sábado, 26 de abril de 2014

O que é que o Obama anda a fumar?

O amigo Obama resolveu fazer-se forte com a Coreia do Norte? Mesmo depois de as políticas dos democratas terem encorajado o fortalecimento do regime do tirano louco de Pyongyang? Menos mal. Mas bem se vê que não é um país islâmico - que a esses ele põe sempre a mão por baixo!


Robert Spencer no FrontPage Mag: A Páscoa  muçulmana de Obama e ignorância deliberada

No FrontPage de hoje eu pergunto  "O que é que Obama anda a fumar?", a propósito do seu mais recente exemplo de 'governação através de boas intenções'.
    Na sua mensagem de Páscoa no sábado passado, Barack Obama afirmou que há um "fio comum de Humanidade que nos liga a todos - e não apenas os cristãos e os judeus, mas os muçulmanos, hindus e sikhs - e que é nosso compromisso compartilhado amar o nosso próximo como a nós mesmos."

    Mesmo tendo sido registado como muçulmano na escola primária na Indonésia, como relata na sua primeira autobiografia, e tendo tido problemas por fazer caretas nas aulas de Alcorão, Obama aparentemente lembra-se de pouco do conteúdo do Alcorão.
Porque, se se lembrasse, Obama saberia que o Alcorão diz que os muçulmanos "não devem tomar os judeus e os cristãos como seus amigos ou protectores" (05:51) , chama-lhes "os mais vis dos seres criados" (98:6), e chama ao patriarca Abraão um "excelente exemplo" por alegadamente ter dito aos seus parentes incrédulos: "Surgiu entre nós e vós inimizade e ódio para sempre, a menos que vocês acreditem em Allah e somente a nEle" (60:4). O Alcorão também diz: "Maomé é o apóstolo de Allah. Aqueles que o seguem são misericordiosos uns para os outros, e impiedosos para os incrédulos" (48:29).

Nota nossa: Não haveria problema nenhum em o Alcorão dizer isto, caso os muçulmanos de hoje não o levassem à letra - ver caso do ex-português Celso Rodrigues da Costa, agora terrorista da al-Qaeda na Síria, que diz em mensagem vídeo, que nós, os não muçulmanos, somos "os mais vis dos seres criados" e declara a sua intenção de nos submeter... ou matar! Está tudo aqui.

    Ordenar misericórdia para com aqueles que compartilham das nossas crenças religiosas, e dureza para com os que não compartilham, não é amar o próximo como a si mesmo, e essa dicotomia entre crentes e infiéis não é apenas encontrada em algumas passagens aleatórios do Alcorão, a que ninguém presta atenção. Correm por toda a Escritura islâmica, são a sua doutrina e a sua lei.
É ainda um princípio aceite no Islão que a vida de um não-muçulmano vale menos do que a de um muçulmano: um manual da lei islâmica certificado pela prestigiada universidade Al-Azhar, no Cairo (da qual Obama se dirigiu ao mundo islâmico em Junho de 2009)  "em conformidade com a prática e fé da comunidade sunita ortodoxa", declara: "a indemnização por morte ou lesão corporal de uma mulher é metade da indemnização paga por um homem. A indemnização paga por um judeu ou cristão é um terço da indemnização paga por um muçulmano. A indemnização paga por um Zoroastriano é um quinze avos da de um muçulmano" ('Umdat al-Salik, o4.9).

Nota nossa: É por estas e outras que NINGUÉM - nem os mais hierarquicamente elevados clérigos islâmicos - se atreve a debater com Robert Spencer. Ele sabe do que fala. E por isso não é enganado por nenhum David Munir da vida.

    O iraniano Sheikh Sultanhussein Tabandeh repete e amplifica esse ponto no seu 'Comentário Muçulmano da Declaração Universal dos Direitos Humanos': "Desde que o Islão respeite os não-muçulmanos como em um nível mais baixo de crença e convicção, se um muçulmano matar um não-muçulmano, então a sua punição não deve ser a morte, uma vez que a fé e a convicção que ele possui é mais elevada do que a do homem morto, e o Islão e os seus povos devem estar acima dos infiéis, e nunca permitiremos que os não-muçulmanos adquiriram domínio sobre eles".

Nota nossa: Mas se for ao contrário, o judeu ou cristão são mortos, obviamente! Na sua mensagem, o terrorista Celso também faz eco desta convicção, considerando que em Portugal e no Reino Unido (países onde viveu), foi subjugado pelos "infiéis". Os impostos que tinha que pagar, como os outros cidadãos, ele leu-os como a famosa "jyziia", o imposto que os não muçulmanos devem pagar aos muçulmanos - e que ele agora se gaba de fazer pagar na Síria.
    Esta desvalorização da vida dos não-muçulmanos é baseada nos ensinamentos do Alcorão e da Sunnah, e não há nada no Islão que ensine que aos não-muçulmanos devem ser reconhecidos os mesmos direitos e dignidade que aos muçulmanos num Estado islâmico.

Nota nossa: Já temos algumas vezes feito eco dos campos de treino de terroristas islâmicos nos Estados Unidos, do financiamento norte-americano à propagação do Islão no mundo, do apoio da administração Obama aos terroristas da al-Qaeda e da Irmandade Muçulmana, e  do fechar de olhos das autoridades norte-americanas ao terrorismo e supremacismo islâmico - enquanto desarma a população civil e lhe restringe os direitos. É só ver o separador "Obama", que vai em rodapé deste post.

    Não há nenhuma indicação de que Obama conheça estes ensinamentos islâmicos, mas mesmo que conheça, é improvável que ele o refira, já que, afinal de contas, ele disse que "o futuro não deve pertencer a quem difama o profeta do Islão" - e, na lei islâmica, "difamação" não é contar uma mentira sobre alguém, mas contar uma verdade sobre alguém que ele não quer que se saiba.
E, depois de mais de cinco anos da presidência de Obama, é claro que uma coisa que ele não quer é que os americanos saibam é que existem textos e ensinamentos do Islão que os jihadistas islâmicos usam para justificar a violência e supremacia, e que os jihadistas  continuam a assassinar americanos em harmonia com esses ensinamentos.

    Como eu detalho no meu livro de "O Inverno Árabe Chega à América: A Verdade Sobre a Guerra em que Estamos", esta ignorância voluntária nos níveis mais altos colocou em perigo os americanos mais de uma vez, ao ter permitido ataques assassinos que poderiam e deveriam ter sido evitados. Os mais famosos são o bombardeio na Maratona de Boston e o massacre de Fort Hood.

    Dois anos antes do atentado de Boston, agentes de segurança russos disseram ao FBI que Tamerlan Tsarnaev era um "seguidor do Islão radical" que se tinha tentado juntar a "grupos clandestinos" no Daguestão. Isso equivale a dizer que Tsarnaev era jihadista islâmico, e deveria ter sido suficiente para o FBI o manter sob constante, ou pelo menos regular, vigilância.
Obama não o fez - e não foi por coincidência que exactamente na altura em que os russos deram essas informações, o governo Obama (sob pressão de grupos islâmicos com ligações ao Hamas e à Irmandade Muçulmana) ordenou a lavagem dos materiais de treino de contra-terrorismo de qualquer menção ao Islão e à jihad (e demitiu os instrutores do FBI que falavam sobre os motivos e objectivos dos terroristas da jihad, inclusive eu). Agentes que ainda sabiam como avaliar a informação dos russos, tiveram provavelmente medo de o fazer, pois no clima politicamente correcto vigente, teria sido um suicídio de carreira.

Nota nossa: Por outras palavras: a administração Obama permitiu o assassínio de cidadãos norte-americanos. Mas, a Obama, tudo se perdoa. Ele é lindo! Ele tem uma mulher linda! Ele tem duas filhas lindas! Ele tem um cão português! Ele fuma!

Ver: 

Obama Bane a VERDADE - 1

Obama Bane a VERDADE - 2

Obama Bane a VERDADE -3

    Da mesma forma, o assassino jihadista de Fort Hood, Nidal Malik Hasan  fez carreira no Exército norte-americano, mesmo que defendesse os atentados suicidas e espumasse de ódio contra a América - e fez carreira na hierarquia militar com recomendações extraordinariamente positivas.
Numa avaliação de 13 de Março de 2009, pouco menos de oito meses antes do seu ataque jihadista, os superiores de Hasan disseram que ele deveria ser colocado numa posição "que permitisse que os outros aprendessem a partir das suas perspectivas" e declarou que as suas "ideias inovadoras sobre as dimensões do Islão" e o seu "raciocínio moral" poderiam ser de "grande interesse potencial e importância estratégica para o Exército dos EUA."

Apesar de ter gritado aos quatro ventos a sua defesa dos ideiais jihadistas, o assassino de Fort Hood foi (como de costume) canonizado pela TIME e por todos os baluartes da Imprensa Mundial, a que chamava chimpanzé a George W. Bush. Relembramos, por exemplo, que "Um juiz militar proibiu Nidal Hasan de dizer no tribunal marcial que estava a agir legalmente para proteger os líderes dos taliban quando matou 13 pessoas e feriu outras 32 ​​num tiroteio em Fort Hood, Texas, em 2009".

    E, de facto, as ideias de Hasan sobre o Islão são de grande importância estratégica para o Exército dos EUA, mas não da forma que o Exército está inclinado a aceitar ou admitir. Mas isso prejudicaria a "diversidade" nas Forças Armadas. E isso, aparentemente, é mais importante do que ter certeza de que não há outro massacre jihadista.

    Uma mudança de grande escala na cultura política e dos media é extremamente necessário para os EUA lidarem realisticamente com a ameaça da jihad. Mas isso não está no horizonte. Em vez disso, a ignorância deliberada e o pensamento positivo que Obama manifestou mais uma vez, na sua mensagem de Páscoa, governar a actualidade. E isso significa apenas que haverá mais massacres jihadistas.


Este é o retrato do politicamente correcto que domina a actualidade. A fileira de políticos e jornalistas lunáticos que nos governam e desinformam, condena qualquer denúncia da realidade como "fascismo", "intolerância", e afins. Felizmente, os índices de aprovação de Barack Hussein Obama caem, e na Europa a população também já está a acordar.

Como ter filhos e netos de visita na Páscoa

 E sem gastar um tostão! Exemplificado por pais/avós judeus, funciona também para cristãos!

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Vídeo que PROVA, para além de qualquer dúvida, a existência de apartheid em Israel

Muita gente fala do apartheid que tem lugar em Israel. Pois bem, aqui fica um vídeo que prova a existência de apartheid. Em Israel.

Mafalda, tendo em conta que este vídeo retrata o "ato nojento desta nação" que foi o "ataque a fiéis islamitas na mesquita Al-Aqsa" por ti mencionado, este é dedicado a ti ;)



As fogueiras da Inquisição ainda ardem


 Audiência de Cavaco Silva com representantes da Comunidade Israelita de Lisboa - daqui.


"Trouxe o 25 de Abril a liberdade religiosa? Se limitarmos a liberdade religiosa à liberdade de culto, a resposta é não. Como forma de possibilidade individual de professar a religião da sua escolha, a liberdade de culto existia antes do 25 de Abril e até, embora com sérias reservas, antes mesmo da revolução republicana. No século XIX, com o liberalismo e a extinção da Inquisição, os fiéis não-católicos passam a ter a possibilidade de praticar a sua religião."

Abril e a liberdade religiosa

no PÚBLICO
 - Infelizmente, a liberdade religiosa não eliminou o sentimento atávico de ódio aos judeus, enquanto religião e enquanto povo, como podemos constatar diariamente, em manifestações nojentas de antissemitismo, como por exemplo neste cartoon do desenhador antissemita André Carrilho, publicada pelo jornal antissemita Diário de Notícias. E fosse esta a única publicação antissemita. E fosse este o único antissemita. A raiva que muitos sentem por os terroristas não conseguirem destruir Israel e os judeus, é notória. As fogueiras da Inquisição ainda ardem.


DIREITO DE RESPOSTA in Diário de Notícias de 14 de Agosto de 2010

Em nome da Comunidade Israelita de Lisboa, venho por este meio protestar contra a publicação no dia 1 de Agosto do cartoon do DN da autoria de André Carrilho. O referido cartoon é ofensivo para todos os judeus, ao tentar estabelecer uma relação entre o nazismo e o comportamento do exército israelita. Do mesmo modo, ao colocar os soldados israelitas como carrascos e os palestiníanos como vítimas o cartoonista está simplesmente a falsear totalmente a realidade.
Na verdade, o cartoon alude aos judeus no seu todo, e não apenas ao Estado de Israel fundado em 1948 e consequentemente posterior à barbárie nazi.
Não basta saber desenhar, é necessário alguma decência e um conhecimento dos factos ...
Exmo. Senhor Director, solicito a publicação deste meu protesto ao abrigo do direito de resposta
José Oulman Carp Presidente da CIL - Comunidade Israelita de Lisboa

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P.S. - As visitas a este humilíssimo blogue continuam a disparar, a atingir muitas centenas por dia. Somos um pacato e pequenino grupo de gente vulgar, pouco ou nada erudita, de gente humilde e de trabalho, que se dedica, dentro das suas escassas possibilidades, a servir causa da VERDADE. Obrigado a todos, amigos e inimigos, pela vossa visita. 

E só por causa disso aqui vai música! :-) São os Clash, que este vosso criado teve oportunidade de ver actuar. E a propósito, sabiam que o grande Mick Jones é judeu? Esta agora! :-)

NÓS NÃO ESQUECEMOS GILBERTO RODRIGUES LEAL!


Por entre o foguetório e o discursório de hoje, alguém vai lembrar GILBERTO RODRIGUES LEAL, raptado pelos islamistas do Mali em 2012, e dado como morto pelos mesmos há poucos dias?

Alguém vai interpelar os poderes portugueses e franceses pelo destino deste cidadão com dupla nacionalidade?

O Estado Português apresentou ao menos condolências à família - já que, pelos vistos, nada fez por ele enquanto cativo?

Ou terão tido todos medo de ser chamados "islamofóbicos", por se atreverem a pedir a libertação deste homem inocente - ao que tudo indica um cidadão honesto e decente que atravessava África em expedição solitária, gozando pacatamente a sua reforma?

Ou terão todos medo de ser considerados "islamofóbicos" por referirem sequer que o terrorismo islâmico EXISTE?

NÓS, NÃO ESQUECEMOS!!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Islamistas confiscam ovos de Páscoa


 Tahir Alam sabe carregar nos botões do politicamente correcto

Não foi há muito tempo que o Reino Unido barrou a entrada a Robert Spencer e Pamela Geller, que  iam prestar homenagem ao soldado Lee Rigby, assassinado por jihadistas. Escreve Spencer:
"Esta é a Grã-Bretanha que autoridades britânicas escolheram. Esta é a Grã-Bretanha que elas querem. Recusaram acreditar que o supremacismo islâmico existia. Recusaram acreditar que os muçulmanos constituem uma ameaça para a cultura predominante, não-muçulmana. Estigmatizaram quem os avisou como "fanáticos" e "Islamofóbicos".
Quando descobriram que as advertências estavam certas, as autoridades britânicas entraram em modo de apaziguamento dos supremacistas; Tahir Alam (na imagem) qualifica toda a preocupação sobre estes episódios nas escolas como "islamofobia". Ele sabe que botões apertar para fazer os britânicos dhimmi entrarem na linha."
A islamização das escolas no reino Unido começou há 20 anos:

Reino Unido: O Medo nas Escolas

Mas não se pense que este é episódio isolado ou apenas do Reino Unido. A investida islamista contra a Páscoa nas escolas assolou vários países. Nós apenas damos um minúsculo la-mi-ré, daqui e dali. Os sites na nossa barra lateral contam muito mais. Neste caso, as patrulhas-sharia nas escolas cruzam-se com o alegado plano de tomada de poder nas escolas por parte de islamistas radicais, que têm dado cabo da vida de todos os que se lhes opõem - incluindo muçulmanos moderados.


"Militantes islâmicos
na escola confiscam ovos de Páscoa "
por Stewart Whittingham, Express, 21 de Abril 
    A mãe de um aluno alega que "esquadrões da moralidade" compostos por rapazes mais velhos, confiscaram ovos de chocolate e brinquedos às crianças mais novas.

    
A mulher, que pediu para não ser identificada por medo de represálias, disse ao Daily Express: "Rapazes mais velhos andam nesses esquadrões da moralidade a ameaçar as meninas se eles não usarem véu".

    
"Eles intimidam as meninas e impedem-nas de se misturarem com os meninos no recreio."

    
E ela disse que os gangues muçulmanos apertaram o cerco contra as celebrações da Páscoa: "A minha filha tentou trazer um ovo de Páscoa para um amigo e um desses rapazes agarrou-o e esmagou-o contra uma parede".

    
"Outra menina de cerca de 11 anos trouxe um coelhinho da Páscoa de brinquedo que queria mostrar aos amigos. também lho destruíram".

    
"Todos dizem que o Natal e outras festas não-muçulmanas são proibidas.
Os professores fingem que não vêem".

   
Decorre uma investigação sobre um complot intitulado "Cavalo de Tróia", para "islamizar" as escolas estaduais seculares em Birmingham. Um relatório divulgado esta semana afirma que as autoridades de Educação puseram seis escolas, incluindo Park View, sob "medidas especiais".

    
O relatório sobre a escola de Park View, e escolas da região como
Golden Hillock e Nansen, afirma que os meninos e meninas não muçulmanos são segregados de forma ilegal.

O professor Michael White foi uma das vítimas da investida islamista


    
Uma carta anónima revelou o plano dos extremistas para expulsar professores e directores. Michael White, ex-chefe de Departamento de Matemática em Park View, disse: "Eu tentei enfrentá-los, e perdi o meu emprego e a minha casa. Eu denunciei o caso às autoridades escolares, mas eles não quiseram saber".

    
Há sugestões de que a trama pode também incluir escolas em Bradford e Manchester. Foi anunciado ontem que o responsável máximo da agência governamental para a Educação, Sir Michael Wilshaw, vai assumir pessoalmente a chefia do inquérito. Os resultados serão comunicados ao Secretário da Educação Michael Gove.

    
Tahir Alam, um dos supostos líderes da trama, classifica a investigação como "caça às bruxas" e "invenção motivada pela islamofobia".

    
Os resultados da investigação vão determinar se os directores do Conselho Escolar de Park View mantêm os seus lugares.
    O Departamento de Educação disse: "Estamos a investigar todas as provas em conjunto com a Polícia". O ex-responsável pelo departamento anti-terrorismo da Scotland Yard,  Peter Clarke, conduz uma investigação paralela.

- Não temos motivos para ser muito optimistas, mas haver inquéritos às actividades dos islamistas no Reino Unido já é um progresso. Até há bem pouco tempo, no Ocidente, era um tabu inamovível mencionar-se sequer o extremismo e supremacismo islâmico. Aguardamos, com optimismo moderado. Este é um exemplo entre milhares do fracasso rotundo do multiculturalismo. Por muito que a mentalidade politicamente correcta queira tapar o sol com a peneira, a realidade, essa desmancha-prazeres, contraria-a.

Abbas a Henrique Cymerman: erro histórico!


 


Abbas, presidente da Autoridade Palestina, admite em entrevista ao nosso compatriota Henrique Cymerman que foi um erro a rejeição de um Estado Judaico em 1977. E é um erro agora! Não fora essa teimosia, essa irredutibilidade em querer eliminar Israel e os judeus do mapa, e este interminável conflito não teria ocorrido.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Hamas-Abbas, o que está por detrás?


"Compreendo que os Árabes nos queiram exterminar, mas eles esperam mesmo que nós cooperemos?" - Golda Meir
Os Árabes não esperam, mas muita opinião pública mundial, prisioneira do ódio ancestral ao judeu, da ignorância e da propaganda neo-nazi hippie new-age, islamista e da extrema-esquerda, condena veementemente que Israel se defenda, quando é atacado pelos terroristas e pelas nações terroristas que o cercam!


 A Autoridade Palestina pretende aliar-se ao grupo terrorista Hamas

Os "palestinos" ameaçaram, e "desameaçaram" desmantelar a Autoridade Palestina. 
  
Avi Issacharoff e Dan Margalit argumentaram que tal simplesmente não era uma hipótese realista, mas então Mahmoud Abbas encarregou-se de complicar as coisas ele mesmo:

"Se as negociações pararem, é o governo de Israel que vai assumir a responsabilidade da situação económica e do pagamento dos salários dos (palestinos) empregados, trabalhadores e agricultores, trabalhadores de saúde da educação, tal como aconteceu antes da criação da Autoridade, disse Abbas aos repórteres que visitavam o seu quartel-general em Ramallah."
"Também vão ter a responsabilidade pela segurança, ou seja, Israel vai assumir a total responsabilidade".
AFPHaaretz e Maan News relatam que o Hamas e a Fatah chegaram a um acordo de partilha de poder. Uma coligação de unidade nacional liderada por Mahmoud Abbas será formada nas próximas cinco semanas, novas eleições serão realizadas no prazo de seis meses, e a OLP será reestruturado para incluir o Hamas.   
 
Não é a primeira vez que um governo de unidade nacional tem sido anunciado pelas facções rivais, e em várias ocasiões anteriores tentativas para formar um governo entraram em colapso.


E a reacção de Israel? Abbas deve escolher entre Israel e os terroristas do Hamas.

Na realidade, não há diferenças entre AP e Hamas. Ambos glorificam o terrorismo. Ambos odeiam os judeus e ambos pretendem varrer Israel do mapa.

Os interlocutores de Israel para a "paz":

"Matar judeus é adorar Allah" 

Pela nossa parte, aplaudimos a resolução de Israel de não negociar com terroristas!

Israel não negoceia com terroristas. Israel (bem sei que me repito, mas é para entenderem), cabe dentro do Alentejo e ainda sobra espaço. Essa temível "potência expansionista" que é 1% do Médio Oriente, que teve direito a 12% (!!!) da sua terra na partição da "Palestina Britânica", e que é atacada pelos terroristas e pelas nações hostis todos os dias, é a única democracia do Médio Oriente, e ficaria indefensável se cedesse (ainda mais!) território - pela paz que os árabes nunca quiseram nestes anos todos. Hamas, Fattah, AP, o mundo islâmico, o mundo comunista e o resto dos nazis do mundo, não aceitam menos que a extinção de Israel e o extermínio dos judeus. Eles não colaboram. Nem os campos de extermínio, nem as fogueiras da Inquisição, nem milénios de perseguições atrozes os vergaram.


 O antissemitismo está vivo e recomenda-se!



Durante os recentes dias de Páscoa, os terroristas de Gaza atacaram Israel. Israel respondeu. Jornais como o DN "noticiaram" que "Israel atacou Gaza na sequência do acordo entre facções palestinas rivais". Outros já nem falam do assunto.


Entregar Gaza aos terroristas foi um erro histórico colossal! Já de lá partiram mais de 13 mil mísseis contra Israel. Imagine-se se Israel entregasse a Judeia e Samaria aos terroristas também? Quantas horas de vida teria? Este diagrama das Forças de Defesa de Israel explica o alcance e o perigo que os mísseis de Gaza representam para três milhões e meio de civis israelitas.


"24/03/2014 - Ontem, o primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, fez um discurso febril na frente de milhares de simpatizantes na Praça Saraya, na Faixa de Gaza. A mensagem: Os palestinos não devem e não vão parar de lutar por meio de actos terroristas contra o Estado de Israel. Haniyeh encoraja os palestinos a atacar israelitas inocentes e explicitamente traça um novo plano para usar túneis numa ofensiva contra Israel. O seu discurso também apela ao ataque contra Tel Aviv, enquanto milhares de apoiantes o aplaudem".
De notar a semelhança entre estes comícios e discursos, e os de Hitler.
Para mais da IDF:  
http://www.idfblog.com/
http://twitter.com/idfspokesperson/
http://www.facebook.com/idfonline/

P.S. - Hoje, uma usuária do Facebook que não sabe escrever uma palavra sem dar pelo menos um erro, acusou-me de "escrever bem", (a mim que apenas procuro não maltratar muito a Língua de Camões), debitou umas quantas lugares-comuns da propaganda Pallywoodesca, e preveniu-me de que não valia a pena eu responder, "pois não iria ler a resposta". Se eu tivesse 1 euro por cada pessoa que larga bombas verbais antissemitas e depois foge para não ouvir os FACTOS, estava razoavelmente abastado...De que interessa a verdade para quem escolheu o ódio atávico?

Gilberto Leal, mártir português dos islamistas



Nós não o esqueceremos. Mas... e os outros?


Notícia do CORREIO DA MANHÃ:
Mali
Luso-francês refém desde 2012 dado como morto


Islamitas do Mujao, do Mali, anunciaram a morte do luso-francês Gilberto Rodrigues Leal sequestrado em Novembro de 2012.
22 de Abril 2014


Por:N.C.P.
Um grupo jihadista anunciou a morte do refém Gilberto Rodrigues Leal, luso-francês sequestrado no Mali em Novembro de 2012.
"Anunciamos a morte de Rodrigues, está morto porque a França é nossa inimiga", declarou durante um breve contacto telefónico com a agência AFP Yoro Abdul Salam, um responsável do Movimento para a Unicidade e a Jihad na África do Oeste (Mujao).
No último domingo, após a libertação de quatro jornalistas franceses sequestrados na Síria, o ministro das Relações Exteriores francês Laurent Fabius disse estar "muito preocupado" com o destino do refém.
A má notícia soube-se esta terça-feira, com um comunicado à AFP do grupo islamita Movimento para a União e Jihad na África Ocidental (Mujao) a anunciar a morte do refém, tendo sido já confirmado pelo governo francês. De acordo com a agência AFP, Gilberto Leal Rodriges morreu, supostamente, por falta de cuidados médicos e medicamentos.
A França condena "a ação do grupo terrorista" que anunciou a morte do refém luso-francês Gilberto Rodrigues Leal, raptado em novembro de 2012 no Mali, declarou hoje o ministério dos Negócios Estrangeiros, que sublinha não possuir prova material.
"Condenamos da forma mais firme a ação deste grupo terrorista", declarou o porta-voz do Quai d'Orsay, Romain Nadal. "O comunicado do Mujao, responsável pelo rapto, conduz-nos infelizmente a pensar que Rodrigues Leal está provavelmente morto, apesar de nenhuma prova material nos poder ainda autorizar a confirmá-lo", acrescentou Nadal.
O luso-francês, que se tinha reformado recentemente, foi feito refém a 20 de novembro de 2012, no Mali, enquanto atravessava o país de auto caravana com o objetivo de chegar ao Togo.
Seis dias depois, o Mujao reivindicou o sequestro mostrando duas fotos e um vídeo do luso-francês. No final de fevereiro de 2013, um porta-voz da Mujao disse que queria negociar a sua libertação, mas a sete de Março voltaram com a palavra a trás. Desde então, a família de Gilberto Leal Rodrigues, que mora na região de Banassac Lozère, em França não voltou a ouvir falar do refém.

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Este nosso compatriota emigrado em França, após uma vida de trabalho honesto, gozava a sua reforma, numa expedição solitária em África. Pouco se sabe sobre ele. Que nós saibamos, falaram do caso o CM e o JN. O MEDO de falar das acções terroristas islâmicas tomou conta do Mundo Livre.

O Governo, já disse alguma coisa? E os partidos políticos? E o inefável sheikh David Munir, já condenou este assassínio vil?

Se tivesse sido um grupo de fundamentalistas cristãos a raptar e assassinar um muçulmano, o tratamento dos órgãos de Poder e dos media seria o mesmo? Claro que não!

Este nosso compatriota com dupla nacionalidade, foi barbaramente assassinado porque "a França é inimiga dos terroristas islâmicos africanos". Esta "lógica" faz-nos lembrar a de certos grupos humanos que vivem em Portugal, que atacam esquadras da Polícia quando esta captura um criminoso que mora no bairro X ou faz parte do clã Y.

Em França a percentagem de muçulmanos já é de 10%. As regalias de que gozam, são uma ofensa a um país que, como toda a Europa, está em crise.Já há territórios muçulmanos vedados aos franceses em França, onde vigora a Sharia. Os franceses são espancados, ameaçados, cuspidos, humilhados. Mas "a França é inimiga deles".

Não há diálogo possível com gente que "pensa " assim. Com bandidos, assassinos, fanáticos e terroristas, a resposta tem que ser, infelizmente a força. Sem quaisquer contemplações. A mentalidade desta gente não reconhece a tolerância, o diálogo, o perdão, como valores positivos. Pelo contrário, lê-os como fraqueza, acolhe-os com o "divertido desprezo" de que Robert Spencer falou neste libelo brilhante.
Transcrevemos uma passagem:

    No conflito de hoje com a jihad islâmica, os jihadistas também não respeitam os seus inimigos não-muçulmanos. Os infiéis são "o mais vil dos seres criados" (Alcorão 98:6), enquanto os muçulmanos são "o melhor dos povos" (Alcorão 3:110 ). Não há nenhum sentido de valores compartilhados. No entanto, os líderes e os formadores de opinião entre os não-muçulmanos, não entendem nem aceitam este facto. Eles continuam a acreditar que os gestos de boa vontade serão apreciados e retribuídos.
Eles continuam a pensar que os seus cuidados de respeito pelos valores e princípios dos jihadistas serão recebidos de outra forma que não com um divertido desprezo.

Este compatriota martirizado pela jihad islâmica, como todos nós, gostaria de Portugal, do Sol, do Norte e do Sul, de sardinha assada, do mar, do seu clube de futebol. Teria a sua família, os seus amigos, na terra natal. Como nós, portugueses, seria decerto uma pessoa acessível, afável, de convívio fácil com gente de outras paragens. Como nós, tinha curiosidade em conhecer o mundo, outras culturas, outras pessoas. 

Como Lee Rigby (britânico), como Baruch Mizrahi (israelita), como todos e cada um dos cerca de 1500 mortos que o terrorismo islâmico causa em média todos os meses, Gilberto Rodrigues Leal é um mártir do chamado radicalismo islâmico. Há um leitor do CM que prevê que "um dia acordaremos da hibernação".

Você, que não se interessa por política, não se esqueça de que a política se interessa por si...


E vale sempre a pena lembrar:



Primeiro levaram os anarquistas,
Mas eu não me importei
Porque não era nada comigo.
Em seguida levaram alguns operários,
Mas a mim não me afectou
Porque eu não sou operário.
Depois prenderam os sindicalistas,
Mas eu não me incomodei
Porque nunca fui sindicalista.
Logo a seguir chegou a vez
De alguns padres, mas como
Nunca fui religioso, também não liguei.
Agora levaram-me a mim
E quando percebi,
Já era tarde.

Árabe, Muçulmano, Israelita e Sionista


Nome: Dado Haskia
Etnia: Árabe Israelita
Religião: Muçulmano
Residência: Israel

"Sou Sionista porque sou israelita. Quem tentar atingir Israel, pode contar com a nossa reacção. E é tudo."
Hoje o Público traz uma fotogaleria de adolescentes árabes em Israel. Contribuímos com o exemplo de Dado Haskia, leal ao seu país, independentemente da origem étnica e da religião. Não esperamos menos de todos portugueses, independentemente das respectivas religiões e origens étnicas. Todos devemos ser leais ao país que é a nossa casa.
"Os jovens retratados nesta fotogaleria têm vários aspectos em comum: todos têm 18 anos — e por isso já são considerados legalmente adultos —, vivem em Israel e são árabes. Fazem, por isso, parte dos 20% de árabes a viver em território israelita. Ao contrário dos israelitas judeus, a maioria destes jovens não ingressa na vida militar quando completa esta idade. "Escolhi retratar os meus assim 'inimigos' para destacar o impacto que o conflito interno e cultural teve nestes jovens homens e mulheres, quer individual quer colectivamente", explica o fotógrafo, Natan Dvir. Para tal fotografou pessoas de vários contextos sociais, económicos e culturais. "Eighteen" é o nome da série de fotografias que o israelita e judeu tirou, num projecto que o levou a estabelecer contactos com uma parte da população de Israel que desconhecia, apesar de ser uma "minoria grande", como o próprio diz. "Se eu, um judeu e israelita, fui aceite e me foi permitido entrar na vida destas pessoas, outros também o podem fazer", sublinha. Afinal, é este o objectivo do seu trabalho: "reconciliar através da compreensão e do respeito"."
in PÚBLICO

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Jihadistas queimam igreja e matam 150 cristãos



Terroristas do Boko-Haram celebram a Páscoa cristã massacrando inocentes!
Nigéria: terroristas islâmicos queimam igreja no Domingo de Páscoa e assassinam de mais de 150 cristãos
Enquanto nós aqui em Portugal, na paz de Deus e de uma sociedade livre e democrática, comíamos as nossas amêndoas descansados;  enquanto acompanhávamos as emoções do futebol; enquanto convivíamos com as nossas famílias; por todo o mundo os massacres de não-muçulmanos prosseguiam, como todos os dias. Em Domingo de Páscoa os cristãos foram especialmente visados pela jihad global.
Quem é novo neste blog e neste tema, não pense que este foi um acto isolado ou excepcional. Falamos deste ao acaso, entre um catálogo de horrores islâmicos. Pode consultar os sites que temos na barra lateral sob o título "O TERRORISMO GLOBAL".
Jovens cristãos das comunidades Wukari reagiram a este massacre atacando uma mesquita e queimando-a. Se esta resposta aos terroristas islâmicos do Boko-Haram for falada na Imprensa de grande circulação, será qualificada como "islamofobia", e o massacre e a queima da igreja serão omitidos.
Note-se também que "o governador em exercício" é um "simpatizante do Boko Haram."
 A Imprensa de grande circulação - nacional e internacional - "esquece-se" sistematicamente da jihad islâmica e do massacre dos cristãos e dos não muçulmanos em geral. Na Síria, por exemplo, não se cansa de noticiar as atrocidades do tirano Assad; mas raramente toca nas dos terroristas afectos à al Qaeda, que conseguem ser piores, neste macabro campeonato do Mal.
A Imprensa "séria" ocidental "não vê", mas o site RESCUE CHRISTIANS mostra muitas das atrocidades contra os cristãos sírios. Desde matadouros (literais) de cristãos até mulheres cristãs grávidas à força dos jihadistas, há de tudo. Hitler não desdenharia assinar por baixo este Holocausto, que ameaça suplantar o seu.
Os islamistas do Boko-Haram desprezam tudo o que é dos "infiéis", mas não se coíbem de declarar guerra aos cristãos e propagandear os seus actos pela Internet:


"Polícia e Boko Haram matam mais de 150 pessoas"
247ureports.com, 21 de Abril:

    
As informações que chegam do 247ureports.com indicam outra ofensiva do Boko Haram - apenas alguns dias depois do massacre que ceifou mais de 200 vidas em Nyanya, território capital federal Abuja.

    
Segundo as informações, homens armados desconhecidos lançaram um ataque contra comunidades Wukari na província de Taraba. O ataque começou por volta de 1h30 na manhã, e continuou até às três horas da tarde do Domingo de Páscoa. (...)

    
Foi confirmado que uma igreja foi incendiada durante o ataque - Igreja Cristã da Nigéria - juntamente com muitas casas pertencentes a não-muçulmanos. (...)

    
Em resposta, os jovens das comunidades Wukari organizaram-se e reagiram ao ataque, queimando uma mesquita. (...)
 
    A informação continua a chegar, mas fontes da polícia disseram ao nosso repórter que a "carnificina resultante deste ataque" pode saldar-se em mais vítimas que o recente ataque em Nyanya. A fonte policial não quis dar o número de mortos. Duas personalidades são apontadas como responsáveis ​​pelos ataques violentos - Danladi Shehu e Tanimu. A Polícia também aponta o governador em exercício, um simpatizante Boko Haram.


 No vasto catálogo de barbárie do Boko-Haram, a mais recente que noticiámos foi esta:

O Genocídio na Nigéria e a Paranóia Islamófila

Relembramos que o mobile principal deste crimes é o "pecado" cometido pelos jovens que, como se não bastasse não serem muçulmanos, ainda têm o atrevimento de frequentar a escola, contrariando assim o Islão. O site RESCUE CHRISTIANS tem mais tristes notícias do Holocausto dos cristãos, em todo o mundo islâmico e na Nigéria: AQUI.