quarta-feira, 23 de março de 2022

Um crápula chamado Joe Biden

Trump, o melhor presidente que os Estados Unidos já tiveram, por ser conservador e HONESTO foi implacavelmente difamado pelos jornaleiros amestrados e vítima das mais grotescas calúnias.
Após a eleição ROUBADA pela Esquerda, Joe Biden passou a ocupar indevidamente a Casa Branca, e continua a ser levado em ombros pelos mesmos jornaleiros amestrados.

Biden é reconhecidamente mentiroso, plagiador, corrupto, racista e simpatizante do Ku Klux Klan,  agressor sexual e imbecil encartado. Mas os jornaleiros amestrados continuam a esconder a verdadeira natureza do carácter deste indivíduo.

Neste vídeo, desta semana, Joe Biden sorri e finge ler, enquanto os seus apaniguados enxotam os jornalistas da sala. Atente bem na expressão cínica do miserável, e imagine o que não se diria por essas televisões afora se tivesse sido Trump a protagonizar um momento destes:



TAL PAI, TAL FILHO...


Hunter Biden nas suas actividades pornográficas com menores.

 

Dedicámos diversas postagens a denunciar os casos de fraude, corrupção e os abusos sexuais de Joe Biden. E outros tantos ao seu filho e testa de ferro Hunter Biden, um cadastrado, toxicodependente, abusador sexual de menores, delinquente e mega-corrupto.

 

Hunter Biden: corrupto, pornógrafo, abusador sexual, criminoso de carreira e dependente de crack.

 

Divulgámos até o link para um dos vídeos pornográficos de Hunter Biden (agora censurado, claro!) com uma menina menor de idade. Mas nada disso interessa aos jornaleiros amestrados. Se um filho de Trump tivesse atirado um papel para o chão, isso sim, seria notícia. 

Os jornaleiros amestrados esconderam e continuam a esconder todos esses escândalos, que pode ver, por exemplo, nestes posts: 

 

Jornalistas e feministas encobrem agressor sexual Joe Biden

A falsa Kamala e os mega-corruptos e agressores sexuais Biden

Estados Unidos: Anatomia de uma eleição ROUBADA

 

 Imagine se fosse um filho de Trump a fazer pornografia; e com menores!...


Hunter Biden em mais escândalos de corrupção, drogas e abusos sexuais

Mais provas do conluio China-Bidens 

 

Imagens de Hunter Biden no seu canal na plataforma de pornografia PornHub.

O Twitter bloqueou todos os utilizadores que fizessem a mínima referência às actividades criminosas de Joe e Hunter Biden (aqui em baixo com um cachimbo de crack na boca):

segunda-feira, 21 de março de 2022

O guru de Putin

Vídeo e texto de Lorenzo Lazarotto:


Alexander Dugin é, sem dúvida, uma das mentes mais importantes na Rússia contemporânea. Mas qual a formação desse homem, que, na virada dos anos 2000 saiu do mais completo anonimato para se tornar o intelectual por trás do regime de Putin, ao ponto de suas obras terem se tornado leituras obrigatórias para a formação de novos oficiais do exército russo – isso há mais de 20 anos?!

Dugin nasceu em Moscou em 1962, e na juventude desiludiu-se profundamente com o regime soviético e com as noções de ateísmo, progresso e modernidade. Buscando uma espiritualidade em movimentos anti-sistema, adentrou no círculo de Yuzhinski (южинский кружок) grupo dedicado ao estudo e prática de ocultismo, satanismo, magia e contra-cultura em geral liderado pelo escritor Yuri Memleev.
Nesse grupo será moldado o caráter e a formação de Dugin, tendo como seu mentor Yevgeny Vsevolodovich Golovin, profundo estudioso e adepto do Ocultismo n@zista da SS.
Dugin tomou contato com a escola do Falso Tradicionalismo, mais conhecido como Perenialismo através desse grupo e do estudo das obras dos ocultistas Julius Évola e René Guénon. Passou a se relacionar com movimentos da suposta ‘nova direita’ européia que eram defensores de uma síntese entre o nacionalismo radical e o comunismo como sendo alternativas à decadência da sociedade moderna.
Entre os ocultistas defensores dessa posição e próximos a Dugin estão os franceses Alain Benoist e o satanista Christian Bouchet, membro da Ordo Templi Orientis, a organização satanista cujo maior expoente foi Alesteir Crowley, homenageado por Dugin em uma cerimonia em Moscou em 1995.

Após sair do partido Nacional Bolchevique, do qual foi membro fundador, Dugin se dedicou a escrever livros, e a partir de 1997 com o lançamento de “Fundamentos da Geopolítica” Dugin torna-se uma figura célebre na política russa, sendo apadrinhado pelo oligarca Aleksandr Taranzev e em pouco tempo apontado como assessor sênior do presidente do Parlamento russo Gennadiy Seleznyov.
Estreitando seus laços com os apoiadores do então recém eleito Presidente Vladimir Putin; Dugin lançou em 2001 o movimento Evrasia; propondo uma síntese do totalitarismo anti-capitalista da União Soviética com o falso tradicionalismo ocultista presente nos ambientes n@azi-fascistas.
Entre os primeiros membros do movimento figuram o antigo ministro da cultura Aleksandr Sokolov; o deputado da alta casa do parlamento russo Aleksandr Torchin; o acessor de Putin para a região do Cáucaso Aslambek Aslakhanov;o Mufti (líder muçulmano) da Rússia Talgat Tajuddin, o membro do Ministério das Relações Exteriores Igor Panarin, o General Nikolai Klokotov, chefe do departamento de estratégia do Estado-Maior russo e Mikhail Leontyev, repórter considerado o jornalista favorito de Putin.
A influencia de Dugin cresceu ao ponto de analistas políticos considerarem a ocupação da Criméia pelos russos em 2014 como consequência direta da influencia das teorias e do movimento Eurasiano; e, se às vezes Dugin criticou Putin, foi apenas porque o Ditador russo não levou (ainda) até às últimas consequências sua política anti-americana. ********** FONTES Importantíssimo artigo de Yigal Liverant trazendo a biografia de Dugin, remetendo às fontes primárias:

Importante análise da biografia de Dugin e sua formação ocultista:

Entrevista de Duguin ao site Pravaya.ru mencionada no início do vídeo. Está em russo, basta por no tradutor:

Artigo de Duguin (em russo, basta por no tradutor) sobre o n@azi-bolchevismo

Importante análise da biografia de Dugin e sua formação ocultista:

Artigo de Dugin onde ele se manifesta explicitamente como gnóstico e adepto do ‘caminho da mão esquerda’, o que, em outros termos, significa satanismo. Publicado originalmente no jornal Limonka em 1995.

Aqui disponível no original em russo:

ANGEBERT, Jean-Michel – H1tler e as religiões da Suástica. Ajude o canal com uma doação!

Ou CAIXA - Agência 3880 Conta (poupança) - 971770249-2
LORENZO LAZZAROTTO

domingo, 20 de março de 2022

O Rei Vai Nu! *

 




* Poderia ser o nome do canal do 




Nem sempre estamos de acordo com ele, mas às vezes ele lembra-nos do estado a que chegámos em termos de negação do óbvio institucionalizada.

sábado, 19 de março de 2022

'Ninguém se opôs a Hitler', diz combatente judeu na Ucrânia

 


“Por favor não nos ignorem”, pede um judeu ucraniano que defende o seu país e os seus valores, exortando outros a juntarem-se à luta contra o “mal”.

Falando à Sky News, Daniel Lupshaitz, um judeu religioso ucraniano, pediu às pessoas que ajudem a Ucrânia a lutar contra a  “malvada” agressão russa, em vez de apenas assistirem às notícias “sentados nos sofás”.

Muitas pessoas juntaram-se à luta, vindas de países de todo o mundo, incluindo Israel, disse ele, chamando-lhes “verdadeiras Nações Unidas”.

“Há apenas 80 anos, seis milhões de judeus foram massacrados”, disse Lupshaitz ao jornalista. Isso foi permitido porque “pessoas ignorantes” ficaram apenas a assistir das suas janelas”.

É a mesma história hoje”, continuou ele. “Façam algo de concreto”, disse ele, acrescentando que há “um milhão de maneiras de ajudar”, não apenas combatendo.

Assista e ouça o seu apelo apaixonado:




sexta-feira, 18 de março de 2022

Roman Abramovich

Em defesa de um dos homens mais odiados do Reino Unido 

O proprietário do Chelsea, Roman Abramovich, com um cartaz 'Nós lembramos' assinalando o Dia Internacional da Memória do Holocausto em 2018 (via Jewish News) 

 

Os britânicos têm uma relação estranha com a riqueza. Eles ficam muito felizes por serem os “facilitadores” que ajudam os ricos a gastar e garantir a sua riqueza. Mas eles também se ressentem das fortunas e consumo conspícuo e ficam muito satisfeitos em ver os novos-ricos humilhados. 
O magnata do petróleo, das propriedades e do futebol Roman Abramovich é um exemplo disso. Quando ele chegou a estas praias há quase duas décadas e resgatou o Chelsea Football Club das mãos do magnata Ken Bates, o misterioso oligarca judeu russo – amigo do Kremlin – foi saudado como um herói conquistador. 
Quando primeiro a Crimeia e agora toda a Ucrânia foram transformadas num cemitério fumegante pelo bombardeio russo, Abramovich, por causa das suas supostas conexões com um demente Vladimir Putin, tornou-se um alvo substituto para os males de Moscovo. 
O prazer com que Chris Bryant, do Partido Trabalhista, escolheu denegri-lo na Câmara dos Comuns, usando a protecção do privilégio parlamentar, foi mais ilustrativo das deficiências do próprio deputado do que das de Abramovich.

 


Nota nossa: o Russian Insider tem dedicado algum carinho ao colorido deputado trabalhista Chris Bryant, um dos delfins do Marxista-Estalinista-Maoista, pró-jihadista e antissemita Jeremy Corbyn.

 
Sim, as origens da riqueza do proprietário do Chelsea, acumulada no caos da economia do Oriente Selvagem de Boris Yeltsin, são controversas. E como outros oligarcas e líderes, incluindo o rei Abdullah II da Jordânia (recentemente exposto no vazamento de documentos do Credit Suisse), ele usou uma variedade de dispositivos para diversificar e garantir a sua riqueza com segurança. 
É disso que trata a ‘lavandaria’ de Londres, por meio da qual especialistas jurídicos e contabilistas criam estruturas de empresas anónimas em lugares distantes. Mas a ideia de que sancionar os oligarcas – especialmente aqueles como Abramovich, que construíram vidas secretas paralelas fora da Rússia – vai silenciar os mísseis de cruzeiro lançados sobre a Ucrânia é uma fantasia. 
Como titular de bilhete para duas temporadas no Chelsea Football Club, pode-se pensar que eu (em comum com os fãs que cantam o seu nome nos jogos da Premier League) tenho razões especiais para não menosprezar Abramovich. 
Não é todos os dias que o dono de um grande clube de futebol europeu decide, da noite para o dia, engolir 1,5 bilhão de libras em dívidas para garantir que a equipa tenha um futuro sob um novo proprietário. 
Abramovich não é uma figura fácil de conhecer ou admirar. Ao longo dos anos, encontrei-o várias vezes. Há uma curiosa qualidade de esfinge entre os oligarcas que não pode ser penetrada. 
Quando a Grã-Bretanha removeu o seu visto de negócios e o magnata russo migrou para Israel, a sua vingança foi cancelar a imaginativa reconstrução de 2 bilhões de libras de Stamford Bridge, depois de ter passado anos a estabelecer um projecto. 
O seu interesse pela Grã-Bretanha, não apenas pelo Chelsea, mas também por erradicar o anti-semitismo e a lembrança da Shoah, permaneceu inalterado. 
Os visitantes das brilhantes galerias do Holocausto no Museu Imperial da Guerra verão uma placa comemorativa da doação de Abramovich. 
Sem dúvida, Bryant e a brigada politicamente correcta vão querer ver isso eliminado. Os murais criados em Stamford Bridge para comemorar a vida dos jogadores de futebol judeus que morreram no Holocausto, sem dúvida serão considerados excedentes. 
Acabar com o antissemitismo nos campos de futebol é um trabalho em andamento. O CFC pelo menos procurou enfrentá-lo de frente nos jogos, nos programas de acção e numa série de seminários. 
Numa dessas reuniões, ficámos a saber como Abramovich foi atacado nas redes sociais, não pelas suas conexões com Putin, mas porque ele é judeu. 
Uma combinação de riqueza extensa e possivelmente mal adquirida, conexões com Putin e crueldade e frieza pessoais não fazem do ex-proprietário do CFC uma pessoa de quem se goste. 
No entanto, a difamação pela sua origem judaica é inaceitável.

Alex Brummer

Times of Israel /Jewish News


COMENTÁRIO


 

Não podemos dizer que ficámos surpreendidos com a erupção de antissemitismo provocada pelas possíveis irregularidades na atribuição da nacionalidade portuguesa a Roman Abramovich. 
Publicações esquerdistas e visceralmente antissemitas e pró-islâmicas como o Al-Público, obviamente, exultam. Mas na Direita também há quem aproveite esta oportunidade de reviver esses gloriosos três séculos e meio em que os judeus foram queimados vivos pelo crime de terem nascido judeus. 

Quem tratou do processo de naturalização de Abramovich já foi condenado antes de ser julgado, como seria de esperar.  E é cada atrocidade que se ouve por aí... Imaginam alguns doutos ignorantes que não é possível traçar uma árvore genealógica até ao século XVI. Culpam o Abramovich por este apoiar causas judaicas, o malandro! 

Como de costume, o antissemitismo é a única coisa que une a Esquerda e a Direita, os crentes e os ateus, todos os que padecem do ódio mais antigo do mundo. 
Segundo o conhecido axioma, "se 'toda a gente' odeia os judeus, então é porque há 'alguma coisa errada' com eles". Para quem entende o absurdo desta proposição, não adianta aprofundar. Para quem não o entende, também não.


P.S.: E não, o Abramovich não nos pagou nada para traduzirmos este artigo. Mas se ele quiser oferecer-nos uma garrafa de vodka, uma latinha de caviar, ou mesmo algum dinheiro, aceitamos! Há anos que aguardamos que se materialize a habitual acusação de que "somos pagos pelos 'zionistas'". Mas os "zionistas", moita-carrasco... 

quinta-feira, 17 de março de 2022

Crianças em hospital israelita acordam com surpresa maravilhosa de Purim!

 


As crianças do Hospital Sheba, perto de Tel Aviv, acordaram com uma surpresa, antes do feriado festivo de Purim. 

O feriado judaico de Purim é um dos favoritos entre as crianças em Israel. Elas estão ansiosas para se vestir com fantasias, dar e receber cestas de guloseimas e brincar nos carnavais de Purim.

O Hospital Sheba, perto de Tel Aviv, queria garantir que as crianças no seu departamento de reabilitação tivessem o seu próprio Purim especial. Graças à organização sem fins lucrativos “Notnim Tikvah”, que significa “Dar Esperança”, as crianças acordaram com uma festa especial. A ala de reabilitação foi transformada na cena do clássico romance infantil Charlie e a Fábrica de Chocolate!

Mais comemorações se seguirão no hospital no próprio fim de semana do feriado.

(História cortesia TPS. Vídeo de Eitan Elhadez-Barak/TPS)

 






A festa de Purim refere-se aos acontecimentos descritos na Bíblia, no Livro de Ester, quando os judeus cativos na Pérsia escaparam do extermínio.

Alegre as festividades de Purim das vítimas do terrorismo em Israel e dos refugiados ucranianos em Israel.

"Rússia age como os terroristas 'palestinos', Israel entende-nos"

 


"Rússia age como os terroristas 'palestinos', Israel entende-nos", diz alto funcionário ucraniano. 
“Rússia e Hamas trabalham de maneira semelhante, e Israel entende isso muito mais do que Itália, França, Alemanha ou Grã-Bretanha”, disse um assessor próximo do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. 
Por Pessach Benson, United With Israel 
Mikhail Podolyak, chefe da equipa de negociação da Ucrânia e conselheiro próximo do presidente Volodymyr Zelensky, disse ao Israel Hayom no domingo que “a Rússia está a comportar-se como o Hamas”. 
“A Rússia está a comportar-se como o Hamas, só que é várias vezes maior e mais perigosa, e Israel, mais do que ninguém, entende isso”, disse Podolyak. 
Ele fez outra comparação Rússia-Hamas quando questionado sobre o que Zelensky dirá aos membros israelitas do Knesset durante um discurso no Zoom que está a ser organizado. 
“Zelensky quer deixar claro que a Ucrânia está pronta para lidar com a invasão directamente, mas a Ucrânia é significativamente menor do que a Rússia militarmente. 
Durante 20 anos, a Rússia investiu uma fortuna nas suas forças armadas e aumentou a percentagem do seu PIB que vai para a segurança. Agora a Ucrânia diz: Ajudem-nos a parar a invasão e expliquem a um país tão agressivo quanto a Rússia que a expansão militar não é um caminho para o desenvolvimento, mas um beco sem saída. 
“Esta é a mensagem em cada pedido de Zelensky”, disse Podolyak. “Acho que Israel entenderá muito mais esta mensagem porque o próprio Israel está constantemente em conflito com países ou territórios carregados de armas militares que são apoiados pela Rússia e promovem a sua filosofia destrutiva. 
A Rússia e o Hamas trabalham de maneira semelhante, e Israel entende isso muito mais do que Itália, França, Alemanha ou Grã-Bretanha. 
Israel deve entender melhor a situação em que a Ucrânia se encontra e acredito que Zelensky será capaz de transmitir essa mensagem”, concluiu. 
Podolyak também confirmou que Kiev espera que Israel seja sede das negociações de paz ucraniano-russas. “Sim, estamos em conversações sobre o assunto. Israel é visto como um lugar central para as negociações”, disse ele. “Israel é muito sensível a conflitos – vocês estão constantemente sob pressão externa – e estamos numa situação semelhante, mas o nosso oponente é muito mais forte.” 
“A mediação permite que vocês tenham um olhar neutro onde há uma dificuldade especial em assumir compromissos. Quem também tem de lidar com a escalada militar, será capaz de explicar à Rússia que este é um beco sem saída, um caminho que levará a sérias perdas, para a Rússia em particular. . . Acho que o primeiro-ministro Bennett e a liderança israelita entendem isso e são capazes de fazer a Rússia entender. Eu acho que esse é um papel muito, muito útil.” 
Podolyak também rejeitou notícias da Imprensa israelita que alegavam que o primeiro-ministro israelita Naftali Bennett havia aconselhado Zelensky a aceitar as exigências do presidente russo, Vladimir Putin. 
“Essa é uma informação distorcida. Os ultimatos no pacote inicial russo eram fundamentalmente inaceitáveis porque se baseavam numa percepção distorcida do que é a Ucrânia, do que é a liderança ucraniana, o exército ucraniano e afins.” disse Podolyak. 
“Algo precisa ser entendido, e acho que o vosso primeiro-ministro entende isso muito bem: a opinião pública é muito influente na Ucrânia. Somos um país livre, a sociedade influencia as posições do governo. Não somos um país autoritário onde o governo tomou uma decisão e a sociedade a acata.”

 

Via: 


UNITED WITH ISRAEL

Também em Português

quarta-feira, 16 de março de 2022

"Palestinos" apoiam a invasão russa


Enquanto Israel ajuda o povo ucraniano, a "Autoridade Palestina" mantém-se em silêncio e o Hamas fica do lado da agressão da Rússia (VÍDEO)

A posição de Israel sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia tem sido amplamente escrutinada. Desde 24 de Fevereiro, 18 grandes meios de comunicação dos EUA produziram 175 artigos analisando a abordagem de Jerusalém.  

Mesmo que Israel tenha assumido a liderança nos esforços diplomáticos para ajudar a acabar com o derramamento de sangue – ao mesmo tempo que fornece assistência humanitária a Kiev e condena Moscovo – muitos media aparentemente deturparam intencionalmente a posição de Jerusalém como insuficientemente envolvida nos esforços de paz.

Enquanto isso, nenhum desses mesmos órgãos de Informação abordou o silêncio quase total da "Autoridade Palestina" em relação à crise.

Nas palavras do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken: “O mundo inteiro está com a Ucrânia” – mas, aparentemente, os "palestinos" não estão. 
A Imprensa alguma vez vai perceber?


Via:

HONEST REPORTING 

segunda-feira, 14 de março de 2022

Neo-nazis ucranianos treinados pela CIA, Canadá, Alemanha e Reino Unido

 No AMIGO DE ISRAEL 2.0:

 

NOVAS EVIDÊNCIAS REVELAM: PARAMILITARES NAZIS UCRANIANOS TREINADOS E ARMADOS PELA CIA LIDERAM AGORA A LUTA CONTRA A RÚSSIA

Breaking Israel News 



O Batalhão Azov, que lidera a luta da Ucrânia nas regiões orientais, é formado por simpatizantes nazis assumidos (cortesia: Twitter)

Como uma fonte enlameada, uma fonte em ruínas, é um homem justo caído diante de um ímpio.

Provérbios 25:26

 

A acusação do presidente russo, Vladimir Putin, de que a Ucrânia defendia o Nazismo, tem correspondência no batalhão neonazi Azov, que parece uma prova da sua afirmação. 

Mas pesquisas adicionais parecem implicar a Agência Central de Inteligência (CIA) no estabelecimento e financiamento do grupo paramilitar supremacista branco. 

A Sputnik News, uma agência de notícias estatal russa agora inacessível nos EUA, informou na semana passada que as alegações de Putin sobre os laços entre o governo dos EUA e os neonazis ucranianos do Batalhão Azov eram verdadeiras. 

Formado em 2014, o Destacamento de Operações Especiais de Azov é uma unidade extremista de direita, neonazi, anteriormente paramilitar, da Guarda Nacional da Ucrânia, com sede em Mariupol, na região costeira do Mar de Azov. 

Um relatório de 2016, emitido pelo Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos detalha as acusações contra o uso de tortura e outros crimes de guerra pelo movimento Azov no conflito que se seguiu depois de a Rússia ter anexado a Crimeia em 2014. 

As fontes de financiamento do batalhão sempre foram incertas, mas o relatório citou as alegações online do batalhão, que afirma receber treino de forças militares estrangeiras, incluindo as do Canadá, Alemanha, EUA e Reino Unido.

Ucrânia: Um neonazi assumido formou-se em 2018 num programa de medicina táctica, apoiado, pelos militares da Ucrânia, pelos militares canadianos e pelos EUA. Ele agora treina cadetes ucranianos no centro "Desna", às vezes ao lado de instrutores canadianos.

 pic.twitter.com/6Sr5xY33Oa

— Oleksiy Kuzmenko (@kooleksiy) March 5, 2020

 



O financiamento dos EUA foi proibido pelo Congresso em 2014 devido à ideologia supremacista branca do Batalhão Azov, mas essa proibição foi revogada em 2015. Em 2015, o ministro do Interior Arsen Avakov anunciou que o Regimento Azov estaria entre as primeiras unidades a serem treinadas pelas tropas do Exército dos Estados Unidos, na sua missão de treino da Operação Fearless Guardian

O treino de seis meses foi realizado por para-quedistas do 173º Batalhão de Apoio à Brigada Aerotransportada e financiado pelo Fundo de Segurança de Contingência Global aprovado pelo Congresso. 








O The Nation escreveu em 2018: 
Isto não começou sob o presidente Trump, mas sob o presidente George W. Bush, quando a “Revolução Laranja” do então presidente ucraniano Viktor Yushchenko começou a reabilitar os assassinos de judeus da Ucrânia durante a guerra, e cresceu sob o presidente Obama, que, juntamente com o vice-presidente Joseph Biden, foram profundamente cúmplice no golpe Maidan e no que se seguiu. 


 

De acordo com outro relatório, em Outubro de 2016, a empresa AirTronic, com sede no Texas, assinou um contrato para entregar 5,5 milhões de dólares em mísseis antitanque Javelin de precisão para “um cliente militar europeu aliado”. 

O director de operações da AirTronic, Richard Vandiver, enfatizou que a venda foi autorizada através de “coordenação muito próxima com a Embaixada dos EUA, com o Departamento de Estado dos EUA, com o Pentágono dos EUA e com o governo ucraniano”. O jornalista ucraniano Yury Butusov revelou mais tarde que muitas dessas unidades acabaram nas mãos do batalhão Azov. 



 


Numa notícia de 2019 no Daily Beast, tanto o Exército dos EUA quanto o Departamento de Estado afirmaram que examinaram cuidadosamente os participantes da Ucrânia em programas de treino, mas mais tarde admitiram que o processo de verificação de Leahy foi usado para eliminar violadores humanitários e não excluiu a ideologia neonazi. 

Em Janeiro, quando a invasão russa parecia iminente, a Yahoo News citou funcionários da CIA dizendo que a sua organização estava a supervisionar um programa secreto de treino intensivo nos EUA para forças de operações especiais ucranianas de elite e outros funcionários de serviços secretos, desde 2015. 

O programa foi estabelecido pelo governo Obama após a invasão e anexação da Crimeia pela Rússia em 2014, e o governo Biden ampliou-o ainda mais. 

De notar que os EUA foram a única nação a juntar-se à Ucrânia na votação contra uma resolução da ONU intitulada “Combater a glorificação do nazismo, neonazismo e outras práticas que contribuem para alimentar formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância relacionada.” 

O Departamento de Estado justificou a sua posição bizarra alegando que a resolução era apenas mais uma das muitas “narrativas russas de desinformação manchando nações vizinhas sob o disfarce cínico de impedir a glorificação nazi”. O Departamento de Estado também citou o seu “compromisso firme com a liberdade de expressão”.



Cremos que o tipo de visitantes que temos não vão concluir da tradução e publicação deste artigo, que nós "afinal estamos do lado de Putin". 
Em Abril de 2016 publicámos um post em que referimos que a Ucrânia, um país ainda muito antissemita, tinha nomeado um primeiro-ministro judeu.

 

Também escrevemos, por exemplo: 


 

 

'Se não há água na torneira, é porque os judeus a beberam’” - provérbio ucraniano.


Подивіться єврейська! *

             
"Judeus da cidade de Kiev e arredores! Na segunda-feira, Setembro 29, ficam obrigados a comparecer pelas 8h00 com vossas posses, dinheiro, documentos, objectos de valor e roupas, na Rua Dorogozhitskaya, ao lado do cemitério judaico. A falta de comparência é punível com a morte."
Cartaz afixado em Kiev em  russo e ucraniano, a 26 de Setembro de 1941. 

Nas costas da foto acima, está escrito: 
"O ÚLTIMO JUDEU EM VINNITSA" (Ucrânia)

Judeus a serem executados na Ucrânia. Entre 1941 e 1945, milhão e meio de judeus ucranianos foram exterminados.

Rússia, 1903: judeus chacinados nos 'pogroms'.



Uvrânia, 2014: "Os judeus na cidade ucraniana de Donetsk foram informados de que têm que 'registar-se' junto dos ucranianos que estão a tentar fazer a cidade tornar-se parte da Rússia, de acordo com a imprensa israelita".


Entretanto, as coisas melhoraram um pouco. As sondagens indicam que a Ucrânia  é actualmente o país de Leste onde o antissemitismo é menor. Apresenta mais indicadores de antissemitismo a Rússia dos dias de hoje. A Ucrânia ainda têm por lá indivíduos como os deste Batalhão Azov. Pior ainda, têm no Ocidente quem os financie. Nada de novo...