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terça-feira, 29 de julho de 2014

A traição de Obama a Israel

 
     Barack Obama: Eu exijo (palavra fortíssima e ameaçadora) que Israel se comprometa com um cessar-fogo imediato e unilateral (unilateral; ou seja: o Hamas poderia continuar a lançar misseis sobre Israel) e suspenda todas as actividades ofensivas, em particular os ataques aéreos (nada diz acerca do Hamas; nada).
     Benjamin Netanyahu: E o que Israel recebe em troca de um cessar-fogo?
     BO: Eu acredito (pelos vistos é uma questão de fé, sem substância concreta alguma) que o Hamas deixará de lançar foguetes - o silêncio será recebido com silêncio.
     BN: O Hamas quebrou todas as cinco tréguas anteriores. É uma organização terrorista dedicada à destruição de Israel.
     BO: Repito e espero que Israel pare todas as suas actividades militares de forma unilateral. As imagens da destruição em Gaza estão a distanciar o mundo da posição de Israel (não senhor Barack Hussein; o único mundo que se distancia de Israel com as imagens de Gaza é o que já estava afastado de Israel).
     BNA proposta de Kerry era completamente irrealista e dava ao Hamas vantagens militares e diplomáticas (isso é  um eufemismo: Kerry comportou-se como um traidor e fortaleceu a determinação do Hamas).
     BO: No espaço de uma semana após o fim das actividades militares de Israel (ou seja: uma semana para o Hamas continuar a mandar misseis sobre Israel), o Qatar e a Turquia (quem?!?!?! a Turquia governada por um dos maiores anti-semitas na actualidade e o Qatar que, como o próprio Congresso dos USA reconhece, financia o Hamas?!?!?! só pode ser para Israel recusar e assim ficar com a culpa, não?) começarão as negociações com o Hamas com base nos entendimentos de 2012, incluindo o compromisso de Israel retirar as suas restrições a Gaza (mais uma vez não refere nenhum compromisso que o Hamas deve cumprir).
     BN: O Qatar e a Turquia são os maiores apoiantes do Hamas. É impossível contar com eles para serem mediadores justos.
     BO: Eu confio (isso já sabemos, senhor Barack Hussein... já sabemos... e com o que se apssa no Mundo só temos motivos para confiar na sua confiança, não é?) no Qatar e na Turquia. Israel não está na posição de poder escolher os seus mediadores.
     BN: Eu protesto porque o Hamas poderá continuar a lançar foguetes e a usar túneis para ataques terroristas.
     BO: (interrompendo Netanyahu) A bola está no campo de Israel, e este deve acabar com todas as suas actividades militares.
 
 
o senhor Barack Hussein a olhar para o mapa de Israel
 
UPDATE: Benjamin Netanyahu negou a veracidade do texto que traduzi para português. Não tenho motivo algum para duvidar da veracidade das palavras do Primeiro Ministro de Israel, mas como o senhor Barack Hussein disse o mesmo, creio que talvez haja alguma verdade por detrás.

UPDATE 2: Transcrevo, sem traduzir, o que o jornalista do Channel 1 de Israel que deu a conhecer as palavras que traduzimos mais acima, diz acerca das negações que referi no primeiro UPDATE: «Despite rejections by American and Israeli officials, Channel 1′s Or Nahari insists that the transcript leaked to him by a “senior American official” is authentic, but acknowledges that the quotes he published were merely an excerpt from a long conversation».

Pelosi e o Hamas: agora acredito no Pai Natal

Tenho denominado, de modo irónico, ao Hamas de "organização humanitária" tal como, já não de modo irónico, alguma imprensa filo-islâmica o tem feito, precisamente na mesma linha de uma tal senhora cripto-muçulmana de nome Margarida "o islão é incompreendido" Santos Lopes que deu eco ao mito de que nunca, mas nunca a Irmandade Muçulmana chegaria ao poder e que agora continua a veicular mentiras excrementosas a partir de Angola (se tiverem o mínimo de amor pela verdade não acedam ao link precedente: podereis morrer ao não encontrarem quase nada de verdadeiro lá). Mas nunca pensei que alguém supostamente inteligente acreditasse nisso. Estava enganado: a líder da minoria na Casa dos Representantes dos USA, Nancy Pelosi veio agora dizer que sempre acreditou quando o Qatar lhe disse, diversas vezes, que o Hamas era, de facto, uma "organização humanitária".
 
 
a senhora Nancy Pelosi quando descobriu que o Qatar, seguindo o exemplo do mentiroso Maomé, lhe mentiu acerca da natureza do Hamas
 
Depois disto, que é apenas mais um sintoma da islamização anti-judaica dos USA na presidência do senhor Barack Hussein (ou seja, "Abençoado Bom" em árabe... e quão ele o tem sido para os muçulmanos), me parece o cúmulo da estupidez política, volto a acreditar no Pai Natal.
 
 
a senhora Nancy Pelosi quando descobriu que até hoje eu não acreditava no Pai Natal

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Sensibilidades religiosas

Há dias o exército de Israel descobriu, nos túneis construídos pelo Hamas (e que este diz serem muito mais numerosos do que os descobertos por Israel e que continuará sempre a construí-los) com dinheiro dos USA e da UE em colaboração com a ONU, documentação que mostra que o Hamas desejava realizar uma mega operação terrorista, com mais de 200 dos seus elementos a entrarem por diversos túneis em Israel aquando da grande celebração religiosa judaica do Rosh Hashana (ano novo judaico) de modo a matarem e raptarem inocentes cidadãos israelitas. Isto mostra, está-se mesmo a ver, uma grande sensibilidade religiosa dos terroristas islâmicos para com os valores religiosos judaicos.
 
 
um "civil" de Gaza a treinar para entrar em Israel por um túnel de ódio do Hamas
 
 
"civis" de Gaza a fazerem dieta nos túneis de ódio de Gaza com a  "companhia" do Tristiano Ronaldo
  
 
corajosos soldados de Israel a defenderem, nos túneis do ódio do Hamas, a civilização
 
Por outro lado, o Conselho de Segurança da ONU, pressionada pelo Qatar, apresentou, sem se referir ao perigo do Hamas, uma exigência para que Israel aceite um cessar-fogo (que o Hamas já recusou diversas vezes) respeite a sensibilidade religiosa islâmica aquando do dia de Eid Al-Fitr, que celebra o fim do mês, genuinamente pagão, do ramadão. Comentando este facto, o porta-voz do Hamas, Sammy Abu Zuhri (essa luminária que num deslize para a verdade disse que "não estamos a conduzir o nosso 'povo' à destruição, mas à morte") diz que se Israel não aceitar este cessar-fogo estará a desrespeitar as sensibilidades religiosas muçulmanas e, assim, deve ser responsabilizado. E de que lado estão os jornalistas? Do Hamas, é claro... Mas se para os jornalistas que estão em Gaza isso não é de admirar tendo em conta as pressões que estão a padecer às mãos do Hamas (esperemos apenas que quando de lá saírem falem), já cá em Portugal é mesmo apenas amor romântico pelo mal...
 

Sammy "o piedoso" Zuhri, fiel admirador de Muhammad Saeed al-Sahhaf