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segunda-feira, 21 de julho de 2014

O que o Al-Público silencia *

Já não é novidade alguma que o jornal Al-Público é o paradigma consumado de uma publicação tendenciosa e hipócrita em todas as suas formas de cobertura de tudo o que está relacionado com o islão. A influência de Margarida "islão quer dizer paz" Santos "o islão tem má publicidade no ocidente" Lopes no mesmo foi imensa e ainda perdura no presente junto de pessoas como, por exemplo, Sofia "'palestina" é um grão de areia" Lorena. Não é, assim, de admirar que na blogosfera já circule este símbolo para caracterizar tal publicação:
Mas não se pode deixar de lamentar, com a mais firme veemência, que, ao mesmo tempo que os seus jornalistas choram a morte de civis e supostos civis em Gaza (e se toda a morte é trágica, a de civis é-o mais ainda, mesmo que em cenário de guerra pautado pela vontade do Hamas em que os mesmos pereçam), esta publicação ignore ostensivamente mais um bárbaro ataque dos muçulmanos ortodoxos (saliento isto: são ortodoxos, ortodoxinhos) do Boko Haram que, há dias e como revela esta notícia da Associated Press reproduzida pelo Guardian, matou 100 cristãos na Nigéria, em mais um passo para o completo genocídio dos cristãos (estes sim desarmados, e não como ao contrário dos terroristas do Hamas, que estão armados até aos dentes) no norte desse país.
Abubakar Shekau, líder religioso, político e militar do Boko Haram, em mais uma pose perfeitamente pacifista
Onde está este jornal a noticiar este facto (bem como outros que mostraram, à saciedade, a demente natureza intolerante do islão, como é o caso das recentes intifadas em França)? Já não digo referir o nome dos mortos (tal como o mesmo fez, numa plena desfaçatez de apoio a um grupo terrorista, com uma lista fornecida pelos terroristas do Hamas)...

Se acharem bem, escrevam, sempre com a cortesia que norteia quem sabe estar do lado da verdade e do bem, ao Provedor do Leitor do PÚBLICO, perguntando o motivo para tão flagrante dualidade de critérios que, na prática, assume que os não-muçulmanos são cidadãos de segunda.