quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Bento XVI, o "deicídio" e o antissemitismo



Bento XVI discursa no Memorial do Holocausto, em Israel 
"O Papa Bento XVI tem melhorado as relações entre o Cristianismo e o Judaísmo e entre o Vaticano e Israel" - dizia em comunicado o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em 18 de Fevereiro de 2013.

"Em nome do povo de Israel, muito obrigado pela sua acção como Papa, por fortalecer as relações entre cristãos e judeus, e entre a Santa Sé e do Estado judeu
", acrescentava Netanyahu, no comunicado, em resposta ao anúncio da renúncia de Bento XVI, na semana anterior.


"Agradeço-lhe também pela corajosa defesa dos valores do Judaísmo e do Cristianismo, e das raízes da nossa cultura comum", acrescentava o primeiro-ministro.


Para a comunidade judaica, uma das conquistas mais importantes de Bento XVI foi isentar o povo judeu da responsabilidade pela morte de Jesus - Yeshua ben Yosef.
Para quem não padece da estranha doença mental do anti-semitismo, é óbvio que culpar todo um povo, dois mil anos depois, por causa de um episódio tão controverso e cercado ainda de tanto mistério, é um absurdo! Desde logo porque:
 - Yeshua, os seus Apóstolos, e a grande massa dos seus seguidores, eram, eles mesmos, judeus. Donde, não faz sentido lançar anátema sobre todo um povo, quando, a crer na História Sagrada, as vítimas eram judias, como também alguns dos carrascos*.
* - Lembremo-nos que a autoridade máxima eram os Romanos, que escapam ilesos nesta história toda. Muito convenientemente, porque o Cristianismo - uma das várias seitas do Judaísmo - acabou por ser adoptado como religião oficial do Império Romano.)
- Na Terra Santa, na época, como em todo o Império Romano, eram crucificadas pessoas aos milhares, pelas razões mais triviais, fruto da barbárie dos tempos. Yeshua terá sido mais um, por motivos tão fúteis como tantos outros.
- Não se sabe exactamente como morreu, nem sequer como viveu, Yeshua. As fontes históricas coevas são mais que escassas, e as Escrituras Sagradas não escaparam a erros de tradução, alterações, interpolações, muitas vezes ao sabor dos ventos políticos e teológicos.
- A vingança e o ódio são contrários à essência do Cristianismo, como o são à do Judaísmo. Os cristãos (como os saduceus, os fariseus, os essénios e outros) foram, por mais de dois séculos, uma facção dentro do Judaísmo. A investigação sobre os nazarenos e os ebionitas, por exemplo, indica que estes grupos seguiam os ensinamentos de Yeshua.
- Ainda que fosse racional aceitar uma culpa hereditária, as chacinas de judeus ao longo dos séculos, pelo alegado deicídio, não seriam já suficientes para saldar a suposta dívida?...
"E, por já nas ruas não acharem Cristãos-novos, foram assaltar as casas onde viviam e arrastavam-nos para as ruas, com os filhos, mulheres e filhas, e lançavam-nos de mistura, vivos e mortos, nas fogueiras, sem piedade. E era tamanha a crueldade que até executavam os meninos e (as próprias) crianças de berço, fendendo-os em pedaços ou esborrachando-os de arremesso contra as paredes."
in  A MATANÇA DE JUDEUS EM LISBOA (19 de Abril de 1506) segundo Damião de Góis
 (Mais dados sobre este episódio histórico no site da Comunidade Israelita de Lisboa).

- E repetimos: se não culpamos os filhos pelos erros dos pais, muito menos sentido faz culpar um povo inteiro, dois milénios volvidos, por um determinado acto que terá sido de uns poucos. Esquecendo muitos mais que terão procedido bem, e... esquecendo a própria vítima, um judeu.

 A este propósito, lembramos o post recente:

"Jesus, o Judeu Incompreendido"


"Cristo Perante os Seus Juízes", circa 1877-1879, obra de Maurycy Gottlieb**  (1856 - 1879), Museu de Israel, Jerusalém. Site do museu aqui.
Num livro publicado em 2011, o Papa escreveu que "a aristocracia do templo" em Jerusalém e as "massas" - e não "o povo judeu como um todo" - foram responsáveis pela crucificação de Jesus.

Netanyahu elogiou a "coragem" do Papa, e diversos líderes religiosos judeus sentiram que esse foi um passo essencial na luta contra o anti-semitismo no seio da Igreja.


Visita de Bento XVI a Israel,  Muro das Lamentações

Sobre a questão do anti-semitismo motivado por esta velha história do "deicídio", contamos voltar a falar, se bem que o essencial esteja dito.
O discurso de Bento XVI no Museu do Holocausto, em Israel, não foi do agrado de alguns sobreviventes, que esperavam uma condenação mais forte do Nazismo e dos Alemães, que o Papa não citou directamente no seu discurso. Outros, contudo, acharam que o discurso foi importante, nomeadamente pela condenação da negação do Holocausto. Joseph Ratzinger  pertenceu à  Juventude Hitleriana e à Wehrmacht, antes de ter desertado, em 1944. 
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À esquerda: auto-caricatura e autoretrato de Gottlieb.
** Maurycy Gottlieb - Mauricy significa Moisés, ou Moshe.  Um dos onze filhos de Isaac e Fanya Tigerman Gottlieb, Maurycy matriculou-se Academia de Arte de Viena, aos quinze anos. Estudo sob a direcção do pintor polaco Jan Matejko em Cracóvia. Passado um semestre, saiu do estúdio de Matejko depois de experimentar repetidamente o anti-semitismo dos outros estudantes. Retornou a Viena e começou uma busca de suas raízes judaicas; algo vago para ele, pois os seus pais tentaram educá-lo na escola secular então actual do "Iluminismo europeu." Aos vinte anos ganhou a medalha de ouro do Concurso de Arte de Munique. É considerado o maior artista polaco da sua geração.

Ciclo de Cinema Israelita está de regresso a Lisboa



Durante cinco dias há cinco filmes para ver, que representam "uma seleção dos melhores filmes produzidos e realizados em Israel entre 2013 e 2014".

“Kicking Out Shoshana”, “Hill Start”, “The Dove Flyer”, “A Place in Heaven” e “Dancing Arabs” são os cinco filmes que vão ser exibidos durante cinco dias, de 11 a 14 de dezembro, no Cinema City Alvalade, em Lisboa.
De acordo com a organização, a cargo da Embaixada de Israel e da New Line Cinemas, os filmes escolhidos representam “uma seleção dos melhores filmes produzidos e realizados em Israel” em 2013 e 2014. (...)
 in OBSERVADOR

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O Papa Mau e o Profeta Cool




O PAPA «MAU»
A 12 Setembro 2006, o Papa Bento XVI fez uma palestra na Universidade de Regensburg, na Baviera, intitulada "A Fé, a Razão e a Universidade: Memórias e Reflexões", em que denunciou o Islão como uma religião caracterizada pelo fanatismo. A transcrição integral está AQUI, no site do Vaticano.
As declarações, proferidas um dia após aniversário do 11 de Setembro, geraram acesa controvérsia (como as do Bispo D. José Policarpo), e terão sido uma das razões do descontentamento popular com o Papa "mau", o Papa que "não passava" nos media, e que acabou por ser ser levado a renunciar, no ano passado.
Julgando o livro pela capa, ninguém quis ouvir o Papa que quase todos trataram pelo seu apelido - Ratzinger - como que para dar uma conotação negativa à sua origem alemã.
Agora que o ISIS - o Estado Islâmico, candidato a Califado Global - mostra todo o seu horror no Médio Oriente, chacinando, com requintes de malvadez, populações inteiras de "infiéis" (nomeadamente de cristãos), praticando a escravatura sexual e o estupro indiscriminado, não poupando as crianças (as meninas a partir de 1 ano são vendidas como escravas sexuais e os meninos usados como homens-bomba), agora, não ficava mal pedirem desculpa ao homem que não tinha "imagem". Mas tinha razão.


Órfãos cristãos iraquianos.  A organização RESCUE CHRISTIANS (SALVEM OS CRISTÃOS), criada pelo ex-terrorista islâmico Walid Shoebat, continua a desenvolver a sua cruzada incansável.
O conservador Reverendo Raymond de Souza escreveu  numa coluna do jornal National Catholic Register, acerca das declarações do Papa, que "Regensburg não foi tanto o trabalho de um professor ou mesmo um Papa. Foi a obra de um profeta."
"Oito anos depois, temos ISIS" - acrónimo do Estado Islâmico, ou Califado Global - "E decapitações. E perseguição. E ódio. E a guerra ", comentou Elise Hilton num post no blog do Acton Institute, uma associação católica libertária."Parece que o mundo deve um pedido de desculpas ao Papa Bento XVI ", escreveu ela.

O PROFETA "COOL"

Nesse famoso discurso de 2006, Bento XVI afirmou que a fé sem a razão leva ao fanatismo e à violência.

Para ilustrar este caso, Bento XVI citou um diálogo do século XIV, entre um imperador cristão bizantino e um erudito persa, sobre o conceito de violência no Islão.

O
Papa  citou a resposta do imperador ao interlocutor islâmico:"Mostre-me o que Maomé trouxe de novo, e lá encontrará apenas coisas más e desumanas, como a sua ordem de difundir pela espada a fé que pregava"

Bento XVI disse que, para o Islão, "Deus é absolutamente transcendente. A Sua vontade não está ligada a nenhuma das nossas categorias, mesmo à da racionalidade."

Detalhe da pintura em miniatura “O Profeta, Ali, e os Companheiros no Massacre dos Prisioneiros da tribo judaica de Beni Qurayzah”, ilustração de um texto do século XIX, por Muhammad Rafi Bazil.


- Leituras aconselhadas:  




Tudo no excelente blog LEI ISLÂMICA EM ACÇÃO. Facebook AQUI.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

FOTO-FAKE

A icónica foto, de um rapazinho judeu e de um rapazinho árabe, de braço dado, é uma montagem.


Esta foto foi feita para alimentar o wishful thinking - para quem não sabe, esta expressão significa ignorar a realidade e substituí-la pelos nossos desejos.

Vemo-lo na Política, quando os governantes tomam decisões à luz da ideologia ou do eleitoralismo, em vez de atentarem ao senso-comum e aos factos, esperando que a coisa "dê certo", para seu proveito. 

Vemo-lo neste conflito israelo-árabe quando o Mundo acalenta expectativas de paz em relação a uma ideologia de guerra. 

Não há que esperar qualquer tipo de paz do Islão, porque o Islão é intrinsecamente uma ideologia criminosa, de ódio, de supremacismo, de brutalidade atroz. 

Não há que esperar apaziguamento, paz ou entendimento com o Nazismo, o Comunismo, o Fascismo, ou com qualquer tipo de redes de crime organizado. É absurdo esperar que a Mafia, os Hells Angels, os Crips, os Bloods, a Irmandade Ariana, o Los Zetas, os Neo nazis, o Hamas, o ISIS, a Al Qaeda, o Boko Haram, o Hezzbollah, o Ku Kux Klan, se "apaziguem" e "dêem uma chance à paz"

Leia ou releia, e constate a enorme diferença entre o Alcorão do Islão e o Alcorão do ISIS:


A religião do CRIME


Pode haver elementos dessas associações criminosas que tenham um lampejo de sanidade e se regeneram. Como John Lee Clary do Ku Kux Klan, que um belo dia caiu de joelhos e disse:
'Meu Deus, a minha vida está uma desgraça. Eu estou numa desgraça. Preciso da Tua ajuda!".
E de seguida, como ele recorda:
"Senti-me uma nova pessoa, uma criação novinha em folha, senti um peso sair dos meus ombros".


Hoje, Clary é um pastor evangélico, e é um homem novo
 
 
Um outro exemplo mediático é Walid Shoebat, que de terrorista islâmico se converteu ao Cristianismo e se tornou um lutador efectivo pela Paz.
 
Podem acompanhar o trabalho de Walid Shoebat no site com o seu nome - SHOEBAT - e no site RESCUE CHRISTIANS - que divulga continuamente as atrocidades cometidas pelos islamistas contra cristãos e outros «infiéis», e tem salvo milhares de inocentes das garras do Islão.


"Como é que eu posso ir para cama dormir como jordano num dia, e acordar como 'palestino' no dia seguinte?" - é uma das mais famosas frases de Shoebat, que de terrorista anti Israel se tornou defensor do Estado Judaico.
 
O que nos traz de volta à questão da fotografiazinha politicamente correcta. A fotojornalista norte-americana Ricki Rosen abusou da ingenuidade de dois jovens judeus, e, na sequência dos acordos de Oslo, em 1993, encenou a foto.

Agora são adultos: Zvi Shapiro (esquerda), agora com 32 anos, usou a kippah na famosa foto. Zemer Aloni (direita), agora com 33 anos, usou o keffiyeh.
Embora não andem por aí a queixar-se do evidente abuso de confiança, por parte da bem intencionada jornalista, que declara que apenas quis "ilustrar" o acordo, Zhi e Zemer preferiam não ter participado na encenação. Não só pela manipulação a que deu e continua a dar aso, como pelo facto de Zhi não ser religioso e ter sido convencido a usar a kippah.


 Ricki Rosen
 
Não duvidamos da boa fé da jornalista, que continua defender que o trabalho é eticamente aceitável. Mas discordamos. Num assunto tão sensível como este, usar crianças e não indicar que se trata de uma encenação, não nos parece bem. Este tipo de jornalismo alimenta o pensamento modernaço, do marxismo cultural, do dito wishful thinking, do falso moralismo, que é, no fundo, o mais poderoso combustível para este conflito. 
 
É esta atitude de meias tintas que traz o Ocidente desde 1948 numa posição de medo de assumir o que é mais que evidente: A "Palestina", enquanto Estado árabe e muçulmano, jamais existiu, e é apenas um pretexto do mundo islâmico para recuperar a Terra de Israel, que invadiu e onde lançou o caos, como sempre fez e faz, na actualidade.

Como temos aqui demonstrado, Espanha e Portugal estão na calha para a reconquista, logo a seguir a Israel. O ISIS mostra diariamente, na Síria e no Iraque, o que faz com os "cães infiéis". Os nossos analistas, confortavelmente sentados nas suas poltronas, teorizam, em banho-maria de marxismo cultural, vão enchendo as colunazinhas dos jornais com banalidades inconsequentes e as suas aulas com miúdos barbudos de keffieh ao pescoço. 
 
E, enquanto o terrorismo islâmico é finalmente reconhecido como uma ameaça global,  os lunáticos, em relação ao Hamas & C.a. o que nos têm a responder, lá do fundo do seu mundo de ficção, é que "Há um filme muito giro, pá...".
 
Esta foto, por outro lado, não é nenhuma montagem:


Chegámos a usá-la como frontispício do nosso blog. Foi o original, aliás. Hoje é o senhor Oliveira da Figueira. A foto, da autoria de Debbi Cooper, é de 1988, e mostra realmente um rapazinho árabe e um rapazinho judeu. A esmagadora mairia dos árabes que vivem em Israel não apoiam o terrorismo. Embora sejam muçulmanos, desejam tanto deixar para trás a jihad e a sharia, como os judeus de hoje deixaram nos tempos Moisaicos de há mais de 3500 anos a.C. as lapidações de mulheres adúlteras ou os cristãos deixaram nas Idades Médias o Tribunal do Santo Ofício e o Índex Librorum Prohibitorum.
 
Mas desta foto, e do desejo de paz e de reformas religiosas por parte dos árabes israelitas, falaremos em outra oportunidade.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Apoie Israel este Hanukah!

Talvez você ache que a sua contribuição não vai fazer a diferença. Mas asseguramos-lhe que vai. Uma carta, um email de apoio, um comentário no Facebook da United With Israel ou das Forças de Defesa de Israel (IDF), um pacote de roupas quentes, um donativo em dinheiro, vão ser muito bem aproveitados e constituir poderosa fonte de moralização para estas raparigas e estes rapazes, a quem tanto devemos.

Israel é a ÚNICA democracia do Médio Oriente, e, apesar da sua pequenez, é o poder equilibrante da religião, onde todos os outros países são islâmicos, e se batem, acima de tudo, pela hegemonia desse sistema tirânico, supremacista e obscurantista.

Contra as vagas de anti semitismo, contra a desinformação dos media, contra a submissão e o relativismo cultural dos nossos dias, apoie Israel. APOIE O BEM! E que Deus lhe pague.


United With Israel com o IDF na Festa de Hanukah - 2014

A organização global United With Israel, de que costumamos traduzir artigos e em quem temos uma fonte privilegiada, tem o orgulho de patrocinar a festa de Hanukah numa base militar em Hebron, para homenagear os corajosos jovens, homens e mulheres do IDF (Forças de Defesa de Israel) que arriscam as suas vidas para proteger o povo de Israel.

Na quarta-feira 17 Dezembro de 2014, à noite, na segunda noite de Hanukah, famílias americanas e israelitas irão visitar várias bases do IDF na área de Hebron para comemorar o Hanukah e dizer obrigado aos nossos amados soldados israelitas. Estas bases militares ficam a curta distância da antiga cidade bíblica de Hebron, onde a sagrada Gruta dos Patriarcas está localizada.

https://unitedwithisrael.net/soldiers/?c=nl-1205



Hebron tornou-se um ponto preferido pelos terroristas islâmicos para as suas operações mortais. O sequestro e assassinato brutal dos três adolescentes israelitas em Junho passado teve lugar na área de Hebron.

O evento contará com música, dança, jantar, apresentações especiais e a tradicional iluminação da Menorah de Hanukah. Os soldados vão acender uma Menorah verdadeiramente surpreendente que foi criada a partir dos restos de mísseis do Hamas que explodiram em Israel. Cerca de 20 mil mísseis foram disparados de Gaza desde a segunda Intifada, em 2001. Um artista israelita transformou esses mísseis de terror em algo de singular beleza e luz!
Os soldados que servem em Hebron estão localizados numa das áreas mais perigosas de Israel. Hebron, a cidade bíblica em que os nossos santos patriarcas e matriarcas estão enterrados, também é conhecida como a "primeira capital de Israel." Não só Abraão e Sara se estabeleceram em Hebron, mas o Rei David foi lá ungido como rei de Israel e Hebron serviu como capital nos sete primeiros anos do seu reinado. Hoje, Hebron tornou-se um foco de fervor 'nacionalista' e um terreno fértil para a violência e terrorismo 'palestinos'.
Os soldados que que se juntarão a nós para celebrar o Hanukah estão estacionados ao longo de diferentes pontos estratégicos na região de Hebron. Incluem os que patrulham a fronteira, os que monitorizam os movimentos do inimigo, os combatentes e as unidades de informação anti-terrorismo.
Os jovens, homens e mulheres, que servem nesta área perigosa fazem parte integrante da linha da frente de Israel contra o terror que emana da Judeia e Samaria, e impediram vários ataques terroristas contra israelitas. Eles merecem muito as nossas expressões de agradecimento!

Eles passam a maior parte do dia no exterior, com muito frio no Inverno, como nós teríamos se lá estivéssemos.

Uma cerimónia especial será realizada em honra dos soldados, em que pacotes de roupas e agasalhos serão entregues aos soldados por parte da United With Israel. Cartas pessoais de admiradores de todo o mundo serão entregues como expressões de gratidão e unidade.

Para mais informações sobre o evento, ou para fazer uma reserva, envie um email para: idfparty@unitedwithisrael.org

Se estiver interessado em enviar um presente de Hanukah, em escrever uma carta pessoal de apoio a um soldado, ou em tornar-se um patrocinador da festa de Hanukah, CLIQUE AQUI.
Temos a honra de agradecer aos jovens soldados corajosos que arriscam as suas vidas todos os dias para proteger e defender o povo de Israel.

Queira juntar-se a nós e dizer 'obrigado' aos nossos amados soldados. Envie o seu presente hoje!


VÍDEOS DA FESTA EM ANOS ANTERIORES:



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Seguem os 'pogroms' em França




Nas gigantescas manifestações anti-semitas deste Verão em França, só não houve massacres de judeus graças aos grupos que defenderam as sinagogas dos ataques dos bárbaros. Mas, mesmo assim, a massa de islamistas, nazis e extrema-esquerdistas que infesta a Internet, culpa a Polícia - por não ter permitido a chacina. A Polícia que, por acaso, pouco ou nada fez:



Os judeus estão a deixar França. 16% dos franceses (racaille composta de muçulmanos, nazis e extrema-esquerdistas),  apoia o Islão mais radical e terrorista, apoia o ISIS. E o Partido Socialista precisa dos votos muçulmanos para ser eleito (por escassa margem, aliás, e que esperemos que desapareça).

Como estes, há muitos vídeos da turba de bárbaros raivosos, atacando pessoas indefesas, tentando linchar jornalistas, espumando ódio e fanatismo religioso, agitando bandeiras do Jihad Islâmica, do ISIS e da «Palestina».

Os media franceses, coerentemente engagèe, usam todos os meios - mesmo os mais estúpidos e pueris -  para manter acesa a chama do anti-semitismo. Patrick Sabatier, um apresentador popular por lá, "esclarece" que "Jerusalém não é capital de Israel, evidentemente":


A corrida à submissão ao Alá é desenfreada. Os compagnons de route ateístas mal podem esperar pelas delícias da Sharia. Ahhhh... os enforcamentos de homossexuais em praça pública, as vergastadas nas mulheres que sejam apanhadas com uma nesga de rosto à vista, a mutilação genital feminina, os mercados de escravas infantis, a proibição da música, da dança e de tudo o que seja cultura ou alegria, o desmembramento, queima ou crucificação dos infiéis para espectáculo público, o extermínio dos judeus. Tudo lindo! Tudo bom! Tudo paradisíaco! Allah Akbar, meus semelhantes!

A propósito do anti-semitismo e da islamização de França, não deixe de visitar o:

http://theinglouriousbasterds.com/

Clique no logo.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O mais bárbaro ataque anti-semita da história recente de França


O mais bárbaro ataque anti-semita da história recente de França, um viveiro para a actividade anti-Israel, onde odiar os judeus está cada vez mais na moda.
Num ataque anti-semita particularmente perturbador, esta segunda-feira, uma mulher judia francesa de 19 anos de idade foi estuprada e o seu namorado de 21 anos foi amarrado e amordaçado por três atacantes encapuçados. Os terroristas disseram às vítimas que os atacaram "porque eles são judeus."
Este ataque ocorre depois de um anúncio no mês passado da Agência de Segurança para o Judeus de França (PECJ) relatando um aumento de 45% nos ataques anti-semitas desde 2011, na sua maioria perpetrados por muçulmanos.
Enquanto o anti-semitismo está em ascensão a nível internacional, com um grande aumento de actos anti-semitas nos EUA, os exemplos mais pronunciadas e horríveis estão a ocorrer na Europa. O exemplo mais extremo dessa tendência é a França, onde as manifestações se tornaram violentas, as lojas estão a ser vandalizadas e agora as pessoas estão a ser atacadas nas suas próprias casas, simplesmente porque são judeus.


 

'Chic' odiar Israel e atacar os judeus

Alguns especialistas dizem que a quantidade de ódio aos judeus no mundo não mudou, porque o anti-semitismo sempre existiu, mas que a atitude em relação a ele mudou. No final do Holocausto, era socialmente inaceitável falar ou agir segundo crenças anti-semitas. Isso tem mudado ao ponto de se ter tornado aceitável para expor pontos de vista anti-semitas perante o mundo, e até mesmo agir de acordo com eles.

Muitos judeus que vivem fora de Israel sentem que se pode ser um bom judeu, sem se ser Sionista* ou identificar-se com Israel de qualquer forma, o resto do mundo faz uma conexão inseparável entre judeus e Israel.
* Nota nossa: "Sionismo" é a ideologia que defende o direito de Israel à existência.


 Os grandes media fabricam frequentemente uma narrativa difamando Israel e apresentando os terroristas e extremistas islâmicos  como as vítimas - uma minoria perseguida e oprimida pelo todo-poderoso Israel. Em muitos lugares, especialmente na Europa, é realmente chique a odiar Israel. O que tem alimentado o movimento anti-semita Boicote, Desinvestimento, Sanções (BDS).

A verdade é que há muitos países do mundo, da Ásia à Europa passando pela América do Sul, com violações de direitos humanos grotescas. Os media, no entanto, criaram um foco desproporcional sobre Israel, manipulando a opinião pública mundial. Judeus de todo o mundo, assim, tornam-se alvos de ódio, simplesmente porque são judeus.

Com os actos anti-semitas em alta, há uma necessidade ainda maior de apoiar Israel e estar com o país nestes momentos de necessidade.

Que acções você acha que as nações europeias têm de tomar para lidar com facções anti-semitas no seio da sociedade? O que pode VOCÊ  fazer para reverter a tendência de anti-semitismo em todo o mundo?

Autor: Penina Taylor, United With Israel

Eu dou já a minha resposta: Para defender Israel, colaboro neste blog e estou pronto para defender a verdade contra a difamação, os direitos humanos contra a opressão, a democracia contra o comunismo e o Islão. 

Há quem estranhe que, não sendo judeu, me exponha a riscos por apoiar Israel. É uma triste visão das coisas, essa de apenas defendermos os «nossos». Como toda a equipa deste blog, e como qualquer pessoa de Bem, os «meus» são todos os oprimidos, injustiçados e perseguidos. Não olho a etnias, credos, cores de pele. 

Exposição: "As Doze Tribos de Israel"

Interessante evento em Castelo de Vide:


Sem nada a ver com esta exposição, mas a propósito do atractivo tema das 12 Tribos de Israel, o movimento Face to Zion/Mosaic of Faith está a levar a cabo a construção de um belo monumento, onde qualquer Amigo de Israel pode ter a sua cara. Qualquer pessoa pode participar. É divertido escolher a tribo com que mais nos identificamos, independentemente de participarmos ou não.

 Shabbat Shalom.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Festa na Antena 1...




- "E a seguir, o que vai pelo mundo. Os títulos dos principais jornais internacionais, por Rita Roque"...

Na famigerada célula comunista conhecida como Antena 1 começa então o festim de regozijo pelo reconhecimento da «Palestina» pelo parlamento francês. Dir-se-ia, a julgar pelo fogo de artifício largado pela tal Rita Roque, que as primeiras páginas estavam ocupadas pelo reconhecimento desse peculiar Estado, que nunca existiu, a não ser nos planos soviéticos para abater Israel. Dir-se-ia que mais nada aconteceu. É o milagre do jornalismo engagèe...

Fui dar uma vista de olhos pelos jornais internacionais, sobretudo pelos franceses, e nada. Da guerra do ISIS (o Irão bombardeou posições do ISIS na Síria sem autorização) aos desfiles de neo nazis em Berlim, muita coisa vai pelos jornais europeus. Mas sobre esse reconhecimento, simbólico e não vinculativo, que mais não é do que uma renovada esperança europeia na finalização da Solução Final de Hitler, e no resto dos pogroms do Tio Stalin, não vi nada. Deve estar num cantinho discreto, mas para a Antena 1 e para a extrema-esquerda (e extrema-direita) em geral, a perspectiva da aniquilação de Israel e dos judeus é um prato cheio. O mundo pode estar a arder, que a ideia fixa desta gente é a destruição de Israel. Para a Antena 3 e quejandos, hoje e sempre, só há Israel. O alvo a abater.


POST-SCRIPTUM: Nos últimos meses, Espanha, Reino Unido, Irlanda e Suécia, têm-se apressado a reconhecer a «Palestina» Árabe, o Estado que jamais existiu. O velho e incrustado antissemitismo europeu, por um lado, e a ânsia de agradar e conquistar mais votos à população islâmica, são o motor desse reconhecimento.

Os nossos leitores mais distraídos, que certamente foram criados com a narrativa de que os marotos dos judeus roubaram a "Palestina" aos árabes, podem aproveitar e ler MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL

Apesar de nada os obrigar a tal, os judeus, povo nativo de Israel - também conhecido como "A Terra" para os judeus, "Terra Santa" para muita gente, e "Palestina" quando sob ocupação Romana e Britânica - fizeram cedências de território aos invasores árabes de mais de 80%. Todo o actual território de Israel é território legitimamente seu, à luz do Direito Internacional, e é o que lhe resta de tudo quanto tem cedido, a duras penas, em troca de paz, e do que lhe tem sido subtraído pela Jordânia, Egipto e outros vizinhos. Israel é minúsculo. Ceder mais território significa assinar a sua sentença de morte - que é o que a Europa e o mundo islâmico querem.

Faz tanto sentido os árabes reclamarem território israelita como reclamarem território português ou espanhol - como, aliás, fazem. A razão é a mesma: nós somos "infiéis", e à "luz" da teologia islâmica, terra que foi ocupada pelo Islão, será sempre islâmica. Temo-lo vastamente documentado neste blog.


Emmanuel Nachshon, diplomata israelita, declarou que esta atitude do parlamento francês “vai extremar ainda mais as posições'palestinas' e enviar a mensagem errada aos líderes e aos povos da região". 


O Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu (à direita) comentou que esta acção do parlamento francês é "um grave erro", e o político de centro-direita e advogado Meyer Habib, próximo de Netanyahu, afirmou:
“A França hoje escolheu o parceiro errado, e tememos repercussões nas relações com Israel, a única democracia da região... Enquanto os radicais  jihadistas matam franceses e outros cidadãos do Mundo Livre, os seus responsáveis legitimam um poder gerido por corruptos e terroristas". 

- Decididamente, o Ocidente está em decadência, está aos pés do supremacismo islâmico, está obcecado com a destruição de Israel  (talvez na esperança de que esse presente "apazigue" os islamistas), e nós voltaremos a este assunto, logo que possível.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Xeque condena massacre na Sinagoga



 Rabino Yosef Yashar e Xeque Samir Assi, líderes religiosos da cidade de Akko


O xeque Samir Assi condenou o massacre de Har Nof. A condenação não traz de volta os que morreram, mas, por ser inédita, é para nós um sinal de esperança. E estávamos preparados para dar a notícia, com regozijo. Sabendo que ia ser lida com regozijo. Não há posts que tenham mais leituras do que aqueles em que louvamos atitudes pacíficas dos muçulmanos. Quem nos dera dar mais dessas notícias. Não há uma que deixemos de vos trazer, no nosso compromisso de destacar o Bem. Infelizmente, estragaram-nos parte da felicidade...

Dedicámos alguns posts ao massacre na Sinagoga de  no bairro de Har Nof, em Jerusalém ocidental, que vitimou quatro rabinos, um jovem polícia druzo e uma criança:

Pedido das famílias dos quatro rabinos assassinados

Massacre em Jerusalém, Festa em Gaza!

Mais uma chacina em Jerusalém

Hamas celebra chacina na sinagoga 

24 órfãos - Hamas distribui doces

Abbas, o Biface


O mundo muçulmano e a extrema-esquerda, ou celebraram abertamente o ataque, ou optaram pelo habitual silêncio diplomático, que, de forma politicamente correcta, esconde o regozijo com o assassínio de judeus e israelitas em geral.

O mansinho David Munir, por exemplo, costuma dizer que o extremismo islâmico é obra de gente que «não compreende o Islão». Mas, quando as vítimas são israelitas, até o bando terrorista islâmico e nazi Hamas é bom. Neste post e neste programa da RTP o untuoso xeque recusa-se a condenar o bando, que tem nos "Protocolos dos Sábios do Sião" (obra de propaganda antissemita, adoptada por Hitler) uma das suas obras seminais. Quanto ao parasita Boaventura Sousa Santos, esse apoia abertamente o terrorismo, como bom comunista que é.

Vê-se no mundo islâmico líderes religiosos condenarem o ISIS ou a Al-Qaeda, mas praticamente não existem condenações dos bandos terroristas que matam judeus - que são considerados pelo Alcorão «filhos de macacos e porcos». O que mais se vê são incentivos ao rapto, estupro e assassínio de judeus.


Uma bela paisagem do pequenino Israel, para temperar este post amargo e doce. Se os terroristas compreendessem o valor inestimável da Paz...

O xeque Samir Assi também não vai contra a obrigação Corânica de matar judeus. No entanto, deu-se ao trabalho de viajar desde Akko até Har Nof para participar na cerimónia fúnebre com a presença de sacerdotes de todas as religiões de Israel, que se realizou na sinagoga onde o ataque ocorreu. Assi declarou: "Eu venho aqui hoje para condenar este acto terrível, que passou dos limites. Chegou a hora de as pessoas de fé se perguntarem - como chegámos a este ponto?".

"Eu fiz esta viagem expressamente para enviar uma mensagem aos extremistas" - continuou Assi - "Há uma linha vermelha, e é absolutamente e totalmente proibido atravessá-la: lugares sagrados são lugares sagrados, e não se pode atacar lugares sagrados, não importa o motivo."

O Israel National News é um dos órgãos de informação em que se pode conferir estas declarações do líder muçulmano. Que não nos deixam propriamente contentes. O que o xeque está a dizer é que na rua pode-se esfaqueá-los, alvejá-los, atropelá-los, mas que na sinagoga, enfim, deixai-os lá em paz um bocadinho. 

Ainda assim, as reacções de revolta contra o líder islâmico não se fizeram esperar. Na quinta-feira, depois da sua viagem, o carro de Assi foi atacado com ácido

Shimon Lankri, o presidente da câmara de Akko, já foi alvejado por extremistas e esteve entre avida e a morte. Continua ferrenho defensor da Paz.
O presidente da câmara local, Shimon Lankri, elogiou profusamente a atitude do xeque, e declarou que os residentes Árabes e Judeus da cidade sabem respeitar-se e compreender-se mutuamente. Ainda assim, ou talvez temerosos de sinais de esperança, os radicais islâmicos têm sido vistos em desfiles pela cidade com bandeiras do Estado Islâmico, e têm atacado residências de judeus.

Gostamos de pensar que o xeque Assi gostava de dizer que de todo não se deve assassinar ninguém, mesmo que seja um infiel, mesmo que seja um judeu. Mas se só por dizer que é errado matar num local sagrado a reacção foi esta, não é de estranhar que os muçulmanos tenham medo de ser pela paz.



Os extremistas muçulmanos atacam pessoas que trabalham para promover a paz entre judeus e muçulmanos, ou entre palestinos e israelitas. Mohammad Zoabi, o primo adolescente de membro árabe do Knesset (Parlamento de Israel), Haneen Zoabi, foi forçado a esconder-se durante o Verão, depois de a sua vida ter sido ameaçada por árabes descontentes com o seu activismo pró-Israel. 

Na caixa de comentários do youtube pode constatar-se o nível de ódio e de irracionalidade em relação a  este corajoso jovem que apenas diz a VERDADE: Israel é o ÚNICO país livre e democrático de Médio-Oriente e em nenhum país muçulmano do Mundo os cidadãos podem sonhar com a liberdade de que gozam em Israel. 

E que é a mesma que existe em Portugal ou em qualquer outro país normal e decente. Temos defeitos, Israel tem defeitos, mas a verdade é que não há no nosso planeta países mais livres, prósperos, seguros, que as democracias. 


Depende de todos nós que um dia as religiões sejam traço de união e não de divisão

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Amigo de Israel - 2º Aniversário


Fazemos hoje 2 aninhos. Ao contrário do que alguns pensam, este não é um blog judaico nem de judeus. É um blog de um pequeno grupo de amigos, que têm no seu ADN o impulso da defesa da verdade e da solidariedade para com todos os oprimidos e injustiçados.

Enquanto acharmos útil a nossa modesta e despretenciosa participação, e enquanto tivermos forças, um mínimo de disponibilidade e acesso a um computador (os ataques informáticos têm sido alguns, mas vamos sobrevivendo), não nos calaremos. 

A todos os leitores e amigos, que ultrapassam em quantidade e qualidade tudo o que imaginaríamos possível, o nosso muito obrigado!

Portugal e Israel têm em comum serem nações e povos antigos, várias vezes invadidos e subjugados (pelos Árabes muçulmanos ambos os países) mas que  sempre retomaram a sua independência, porque preferem a morte à submissão. 

Que vivam Portugal e Israel!