sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Como o Hamas trata os animais e como o IDF trata os animais

 Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:   

 Soldados israelitas e cães resgatados em Gaza.


A grandeza de um país e seu progresso podem ser medidos pela maneira como trata seus animais.

Mahatma Gandhi


No Massacre de 7 de Outubro, os terroristas do Hamas transmitiam em directo para o mundo muçulmano através das suas câmaras corporais. 
Abateram todos os judeus que conseguiram (excepto os que levaram para estuprar) e nem os animais escaparam:

A crueldade dos muçulmanos para com os animais é conhecida (veja a nossa secção ANIMAIS, que dá alguns pequenos apontamentos sobre o tema). 

Agora veja como os soldados israelitas na guerra em Gaza, tratam os cães abandonados que encontram:

Não podem recolher e adoptar todos, mas, mesmo assim, alimentam, hidratam e salvam quantos podem.

Há muito mais exemplos do tratamento dado pelo Hamas e pelos muçulmanos aos animais, em contraste om o do IDF e dos israelitas. Só muita cegueira espiritual pode levar as pessoas a considerarem que o Hamas é um grupo nacionalista e o herói desta guerra.

 Não perca:

Massacre de 7 de Outubro - NOVO SITE



E que têm o PAN e todas as associações animalistas e toda a extrema-esquerda panteísta a dizer de tudo isto? NADA!!! Um silêncio ensurdecedor, como sempre!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Massacre de 7 de Outubro - NOVO SITE

Milhões visitam novo site israelita que mostra imagens gráficas do massacre do Hamas


O site inclui imagens gráficas da violência brutal do Hamas nas cidades do sul de Israel, no festival de música Nova e nas bases militares.

Por Troy O. Fritzhand, The Algemeiner

O site do governo israelita que mostra os horrores do massacre do grupo terrorista Hamas em 7 de Outubro no sul de Israel recebeu um tráfego online significativo na semana desde o seu lançamento, de acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF).

O site – https://saturday-october-seven.com/ – já obteve mais de 43 milhões de visualizações, incluindo cerca de meio milhão que levou as pessoas a explorar o conteúdo do site sobre as atrocidades de 7 de Outubro.

O site, que inclui vídeos e fotos perturbadores dos crimes cometidos, contém um aviso: “Aconselha-se extrema discrição do espectador”. 


O site anterior foi rapidamente censurado pelo lóbi islamo-esquerdista que domina a Internet. Aconselhamos os nossos leitores e amigos a que visitem sem demora este site e guardem todos os documentos quantos puderem. O negacionismo agora é em tempo real.

As Forças de Defesa de Israel (IDF) lançaram o site em parceria com a Direcção Nacional de Diplomacia Pública de Israel um dia antes do início do caso da África do Sul no Tribunal Internacional de Justiça (CIJ), que acusa Israel de cometer “genocídio” em Gaza.

O conteúdo do site inclui imagens gráficas da violência brutal do Hamas nas cidades do sul de Israel, no festival de música Nova e nas bases militares. Ao todo, os terroristas do Hamas mataram mais de 1.200 pessoas e fizeram mais de 240 reféns durante o seu ataque, desencadeando a guerra em Gaza.

 

Para que todos conheçam os crimes do Hamas contra a Humanidade: DIVULGUE!


Em resposta à invasão surpresa, Israel tem levado a cabo uma campanha militar de ataques aéreos e operações terrestres contra o Hamas em Gaza, o enclave "palestiniano" governado pelo grupo terrorista, comprometendo-se a continuar a luta até que todos os reféns sejam libertados e o Hamas já não represente uma grande ameaça ao povo israelita.

Segundo o IDF, as secções mais vistas do site foram as que se centraram nos ataques às aldeias israelitas e no festival de música, onde terroristas assassinaram mais de 360 pessoas.

Para além dos assassínios e dos raptos, há cada vez mais provas que documentam o uso sistemático de tortura e violência sexual por parte do Hamas, incluindo violações em massa, contra o povo israelita.

Para que todos conheçam os crimes do Hamas contra a Humanidade: DIVULGUE!


Lançado apenas fora de Israel, a maioria dos visitantes do site veio dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Canadá.

Yuval Horowitz, um dos criadores do site, disse à Imprensa hebraica que era crucial lembrar ao mundo como a guerra em Gaza começou.

“Entendemos que à medida que nos afastamos do dia 7 de Outubro, é ainda mais importante lembrar o que deu início a toda a guerra”, disse ele. “É de importância crucial para a legitimidade global. É importante repetir isto para o público que realmente não entende e nem mesmo acredita que foi isto que aconteceu em 7 de Outubro. Usando o site, conseguimos trazer de volta à consciência as cenas de 7 de Outubro, e nós tornamos os crimes directamente acessíveis ao público.”

Para maximizar o seu alcance, inclusive entre os activistas pró-Hamas que se manifestam em todo o Ocidente, os criadores do site inseriram palavras-chave como “África do Sul” e “genocídio” para que aparecessem nos seus feeds de pesquisa.

Moshik Aviv, chefe da Direcção Nacional de Diplomacia Pública, disse que quando o site foi lançado o objectivo era “relembrar as terríveis atrocidades que foram cometidas contra os cidadãos de Israel no Sábado Negro de 7 de Outubro”.

Para que todos conheçam os crimes do Hamas contra a Humanidade: DIVULGUE!


“Continuaremos a agir para que os cidadãos do mundo não possam permanecer indiferentes ao terrível massacre que vivemos”, continuou Aviv. “Esta é uma importante diplomacia pública e uma ferramenta diplomática que expõe graves crimes contra a Humanidade.”

Aviv acrescentou que o website ajudará na defesa de Israel contra o caso da África do Sul no TIJ e nos seus esforços de diplomacia pública de forma mais ampla.

“Este site ajudará o Estado de Israel na sua missão de lembrar ao mundo que somos vítimas do evento terrorista sem precedentes que vivemos”, disse ele.


terça-feira, 16 de janeiro de 2024

9.000 terroristas do Hamas mortos desde o início da guerra

Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:   

- Este post fica na nossa secção OPERAÇÃO ESPADAS DE FERRO.

 

As Forças de Defesa de Israel (IDF) também atacaram 30.000 alvos terroristas em Gaza e detiveram 2.300 suspeitos de terrorismo na Faixa para interrogatório.

Por TPS

As Forças de Defesa de Israel eliminaram mais de 9.000 terroristas "palestinos" na Faixa de Gaza durante a sua ofensiva terrestre contra o Hamas, disseram os militares no domingo, citando dados entre 7 de Outubro e 9 de Janeiro.

 

Imagens recentemente divulgadas da polícia israelita lutando contra o Hamas em 7 de Outubro.

 

As Forças de Defesa de Israel também eliminaram dois dos cinco comandantes de brigada do Hamas, anunciou o Exército. Além disso, 19 comandantes de batalhão e 50 comandantes de companhia foram mortos.

Antes de Israel lançar a sua guerra em retaliação aos ataques terroristas do Hamas em 7 de Outubro na região noroeste do Negev, nos quais 1.200 pessoas foram brutalmente massacradas, a organização terrorista era composta por aproximadamente 30.000 combatentes, disse o IDF. Entretanto, estima-se que o número de reféns detidos em Gaza seja de 136.

Nos últimos três meses, os militares israelitas atacaram cerca de 30 mil alvos terroristas no enclave costeiro e as forças terrestres detiveram 2.300 suspeitos de terrorismo na Faixa para interrogatório.

​Grupos terroristas "palestinos" em Gaza lançaram aproximadamente 9.000 mísseis que atingiram o território do Estado judeu, segundo dados do IDF. Outras centenas de mísseis falharam e caíram dentro da Faixa.

Nas fronteiras norte do país, as Forças de Defesa de Israel e a Força Aérea Israelita atacaram cerca de 750 alvos na Síria e no Líbano desde o início da guerra. 
Cerca de 2.000 rockets e mísseis entraram em território israelita vindos do Líbano, além de cerca de 30 projécteis lançados a partir da Síria.

As Forças de Defesa de Israel disseram que 522 soldados foram mortos desde 7 de Outubro, dos quais 188 foram mortos desde o início da operação terrestre em Gaza em 27 de Outubro. 

Mais de 2.500 soldados foram feridos, incluindo 388 que sofreram ferimentos graves e 672 que foram moderadamente feridos.

No início deste domingo, a Bituach Leumi, a administração da segurança social de Israel, publicou dados abrangentes sobre as vítimas civis. 

 

 16 de Janeiro: Enorme barragem de 50 rockets disparados contra Israel.


De acordo com os dados mais recentes da organização, 779 civis foram assassinados por terroristas desde que o Hamas lançou os seus ataques surpresa, incluindo 76 cidadãos estrangeiros.

Mais de 50 mil civis ficaram feridos, incluindo 102 gravemente e 171 moderadamente.

A Bituach Leumi reconheceu 1.962 pessoas como vítimas recorrentes das hostilidades – pessoas anteriormente feridas em actos terroristas que foram novamente feridas durante os últimos 100 dias de combates.

Enquanto Israel assinalava, no domingo, 100 dias desde o massacre de 7 de Outubro, o Hamas continuou a lançar mísseis ao longo do dia, fazendo disparar sirenes de ataque aéreo em Ashdod, Yavne, Kibutz Sa’ad, Moshav Ben Zakai, Moshav Zimrat e Moshav Shuva. Nenhuma vítima foi relatada.

Também no domingo, Mira Ayalon, 76, e  o seu filho Barak Ayalon, 48, foram mortos em sua casa em Moshav Yuval, na Alta Galileia, por dois mísseis anti-tanque disparados do Líbano. Barak Ayalon era membro da equipa civil de resposta a emergências da comunidade.

 

COMENTÁRIO 

 

- Da orgia global ao ódio global

No dia 7 de Outubro, Israel foi atacado por terroristas militarizados e por terroristas civis de Gaza, que levaram a cabo um massacre hediondo, com gente queimada viva, torturada e cortadas às postas, com  estupros em massa, de famílias inteiras, numa orgia demoníaca que desafia a compreensão de qualquer ser humano digno desse nome.

Os habitantes de Gaza, que são praticamente todos apoiantes do Hamas e da jihad, os muçulmanos de todo o mundo, os esquerdistas e os nazis, celebraram, em delírio orgiástico, de 7 a 27 de Outubro. 

Assim que Israel começou a responder, abatendo terroristas, foi desencadeada pela Imprensa a maior operação de propaganda antissemita da História. 

Nunca se viu uma onda de antissemitismo tão abrangente como aquela a que assistimos. Cortesia dos jornalistas.

Hoje em dia, qualquer pessoa que se preze, deve condenar Israel, porque enfim, se os terroristas querem massacrar judeus, os judeus devem deixar-se massacrar e agradecer e pedir desculpa! 

 

- O antissemitismo não acabará jamais. Os antissemitas, se Deus quiser, acabarão.

Qualquer outro país do mundo teria feito o mesmo que Israel fez: perseguir a abater os terroristas. Mas Israel é um país diferente. É o ÚNICO no mundo que tem a sua existência contestada. 

O antissemitismo de hoje é igualzinho ao do Holocausto, ao dos pogroms russos, ao da Peste Negra, ao das Fogueiras da Inquisição, ao que os Árabes e os muçulmanos praticam há 1400 anos. 

NADA do que Israel faça alguma vez agradará a essas almas doentes. Em vão Israel é o Exército mais humanitário da História, que evita vítimas civis como nenhum outro. 

Os inimigos de Israel aclamam os assassinos do Hamas como heróis, apesar de eles usarem escudos humanos e fazerem todo o possível para ter baixas "civis" para atiçar o ódio contra Israel.

 

- "Ai as  pobres criancinhas!!!"

A preocupação com as criancinhas de Gaza (trazidas a este mundo para morrerem em nome de Alá, matando judeus) é pura HIPOCRISIA! 
NINGUÉM está minimamente preocupado com o uso que os muçulmanos fazem dos filhos para terrorismo - inclusivé cedendo-os ao Hamas para cavarem túneis, sabendo perfeitamente que depois serão abatidos pelo Hamas!

Apenas Israel e os judeus se preocupam com as criancinhas de Gaza. Israel já sacrificou 522 dos seus solados para poupar vidas de criancinhas que os pais muçulmanos geram apenas para o terrorismo.

 

- Perspectivas muito sombrias 
Israel já matou 9.000 terroristas. Mas por cada terrorista morto, há mil  a quererem tomar o seu lugar. Os muçulmanos odeiam mais os judeus do que amam a própria vida. Eles acotovelam-se pela "honra" de morrer em combate.

Qualquer outro país do mundo atacaria do ar e pouparia vidas dos seus soldados. Israel não pode. Tem de obedecer a um mundo que exige sangue judeu em quantidade. 

 

- Até ao último judeu 

Israel está a perder homens, a perder material, a gastar uma fortuna numa guerra impossível. Da fronteira de Gaza com o Egipto passam quantos terroristas quantos os Árabes quiserem.

Nem o Egipto nem NINGUÉM neste mundo, está interessado em receber "palestinos". 

Os habitantes de Gaza são usados como escudos humanos e o mundo culpa Israel. O Egipto não os deixa sair de Gaza, já que o Hamas e outros grupos islamistas insistem em levar a luta até ao fim. Os Árabes querem que morram muitos cidadãos de Gaza. Porque os desprezam e porque podem culpar Israel.

Se o Hamas entregasse os reféns que ainda não matou, em indizíveis torturas, a guerra já tinha acabado. Mas o Hamas não quer. E é Israel que é acusado!

Israel está a ser atacado a partir de Gaza, da Judeia e Samaria, do Iémen, da Síria, do Líbano, do Iraque e do Irão, e ainda assim, o mundo está contra Israel. Porque se os invasores Árabes querem Israel, então o pequeno Estado judeu deve fazer-lhes a vontade. E fazê-la toda, deixando-se massacrar até ao último judeu!



Visite o canal de Youtube das Forças de Defesa de Israel.

 Aqui, uma panorâmcia da rede de túneis de terrorismo sob o Hospital Shifa:

domingo, 14 de janeiro de 2024

Directamente da Idade Média: Carlos Fino!

 Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:   

 

Toda a gente se lembra do Carlos Fino e das suas reportagens em Moscovo, com uma ushanka na cabeça e aquele ar dramático de quem tomava parte activa nos acontecimentos (se é que não os protagonizava mesmo!). 

 
Agora tem o cabelo todo branco (dá uns ares do Cunhal...) já é Doutor (como o Relvas, o Sócrates e o Avelino Ferreira Torres!) e já não diz: "Carlos Fino. RTP. Moscovo". 
Mas diz outras coisas (ou alguém por ele) no seu Facebook:


A afirmação do Doutor Carlos Fino, jornalista profissional e Doutor em Comunicação, peca por alguma imprecisão. A saber: 

- Não existem fontes históricas que nos permitam dizer que Jesus existiu, muito menos qual foi a causa da sua morte. O Jesus histórico é apenas uma hipótese (tal como o Maomé histórico, o Abraão histórico, etc.).

- Os Evangelhos não são fontes históricas. Foram escritos, tanto os canónicos como os apócrifos, muito depois da vida de Jesus.

- O Novo Testamentos tem sido alterado ao longo dos séculos, consoante as conveniências (400 mil alterações é obra!) - nomeadamente para suportar a velha acusação de deicídio contra os judeus.

- O próprio Novo Testamento contém uma infinidade de contradições.

No que toca à morte de Jesus, temos, por exemplo: 

João escreveu que os soldados romanos pregaram Jesus na cruz. ... mas Pedro (que talvez não enxergasse tão bem) disse que foram os judeus que pregaram Jesus na cruz e o mataram (Atos 2:23; 5:30).

- Jesus disse que os gentios seriam seus assassinos (Lucas 18:31) ... mas depois diz que seriam os próprios judeus que o matariam. (Lucas 20:13, 14). Graças a passagens anti-semitas, como esta que pipocam as dezenas no “novo testamento” os judeus foram ao longo da história massacrados pelo crime de deicídio, assassinos de D’us, já que Jesus foi considerado por um concílio católico um deus encarnado, contradizendo a Torá, já que Ele não tem forma. 

- Jesus foi crucificado no lugar chamado Gólgota, que era uma... ... montanha árida. (Mateus 27:33, 60; Lucas 23:33, 53) ...ou no local havia um horto. (João 19:17, 41)

Muito mais contradições neste documento, de onde respigámos as contradições assinaladas nas linhas supra

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Por causa da absurda e lamentável acusação que o Carlos Fino repete, milhões de judeus vêm sendo perseguidos, torturados e assassinados, desde há séculos. 
Queimados vivos, abatidos a tiro, gaseados, os judeus têm expiado a culpa colectiva e hereditária de algo que não sabemos se alguma vez aconteceu: há 2 mil anos, uns quantos judeus terem condenado um judeu à morte por este se dizer Deus encarnado!

Para o Carlos Fino, não parece ter sido suficiente. 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Jornalistas compartilharam apelo para invadir Israel no Massacre de 7 de Outubro

 Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:   

Apostamos que muitas redacções por esse mundo fora sabiam antecipadamente do massacre e aguardavam ansiosamente a realização de um sonho. E as evidências acumulam-se.

ALIÁS, BASTA LIGARMOS A TV EM QUALQUER CANAL, NACIONAL OU ESTRANGEIRO, PARA  VERIFICARMOS QUE PRATICAMENTE TODA A IMPRENSA ACTUA COMO ÓRGÃO DE PROPAGANDA DO HAMAS E DE TODOS OS GRUPOS TERRORISTAS QUE SE DEDICAM À ERRADICAÇÃO DOS JUDEUS DA FACE DA TERRA. 

Na nossa secção OPERAÇÃO ESPADAS DE FERRO, temos dado alguns exemplos de como os jornalistas sabiam antecipadamente do massacre e participaram nele:

JORNALISTAS-JIHADISTAS: AP, Reuters, CNN, NYT, participaram no Massacre de 7 de Outubro

Jornalista comemora participação no massacre do Hamas

REVELADO: Fotojornalistas de Gaza compartilharam apelo para invadir Israel em 7 de Outubro


Descubra a revelação chocante do apelo dos fotojornalistas de Gaza para se infiltrarem em Israel durante os acontecimentos de 7 de Outubro, numa investigação da Honest Reporting.


Um fotojornalista de Gaza que trabalha para a Imprensa internacional pediu aos residentes do enclave costeiro que cruzassem a fronteira para Israel em 7 de Outubro, depois de os terroristas do Hamas a violaram, descobriu uma investigação do HonestReporting.

Mohammed Fayq Abu Mostafa, um freelancer que trabalha para a Reuters, fez os comentários enquanto exibia com entusiasmo imagens das atrocidades do Hamas num Instagram Live organizado em Gaza por outro fotojornalista, Ashraf Amra.

Amra trabalha para AP, Reuters e APA Images, bem como para a agência turca Anadolu. A investigação também descobriu que Amra foi homenageada com beijos do líder do Hamas, Ismail Haniyeh, em duas ocasiões anteriores.

 

Os jornalistas andam literalmente aos beijinhos com os líderes terroristas do Hamas:

O que diría a opinião pública se jornalistas americanos andassem aos beijos com o bin Laden em vésperas do 11 de Setembro? 

 

A revelação põe em dúvida a imparcialidade jornalística dos dois fotojornalistas freelancer e os procedimentos de verificação dos meios de comunicação que confiaram no seu trabalho.

As informações a seguir foram compiladas com base numa investigação das contas de rede social de Amra e Abu Mostafa. Também analisámos artigos e imagens publicados on-line e verificámos bancos de dados de imagens de meios de comunicação relevantes.

“Quem puder ir – vá”

Em 7 de Outubro, Amra organizou um Instagram Live de Khan Younis para fornecer actualizações após o mortal ataque transfronteiriço do Hamas a Israel, no qual 1.200 pessoas foram mortas e cerca de 240 feitas reféns.

Durante a transmissão, Amra deixou voluntariamente Abu Mostafa, que acabara de regressar do território israelita, mostrar os actos brutais que capturou no seu telefone na área fronteiriça violada.

Amra pode ser visto a rir enquanto Abu Mostafa apresenta imagens do linchamento de um soldado israelita:

Abu Mostafa prosseguiu: “Estivemos lá há duas horas, desde o início”.

Ele detalhou o que viu na fronteira e no interior de Israel, em Sderot. Ele descreveu a invasão de uma sala onde israelitas estavam escondidos antes de serem levados por terroristas do Hamas.

Ele então apelou às pessoas para invadirem o Estado judeu soberano: “Conselho: quem puder ir – vá. É um evento único que não acontecerá novamente.”

E Amra responde: “Realmente, isto não se vai repetir”.



As fotos de Abu Mostafa na fronteira, uma das quais parece mostrar o linchamento que ele compartilhou no Amra’s Live, foram recentemente selecionadas pela Reuters e pelo The New York Times para serem incluídas nas suas “Imagens do Ano” de 2023.

Amra também esteve na fronteira no início do dia. No Instagram Live ele disse:

"Acabei de regressar da área de Khuza’a, perto da área de Khuza’a, na fronteira oriental da Faixa de Gaza. Dezenas de homens "palestinos" armados invadem constantemente a fronteira em direcção aos assentamentos ao redor de Gaza."

Alguns meios de comunicação publicaram uma foto creditada à “Agência Ashraf Amra/Anadolu via Getty Images”, mostrando uma escavadora rompendo a cerca da fronteira. A Reuters selecionou outra foto de Amra, tirada em 7 de Outubro dentro de Gaza, como uma das suas “Fotos do Mês” de Outubro de 2023.

 



Em Novembro, o HonestReporting publicou uma exposição que levantava sérias questões éticas relativamente à presença matinal de fotojornalistas de Gaza – incluindo Abu Mostafa – na fronteira entre Gaza e Israel violada no dia 7 de Outubro.

Questionámos a moralidade e o profissionalismo dos fotojornalistas que pareciam acompanhar os terroristas do Hamas na sua violência e questionámos qual o nível de conhecimento que estes freelancers tinham antes da infiltração do Hamas, perguntando se foram apenas as fronteiras físicas que foram violadas.

Agora, a denúncia de um jornalista que proclama orgulhosamente que está na fronteira “desde o início”, juntamente com o seu apelo à infiltração em Israel enquanto exibe as atrocidades do Hamas – atravessa mais fronteiras.

Principalmente quando outro colega jornalista lhe deu a plataforma para fazer isso, e ficou feliz em o compartilhar com os seus 188 mil seguidores no Instagram.

Beijado por Haniyeh

A vontade de Amra de utilizar o seu canal de comunicação social desta forma pode ser explicada pelo tratamento pessoal especial que recebeu do líder do Hamas, Ismail Haniyeh.

Em meados de Setembro, o líder do grupo terrorista fez uma visita a Amra, que estava a ser tratado de uma lesão na mão, num hospital de Istambul.

Amra foi ferido enquanto cobria os distúrbios na fronteira de Gaza (sem colete de Imprensa) e culpou as tropas israelitas.

Nas fotos e vídeos publicados após o encontro, Haniyeh é visto beijando as bochechas e o braço engessado de Amra.

De acordo com relatos da Imprensa, Haniyeh disse a Amra durante a visita que apreciava o seu papel e o da Imprensa "palestina" na exposição “dos crimes da ocupação”. Amra respondeu que a lesão não o impedirá de retornar ao seu “papel nacional”.

A visita de alto nível ao hospital não foi a primeira vez que Haniyeh homenageou o veterano fotojornalista, a quem entregou um prémio em 2012:

 

Será que Haniyeh proporciona este tratamento VIP a todos os jornalistas baseados em Gaza que possam ter sido feridos enquanto trabalhavam? Qual é a natureza da sua ligação com Amra? Explicará o fácil acesso da Amra à cobertura da liderança e treino do Hamas em Gaza?
Curiosamente, de acordo com o Centro de Informação sobre Inteligência e Terrorismo Meir Amit, Amra também tem trabalhado ao lado de Hassan Eslaiah, um fotojornalista freelancer cuja infiltração em Israel e laços estreitos com o líder do Hamas, Yahya Sinwar, foram detalhados na exposição do HonestReporting em Novembro. Posteriormente, AP e CNN cortaram relações com Eslaiah.

Tudo o que foi dito acima deveria soar o alarme para as organizações de notícias e seu público em todo o mundo.

A alegria perante a exibição das atrocidades do Hamas, juntamente com a partilha de um apelo à infiltração em Israel, onde o Hamas tinha brutalizado, violado e assassinado israelitas inocentes em 7 de Outubro, são terríveis por si só.

O mesmo ocorre com a lisonja que as suas ações conquistaram do chefe de uma organização terrorista genocida.

Há sérias questões para os meios de comunicação internacionais que divulgaram de forma proeminente o trabalho destes fotojornalistas:

Eles examinaram Amra e Abu Mostafa antes de publicar o seu trabalho? 
Algum meio de comunicação tinha conhecimento da actividade dos fotojornalistas nas redes sociais e do reconhecimento de Amra pelo líder de um grupo terrorista proibido? 
Quais são exatamente os procedimentos de verificação para freelancers em Gaza? 
E, se existem códigos de conduta diferentes para freelancers e funcionários permanentes, então porque é que isso não é divulgado em cada artigo em que um freelancer trabalha? 
Um compromisso com a ética jornalística deveria levar as organizações noticiosas que nomeámos a responder a estas questões muito básicas.

E a humanidade básica deveria obrigá-los a responder a estas perguntas.

 


 

What were photojournalists from Gaza doing on October 7? | HonestReporting's Gil Hoffman on i24NEWS

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Alerta aos "túneis sionistas"!!!

 Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:   

 

O Mundo está em alvoroço! A Humanidade corre perigo! Chamem a Confederação Intergaláctica! Chamem o Superman!

Porquê? Por causa de uns túneis! 

Os túneis do Hamas, onde os terroristas mantêm cativas mulheres e crianças inocentes, sob permanente estupro e tortura, assassinando uns quantos de vez em quando? 

Claro que não! Isso não interessa nada! Aliás, isso nem existe!!!

O que se passou (e a histeria mediática de hoje sobre "túneis judeus" e "túneis sionistas", foi isto: 

Estudantes cavaram um túnel no quartel-general do grupo Chabad e tentaram impedir violentamente o seu fecho

A Polícia de Nova Iorque impediu um grupo de jovens estudantes do grupo religioso Chabad de perturbar o fecho de um túnel que aparentemente tinham escavado secretamente na sede do movimento Lubavich:


O grupo entrou no túnel, aparentemente escavado no ano passado, que dava acesso não autorizado à sinagoga na 770 Eastern Parkway, no bairro de Crown Heights, no Brooklyn, e começou a estudar a Torá dentro dele.

Polícias foram chamados para retirar os alunos do túnel. Eles prenderam alguns, depois de o grupo ter sido filmado tentando protestar violentamente contra a acção policial.

Veja como tudo começou:

Estudantes da Bíblia arrancaram painéis de madeira para evitar que um camião de cimento isolasse os túneis recentemente descobertos.

Eles então entraram no túnel e começaram a estudar.

A Polícia foi imediatamente chamada. 


O movimento Chabad emitiu um comunicado condenando as acções dos estudantes:

DECLARAÇÃO DA SEDE DE CHABAD-LUBAVITCH

A comunidade Chabad-Lubavitch está a sofrer com o vandalismo de um grupo de jovens agitadores que danificou a sinagoga abaixo da sede da Chabad, em 770 Eastern Parkway, na noite de segunda-feira.

Estas acções odiosas serão investigadas e a santidade da sinagoga será restaurada. Os nossos agradecimentos ao NYPD (Polícia de Nova Iorque) pelo seu profissionalismo e sensibilidade.

Estamos gratos pela manifestação de preocupação e pelo apoio das nossas instituições Chabad-Lubavitch em todo o mundo.

Rabino Yehuda Krinsky

Presidente 


Como seria de prever, para além do destaque sensacionalista e malicioso nos media, abundam teorias da conspiração sobre os "túneis sionistas". 
Se se tivesse passado exactamente a mesma coisa com com cristãos, budistas, hindus ou qualquer outra religião, não haveria este espectáculo todo. 
Se tivesse acontecido a mesma coisa com muçulmanos, a Polícia estaria a ser acusada de racismo e a opinião pública indignada - "Ora esta! cada qual tem o direito de fazer os túneis que bem entenda em sua casa!".

E o que é que nós achamos disto?

Nós achamos que estes tipos são malucos. Mas exaltados religiosos, há para todos os gostos:

- Os exaltados cristãos vão para a Opus Dei e atormentam-se com cilícios e jejuns. 

- Os exaltados muçulmanos metem bombas e cortam cabeças. 

- Os exaltados judeus cavam túneis e enfiam-se lá dentro a estudar a Bíblia. 

Só estes últimos causam escândalo global, teorias da conspiração e culpabilização colectiva. E sobretudo um ódio que nos deixa sempre abismados. 

 

Caverna onde viveu o místico judeu Shimon bar Yochai, em Meron, Israel.


Nota: Por muito ridículo que possa parecer (e se calhar é mesmo), é provável que estes lunáticos estivessem a tentar imitar os místicos judeus que, no tempo da ocupação Romana de Israel, se escondiam em cavernas para estudar a Bíblia, actividade proibida pelos colonizadores. 
A Polícia foi chamada (e muito bem) mas jamais as massas antissemitas se convencerão de que o dito túnel não abrigava coisas inconfessáveis.

 


Visita ao túmulo de Shimon bar Yochei.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

ESPANCADAS, TORTURADAS: Karina, 19, Daniela, 19 Agam, 19 Liri, 18 - Reféns do Hamas

   Publicado no AMIGO DE ISRAEL 2.0:   


Karina, 19 Daniela, 19 Agam, 19 Liri, 18. 3 meses no inferno do Hamas, sem Cruz Vermelha, sem ONU, sem organizações de Direitos Humanos. Não haverá justiça nem paz até que 136 humanos sejam libertados. 

 

OS CENSORES DA INTERNET, APOIANTES DO GRUPO ISLAMONAZI HAMAS, QUE NOS POLICIAM EM PERMANÊNCIA, NÃO PERMITEM ESTE VÍDEO, À SEMELHANÇA DE TANTOS OUTROS: 








4 jovens espancadas e mantidas reféns pelo Hamas com rostos ensanguentados

Por: World Israel News, 8 de Janeiro de 2024

Num artigo assustador, o Daily Mail revela os rostos espancados de quatro mulheres israelitas capturadas por terroristas do Hamas.

Os seus rostos ensanguentados, capturados antes e depois do Massacre de 7 de Outubro, contam uma história de horror e resiliência. (...)


Inspirado em:



Os terroristas do Hamas e a população de Gaza assassinaram 1500 inocentes, entre torturas macabras, estupros e mutilações, não poupando crianças bebés, mulheres ou idosos. Um inferno na terra, como temos mostrado, com vídeos e fotos, na nossa secção OPERAÇÃO ESPADAS DE FERRO.

Os terroristas do Hamas recusam entregar os 136 reféns que ainda mantêm e inviabilizam assim o cessar-fogo. 

Mas a ONU, a UE, o Papa, a comunidade internacional e as manifestações nas ruas exigem que Israel retire de Gaza e continue a deixar massacrar os seus cidadãos! Não pedem que os terroristas entreguem os reféns.

Os media demonizam Israel, omitem os ataques terroristas e distorcem criminosamente  as acções militares de Israel (o Exército mais moral da História).

Jovens soldados do IDF, na flor da vida, morrem diariamente  em Gaza, porque a comunidade internacional exige de Israel padrões absurdos para salvaguardar vidas de civis .

Embora em Gaza não haja "civis inocentes" e embora Israel poupe vidas civis em cenário de guerra como mais nenhum outro país!

Jornalistas, muçulmanos, comunistas, nazis, em suma: todos os antissemitas, estão de alma e coração com os terroristas do Hamas. 

 

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- Este post fica na nossa secção OPERAÇÃO ESPADAS DE FERRO, onde pode encontrar posts como estes:

Campos de estupro de reféns em Gaza

Hamas cometeu atrocidades sobre os reféns. Jornalistas omitem e MENTEM.

Gaza, Mentiras e Vídeo

Jornalista comemora participação no massacre do Hamas

"Eu não sou antissemita, sou anti-Sionista!"

Os heróicos rasgadores de cartazes

CÚMPLICES: ONU, Cruz Vermelha, OMS, pessoal, médico, jornalistas, TODOS sabiam do Hospital Shifa!

Hamas matou 160 crianças cavadoras de túneis de terrorismo