quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Decapitação de Samuel Paty: manchetes abjectas

Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0

 

 Na sequência de:

Decapitação em França: media de esquerda condena... a Polícia!

(Para que a censura islamista/extrema-esquerdista do Google/Blogger não nos CENSURE outra vez, não publicamos a imagem da cabeça decapitada do professor Samuel Paty. Pode ver a imagem AQUI.) 

 


Nos tempos da Guerra Fria realizou-se uma corrida entre um americano e um soviético. O americano ganhou. No dia seguinte, as manchetes dos jornais da U.R.S.S. diziam:

"O NOSSO GLORIOSO CAMARADA CONQUISTOU UM BRILHANTE 2º LUGAR. O  CAPITALISTA IANQUE FICOU EM PENÚLTIMO LUGAR".

Mais uma vez, e como de costume, a arte imitou a vida.  A propósito da decapitação de um professor francês por um muçulmano (incitada pelo clero islâmico e pela comunidade muçulmana em França) os jornaleiros amestrados saíram-se com manchetes como estas:

 


O comunista The Guardian basicamente chama assassinos aos polícias que abateram o monstro - "POLÍCIA FRANCESA MATOU UM HOMEM A TIRO APÓS UM ATAQUE COM FACA NO SUBÚRBIO DE PARIS".

 


A esquerdista SKY NEWS do Reino Unido (a da Austrália é conservadora) também deixa os leitores na dúvida sobre quem foi a vítima - "ATAQUE EM FRANÇA: HOMEM ABATIDO PELA POLÍCIA APÓS 'DECAPITAÇÃO' NO SUBÚRBIO DE PARIS". De notar que "decapitação" aparece entre aspas; porque quando um muçulmano decapita, é uma decapitação amiguinha e agradável.


O também extrema-esquerdista New York Times (o que publica os cartunes nazis do cartunazista António) vai pelo mesmo caminho: "POLÍCIA FRANCESA ATIRA E MATA HOMEM APÓS UM ATAQUE FATAL À FACADA NA RUA".

 

 Fonte:



Durante muitas décadas, a Imprensa (já então islamizante) só reagia assim quando um maometano era abatido pela Polícia enquanto se entregava à muito nobre tarefa de matar judeus lá em Israel. No  HONEST REPORTING encontra centenas de casos desses. Começaram com os judeuzecos, que obviamente não têm direito à vida e devem deixar-se matar alegremente. Agora já o fazem connosco, que somos pessoas.

 HONEST REPORTING em Português:

Decapitação em França: media de esquerda condena... a Polícia!

 

Para que a censura islamista/extrema-esquerdista do Google/Blogger não nos CENSURE outra vez, não publicamos a imagem da cabeça decapitada do professor Samuel Paty. Pode ver a imagem AQUI

 

- Cá está mais uma triste evidência de que o que acontece aos judeus é sempre um prenúncio do que não tardará a acontecer ao resto da Humanidade. Quando em Israel um qualquer muçulmano desata a decapitar ou a alvejar judeus na via pública, e a Polícia o abate, a Imprensa dee a Esquerda desatam imediatamente a ulular, acusando a Polícia israelita de "execução extra-judicial", de "barbárie", etc., etc..
- Após a decapitação do professor Samuel Paty, sacrificado ao deus Alá, a extrema-esquerda não só encheu as ruas a exigir mais islamização (e consequentes decapitações), como não tem parado de verberar... a Polícia!!! 
Um exemplo ao acaso:


Escandaloso: Mediapart difunde artigo denunciando a “barbárie” da Polícia contra o terrorista islâmico de Conflans
O artigo, intitulado "Execução sumária de suspeito: novo padrão matéria de terrorismo", foi publicado num blogue hospedado pelos media de extrema-esquerda.

Na sexta-feira, dia 16 de Outubro, no final da tarde, a Polícia neutralizou o suposto agressor terrorista de origem chechena, Abdoullakh A. Ele acabava de decapitar em Conflans-Sainte-Honorine o professor Samuel Paty que voltava para casa, pela única razão de que o professor abordou o tema das caricaturas de Maomé numa aula (NDT: sobre liberdade de expressão). Rapidamente, a classe política denunciou um atentado terrorista e a coragem da Polícia foi elogiada. Mas um blogue hospedado pela Mediapart distorce essa versão.

Escrito por Hors les Murs, os seus autores denunciam o tratamento dispensado ao terrorista e a forma como a Polícia atirou nele. Para eles, o "tratamento mediático do caso é tendencioso", e as "manchetes sensacionalistas" sucedem-se. Em seguida, eles (...) destacam a "imprecisão" que permanece sobre o "como se desenrolou ao certo a interpelação". (NDT: Para a extrema-esquerda, o maometano não decapitou a vítima; ele simplesmente "interpelou-a").

 


E continuam, ofendidos: “Este jovem de 18 anos era, no preciso momento da sua morte, apenas um suspeito armado com um brinquedo e uma faca. Aplaudir uma força policial que mata de forma tão sumária e sistemática os suspeitos de terrorismo é aplaudir a barbárie, é encorajar a espiral de morte da violência policial e é abraçar este choque de civilizações que está presente - há mais de 30 anos - no topo da agenda de toda a extrema direita do mundo”, dizem eles. (NDT - Note bem: quando um maometano oferece a cabeça de uma vítima ao deus Alá, a culpa é da "extrema-direita").

"Texto vil"

(...) os autores questionam, portanto, o trabalho da Polícia, denunciam a sua "barbárie" e parecem defender o autor do ataque. O tratamento do caso foi descrito como "vergonhoso" por alguns internautas, "lamentável" por outros ou mesmo "texto desprezível".

VALLEURS





 

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

TVI 24 acusa Israel de atacar escola (e faz inveja ao governo genocida terrorista sírio)


Como TODOS os países do Mundo fazem, Israel eliminou terroristas islâmicos que atacam o país e assassinam os seus cidadãos. Mas os me(r)dia ficam muito indignados!!!

 

 


Cada época tem os seus inquisidores e as suas fogueiras.


MILHARES DE PESSOAS VIRAM MAIS ESTE LIBELO DE SANGUE DA TVI 24, COMO VÊEM DEZENAS OU CENTENAS DE OUTROS, A CADA DIA.
MAS QUANTAS TRATARÃO DE APURAR A VERDADE? UMA? DUAS? NENHUMA?...
PROVAVELMENTE NENHUMA, PORQUE AFINAL, DEPOIS DE DÉCADAS DE LAVAGEM CEREBRAL JORNALÍSTICA, TODA A GENTE JÁ "SABE" QUE OS JUDEUS ATACAM AS ESCOLAS PARA MATAR AS CRIANCINHAS.

Hitler não tinha o poder sobre a opinião pública que estes fedelhos bloquistas que infestam as redacções têm.

Não vemos notícias na televisão, porque somos alérgicos à aldrabice institucionalizada. Foi casualmente que vimos há pouco, num café, passar em rodapé o título "SÍRIA ACUSA ISRAEL DE ATACAR ESCOLA" - o que, na prática, é uma acusação (e de caminho uma submissão pouco discreta ao governo genocida terrorista sírio, que bombardeia e gaseia o seu próprio povo, nomeadamente os curdos).

"Notícias" destas destinam-se obviamente a demonizar Israel, a manter acesa a chama do antissemitismo e, se possível, a encorajar 'pogroms'.

É para isso que a jornaleirada amestrada é paga.

 

O que se passou:


Israel alegadamente atacou uma base terrorista apoiada pelo Irão no sul da Síria

Um único míssil foi disparado contra uma vila perto da fronteira dos Montes Golan, a Imprensa estatal síria diz que o ataque da meia-noite atingiu o prédio da escola, sem relatos de vítimas.
(A Imprensa do regime sírio, que bombardeia e gaseia o seu próprio povo, que é satélite do regime terrorista iraniano, não diz que Israel "bombardeou uma escola". Mas a TVI 24 e a corja jornaleira em geral, sugerem-no).

A Imprensa estatal síria disse que Israel disparou um míssil na manhã de quarta-feira contra um alvo na província de Quneitra, no sul da Síria, perto da fronteira com os Montes Golan de Israel.
A agência de notícias oficial SANA disse que o ataque da meia-noite atingiu um prédio escolar na vila de Al-Harah, sem fornecer mais detalhes.

Não houve relatos imediatos de vítimas.
As Forças de Defesa de Israel não quiseram comentar o assunto, em linha com a sua chamada “política de ambiguidade” em relação às actividades militares contra o Irão e seus representantes na Síria.

Israel acusou repetidamente o grupo terrorista Hezbollah e outras milícias apoiadas pelo Irão de estabelecer bases e operar ao longo da fronteira dos Golan.

O Observatório de Direitos Humanos da Síria, sediado na Grã-Bretanha - um grupo pró-oposição com fontes de financiamento pouco claras - disse que o ataque atingiu uma base de milícias pró-Irão, acrescentando que Israel era "provavelmente" o responsável.

Os relatos do ataque surgiram duas semanas depois de soldados israelitas supostamente terem destruído dois postos militares sírios na zona desmilitarizada que separa os dois países, num raro raide de fronteira.

Esse ataque foi considerado um aviso ao presidente sírio, Bashar Assad, cujas forças estão a invadir os Montes Golan.

Israel lançou centenas de ataques na Síria desde o início da guerra civil em 2011. Tem como alvo as tropas do governo, forças aliadas iranianas e combatentes do grupo terrorista xiita libanês Hezbollah.

 

 

Israel raramente confirma detalhes das suas operações no país, mas afirma que a presença do Irão em apoio a Assad e ao Hezbollah é uma ameaça e que continuará seus ataques.

 

 
As fotos acima são ilustrativas.

 

COMENTÁRIO

Os jornalistas, para além de antissemitas raivosos, são hoje em dia apenas um exército de propagandistas de extrema-esquerda, promotores da islamização.
 
Recordamos, do nosso post


Em 3 de Agosto de 2014 Israel estava em guerra com o Hamas, depois de o país inteiro ter estado paralisado duas semanas, debaixo de bombardeamentos vindos de Gaza. Milhares de mísseis, os jornaleiros calados e o Mundo a gozar o prato.
Nunca na História um país tinha suportado duas semanas de bombardeamento sem responder.  A partir do momento em que Israel respondeu, sucederam-se as calúnias antissemitas.
Escrevíamos assim nesse dia:
"Israel, hoje de manhã, atacou dois terroristas do Hamas que circulavam em motociclos carregados de explosivos que, ao deflagrarem, atingiram uma escola da ONU. Esta imagem de um tweet de um jornalista do The Wall Street Journal evidencia isto mesmo:

O que é que diz o Al-Público? Simples: «um míssil lançado a partir de um avião atingiu a entrada de uma escola em Rafah», causando «pelo menos dez pessoas morreram e cerca de 30 ficaram feridas na sequência de um ataque aéreo a uma escola gerida pela ONU na Faixa de Gaza».


O libelo do "ataque à escola da ONU" pegou. Desde aí Israel é acusado de "bombardear escolas".
A 13 de Junho deste ano, o Hamas voltou a bombardear Israel (como faz regularmente) e alvejou uma escola:



A Imprensa mundial (a tal que dizem que é "controlada pelos judeus") ficou CALADA, como sempre.
Se tivesse sido ao contrário, teria havido 'pogroms' globais.
Apenas os media locais deram a notícia:

MÍSSIL TERRORISTA ATINGE ESCOLA EM ISRAEL

Associação Internacional de Amizade entre Judeus e Cristãos
No segundo ataque de mísseis de Gaza num dia, a cidade de Sderot, no sul de Israel, foi atingida por um projéctil terrorista. No Times de Israel, Judah Ari Gross relata que o míssil danificou uma escola, mas, graças a Deus, ninguém ficou ferido (...)
UM MILAGRE, MÍSSIL POR POUCO NÃO ATINGE ESTUDANTES
Associação Internacional de Amizade entre Judeus e Cristãos

Como o Stand for Israel informou logo após o ataque, um míssil disparado pelos terroristas de Gaza atingiu uma escola judaica na cidade de Sderot. Embora o ataque e o dano causado fossem chocantes, poderia ter sido muito, muito pior. O Times of Israel relata que se o projéctil tivesse embatido apenas a alguns metros de distância ou apenas alguns minutos antes, a devastação poderia ter sido catastrófica (...)
Os vídeos onde é mostrado que Israel é o Exército mais moral da História são permanentemente retirados, sobretudo as traduções para Português. Fica aqui este:


APÊNDICE

Organizações como a HONEST REPORTING dedicam-se a responder às mentiras diárias contra Israel:

https://honestreporting.com/brasil-artigos/

Israel está cercado de terroristas, de 57 países islâmicos e de 1 bilião e 800 milhões de muçulmanos, cuja religião ordena que "limpem" a Terra de judeus.
Aqui, podemos ver uma família israelita a ser bombardeada pelos terroristas, a partir de Gaza:


São estas pessoas que os jornalistas consideram os "criminosos".
Aqui, podemos ver os sacrossantos "palestinos" tentando invadir Israel, enquanto gritam que vão comer o coração aos judeus:


São estas pessoas que os jornalistas retratam como as "vítimas".
Aqui, por exemplo, temos o massacre da família judaica Fogel e a celebração por parte dos "palestinos":

 


Sugerimos o post:

O Massacre da Família Fogel


 e a nossa limitada secção TERRORISMO ANTI-SEMITA.

As fotos da família judaica massacrada são frequentemente usadas em propaganda que inflama o ódio popular. Apresentam as fotos e dizem que se trata de vítimas dos israelitas. Fácil, não é? Também, o público antissemita não é exigente...
Israel tem as Forças Armadas e a Polícia mais morais da História. Mas os amigos dos jihadistas, à falta de imagens de "palestinos" mortos para apresentarem como vítimas dos judeus, usam de novo a propaganda global nazi, encenado putativos massacre cometidos por Israel.
Tem aqui um exemplo de como se produzem os vídeos com as "vítimas":





Os adorados assassinos de crianças judias:




O site PALLYWOOD desmonta a propaganda "palestinianista":
www.pallywood.com


O que querem os inimigos de Israel? Que os judeus façam fila para se deixarem massacrar pelos terroristas do Hamas, da Fatah, da FPLP, do ISIS, da Al-Qaeda, do Hezzbollah, e de todos os milhentos grupos terroristas que cercam Israel e atacam a única democracia do Médio Oriente?
A China tem neste momento 10 milhões de muçulmanos em campos de extermínio. A Rússia trata-os com a mesma mão de ferro. Os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, todos os países atacados pela jihad, bombardeiam populações civis para matarem terroristas. Os muçulmanos exterminam-se mutuamente. Os muçulmanos exterminam todos os não-muçulmanos. E os jornalistas bocejam... 

Terroristas do Hezzbollah, grupo dedicado à destruição de Israel, fazem a saudação nazi. Para a jornaleirada, são uns gajos porreiros.

Não chega que Israel use padrões humanitários ridículos, que mais ninguém usa, para lidar com os terroristas.
Os judeus hoje já não fazem fila para as câmaras de gás, defendem-se dos seus inimigos e VENCEM, apesar de Israel ser apenas 0,4% do Médio Oriente e de os judeus serem 0,02% da Humanidade, ao passo que os muçulmanos são 25%, e todos viverem para destruir Israel.


Os judeus são povo nativo de Israel, com uma presença ininterrupta há 3800 anos.
A patranha soviética da "Palestina Árabe" continua a enganar quem quer ser enganado:

 

A Mentira Soviético-Palestina 


Poderíamos sugerir aos jornaleiros que estudassem a HISTÓRIA DE ISRAEL.
Se eles se dispusessem a estudar, e não fossem pagos para mentir, poderiam também ler este livro:





E se duvidassem, poderiam investigar por conta própria, para saber quem fala VERDADE.
Mas os jornaleiros, mais os seus amigos nazis, comunistas, islamistas, globalistas e antissemitas em geral, querem lá saber da VERDADE... Mesmo que tenham cérebro para lerem um livro inteiro e para procurarem a verdade com sentido crítico e raciocínio lógico, escolhem conscientemente o ódio genocida.

Os jornaleiros:


 "Trá-lá-lá-lá-lá.. Não-estou-a-ouvi-ir!!!"


Nem a papinha toda feita, em vídeo, os consegue convencer a deixarem a propaganda e abraçarem a realidade:

 

O que dói aos jornaleiros é que Israel é a nação mais antiga do Mundo, e continua a existir, apesar de ser a mais fustigada da História, alvo de gente como o Stalin, o Hitler, o Haman, o Maomé e tantos outros que tentaram extinguir os judeus.
Os antissemitas, não podendo matar Deus, matam os judeus, o povo mais pequenino do Mundo, o último a quem Deus propôs ser o porta-estandarte do monoteísmo, e o único que aceitou.
Israel continuará a existir. Não por mérito dos judeus, que são apenas gente como qualquer outra gente. Mas porque Deus assim quer. Os jornaleiros, os Stalins, os Hitleres, passam. Israel fica.
E como Deus não dorme, os adeptos das Trevas terão o devido pagamento pelo Mal que propagam. Até ao último tostão. Lembrem-se disso, jornaleiros, quando chegar a hora de se encontrarem com o vosso Criador.



Israel - o primeiro Estado indígena do mundo moderno

terça-feira, 20 de outubro de 2020

VÍDEO: Polícia brutalmente espancado. Espectadores riem e transmitem no Facebook.

No AMIGO DE ISRAEL 2.0:
Espectadores zombam e transmitem ao vivo espancamento brutal de um polícia, que ficou tão ferido que teve de ser transportado de avião para o hospital
Espectadores na Carolina do Norte zombaram e transmitiram ao vivo o espancamento brutal de um polícia de Rowland, este sábado.

O ataque foi tão grave que o polícia teve de ser levado de avião para o hospital devido aos ferimentos.

Grande parte do ataque de 11 minutos foi transmitido no Facebook Live. Durante o espancamento violento, o agente da Polícia de Rowland, Michael Sales, 27 anos, pode ser ouvido pedindo ajuda aos transeuntes, mas eles zombaram dele e recusaram ajudá-lo.

“Mas tu és a Polícia. Porque raio iríamos ajudar a Polícia?", respondeu um espectador, enquanto ria.
 

 

 



A certa altura, um transeunte tentou intervir e tirar o agressor de cima do agente. “Deixa-o levar nos cornos, porra”, gritou o homem que estava a filmar. “A Polícia anda assustada como o caraças”, acrescentou ele a rir. (...)
A arma e outros equipamentos do agente foram perdidos durante o ataque, mas já foram recuperados.

(...) “Onde está a arma? Não tens a tua arma! Eu vou encontrar a filha da puta da arma. Sem a tua arma não consegues fazer nada!".

Jamel Alphonso Rogers foi acusado de agressão com arma mortal com intenção de matar enquanto infligia ferimentos graves, sequestro e duas acusações de resistência a um agente da Ordem.

 

 
O racista Jamel Alphonso Rogers

 

O agente já teve alta do hospital e está a recuperar em casa, disse o seu chefe ao WPDE.

O Police Tribune relata que o xerife Burnis Wilkins do condado de Robeson disse que o ataque brutal ao agente Sales exemplifica a "dura realidade que a Polícia está a enfrentar na América. Há pessoas que aprovam que se acabe com a Polícia, que se faça um vídeo a espancar um polícia, que se incentive o suspeito a continuar a lutar contra o polícia, mesmo depois de o polícia ter perdido a sua arma e estando este obviamente incapacitado", escreveu o xerife Wilkins num post no Facebook na manhã de sábado.

 

Traduzido de:



COMENTÁRIO

- Em primeiro lugar, a nossa total solidariedade para com este polícia. Se nós tivéssemos presenciado a triste cena - e apesar da nossa fraca figura - o agente teria tido alguém que o ajudasse.

- Em segundo lugar,  queremos declarar que repudiamos energicamente todas as formas de racismo - contra negros, contra brancos, contra amarelos, contra castanhos, contra judeus, contra árabes, contra ciganos, seja contra quem for.

- O que nos recusamos é a aceitar a chantagem dos que querem que as opiniões políticas de cada um sejam moldadas pela cor da sua pele, pela sua "raça". O canal que divulga o vídeo da agressão é de uma pessoa negra. Nós somos pessoas brancas. Somos todos seres humanos.

- Os zombies que testemunham e aplaudem a abjecta cena acima são contra a Polícia porque lhes foi injectado pelos media que a Polícia persegue os Negros.

Nada mais longe da verdade: as estatísticas comprovam que os Negros são o grupo social que a Polícia mais hesita em abordar. Quando um agente interroga, detém ou usa a força com uma pessoa Negra, sabe que corre elevado risco de ser acusado de "racismo". E ninguém quer ir preso, perder o emprego ou ser assassinado.

CONFIRA:

Confrontando "manifestantes" com a PATRANHA do "racismo policial"

 

- Os nosso leitores que sabem Inglês terão oportunidade de constatar toda a espécie de impropérios que chovem sobre o agente da Polícia atacado gratuitamente pelo criminoso racista  Jamel. Tivemos muita dificuldade em ver e ouvir o vídeo. É profundamente revoltante.

- Este episódio (por muito revoltante que seja) não foi sequer dos piores. Desde que começou a histeria George Floyd, a Polícia, nos Estados Unidos e no resto do Mundo Livre, está a ser sistematicamente perseguida, humilhada, espancada e alvejada. Polícias morrem e ninguém liga. Polícias não alimentam o ego dos meninos mimados da extrema-esquerda.

- George Floyd não foi detido por ser Negro, mas por ser criminoso. George Floyd não morreu por causa da acção da Polícia; morreu de OVERDOSE. George Floyd era  um gangster, criminoso, drogado, bandido violento:

 

George Floyd (criminoso, gangster, drogado, actor pornográfico) morreu de OVERDOSE de fentanil

George Floyd espancou e apontou uma arma à barriga de uma MULHER NEGRA GRÁVIDA

 

- A Esquerda norte-americana (que há anos tenta este golpe) agarrou o caso George Floyd com unhas e dentes, instrumentalizou-o para derrubar Trump, ou pelo menos para lhe deixar um país em guerra civil.

A Esquerda dos outros países, a quem interessa tramar Trump, por este ser o maior obstáculo à Nova Ordem Mundial, injecta a mesma propaganda suja nas populações:

 


 

A extrema-esquerda portuguesa, sob a batuta do ultra-comunista senegalês (possivelmente muçulmano) Mamadou Ba, promove o ódio à Polícia e advoga com todas as letras a extinção da Polícia. Assim, fica o caminho aberto à guerra civil, ao caos e à Revolução:


 

 
O apelo à luta do proletariado já era. Agora o negócio é inventar proletariados, fabricar descontentes. Cor da pele, sexo, orientação sexual, religião, tudo serve para a Esquerda fazer avançar a sua "luta de classes" - o Mamadou admite-o sem quaisquer pruridos.
 
Os obedientes discípulos do Mamadou:





 

Como a realidade é diametralmente oposta à propaganda da extrema-esquerda:

 

Ireneu Diniz foi abatido por Euclides Tavares, que já está em liberdade. Ireneu foi abatido com tiros na cara, numa emboscada, apenas por ser polícia e por ser branco.
Dita a política de identidade que Ireneu é mau, faça o que fizer. E que Euclides é bom, faça o que fizer.
E isto já está tão entranhado na cabeça das pessoas, é tão martelado pelos media e pelas universidades, que quem o conteste é considerado "racista".

Falámos disto neste post.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Após decapitação, esquerda enche as ruas de França a exigir mais colonização islâmica

 
Na sequência de:

França: Maometano decapita professor


Colonos maometanos em Paris, terra conquistada (ou quase).
 
 

"REQUERENTES DE ASILO JÁ MATARAM OU MUTILARAM MAIS DE 1.000 EUROPEUS EM ATAQUES TERRORISTAS COMETIDOS NA EUROPA DESDE 2014"

 

Já vimos este "filme" muitas vezes. Aquando da matança por atropelamento em Barcelona, por exemplo, passadas menos de 24 horas havia manifestações de apoio ao Islão, com o pai de uma criança assassinada a exigir "abraçar um muçulmano". 
Na Alemanha e na Suécia, logo após cada festival de estupro de mulheres "infiéis", a cada Passagem de Ano, as feministas de 2ª vaga vêm para a rua oferecer flores aos muçulmanos (no caso da Suécia, elas exigem mesmo ser estupradas por muçulmanos) - e tudo isto está amplamente ilustrado nos milhares de posts deste blogue.

 


Milhares de manifestantes pró-imigração muçulmana ilegal foram para as ruas de Paris exigir que o governo francês legalize a população migrante muçulmana "sem documentos" - apenas um dia depois de um migrante muçulmano tchetcheno ter decapitado um professor em Paris.

Breitbart - No sábado, vários milhares de manifestantes marcharam na capital francesa - desafiando as medidas de bloqueio de vírus da China no país - como parte da 'Marcha de Solidariedade' pelos migrantes “sem documentos” - um  eufemismo esquerdista para estrangeiros ilegais.
Os organizadores do protesto, que incluiu a Federação das Associações de Solidariedade com Todos os Imigrantes (FASTI), também exigiram ao governo que feche os centros de detenção de migrantes e forneça “alojamento para todos”, segundo o Le Figaro.
Milhares de pessoas manifestaram-se neste sábado, 17 de Outubro, em Paris, durante a Marcha Nacional dos Sans-Papiers, para exigir a legalização dos estrangeiros ilegais muçulmanos e para rejeitar em massa a crescente xenofobia que os afecta na sociedade francesa. Eles são apoiados por muitos activistas sindicais, organizações políticas e associações. Depois de ter sido recusada no último momento uma rota para o Eliseu, a marcha foi finalmente realizada da Avenida da República à Avenida de Estalingrado.

 


Apesar da proibição da câmara municipal de Paris, que os impediu de marchar para o palácio presidencial, eles conseguiram marchar na capital. “É a lei, é Macron, que devem ser mudados”, gritavam eles enquanto caminhavam pelo centro de Paris:

 

A parlamentar europeia Leïla Chaibi, do partido democrático socialista La France Insoumise, juntou-se ao protesto, escrevendo nas redes sociais: “Esta tarde, estive ao lado de imigrantes sem documentos, que marcharam em grande número nas ruas de Paris pela igualdade e dignidade”. 
 
A hippie-halal Leïla Chaibi, com o seu lencinho à Arafat.

 

Imagens de vídeo compartilhadas nas redes sociais mostraram milhares de manifestantes agrupados marchando pelas ruas de Paris, e o repórter do HuffPost France, Pierre Tremblay, descreveu as cenas como “animadas”.

 Via BARE NAKED ISLAM

 

Na nossa secção FRANÇA pode ver posts como:

 

VÍDEO - “Estamos a invadir-vos. Não gostamos do vosso país. Estamos cá para vos explorar.”

França: o Medo nas Escolas

Jean-Paul Brighelli, professor: “Vivo numa cidade com 2/3 mulheres com véu. Crianças muçulmanas forçam amigos não muçulmanos a cumprir o Ramadão” (Vídeo)

Aeroporto de Gaulle ocupado: “A França não pertence aos franceses!”

"Os brancos devem sair de África e deixar os africanos invadirem a Europa"

Guerra em França: Racailles atacam esquadra de Polícia com morteiros e barras de ferro (VÍDEO)

França: Uma em cada duas pensões de reforma é paga a uma pessoa nascida no estrangeiro

Ataque islamista de Paris: toda a aldeia no Paquistão está orgulhosa (VÍDEO)

"O homem branco não pode ter razão contra uma negra e uma árabe" - Maboula Soumahoro

 

COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES

MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA

Ajudar os "refugiados" custa 135 VEZES MAIS cá, do que lá!

 

 

E não esqueça: decapitar pessoas é apenas um traço cultural que devemos respeitar - caso contrário, somos racistas!

Decapitar? Tudo bem! O que se deve evitar é o nosso blogue, que se atreve a contestar as decapitações - pelo menos é o que as pessoas de esquerda, antissemitas, boazinhas e cultas, como a Isabelinha Gomes, acham:


 

 

Entretanto, cá em Portugal, a Polícia (racista!!!) não deixa os jovens irem trabalhar: