sexta-feira, 25 de março de 2016

Terroristas de Bruxelas planeavam ataque nuclear


Já em Dezembro, a polícia belga encontrara evidências de que os homens-bomba do ISIS estavam a planear um ataque nuclear, levantando questões sobre o desempenho do Governo.

Os irmãos Khalid e Ibrahim el-Bakraoui, dois terroristas islâmicos que atacaram o Aeroporto de Zaventem e o metro de Maelbeek em Bruxelas na terça-feira, matando 34 pessoas e ferindo dezenas mais, tinham originalmente planeado invadir uma central  nuclear,
indicam os relatórios.
Uma vez lá dentro, eles poderiam ter detonado um reactor ou colectado materiais para fabricarem uma bomba, disse o jornal belga La Derniere Heure.
Os terroristas tinham filmado a rotina diária do chefe do programa de investigação e desenvolvimento nuclear da Bélgica, e, aparentemente, estavam a planear sequestrá-lo, a fim de terem acesso ao interior das instalações, informou o La Derniere Heure. Em Dezembro, a Polícia descobriu um vídeo de 10 horas tomado a partir de uma câmara escondida atrás de arbustos no exterior da casa do chefe do programa nuclear, cujo nome não foi revelado por razões de segurança.


O aumento da segurança e das acções policiais que levaram à captura de
terrorista  do Estado Islâmico (ISIS) Salah Abdeslam, que foi responsável por vários ataques terroristas realizados simultaneamente em Paris em Novembro, podem ter levado os irmãos el-Badraoui a reconsiderarem a sua meta. 
A Polícia descobriu uma nota de suicídio escrita por Ibrahim el-Bakraoui, 29 anos, que se fez detonar no aeroporto, na qual ele escreveu à sua mãe: "Estou em fuga, não sei o que fazer, estou a ser procurado por todo o lado e já não estou seguro. Se as coisas continuarem assim, vou acabar numa cela ao lado dele". Não ficou claro a quem é que Ibrahim se referia como "ele". Khalid, 27 anos, foi o suicida responsável pela carnificina em Maelbeek. 
A Polícia está à procura de mais suspeitos, sobretudo de Najim Laachrao, que se acredita que foi o fabricante das bombas. 
"Se juntarmos todos os acontecimentos recentes, podemos pôr grandes questões sobre o desempenho do Governo" - disse o Ministro do Interior Jan Jambon, que, juntamente com o Ministro da Justiça Koen Geens, apresentou a sua demissão, informou a Associated Press. Entre as questões de que Jambon fala, avulta o anúncio da Turquia, que tinha advertido a Bélgica no ano passado de que um dos atacantes Bruxelas, Ibrahim El Bakraoui, tinha sido assinalado como um "combatente terrorista estrangeiro".

O primeiro-ministro Charles Michel pediu a Jambon e a Geens para permanecerem nos seus cargos, dados os desafios actuais.
 
"Nós temos que ser muito auto-críticos", admitiu Geens.


- O Estado Islâmico/ISIS formou entre 400 e 600 combatentes especificamente para ataques na Europa, diz a Associated Press. Implantados em várias células terroristas como as que atingiram Paris e Bruxelas, eles estão prontos para atingir a Europa em ataques sangrentos, a fim de criar o máximo de caos.
Via Europe-Israel News

Os terroristas que se fizeram explodir usavam luva numa das mãos, o que terá servido para ocultar os detonadores.

VAMOS AGIR?


"Tolerância e apatia são as últimas virtudes de uma Sociedade moribunda."
- Aristóteles

Bruxelas, Paris, Istambul - Israel quase todos os dias desde que os Árabes invadiram o país em 1920 - o terrorismo islâmico fustiga o Mundo sem cessar. Assine a petição do The Israel Project para ajudar a dizer aos líderes mundiais que BASTA!


De Paris e Londres a Nova Iorque, Washington, Boston e Califórnia. De Tel Aviv e Jerusalém, a Ottawa, Nairobi, Mumbai e Sydney, os terroristas massacram pessoas inocentes em todo o mundo.

Os terroristas pretendem atingir-nos a todos até que nos submetamos à sua ideologia assassina. Todos nós, em nações livres, devemos unir-nos para lutar - e acabar com o terror.


Nós amamos a vida mais do que os terroristas amam a morte. Falando a uma só voz, podemos dizer aos nossos líderes que devem trabalhar juntos e acabar com o terrorismo.


Um ataque a um de nós é um ataque contra todos nós. Os povos livres devem unir-se para acabar com o terror.

Vamos dar o primeiro passo juntos.


Quando esta Petição alcançar 100.000 assinaturas, vamos entregar a mensagem às Nações Unidas em Nova Iorque, ao Congresso dos EUA e ao Parlamento Europeu.

Juntos, podemos fazer a diferença. Obrigado pelo seu apoio!
THE ISRAEL PROJECT

Bélgica ridicularizou a possibilidade de um ataque terrorista


 
Numa campanha publicitária que foi para o ar dois meses antes dos ataques terroristas de terça-feira, o Departamento de Turismo de Bruxelas ridicularizou a noção de que a cidade era violenta ou propensa à violência terrorista.
A cidade idealizou uma série de telefones para os quais as pessoas poderiam ligar, de todo o mundo, e falar com transeuntes de Bruxelas. "Você viu alguém com armas ou bombas?" - pergunta um estrangeiro.
A pessoa que atendeu o telefone ri: ""Não! Oh meu Deus, de forma alguma!".
Via MediaITE

- Esta campanha é bem o exemplo do estado de imbecilidade colectiva a que a Europa se permitiu chegar. Estamos a ser invadidos por terroristas islâmicos, mas o poder político e os media acreditam que poderão esconder indefinidamente essa realidade. Há anos que avisamos. Infelizmente, os FACTOS dão-nos razão.

Não são apenas os dois ministros que deveriam sair. Toda esta classe política deveria ter a decência de dar o lugar a quem ainda não perdeu o contacto com a realidade. Tal como a um inoperante Neville Chamberlain, que se submetia a Hitler, sucedeu um decidido Winston Churchill, que salvou o seu País e ajudou a salvar a Europa. 

É que ESTAMOS EM GUERRA! E não podemos dar-nos ao luxo de manter imbecis no Poder.



38 mortos e 700 feridos.  Ainda terão vontade de rir?


quinta-feira, 24 de março de 2016

"Chegou o tempo da oposição e da resistência" - Victor Órban



No Dia Nacional da Hungria (15 de Março), o Primeiro-Ministro húngaro, Viktor Orbán, fez um importante discurso em honra de independência do país em 1848:


00:05 O destino da nação húngara está agora ligado ao dos países europeus (...)
00:14 Hoje há pessoas, incluindo o povo da Hungria, que não podem ser livres se a Europa não o for.
00:22 E hoje a Europa está fraca, frágil e doente (...)
00:31 Hoje, 168 anos após as grandes guerras da independência dos povos europeus,
00:38 a Europa, a nossa Pátria comum, não é livre!
0:43 Senhoras e Senhores Deputados, a Europa já não é livre, porque só existe liberdade quando se é livre para dizer a verdade.
00:51 Agora, hoje, na Europa, é proibido de dizer a verdade.

00:55 Mesmo feita de seda, uma mordaça é uma mordaça.
1:02 É proibido dizer que os refugiados não o são e que a Europa está ameaçada por essas migrações.
01:14 É proibido dizer que dezenas de milhões de pessoas estão a preparar-se para marchar sobre a Europa.
01:20 É proibido dizer que esta imigração semeia terror e crimes por todo o lado.

01:27 É proibido dizer que estas massas de homens estranhos à nossa Civilização
01:33 ameaçam nosso modo de vida, a nossa cultura, os nossos costumes e tradições cristãs.

01:40 É proibido salientar que aqueles que já cá estão
01:45 que construíram o seu próprio mundo paralelo

01:51 com as suas próprias leis e ideais, estão prestes a fazer explodir a estrutura milenar da Europa.
02:00 É proibido fazer notar que isto não é consequência inesperada e acidental de eventos fortuitos
2:07 mas sim uma operação planeada e orquestrada; uma invasão terrestre da Europa.

02:15 É proibido dizer que Bruxelas está a tentar pensar em modos
2:19 de encaminhar o mais rapidamente possível essas massas extra-europeias para as instalar no meio de nós, nas terras da Europa.

02:26 Deve-se notar que o objectivo desta colonização
02:30 é mudar para sempre a paisagem religiosa e cultural da Europa, e derrubar as suas bases étnicas
02:39 eliminando o Estado-nação, o último obstáculo ao internacionalismo.

02:46 É proibido dizer que Bruxelas devora secretamente
2:51 faixas da nossa soberania nacional,

02:55 e que os eurocratas estão a elaborar um projecto de estabelecimento de uns Estados Unidos da Europa,
3:01 sem que ninguém jamais lhes tenha dado permissão.

3:11 Senhoras e Senhores,

3:14 Os inimigos da liberdade, hoje, não têm nada a ver com Reis e Imperadores de outrora
03:19 ou até mesmo com os líderes da antiga União Soviética.
03:23 Eles usam outros meios para nos forçar a submeter-mo-nos.
03:27 Hoje eles não nos põem na prisão nem nos campos de concentração.
03:32 Eles não enviam os seus tanques nem ocupam países que não querem desistir da Liberdade.
03:39 Agora, tudo o que eles precisam é de usar a artilharia pesada de uma Imprensa internacional às suas ordens, com as suas denúncias, ameaças e chantagem.
03:46 - Ou melhor, isso foi suficiente até agora.
03:51 Os povos da Europa estão gradualmente a acordar, estão a reagrupar-se
03:56 e em breve recuperarão terreno.
03:59 Os alicerces do edifício europeu que assenta na supressão da verdade estão a fender-se.
4:07 Os povos da Europa parecem ter finalmente entendido que o seu futuro está em jogo:
04:14 Não é apenas a nossa prosperidade, as nossas vidas confortáveis, os nossos empregos, que estão ameaçados
04:20 é também a nossa segurança e a disposição pacífica das nossas vidas.
4:25 Os povos da Europa acabaram por compreender que adormeceram no silêncio da abundância e da prosperidade
4:31 e que os princípios vitais em que a Europa foi fundada estão em perigo.
04:37 A Europa, é uma comunidade de nações livres, independentes e cristãs, onde existe igualdade entre homens e mulheres,
04:47 concorrência leal e solidariedade, orgulho e humildade, justiça e mansidão.
04:57 Desta vez, não sofremos o golpe de guerras e desastres naturais
05:08 que se abateram sobre nós de surpresa.
5:14 Estas migrações em massa assemelham-se à lenta erosão da orla costeira sob a acção persistente da água.
05:21 Esta invasão ostenta a máscara de uma causa humanitária, quando na verdade o seu objectivo é conquistar os nossos territórios.
05:28 Cada palmo da nossa terra de que eles se apossam, está perdido para nós.
05:33 Alguns activistas de direitos humanos, que têm apenas vãs palavras na boca, dão-nos palestras
05:41 lançam-nos acusações
05:44 dizem-nos hostis e xenófobos
05:48 mas a verdade é que a nossa nação sempre acolheu bem os forasteiros
05:54 e baseia-se na fusão de diferentes culturas.
05:59 Abrimos as nossas portas àqueles que vieram querendo ser novos membros da família, que vieram como aliados
06:03 abrimos as nossas portas a refugiados que temiam pelas suas vidas
06:07 e todos eles foram capazes de criar aqui uma nova casa.
06:13 Mas aqueles que vieram para aqui com a intenção de mudar a face da nossa nação,
06:18 de reformular a sua imagem, que vieram contra a nossa vontade e pela força das armas
6:25 esses têm enfrentado a nossa resistência.
6:35 Senhoras e Senhores,
06:38 No início,  disseram-nos que seriam apenas algumas centenas de pessoas deslocadas, umas mil, ou duas mil
06:45 mas nenhum  líder europeu responsável se atreveu a fazer-nos a promessa solene
06:50 de que aqueles dois mil não se transformariam em dezenas ou centenas de milhar de pessoas.
06:57 Se queremos parar esta invasão, devemos absolutamente limitar os poderes de Bruxelas.
07:04 O maior perigo que nos ameaça não é das massas que se amontoam às portas da Europa
07:11 mas sim Bruxelas e o seu compromisso fanático com o internacionalismo.
7:14 Não devemos aceitar que os eurocratas estejam acima da Lei.
07:21 Não aceitamos que nos forcem a aceitar os frutos amargos das suas políticas de imigração e do seu louco cosmopolitismo.
07:31 Não vamos aceitar que a Hungria importe o terrorismo, o crime, a homofobia e o anti-semitismo que incendeia sinagogas.
07:40 Não haverá bairros nas nossas cidades que se considerem acima das nossas leis ou perturbem a ordem pública
07:46 Não haverá motins de populações imigrantes. As nossas mulheres e filhas não vão ser caçadas por grupos de estrangeiros.
07:56 Nós não vamos deixar ninguém ditar-nos o que devemos permitir no nosso solo, quem pode viver connosco
08:07 com quem partilhamos a nossa terra natal.
08:10 Nós sabemos como as coisas se passam: no início, deixamos que nos digam quem devemos aceitar
08:18  depois, passamos a ser estrangeiros no nosso próprio país.
08:24 no final eles vão dizer-nos para fazermos as malas e nós abandonaremos a terra dos nossos antepassados.
08:30 Por isso, rejeitamos o plano de realojamento forçado dos refugiados e não vamos deixar-nos intimidar por chantagem ou ameaças.
08:47 Chegou o momento de dar o alarme. Chegou o tempo da oposição e da resistência.
08:56 Chegou o momento de apelar aos nossos aliados. Chegou o momento de acenar a bandeira das nações que ainda se mantêm de pé.
09:05 Chegou o tempo de evitar a destruição da Europa e de salvar o seu futuro.
09:12 Para isso apelamos a todos os cidadãos húngaros a que se unam, independentemente da sua filiação política 
09:21 Apelamos a todas as nações europeias a que se unam
9:25 Os líderes e os cidadãos europeus não devem viver em mundos separados. 
09:32 Precisamos de restaurar a unidade da Europa. Nós, os povos da Europa
09:36 não podemos ser livres individualmente se não pudermos ser todos livres. 
09:43 Espera-nos a vitória  se juntarmos forças, mas se for cada qual por si, corremos para a nossa perda. 
09:49 Unidos somos fortes. Desunidos, somos fracos. Ou saímos todos juntos ou não saímos de todo - não há outro caminho. 
09:58 Húngaras, húngaros, 
10:02 Em 1848, foi escrito no livro do destino que nada poderia ser feito contra o Império Habsburgo
10:14 Se tivéssemos ficado resignados com o decreto, o nosso destino teria sido selado, 
10:19 As águas alemãs teriam engolido os húngaros. 
10:24 Em 1956, foi escrito no livro do destino que o nosso destino era permanecermos um país ocupado e sovietizado 
10:34 até que o último suspiro de patriotismo saísse do último dos húngaros.
 10:39 Se tivéssemos ficado resignados com o decreto, o nosso destino teria sido selado
10:45 e as águas soviéticas teriam engolido os húngaros. 
10:49 Hoje está escrito no livro do destino que as potências mundiais escondidas e sem rosto 
10:55 vão eliminar tudo o que é único
10:59 autónomo, nacional e secular. 
11:03 Eles vão misturar culturas, religiões e povos, até que a nossa 
11:08 bela e orgulhosa Europa multifacetada não seja mais que uma sombra dócil e pálida. 
11:16 Se nos resignarmos a este fim, o nosso destino será selado,
 11:21 Seremos engolidos pela enorme barriga dos Estados Unidos da Europa.
11:28 A tarefa diante do povo húngaro, das nações da Europa Central 
11:36 e de outros países europeus que ainda não perderam todo o senso-comum 
11:41 é de desfazer o destino que nos reservaram, reescrevê-lo e transformá-lo. 
11:47 Nós, húngaros e polacos, sabemos como fazê-lo. Fomos ensinados 
11:52 que apenas aqueles que são corajosos o suficiente conseguem olhar o perigo no rosto.
11:59 Por isso, vão buscar a velha virtude da coragem ao lodo do esquecimento. 
24:07 Precisamos redescobrir o velho ousadia. 
12:12 Devemos responder com clareza, numa voz que todos devem ouvir
24:19 à questão mais importante que irá determinar o nosso destino:
12:25 a pergunta que vai decidir o futuro da Europa, a sua vitória ou a sua queda - aqui está: 
00:29 "Deixar-nos-emos escravizar, ou seremos homens livres?" - Esta é a pergunta a que devemos responder!
24:34 De pé Hungria! De pé, húngaros!


Viktor Orbán, juntamente com políticos como Nigel Farage (Inglaterra), Geert Wilders (Holanda), Marine Le Pen (França), Donald Trump (Estados Unidos) são alguns dos políticos demonizados pelos media e pelo sistema vigente - porque dizem a verdade sobre o Islão.



A deputada socialista da União Europeia, a portuguesa Ana Gomes, tem-se feito notar pelos seus discursos furiosos no Parlamento Europeu, defendendo que a Europa precisa dos "migrantes" muçulmanos. Já anunciou que vai processar a própria União Europeia por esta pretender agora impor regras à invasão do nosso Continente! - ver EXPRESS.

 Releia:

Um novo Hitler está na Europa - os Governos devem cair!

As 4 Etapas da Conquista Islâmica

A Invasão que eles escondem - 1


A Invasão que eles escondem - 2


A Invasão que eles escondem - 3


A Invasão que eles escondem - 4


 A Invasão que eles escondem - Conclusão








"Em resposta aos ataques terroristas desta manhã, em Bruxelas, um homem Flamengo chamado Ivar Mol twittou aos seus colegas professores: 'Como é que uma pessoa pode continuar a ensinar, quando os muçulmanos na nossa aula estão a festejar?". Em resposta, três polícias bateram-lhe à porta e pediram-lhe para não para postar mais tweets  desse tipo."
Gates of Vienna

quarta-feira, 23 de março de 2016

Purim - Ajude as vítimas do terrorismo em Israel

 
Leve alegria nesta festa de Purim às vítimas israelitas do Terror
Leve alegria e bênçãos às famílias israelitas que sofreram a dor e o trauma de um ataque terrorista. O seu presente vai tocar-lhes o seu e tornar a celebração ainda mais especial!
Se não puder contribuir materialmente, envie os seus votos de solidariedade e as suas orações. Pelos mortos, pelos sobreviventes e pelas suas famílias.
Em Israel, as crianças nos infantários são alvo de bombardeamentos, de tiros de snipers e dos terroristas que chegam pelos túneis subterrâneos. Neste vídeo, o dia-a-dia das crianças israelitas alvejadas pelos terroristas de Gaza, mais um território que o minúsculo Estado de Israel deu aos árabes em troca da paz que eles não querem. De 1960 a 2004, 95% de todos os actos terroristas no mundo foram islâmicos.

Crianças da cidade de Sderot sob fogo terrorista. Isto o seu telejornal não mostra. Só lhe mostra quando Israel, após muito sofrimento, vai de peito aberto destruir os redutos dos terroristas, que por sua vez usam as próprias crianças como escudos humanos.

 
Vivendo debaixo de fogo, todos os dias. Neste vídeo, imagens que os media não mostram: os terroristas explicam como, após lhes ter sido dada Gaza, usam o território como base para tomarem o que resta de Israel e destruírem todos os judeus. Falam do seu ódio irreprimível aos judeus e do desejo de os exterminarem.


Que outra democracia do Mundo permite mísseis disparados sobre as suas crianças? Para grande desgosto de alguns, já não morrem tantas crianças israelitas hoje em dia, porque Israel teve que apurar a sua capacidade de se defender. E são os israelitas que são acusados de matarem crianças!

Jerusalém debaixo de mais um ataque de mísseis. Mas a podre Imprensa afirma que é Israel que ataca os Árabes. E o Mundo acredita.

Mais um jovem judeu espancado e humilhado pelos Árabes na Cidade Velha de Jerusalém. É o trivial. Os judeus aprenderam a levar pancada, a serem atacados, espancados e assassinados, na sua própria Pátria, e a não responderem na mesma moeda.

 
Ahlam Tamimi, um demónio terrorista que Israel libertou, ri-se, deliciada, ao saber que matou mais 8 crianças israelitas do que julgava. Mas a Imprensa, a extrema-esquerda e os neo-nazis, dizem que é Israel que mata crianças.

Um novo Hitler está na Europa - os Governos devem cair!



 A habitual distribuição de doces para comemorar a chacina dos "infiéis".

Como ontem previmos, tem havido celebrações, foguetório e distribuição de doces no mundo islâmico, em celebração do massacre de Bruxelas. Os políticos narcótico-idealistas do Maio de 68, declararam solenemente que "estamos em guerra" - mas não se atrevem a dizer COM QUEM! Afinal, o voto islâmico pô-los no Poder. E só o Poder lhes interessa!


Madame Clinton exige a continuação da invasão da Europa.

A senhora Clinton,  o protótipo do político islamófilo actual, ficou em grandes cuidados com a sorte dos terroristas em fuga, e exigiu que as fronteiras da Europa não sejam fechadas à invasão islâmica.   

A Imprensa exprimiu a sua maior preocupação: que mais este massacre possa desencadear... "islamofobia"!!! Alguma Imprensa, timidamente, admite que estamos em guerra. Mas que a culpa é nossa (claro!).
Registamos também a submissão de mais um dhimmi, o amigo Pacheco Pereira. E a Alta Filosofia do nosso Primeiro-Ministro, que escolhe ver o copo meio-cheio e regozijar-se... pelos atentados que não acontecem!

"A Europa é o Câncer, O Islão é a Resposta" - eis o programa islâmico.  Um dos assassinos em massa de ontem tinha estado 9 anos na prisão por ter alvejado um polícia, e não foi expulso! 

Quando a flores, velas e artes gráficas, estamos servidos:

Os terroristas devem estar a tremer de medo!!! É altura de equipar as Forças Policiais com desenhos, flores e velas! Ataquemos as posições do ISIS com desenhos, flores e velas, que é para eles verem o que é bom!

Em total sintonia com o que ontem aqui escrevemos, o artigo de Robert Spencer, responsável pelo site Jihad Watch e incansável combatente contra a jihad global:



Vitimas dos ataques terroristas na Bélgica
É hora de votos de não-confiança. É hora de os governos da Grã-Bretanha, França, Alemanha, Bélgica, Holanda, e outros mais, caírem. Não estou a falar de uma revolução violenta. Existem mecanismos para a substituição pacífica dos governos na maioria dos países europeus, quando o governo existente demonstra ser inadequado para a tarefa que tem em mãos. É hora de usar esses mecanismos. Os governos existentes são responsáveis ​​por políticas que transformaram a Europa numa zona de guerra, e a guerra está apenas a começar. As elites políticas e mediáticas falharam, na Europa e no Mundo Livre, e puseram a Europa a caminho de uma guerra civil e derramamento de sangue nunca visto no continente desde os tempos de Hitler.
Um novo Hitler está na Europa. Não é Donald Trump. Não é a "direita". O novo Hitler é muito parecido com o velho Hitler: ele odeia judeus. Ele tem desprezo pelo património histórico da civilização Ocidental. Ele gosta de governar com punho de ferro e subordinar qualquer outro poder à sua vontade. Ele respeita unicamente a força, e despreza a fraqueza. O novo Hitler não é apenas um homem, mas milhões - milhões de pessoas que acreditam numa ideologia que ensina a guerra e a subjugação dos povos livres sob seu calcanhar.
Historicamente, a Europa viu a ameaça que os homens fiéis a essa ideologia punham, e derramou sangue para resistir ao seu avanço. Agora, os filhos e herdeiros daqueles que deram as suas vidas para garantir que os  seus filhos e os filhos dos seus filhos viveriam livres, escancararam os portões e convidaram aqueles que quiseram escravizá-los. Convidaram-nos para os seus países em grande número, e vilipendiaram e ostracizaram qualquer um que ousasse observar as lições da História e o conteúdo da ideologia dos invasores.




Esta manhã, como resultado dessas políticas, Bruxelas está mergulhada no caos e no luto, pelo sangue derramado nesta guerra. E haverá muito, muito mais disto.
É hora de correr com eles. Todos eles: os multiculturalistas, os relativistas culturais, os internacionalistas, as elites que trouxeram esta morte e destruição sobre Bruxelas hoje, sobre Paris ontem, e sobre o resto da Europa amanhã. A Europa, se quer sobreviver como uma casa de pessoas livres, deve modificar o seu sistema político e os seus media. Isso ainda pode ser feito de forma pacífica, e deve ser feito rapidamente. Se a Europa quiser sobreviver como uma casa de pessoas livres, ele precisa de governos que reconheçam que os "refugiados" que invadem os seus países incluem um número incontável de assassinos jihadistas que pretendem matar o seu povo e destruir as suas sociedades.

A ditadura do politicamente correcto: os políticos que temos jamais dirão a VERDADE sobre o Islão.

Precisamos de governantes que tenham a coragem para se levantar, parar este fluxo de refugiados, e revertê-lo. A Arábia Saudita tem dezenas de milhares de tendas com ar-condicionado para peregrinos, e não aceita nem um refugiado. Porquê? Porque eles constataram, muito correctamente, que há terroristas da jihad entre os refugiados.
A ARÁBIA SAUDITA PODE DEFENDER-SE E A EUROPA NÃO PODE?
A deputada socialista da União Europeia, a portuguesa Ana Gomes, tem-se feito notar pelos seus discursos furiosos no Parlamento Europeu, defendendo que a Europa precisa dos "migrantes" muçulmanos. Já anunciou que vai processar a própria União Europeia por esta pretender agora impor regras à invasão do nosso Continente! - ver EXPRESS.

Esta é uma guerra. É uma guerra pela sobrevivência. É uma guerra que irá determinar se a Europa (e a América do Norte não está muito atrás) vai viver em liberdade ou na escravidão. As actuais elites políticas e mediáticas europeias estão a promover a escravidão do seu povo. Devem ser profundamente repudiadas. Há muito está em jogo para que continuemos a tolerar a auto-ilusão e fantasia dessas elites. Aqueles que estão a lutar para sobreviver não se podem dar ao luxo de ser irrealistas sobre o que estão a enfrentar. Nos Estados Unidos, também, precisamos de líderes que falem honestamente sobre a natureza e a magnitude da guerra em que estamos. Certamente há algumas pessoas na Europa que são ambos capazes de liderar e dispostas a dizer a verdade. É tempo para elas serem instaladas de forma pacífica no poder - antes que seja tarde demais, uma vez que muito em breve será.
Robert Spencer via JIHAD WATCH


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2013 - Um jovem alemão disse que a polícia invadiu o seu apartamento, que partilha com a sua namorada, para remover uma bandeira de Israel, a fim de acalmar os manifestantes. "Por causa da fúria dos muçulmanos, a Polícia invadiu o nosso apartamento e retirou a bandeira de Israel", escreveu ele."A justificação da Polícia foi de que pretendia acalmar a situação, porque muitos manifestantes estavam à beira de invadir nossa casa":


"Antes de a Polícia chegar, atiraram bolas de neve, facas e pedras contra as nossas janelas e contra todo o edifício. Nós vínhamos a chegar do outro lado da rua e ficámos chocados ao ver um agente da Polícia entrar no nosso quarto e abrir a janela para chegar à bandeira. ... a Polícia concordou com as exigências do turba". 
A multidão aplaudiu efusivamente quando a bandeira israelita foi retirada.

A rede de satélite em língua árabe Al Jazeera relatou que muitos dos manifestantes eram da comunidade turca.

Foi a Alemanha que também disse "Nunca mais"???...

O TERRORISMO GLOBAL

Enquanto uma das pessoas feridas nos ataques de ontem balbuciava que a culpa não era do Islão, mas de alguns "radicais", o mundo islâmico assistia ao massacre e exultava:
 
Uma de muitas compilações em vídeo da invasão muçulmana da Europa (é natural que entretanto deixe de estar visível, pois o Islão não suporta a verdade e retira tudo quanto pode):