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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Áustria: novo governo para resistir à islamização


Análise: o novo governo da Áustria promete resistir à "islamização"

Uma coligação entre dois partidos austríacos está preparada para catapultar o país para a vanguarda da resistência da Europa Ocidental à imigração muçulmana em massa.

Por: Soeren Kern, The Gatestone Institute

O Partido do Povo austríaco, anti-imigração, e o Partido da Liberdade austríaco, anti-sistema, chegaram a um acordo, criando uma nova coligação para governar a Áustria nos próximos cinco anos. A aliança política inovadora está preparada para catapultar a Áustria para a vanguarda da resistência da Europa Ocidental à migração em massa do mundo muçulmano.

O chanceler eleito Sebastian Kurz, de 31 anos, que venceu as eleições nacionais da Áustria no dia 15 de Outubro, depois de fazer campanha contra a imigração ilegal, governará com Heinz-Christian Strache, 48 anos, líder do Partido da Liberdade, que advertiu que a migração em massa está a "islamizar" a Áustria. Sob o acordo, Strache tornar-se-á o vice-chanceler; o Partido da Liberdade também assumirá o controle dos ministérios da Defesa, do Interior e dos Negócios Estrangeiros.

Kurz tem sido um forte crítico da política de migração da chanceler alemã Angela Merkel, que permitiu que mais de um milhão de migrantes, principalmente africanos, da Ásia e do Médio Oriente, entrassem no país nos últimos dois anos.

Durante o seu tempo como ministro dos Negócios Estrangeiros, Kurz foi fundamental para obter a aprovação parlamentar de uma nova e revolucionária lei que regula a integração dos imigrantes. A chamada Lei de Integração - que proíbe os véus muçulmanos em espaços públicos e proíbe os radicais islâmicos de distribuir o Alcorão - estabelece regras e responsabilidades claras para requerentes de asilo reconhecidos e refugiados que recebem residência legal no país.

A nova lei exige que os imigrantes de países não comunitários assinem um "contrato de integração" que os obrigue a aprender Alemão escrito e falado e a inscreverem-se em cursos sobre os "valores básicos da ordem jurídica e social da Áustria". Os imigrantes também são obrigados a "adquirir conhecimento da ordem democrática e dos princípios básicos derivados dela".

Anteriormente, Kurz foi fundamental para reformar a lei islâmica da Áustria (Islamicgesetz), que regula o estatuto dos muçulmanos no país. A nova lei, aprovada em Fevereiro de 2015, visa integrar os muçulmanos e combater o radicalismo islâmico promovendo um "Islão com um carácter austríaco". Também enfatiza que a lei austríaca deve prevalecer sobre a lei islâmica da Sharia para os muçulmanos que vivem no país.


Mudança demográfica na Áustria


A população muçulmana da Áustria já ultrapassa as 700.000 pessoas (aproximadamente  8% da população total), acima das cerca de 340.000 (4.2%) em 2001 e 150.000 (2%) em 1990, segundo os dados compilados pela Universidade de Viena.

A enorme mudança demográfica e religiosa em curso na Áustria, tradicionalmente um país católico romano, parece irreversível. Em Viena, onde a população muçulmana agora ultrapassa 12,5%, os estudantes muçulmanos já superam em número os estudantes católicos nas escolas do ensino médio e secundário. Estudantes muçulmanos também estão à beira de ultrapassar os católicos nas escolas primárias vienenses.

Ao mesmo tempo, a Áustria emergiu como uma base importante para o Islão radical. A Agência de Protecção do Estado e Contra-Terrorismo (BVT) da Áustria alertou para a "explosão da radicalização salafista na Áustria". O salafismo é uma ideologia anti-ocidental que busca impor a lei islâmica da Sharia.

"A imigração verificada nos últimos anos não está a mudar o nosso país de forma positiva, mas sim negativa", disse Kurz, que fez campanha numa plataforma de "lei e ordem"

"A imigração descontrolada destrói a ordem num país".


Denunciando o anti-semitismo


Strache, um partidário de Israel que distanciou o seu partido da rectórica da extrema- direita austríaca, insiste que o anti-semitismo não tem lugar no seu partido e pediu uma frente comum contra os islamistas. Ele também prometeu "garantir que os boicotes [contra produtos israelitas] sejam retirados da agenda".

Durante uma visita em Abril de 2016 ao memorial do Holocausto Yad Vashem em Jerusalém, a convite do convite do partido Likud do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, Strache disse:

"Para nós, é importante agir contra o anti-semitismo, e também contra o islamismo e o terrorismo, e discutir os problemas que temos em comum. O anti-semitismo geralmente surge do islamismo e da esquerda.


"Temos muito em comum [com Israel]. Eu digo sempre, se alguém define o Ocidente Judeo-Cristão, então Israel representa uma espécie de fronteira. Se Israel falhar, a Europa falha. E se a Europa falhar, Israel falha".

Strache chamou a Merkel  "a mulher mais perigosa na Europa" por causa das suas políticas de migração, e disse repetidamente  que o Islão "não é parte" da Áustria. 

Strache também advertiu que o "influxo descontrolado de migrantes que são estranhos à nossa cultura, que se infiltram no nosso sistema de previdência social, torna a guerra civil a médio prazo inevitável".

Um eurocéptico, Strache chamou à União Europeia um "monstro burocrático" e disse que a Grã-Bretanha "provavelmente ficará melhor após o Brexit".



A política de Merkel é 'grosseiramente negligente'


Por insistência de Strache, Karin Kneissl, especialista independente do Médio Oriente que fala oito línguas, incluindo Árabe e Hebraico, será a nova ministra dos Negócios Estrangeiros da Áustria. Kneissl tem sido uma crítica vocal do presidente da Comissão da UE, Jean-Claude Juncker, que ela tem como "o César de Bruxelas". Ela também criticou a política de migrantes da Merkel como "negligente demais".

Kneissl denuncia que a maioria dos "refugiados" que chegam à Europa são predominantemente jovens de 20 a 30 anos que são "migrantes económicos controlados pela testosterona"

Numa entrevista na Televisão austríaca, Kneissl disse que uma das principais razões para as revoltas no mundo árabe foram "muitos jovens árabes não poderem encontrar uma esposa, porque não têm trabalho nem a sua própria casa e, portanto, não podem alcançar o estatuto de homem numa sociedade tradicionalista".

O presidente do Partido da Liberdade, Herbert Kickl, redactor de discursos para o líder do partido, Jörg Haider, e confidente de Strache, será ministro do Interior, uma posição-chave para a segurança doméstica e o controle das fronteiras, enquanto Mario Kunasek, um soldado profissional, dirigirá o Ministério da Defesa . Dos 16 futuros ministros do governo, apenas Kurz possui experiência no gabinete.


Rejeitar as políticas de migração da UE


Um documento de 180 páginas explica a agenda do novo governo até 2022. E promete reprimir o islamismo político; acabar com a imigração ilegal; acelerar as decisões de asilo e patrocinar uma cúpula da UE sobre imigração quando a Áustria ocupar a presidência da UE no segundo semestre de 2018.

O documento também promete dar aos austríacos mais oportunidades de votar em referendos - embora se recuse explicitamente a permitir um referendo sobre a continuidade da adesão do país à União Europeia.

Ao mesmo tempo, no entanto, o documento promete um forte compromisso com a União Europeia: "Somente numa Europa forte pode haver uma Áustria forte na qual possamos aproveitar as oportunidades do século XXI".

Alguns observadores disseram que o compromisso manifestado por Kurz com a União Europeia visava acalmar as preocupações na Europa sobre os objectivos da política euro-céptica e anti-islamização do Partido da Liberdade. Outros acham que Kurz é um pragmático "que é anti-sistema e pró-sistema ao mesmo tempo".

No entanto, Kurz prometeu rejeitar a quota de migrantes obrigatória da União Europeia.  

"Vou trabalhar para mudar essa política de refugiados errónea", disse ele. 

"Sem a protecção adequada das fronteiras externas da UE, não resolveremos o problema da migração ilegal".




- Soeren Kern é um membro sénior do Instituto Gatestone, com sede em Nova Iorque.



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COMENTÁRIO

Há 4 séculos, a investida maometana também caiu às Portas de Viena. Finalmente, Europa Ocidental elege um governo que não receia nomear o inimigo. Excelente!


Aventureiros, parasitas e terroristas.
Áustria: 90% dos muçulmanos na Áustria vivem de subsídios

Os jornalistas, profundamente contrariados, apelidam de "radicais de extrema-direita" (quando não de "nazis")  todos os que se opõem à jihad e à invasão maometana.

5 a 6 mil extrema-esquerdistas hippies-halal (possivelmente pagos pelo nazi George Soros) manifestaram-se  contra tomada de posse do novo governo, democraticamente eleito.

Numa altura em que os maometanos e os comunistas tomam as ruas da Europa e da América para exigirem abertamente a morte de todos os judeus, e em que os ataques contra judeus se multiplicam, eles vêm expressar a sua preocupação... com o anti-semitismo neste governo austríaco!
Já tínhamos assistido a esta hipocrisia quando a AfD entrou no Parlamento alemão:

AfD é anti-semita?

A Afd tem lá anti-semitas. Estes dois partidos austríacos também. Mas quer a AfD quer estes dois partidos, são os menos anti-semitas dos respectivos países.
Também cá em Portugal, os partidos bem comportados gostam de acusar  o PNR de anti-semitismo. No entanto, bem vistas as coisas, esse é bem capaz de ser o partido português com menos gente afectada por essa doença mental. Ainda agora se viu que o mal alastra na Assembleia da República, onde TODOS os partidos votaram contra o reconhecimento da Jerusalém como capital de Israel.

Parlamento austríaco foi invadido pelo senso-comum:

  

Maometano somali invade teatro infantil para pregar o Corão:

  

Esquerdista ataca concerto tradicional e leva nas lonas:

  

Colonos maometanos na Áustria têm ordens dos jihadistas para atacarem os cidadãos nativos e imporem o Islão:

  


Maometanos e comunistas protestam contra a proibição do véu islâmico:



Cidadãos protestam contra a islamização da Áustria:

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Áustria: 90% dos muçulmanos na Áustria vivem de subsídios *

Angela Merkel trouxe a morte aos países europeus.

90% dos requerentes de asilo muçulmanos na Áustria acabam a viver por conta do Estado
por Chris Tomlinson
Breitbart, 16 de Setembro de 2017, via MUSLIM STATISTICS
O ministro austríaco do Interior, Wolfgang Sobotka, está a resistir aos esforços da UE para aumentar a quota de migrantes do país, alegando que 90% dos requerentes de asilo na Áustria acabam a viver de benefícios sociais e levam à ruptura do sistema.
O ministro austríaco do Interior, mais uma vez, criticou as tentativas da União Europeia de enviar mais migrantes para a Áustria, dizendo que a grande maioria acaba por reivindicar benefícios, informa o Kronen Zeitung.
Sobotka diz que "a Áustria tem sido a principal castigada, de 2014 a 2017", e que "o nosso sistema está simplesmente sobrecarregado".
Ele acrescentou: "Se olharmos para os requerentes de asilo, 90% são migrantes económicos, que vêm em busca de viver à conta do Estado", e disse ainda que é de grande importância manter a segurança nas fronteiras.
"Temos tido dias de recebermos 15.000 refugiados, hoje é uma média de 30".

"Eles dizem que aqui podem praticar tranquilamente a sua religião e que a Áustria em breve será deles" - os refugiados reais, cristãos e outros não-muçulmanos, foram os primeiros a avisar.

"É importante manter a pressão sobre aqueles que trazem migrantes ilegalmente para a Europa através do Mediterrâneo e de outras formas"Sobotka acrescentou que, se a União Europeia não conseguir manter a pressão, será um sinal verde para os contrabandistas de pessoas, que redobrarão os esforços para contrabandear mais migrantes para a Europa. 
O plano de redistribuição de migrantes da UE tem sido controverso em muitos países, e alguns, como a Hungria e a Polónia rejeitaram completamente o plano. A Hungria realizou um referendo sobre a questão no ano passado e que a grande maioria dos húngaros votou em rejeitar a proposta. 
A Hungria e a Eslováquia interpuseram recurso para o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias (TJCE) alegando que o acordo de distribuição era inválido, uma vez que não tinha o consentimento unânime dos Estados membros e dos seus cidadãos. 
O TJCE rejeitou o recurso na semana passada, mas tanto a Hungria como a Polónia sustentaram que ainda se recusarão a aceitar migrantes.

 A Áustria enviou soldados para as entradas de migrantes onde a Polícia tem sido atacada pela esquerda, que transporta cartazes a apelar ao fim das fronteiras no Mundo Livre.

Também foi revelado nesta semana que as mães de crianças nascidas no estrangeiro estão dramaticamente sobre-representadas entre aqueles que reclamam subsídio de assistência à infância na Áustria, com um terço de todos os requerentes provenientes de origens estrangeiras.
Na capital, Viena, as famílias estrangeiras representam 55% dos requerentes, custando aos contribuintes milhões de euros.
Heinz-Christian Strache, presidente do Partido da Liberdade, que é contra a migração em massa (FPÖ), disse que os números "mostram o quão profundamente estamos mergulhados numa crise de justiça".
Strache instou o público austríaco a votar na actual coligação do Partido Popular  Social-Democrata austríaco, "antes que a população austríaca desapareça".

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Só a invasão muçulmana da Áustria daria um blogue completo e não chegaríamos para as encomendas. A esquerda, completamente fanatizada pelos media e pelos seus líderes, recusa-se a encarar a realidade. Porque foi doutrinada para não pensar, e apenas sabe reagir emocionalmente, com amor aos invasores e ódio às vítimas da invasão.
A esquerda recusa-se a admitir que haja gente imperfeita neste mundo, para além do homem branco e da civilização judaico-cristã. 
Um esquerdista típico jamais lerá posts como este, jamais conferirá se é verdade ou não. Pelo título, decide logo que "é tudo propaganda". Entra em histeria, grita insultos, ameaça de pancada e até pior que isso. 
Os esquerdistas foram ensinados a odiarem-se a si mesmos e a crerem que vivem no pior dos mundos, apesar de viverem no Mundo Livre. Questionar a hégira (a colonização islâmica) equivale para os esquerdistas a uma blasfémia, que puniriam com a morte, se pudessem.
Leia também: 
A Epidemia de Estupros Cometida por Migrantes Chega a Áustria

Este é mais um post da série: 
 ESTATÍSTICAS MUÇULMANAS

A esquerda não compreende que a cultura islâmica (como é próprio de todos os povos bárbaros) desconhece por completo o conceito de gratidão.  Porque os esquerdistas raramente contactaram com o mundo real, e nunca privaram nem com os bárbaros que vivem entre nós (certos delinquentes, certos parasitas da sociedade, certas minorias hostis, etc.). 
Onde o homem civilizado vê bondade, o bárbaro vê fraqueza. E o Islão despreza a fraqueza.
Os europeus de coração mole são o produto de uma sociedade que lhes facilitou a ida a ponto de eles desconhecerem o mal. Os europeus de coração mole abrem os braços aos "refugiados". Estes retribuem matando, estuprando e espancando.




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Adeus França; adeus Portugal?

Ontem, pela bela prosa de Maria João Marques, falámos do trágico presente da Grã-Bretanha, ao qual se poderia ter referido o drama (consentido e aplaudido pelo politicamente correcto de uma Inglaterra trabalhista que abriu as portas a uma maciça imigração de muçulmanos para desvitalizar o poder do conservadorismo judaico-cristão) de 1400 crianças que foram bárbara e selvaticamente usadas sexualmente por gangs de pedófilos muçulmanos (que nada mais fazem do que seguir o exemplo do, para eles, moralmente irrepreensível, Maomé). 1400 crianças que não foram ajudadas precisamente para, não só não se passar por islamofóbicos (embora eu goste mais do termo islamorealistas ou islamonauseados), não se ferir a sensibilidade, os costumes e a cultura dos seus (na minha opinião, nada mentecaptos, antes perfeitamente lúcidos ante a realidade circundante) abusadores. Ai se tivessem sido padres ou rabis. Ai! Era o fim do mundo. Como eram muçulmanos, todos foram fechando os olhos e, assim, permitindo o perpetuar desses crimes. Mesmo cá em Portugal, ao não fazer referência à religião dos abusadores (elemento essencial para se compreender o que se passou, pois tais actos são sancionados pela sua crença religiosa) o nojento Al-Público, sempre preocupado pelo branquear o islão, está a ser cúmplice desses trágicos eventos.



branco, mais branco (no que diz respeito a "limpar" o islão) nem o OMO

Mas hoje foquemo-nos na França. Essa França em que mr. Hollande venceu as passadas eleições graças ao apoio dos muçulmanos e em que, segundo uma sondagem, 1 em 6 franceses apoia o ISIS. Repito: 1 em 6! Adeus França! 


o futuro presente da França

Adeus França da liberdade, fraternidade e igualdade. Mal-vinda sejas França da sharia e de um islão que, contrário ao que disse David "Aldrabão" Munir recentemente na RTP Informação, tem tudo a ver com o ISIS. Tudo. Esse ISIS que está a servir-se da Áustria para levar por diante o seu plano para, em 5 anos, instalar o Califado na Europa.



Áustria: a Tróia do ISIS

"Ridículo", dirão alguns. Talvez. Mas pelo menos estão a tentar o suficiente para preocuparem os serviços de informação de toda a Europa. "Estamos longe disso", dirão outros. Não, não estamos. Aqui ao lado, em Espanha, um iman, tão moderado como David "o islão é uma religião moderada" Munir, já apela à morte de todos os judeus e, cá em Portugal, um membro dos Burrada Som Sistema (não, não é um erro) diz que as mães da "Palestina", que todos sabemos serem imensamente pacíficas e defensoras da vida, merecem o prémio nobel da paz. Adeus Grã-Bretanha. Adeus França. Adeus Portugal?



o iluminado da Burrada