Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
Os muçulmanos em França já atingiram uma percentagem da população que torna impossível reverter a islamização - pelo menos sem guerra civil. As autoridades já estão de mãos atadas para fazer cumprir as leis da República, pois a força dos mais de 20 milhões de colonos muçulmanos hostis (o número exacto é escondido pelas autoridades) fala mais alto. Diariamente, são mortos franceses às mãos do Islão. A França está perdida. É este o preço do voto islâmico e do EURISLAM.
A "racaille" comemora 14 de Julho: Um autocarro e um ginásio incendiados em Nanterre, dezenas de veículos incendiados em Seine-Saint-Denis, Pantin, Drancy e Bobigny ...
Os bombeiros de Paris foram chamados várias vezes.Em particular por volta das 12:30 da manhã para um autocarro incendiado, na 73 avenida Pablo Picasso em Nanterre.
Cerca de quinze pessoas atacaram o veículo da linha 159, que não tinha passageiros a bordo.O motorista só pôde fugir impotente.O autocarro foi totalmente destruído.Vários vídeos amadores dos factos foram postados nas redes sociais.Nenhum suspeito foi preso.
Grande parte deste ginásio de 2000 m² foi incendiada.Segundo uma fonte do município, citada pelo Le Parisien, o incêndio foi causado por morteiros.Duas investigações foram abertas para encontrar os autores desses dois incêndios.
Via:
Mas a hostilidade dos nativos vai para o meio milhão de judeus
franceses, ordeiros, trabalhadores, bons cidadãos, leais ao Estado (p.
ex., quando há guerra, os judeus alistam-se sempre em massa - e morrem
na mesma proporção - para defender o seu país).
França islâmica, tudo bem. O que é preciso "resolver" é a "questão judaica".
Já agora: não sabe o que é "racaille"? A "racaille" é a valente mocidade maometana que tem com principal passatempo espancar, estuprar e matar infiéis. Aqui, "apenas" espancam umas francesas, aleatoriamente:
IRÃO: O "agente da moralidade" disfarçado cospe em meninas adolescentes por estas não usarem hijab, pergunta 'onde está o porco do vosso dono' e diz 'eu vou fo*** as vossas mães
Num vídeo chocante do Irão, que circula nas redes sociais, um homem sai do seu carro para gritar insultos e ameaças às adolescentes por estas recusarem usar o hijab (a saca islâmica).
Daily Mail- Durante a discussão acalorada, ele ameaça as meninas, dizendo 'eu vou foder a vossa mãe' e afirma que o comportamento delas é 'imoral', enquanto um polícia fica por perto e não faz nada para intervir ou proteger as meninas.
Usar hijab é obrigatório para as mulheres no Irão desde a revolução islâmica de 1979, uma regra que é aplicada pela polícia de moral do Estado.
O vídeo mostra que, à medida que as tensões entre o homem e os adolescentes aumentam, a esposa do homem sai do carro e exige que as jovens 'peçam desculpas ao meu marido para que ele não vos bata'.
A mulher informa que o marido é doserviços de espionagem e pode prendê-las.
"Onde está o porco do vosso dono?"
Depois de o homem cuspir nos rostos das meninas, outra mulher vestindo um hijab empurra-o.Um carro da polícia chega logo depois, mas o agente observa de longe e as adolescentes gritam: "Agente, porque não faz nada?" (...)
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COMENTÁRIO
O feminismo ocidental, pelos vistos, já vai na quarta vaga, e nada diz sobre o que se passa com as mulheres em todo o mundo muçulmano e nas comunidades muçulmanas no Ocidente. Porque, pá, é a cultura deles, pá, tás a ver?...
O feminismo da "quarta vaga" está mais preocupado em castrar os homens ocidentais, enquanto as nossos mulheres casam em massa com muçulmanos, que lhes dão mais protecção e são mais másculos.
Homens, hoje em dia, já há poucos aqui na Europa, e a maior parte já não está no auge das suas capacidades físicas. Eis o resultado de décadas de neo-feminismo.
Muçulmana açaimada, uma prática islâmica comum.
Resta-nos mulheres valentes, que não usam açaime e preferem a morte a usá-lo. O feminismo começou com mulheres que visavam, antes de tudo, lutar contra o abuso e exploração sexual de crianças, mas a esquerda colonizou esse louvável movimento.
Um caso
ao acaso na loucura vigente. Só não divulgamos mais porque não temos
capacidade nem queremos contribuir para o atrito entre "raças" - que, no
entanto, é inevitável, pois a Esquerda não desiste de fomentar a guerra
racial (vale tudo para impedir a reeleição de Trump).
O caro leitor já esteve no Canadá? O Canadá é provavelmente o país mais multi-racial do Mundo. Não apenas nas ruas; em todos os sectores da vida, incluindo a política, com números recordes de representantes de minorias étnicas:
Os mais crentes na ideologia de que "todos os brancos são racistas", na sua doença mental, vão argumentar que estas pessoas são eleitas "só para disfarçar". Dificilmente poderão é argumentar contra o facto de que o Canadá lidera mundialmente em casamentos multi-raciais:
(Mas até para isso eles têm resposta; dizem que quando brancos/as casam com negros/as, estão a fantasiar uma relação entre senhor(a) e escrava/o).
Pois bem, o Canadá, uma sociedade multi-racial bem sucedida, que alberga culturas e etnias as mais variadas, já foi atingido pelo vírus do racismo imaginário.
Hentrose Nelson (esquerda) e Jean-Marie Dixon (centro), à saída do Tribunal.
Em Tribunal, as duas queixosas não conseguiram produzir uma única prova de terem sido sujeitas a racismo.
Hentrose Nelson só conseguiu reportar um episódio concreto: alguém pensou que ela fazia parte do pessoal da limpeza. Em consequência - diz ela - o seu filho nasceu com 623 gramas!
Hentrose Nelson teve um bebé com 623 gramas "por causa do racismo".
Não conseguiu explicar, no entanto, como é que ser-se confundido com o pessoal da limpeza constitui racismo. (Nós achamos que é, quanto muito, racismo contra o pessoal da limpeza).
Todos os jornais que consultámos, apesar de serem de esquerda (como quase toda a Imprensa), dizem o mesmo. A única "prova" que as senhoras apresentaram de terem sido sujeitas a racismo é a cor da pele.
Jean-Marie Dixon não teve bebés levezinhos mas foi "vítima de racismo".
Há muito que o dizemos: vai chegar o dia em que as pessoas brancas, quando virem pessoas negras, vão começar a fugir, para não serem processadas ou presas. E isto nos casos mais benignos, pois nos Estados Unidos os exércitos de racistas negros estão nas ruas e a matar inocentes, por enquanto "apenas" polícias:
Especialmente lamentável é que haverá quem leia esta notícia e o nosso comentário e conclua que NÓS somos racistas. Porque hoje em dia, contestar a narrativa da extrema-esquerda e a sua "teoria" de que as pessoas brancas são a origem do Mal, é considerado "racismo" e "intolerância".
O que a extrema-esquerda está a arranjar com isto é que qualquer dia as pessoas fartam-se. As pessoas ponderadas, seja qual for a sua cor de pele, não embarcam em guerras raciais, mas a coisa pode estourar de um momento para o outro. Mas as milícias racistas negras, como a do vídeo acima, terão quem lhes responda quando começarem a matar não "apenas" polícias.
CULPANDO OS JUDEUS (COMO SEMPRE)
Entretanto, os judeus, sempre entre dois fogos, estão obviamente a ser acusados de serem eles a fomentar a discórdia.
A "prova" que os acusadores apresentam é que "os judeus" não andam a formar milícias raciais! Então, se estão calados e quietos (mais precisamente encolhidos com medo, pois o antissemitismo bate recordes históricos), os malandros dos judeus só podem estar por trás do pano a mexer os cordelinhos!
A esquerda norte-americana agarrou o caso George Floyd com unhas e dentes para lançar uma guerra racial e impedir a reeleição de Trump. Acusam Trump de "racismo", apesar de não terem rigorosamente nada a apontar-lhe nesse campo.
Não surpreende que os sectores neo-nazis, islamistas e extrema-esquerdistas, todos eles empenhados na guerra racial, acusem cinicamente os judeus. Afinal, os judeus já foram acusados de terem inventado o coronavírus e a Peste Negra, de serem os autores do 11 de Setembro, da jihad islâmica (fazendo-se explodir, mascarados de muçulmanos), de terem causado a morte de George Floyd, de roubarem sapatos às pessoas, de aumentarem o teor de gás na Coca-Cola, e de tudo, TUDO o que de mal acontece neste Mundo e no outro!
Ainda vamos ver racistas negros e brancos todos juntos a caçar judeus. Costuma ser a única coisa em que esquerda e direita, pretos e brancos, ricos e pobres, religiosos e ateus, todos e mais alguns, concordam: "a culpa é dos judeus!".
E além disso, é muita letra e cansa a cabeça, mas vamos lá:
O filme de Pierre Rehov "As Origens (Reais) da Causa Palestina" traça a história do povo "palestino", um povo inventado na década de 1960 para continuar a luta contra o Estado de Israel.
A máquina islamista/extrema-esquerdista está a mobilizar-se em força para censurar o vídeo. Estão a denunciá-lo em massa, já pede que se inicie sessão para se poder visualizar e em breve será retirado:
Há pouca informação honesta sobre as origens do conflito árabe-israelita.
Por isso, parece-me útil republicar um certo número de artigos que cobrem o assunto.
O Google possui uma ferramenta de pesquisa pouco conhecida, mas muito útil (Ngram), que pesquisa não sites, mas todos os livros, revistas, jornais, periódicos publicados de 1800 até aos dias actuais, e informa quantas vezes as palavras-chave que você procura foram mencionadas - por ano.
Se comparar com "povo francês", a diferença é óbvia:
Em Francês, as buscas por "povo palestino" feitas em livros, revistas e jornais impressos em Francês dá exactamente o mesmo resultado: não há vestígios de um "povo palestino" na História - antes de 1960.
Aqui, novamente, uma pesquisa por "povo francês" fala por si:
Um povo tem o direito de se constituir, tudo tem que começar. A minha intenção aqui é demonstrar que esse povo foi criado muito recentemente, o que significa que os seus componentes vêm de toda a região e não estão lá há muito tempo. Em relação ao povo palestino, dois autores, Guy Millière e David Horowitz, no seu livro Como o povo palestino foi inventado *, demonstram que o povo palestino é uma invenção recente, confirmando a pesquisa do Google.
"A invenção do povo 'palestino' teve, e ainda tem, um objectivo muito claro: a vontade político-existencial de destruir o Estado de Israel. Ninguém precisa procurar saber se um grupo tem o direito de existir e isso é válido, é claro, para cada nação, com a única condição de que ela não mantenha uma identidade exclusivamente em oposição a outras pessoas, por vontade genocida."
Se a comunidade internacional não tivesse enlouquecido, não se recusaria a encarar a verdade. Mas agora, essa verdade perturba um certo número de "realizações" geopolíticas: A primeira é que, como o povo palestino não existia antes de 1960, a noção do direito dos povos à autodeterminação regularmente invocada para justificar a reivindicação de um Estado palestino na antiga Palestina não se aplica.
(Nota do Tradutor: "Palestina" nunca designou um país, é o nome de uma região, como por exemplo "Península Ibérica", que também nunca foi um país).
A segunda é que esse povo não pode reivindicar nenhum vínculo histórico - antes de 1960 - com Jerusalém. Assim, todas as resoluções da UNESCO que atribuem património aos "palestinos" são obra de falsificadores, tal como a sua conexão com os locais sagrados de Jerusalém ou Belém.
A terceira é que os estimados 5 milhões de "refugiados palestinos" contados pela UNRWA não são refugiados palestinos. Eles nem são refugiados. Na melhor das hipóteses, alguns dos seus ancestrais eram trabalhadores imigrantes que vieram morar na área. Um povo não se faz com trabalhadores imigrantes da Síria, Egipto, Jordânia ou mais longe.
A quarta é interessante porque lança luz sobre perguntas não respondidas:
Porque é que antes da declaração do Estado de Israel em 1948, os árabes que viviam lá nunca sentiram a necessidade de se constituir como Estado? Porque eles não se viam, e não eram, um povo.
Porque é que, quando a Jordânia ocupou a Judeia e a Samaria durante 19 anos, de 48 a 67, os árabes da região não denunciaram a ocupação jordana das suas terras? Porque eles não as viam como suas terras.
Porque é que a ocupação jordana não foi um problema para eles? Porque é que essa ocupação não deu gerou nenhuma reivindicação da parte deles? Porque para eles era a ocupação da Terra Judaica, não a deles.
Os árabes não se viam como um povo, muito menos como um "povo palestino". Eles não consideravam ter direito à terra. A prova final é que a primeira convenção do estabelecimento da OLP nem fala de um Estado ou povo palestino.
Na maior parte dos casos, os árabes na Judeia e Samaria consideravam-se jordanos, era essa a sua terra natal, um país que acabara de ser criado no solo da Palestina. E os árabes de Gaza consideravam que o seu país era o Egipto.
Eles não tiveram nenhum problema com a Jordânia a ocupar Jerusalém e a Judeia: o seu país era a potência ocupante da Judeia e de Jerusalém, que nunca foram considerados parte da Jordânia.
O quinto ponto é que, se não nasceu da necessidade de se constituir como povo, se não se trata de um povo no sentido etimológico, isto é, um "conjunto de seres humanos formando uma comunidade estruturada, de origem comum”, mas de um povo “político”, então é um povo fabricado em reacção a Israel. É um povo menos legítimo? Não necessariamente. Mas é um povo a quem não se pode atribuir nem passado, nem História, nem terras ancestrais, nem qualquer direito sobre essas terras. E não se pode dizer que outro povo, os judeus, ocupe as "suas" terras - elas não são deles. Poderíamos apenas discutir os direitos da Jordânia, que os perdeu em 1967.
Corolário Como o Google confirma que o povo palestino foi inventado por volta de 1960, a origem comum desse povo remonta a 1960.
Antes de 1960, a origem dos árabes na região deve ser procurada em outro lugar.
As "fronteiras de 67" de que alguns falam, não podem existir, pois não há Estado do outro lado dessa "fronteira". Nenhum Estado, nenhuma fronteira, nenhum ocupante israelita de outro Estado, isso é óbvio.
É impossível constituir um povo em 1960 e reivindicar uma arqueologia, uma História e raízes que remontam 1000 anos antes. (A menos que você negue a realidade e se beneficie da cumplicidade de organizações internacionais como a ONU, UNESCO, UNWRA e UE). Conclusão
Como não existe povo palestino, estudiosos e historiadores não devem ter muita dificuldade em rastrear a procedência dessas pessoas que, desde 1960, foram incorporadas como povo.Só que eles não querem fazer isso, por medo de saberem muito bem o que vão descobrir. Quantos deles vieram de países vizinhos como trabalhadores imigrantes, para trabalhar em empresas criadas pelos judeus que chegaram em grande número da Europa à Palestina Otomana no início da era industrial na segunda metade do século XIX?Quantos já moravam lá?Os pesquisadores não querem saber, temendo o que podem encontrar.
"Quem são os Illuminati? Eles realmente existem ou é uma lenda urbana? Se existem, por que é que há no mundo grupos secretos de poder? De onde surgiram as famílias mais poderosas da história e qual é a ideologia que está por trás desses grupos? A Maçonaria tem algo a ver com isso? Nesse vídeo você entenderá quais são as características da Era Moderna em que vivemos e a influência que isso tem sobre os seres humanos".
A Internet veio alargar os horizontes de quem gosta de saber das coisas. Dantes, tínhamos de procurar livros e desembolsar quantias importantes para irmos além do que os jornais e os noticiários dizem. Hoje, graças à Internet, temos ao alcance da mão uma enorme quantidade de informação, visitamos outros países sem sair do lugar, estudamos com os melhores professores, falamos com gente de todo o Mundo.
Mas, como tudo tem vantagens e desvantagens, a Internet também está cheia de crime organizado, desinformação e teorias da conspiração. Com jornais e rádios, os nazis conseguiram levar um continente a exterminar 8 milhões de judeus (quase todos os países europeus entregaram os seus judeus a Hitler, voluntariamente e com muita alegria).
(E a isto devemos juntar a esmagadora das pessoas, que se está nas tintas para qualquer tema sério de cultura, e que da Internet só retira os engates do Facebook, a pornografia, o futebol, as músicas do reggaeton e as tricas dos "famosos").
Os nazis, a esquerda, o mundo islâmico, os globalistas e sobretudo os jornalistas, continuam a injectar propaganda antissemita nas massas desprovidas de cultura e sentido crítico. E na Internet o ódio mais antigo do Mundo corre à solta. Era inevitável.
Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo; eis que este povo habitará só, e entre as nações não será contado.
Números 23:9
Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo; eis que este povo habitará só, e entre as nações não será contado.
O antissemitismo, fenómeno velho de 5 mil anos (veja na Bíblia o episódio de Balaão e Balac, e das maldições sem razão lançadas contra o povo judeu) vive no inconsciente colectivo, e, no fundo, toda a gente se está nas tintas para os judeus e suspira pelo seu desaparecimento.
Quem é suficientemente antigo lembra-se decerto como o ciclista Eddy Merckx, a dada altura, de tanto ganhar, de tanto aparecer, começou a ser odiado pelos adeptos do ciclismo, que decidiram que estavam fartos dele - apenas por ele existir.
Os judeus já cá andam há 5 mil anos, sobreviveram a todas as tentativas de extermínio (Egípcios, Amalequitas, Filisteus, Babilónios, Persas, Gregos, Romanos, Árabes, Cruzados, Inquisição, Império Britânico, Comunistas, Nazis, etc., etc., etc.) e são um permanente lembrete de uma coisa muito chata: Deus existe, a Consciência encerra o repositório das Leis de Deus e após esta vida vamos todos colher o que semeámos.
Os judeus são a nação mais pequena do Mundo, mas (para mal dos pecados deles) foram a única que aceitou empunhar o facho do monoteísmo. As forças das Trevas, na impossibilidade de eliminar o Deus que odeiam, tentam pelo menos eliminar quem lhes faz lembrar que Deus existe.
Como o Mal é desprovido de escrúpulos, os judeus são acusados de tudo o que acontece no Mundo. A Peste Negra da Idade Média, o 11 de Setembro, o Comunismo, o Capitalismo, a seca no Irão ("os judeus roubam as nuvens"), o horrendo crime de banca (judeu banqueiro é criminoso), tudo! Até o desaparecimento de sapatos é culpa dos judeus!
Como o Mal é cínico, os judeus também são acusados de serem os responsáveis pela Nova Ordem Mundial, pelos Illuminati e por outras puras expressões de satanismo e... antissemitismo!
E quem é que tem paciência ou vontade de saber a verdade? É muito melhor ter nos judeus o eterno bode expiatório de todas as frustrações: "não sou rico por causa dos judeus", "não sou socialmente influente e considerado por causa dos judeus", "não arranjo namorada por causa dos judeus", "estou doente por causa dos judeus", "os sapatos desaparecem-me por causa dos judeus". Etc., etc., etc..
Perante a exposição dos factos, da Verdade cristalina, as Forças das Trevas só conseguem concluir que nós, aqui neste blog, somos "pagos pelos judeus". Se alguma coisa aprendemos com a colaboração nesta causa, é que o Mal existe e a sua face é horrenda. Mas a nossa escolha está feita e nada nos fará desistir. Somos por Israel, somos pelo Tibete, somos por todos os que são perseguidos e injustiçados, somos pela Verdade e pela Justiça. Somos anti-comunistas, anti-nazis, anti-islamistas, anti-racistas, anti-fascistas, somos contra o Mal.
Na Idade Média o pretexto era de que os judeus causavam a Peste Negra envenenando os poços, o queijo e o azeite. Hoje é o país inventado pelos soviéticos nos anos 60, a "Palestina". Tudo serve:
Clique e descubra:
Judeus, uns malandrões que andam a tentar dominar o Mundo há 5 mil anos. Olhe para as caras de malandros deles, sempre a pensarem em dominar o Mundo...
Ainda bem que a gente os assassina em massa de vez em quando, que é para eles aprenderem a não ter nascido. Veja-os, aqui, no gueto de Varsóvia, onde foram emparedados para morrer.
Veja como "o desproporcional poder global dos judeus, que tudo dominam, que em tudo mandam", não evitou que 8 milhões fossem torturados até à morte pelos nazis, como antes tinham sido pelos comunistas e por tantos outros impérios, com requintes de crueldade diabólica.
VEJA! VEJA COMO OS JUDEUS "DOMINAM O MUNDO E ESTÃO A PEDIR OUTRO HOLOCAUSTO":
Veja como eles, mesmo mortos, continuam com a malvadez no corpo... Tchhhhh... Está a ver aquela ali no meio, de olhos arregalados? Está a pensar em dominar o Mundo!
Miúdos negros espancam jovem branca na via pública: de há muito que isto é considerado natural, e questioná-lo é considerado "racismo".
O racismo de negros contra brancos de há muito que passa incólume (por exemplo, os terroristas do KKK são mal vistos e os terroristas dos Black Phanters são universalmente aceites, patrulham as ruas e escoltam os candidatos de esquerda - impunemente).
As pessoas de bem, sejam negras, sejam brancas, sejam de que cor forem, estão a ficar fartas. Os polícias estão a abandonar a profissão em massa. E as milícias de cidadãos que pretendem defender-se do terrorismo dos Black Lives Matter e dos Antifa, estão a crescer.
A guerra civil está ao virar da esquina. E não é só nos Estados Unidos.
"Quem se alegra com isto deve lembrar-se que o que começa com os judeus nunca se fica apenas pelos judeus. Somando uma série de originalidades (irritantes para alguns), os judeus são o barómetro habitual do mal-estar nas sociedades. Quando os judeus começam a ser procurados como bode expiatório, a coisa tende a atingir outros grupos humanos logo a seguir".