terça-feira, 8 de março de 2016

Conseguimos: "Palestinian Media Watch" reabriu


Conseguimos! Com a colaboração dos Amigos de Israel de todo o Mundo, o canal YouTube da organização de monitorização da Imprensa "palestina" - Palestinian Media Watch - reabriu a sua conta, que expõe os esforços da Autoridade "Palestina" para incitar à violência e ao assassinato de judeus.
"Graças a todos os nossos amigos e à sua pressão nas últimos 16 horas, o YouTube restabeleceu a nossa conta" disse Itamar Marcus, director da PMW. O YouTube tinha removido o canal da PMW com o fundamento de que se tratava de "conteúdo de ódio."
A organização PMW monitoriza e expõe  incitamento ao terrorismo nos meios de comunicação "palestinos", fornecendo aos meios de comunicação, legisladores e tomadores de decisões em todo o mundo, informações vitais sobre a realidade em Israel e na Autoridade "Palestina".
"Quero agradecer pessoalmente a todos quantos estenderam a mão à PMW, o que mostra que o efeito cumulativo de acções individuais pode fazer a diferença", disse Marcus.
O site da PMW compila notícias de jornal, rádio e TV dos meios de comunicação dos invasores Árabes-Muçulmanos em Israel, também conhecidos erradamente como "palestinos".
A loucura sem limites: Um vídeo de propaganda do Hamas divulgado pela PMW afirma que os "satânicos judeus planearam o Holocausto para se verem livres dos judeus doentes ou incapacitados".

ALGUNS EXEMPLOS DO TRABALHO DA "PALESTINIAN MEDIA WATCH":
- Neste vídeo podemos ver um pregador muçulmano, em plena Mesquita de Al-Aqsa (aquela da cúpula dourada, em Jerusalém, que é na verdade uma sinagoga, mais tarde convertida em igreja e depois em mesquita) pregando que os judeus preparam os pães ázimos (da celebração Pascal, como conhecemos da Última Ceia de Jesus), com sangue de crianças:


É esta propaganda que é incutida nas cabeças dos jovens colonos muçulmanos, que depois acedem ao apelo da Autoridade "Palestina" e vêm para a rua esfaquear judeus. Tem sido o caso da onda de terror a que chamámos INTIFACADA, e que tem custado vidas de israelitas inocentes e de jovens terroristas árabes muçulmanos sujeitos a esta lavagem ao cérebro. "Matar judeus é adorar Alá!" - clamam os pregadores.
- Este alto funcionário "palestino", o terrorista Fatah Tawfiq Tirawi, defende Hitler numa entrevista na TV "palestina".
Depois de o anfitrião afirmar que "O povo alemão não sabia que Hitler era moralmente corrupto", o alto funcionário atalha-o, afirmando: "Hitler não era moralmente corrupto - ele era ousado."

Os "palestinos" e os seus representantes eleitos são conhecidos por venerarem os nazis, como temos aqui mostrado inúmeras vezes. Eles não escondem a sua afinidade com o  sonho nazi de aniquilar todos os judeus do mundo e louvam o extermínio sistemático dos que os nazis perpetraram, levando as vidas de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
- Aqui, temos o mega-terrorista Mahmoud Abbas, cuja imagem é vendida no Ocidente como a de um "moderado", a homenagear os terroristas que matam judeus inocentes:

Temos mostrado inúmeras vezes os incentivos e os prémios que Abbas distribui aos assassinos de judeus. Entre outros actos terroristas, Abbas foi o financiador e o planeador do Massacre das Olimpíadas de Munique. Abbas é igual a Osama bin Laden, contudo, como pratica o genocídio de judeus, é uma pop-star para a Imprensa:


- Imagine aqui no Mundo Livre um videoclipe a ensinar que as bombas são mais preciosos do que as crianças. No vídeo abaixo, uma menina de cinco anos de idade descobre que a sua mãe se fez explodir com um cinto-bomba num ataque terrorista suicida, e canta de alegria.
Este é apenas um exemplo da grande variedade de mensagens de ódio na TV do Hamas. As crianças são doutrinadas na violência, no ódio e na supremacia islâmica, e é-lhes ensinado que o Martírio em busca de Alá é o valor mais alto a que podem aspirar.
Esta é uma compilação de cinco minutos de segmentos representativos da TV do Hamas, que documentam essa doutrinação das crianças.
Também estão incluídas as declarações de Hillary Clinton numa conferência de Imprensa com a Palestinian Media Watch, no Senado dos EUA, onde ela criticou os livros escolares e a Televisão "palestinos", que "envenenam profundamente as mentes destas crianças.":


- Os lideres "palestinos", enquanto vivem vidas de nababos, com jactos particulares e mansões de luxo, bebendo whisky velho*, usam as suas crianças como bombas humanas, como terroristas assassinos, como escudos humanos e como escavadores de túneis de terrorismo, para a seguir as assassinarem sem dó nem piedade**. Isto parece nenhuma diferença fazer ao Mundo:

O terrorista líder do Hamas, Ismail Haniveh, lança mais um inocente na senda do ódio, do terror e da morte. Enquanto leva vida faustosa com os outros terroristas. Não é notícia:


As elites terroristas desfrutam de vida regalada. Hotéis de 5 estrelas, restaurantes de luxo, jactos particulares, tudo do bom e do melhor, que pode ser visto em artigos como ESTE.Assistem às guerras que ordenam a partir do conforto dos seus bunkers.
 
* O bilionario Ismail Haniyeh, líder do bando terrorista Hamas, que ganhou as eleições em Gaza, passando o copo de whisky para a sua amante ocidental esconder dos fotógrafos.

** "O Hamas matou 160 crianças palestinas para construir os túneis do Terror"
Mas a Imprensa não se interessa por esses "pormenores"... Demonizar Israel por se defender destes demónios é que é a prioridade!
A Imprensa, a extrema-esquerda e os neo-nazis, estão-se nas tintas para as crianças que são mandadas cavar túneis e depois abatidas, ou vendidas pelos pais para se fazerem explodir. O que os move é apenas o ódio irracional a Israel!

- Para ver centenas de vídeos da cultura do terrorismo  por parte dos colonos muçulmanos em Israel, visite o canal YouTube da Palestinian Media Watch.

domingo, 6 de março de 2016

Mas afinal quem são os "palestinos"?



NUNCA existiu nenhuma Palestina árabe. Os Árabes invadiram a Terra de Israel em 1920 (ver lista de vídeos da época mais abaixo). 88% do território de Israel foi dado aos invasores Árabes para aí fundarem um país chamado Jordânia. A reivindicação de mais terra para um novo Estado Árabe em Israel é apenas outra forma de pedir a extinção de Israel e dos judeus. Israel é 0,5% do Médio Oriente, e está cercado de vizinhos que anseiam pela sua obliteração. Israel não pode dar mais terra aos terroristas, como fez em Gaza, e teve como agradecimento dezenas de milhar de mísseis e ataques indiscriminados sobre a população civil! 

Ainda hoje, na Europa, e especialmente em França, é simplesmente impossível expressar um ponto de vista "pró-Israel" nos media. No entanto, os meios de comunicação tradicionais publicam, todos os dias, artigos pró-"palestinos", sob uma aparência supostamente "independente" e "objectiva".
  
Há algum tempo, li um audacioso artigo de Harry Mandelbaum, um artigo que teve a incrível impertinência e a soberana audácia de lançar uma luz diferente sobre a narrativa consagrada pelos media. Pelo gosto pela provocação e para re-informar os nossos leitores, faço questão de o publicar:


Um erro típico que até mesmo os israelitas cometem, e que se deve corrigir, é chamar aos locais árabes "palestinos". Isso é dar a munições aos árabes, que eles usam para deslegitimar Israel. Isso corresponde a dizer: "Sim, estamos de acordo com vocês. Vocês estavam aqui antes de nós. Este é o vosso país e foi-vos roubado." É essa a lenda árabe, e se o mundo e Israel continuam a definir os árabes como "palestinos", estão a jogar o jogo deles.
É altura de fazermos uma actualização e pararmos de definir os árabes como "palestinos". Muitos árabes que vivem em Israel e ao redor, pretendem que o Mundo acredite que eles são os descendentes dos cananeus e/ou dos filisteus (por enquanto, eles ainda não chegaram a acordo quanto à sua origem ). Mas, na verdade, pouco importa. Mesmo que eles se ponham de acordo quanto às suas imaginadas raízes: as duas tribos não existem há cerca de 5.000 anos.
É  importante realçar que a maioria dos árabes da região são muçulmanos. Sabemos que o Judaísmo existe há mais de 5.700 anos (embora não exactamente na sua forma actual), sabemos que o Cristianismo tem 2.000 anos de idade, e sabemos que o Islão surgiu no século VII. Então, impõe-se a pergunta: afinal, quem são esses "palestinos"?

Se os árabes começaram a definir-se como "palestinos", é simplesmente porque eles não têm absolutamente nenhuma ligação a este lugar. Eles são da Jordânia, Egipto, Líbano e outros lugares, mas não deste local específico. Não são de Israel. Não é precisa muita pesquisa para constatar que a letra "P" nem existe no alfabeto Árabe, muito menos a palavra "Palestina". E que o nome "Palestina" foi criado pelo Império Romano. Os Romanos deram esse nome ao país depois de terem vencido a resistência judaica cerca de 75 A.E.C. - portanto, pelo menos, 600 anos antes do nascimento do Islão. O nome "Palestina" foi especialmente difundido após a derrota de Bar Kochba em 132.

A palavra "Palestina" foi inspirada pelos Filisteus, que eram um povo que vivia na região na Idade do Ferro (cerca de 1175 A.E.C.) e que invadiu a Judeia. As más línguas dizem que, se os Árabes escolheram esse nome, eles fizeram uma escolha muito adequada. "Antes de 1967 não existe nenhum artigo de jornal ou qualquer outra referência aos árabes  como "palestinos". O conflito no Médio Oriente era simplesmente conhecido como o conflito israelo-árabe, e não como conflito israelo-palestino ".


A invasão Árabe da Terra de Israel em 1920 está sobejamente documentada. Só não sabe a verdade quem não quer. Veja a lista de vídeos completa, que vale a pena.

Antes do renascimento do Estado de Israel em 1948, as únicas pessoas conhecidas como "palestinos" eram o povo judeu. Não o povo árabe. Os árabes, aliás, não queriam ser chamados "palestinos" porque não queriam ser associados nem aos judeus, nem ao domínio britânico da Palestina. Era um insulto. Se alguém chamasse "palestino" a um árabe, teria como resposta algo como: "Calma aí, eu sou árabe! Eu não sou judeu!".

Os árabes que viviam na região tornaram-se "palestinos" após a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Antes disso, quando a Judeia, Samaria e Jerusalém, foram ocupadas pela Jordânia, e Gaza foi ocupada pelo Egipto, nenhum árabe se via como "palestino". Mesmo Yasser Arafat, o famoso líder "palestino", ex-líder da OLP "palestina", não nasceu "palestino". Ele, que se definia como "refugiado palestino", nasceu no Cairo e toda a sua vida falou  árabe com sotaque egípcio.

Soldados judeus na II Grande Guerra - Foto do Museu do Soldado Judeu na Segunda Grande Guerra. Os judeus também se bateram na I Grande Guerra.

Arafat fez o serviço militar no exército egípcio e estudou na Universidade do Cairo, onde viveu até 1956. Ele nunca foi refugiado de onde quer que fosse e não era nativo da região. O nome completo de Arafat era Mohammed Abdel Rahman Abdel Raouf Arafat al-Qudwa al-Husseini. O sobrenome Al-Husseini indica que sua família veio originalmente de Jordânia.
Antes do final da década de sessenta, o termo "palestino" era usada pelo mundo para definir os judeus. Para todos - todos os meios de comunicação, todos os políticos, toda a gente - a Palestina era uma outra palavra para Israel, como Kemet é outra palavra para o Egipto. Até 1950, o jornal Jerusalem Post chamava-se Palestine Post.

O periódico da Organização Sionista da América  chamava-se "Nova Palestina". O Banco israelita Leumi chamava-se "Banco Anglo-Palestino". A empresa de Electricidade de Israel chamava-se "Companhia Eléctrica da Palestina".  Poderíamos também referir organizações como o "Fundo Fundação Palestina" ou a "Orquestra Sinfónica da Palestina". Todas essas empresas, essas organizações, foram fundadas e dirigidas por judeus. Nos EUA, a Juventude Sionista cantava "Palestina, minha Palestina", "Canção dos Escuteiros da Palestina" e "Canção da Primavera na Palestina". Os árabes estavam cientes de que "palestino" significava "judeu", simplesmente. E por isso não queriam que as pessoas os designassem assim.
Jogo de futebol entre Austrália e Palestina, no ano de 1939. Os jogadores da Palestina eram judeus, como todos os habitantes nativos. Palestina era o nome da Terra de Israel quando esteve sob domínio britânico, assim como a Suíça também é conhecida como Confederação Helvética:


Então, de repente, após a guerra de 1967, os árabes disseram que eram palestinos. A ideia veio de especialistas em relações públicas da KGB, na antiga União Soviética. O plano e a campanha foram preparados e orquestrados pelo Instituto Estadual de Estudos Orientais, cujo líder era Levgueni Primakov. Primakov era um espião, falava muito bem Árabe. Tinha trabalhado em vários países árabes, fazendo-se passar por repórter do jornal soviético Pravda.

- É hoje uma verdade histórica indiscutível que os comunistas soviéticos criaram a mentira da "Palestina árabe", assim como mantiveram regimes árabes na região - os chamados países Árabes Vermelhos - na sua esfera de influência, numa tentativa de conquistar o Médio Oriente para o Bloco Comunista. É por isso que a Esquerda ocidental odeia Israel e apoia a falsidade com que pretendem derrubar a única democracia do Médio Oriente.

Os media do bloco soviético começaram então a chorar pelos "pobres palestinos" e a clamar contra os "judeus perversos que roubaram o país aos pobres palestinos". A ideia dos "pobres palestinos" foi rapidamente adoptada pelos media de esquerda, especialmente durante o ano de 1968, um período propício para este tipo de propaganda. Depois de três anos de propaganda mediática, o egípcio Yasser Arafat fez um périplo apaixonado pelas universidades europeias e discursou na ONU, explicando que ele, um "palestino original" tinha visto roubar o seu país e tinha sido humilhado por esses "judeus Khazares".

O "povo palestino" saiu do nada e foi gradualmente instalado no vocabulário e na compreensão Europeia. Há que reconhecer que o plano funcionou bem simplesmente porque ele foi contra os judeus. Se a União Soviética e os árabes tivessem tentado explicar ao mundo que  os "espanhóis" tinham roubado Andaluzia aos indígenas, toda a gente teria rido. Mas quando se trata dos judeus...

Não nos equivoquemos; os europeus nunca gostaram dos judeus, e, por isso, apressaram-se a aceitar essa história dos "pobres palestinos espulsos pelos judeus". Israel lançou uma campanha para explicar os factos, mas não tinha meios para lidar com a máquina de propaganda árabe-soviética, bem apoiada pelos meios de comunicação de esquerda e pela mentalidade do Maio de 68. Ainda por cima, Israel tinha que virar os seus esforços para desenvolver este novo país, enquanto estava em guerra. Israel não podia ser ouvido.
Poster das Brigadas Judaicas, que combateram na II Grande Guerra. Nessa altura, Israel estava sob ocupação Britânica. De Israel (então chamado Palestina) vieram 15 batalhões de voluntários judeus, que deram o seu contributo para que o Bem vencesse o Mal. Os Árabes, esses, alinharam com Hitler e colaboraram no Holocausto.

Daí que hoje os árabes que se definam como "palestinos" e chorem porque "os judeus lhes roubaram a terra." Quando alguém afirma que "os judeus roubaram Judeia aos palestinos" esta frase faz algum sentido? Não faz estremecer de indignação qualquer pessoa informada? Então, porque é que nós ainda chamamos aos árabes "palestinos"? Simplesmente porque, mais uma vez, Israel e os judeus escolheram um compromisso para terem paz, para acalmar as coisas. Ensine os seus amigos a usarem as palavras certas, os judeus são os palestinos, os árabes são árabes, conclui Harry Mandelbaum.

Via EUROPE-ISRAEL

http://www.europe-israel.org/



É o que estamos a fazer, caro Harry Mandelbaum. Muita gente se espanta quando sabe (está escrito na barra lateral, aliás) que o nosso blogue não é de judeus, nem de israelitas. Foram os judeus que introduziram na nossa Civilização o conceito de tratar os outros como gostaríamos de ser tratados, sejam eles quem foram. Mal de nós se só defendêssemos "os nossos". Os nossos são todos, especialmente os perseguidos, os fracos e os injustiçados. É assim que os Patriarcas e os Profetas de Deus ensinam, no Livro mais famoso da História. E esse Livro, também é Made in Israel.

Se preza a Verdade, não deixe de ler e divulgar: MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL.

Um vídeo sobre o tema deste post: 


Só é pena não ser legendado em Português. Um youtuber comenta: "Toda essa conversa confunde as pessoas. Tudo que é preciso saber é; Árabes são da Arábia, e os judeus são da Judeia (Israel). Árabes/muçulmanos são conquistadores e expandem violentamente o Islão; os judeus não se importam se você come bacon ou trabalha no Sábado. Países árabes / muçulmanos têm registos em Direitos Humanos, muitas vezes são ditaduras, e Israel é uma democracia multi-étnica e liberal. Se os "palestinos" não gostam de checkpoints, devem parar de mandar os filhos entrarem em Israel com cintos de bomba, e parar de disparar mísseis contra quem lhes dá a chance de uma vida melhor: Israel".

Denis Prager explica como a questão é tremendamente simples:



É simples, mas, por conta da propaganda anti-Israel, sofrem milhares de vítimas inocentes, e o Mundo ainda as culpa: 


Youtube censura "Palestinian Media Watch"

O site Palestinian Media Watch dedica-se a recolher material que passa nas Televisões, Rádios e Jornais dos invasores islamistas que vivem em Israel (também conhecidos como "palestinos". O Youtube anunciou o fecho da conta. O motivo é de um cinismo atroz. O YouTube fuzila o mensageiro. Os colonos islamistas em Israel promovem o terrorismo, e o YouTube esconde-o! Temos publicado dezenas de vídeos do PMW


O Youtube anunciou o encerramento da conta "Palestinian Media Watch" (Observatório dos media "Palestinos"), apontando como razão o "discurso do ódio".

Num aviso aos seus assinantes, o site "Palestinian Media Watch" informa que o YouTube anunciou o encerramento da sua conta evocando "violação de condições, incluindo a publicação de discursos do ódio".
O Youtube diz que a decisão foi tomada após a transmissão de um vídeo retirado TV "palestina" onde uma criança é vista lendo um poema, pedindo "a guerra para esmagar o opressor e destruir a alma sionista".

Bandos terroristas como o Hamas doutrinam as crianças para odiarem Israel, os Estados Unidos, o Ocidente, para se fazerem matar em nome do Islão e para apoiarem a "guerra santa" islâmica pelo domínio do Mundo.

O site
"Palestinian Media Watch" especifica que a conta que foi encerrada contém quase todo o acervo de vídeos do centro em Inglês. O PMW pede que os seus amigos enviem mensagem ao Google ou ao YouTube a pedir-lhes para restaurarem a conta. O responsável pelo PMW afirma:
    "O encerramento da conta do PMW é escandaloso, e é um golpe para a guerra contra o terrorismo. Especialmente num momento em que Israel enfrenta uma nova vaga de terrorismo 'palestino'. As informações que a organização PMW fornece na sua conta do YouTube do Centro permitem constatar o apoio ao terrorismo dado pelos líderes da Autoridade Palestina e da Fatah ".
E acrescenta:
    "As revelações do discurso de incentivo ao ódio e à violência por parte dos responsáveis "palestinos" feitas pelo nosso centro gozam do reconhecimento dos Parlamentos e Governos em todo o mundo. Na última sexta-feira, um debate de 25 minutos foi realizado no Parlamento sueco sobre o apoio prestado pela Autoridade Palestina à actual onda de ataques, e as provas foram inteiramente baseadas em documentação do 'Palestinian Media Watch' que agora já não estão disponíveis na sua conta no Youtube."

Via EUROPE-ISRAEL

Enfim, mais uma jogada para esconder o terrorismo islâmico contra Israel.

sábado, 5 de março de 2016

Hillary Clinton aceita 500.000 dólares para defender o Islão e os muçulmanos

Muitas vezes temos aqui feito a pergunta rectórica: porque é que uma ideologia bárbara, do século VII, pior que o Nazismo e o Comunismo, continua a entrar pelo mundo civilizado adentro, como faca afiada em queijo mole? Uma das razões é que as plutocracias do petróleo dispõem de camiões de dinheiro para comprar jornaleiros, agitadores, escrevinhadores e politiqueiros. Quase toda a gente tem um preço, e há pessoas que se vendem baratinho. A possível futura líder do Mundo Livre roja-se mais uma vez aos pés de Alá.  Os muçulmanos têm a faca e o queijo na mão.



Ainda e sempre ao serviço do Islão. Como o muçulmano Obama.

 
EUA: Hillary Clinton aceita 500.000 dólares para defender o Islão e os muçulmanos.
A administração Obama, que ficou conhecida pela sua subserviência para com as monarquias do petróleo, encontrou a sua sucessora igualmente zelosa e corrupta na pessoa de Hillary Clinton, mais uma boa dhimmi do Islão.
Nos discursos de campanha de Hillary, vi raparigas com  véu islâmico, em fundo, acenando com entusiasmo em apoio de Hillary - o que me revolveu as entranhas, admito. O Islão já se mostra à luz do dia, através de mulheres envoltas em panos, nos comícios da Billary ...
Não tenho nada contra a Religião, mas oponho-me ferozmente à conquista do Mundo Livre pelo Islão, um sistema político totalitário. Nenhuma outra ideologia avança como o Islão. Por todos os meios. Usando a nossa democracia a seu favor, ou através da violência e do terror, conquistam sem resistência e avançam sem cessar, acima de tudo porque gozam da cumplicidade da esquerda no Ocidente.
E eis que a candidata de Wall Street, e de outros grandes interesses nacionais dos EUA, se põe ao serviço de interesses ainda mais particulares, nomeadamente de uma entidade que pretende financiar a sua conquista dos EUA: os Muçulmanos.
Nenhum país no mundo como a América possui um sistema político que permite que interesses privados financiem candidatos, com a exigência de que estes, uma vez eleitos, fiquem às suas ordens. 
Mais uma vez, devo recordar as recentes declarações de Jimmy Carter, que afirmou que o sistema norte-americano se tornou o mais corrupto do mundo.
Foi o Canal 12, de Beaumont, Texas, que revelou a história. Porque é que Hillary fez uma paragem de campanha em Beaumont?
Somente seis pessoas estavam na rua para a cumprimentar, um número muito ultrapassado pelo dos seus guarda-costas. Ela, que sempre desprezou este pequeno mundo.
Mas isso não é o mais grave. A verdadeira razão para a sua paragem foi uma reunião privada em West-Beaumont, onde foi foi recebida por 200 muçulmanos, a maioria de origem paquistanesa. Esta reunião foi organizada por um homem de negócios do Paquistão, Tahir Javed, que ofereceu 500.000 dólares à Billary, o que coloca este doador muçulmano entre os 5 maiores financiadores de Clinton em todo o país. Consequentemente, também ela passa a ser comprada e paga pelo Islão.

"Eu tenho que admitir que uma boa parte do que o meu marido e eu aprendemos sobre o Islão foi através da minha filha. Alguns de vocês que são nossos amigos sabem que ela no ano passado fez um curso de História Islâmica." - Hillary Clinton, em TownHall.com.
Isto, claro, a grande Imprensa vai esconder com zelo, pelo que me senti na obrigação de o dizer aqui. Esta ocorrência necessariamente, vai chegar aos ouvidos de Donald. A esquerda destrutiva do Ocidente e os seus valores encontraram o seu principal representante em Hillary Clinton, mesmo sendo ela conhecida por servir a qualquer senhor, desde que isso a conduza ao poder, que é a única coisa que lhe interessa.


"Sejamos claros: O Islão não é nosso adversário. Os muçulmanos são pessoas pacíficas e tolerantes e não têm nada a ver com terrorismo" - Hillary Clinton. - Para alguém que só conhece o Islão através do que a filha diz em casa, aqui está uma declaração sábia.

Os fins justificam os meios, não importa o interesse público nem as pessoas, pelas quais, como se sabe, ela tem desprezo absoluto. Sob estas condições, o Gargantua Trump, que se auto-financia, deve ganhar as eleições, apesar da sua "pele de laranja" (pela é tão ridicularizado), das  suas "madeixas oxigenadas" e da sua "incontinência verbal populista". Pelo menos ele vai ser um baluarte contra a conquista muçulmana, que avança por todos os meios, incluindo o financiamento de um candidato à presidência dos Estados Unidos.
 Hildegard von Hessen
Via EUROPE-ISRAEL NEWS:

http://www.europe-israel.org/

sexta-feira, 4 de março de 2016

Amigos de Israel de todo o Mundo

 
 
Pessoas de diversas origens étnicas e religiosas de 62 países de todo o mundo, reuniram-se em Israel para conviver, rir, jantar, e discutir formas de tornar o mundo um lugar melhor.

O evento unidade ocorreu em Tel Aviv, com as pessoas de todas as esferas da vida celebrando o espírito humano que nos une a todos.

Os tópicos de discussão incluíram a missão do Povo Judeu de ser "uma luz entre as nações", bem como formas de combater o anti-semitismo disfarçado como "direitos humanos dos palestinos".

Não perca esta demonstração de amor e união na Terra Santa:

 

quinta-feira, 3 de março de 2016

Conflito Israelo-Árabe: Nova Traição Francesa


A destruição do Segundo Templo de Jerusalém, no ano 70 da Era Cristã, originou uma dispersão dos judeus (a Diáspora Judaica) que dura até aos dias de hoje.

Ao longo da História da Diáspora Judaica, que se seguiu à destruição do Segundo Templo em Jerusalém (ver post História de Israel - O Império Romano‏), os judeus têm sido alvo de atrozes perseguições e calúnias. Na Idade Média eram acusados de envenenar poços e de comer crianças. No tempo do Nazismo eram acusados de manipular a opinião pública através da Imprensa e de serem todos (sem excepção!) extremamente ricos. Problemas que costumam afectar as minorias, mas que afectam umas mais que outras.
Ao longo de 2 mil anos de dispersão pelo Mundo, os judeus ouviram muitas vezes: "Vão para a vossa terra!". Depois veio a restauração da independência de Israel, em 1947. Muitos judeus de todo o Mundo, fugindo às perseguições e à má vontade de sociedades que não os aceitavam, foram para Israel juntar-se aos seus irmãos que lá permaneceram.


Poder-se-ia pensar que a partir daí as pessoas que não gostam dos judeus se sentissem mais aliviadas. Afinal, os judeus já podiam "ir para a terra deles". Mas não. O que tem acontecido é o oposto. O Mundo não tem parado de gritar: "Saiam de Israel e entreguem o país aos Árabes!"
A História tem sido apagada e modificada em favor de um mito chamado "Palestina". "Palestina" foi o nome que os Romanos e os Britânicos deram a Israel. Até aos anos 70, ninguém jamais ouvira falar de uma "Palestina" Árabe. Esse mito foi criado pela União Soviética e pela Liga Árabe - como também já demonstrámos à exaustão.
Para além de todos (e têm sido muitos) os posts em que explicamos e demonstramos que NUNCA EXISTIU NENHUM ESTADO ÁRABE EM ISRAEL e que OS ÁRABES INVADIRAM ISRAEL EM 1920 (ver documentário com filmagens originais, parte 1 e 2) , aconselhamos a (re)leitura de:

Se o mundo islâmico não fosse tão grande, tão poderoso e tão petrolífero, o grãozinho de areia que Israel é, por comparação (Israel é e, área 0,02% do mundo islâmico), não mereceria tanta atenção. Mas o grande Império Islâmico não aceita um país não muçulmano no seu seio. E o Mundo alinha com o Império Islâmico. Alinha com o Golias, não com o David. Cobardia e oportunismo.

Só com uma lupa conseguimos distinguir Israel no meio da enorme mancha verde de países islâmicos. Mas a obsessão do Mundo para com Israel é inversamente proporcional.

O que nos traz aqui hoje é o comentário a mais uma traição do Mundo Livre ao pequenino Israel:


A TRAIÇÃO FRANCESA

A soberania foi dado aos Árabes sobre mais de 96% do território judaico anteriormente ocupado pelos Império Turco Otomano no Médio  Oriente. Os Judeus receberam a pequena Palestina, em reconhecimento dos seus laços históricos.

A França está a pressionar diplomaticamente a favor da criação de uma segunda entidade política árabe na Palestina (além de Jordânia, um país muçulmano inventado, que levou 88% do território de Israel). No entanto, a França já reconheceu - no Direito Internacional, em 1920 - a soberania de jure dos judeus sobre toda a terra desde o Rio Jordão até o Mar Mediterrâneo, incluindo a Judeia e Samaria, designadas erroneamente como "Cisjordânia".


A bandeira da Palestina (assim se chamava Israel enquanto Protectorado  Britânico) em 1939. Azul e branca, com a Estrela de David ao meio. Os judeus, povo nativo e cidadãos da Palestina Britânica, lutaram pelos Aliados nas duas Grandes Guerras do Século XX.

Como membro do Conselho Supremo  das Potências Aliadas pós - I Grande Guerra, a França, juntamente com a Grã-Bretanha, o Japão, a Itália e os EUA como observadores, teve o poder de disposição sobre o então Império Otomano, que ocupava todo o território do Médio Oriente.

O Conselho Supremo - no cumprimento da decisão de devolver a terra aos seus habitantes originais - deu soberania aos árabes em mais de 96% das terras anteriormente ocupadas pelos Turcos Otomanos no Médio Oriente. Ao mesmo tempo - em San Remo, Itália - foram dados direitos de soberania ao povo judeu sobre a pequena Palestina, em reconhecimento dos nossos laços históricos com a Terra. Palestina era o nome dado pelos ocupantes Romanos à pátria judaica, um nome baseado nos Filisteus, e sem qualquer relação com os árabes de hoje.

O nome Palestina-Eretz Israel, ou apenas Palestina, era sinónimo de uma nação judaica com mais de 3.000 anos de História, e era assim que a terra era vista em todo o mundo, inclusive na França, como se pode constatar na edição de 1939 do altamente respeitado dicionário Larousse. A bandeira da Palestina era azul e branca com uma estrela judaica dourada no meio.


O plano de partição nas Nações Unidas acabou por oferecer  88% do território de Israel aos Árabes. Os judeus alegraram-se com os seus 22%. Os árabes decidiram exterminar os judeus da face da Terra.

A França e os outros membros da Liga das Nações votaram em 1922 e aprovaram por unanimidade o Mandato Britânico da Palestina, que exigiu que a Grã-Bretanha facilitasse o retorno do povo judeu à sua pátria. O mandato também proibiu a cedência de terra para outros usos que não a soberania do povo judeu.

As fronteiras do Estado judeu foram definidas a partir do Rio Jordão até ao Mediterrâneo, embora originalmente o Estado judeu incluísse  também as terras a leste do rio Jordão.

Em Novembro de 1917, o governo britânico prometeu ao povo judeu, através da Declaração de Balfour, ajudar a estabelecer um lar nacional judaico no território conhecido como Palestina. Os judeus de todo o mundo dançaram nas ruas. O mundo islâmico preparou-se imediatamente para o extermínio dos judeus, começando pelos que viviam nos países muçulmanos.

A História do Mandato Britânico, no período entre 1917 e 1948, está amplamente documentada. Antes da perspectiva da restauração da independência de Israel, o território era um canto remoto e esquecido do Império Otomano, que não suscitava qualquer interesse ao mundo islâmico. Israel passou a ser importante com a independência.


Apesar de os árabes terem recebido mais de 96% das terras anteriormente ocupadas pelo Império Otomano  no Médio  Oriente, e apesar dos compromissos legais assumidos pelo Mandato, a Grã-Bretanha permitiu que um grande número de árabes inundasse  ilegalmente a pequena Palestina.

A maioria dos árabes que vivem hoje em Israel são descendentes de árabes nativos de mais de 20 outros países - não da Palestina - que entraram ilegalmente na Palestina sob o mandato britânico.

O mais prestigiado geógrafo francês, Vital Cuniet, registou que em 1882, havia apenas 141 mil árabes na Palestina.

"A população árabe da Palestina era pequena e limitada até reassentamento judaico que restaurou as terras estéreis e atraiu árabes de países vizinhos." - Isto foi afirmado pelo Presidente da Comissão Palestina Cristã Americana, Dr. Hermann Voss, em 1953.

"Esta imigração ilegal não provém do Sinai, mas também da Transjordânia e da Síria" - declarou o governador britânico na Palestina (1922-1933) sobre a imigração árabe, em Relatório da Comissão Real.
O Ministro do Interior do Hamas, Fathi Hamad, declara, na TV egípcia: "Metade dos palestinos vieram do Egipto e a outra metade veio da Arábia Saudita". E admite que os "palestinos" são um povo "inventado":

 


Os imigrantes árabes ilegais alegaram ser nativos

Após a sua entrada, os imigrantes árabes ilegais alegaram que eram as pessoas nativas. Esta mentira, juntamente com a constante violência árabe, foi usada pelos britânicos para justificar o cercear da imigração judaica, que o Reino Unido tinha sido mandatado pela Lei Internacional para facilitar!


1929 - Fanáticos árabes massacram judeus nas ruas de Jerusalém. Nada mudo. Nem mudará. Fanáticos são fanáticos.
 
A França e os outros membros da Liga traíram Direito Internacional e a sua missão sagrada, permitindo que a Grã-Bretanha impedisse os judeus de alcançarem a sua terra natal, antes, durante e depois do Holocausto. 

Este também foi o caso dos Estados Unidos, que, através da sua Convenção Anglo-Americana de 1924, eram obrigados a respeitar as disposições do mandato.

O libelo de sangue e de "roubo de terras"

A acusação que retrata Israel como um ocupante ilegal é a continuação da mentira árabe que vigora desde o período do mandato. É o "libelo de sangue e de 'roubo de terras'" de hoje. A violência árabe hoje é a mesma. O terrorismo árabe continua a ser usado para enganar o Mundo, como foi usado para justificar a permanente traição ao povo judeu e para bloquear a sua imigração para a sua pátria ancestral. 

Esta traição contra o povo judeu, perpetrada pela França e pelos outros membros da Liga das Nações, impediu os judeus escapassem ao Holocausto e se refugiassem na Terra de Israel, reconhecida como a pátria judaica pelo Direito Internacional nas décadas anteriores. Hoje, a mentira que é esconder a ocupação árabe e a violência árabe, está a ser usada ​​para a criação de outro Estado árabe na Palestina judaica-Eretz Israel - a Terra de Israel. O apoio da França a mais esta ocupação é um apoio às forças apostadas em destruir o Estado judeu.

 
A cultura ideológica do anti-semitismo da Alemanha nazi é adoptada pelo Hamas, pela Irmandade Muçulmana (apoiada pelo terrorista Barack Hussein Obama, que até tem diversos membros no seu gabinete) e pelo Hezbollah da malta da extrema-esquerda.


Por , activista pró-Israel, de Toronto, Canadá, co-fundadora de Canadian Jews e Friends of Yezidis.

Veja também: JERUSALÉM EM 1862: NEM MESQUITAS NEM PALESTINIANOS...


Nos dias de hoje, com toda esta e muito mais informação disponível, só persiste no erro quem quer.

quarta-feira, 2 de março de 2016

O Rio Jordão renovado



O Rio Jordão, uma das atrações turísticas mais importantes de Israel, desde a ponta norte de Israel até ao Mar Morto. Revigorado pelas chuvas sazonais, aqui temos mais uma vez o rio renovado, assegurando vida às pessoas, às culturas e à vida selvagem.

A água potável é um dos recursos naturais mais valiosos do Estado judaico. Durante as primeiras fases da sua História moderna, Israel foi frequentemente confrontado com escassez de água, mas hoje destaca-se na conservação da mesma.

O Rio Jordão tem um significado especial para o Judaísmo e para o Cristianismo. A travessia do Jordão pelo povo judeu foi o último passo na sua jornada do Egipto para a Terra Prometida. O Jordão simboliza a passagem da escravidão para a liberdade.

Não perca este vídeo do Rio Jordão, uma verdadeira bênção para o povo judeu e para o Estado de Israel.
 


 
 
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