segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A Histeria Anti-Trump e o Senso-Comum


O alvo a abater: é homem, é branco, é rico, é heterossexual, é conservador, é cristão, é feliz, é patriota, e não se submete ao Islão!
No seguimento da proposta de Donald Trump para restringir a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos - para suster a onda de terrorismo que já dura há década e meia - os media globais redobraram a perseguição ao candidato presidencial, numa proporção de linchamento moral, puro e simples.

Uma "indignação" imensamente superior à registada, por exemplo, em relação aos recentes massacres de Paris ou de San Bernardino. Uma "indignação" inversamente proporcional à devoção  religiosa dispensado ao jihadista muçulmano queniano Barack Hussein Obama.

E toda a gente que lê os jornais e vê os telejornais tem que soltar a sua atoardazinha anti-Trump, sob pena de ser um grande "fásssssista".
A POLÍTICA DE RESTRIÇÃO DE TRUMP NÃO É NOVA. A REACÇÃO É.



A proposta de Trump para proibir a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos não é mais racista do que outras políticas semelhantes, que não geraram nenhum clamor, nem nos Estados Unidos nem no estrangeiro.


(Publicado originalmente em jewishpress.com.)

Numa altura em que os Estados Unidos e o resto do mundo estão em estado de indignação com a declaração polémica do candidato presidencial Donald Trump, de proibir a imigração e visitas de muçulmanos estrangeiros aos EUA, vale a pena notar que Trump não é o primeira figura importante a sugerir que uma certa classe de seres humanos seja impedida de entrar num país.

Nos exemplos seguintes, no entanto, existem duas diferenças significativas entre o apelo de Trump e todos os outros. Veja se as consegue descobrir até ao final deste artigo.

Em primeiro lugar, qual é de facto o apelo de Trump? Será que ele, como alguns afirmam, pretende que todos os americanos muçulmanos deixem o país? Não. O que ele fez foi pedir a suspensão da imigração muçulmana e da entrada de turistas muçulmanos nos EUA.

O APELO DE TRUMP

"Donald J. Trump propõe uma proibição total e completa dos muçulmanos entrarem nos Estados Unidos até os representantes do nosso país apurarem o que está a passar-se", diz o comunicado de imprensa da campanha.


A proibição que Trump propõe é baseada no que ele chamou "o ódio [que] está além da compreensão". É sua visão que a proibição deve permanecer "até que os representantes do nosso país possam apurar o que está a passar-se".

Trump pediu a proibição de entrada de muçulmanos nos EUA, na sequência do ataque terrorista em San Bernardino, na semana passada, por dois anteriormente desconhecidos muçulmanos radicalizados que entraram nos EUA, Syed Farook e sua esposa, Nashfeen Malik. Embora poucos americanos conhecessem MalikFarook, estes foram aceites como "normais", como "americanos médios", e os dois foram entendidos como "vivendo o sonho americano", até ao momento em que fizeram explodir colegas de trabalho e assassinaram os sócios de Farook , num frenesim sangrento que causou a morte de 14 pessoas e feriu muitas mais, em 2 de Dezembro de 2105.


Trump fez o que ficou conhecido como o seu discurso do "Nenhum muçulmano", em 7 de Dezembro, primeiro numa declaração por escrito, seguida de uma conferência de imprensa, vide vídeo no final deste artigo.

A REACÇÃO AO APELO DE TRUMP

Trump foi execrado - ou pelo menos mantido a uma distância de nojo - pela liderança dos partidos Democrata e Republicano, pelos meios de comunicação de todo o mundo, pelos colegas e concorrentes. Um assessor do presidente dos EUA, Obama, afirmou que Trump "não tem capacidade" para concorrer à presidência. Ele foi atacado pelos americanos, por um vencedor do Prémio Nobel (o egípcio El Baradei), por centenas de milhares de britânicos, e até mesmo por israelitas.

Conforme relatado pelo Jewish Press, vários membros da oposição no Knesset e pelo menos uma coligação de deputados assinaram uma carta exigindo que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu cancelasse um encontro com Donald Trump, agendado para 28 de Dezembro, durante a visita planeada do candidato presidencial republicano. Omer Bar Lev, da União Sionista chamou racista a Trump, e o membro árabe do Knesset Ahmed Tibi chamou nazi ao candidato presidencial.
(A nós, enojou-nos particularmente a declaração dos terroristas do C.A.I.R. (o Centro para as Relações Islamo-Norte-Americanas), uma organização jihadista-nazi, que angaria dinheiro para o Hamas, e que apareceu a repreender Trump e a perguntar-lhe se ele "não aprendeu nada com o Nazismo"!). 
Outro árabe, Membro do Knesset, do partido Meretz, Esawi Frej, disse que "Trump não é apenas um racista; ele é um homem que representa uma ameaça para o mundo livre. Um homem que pela incitação racista tenta ganhar o cargo de presidente dos EUA. Um homem cuja presença na esfera pública é baseada em racismo."

PRECEDENTE CRIADO NOS ESTADOS UNIDOS

Daniel Greenfield imediatamente lembrou e postou um artigo no FrontPage, lembrando os americanos de que o então presidente Jimmy Carter, durante a crise dos reféns no Irão, proibiu a entrada de iranianos nos Estados Unidos. Em 7 de Abril de 1980, Carter anunciou sanções dos EUA contra o Irão, que incluíram a anulação imediata de todos os vistos emitidos para cidadãos iranianos para a futura entrada nos Estados Unidos: "Nós não vamos reeditar vistos, nem vamos emitir novos vistos, excepto por razões humanitárias imperiosas e comprovadas ou onde o interesse nacional do nosso país o exija. Esta directiva será interpretada de forma muito rigorosa".

Imagine-se! Indiscutivelmente um dos mais liberais presidentes norte-americanos emitiu uma proibição geral de toda uma classe de pessoas, porque algumas delas tinham brutalizados americanos.


E adivinham? Não houve um enorme clamor com a proibição de Carter. Não houve exigências de que Carter fosse proibido de entrar, digamos, na Grã-Bretanha. Nem qualquer administração americana subsequente emitiu qualquer censura considerando que Carter é indigno de ter ocupado o cargo de Presidente dos Estados Unidos, algo que a administração Obama tem dito sobre Trump por causa da sua proposta de proibição.

Então, há um precedente relativamente recente para a proibição de entrada de toda uma classe de pessoas nos Estados Unidos.
Aqui vai uma ilustração intercalada por nossa iniciativa:

Presidentes dos Estados Unidos em uniforme!
16 PAÍSES PROIBEM A ENTRADA DE ISRAELITAS

Os Estados Unidos não são o único lugar onde as proibições nacionais / religiosas são aceites sem muita contestação, muito menos histeria.

Yair Rosenberg, um jornalista americano, destacou no Twitter o que já deveria ser um facto óbvio, e para o qual tem havido pouca crítica pública - pelo menos nenhuma que chegasse ao nível de provocar a ira dos principais partidos políticos, grupos religiosos ou figuras públicas.


Rosenberg apontou para que existem actualmente 16 países no mundo que proíbem totalmente a entrada dos israelitas. Ninguém está autorizado a entrar nas seguintes nações com um passaporte israelita: Argélia, Bangladesh, Brunei, Irão, Iraque, Kuwait, Líbano, Líbia, Malásia, Omã, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão, Síria, Emirados Árabes Unidos e Iémen.


Por favor, poupem-nos a qualquer resposta que consista em algo como: "Bem, esses são países árabes ou muçulmanos, esperamos mais de um candidato à presidência dos Estados Unidos".


Qualquer um que considere aceitável que seja "de esperar" a proibição de entrada de israelitas por qualquer nação, e ao mesmo tempo esteja indignado com a proposta de Trump deve estar preparado para ser chamado hipócrita.

Só para salientar a extensão da hipocrisia de massas respeitante à restrição de entrada de cidadãos por razões nacionais ou religiosas, Rosenberg apontou que cinco destes 16 países árabes/muçulmanos que barram a entrada de israelitas estão actualmente sentados na tribuna dos "membros do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas".
A AUTORIDADE PALESTINA REJEITA CATEGORICAMENTE OS JUDEUS

Mas há ainda uma outra maneira, e ainda mais simples, de revelar a hipocrisia daqueles que histericamente denunciam a sugestão de uma proibição temporária por parte de Trump da entrada muçulmanos nos Estados Unidos.

Esta é a posição declarada de Mahmoud Abbas, o presidente interino da Autoridade Palestina, que tem, inequivocamente, anunciado que não haverá judeus - "nem um, para sempre!" - na nação que espera criar: a Palestina.

A pré-condição de uma nação Judenrein nunca foi rejeitada como racista, xenófoba, anti-democrática, discriminatória ou qualquer outra coisa, quer por esta administração americana, que tem lutado nos últimos sete anos para ajudar ao nascimento da Palestina, nem por nenhuma das anteriores. Nem por qualquer outra nação, ou líder nacional, ou auto-declarado activista de direitos humanos, ou activista dos direitos civis ou quaisquer outros benfeitores - ninguém questionou essa condição.
 
'HIPOCRISIA E DUALIDADE DE CRITÉRIOS'


Esta observação foi feita por Kay Wilson, residente em Israel. Wilson twittou na manhã de quarta-feira, em resposta à agitação em relação a Trump, que espera para que "o mundo inteiro" também fique "indignado com Abbas", que disse que não haverá "nem um judeu na Palestina".

Wilson está particularmente familiarizada com o ódio e incitamento da Autoridade Palestina. No final de 2010, ela e uma amiga foram esfaqueadas várias vezes e deixadas a morrer por dois árabes palestinos apenas porque os assassinos acharam que eram as duas judias. A amiga de Wilson, Kristine Luken, que morreu no ataque, era cristã. Wilson foi esfaqueada com um facão por 13 vezes.
Ela foi esfaqueada com tal ferocidade, que 30 dos seus ossos de foram destruídos no ataque.

Quando questionada pelo JewishPress.com porque considerava que os detractores Trump estavam a ser hipócritas, Wilson, que, apesar do seu trauma é uma pessoa engraçada e amorosa, expôs sua resposta.

Wilson disse que os judeus terem ficado perturbados pela declaração de Trump não foi particularmente surpreendente, porque "defender o nosso vizinho é uma vocação e uma convicção dos judeus".

O que ultrajou Wilson, no entanto, foi o que ela descreveu como "uma mistura de hipocrisia e duplo padrão, por parte da comunidade internacional para com o povo judeu."

NINGUÉM FALA DOS ESTADOS 'JUDENREIN' 

Isto apesar de Abbas  e a Autoridade Palestina sempre terem deixado claro, de forma aberta e repetidamente, que qualquer futuro Estado palestino será judenrein / "livre de judeus".


A partir do momento em que Abbas assumiu o cargo de líder da Autoridade Palestina, Wilson destacou, "ele deixou claro que qualquer futuro Estado sob a sua jurisdição será judenrein / "judeu-livre". Mas, ela lamenta, "não houve um político, um porta-voz, um dignitário estrangeiro ou uma comunidade não-judaica, que tivesse a coragem, a coragem moral ou apenas a decência comum de falar".
(NOTA: Este blogue tem lembrado essa abjecção vezes sem conta; por exemplo AQUI).

"Não houve nenhuma operação de propaganda mediática, não houve cobertura noticiosa 24/7, não houve protestos de rua ou até mesmo tweets sobre esta forma de racismo. E nunca houve quaisquer protestos públicos por parte da comunidade muçulmana em defesa dos "seus vizinhos", disse Wilson.


Então, quais são as diferenças entre as duas proibições, a de Trump e todas as outras? A primeira é óbvia, a falta de indignação. A total falta de preocupação por parte de todo o Mundo, de que os israelitas estejam impedidos de entrar em outros países, simplesmente porque eles são do único Estado judeu no mundo. A outra diferença? Trump é um homem de negócios, ele não está em nenhuma posição de poder, pelo menos não ainda. As outras proibições foram todas feitas por pessoas que estavam ou estão em posições de liderança, equipadas para, ou já a fazer respeitar uma tal proibição.




Vídeo removido pelo lóbi islamofascista
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Lori Lowenthal Marcus é correspondente nos Estados Unidos do The Jewish Press. É doutorada pela Escola de Direito de Harvard, já exerceu Advocacia e é professora de Direito.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Feliz Hanuká 2015


O Hanuká, ou Festa das Luzes, evoca a vitória de um punhado de judeus apostados em defender a sua nacionalidade e identidade cultural e religiosa, sobre o poderoso exército Sírio-Gregos. Já contámos a história, por exemplo aqui.

No tempo de Jesus de Nazaré já se celebrava esta festa há quase dois séculos:
 
“Celebrava-se a festa da Dedicação, em Jerusalém. Era Inverno, e Jesus estava no Templo, caminhando pelo Pórtico de Salomão.” – João 10:22-23
 
Também nós, aqui em Portugal, tivemos ocasiões-limite em que fomos chamados a defender o nosso país e o nosso modo de vida. Ainda antes de haver Portugal, sobressai o famoso Viriato, um Astérix da vida real. Aljubarrota e D. Nuno Álvares Pereira também evocam jornadas épicas de afirmação nacional contra o domínio estrangeiro.
 
Pois bem, os judeus, contra todas as expectativas, continuam, quase 2.200 anos depois, a celebrar a  sua Festa das Luzes, ainda e sempre a braços com invasores apostados em exterminá-los.
 
A organização United With Israel (Unidos com Israel), que não nos cansamos de recomendar, recebeu um telefonema surpresa com um pedido especial do primeiro-ministro Netanyahu: acender uma menorah (candelabro judaico) construída com restos dos mísseis que os terroristas do Hamas disparam contra Israel.
 
O Primeiro-Ministro Netanyahu e o Ministro da Defesa Yaalon festejaram o Hanuká  com os soldados da unidade Duvdevan do IDF.

A United With Israel teve todo o gosto em "emprestar" esta menorah tão especial aos dois convidados:

 
 
A United With Israel financia-se com os donativos dos seus simpatizantes e com a venda destes candelabros, carregados de simbolismo, que transformam terror em Luz, em sentido literal e figurado.
 
Se as suas finanças não chegarem para um candelabro, um donativo à UWI para aquecer as tropas neste Inverno, é bem-vindo. O espalhar a palavra e as suas orações não são menos valiosos.
 
Estes rapazes e estas raparigas não protegem apenas o seu país dos terroristas. Protegem também o Mundo Livre, pois Israel é o seu posto avançado. Estão sempre dispostos a dar a vida pelo Bem, e a salvar as vidas até de quem os assassina:
 
 
Anjos da Guarda até dos seus piores inimigos...
 
 
QUE VIVA ISRAEL!


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Matar à facada NÃO É terrorismo! *

* - Dependendo de quem são as vítimas...
O Primeiro  Ministro da Suécia Stefan Lofven cumprimenta o mega-terrorista Mahmoud Abbas, o cérebro do Massacre das Olimpíadas de Munique e de outros massacres, o multimilionário à nossa custa, que recompensa e condecora assassinos de judeus.

Longe vão os tempos em que a Suécia era famosa pela sua social-democracia, pela excelência do seu Estado Social, pela curiosidade científica das suas beldades relativamente ao Zezé Camarinha, pela sua arquitectura anódina, ou por essa sofisticada forma de tortura que são os filmes de Ingmar Bergman.

Hoje, a Suécia ostenta outros atributos. É vice-campeã mundial de estuprosLidera orgulhosamente a islamização da Europa, com o enriquecimento cultural daí decorrente (até de pitorescas decapitações no IKEA a Suécia hoje beneficia!!!). E até tem um governo composto por hippies de birkenstocks e patchouli, que apoiam o terrorismo islâmico (como mostrámos no post anterior)!

A camarada Asa, Vice Primeira-Ministra da Suécia, (a Marisa Matias lá do sítio), chorou baba e ranho quando teve que comunicar que a entrada de terroristas na Europa iria ser um bocadinho dificultada, devido ao Massacre de Paris. 

E SE FOSSE O P.M. SUECO O ESFAQUEADO?


Uma garfada na testa - será terrorismo? 

Apenas um dia depois de o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu,  ter registado o seu protesto em relação às declarações ignorantes da Ministra dos Negócios Estrangeiros sueca, foi a vez de Stefan Lofven, o Primeiro-Ministro, declarar que  os ataques à facada de terroristas islâmicos contra cidadãos israelitas não constituem terrorismo.
"Não, não é terrorismo", disse Lofven à agência noticiosa sueca TT esta segunda-feira.

"Há uma classificação internacional sobre o que constitui ou não constitui terrorismo. Tanto quanto eu sei, os ataques à facada em Israel não são definidos como terror", continuou Lofven.

O senhor Lofven, que, ao que consta, não cheirava a whisky nem a haxixe, fez estas declarações no dia seguinte a ter recebido um telefonema de protesto de Benjamin Netanyahu (link United With Israel) relativamente aos discursos de apoio ao terrorismo feitas pela senhora Margot Wallstrom, Ministra dos Negócios Estrangeiros.

Não queremos aqui apelar à violência, mas seria uma experiência sociológica interessante que alguém espetasse um pequeno garfo na testa do senhor Lofven.  Só uma garfadinha. Nada de facalhões afiados, como em Israel. Só para sabermos como classificaria ele a ocorrência.

E SE FOSSE A MARGOT A ESFAQUEADA?

Margot Wallstrom


Margot Wallstrom (que também tem boa testa para uma garfadinha) tem afirmado o terrorismo islâmico global se deve a que Israel não trata bem os "palestinos", (link United With Israel) e também tem acusado Israel de levar a cabo "execuções extra judiciais" de "palestinos" supostamente inocentes (link United With Israel) . Por "execuções extra judiciais de inocentes", a senhora Margot entende os terroristas que são abatidos pela Polícia quando estão a assassinar israelitas. 
Temos feito alguns posts sobre a Intifada das facas. 
“Há um padrão moral para Israel e outro para o resto do Mundo” - disse Netanyahu na reunião semanal do partido Likud. Ah, a ingenuidade judaica... É bem pior que isso, senhor Benjamin! Eles querem outra vez a Solução Final! Não com a crueza da do Hitler, claro, que os suecos são gente civilizada. Uma Solução Final lá longe, da vista e do coração, com bombas iranianas ou facas egípcias e jordanas. Uma coisinha assim que mal se dá por ela vista aqui da Europa.

Há três meses que os israelitas são diariamente atingidos por ataques terroristas islâmicos dos "palestinos"(link United With Israel) a maior parte deles à facada. 21 israelitas já morreram e 215 ficaram feridos. Um número superior de terroristas suicidas tem ido para o paraíso de Alá, sob os gritos de regozijo da família, amigos, conhecidos e correlegionários.
A SUÉCIA CULTURALMENTE ENRIQUECIDA
A Suécia experimenta já as maravilhas do enriquecimento cultural, à medida que a percentagem de muçulmanos aumenta. Desde cidadãos espancados na via pública por serem infiéis, aos sempre pitorescos ataques de indignação islâmica, passando pela supra referida jihad sexual  e pelos proverbiais gangs-sharia, tudo é colorido e vibrante!

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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Hippies e Terroristas - paixão assolapada!


«De acordo com o Museu Nacional da Segunda Guerra Mundial, a guerra tirou entre 6,6 milhões e 8,8 milhões de vidas alemãs, e 418,500 vidas americanas. Uma relação de mortes alemãs para americanas, de, pelo menos, 16 para 1, e que pode ter sido tão elevada como 21 para 1. No entanto, ninguém vai afirmar, com base em estatísticas, que "a Alemanha nazi teve superioridade moral sobre os EUA na guerra".»




A Ministra dos Negócios Estrangeiros da Suécia, senhora Margot Wallstrom, acusou Israel de responder desproporcionalmente aos ataques terroristas dos "palestinos".
Wallstrom fez as suas declarações em resposta a três deputados suecos que acusarem o governo de ser preconceituoso, por tomar partido pelos "palestinos" e contra os israelitas.  

Na resposta, Wallstrom condenou os esfaqueamentos dos "palestinos" contra os israelitas, mas disse que a resposta de Israel está a ser "desproporcional", apontando como "prova" o facto de haver mais mortos "palestinos".  

QUEM É MARGOT WALLSTROM

Recordamos que Margot Wallström já tinha acusado Israel de ser o responsável moral pelo massacre de Paris - ver post:


Recordamos também que Margot Wallström é uma alta responsável política sueca, e que o seu país detém o triste recorde de estupros de mulheres e crianças na Europa, e o segundo a nível mundial. Os estupradores são muçulmanos, no estrito cumprimento da jihad sexual, e o facto de ter milhares de compatriotas mulheres e crianças brutalmente estupradas dá muita vontade de rir à senhora Margot Wallström:

Rindo da Jihad Sexual na Europa - 1

Rindo da Jihad Sexual na Europa - 2


QUEM SÃO AS MARGOT WALLSTROMS
Se Margot Wallström fosse um caso isolado de estupidez, não viria muito mal ao mundo.
Infelizmente, não é:
No dia dos atentados de Paris, a vice-primeira-ministra sueca, Asa Romson, claramente em choque, tuítou: "Os acontecimentos em Paris podem prejudicar a conferência sobre o clima, com mais de 100 chefes de estado confirmados." Quem já teve a agenda baralhada por um massacre de inocentes sabe que é uma grande maçada. 
 José Diogo Quintela in Instauração do Climafado

Asa Romson, vice-primeira-ministra sueca, entre os seus irmãos hippies.

É esta casta de idiotas que prolifera hoje em dia em duas classes vitais para a Sociedade: os políticos e os jornalistas.

O QUE FARIAM AS WALLSTROMS?
Se as Wallstroms, as Asas, as Marisas Matias, os Louçãs da vida, fossem atacados à facada, a tiro ou por via de atropelamento, por algum dos terroristas islâmicos que matam em Israel, em França, nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Nigéria, na Tunísia, no Líbano, etc., etc., o que fariam? 
Dar-lhes-ia jeito que houvesse ali perto um polícia competente que abatesse o terrorista, ou deixar-se-iam matar, de modo a equilibrar as estatísticas?
 
Cara Margot, cara Asa, e caros hippies em geral,

Os terroristas islâmicos do Massacre de Paris mataram 130 pessoas. 8 deles foram abatidos. Os terroristas islâmicos do Massacre de San Bernardino mataram 14 pessoas. 2 deles foram abatidos.
Na ausência de condenação, depreende-se que esses terroristas foram bem abatidos. Qual será o número de vítimas a partir do qual é legítimo abater um terrorista? 130 se for em França? 14 se for nos Estados Unidos? Qual o ratio terrorista/vítima, por país?
Que directivas propõem para Israel? Imaginemos que um terrorista entra num hospital e começa a abater pessoas. Imaginemos que o limite por terrorista, será, digamos, de 50 vítimas.
A Polícia conta pacientemente até haver 50 mortos, e só então dispara? E se forem dois terroristas, conta-se até 100 vítimas?
Não será mais expedito designar uma quota de israelitas a abater e simplesmente executá-los? Ou será que os terroristas que matam israelitas são terroristas bonzinhos e, consequentemente, não têm limite de vítimas?

LER TAMBÉM


 «  De acordo com o Museu Nacional da Segunda Guerra Mundial, a guerra tirou entre 6,6 milhões e 8,8 milhões de vidas alemãs, e 418,500 vidas americanas. Uma relação de mortes alemãs para americanas, de, pelo menos, 16 para 1, e que pode ter sido  tão elevada como 21 para 1. No entanto, ninguém vai afirmar, com base em estatísticas, que "a Alemanha nazi teve superioridade moral sobre os EUA na guerra". »

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Judeia e Samaria - Israel prepara documento

 
 
A reivindicação da soberania israelita sobre a Judeia e Samaria é válida, tanto do ponto de vista histórico quanto do ponto de vista legal. Israel está a preparar um documento explicativo que será traduzido para diversos idiomas e distribuído pelas embaixadas de todo o mundo.
 
De acordo com a notícia  do Canal 2 da TV israelita, o documento - que explana os motivos pelos quais a construção na "Cisjordânia" (Judeia e Samaria) é completamente legal e não viola o Direito Internacional - será traduzido em diversas Línguas e distribuído por embaixadas de todo o mundo.
 
Esta é uma iniciativa liderada por Tzipi Hotovely, que chefia a equipa de Direito do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel. O Canal 2 sublinha certos pontos do documento, entre os quais os que demonstram legalmente que as terras da Judeia e Samaria são propriedade de Israel, "nunca estiveram sob soberania legítima de qualquer outro país" e, porque "a ligação judaica à Judeia e Samaria é de milhares de anos", o estabelecimento de judeus nesse território, nem é novo, nem constitui "colonização".
 
 
Tzipi Hotovely

 
De acordo com o Canal 2, o documento também explica que a construção na Judeia e Samaria foi supervisionada pelo Supremo Tribunal e que a retirada de Israel do território de Gaza em 2005 foi uma iniciativa política unilateral, e não o cumprimento de qualquer tipo de obrigação legal.
 
Israel convida os peritos em Direito de todo o mundo a examinarem o documento, que está a ser redigido com o conhecimento do Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, que acumulou as funções de Ministro dos Negócios Estrangeiros até à formação do seu novo governo, há um ano.

O documento é baseado no Levy Report, disse o Canal 2, referindo-se ao  “Relatório sobre o Estatuto Legal da Construção na Judeia e Samaria”, produzido em 2012 por um comité de três peritos em Direito Internacional, liderados pelo ex-Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Edmund Levy, que concluiu que a presença de Israel na Judeia e Samaria (vulgo Cisjordânia) não é uma “ocupação” e que os assentamentos na região são legais à luz das Leis Internacionais.

Por: Ruthie Blum, The Algemeiner

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Comentário de um leitor do site United With Israel:

Os grandes problemas são: 1) Ninguém sabe ler. 2) Os governos que falam sobre Israel, nem sequer sabem onde fica Israel. 3) Os árabes odeiam a verdade, é patológico. O seu Corão é uma cópia medíocre da Bíblia, com nomes hebraicos traduzidos para o Árabe. 4) O nosso erro foi não termos anexado a Judeia e Samaria em 1967.

E tem razão. Os governos internacionais não estão minimamente preocupados com a sorte dos israelitas ou do povo judeu, como jamais estiveram ao longo de 4 mil anos. A prioridade diplomática é agradar aos Senhores do Petróleo, que querem obliterar Israel e os judeus. Como é agradar à China a maior economia do mundo na actualidade, e os tibetanos bem podem ser todos massacrados, que os governos é para o lado que dormem melhor.
 
Quanto à opinião pública mundial, continua desinformada por uma Imprensa visceralmente anti-semita, pró-islâmica e alinhada à esquerda.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Líderes 'palestinos': "Matar israelitas é bom, mas só no lugar e hora próprios!"

Parentes e Esposa de Aharon Yesiab, 32 anos, um de dois israelitas recentemente assassinados num ataque terrorista em Tel Aviv, no funeral. (Gili Yaari/Flash90).  

Os funcionários e os meios de comunicação da 'Autoridade Palestina', não só toleram, como também incentivam o terrorismo contra os israelitas. No entanto, eles recomendam fazê-lo "no lugar certo e na hora certa", para não serem comparados ao Estado Islâmico (ISIS) pela comunidade internacional.


Jibril Rajoub, terrorista igual aos do ISIS, amado pelo Ocidente. 

Jibril Rajoub é uma figura influente na 'Autoridade Palestina' (AP). É vice-secretário do Comité Central do Fatah (partido governo da AP), chefe do Conselho Superior do Desporto e Juventude, presidente da Associação de Futebol da Palestina e presidente do Comité Olímpico.

Em 17 de Outubro de 2015, conforme relatado pela Palestinian Media Watch (PMW), afirmou na televisão oficial da AP: "A comunidade internacional não concorda quando fazemos explodir um autocarro em Tel Aviv. Mas a comunidade internacional não pergunta o que acontece um colono ou a um  soldado nos territórios ocupados à hora errada e no lugar errado. Ninguém faz perguntas sobre isso! Portanto, devemos lutar de tal maneira que o mundo e a comunidade internacional continuem do nosso lado."

Por outras palavras: de acordo com Rajoub, a realização de um ataque terrorista em Tel Aviv é inaceitável para a comunidade mundial, que considera má estratégia fazer explodir um autocarro na cidade. Por outro lado, um soldado israelita ou um "colono" - significando um morador de uma comunidade judaica na Judeia e Samaria, a que ele se refere como "territórios ocupados" - são vistos como alvos legítimos, e, portanto, os "palestinos" devem continuar a assassinar soldados e civis judeus nessa região.

"Essas são operações individuais (ataques terroristas), no entanto, elas demonstram bravura e compostura ... Esses são actos individuais de coragem, e eu estou orgulhoso deles. Felicito todos os que os levaram a cabo. Eu digo-lhes: nós estamos orgulhosos de vós ... O lutador, o prisioneiro, ou o Mártir, eles são o orgulho de todo o povo palestino", disse Rajoub aos seus telespectadores, que incluem pessoas de todas as idades. "Felicito todos os que os que realizaram os ataques."

A COMUNIDADE INTERNACIONAL INCENTIVA O TERRORISMO
Terrorista "palestino" - igual aos do ISIS, amado pelo Ocidente.

A PMW considera a comunidade internacional parcialmente responsável pela onda de terror em curso na Judeia e Samaria, explicando que "de acordo com Rajoub, a mensagem da comunidade internacional para a AP, através do seu silêncio, é de que aceita os assassinatos por esfaqueamento e a tiro  dos soldados e civis israelitas em Jerusalém e na 'Cisjordânia', e permite que a liderança da AP continue a promover o assassinato. Claramente, a posição da comunidade internacional é de partilha da responsabilidade moral pela actual onda assassinatos, e esta é a forma como a liderança da AP a entende. De acordo com Rajoub, se a comunidade internacional enviasse a mensagem explícita à AP de que não concorda com qualquer acto de terrorismo em qualquer lugar, a AP seria forçada a parar, de modo que a comunidade internacional continuasse do nosso lado'."
Enquanto Rajoub realçou o "lugar certo" para matar israelitas, Hafez Al-Barghouti, colunista regular e ex-editor do diário da AP, o Al-Hayat Al-Jadida, destacou o timing. Em 24 de Novembro - há duas semanas - escreveu: "Após os acontecimentos do 11 Setembro em Nova Iorque, [o então primeiro-ministro israelita Ariel] Sharon aplicou o termo 'terrorismo' para se referir a esses ataques, a nossa luta nacional. Eu avisei sobre isso na época, e apelei a que fôssemos discretos, até que o tumulto de Nova Iorque tivesse passado ... Agora, depois dos atentados de Paris (em 13 de Novembro, que mataram 130 pessoas e feriram 352), devemos manter de novo um "low profile", de forma que não sejamos acusados ​​de crimes iguais aos do ISIS ... Devemos aprender as lições e esperar."

De acordo com Barghouti, "é nosso dever impedir os nossos filhos e filhas de realizarem actos fúteis."


O incitamento "palestino" ao terrorismo, que é galopante em todo o território administrado pela AP, vem dos altos escalões da administração, incluindo o presidente Mahmoud Abbas. Desde o início da actual onda de terror "palestino", desde 1 de Outubro, 21 civis israelitas foram mortos e mais de 200 ficaram feridos - muitos deles gravemente.

Por: United With Israel

(Com os arquivos do Palestinian Media Watch)


No minuto de silêncio pelas vítimas do terrorismo, na Cimeira do Clima, em Paris, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki Moon, ignorou as vítimas israelitas:
Entre 1 de Outubro e 19 de Novembro, 2015, 21 civis israelitas foram mortos e 215 foram feridos - 21 deles gravemente.

Os ataques terroristas incluem:

- 84 à facada.

- 30 a tiro.

- 12 por atropelamento.
Lista cronológica de cada ataque terrorista, que será atualizada conforme necessário: AQUI.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Uma chicotada na cara *



Shachar Rabinovitch, 13 anos, israelita.
Há uma história das vésperas da II Grande Guerra, de quando o Nazismo estava a dar os primeiros passos na Alemanha, que nunca esqueci. Um menino judeu, pobrezinho, viu um rico senhor alemão, a cavalo, e ficou fascinado. Aproximou-se, para admirar o animal, fez uma pergunta sobre o mesmo, e teve como resposta uma violenta chicotada na face.
Esta história deixa uma pessoa gelada por dentro. Uma humilhação assim dispensa considerações. Mas repete-se, todos os dias.

Lembrei-me disto quando soube o que se passou com a jovem Shachar Rabinovitch, uma menina israelita de 13 anos, e Marsha Levine, ex-docente da Universidade de Cambridge e activista do grupo anti-semita BDS.
Shachar Rabinovitch contactou  Marsha Levine (renomada especialista em domesticação de avalos) via Internet, por causa de um trabalho escolar. Marsha Levine recusou-se a responder, por a menina ser israelita, incluiu anexos com as habituais versões facciosas da História de Israel e acrescentou: "Não responderei às suas perguntas enquanto não houver paz para os palestinos".

A atitude da senhora Levine seria inaceitável, mesmo que Israel não tivesse razão. Mas Israel tem razão, e a distinta doutora faz dos terroristas vítimas, e vice-versa. E chapa-o na cara de uma criança.

Não falamos aqui de todos e de cada um dos ataques e humilhações anti-semitas que voltam a proliferar em toda a Europa e no Mundo. Raramente os referimos, até para não darmos ideias aos neo-nazis. Mas são muitos. E aumentam.
O pedido da jovem  Shachar e a resposta da doutora Lenine

Não contente com a chicotada desferida na face da criança, a doutora Levine (foto da esquerda) fez declarações ao  Jewish Chronicle e ao Daily Telegraph em que reafirmou e intensificou a sua posição. O Daily Mail, o Times of London, e outros jornais britânicos pegaram na história. E Brendan O’Neill fez este comentário:

'Algumas pessoas afirmam que o extravagante ataque contra uma jovem estudante por parte da senhora Levine foi um acto extremo, um caso de um acólito do BDS que levou o ódio a Israel longe demais.

Na verdade, este acto expôs o coração podre de um movimento que se imagina como progressista, mas que é de facto impulsionado pelo fanatismo. . .

Agora, até as crianças israelitas estão a ser marginalizadas, envergonhadas, informadas de que não estão à altura de se dirigirem a nós, decentes europeus. Sabem quem também achava que certas crianças eram alvos legítimos para a fúria preconceituosa e para a punição? Terei que o dizer?'


Se você, amigo leitor, acha que "NUNCA MAIS", não esqueça que há 80 anos, também começou assim. Ajude a que realmente "NUNCA MAIS". Apoie o BEM.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

3 Anos e uma pequena mensagem

'Por aqui andam diabinhos à solta
Com corninhos e rabinhos e falinhas de paraíso
Por aqui andam bruxinhas em volta
Esvoaçando cavalgando em vassourinhas sem juízo'
Banda do Casaco, País Portugal, 1977
 
E fizemos três aninhos. Mas não pudemos escrever um post a condizer com a efeméride, porque os nossos computadores resolveram fazer greve. Já há uns tempos que os nossos posts "desconfiguram", que os nossos links se "partem", que as nossas fotos de volatilizam, e todas essas coisas. No dia do terceiro aniversário... black-out!
Não acreditamos que se trate de sabotagem, porque não temos importância para isso. Nem somos dados a teorias da conspiração.
Mas não temos tido falta de audiência, diga-se. Tivemos dias de 7, 8, 9, uma dúzia de milhares de visitas.  
Temos escrito sem qualquer preocupação com o politicamente correcto, temos escrito do coração, sem filtros. O que escrevemos aqui é rigorosamente o que pensamos. Se errámos, corrijam-nos, por favor.
Agora precisamos de um período diferente. Escrever num blogue, fazer um a três posts diários - ou mais - selecionar e traduzir artigos, pesquisar milhares de fontes, registar opiniões e rever os textos, escolher fotos e vídeos, responder a alguns indivíduos encantados com ideologias nazis e jihadistas, dá um certo trabalho.  
Solicitações familiares, profissionais e pessoais (para além da resolução dos referidos problemas técnicos) obrigam-nos, por agora, a interromper o fluxo regular de posts. Não vamos embora. Vamos postar menos. E se calhar, qualquer dia, voltamos a postar mais.
As portas estão sempre abertas a colaboradores. A quem nos dá a honra de nos ler, o nosso muito obrigado e o nosso pedido de desculpas por alguns momentos menos felizes. Errar é humano.
A nossa formação judaico-cristã ensinou-nos, desde o berço, a estar do lado da Verdade, mesmo que sozinhos. A defender os mais fracos e injustiçados, mesmo que  toda a gente se esteja nas tintas para eles. Por isso, estaremos sempre com Israel, com o Tibete, com os Curdos, com os Chiapas, com os povos nativos que resistem, em florestas, montanhas e ilhas remotas, à pressão do capitalismo cego e à dos regimes totalitários mais selváticos. Não esperamos nenhuma recompensa, nem neste Mundo nem no outro. Apenas não sabemos ser de outra maneira que não assim: fiéis à Verdade.

 

P.S. - Entretanto, desimpedimos aqui uma sala na nossa modesta casinha e começámos a fazer um arquivo do essencial do nosso trabalhinho. É aqui.