Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
O grupo terrorista de ideologia islâmica e nazi Hamas, já reivindicou a autoria dos incêndios que estão a lavrar em Israel, para alegria dos muçulmanos:
"Fogo posto é Terrorismo", diz Netanyahu; Árabes presos por incêndios florestais
"Todo os casos de fogo posto ou incitamento a tais actos, são terrorismo, e vamos tratá-los como tal. Qualquer um que tentar incendiar partes do Estado de Israel será severamente punido", afirmou Netanyahu.
"É provável que haja um motivo nacionalista em alguns dos casos de
incêndio criminoso", disse o comissário de Polícia de Israel, Roni
Alsheich, em entrevista colectiva na quinta-feira à tarde, enquanto
os incêndios continuavam a lavrar intensamente na região de Haifa.
A polícia fez várias detenções de árabes "movidos por razões nacionalistas" suspeitos de provocar incêndios em toda Terra de Israel.
Fogo na cidade histórica de Zichron Yaakov
"Temos uma equipa especial de investigação integrada que está a
monitorizar tudo o que está a acontecer em todo o país. Não quero
entrar em perguntas sobre onde [suspeitamos que] foi fogo posto e onde
não", disse Alsheich.
Pelo menos 60.000
residentes de Haifa foram evacuados de suas casas, e aproximadamente 100
pessoas foram tratadas devido à inalação da fumo. Não houve
fatalidades.
"Se for [confirmado] como fogo posto, pode ter tido motivações nacionalistas. Certamente não é apenas piromania. Houve detenções", afirmou.
"Eu
sei que eles tentaram incendiar as instalações dos bombeiros em Haifa
deliberadamente para fazer com que o corpo de bombeiros ficasse
paralisado", declarou um bombeiro sénior.
Fogo em Haifa
Só "alguém a quem esta terra não pertence" teria provocado os incêndios, disse o ministro da Educação, Naftali Bennett, chefe do partido da Casa Judaica, na noite de quarta-feira.
O tempo excepcionalmente seco e ventoso tornou especialmente difícil a contenção dos incêndios. A situação é a mais grave desde os mortíferos incêndios florestais de 2010 na área de Haifa. "Todo o incêndio provocado por fogo posto ou incitação a fogo posto, é terrorismo, para todos os efeitos, e vamos trazer os autores à Justiça", disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em conferência de imprensa na quarta-feira. "Já está bastante claro que alguns dos incêndios são o resultado de acção criminosa. Como disse o primeiro-ministro, este é o terrorismo dos incendiários", acrescentou o ministro do Interior, Gilad Erdan, que confirmou que foram feitas várias prisões (...)
A situação também é grave em outras áreas do país, particularmente em Modi'in, nos arredores de Jerusalém e em cidades na Judeia e Samaria. Vários países - incluindo Grécia, Turquia, Chipre e Rússia - responderam ao apelo do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para que enviassem aviões contra incêndios. Os reservistas das Forças de Defesa de Israel foram convocados para auxiliar os bombeiros.
Por: Terri Nir, Unidos Com Israel (versão em Espanhol deste site AQUI).
A ideologia dos incendiários.
A si, que é amigo do Bem, pedimos-lhe que ore por Israel. Aos responsáveis israelitas, nós, que não somos judeus nem israelitas, pedimos a que façam como estão a fazer o Primeiro-Ministro da Austrália e como vai fazer o Presidnete eleito dos Estados Unidos:
MANDEM OS INVASORES ISLAMISTAS PARA AS TERRAS DELES!
Pensava-se que eram simples incêndios florestais, que irromperam em Israel nos últimos dias. Rapidamente foi revelado que é uma nova forma de terrorismo. O Hamas e os seus esquadrões de terroristas incendiários assumiram a responsabilidade pelo horror generalizado.
Mais de 75.000 residentes foram evacuados, e cerca de 150 feridos foram relatados.
De mãos dadas com o sofrimento judaico, a celebração islâmica:
"Tel_Aviv_IsBurning" foi o hashtag árabe mais comum nas redes sociais árabes na manhã de quinta-feira.
Twit do xeque da Grande Mesquita do Kuwait, Sheikh Mishary Alfasy Rashid, celebrando os incêndios em Israel.
Um dos tweets mais populares foi publicado por um polícia do Abu Dabi que diz: "Israel impediu o muezim de chamar para a oração, e por isso foi engolido pelo fogo".
As redes sociais no Egipto, na Jordânia e nos Emirados do Golfo também estavam saturadas de posts que indicavam que os incêndios são retribuição da natureza por causa de uma lei que proíbe os alto-falantes nos locais de culto, como os usados na chamada diária à oração pelas mesquitas.
O imã da Grande Mesquita do Kuwait, o xeque Mishary Alfasy Rashid, também se regozijou com os incêndios, para gáudio dos seus 11 milhões de seguidores no Twitter.
"Boa sorte para os incêndios. #Israel_IsBurning", escreveu ele num post no Twitter árabe acompanhado de um ícone sorridente e várias fotografias dos fogos diários em todo o país. (...)
- Entre outros sites, o Jihad Watch também mostra vários tweets de muçulmanos que pedem a Alá que Israel e os judeus ardam todos. Imaginemos que se tratava de um incêndio num país islâmico e os líderes religiosos e de Israel, e os israelitas, se regozijavam. O que não seria... Mas assim, é normal. Aos muçulmanos, não se pede que se comportem como seres humanos. "Eles são assim..." - é o que nos dizem. E nós, os não-muçulmanos, temos que aguentar, quando eles celebram o terrorismo. Senão somos "racistas".
Em Montpellier, França - uma região que já beneficia intensamente com o enriquecimento cultural islâmico* - um muçulmano de rosto coberto assaltou um retiro de monges, degolou pelo menos uma freira em honra do deus Alá e fez 70 monges reféns. Fotos e relato AQUI.
Actualização: confirmada segunda vítima do sexo masculino. Hoje de manhã, a locutora de TV anunciava triunfalmente que "só" tinha sido morta uma mulher. Como são generosos os terroristas, quando matam "só" um ou dois infiéis!
O retiro era de padres que prestaram serviço em África, o que muito molesta o supremacismo islâmico, que pretende arrebanhar todo o globo para a sua bandeira, em obediência ao Alcorão.
Já tinha acontecido o mesmo com o padre Hamel, que angariou fundos e cedeu terrenos para a construção de uma mesquita, e teve como prémio ser degolado ritualmente, na sua igreja, por dois muçulmanos:
Nessa ocasião, a Imprensa séria e institucional (quase toda islamo-esquerdista), ignorou as motivações do massacre e a identidade dos assassinos. Alguns jornalistas, mais afectos à extrema-esquerda, e alguns políticos dessa área, gozaram publicamente com a execução do sacerdote, um acto que tão fundo cala nos seus corações revolucionários:
Ontem foi em Montpellier. Mais uma vez e como sempre, os jornaleiros de serviço dão saltos nas cadeiras dos telejornais: "NÃO É TERRORISMO! NÃO É TERRORISMO!".
* - Montpellier culturalmente enriquecida:
Walid Shoebat, ex-terrorista islâmico "palestino", convertido ao Cristianismo e Amigo de Israel, avisa:
A CADA 5 MINUTOS, UM CRISTÃO É SACRIFICADO A ALÁ:
CLIQUE NA IMAGEM PARA VISITAR O SITE DE WALID, QUE DENUNCIA O HOLOCAUSTO DOS CRISTÃOS E TEM SALVO MUITOS. AJUDE-O! SALVE OS CRISTÃOS!
Contra mim falo. Antes da Internet e dos media alternativos, eu engolia o que os locutores dos noticiários e os veneráveis jornalistas da Imprensa escrita me serviam. Sem questionar. Acreditava, ingenuamente, que a propalada deontologia jornalística existia.
Com a Internet, perdi a inocência. A par com as teorias da conspiração mais delirantes, próprias para garotos e psicopatas (a teoria dos Lagartos Espaciais "Zionistas" do Centro da Terra é um bom exemplo), há na Internet uma torrente de informação factual e independente que veio ACORDAR largas faixas da população.
Aqui na barra lateral pode ver, por exemplo, o preciso GATESTONE, e muitos outros:
Os jornalistas e os meios de comunicação tradicionais caíram no total descrédito, após terem anunciado a vitória folgada de Hillary Clinton, e o Furacão TRUMP os ter derrubado sem dó nem piedade.
Mas, como já vos dissemos, esta gente (e quem lhes paga) tem muito mau perder. Derrotados pela vontade popular (na eleição de Trump, no Brexit, etc.), eles estão a calar as vozes livres, a intimidar e a deter os cidadãos. Mesmo contra a vontade popular, a islamização e a substituição populacional - o projecto islamo-esquerdista - tem que avançar. A guerra ainda agora começou. As armas da gente de Bem são a VERDADE.
Um artigo do GATESTONE, que dá conta de mais uma investida islamo-esquerdista contra o Mundo Livre:
Os Meninos Rabinos voltaram a Pintar Paredes - Na passada sexta-feira à noite, no Porto. Odeiam Israel, a única democracia do Médio Oriente. Idolatram os terroristas do Hamas, da Fatah e do Hezzbollah. IGNORANTES, não sabem nada sobre o motivo por que protestam. Não estão interessados no bem de ninguém. Querem só protestar.Não perca o vídeo no final deste post.
Odeiam a Civilização Ocidental judaico-cristã.Odeiam a Europa. Odeiam Israel. Odeiam os Estados Unidos, o país que mais gente necessitada acolhe, vinda de todo o Mundo, e que mais vidas dos seus filhos sacrifica para defesa do Mundo Livre. Odeiama Liberdade, a Democracia, a Cultura, a Ciência, a Saúde, a Segurança Social, o Bem-estar. Odeiam Deus.
Odeiam. Odeiam-se.
Idolatram os regimes comunistas e islamistas. Idolatram todos os terroristas e assassinos que tragam na testa as sagradas marcas do comunismo ou do islamismo. E também os do ISIS, da Al-Qaeda, da Irmandade Muçulmana.
A juventude sempre foi um período
de rebeldia e contestação. Dizem os entendidos em Psicologia que, nessa idade,
a individualidade se define por oposição, que há que marcar energicamente as
diferenças. Toda a gente já foi jovem e sabe que é assim. E assim deve ser.
A instrumentalização política da
rebeldia juvenil também não vem de agora. Há registos de que, na Revolução Francesa,
os jovens das classes privilegiadas, que tinham tempo nas mãos e dinheiro no
bolso, organizavam, nas noitadas pelos botequins, entre copos de absinto e com cortesãs
no colo, os seus ataques à ordem estabelecida e os seus crimes hediondos.
A cena repetiu-se muitas vezes, com
figuras tão tristemente célebres como o psicopata assassino de Cuba, o venerado
“Che”
Guevara, desde então um deus para os meninos-bem rebeldes e ignorantes. Os
revolucionários comunistas e os jihadistas vêm das classes
privilegiadas.
Desde sempre que os países
comunistas (para além de financiarem e armarem bandos terroristas em todo o
Mundo Livre) apostaram na destruição dos valores das nossas sociedades. E as
camadas jovens são, obviamente as mais permeáveis. É fácil cavalgar a rebeldia
juvenil e as suas primeiras manifestações de perplexidade frente a um mundo
naturalmente imperfeito e muitas vezes cruel e injusto.
O que os islamistas que vandalizaram o restaurante do chef Avillez querem:
A coisa continua nos nossos dias,
potenciada pela comunicação global. Basta vermos os protestos
“anti-globalização” ou contra os combustíveis fósseis, que são divulgados pelos
media e pelas redes sociais globais, e onde prontamente comparecem hordas de meninos mimados montados
nos popós dos papás. Os filhos do Povo estão a trabalhar, não podem dar-se a
tais luxos. Ou estão com a farda da Polícia, a levar com as pedradas e os cocktails motolov atirados pelos meninos
de boas famílias. Já no famoso Maio de 68 assim era.
"Che" - O Messias do Comunismo, um psicopata assassino, como qualquer líder comunista. Este é o modelo romântico e aventureiro desta gente. O homem honesto e trabalhador é sensaborão e desprezível.
Todos os movimentos que irrompem
da generosidade e do espírito de contestação juvenil, são imediatamente
colonizados pela extrema-esquerda. Manifestação contra as touradas ou pelos
direitos dos animais? Está lá a extrema-esquerda em peso. Movimento pela defesa do ambiente? Está lá a
extrema-esquerda em peso. Há contestação, justa ou injusta? Estão lá, a par com os idealistas genuínos, os
agitadores profissionais de extrema-esquerda, a queimar lixo, a virar
contentores, a apedrejar a Polícia.
Para certos meninos, demasiado pusilânimes para outras coisas, é uma aventura tentadora participar numa sessãozinha de
vandalismo, ao abrigo da sua condição de meninos comunistas, que os
coloca a salvo de incómodos maiores, até porque os papás podem contratar um bom
advogado para argumentar a favor da “liberdade de expressão”.
Alienados comunistas ocupam Wall Street, e manifestam-se, indignados, porque os Estados Unidos
combatem o terrorismo islâmico, querem a legalização das drogas, querem o
fim dos ricos, e outras "cenas". O resultado de 5 décadas de intensa
doutrinação comunista:
Desde logo porque todos consomem drogas, nem um sobreviveria num regime comunista. Pode ver também a conversa impossível entre um membro dos "1%", da minoria rica que esta gente combate, e os hippies - AQUI; o cidadão da antiga União Soviética que foi confrontar os meninos nas manifestações dos "99%" - AQUI; a confissão de que não fazem a mínima ideia sobre a razão dos próprios protestos - AQUI; fedelhos com lenços à Arafat que afirmam que o salário mensal médio em Wall Street são 400 milhões de dólares - AQUI; um empregador que foi oferecer trabalho aos manifestantes e eles recusaram - AQUI; etc..
O mundo comunista, durante
décadas, tratou de impregnar os meios de comunicação, a indústria do entretenimento,
as universidades (enfim, quem molda as mentes, sobretudo as juvenis), com a sua
ideologia.
É quase impossível encontrar-se um jornalista, um apresentador de TV,
um realizador de Cinema, um actor, um professor universitário, que não seja de
extrema-esquerda. É um pecado social alguém confessar simpatia pelos Estados
Unidos ou por Israel, por Margaret
Tatcher ou por Donald Trump. Em
compensação, é do mais “in”
venerar-se Mao Tsé Tung, Joseph Stalin, Fidel Castro,
Yasser Arafat, e tantos outros
genocidas e torcionários comunistas e islamistas. Os políticos de
extrema-esquerda, aqui no Mundo Livre, honram regularmente os terroristas
islâmicos com condecorações e homenagens diversas - OS POLÍTICOS QUE HOJE TEMOS, EM TODO O MUNDO OCIDENTAL, FORAM FORMADOS NESTA IDEOLOGIA.
A extrema-esquerda, quando não
apoia abertamente os grupos terroristas Al-Qaeda, Boko-Haram ou ISIS, faz um ar de superioridade
intelectual e afirma que “É preciso compreendermos as razões deles”.
Num momento estão numa manifestação pelos direitos das pessoas gay (e nada contra). No momento
seguinte estão a defender o terrorista islâmico que entrou na discoteca em
Orlando e matou 100 pessoas gay – por
serem gay.
“É preciso compreendermos as
razões deles” – disseram do terrorista de Orlando. Os mesmos que berram
que se desunham contra a “homofobia” (que praticamente já
só
existe na cabecinha deles), apoiam sem reservas as execuções de
homossexuais e outros indesejáveis nos regimes comunistas e islamistas.
Trata-se simplesmente de inverter
tudo. O criminoso é que é a vítima. A
vítima é que é o criminoso. Há
décadas que é assim: a teoria do "é que é", debitada por sucessivas gerações de barbudinhos copinho de leite todos enfatuados.
Não há filme de cinema-art,
peça de teatro chata como a potassa, aula de professor universitário engagèe,
livro ou artigo de opinador iluminado com a auréola do Comunismo, que
não “questione
os valores estabelecidos” – leia-se: Fazer do Mal bem e do Bem mal.
Inverter tudo.
Arnaldo Matos,o aclamado "Grande Educador da Classe Operária", saudou revolucionariamente o Massacre de Paris,nas
imediações do Stade de France e no Ba-Ta-Clan, como um acto meritório,
revolucionário, justo, heróico. Verberou impiedosamente as vítimas, que, antes
de serem mortas, tiveram os olhos vazados e os genitais esfaqueados e amputados
pelos valentes revolucionários que Arnaldo
Matos e o seu MRPP amam. E NINGUÉM O INCOMODOU. ESTÁ ACIMA DA LEI!
Dois posts, dentre as dezenas que temos dedicado à estranha aliança entre Comunismo e Islamismo:
As forças comunistas instilam nos
jovens ignorantes e impressionáveis uma sensação permanente de opressão e
revolta. Às mulheres fazem-nas crer que vivem numa sociedade machista e numa “cultura de estupro”. Às pessoas
homossexuais, infernizam a vida, fazendo-lhes crer que existe uma homofobia e
perseguição generalizada aos homossexuais. Aos que trabalham por conta de outrem,
fazem acreditar que estão a ser explorados, fazem-nos odiar os patrões. Etc.. A
indústria do descontentamento e do ódio.
Protestos
anti-Trump, anti-Estados Unidos, anti-Mundo Livre, anti-Israel
(CLARO!). Não sabem porque protestam. Apenas protestam, apenas gritam,
em histeria, os copinhos de leite. Nem uma pessoa decente e trabalhadora
- apenas meninos-bem comunistas e muçulmanos radicais. Os protestos são
organizados pelo Partido Comunista dos Estados Unidos:
A indústria do auto-ódio, antes de mais. A
programação comunista condiciona os habitantes do Mundo Livre a detestarem-se a
si mesmos e a tudo o que a sua Civilização criou. O “Homem Branco”, o "predador esclavagista", o industrializador que “roubou a beleza do Mundo”, o puritano que “inventou o Trabalho”, o
canalha que adora a Deus, enquanto o
resto da Humanidade - intrinsecamente Pura e Boa - adora Buda, Alá, os Espíritos das
Florestas ou as vacas que se passeiam em cidades exóticas, entre multidões de
indigentes e leprosos, em quadros inefáveis que sabe bem contar aos amigos, à
mesa de um bar da moda, após umas férias como eles gostam: entre os pitorescos
pobrezinhos.
Há que remover o "Homem Branco" da face da Terra. Excepto o "Homem Branco" comunista e islamófilo, devidamente penitenciado e purificado da impureza endémica da sua raça.
Comunistas-islamistas portugueses em Lisboa, numa manifestação de apoio ao bando terroristaislamista e naziHamas.
Alguns destes infelizes, quando chegam à idade
adulta, compreendem o logro em que caíram. Outros, ficam para toda a vida
prisioneiros desta programação mental. É fácil encarneirá-los. É fácil levá-los
para as ruas para Ocupar Wall Street e pedir a Lua. Pedir um mundo sem trabalho,
sem segundas-feiras. Porque – como eles dizem - “Tu não odeias as segundas-feiras,
tu odeias é o Capitalismo”! Ah, a Coreia do Norte… Ah, a
Venezuela. Ah, o Irão… Ah, esses países sem segundas-feiras nem Capitalismo,
onde todos os cidadãos vivem num permanente estado de embriaguez etérea e
nuvens de ópio e viagens astrais…
Nas manifestações do Occupy
Wall Street, nas manifestações pró-islâmicas, nas manifestações anti-Trump,
vemos o sempiterno zoo de idiotas ignaros, de preguiçosos crónicos, de hippies
velhos e flipados, a debitarem as sempiternas alarvidades. Não conseguem sequer
articular os motivos que os mantêm em estado de perpétua ira.
Confrontados com pessoas que
viveram nos infernos comunistas ou islamistas, ou que são simplesmente
responsáveis por negócios e pretendem não ter a rua ocupada por parasitas, os
hippies só conseguem ter como argumento:“Você usa gravata!”.
Os hippies de todas as épocas
dividem a Humanidade entre eles, os Filhos do Crescente Lunar e das Estrelas
Vermelhas, e "O Engravatado", “The Man”.
Na religião esquerdista, o santo é o vândalo que destrói propriedade alheia em apoio ao terrorismo; e o pecador é o homem (engravatado ou não) que ganha a vida
honestamente. O Deus-Revolução é encarnado por terroristas como o Che Guevara
ou o Arafat, e o Diabo-Capitalismo é representado pelos Estados Unidos e
Israel - os maiores obstáculos a que a Escuridão do Comunismo e do Islamismo tombe sobre a Terra.
- Oliveira, 21 de Novembro de 2016.
E O VÍDEO QUE LHE QUERÍAMOS MOSTRAR:
Uma conversa semelhante a esta podemos vê-la - recordamos - AQUI.
Ao centro, na imagem acima podemos ver o chef José Avillez. É jovem, é empreendedor, tem programas na TV e uma cadeia de restaurantes, gera empregos e riqueza. É talentoso, trabalhador e cumpridor da Lei.
Acima podemos ver oshippies comunistas islamonazis do BDS, numa manifestação de apoio aos terroristas do Hamas. Acham o chef Avillez um "fascista",porque tem uma cadeia de restaurantes e emprega pessoas (e isso, na cabeça destes meninos-bem, é ser "explorador").
O BDS é uma organização anti-semita criada e financiada por um milionário supremacista islâmico. Os meninos comunistas do BDS são parasitas e protestatários profissionais. Alguns são apenas profundamente ignorantes. Todos são movidos por um ódio tenaz à democracia e ao Bem:
GLORIFICAM BRUTAIS E MALÉFICOS ASSASSINOS COMUNISTAS ( E ISLAMISTAS)
Estes hippies odeiam Israel pela mesma razão que odeiam o chef Avillez.
São indivíduos medíocres e desprovidos de valores. São preguiçosos crónicos que lançam nos outros as culpas pelos insucessos pessoais. São idiotas voluntários que abdicaram da capacidade de pensar, em favor de uma mão cheia de slogans e propaganda dirigida a gente mimada e ressabiada.
São manipulados pelas forças comunistas para se sentirem "vítimas do Capitalismo", e acham que o Shangri-La são os países comunistas e islamistas. Mas não vão para lá viver, para longe dos confortos da casa paterna.
. OS MENINOS PRIVILEGIADOS DO BDS NÃO ESTUDAM NEM QUEREM ESTUDAR.
Estes meninos jamais se dignarão estudar a História, o Direito
Internacional e a Política. Dão preferência às versões tendenciosas e
panfletárias que servem os seus baixos instintos.
Gostam de gritar nas
ruas e partir coisas, como gritavam e partiam em casa, quando eram
contrariados, em crianças (alguns ainda o fazem).
Estes meninos apoiam o regime comunista da Coreia do Norte, que executa, tortura e deporta para trabalhos forçados e para campos de concentração quem anseia pela Democracia. Estes meninos apoiam os regimes de Cuba e da Venezuela, e preferem olhar para o lado quando vêem as filas intermináveis de gente do Povo que pede PÃO. Estes meninos idolatram psicopatas genocidas como "Che", Mao ou Stalin.
Estes meninos apoiam os regimes islâmicos (nem um é remotamente livre ou democrático, e em muitos deles é-se executado por se ser não-muçulmano, por se ser gay, por se ser mulher e querer usar calças ou saias ou guiar um carro, por se querer simplesmente democracia). Estes meninos idolatram o Hamas, o Hezbollah, a Irmandade Muçulmana, o ISIS, o Boko-Haram.
Não é realista esperar-se que estes meninos alguma vez queiram saber a VERDADE.
Se se lhes fala nisso, vêm logo com conversa de fedelho pedante que acabou de descobrir na aula de Filosofia do 10º ano o dilema de Aquiles e da tartaruga. Começam logo a questionar "que verdade?", a decretar que "a verdade é relativa", e inanidades do género.
São viciados em ódio, como outros são viciados em heroína ou álcool. Se se limitassem a ser viciados em ódio, seria problema deles. Quando vêm para rua fazer asneiras, quando vêm vandalizar estabelecimentos públicos e prejudicar o ganha-pão alheio (coisa com que eles não têm que se preocupar, daí não o valorizarem), aí, estamos mal. E as autoridades nada farão (não podem). A extrema-esquerda tem livre-trânsito para destruir o que bem entenda, para difamar e para atacar gente inocente.
Estes hippies não são capazes de localizar o micro-Israel num mapa, se lho pedirem:
O vasto oceano de horror que é o mundo islâmico não os preocupa. Preocupa-os que continue a existir a ÚNICA DEMOCRACIA DO MÉDIO ORIENTE:
Mais de 90% dos 11 milhões de muçulmanos do Médio Oriente foram mortos por muçulmanos, 0,3% morreram em tentativas de extinção de Israel, em que enfrentaram o Exército mais moral da História(vídeo anterior CENSURADO pelos islamistas e comunistas que mandam do YouTube).
Há 70 anos, os nazis faziam isto mesmo aos negócios dos judeus. A tradição ainda é o que era.
A filial portuguesa do bando neo-nazi, comunista e islamista BDS (financiado por capitais islamistas) voltou a atacar. Foi no Porto, bela cidade portuguesa com uma longa história de convívio entre povos e religiões*.
A malta quer cenas, man! - Meninos-bem comunistas e supremacistas islâmicos lado a lado, numa famosa manifestação anti-semita e de apoio aos terroristas do Hamas, em Lisboa, com a bênção de Frei Louçã- verAQUI.
Incapazes de suportar a VERDADE, orgulhosos demais para enfrentarem os FACTOS, preguiçosos demais para ESTUDAREM, medíocres e invejosos demais para aceitarem o sucesso alheio, estes meninos privilegiados e ociosos, recorrem à violência e ao ódio para tentarem controlar um Mundo que teima em não seguir as suas utopias pedantes.
Activistas anti-Israel vandalizaram um restaurante em Portugal porque o seu chefe participou num festival de gastronomia em Israel.
Os
autores, que se acredita serem activistas do movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel, na noite de sexta-feira
derramaram tinta vermelha na fachada do restaurante Cantinho do Avillez,
na cidade do norte do Porto, e deixaram inscrições como: "Palestina", "Avilez colabora com a ocupação sionista" e "Entradas: uma dose de fósforo branco".
Nota nossa: o bando islamonazi e comunista BDS já reivindicou o crime.
O
ataque, que é raro em Portugal, seguiu-se a uma campanha contra o
restaurante, levada a cabo por militantes do BDS que queriam impedir a participação do chefJosé
Avillez juntamente com pelo menos 11 outros chefs de renomados restaurantes de todo o mundo, no Festival Round Tables,
em Tel Aviv, este mês, que é patrocinado pela American Express. Robert Singer, CEO do Congresso Judaico Mundial, condenou o movimento BDS pelo ataque, que disse ser anti-semita. "O movimento BDS mostrou a sua verdadeira face. Eles provaram não ser mais do que um grupo de vândalos. Este foi um acto de anti-semitismo. Atacar
um chef em Portugal apenas porque ele participou num festival em Tel
Aviv é desprezível", disse Singer em comunicado divulgado ontem. "Esses auto-declarados activistas dos direitos humanos são exactamente o oposto: eles espalham o ódio, não os direitos humanos".
Vários
outros chefs participantes no festival foram alvo dos activistas do
BDS, incluindo Stéphane Jégo, chefe de cozinha do L'Ami Jean em Paris. Depois
de ter sido alvo da acção de piquetes do BDS à porta do seu restaurante, ele respondeu aos seus críticos no
mês passado, chamando-lhes no Twitter: "uma lástima de pessoas, que são, na
melhor das hipóteses, mal informadas, e misturam tudo; ou, na pior das hipóteses,
tendenciosas e desonestas".
Stéphane Jégo também lembrou que o BDSéilegal em França.
Jégo, Avillez e os outros visitantes, terão a cargo as cozinhas dos restaurantes locais em Tel Aviv por uma semana. Os profissionais presentes no Festival incluem os chefs do Musket Roomde Nova Iorque e do La Bottega, de Genebra.
De
acordo com o Intifada Eletrónica, uma jornal online anti-Israel, o líder
dinamarquês de um restaurante na Bolívia retirou-se do festival devido à
pressão.
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- Voltaremos em breve a abordar mais esta acção dos comunistas islamonazis portugueses, meninos-bem, privilegiadinhos, que devem estar a delirar com a divulgação de mais este acto heróico.
BORRAVAM-SE todos, estes meninos, se alguma vez se apanhassem num campo de batalha, em frente aos terroristas que idolatram.