eles vão seguir este caminho, todos os jovens da Palestina. Alá seja louvado".

Hallel Ariel e seus pais.

No domingo, as forças do IDF prenderam a irmã de Taraireh por esta louvar as suas acções. O IDF disse em comunicado que esta prisão se insere na política de repressão contra o incitamento e o apoio ao terrorismo.

Um pequeno vídeo publicado nos media 'palestinos' na quinta-feira mostrou a irmã referindo-se ao terrorista como um "mártir".

"O meu irmão é agora um Shahid. Que Alá castigue os judeus, e que o meu irmão esteja feliz no Paraíso", disse ela.O pai de Taraireh também foi preso pelas forças israelitas após o ataque.
Uma prima de Taraireh foi morta na sexta-feira enquanto tentava esfaquear um soldado do IDF do sexo feminino que fazia a segurança da Gruta dos Patriarcas, em Hebron.
Um primo de Taraireh, Yusuf, foi morto em Março, depois de ter atirado o seu carro contra um grupo de soldados perto de Kiryat Arba. Após o incidente, Muhammad Taraireh postou várias mensagens de elogio ao seu primo no Facebook, e manifestou o seu próprio desejo de morrer.
Via UNITED WITH ISRAEL

https://unitedwithisrael.org/es/

Se é a sua primeira vez neste blog, e/ou se não está dentro destes assuntos, é possível que  ache que estes actos são "resistência" contra o mauzão Israel. É natural que assim pense, pois é isso que os media lhe vendem todos os dias. Mas é errado:

Mas afinal quem são os "palestinos"?

Inventando a Palestina e os palestinos - 1



 É errado em termos históricos e legais, porque Israel é um Estado de Direito, que fez cedências como nenhum outro na História. E é errado que Israel seja o mauzão que os jornalistas e os partidos de extrema-esquerda e neo-nazis lhe pintam:
 Confira:


http://amigodeisrael.blogspot.pt/search/label/Pallywood

Agora repare, sff: se estes terroristas ditos "palestinos" são uns cheguevaras valentes que lutam contra os judeus mauzões, em nome de quê é que os muçulmanos, só até este 29º dia de Ramadão (o mês "sagrado" do Islão), já mataram 1651 inocentes em 228 ataques, em diversos continentes? São todos mauzões, como os judeus?


A Religião da Paz distinguiu-se nas últimas horas por ter espancado um líder religioso  Budista até à morte, por ter assassinado com tiros na cabeça um padre Cristão , por ter assassinado um funcionário de um templo Hindu e por ter chacinado uma menina Judia de 13 anos... em menos de 24 horas!
Ainda acha que todas as religiões são iguais?
 - The Religion of Peace
Se ainda tem dúvidas, alguma coisa de bastante errado se passa consigo. Olhe que na era da Informação, só anda enganado quem quer:

domingo, 3 de julho de 2016

História de Israel - O Sionismo Moderno (3)

 Conclusão de:

História de Israel - O Sionismo Moderno (1)

História de Israel - O Sionismo Moderno (2)



BILU - Pioneiros judeus da Diáspora regressam a Israel

Um dos grupos de judeus que fugiram aos pogroms russos indo para Israel, chamava-se "Bilu". O nome é um acrónimo de um versículo de Isaías 2, que exorta a "Casa de Jacob" a "ascender". O objectivo do Bilu foi restabelecer uma comunidade judaica forte em Israel, e, assim, trazer a "redenção".
O primeiro grupo de Biluim foi fundado por um grupo de estudantes universitários que viajou para a Terra de Israel, ainda sob domínio Otomano, em 1882. Rapidamente se lhes juntou o grupo Hovevei Zion e estabeleceu a cooperativa agrícola de Rishon LeZion.

A História da Terra de Israel em gráfico, a partir de 1516 e do domínio Turco Otomano, até aos dias de hoje.
Embora inicialmente os esforços agrícolas tivessem falhado, devido à falta de água potável, o Barão Rothschild interveio e financiou uma adega em Rishon, que acabou por se tornar um negócio rentável. Rothschild também ajudou os Biluim a estabelecerem a cidade de Zichron Yaacov.

"Nenhuma Civilização ainda o alcançou, nem conseguimos ainda vislumbrar os dia da Era Messiânica, quando toda a Humanidade viverá em fraternidade e concórdia. Até lá, as nações devem dirigir as suas aspirações a um 'modus vivendi' tolerável" -  Leon Pinsker

Leon Pinsker, um médico polaco e Sionista que viveu em meados de 1800, inicialmente tinha sido convencido pelo movimento Iluminista de que a solução para o anti-semitismo era a assimilação. No entanto, a onda de pogroms russos na década de 1870 e 1880 mudou o seu pensamento, e tornou-se um defensor de um Estado judeu, afirmando que os judeus, perpetuamente sem-tecto, perseguidos durante séculos, só poderiam encontrar a paz na Terra de Israel.
O seu livro, "Auto Emancipação", ao contrário de Hess (ver posts anteriores), fez um splash e provocou reacções fortes. Pinsker tornou-se também um dos fundadores do movimento Hovevei Zion, financiado pelo Barão de Rothschild.
A fim de ser formalmente reconhecido pelo governo russo, o movimento tornou-se uma instituição de caridade, a "Sociedade de Apoio aos agricultores e artesãos da Síria e Eretz Israel judeu", mais tarde conhecida como o Comité de Odessa. A comissão foi dedicada à promoção da agricultura de Israel, e ajudou a estabelecer a comunidade de Rehovot e Rishon LeZion, entre outras.

1922 - Veteranos da "aliyah", ou aliá, comemoram a fundação de Rishon LeZion.

Estes Sionistas iniciais, conhecidas como "Proto Sionistas", abriram o caminho para as ondas maciças de imigração para Israel, de judeus da Diáspora que se foram juntar aos seus irmãos judeus que sempre viveram em Israel. O regresso do povo judeu à sua Terra ancestral chama-se "aliyah", a partir da palavra Hebraica "ascender" - a partir do final do século 19.

Bibliografia: Stand With Us.

Jewish Virtual Library


Com o desmoronamento do Império Turco Otomano, todo o mapa do Médio Oriente foi redesenhado. Apenas a existência do pequeno Estado de Israel (o único que não é muçulmano - ó que surpresa...) é contestada!

- Estes três singelos posts sobre o Sionismo não pretendem, nem de longe, esgotar o tema. Servem como convite às pessoas de boa-vontade para que aprofundem o estudo da História de Israel. Numa velha estratégia nazi/comunista, de demonização dos judeus, o termo "Sionismo" tem ganho conotação negativa. Sionismo é apenas o nome do movimento que defende o direito de o povo judeu viver LIVRE na sua Terra ancestral. Como qualquer outro povo do Mundo. Não é por acaso que os povos nativos que ainda não reconquistaram a sua soberania (vide por exemplo o Tibete) são profundamente Sionistas.

Homenagem a Elie Wiesel



Eu jurei nunca me calar, sempre e onde quer que haja seres humanos sujeitos a sofrimento e humilhação. Devemos sempre tomar partido. A neutralidade joga a favor do opressor, nunca da vítima. O silêncio encoraja o atormentador, nunca o atormentado!
- Elie Wiesel

O United States Holocaust Memorial Museum (Museu da Memória do Holocausto dos Estados Unidos), lamenta profundamente o falecimento de Elie Wiesel, sobrevivente do Holocausto, laureado com o Nobel, e líder internacional do movimento de preservação da memória do Holocausto.
No rescaldo do Holocausto, num momento em que o mundo não suportava lembrar, ele não suportou esquecer.

Esta canção, triste mas muito bonita, dedica-mo-la a Elie Weisel:


Através da sua singular liderança moral, inteligência e eloquência, ele deu voz àqueles que tinham sido silenciados para sempre, e dedicou a sua vida a cumprir a promessa de "nunca mais", para todas as futuras vítimas de genocídio. O Comité Nobel descreveu-o como um "mensageiro para a Humanidade".
 Ele foi um dos poucos cuja mensagem não foi apenas transmitida, mas escutada.


Para o fim dos seus dias, ele lamentava não poder fazer tudo quanto se havia proposto. 
O seu impacto perdura nos brilhantes escritos, nos alunos que ensinou, nos milhões de vidas que tocou, e num edifício situado no coração da capital do Mundo Livre, o Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos, de que foi o fundador.
"Hoje, o Museu e a causa da memória do Holocausto são um dado adquirido. Mas poucos sabem da longa luta que foi necessária", disse a directora do Museu, Sara J. Bloomfield.

 

Jogadores dos Miami Heat em visita ao Museu. 

A publicação de Noite, em 1955, foi um divisor de águas, colocando as  memórias pessoais de Elie Wiesel na nossa consciência colectiva. (...) Em 1978, o presidente Carter designou Wiesel para presidir à Comissão Presidencial sobre o Holocausto, cujo mandato foi o de lançar a criação de um memorial nacional americano do Holocausto.
Reconhecendo que a memória por si só não é suficiente, a comissão criou uma instituição de ensino, em contraste com os monumentos à liberdade e os museus tradicionais. Wiesel imaginou um "memorial vivo", que serviria como um alerta sobre a fragilidade da democracia e os perigos do ódio.
Como fundador e Presidente do Conselho para a criação do Museu, nomeado em 1980, ele envidou todos os esforços para o conceber e construir. A sua visão moldou a sua missão, já que acreditava firmemente que um memorial sem preocupação com o futuro, violaria a memória do passado. Fez parte do Conselho do Museu por indicação dos Presidentes Carter, Reagan, G.H.W. Bush, Clinton, G. W. Bush e Obama.
Nunca teve medo de enfrentar o poder com a verdade, e em 1985 criticou o presidente Reagan pela sua visita ao Cemitério Bitburg na Alemanha, onde os membros das SS foram enterrados. Em 1993, quando inaugurou o Museu, falou da vida e da morte de sua mãe, e, invocando a sua memória e o fracasso do mundo em salvá-la, pediu ao presidente Clinton para enfrentar a limpeza étnica na Bósnia.


Sobreviventes chegam a Israel.

"O mundo sente-se incompleto com a perda de Elie Wiesel", disse o Presidente do Museu, Tom A. Bernstein. "Ele foi uma figura transformadora, que exemplificou os próprios ideais do Museu e
as aspirações desta instituição - a memória que nos convoca à acção. Herdamos a tremenda responsabilidade de continuar o seu legado".


Sara Bloomfield, US Holocaust Memorial Museum

sábado, 2 de julho de 2016

O ABSURDO presente de Abbas

Além de mega-terrorista, Abu Mazen (vulgo Mahmoud Abbas) é MEGA-BURRO! Mas os líderes israelitas e internacionais não são menos burros, por aceitarem um terrorista destes, na linha de Bin Laden ou Arafat, como interlocutor! Que cresçam e se multipliquem os Trumps!

O líder da Autoridade 'Palestina', Mahmoud Abbas, está a ser motivo de troça para  bloggers e jornalistas, devido ao seu recente presente ao Rei saudita, em mais uma tentativa de distorcer a História e deslegitimar Israel.
Parece que não há limite para as mentiras e para a ousadia pura e simples de presidente da Autoridade 'Palestina', Mahmoud Abbas, que no domingo, dia 19 de Junho, presenteou o Rei da Arábia Saudita com um item assaz estranho: uma cópia emoldurada da primeira página de uma edição de 1932 do The Palestine Post.
Pode-se perguntar o que é que Abbas *  estava a tentar transmitir com este presente. Ele estava realmente a insinuar que o jornal foi, na verdade, propriedade de "árabes palestinos" num Estado palestino?

* -  (Abbas nega quaisquer laços históricos judaicos com Jerusalém e, segundo informações, queixou-se ao Rei saudita da "continuação da profanação israelita da sagrada terra palestina").
Na secção

  
"Nasce o Estado de Israel" - manchete do The Palestine Post (foto Wikipedia).

(...) David Brin, editor do The Jerusalem Post, escreveu: "Pergunto-me se ele é assinante.""Vêem a expressão no olhar do Rei?", comentou o blogger IsraelShield:
"Há uma razão pela qual ele está  tão desconfortável. Ele provavelmente está constrangido pela estupidez de Abbas. O The Palestine Post foi um jornal Sionista judaico".

 Quando Jerusalém fazia parte do imenso Império Turco, a mesquita de Al-Aqsa estava assim, ao abandono, com cabras por lá a pastar. A Terra de Israel era deserta, apenas com comunidades residuais de judeus, e pouco mais
- Do nosso post

Como a RTP2 "olha o Mundo"



O The Palestine Post foi fundado em 1932 por Gershon Agron, que, entre outras posições Sionistas, havia servido como enviado da Organização Sionista Mundial e foi membro de uma delegação da Agência Judaica. O jornal foi renomeado The Jerusalem Post em 1950, dois anos após a criação do Estado de Israel.

Nunca houve um Estado árabe palestino. Na verdade, os judeus que vivem na Terra de Israel foram considerados judeus palestinos. Como colonos judeus trabalhavam a terra e, literalmente, fizeram florescer o deserto. Muitos árabes da região migraram para a Palestina para beneficiar das novas oportunidades económicas.


Em 135 dC, a Judeia foi rebatizada Síria Palaestina pelos Romanos depois de terem esmagado a revolta de Bar Kokhba.

Durante o período de domínio Otomano (1517-1917), o termo "Palestina" referia-se às terras ao sul da Síria, e muitos otomanos e árabes que lá viviam lá referiam-se à área como "Síria do Sul".


Durante o mandato britânico, a "Palestina" também incluía a actual Jordânia.

Mas afinal quem são os "palestinos"?



Apenas após a independência de Israel os árabes que vivem na Judeia e Samaria e na Faixa de Gaza foram chamados "palestinos". Na verdade, os árabes não podem nem pronunciar correctamente a palavra "Palestina" na sua língua nativa, referindo-se à área como "Filastin".

A palavra "Palestina" ou "Filastin" não aparece no Alcorão. O termo "peleshet", significando migrantes ou terra de invasores, aparece na Bíblia judaica nada menos que 250 vezes.
Via UNITED WITH ISRAEL com arquivos de  Israellycool e Jewish Virtual Library.

https://unitedwithisrael.org/es/

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Em nome desta colossal patranha da "Palestina Árabe", judeus inocentes (vide p. ex. a INTIFACADA) são continuamente atacados e assassinados.
Na sequência desta visita ao Rei da Arábia Saudita, o Parlamento Europeu estendeu a passadeira encarnada ao mega-terrorista Mahmoud Abbas, para ele debitar a mesma rectórica puramente NAZI!
Mas não nos admira que o mega-terrorista Abbas negue que Jerusalém é a capital eterna da Terra de Israel, a Pátria dos Judeus. Afinal, o ISIS também afirma que Portugal e Espanha "sempre foram muçulmanos", e promete igualmente reconquistá-los:

Algumas pessoas já começaram a perceber que estamos no mesmo barco que os judeus.

 

"E matareis os infiéis onde quer que os encontrardes e expulsá-los-eis de onde quer que vos tenham expulso... " (Alcorão 2: 191)

Que os hippies-halal da Festa do "Avante!", que os neo-nazis das teorias dos Lagartos Espaciais Judeus, dêem crédito a figurinhas como Abbas, vá que não vá. Que os jornaleiros invertebrados o dêem como bom, não é de espantar. Que os políticos do Mundo Livre o façam, na sua gula por dinheiro e poder, idem aspas. Mas que pessoas honestas, e com um cérebro dentro da caixa craniana, acreditem nas elocubrações fanáticas deste jihadista igual aos do ISIS, é triste!

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!
Isaías 5:20


VIVA ISRAEL!

sexta-feira, 1 de julho de 2016

VÍDEO: terrorista 'palestino' esfaqueia israelitas no mercado de Netanya

Leia sff o nosso comentário, a seguir ao vídeo.


Dois israelitas foram esfaqueados num ataque terrorista perto do mercado central de Netanya na quinta-feira noite. As câmaras de segurança registaram o ataque.

Este foi o segundo ataque terrorista do dia. Uma vítima, um israelita ultra-ortodoxo de aproximadamente 30 anos, está a receber tratamento médico. A outra vítima, uma mulher de cerca de 62 anos, tem ferimentos leves.

O terrorista foi abatido - o que provocará as habituais reacções de indignação e a classificação de "execução arbitrária". Porque abater terroristas islâmicos que estão a esfaquear, a atropelar ou a alvejar judeus, é uma ofensa! A Polícia deve deixá-los matar inocentes, até se cansarem!


Este ataque ocorreu simultaneamente com o funeral do Hallel Ariel, uma menina israelita de 13 anos de idade, assassinada à facada na quinta-feira por um terrorista 'palestino' que invadiu sua casa em Kiryat Arba, perto de Hebron:

VÍTIMAS DE 1ª, 2ª e 3ª CLASSE


A UEFA, que proibiu minuto de silêncio pelas vítimas do massacre na discoteca em Orlando, autorizou o minuto de aplauso pelas vítimas do massacre do aeroporto de Istambul. Algumas vítimas valem mais que outras...

Hoje resolvermos fazer três posts sobre a INTIFACADA, a "Intifada das Facas" em Israel. Se fôssemos fazer um blog apenas para vos darmos conta das ocorrências desta "intifada", não conseguiríamos  cobrir todas as notícias. A Polícia israelita desmonta ataques 24 horas por dia, como a Polícia francesa e belga fazem agora, especialmente durante o EURO 2016.
Se quiséssemos dar-vos conta dos ataques terroristas islâmicos que ocorrem diariamente, teríamos que criar um super site como A Religião da Paz, que compila as notícias de todo o Mundo para dar uma ideia aproximada da matança islâmica.
Nos cinco continentes, todos os dias, inocentes são assassinados em nome do Islão. Os horrores são tantos que não conseguimos sequer escolher.
Há quem tente (veja lista de sites no final deste post).
Uma menina de 13 anos  assassinada na sua cama é uma vítima.
Quem a mata à facada é um terrorista.

Só mentalidades pseudo-sofisticadas não percebem a diferença!


Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! -  Isaías 5:20

A Imprensa, os profissionais da Informação (e não nós, simples "civis", que roubamos ao nosso descanso para fazer o trabalho para o qual eles são pagos) está a falhar DELIBERADAMENTE na cobertura do jihad islâmica global:
- Quando os ataques matam muita gente (como esta semana no aeroporto de Istambul), a Imprensa faz uma cobertura falsamente ingénua, não se atrevendo a mencionar sequer a palavra Islão - a verdadeira  causa do terrorismo!

 Muçulmanos chacinando cristãos no Paquistão.
O horror é inimaginável.

 
"Pelo menos 100.000 cristãos são mortos a cada ano por causa de sua fé, o que equivale a 273 por dia, ou 11 a cada hora."
"Sem contar com os que estão a ser torturados, presos, exilados, ameaçados, excluídos, atacados e discriminados, numa escala generalizada."

11 cristãos assassinados por hora

 

- Quando são cristãos do Médio Oriente, do Paquistão ou de África, que são assassinados a um ritmo de 11 a cada hora - um verdadeiro HOLOCAUSTO a que ninguém liga! - a Imprensa omite, ou mascara os factos com palavras vagas como "confrontos entre facções rivais". A prioridade da agenda mediática é a invasão islâmica do Mundo Livre:

Os "refugiados" e o Holocausto dos Cristãos

Lá, corta cabeças de "infiéis"; cá, é um pobre "refugiado"! 
A Imprensa ama  esta gente!

- Quando são judeus assassinados pelos mesmos islamistas, a Imprensa consegue ainda transformar os terroristas em vítimas e a matança islâmica em bandeira anti-Israel (veja sff a INTIFACADA, que exemplos não faltam).


Alguns sites que vão fazendo a compilação possível do terror islâmico, ideologia genocida e bárbara, que não muda desde há 1400 anos, e que já matou mais de 270 milhões de inocentes (recorde absoluto):

Netanyahu: 'Ver a manchas de sangue na sua cama é chocante'




O primeiro-ministro Netanyahu fez uma visita de condolências à família de Hallel-Yaffa Ariel, de 13 anos, que foi executada por um terrorista 'palestino' enquanto dormia.
O ministro da Defesa Avigdor Liberman juntou-se primeiro-ministro Netanyahu para uma dolorosa visita à família da jovem que foi massacrada enquanto dormia, na sua cama, na sua casa, em Kiryat Arba.Netanyahu ouviu as histórias partilhadas pelos pais de Hallel, sobre a sua filha de 13 anos, que foi ontem brutalmente assassinada em sua casa por um terrorista 'palestino' que invadiu a comunidade.

Intifacada - terrorista executa menina israelita de 13 anos


"Vamos reforçar as defesas desta comunidade", disse Netanyahu. "Além da luta anti-terrorista, vamos tornar a defesa desta comunidade mais forte. Eu vou sentar-me com o ministro da Defesa, e vamos decidir como fortalecer a comunidade".

"Ver o quarto da Hallel, ver as manchas de sangue ao lado da sua cama, ver os seus livros e roupas de criança... isto é chocante. E lembra-nos novamente do que estamos a enfrentar. Eles querem arrancar o que foi plantado, mas nós vamos aprofundar as raízes. Eles não vão fazer-nos sair daqui".

Netanyahu disse estar "muito impressionado com esta família maravilhosa" e que "os terroristas não vão quebrar o seu espírito e não vão ter sucesso em quebrar o nosso espírito."Oremos para que esta seja a última tragédia a atingir o povo judeu.
Via UNITED WITH ISRAEL

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As crianças cristãs e judias assassinadas pelos terroristas islâmicos, não despertam as ondas de comoção popular que despertou o menino Aylan Kurdi, que se afogou  no Mediterrâneo.
É que o pobre Aylan foi despudoradamente usado para legitimar a invasão islâmica da Europa - ao passo que os meninos judeus assassinados em Israel, e os meninos cristãos assassinados nos países islâmicos, desmontam a narrativa da natureza "pacífica" do Islão.


Aylan Kurdi e a indignação artificial

A foto manipulada do menino na praia

A Profecia de Kaddafi


Para ter uma perspectiva desta onda de terrorismo, visite a nossa secção  INTIFACADA.
Se é novo por aqui, é provável que "compre" a narrativa de que os terroristas islâmicos em Israel (ao contrário do que acontece em todos os outros países do Mundo), têm razão e estão a lutar pela "sua" terra. 
Não é verdade. Jamais existiu uma "Palestina" árabe (e ainda que tivesse existido, o terrorismo não é a via para o entendimento):



FORÇA, ISRAEL!
FORÇA MUNDO LIVRE!

Israel: assassinado em frente dos 10 filhos




Família alvejada enquanto circulava na estrada 60.

Um israelita foi assassinado em frente dos seus 10 filhos, e três outros ficaram feridos num ataque a tiro por um terrorista palestino perto de Hebron.

Um israelita foi morto e três outros ficaram feridos num ataque a tiro, em Adorayim, a sul de Hebron, na Judeia.

A vítima fatal foi identificada como Michael "Micki" Marc, de 40 anos, da cidade vizinha de Otniel, que viajava no seu carro com sua família, quando foi alvejado.


A sua esposa Chavi ficou gravemente ferida no ataque, e foi evacuada para o hospital Hadassah Ein Kerem de Jerusalém, com múltiplos ferimentos de bala na parte superior do corpo.

Dois outros membros da família também foram feridos no ataque. Paramédicos dizem que, além da mãe da família, trataram uma menina de 13 anos de idade, em estado entre moderado e grave, que sofreu ferimentos de bala na parte superior do corpo, e um menino de 15 anos de idade, que ficou levemente ferido, presumivelmente do acidente.

De acordo com relatos iniciais, um carro da marca "Kia" ultrapassou a família, e os ocupantes abriram fogo, atingindo ambos os pais e causando o despiste.

Pelo menos 20 tiros foram disparados contra o carro, dizem os investigadores.

Via UNITED WITH ISRAEL

Este é mais um capítulo da INTIFACADA (clique na palavra realçada a laranja para visitar a nossa secção dedicada ao tema), uma investida racista terrorista ordenada pela chamada "Autoridade Palestina" de Mammoud Abbas.
Os comentários que temos a fazer são os mesmos do post anterior:

Intifacada - terrorista executa menina israelita de 13 anos

Os media, como de costume, nem vão falar de mais este acto hediondo. E vão continuar a dizer que são os nativos judeus que matam os invasores árabes. A opinião pública continuará a abençoar os terroristas e a odiar as vítimas.

Na nossa opinião, e nem sendo nós judeus, entendemos que os israelitas e os judeus não devem resignar-se a serem os cidadãos de segunda classe do planeta. 

Qualquer outro país do mundo tomaria medidas adequadas para capturar, prender e expulsar os invasores e terroristas islâmicos (ainda agora o Reino Unido começou a preparar o caminho para expulsar os seus invasores islamistas). 

Israel deve CORTAR O MAL PELA RAIZ! ACORDA, ISRAEL! 



Ao 26º dia de Ramadão, a Religião da Paz cometeu 197 ataques terroristas, matando 1396 inocentes em diversos países, incluindo Israel.
No mesmo período, neste século e neste milénio, nenhuma outra religião matou ninguém: