Combatendo a "grande" Imprensa, esmagadoramente antissemita, que não tem qualquer objecção à existência de 60 Estados islâmicos (todos ditaduras e tiranias) e de infernos comunistas, mas difama grosseiramente o micro-Estado NATIVO de Israel, a única democracia do Médio-Oriente. Somos portugueses e assumimos o "crime" de não odiar Israel, contra a ditadura do bem-pensantismo esquerdista, globalista e cripto-nazi.
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Alemanha: Condutor atira o carro contra desfile de Carnaval; cerca de 30 feridos.
Um
condutor atirou o carro contra um desfile de Carnaval na cidade alemã
de Volkmarsen, esta segunda-feira, ferindo 30 pessoas, incluindo
crianças, algumas delas gravemente, informou a Polícia.
A emissora
regional Hessenschau disse que a Polícia acredita que o motorista,
identificado como um cidadão alemão de 29 anos, tenha agido
deliberadamente, mas que nada se soube imediatamente sobre a sua
motivação.
O condutor atirou o carro contra o desfile de Carnaval em Volkmarsen, Alemanha, em 24 de Fevereiro de 2020. Foto: Elmar Schulten / Waldeckische Landeszeitung via Reuters.
O site de notícias alemão HNA citou testemunhas dizendo que o homem parecia ter como alvo crianças e se atirou "acelerando a todo o gás" contra a multidão, que se reuniu para um cortejo tradicional antes da temporada cristã da Quaresma.
Questionado sobre quantas pessoas ficaram feridas, um porta-voz da Polícia do centro regional de Kassel disse: "Eu diria cerca de 30".
A Polícia disse no Twitter que algumas pessoas ficaram gravemente feridas, incluindo crianças. O jornal Bild disse que um terço dos ferimentos eram graves e alguns ameaçavam a vida.
A Polícia assumiu que foi um ataque, mas não havia indicações de que fosse motivado politicamente, disse o Bild. A Polícia cancelou todos os desfiles de Carnaval no Estado alemão de Hesse, onde fica Volkmarsen, como medida de precaução, mas disse que não estava informada de qualquer perigo em outros lugares da Alemanha. O incidente ocorre menos de uma semana depois de um homem ter assassinado 11 pessoas, incluindo ele próprio, num dos piores ataques racistas na Alemanha desde a Segunda Guerra Mundial.
O Carnaval é imensamente popular em partes do oeste da Alemanha, especialmente em cidades da Renânia, como Colónia e Düsseldorf, onde as festividades atingem o pico na “Rose Monday”, com dezenas de milhares de pessoas participando nos desfiles de rua com carros alegóricos ou satíricos.
Carros da Polícia e ambulâncias acorreram ao local em Volkmarsen, uma pequena cidade no norte de Hesse, 420 quilómetros a oeste de Berlim. “Estamos no terreno com grande número de agentes. Uma investigação está em andamento”, disse a Polícia do norte de Hesse no Twitter após o incidente, que ocorreu por volta das 14h45. (13:45 TMG).
Fotos amadoras publicadas online mostraram polícias parados ao lado de um carro prateado da marca Mercedes-Benz, que parece ter estado envolvido. A Imprensa alemã disse que o condutor rompeu deliberadamente as barreiras de plástico colocadas pela Polícia em torno da área do desfile, onde 1.500 pessoas deveriam reunir-se.
O carro continuou a sua marcha sobre a multidão por cerca de 30 metros antes de parar, disse uma testemunha ao Hessenschau. A Polícia não conseguiu interrogar o motorista por enquanto, disse o jornal Welt, sem dar detalhes. Em 2016, um homem tunisino com laços militantes islâmicos entrou com um camião no mercado de Natal em Berlim, matando 12 pessoas. Mais tarde, ele foi morto a tiro pela Polícia italiana, depois de ter fugido da Alemanha.
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Em 2015 era assim. De lá para cá, as coisas pioraram, desde logo porque passou a ser PROIBIDOaos franceses (e aos europeus em geral) dizerem a VERDADE sobre o Islão:
Transcrição do vídeo:
00:00 Apresento-vos a minha mãe, Mme (nome?) 00:04 que vive em (endereço omitido por tradutor para a segurança da senhora). 00:08 Esta rua deveria ser chamado de "Rua Migrante". 00:12 Ela vive aqui há 45 anos. Ela perdeu o marido, 00:16 então ela vive sozinha. Ela nunca foi aconselhada 00:20 pelas autoridades sobre a chegada dos migrantes à sua rua, 00:24 nem eles têm qualquer autoridade. Ela é incapaz de falar 00:28 porque ela ainda está em choque 00:32 e tem dificuldades em se expressar. Então eu continuo: 00:37 Eu vou tentar ser breve.
00:41 Mais de 3.000 migrantes aterrorizam uma pessoa que vive sozinha. 00:45 Ninguém 00:49 para a ajudar. Então tivemos que 0:53 instalar segurança, um portão, 0:57 instalar uma câmara e sensores, 01:01 arame farpado, etc.. 01:05 Nove intervenções policiais por causa de nove arrombamentos 01:09 e roubos. A minha mãe vive em 600 euros por mês, 01:13 Peço ajuda às associações humanitárias: 01:17 Ela já não pode 01:21 sair, não faz as suas compras, 01:25 por isso, se você tem algumas batatas que sobraram, como eu vejo saco após saco na rua 01:30, não hesite em deixar um ou dois aqui, serão bem-vindos.
01:34 Eu não espero muito da Polícia, 01:38 tornaram-se invisíveis, excepto quando acompanham os migrantes para 01:42 as suas refeições no centro. À noite 1:46 ela está sozinha. Houve um motim no dia 30 de Maio. 01:50 Ligámos o número de emergência duas vezes, houve uma "guerrilha" entre 400 migrantes 01:54 e bombas incendiárias. Nós ainda estamos à espera da Polícia.
01:58 Então eu vim sozinha às 03:00 02:02 com cinquenta imigrantes armados na rua. 02:11 Eu não tinha escolha, e ela estava na cave. 02:15 Sim, ela estava trancada na cave, a casa estava a ser apedrejada. 02:19 A polícia estava no final da rua e disse-me: 02:23 "Não vá lá." Mas era meu dever proteger a minha mãe, porque ninguém o faz mais. 02:27 Eles disseram: "Nós estamos à espera dos bombeiros, que não vão lá sem nós."
02:39 Então eu faço o trabalho de aplicação da lei, eu faço o trabalho 02:43 do Estado, e 2:47 eles não fazem nada.
Eles (os imigrantes) é-nos dito que estão "traumatizados". 02:51 Supostamente eles viram as suas famílias assassinadas diante dos seus olhos, é o que dizem ... 02:55 quando eu os vejo a jogar futebol, quando os vejo a rir, 03:00 quando os vejo a cantar, eu acho que eles estão numa festa, afinal
03:04 então eu penso nos nossos antepassados que lutaram pelo país 03:08 nas guerras de 1914-1918 e 1939-1945, que tiveram a coragem 3:12 para defender a França, tiveram a coragem de 03:16 defender o azul-branco-vermelho, a igualdade, a fraternidade, 3:20 e tudo isso, essas grandes palavras, 3:24 e agora, as pessoas de Calais, como todos os franceses, trabalham, trabalham duro 03:28 trabalham longas horas para que esses migrantes vivam bem, melhor do que nós, 3:32 e, em seguida, eles pedem-nos 03:36 que não haja luzes de rua, porque isso vai incitá-los a fazer festas ruidosas
03:40 (claro) ... Nós precisamos de iluminação pública. 03:44 Se não podemos ter luzes de rua, pelo menos, instalamos câmaras 03:49 Madame Presidente está bem informada, ela "gere", diz ela. 03:53 Então, uma pequena câmara em cada casa seria bem-vinda. 03:57 Não vai custar muito caro; 04:01 as bases estão lá, então são necessários apenas mais alguns cabos. 04:05 Eu gostaria de saber mais sobre o procedimento.
04:09 O que acontece quando os migrantes invadem a casa da minha mãe? 04:13 Será que vou chamar a polícia? 04:17 Eles não vêm. Então eu faço o trabalho da Polícia. 04:21 Eu viro-me para os migrantes. Eu digo-lhes que eu vou buscar a minha arma, como uma brincadeira, 04:25 mas também para expressar minha raiva, e então eu sou chamada perante a lei. 04:29 Eles tomam o meu DNA, as minhas impressões digitais; 4:33 eles tiram-me uma foto. Eu sou classificada como uma criminosa,
4:38 Cá fora, os migrantes apedrejam-me e fazem sinal de que me vão decapitar
04:42e o caso é arquivado. É assim, emFrança, 04:46o que está a acontecer? Françajá não é dos franceses, eu estou com medo. 04:50É sópara ajudar"os outros". 04:54Os francesesestão cá apenas parapagar.
04:58Eu gostaria desaber: o quefoi assinadonesse acordode Touquet? 05:02Seriabom sabera verdade. 05:06Seria bomse os francesesacordassem, especialmente as pessoas deCalais. 05:10Os que ainda não têmdestes problemasàsuaporta, têm ainda uma vidacalma, 05:18a sua casinha. Amanhã 05:22vocês terãoestes horroresàs vossas portas, eentão eu vouaplaudir, 05:27mas depois nãovenham procurar-me. Voilà.
Tal como Israel, a Europa conhece, desde há alguns anos, os problemas gerados pela invasão islâmica. Os media, maioritariamente da Esquerda lunática, ou acorrentados ao politicamente correcto, escondem que está em curso uma invasão islâmica do Mundo Livre.
Os políticos, que são por nós eleitos para nos representarem, traem-nos abertamente. São qualificados por Caroline Alamachère como "FILHOS DA PUTA, BANDIDOS E CAGALHÕES DESPREZÍVEIS"!
E quem somos nós para discordar?
Os Cagalhões Desprezíveis mudaram, mas a m**** é a mesma...
França destruída - Muçulmanos e esquerdistas são uma coisa só
Já falámos bastante deste assunto. Temos documentado a vida regalada que os muçulmanos levam na Europa - à nossa custa - enquanto os europeus empobrecem de dia para dia; temos exposto a realidade da guerra demográfica deliberada; temos denunciado a estratégia do ISIS de fazer implodir a Europa através destas vagas de invasores; temos mostrado vídeos e testemunhos do comportamento bárbaro dos muçulmanos na Europa; temos alertado para a total incompetência dos nossos políticos - quando não a cumplicidade dos que são eleitos com o voto islâmico.
O sonho multiculturalista: a Europa destruída; o Ocidente destruído:
Quem só sabe pensar por slogans e repetir ideias-feitas da propaganda esquerdista radical, é capaz de qualificar a RiposteLaïque como reaccionária, racista, islamófoba, etc.. Portugal tem centenas de milhar de emigrantes em França. Nunca deram problemas, colectivamente. E os que os dão individualmente são sancionados pela Lei. Estes invasores da Europa, estão acima da Lei.
O
testemunho que hoje vos trazemos é um entre milhares. A
Europa soçobra. Os Governos são, cada vez mais, meros
fantoches. Porque a força, essa, está nas mãos dos islamistas. Triste
fim para uma Civilização.
Tem sido intensa ultimamente a cobertura mediática da crisedos imigrantes naárea ao redor deCalais,ondeimigrantes ilegaisatacam quase continuamentea entradado túnel da Mancha, nas suas tentativaspara chegar àTerra Prometida, também conhecida como Grã-Bretanha.
O vídeodaRiposteLaïque, descreveuma outra facetadamesma crise: a situação dosnativos franceses, cujas vidas estão a ser perturbadas - se nãodestruídas-pelas hordas debárbarosdo Terceiro Mundoacampadosà sua porta.
Este governo é a escória do nosso país, a vergonha da nossa nação! Para
Hollande, (presidente da França) Valls, (primeiro-ministro francês),
Cazeneuve, (Ministro do Interior), Taubira, (ministro da Justiça), e seus
associados, e todos os outros que permitem que os franceses vivam com
medo por causa da sua negligência e da sua submissão
a ditames superiores de países estrangeiros que não vale a pena mencionar:
Vocês põem as pessoas à mercê das hordas de bárbaros que vêm não se sabe de
onde, de indivíduos que a Imprensa retrata como infelizes vítimas da
guerra, para que possam ser alimentados com o dinheiro daqueles a quem aterrorizam.
O
testemunho de duas residentes Calais, mãe e filha, assustador na
sua dureza, no seu horror, na sua sinceridade, no silêncio traumático de
uma residente Calais, encontrada um dia refugiada na sua cave, aterrorizada pelos tumultos dos ilegais - de quem até mesmo os polícias têm medo de se aproximar. A filha dela diz tudo, sem rodeios, freneticamente, com pressa, com angústia. E ela acusa. Ela acusa estes imprestáveis, estes idiotas, este lixo de governantes, por permitirem que este mal destrua tudo no seu caminho. Filhos da puta é o que vocês são, bandidos, cagalhões desprezíveis!
Esta
mulher corajosa diz, em poucos minutos, o inconcebível, a extrema
pobreza da sua mãe, a segurança que teve que montar em torno da sua
casa, onde só falta uma torre de vigia, os jogos dos
imigrantes ilegais que se divertem e esquecem que lhes foi dito para fazerem olhar triste e abatido, a inacção dos agentes da polícia e
do município para fazerem o seu trabalho, e no topo de tudo, o risco de uma acção
judicial. Obrigado Taubira! (Ministro francês da Justiça)
E
os franceses, que sofrem as represálias, as agressões, e que são obrigados
a pagar, pagar e pagar, uma e outra vez, até sangrar, até que não tenham o suficiente para comer, para que outros possam viver com fartura na nossa
terra, à nossa custa, comprarem os últimos smart-phones, para que eles
possam desfrutar do espaço, jogar
futebol na rua, enquanto você está fechado no seu quarto, atrás da sua porta
blindada, e os bombeiros esperam por um momento de calma
antes de entrarem na cidade proibida, para não arriscarem as suas
vidas, com a ajuda de polícias, os mesmos que nunca vêm quando são
chamados, quando uma senhora idosa silenciada pelo medo está em perigo a
ponto de ter de correr para a sua cave, como um rato, e a sua filha tem que vir sozinha, às 3:00 da manhã, para a ajudar.
Holland, Valls, Cazeneuve, Taubira, você são monstros, hidras.Vocês não têm legitimidade para governar o meu país, vocês são culpados das mortes diárias devido à vossa complacência, à vossa traição. E tu, povo francês, onde estás ?! Vais finalmente acordar da tua apatia? Sim ou não? O que esperas, que o teu filho seja morto? Quantos ataques ainda, até que faças alguma coisa?
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O post original tinha três vídeos. Só um ainda não foi censurado pelo Youtube.
É inacreditável como os capitais muçulmanos e a cumplicidade da esquerda encheram o Youtube de propaganda islamizante e censuraram quase tudo o que diz a VERDADE sobre o Islão, uma ideologia mais diabólica e mortífera que o Nazismo, ainda que se enfeite com o título de religião.
Tinhamos escolhido três exemplos, aleatoriamente, e apenas em França, para ilustrar um fenómeno a que os europeus não estavam habituados: a cada Ramadão, os ataques islamistas multiplicam-se. Porque:
a) Ramadão é mês de matar (ainda mais) infiéis.
b) Os muçulmanos passam um mês inteiro sem comer nem beber durante o dia e ficam nervosos.
c) Não lhes cabe na cabeça que, sendo Ramadão, haja quem se atreva a comer e beber durante o dia.
Aqui, um muçulmano desata a partir garrafas, porque é Ramadão:
Estes exemplo serve para ilustrar:
a) a natureza intrinsecamente violenta e bárbara do Islão;
b) a incapacidade que os muçulmanos têm de tolerar outras culturas e deixar de impor a deles;
c) o espírito supremacista e conquistador do Islão, que, onde quer que chegue, trata imediatamente de esmagar os nativos, começando pelas mais disparadas exigências.
O único problema dos muçulmanos com Israel é que este é um país não islâmico no meio de um vasto continente islâmico, algo que eles não toleram, nem em termos geográficos nem em termos pessoais. A visão islâmica do mundo é que quem não é muçulmano deve ser morto, e ponto final.
Massacre de Manchester: o terrorismo islâmico é a expressão da total intolerância e do mandamento religioso de exterminar os "infiéis". Seja em Londres, seja em Jerusalém.
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Lei islâmica em Nantes: cliente muçulmano atira café a escaldar à cara da empregada e dá-lhe um soco, porque ela o serviu com a mão esquerda "reservada para actos impuros"
Um cliente insatisfeito com o serviço da empregada atirou-lhe o café à carae depois esmurrou-a. Explicou à Polícia que ela deveria tê-lo servido com a mão direita. Esta cena surreal aconteceu na manhã desta quinta-feira em Nantes.
Com 25 anos, ele já é conhecido nos tribunais por casos de violência voluntária.
A Sunnah do nosso Profeta Maomé (...) convida-nos a começar sempre com a mão direita os actos mais honrados.Assim, ela recomenda-nos que ponhamos a mão direita sobre a esquerda durante a oração.Ela também recomenda que comecemos sempre com a mão direita as abluções, escrevamos com a mão direita, comamos com a mão direita, cumprimentemos as pessoas com a mão direita, comecemos sempre pela direita quando distribuímos bebidas ou comidas. Para entrar em casa ou na mesquita, ela recomenda que usemos o pé direito e, para sair, usemos o pé esquerdo.
Quando se trata de actos impuros ou repugnantes, ela recomenda que revertamos a situação, ou seja, usemos a mão esquerda.Então ela convida-nos a usar essa mão para assoar o nariz, para lavar as nossas partes íntimas depois de atender às nossas necessidades, etc.
Para que não nos acusem de "fake-news" (apesar de citarmos sempre as fontes) de há muito que só fazemos postagens sobre a islamização acompanhadas de vídeo.
Claro, que depois a CENSURA retira os vídeos, e ficamos apenas com os vídeos de baixa definição, que dão muito trabalho a descarregar e que pouca gente tem paciência de ver, mas esta é uma luta desigual de cidadãos anónimos contra os gigantes mediátios, pagos com capitais islâmicos.
O Islão é uma ideologia supremacista, que ensina aos seus seguidores que os "infiéis" existem apenas para os servir e que eles (muçulmanos) têm direito de vida e de morte sobre todos os não muçulmanos (veja o vídeo no final).
Não temos o vídeo deste ataque com café a escaldar, mas temos vídeos a acompanhar as últimas três postagems sobre a islamização da França:
Este post não fica na secção França, mas na secção Jihad Fecal, porque vale a pena visitar essa secção e verificar como os muçulmanos fazem questão de nos fazerem engolir os seus dejectos, mas reagem assim quando são servidos com a mão esquerda (uma regra que eles entendem que nós temos o DEVER de conhecer!!!).
Nota: Mesmo assim, esta jovem empregada teve sorte. Um conhecido viajante motociclista que tem uma série de TV, atravessava o Sudão e cumprimentou um grupo de muçulmanos levantando a mão esquerda (as motos têm o acelerador à direita). Levou um tiro. Já falámos do caso neste blogue.
"O sangue e as propriedades dos "infiéis" pertencem aos muçulmanos":
Gangue de "racailles" espanca violentamente uma jovem branca no chão com o grito de "Matem-na, Wallah!" ("em nome de Alá")
O site Samhällsnytt compartilhou um vídeo mostrando como uma gangue de "racailles" muçulmanos espancando uma garota solitária, atingindo-a na cabeça.
Actualmente, não está claro onde é que mais esta violência brutal ocorreu. Segundo as informações disponíveis, o vídeo foi filmado no início de Fevereiro e partilhado por um certo "Hussein" na popular plataforma Snapchat.
"Matem-na Wallah!" ("em nome de Alá")
O vídeo mostra como várias pessoas pisam e atingem a jovem em todo o corpo. Também ouvimos a pessoa que filma gritando "matem-na, wallah" (em Árabe, jurar por Alá).
Além disso, a mesma pessoa diz aos que maltratam a menina "fo***-lhe as costelas" e "rebentem-lhe as costelas".
Ensinados desde o berço que os muçulmanos são superiores e têm direito de vida e de morte sobre os infiéis (ver vídeo abaixo), a reacção natural destas hordas é atacar os nativos:
Quem abra abre a boca para protestar, vai parar à cadeia. Em França apanha 2 anos, apenas por apontar o óbvio: O ISLÃO ESTÁ A DESTRUIR A EUROPA.
A União Europeia e os governos da Europa Ocidental assim querem. São subornados pelos potentados petrolíferos islâmicos, pelo nazi George Soros e outros globalistas e ainda ganham com o voto islâmico, que lhes permite aceder ao poder.
Quem se trama é o povão - que, de qualquer maneira, está condenado pelo programa de substitituição populacional EURISLAM.
De vez em quando mostramos um ou outro espancamento de "infiéis" pelos invasores muçulmanos, nomeadamente em França:
Nem por sombras somos exaustivos. Seria impossível, mesmo que nos restringíssemos à França. Mesmo assim, temos centenas de vídeos que mostra como os muçulmanos espancam impunemente os nativos. Quem protestar, é preso por "racismo".
O sangue e as propriedades dos "infiéis" pertencem aos muçulmanos:
Menos de 600 míseras visualizações no Youtube. A Europa capitulou.
O nosso post inédito mais recente no AMIGO DE ISRAEL 2.0,
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extrema-esquerda - apenas porque dizemos (E MOSTRAMOS) a Verdade:
Grécia: Projecto para construir um muro anti-imigração flutuante para restringir a migração. Existem 87.000 requerentes de asilo no país.
Para controlar a entrada de migrantes que chegam por via marítima, a Grécia acredita que encontrou a solução. No final de Janeiro, Atenas anunciou a construção de uma parede flutuante no mar Egeu. Uma decisão que despertou fortes reacções.
Desde 2015, a crise migratória intensificou-se, com a chegada de refugiados, especialmente da Síria e da África Subsaariana. Havia um milhão em 2015 tentando entrar na Europa, um número que diminuiu ao longo dos anos. Mas a sua jornada está cheia de mortes, principalmente no mar. De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), quase 2.000 migrantes morreram enquanto tentavam atravessar em 2019.
A Grécia é um dos destinos preferidos para quem atravessa o Mediterrâneo. O seu influxo maciço criou uma situação tensa entre imigrantes e habitantes locais. As manifestações multiplicaram-se no país desde o final de Janeiro. Por um lado, os moradores denunciam a proliferação de campos de migrantes e, por outro, os migrantes reclamam de condições de vida insalubres. No total, o país possui 87.000 requerentes de asilo registados oficialmente.
Em Atenas, o governo decidiu agir e planeia construir um muro anti-imigração flutuante, para restringir o fluxo de migrantes "em caso de emergência".
“Não podemos continuar assim. Resta ver se [esse obstáculo] funcionará", disse Nikolaos Panagiotopoulos, ministro da Defesa Nacional à rádio privada Skai.
Num concurso lançado pelo Ministério da Defesa no final de Janeiro, o governo conservador pede a construção de "um sistema de protecção flutuante", a fim de gerir "o fluxo de refugiados e migrantes aumenta constantemente".
Uma barreira que se estenderá 2,7 km e subirá 50 cm acima da água, se não mais. Um muro que será testado no norte da ilha de Lesbos e cuja construção em quatro anos é estimada em 500.000 euros, como diz o jornal le Parisien.
O anúncio provocou fortes reacções internacionais. As ONGs criticaram fortemente a iniciativa, que (dizem) apenas pioraria a situação dos migrantes. A Human Rights Watch vê o projecto como "sem sentido e ameaçador".
COMENTÁRIO
Não somos contra migrantes nem contra refugiados. Desde que o sejam de facto. O que se verifica é que a Europa está a ser invadida desde há anos por milhões de muçulmanos com propósitos de colonização e conquista (o modus operandi islâmico por excelência).
No meio dessa massa islâmica chegam criminosos, estupradores e terroristas, com os resultados catastróficos que conhecemos. Chegam também simples oportunistas, que vêm desfrutar do generoso "apoio aos refugiados", vivendo à custa dos contribuintes europeus e fazendo periodicamente as suas férias na terra natal (onde muitas vezes vão combater nas fileiras jihadistas da al Qaeda, ISIS, Boko Haram, Hamas, etc.).
Os governos europeus pelam-se pelo voto islâmico, é claro. A substituição populacional é uma ambição da União Europeia:
Durante a partida Guimarães x Porto, ontem à noite: Marega (Porto) marca golo e corre para a bancada do Guimarães a mostrar a cor da pele. "Defendendo a cor da sua pele", disse ele depois.
Os adeptos do Guimarães terão respondido imitando macacos.
Marega mostrou-lhes os dedo médios, como pode ver-se na foto acima.
O avançado portista disse, no entanto, que desde o início do jogo foi alvo de insultos racistas.
O vídeo divulgado confirma insultos (banais no futebol) como "AZEITEIRO", "FILHO DA P***" e "BURRO":
Só que foi mais que isto. Houve mesmo imitação de macacos quando Marega tinha a bola - vimos agora mesmo na TV. Contamos postar aqui o vídeo quando estiver disponível.
"Sou vimaranense e vitoriano. Estou chocado e desgostoso com o
comportamento de adeptos do meu clube. A imagem do meu clube foi
manchada bem como a minha terra. Queria no entanto dizer, que não admito
que digam mal de Guimarães e do Vitória por causa deste tristíssimo
acontecimento. Maus adeptos há em todos os clubes, não são um exclusivo
de Guimarães. Vejo aqui comentários odiosos que visam atacar
deliberadamente a minha terra. Pelos vistos, também andam por aqui
alguns inergúmenos!"
Comentário Youtube
2. Os jornalistas também marcam golos...
Acompanhámos a partida de ontem pela Antena 1, rádio massivamente comunista (abrimos uma excepção para a bola). Os comentadores (verdadeiras enciclopédias desportivas) afirmaram "não se lembrarem de ter visto tal coisa acontecer" e acrescentaram que era "sinal dos tempos".
São militantes da extrema-esquerda e jornalistas da bola; coerentemente, viram a baliza aberta e remataram para golo.
Já adivinhávamos que Portugal seria hoje sacudido por um terramoto de indignação muito conveniente. E assim foi. Até parece que estas coisas são inéditas.
Nem vamos fazer uma resenha sistemática, mas ouça aqui adeptos do Benfica imitando macacos enquanto Hulk (Porto) tem a bola:
Esta é para nós muito intrigante. É que nós, portugueses, costumamos ser mais ou menos da mesma cor de pele do Hulk. Se os guinchos de macaco são por razões epidérmicas, os guinchadores andam confusos.
Do Benfica para o Porto: Ouça aqui o conhecido "Macaco", líder da claque Super Dragões (Porto) a dirigir insultos racistas (com megafone) a Jean-Pierre Nsame, dos Young Boys, enquanto o camaronês marca o penalty:
Pode ver no vídeo abaixo, a partir do minuto 1:00:
Renato Sanches reage a racismo fingindo que é um macaco
Renato Sanches foi alvo de insultos racistas no final do encontro Rio
Ave - Benfica. Renato decidiu sorrir e, de forma irónica, agitar os
braços tal como um macaco.
No caso dos insultos a Marega fala-se em penas de prisão de 6 meses a 5 anos...
5. O caso Nelson Semedo
Nélson Semedo alvo de "insultos e comentários racistas"
Gesto no Vitória de Guimarães-Benfica foi provocado por comentários vindos da bancada.
O lateral encarnado fez um gesto em direção à bancada,
provocando a ira dos homens da casa, que responderam com arremessos de
cadeiras para o relvado. Segundo o jornal A Bola, tudo terá começado com
provocações vindas, precisamente, das bancadas.
A publicação cita
fonte próxima do internacional português, que assegura que a sua reação
foi espoletada por “insultos e comentários racistas” por parte dos
adeptos do Vitória de Guimarães.
Ainda assim, Nélson Semedo não pretende apresentar qualquer
tipo de queixa, faltando agora saber se o incidente será incluído no
relatório do árbitro, o que poderia levar a um castigo ao emblema
vimaranense.
Agora veja bem como é que os jornalistas trataram este caso, e compare com a Tempestade Marega, que há 24 horas fustiga Portugal, com picos de intensidade máxima no Parlamento:
Nelson Semedo é insultado de "macaco",
manda calar a claque do Guimarães, leva com cadeiras, é admoestado pelo
árbitro e os jornalistas dão-lhe uma medalha de lata e sentenciam-lhe
que "o cliente tem sempre razão" e que "o jogador só deve interagir com o público para agradecer aplausos".
Marega
recebe
uma (merecida) medalha de outro dos mesmos jornalistas, porque "alguém teria de dizer basta". Mas o Nelson Semedo também disse "Basta!"...
Ou seja: enquanto o "racismo" não era o fulcro da Política, ligava-se de menos a estas cenas tristes nos campos de futebol. Agora que é moda, é ver os mesmos políticos e jornalistas a declararem que há "racismo estutural" em Portugal.
6. Mais casos de racismo no futebol que não deram que falar
"Os insultos dirigidos ao avançado maliano Moussa Marega no domingo, no
encontro entre FC Porto e ao Vitória de Guimarães, da 21.ª jornada da I
Liga, compõem o mais recente episódio de racismo associado ao futebol.
O
antigo jogador dos minhotos ouviu cânticos discriminatórios vindos das
bancadas do Estádio D. Afonso Henriques e pediu para ser substituído ao
minuto 71, numa altura em que os 'dragões' venciam por 2-1, resultado
que se manteve até ao apito final.
Moussa Marega, de 28 anos, juntou-se a uma longa lista de jogadores que
já se viram envolvidos em episódios racistas ao longo dos anos,
tornando-se mesmo o primeiro jogador a sair de uma partida de futebol
por vontade própria em solo português.
O último caso do género no escalão máximo deu-se em novembro de 2017,
quando o Sporting de Braga foi punido com um jogo à porta fechada e uma
multa de 22.950 euros devido aos atos discriminatórios dos adeptos no
triunfo sobre o Desportivo das Aves (2-0), em 20 de agosto, da terceira
jornada da I Liga, numa decisão do Conselho de Disciplina da Federação
Portuguesa de Futebol (FPF) revertida em janeiro de 2018.
Menos sorte junto da mesma instância teve o Rio Ave, que enfrentou
uma coima de 536 euros em março de 2017, onze meses após cânticos
racistas proferidos contra o médio Renato Sanches, que ajudou o Benfica a
vencer (1-0) na 31.ª ronda do campeonato.
O Leixões, da II Liga, é
o clube português mais reincidente nesta matéria, pois pagou 16.421
euros em março de 2016 e foi obrigado a arrancar a época seguinte com
dois jogos sem público, por causa das ações dos adeptos na visita ao
Desportivo das Aves (0-1) e nas receções ao Farense (1-1) e Oriental
(3-3).
Três anos antes, em abril de 2013, a FPF determinou que os
matosinhenses defrontassem os avenses à porta fechada, na 35.ª jornada
da II Liga, aplicando a primeira pena em Portugal por comportamento
racista dos adeptos, a partir dos incidentes verificados na receção ao
Belenenses (1-1), da 11.ª ronda, em 27 de outubro de 2012.
A
sanção aplicada ao Leixões assentou na violação do artigo 113.º do
Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional
(LPFP), que pune "comportamentos discriminatórios em função da raça,
religião ou ideologia",mas foi suspensa com uma providência cautelar
aceite pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa.
O
racismo também chegou ao futebol feminino e a avançada norte-americana
Shade Pratt revelou ter sido vítima de ofensas de uma adepta do Cadima
na goleada imposta pelo Sporting de Braga em Cantanhede (7-0), em 13 de
outubro, na terceira jornada da I Liga.
As minhotas expuseram o
caso à FPF, cujo Conselho de Disciplina suspendeu por 30 dias as
jogadoras Maria Malta e Catarina Lopes, do A-dos-Francos, por insultos
racistas dirigidos à brasileira Milena Bispo, do Boavista, na derrota da
19.ª jornada (3-2)". (...)
Na nossa opinião, Marega fez muito bem em abandonar o campo e é compreensível a sua reacção exaltada. "Sentiu-se uma merda" - ele o disse. E compreende-se.
Mas esta mudança drástica na justiça desportiva, no comentarismo desportivo, no Parlamento, a que será devida?
Aproveitamento político, pois a famosa "política de identidade" e o "interssecionalismo" estão a ser promovidos pela extrema-esquerda, na velha estratégia de "dividir para reinar".
Há muito que falamos disto.A nova estratégia da extrema-esquerda (que dá votos) passa por criar e alimentar grupos de vítimas e descontentes, para acicatar ódios contra o sector conservador, acusado de trazer todo o Mal ao Mundo.
É lamentável que se usem as pessoas e a sua dignidade para fins político-partidários.A dignidade humana deve ser uma causa de todos e não deve ser instrumentalizada.
Não nos parece que eles tenham realmente compaixão de Marega pela humilhação que o jogador passou. Estão ao nível dos insultadores racistas que despejam as suas frustrações num campo de futebol.
"Ninguém fala em racismo quando se vê um grupo de jovens de raça negra a espancar uma jovem de raça branca, por exemplo. Isso acontece frequentemente nas escolas da capital. Polícias ameaçados na cova da moura, motoristas agredidos em Massamá, e ninguém fala em racismo.Médicos e enfermeiros agredidos (muitas vezes por parte de membros de etnia cigana) e o racismo também se encontra "ausente", nestes casos.A hipocrísia dos media e dos partidos de esquerda é mais do que evidente".
"Nao há preto nem branco. Há pessoas! Só pessoas! A escumalha da esquerda é que cria estes problemas".