segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Papa visita sinagoga e apela à redescoberta das raízes judaicas do Cristianismo

Papa visita a sinagoga de Roma, exorta os cristãos a rejeitarem o anti-semitismo

O Papa Francisco discursa durante a sua visita à Grande Sinagoga de Roma, Itália, 17 de Janeiro, 2016 .. (crédito da foto: Reuters)

Francisco apelou à "redescoberta das raízes judaicas do Cristianismo" e condenou a violência em nome da religião.
O Papa Francisco fez sua primeira visita como pontífice a uma sinagoga, este domingo, onde, numa referência aos ataques islâmicos, condenou a violência em nome da religião, perante uma audiência de líderes da comunidade judaica de Roma e representantes do Knesset (Parlamento) de Israel - o deputado Yuli Edelstein e o  Ministro dos Assuntos Religiosos, David Azoulay .
Entre Salmos cantados em Hebraico e discursos realçando os avanços notáveis ​​nas relações entre católicos e judeus nos últimos 50 anos, Francisco tornou-se o terceiro pontífice a visitar o principal sinagoga de Roma, depois dos Papas João Paulo II e Bento XVI.

O templo fica do outro lado do Rio Tibre, perto do Vaticano, e é rico em simbolismo do passado, que testemunhou as perseguição dos judeus por quase 300 anos, até meados do século XIX, quando os judeus eram forçados a viver no bairro adjacente, ainda conhecido como 'O Gueto', e a fazerem pagamentos obrigatórios aos Papas.
A segurança foi excepcionalmente apertada na área, e até mesmo os jornalistas tiveram que passar por três controlos de segurança no espaço de menos de 100 metros. A Polícia anti terrorismo patrulhou ambos os lados do rio, que foi fechado ao público.

"A violência do homem contra o homem está em contradição com qualquer religião digna desse nome, em particular, as três grandes religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo)", disse o Papa, no que pareceu ser uma referência aos ataques de militantes islâmicos.

"Os conflitos, as guerras, a violência e as injustiças abrem feridas profundas na Humanidade, que nos chama a fortalecer o compromisso com a paz e a justiça", disse.
"Nem a violência nem a morte terão a última palavra diante de Deus." Os líderes judeus que usaram da palavra foram mais específicos na condenação da violência islâmica.
"A fé não gera ódio. A fé não derrama sangue. A fé pede diálogo", disse Ruth Dureghello, presidente da comunidade judaica de Roma, no seu discurso ao Papa.

"VISÕES FANÁTICAS"

 Ruth Dureghello
"A nossa esperança é que esta mensagem chegue a muitos povos muçulmanos que compartilham connosco a responsabilidade de melhorar o mundo em que vivemos. Nós podemos fazê-lo juntos", disse ela.

O rabino-chefe de Roma, Riccardo Di Segni, condenou a violência "justificada pelas visões fanáticas inspiradas pela religião".

Yahya Pallavicini, um líder islâmico italiano envolvida no diálogo inter-fé, participou na cerimónia e o Papa recebeu-o calorosamente
 
Um grupo de sobreviventes italianos dos campos de extermínio nazis sentou-se na primeira fila, e Francisco pareceu comovido quando eles foram mencionados, levantando-se com a congregação numa ovação de pé.

"As vossas lágrimas nunca deverão ser esquecidas", disse Francisco.
 
"A Shoah ensina-nos que precisamos da vigilância máxima, a fim de intervirmos rapidamente em defesa da dignidade humana e da paz", disse Francisco, usando o termo Hebraico para o Holocausto. 
A revolução nas relações católico-judaicas começou há 50 anos, com um documento  do Concílio Vaticano II (1962-1965), que repudiou o conceito de culpa colectiva dos judeus pela morte de Jesus, e apelou ao diálogo inter-religioso.
Sob o falecido Papa João Paulo II, o primeiro pontífice a visitar uma sinagoga, o Vaticano estabeleceu relações diplomáticas com Israel.
No mês passado, o Vaticano publicou um documento importante, dizendo aos católicos que estes não devem tentar converter os judeus.
No domingo Francisco apelou para a "redescoberta das raízes judaicas do Cristianismo" e repetiu um apelo aos Católicos para "dizerem 'não' a todas as formas de anti-semitismo".
"Judeus e cristãos devem, portanto, sentir-se como irmãos unidos pelo mesmo Deus e por um rico património espiritual comum", disse o Papa.
Edelstein agradeceu a Francisco pela sua contribuição para melhorar as relações entre judeus e cristãos.
O membro do Knesset também elogiou o pontífice por mencionar que Israel é a Terra Santa, e assim, incentivar os peregrinos cristãos a visitarem o país.
O apelo de Francisco vai '"certamente trazer mais turismo, que vai contribuir para a economia de Israel, para os judeus e para os árabes, o que pode trazer estabilidade e tranquilidade", postulou Edelstein.
Traduzido do The Jerusalem Post
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Dafna Meir tinha 38 anos, era mãe de 6 filhos e enfermeira dedicada.


Enquanto isso, hoje, em Israel foi atacada à facada uma mãe grávida. Michal Froman, a vítima, está em estado grave. O terrorista foi atingido pelas forças de segurança e está também hospitalizado. Francisco Gonçalves e a Imprensa mundial em geral devem já ter noticiado que a Polícia israelita alvejou um "palestino".

A enfermeira  Dafna Meir, de 38 anos, mãe de 6 filhos, foi assassinada em sua casa por um terrorista. Ficaram órfãos RenanaAkivaAhava, Yair e Yaniv. Ficou viúvo Nathan.

"Não é terrorismo", na óptica da Imprensa internacional, que assim abre caminho à continuação da matança diária de judeus.

Bem podem o Papa Francisco, os judeus de Roma, o líder islâmico moderado, coitados, pedir paz. Os políticos e a Imprensa assobiam para o lado. Os terroristas esfregam as mãos.

Não perca o próximo post.

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domingo, 17 de janeiro de 2016

Os estupradores islâmicos apenas cumprem o Islão


A besta maléfica, perdão, a digníssima advogada egípcia Nagla Al-Imam, diz que "os jovens árabes devem assediar sexualmente as mulheres israelitas onde quer que estejam no mundo." Diz também que os homens árabes não têm que se preocupar com a lei nos países islâmicos, porque não há leis para o assédio sexual nesses países. E também diz que a maioria dos países árabes não permitem que os israelitas lá entrem, de qualquer maneira. De modo que nesses países, não há o que violar! É assim que se "pensa" no Islão. É assim que se prega na famosa Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém.


A partir daqui o post é transcrição do EXCELENTE blogue LEI ISLÂMICA EM AÇÃO, a propósito do festim de violações da Passagem de Ano, que pôs a nu o que já se passa há muitos anos na Europa, com a invasão dos bárbaros muçulmanos. Na nossa etiqueta JIHAD SEXUAL falamos um bocadinho disto, mas a realidade é mais vasta e mais repugnante do que temos possibilidade de vos mostrar. Aqui vai então:


Vídeo mostra o assédio sexual a uma jornalista holandesa ocorrido em junho de 2013. Os homens muçulmanos estão praticando o ‘Taharrush’, que é quando homens em grupo atacam, roubam e estupram. O que vem acontecendo na Alemanha, e em outras cidades européias, é nada mais do que esta prática "cultural" sendo importada junto com os migrantes muçulmanos. Nem todos os muçulmanos fazem isso, mas os que não fazem defendem os seus irmãos estupradores com toda desculpa, como "eu conheço um muçulmano e ele não é assim" ou "eles não são muçulmanos" ou "quem mandou ela se meter em lugar perigoso."
Um vídeo como este vocês nunca verão na TV, seria considerado "islamofobia".



Taharrush Gamea é um jogo jogado em todo o mundo muçulmano, mas que chegou agora à Europa, através da imigração muçulmana em massa. Nós abrimos os nossos países a hordas de estupradores selvagens que não têm nenhuma ideia do que sejam as relações sexuais e românticas normais.
O assédio sexual coletivo que ocorreu em diversas cidades européias nas festas de fim-de-ano é mais uma contribuição que o "enriquecimento cultural" (como dizem os promotores da invasão da Europa) para o mundo livre. O interessante é que ele é tão comum no mundo árabe islâmico que tem um nome: Taharrusch jamai.
Taharrusch jamai (árabe تحرش جماعي, pronúncia aproximada "tárrarashu" "jamái-in"), ou taharrush gameâ) é um termo em árabe que poderia ser traduzido como "assédio sexual em grupo" ou "assédio sexual coletivo." Ele é usado para descrever uma ação coordenada de vários homens, com intuito de praticar agressões sexuais contra mulheres encontradas em locais públicos. O assalto geralmente acontece sob a capa protetora fornecida por grandes reuniões ou multidões,durante eventos públicos, tais como protestos, reuniões, concertos ou festivais).
Para muitos, o taharrush é um jogo, no qual a mulher é a prêsa, dois são destinados a apalpá-la, batê-la ou estuprá-la, enquanto que uma multidão cerca e protege os atacantes, se revezando com eles. Outros dois tem a missão de a resgatar, mas para tal têm que passar pela parede de homens que "protegem" os estupradores.
Este "jogo" ganhou evidência internacional durante os protestos contra o governo, no Egito, em 2011 e 2013. A CNN chegou a dizer que os estupros foram o lado negro dos protestos, tal a sua quantidade. A jornalista Lara Hogan foi a vítima mais famosa na época.
Agora, o taharrush está na Europa, trazido pela imigração islâmica. Esta é mais uma contribuição da imigração islâmica, que trouxe com ela a Sharia e a mutilação da genitália feminina. O próprio Escritório Polícia de Criminalistica Federal da Alemanha descreveu a violência sexual na véspera de Ano Novo de 2015/16, em Colônia, com este termo.
Nem todos os muçulmanos fazem isso, mas tanto eles, como os apologistas não muçulmanos, defendem os estupradores com desculpas, tais como, "eu conheço um muçulmano e ele não é assim" ou "eles não são muçulmanos" ou "quem mandou ela se meter em lugar perigoso."
(...)

Os 20 Mandamentos mortais do "diabólico" ("satânico") Maomé, o fundador do Islão


  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islão. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islã. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que não queiras. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Michael Freund e os judeus que voltam a Casa



Uma nação, muitas faces.


Setenta líderes, pensadores e clérigos responderam à pergunta: Como estará a comunidade judaica daqui a 50 anos?

Os depoimentos foram publicados na revista Symposium / 1 Nov 2015.

Damos destaque ao de Michael Freund, fundador e presidente da Shavei Israel, que serviu como vice-director de comunicações durante o primeiro mandato do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Tem uma coluna semanal no Jerusalem Post.

Este blogue não é judaico nem israelita, é Amigo de Israel. É com alegria que assistimos à reunião do povo judeu. Tentámos traduzir fielmente o seu artigo. As fotos são do site da Shavei Israel.

O povo judeu está nos estágios iniciais de uma revolução demográfica, uma mudança tão profunda e histórica na sua natureza, que irá remodelar os contornos, o carácter e até mesmo a cor dos judeus.
Por todo o mundo, um despertar sem precedentes está a acontecer. Descendentes de judeus de todas as esferas da vida procuram voltar às suas raízes e abraçar a sua herança.

Nos últimos 15 anos, através da Shavei Israel, organização a que presido, tenho percebido uma multidão de pessoas cujos antepassados foram, em algum momento, parte de nós e que agora procuram um caminho de volta para o rebanho.

Desde os judeus de Kaifeng, China, cujos antepassados sefaraditas viajavam ao longo da Rota da Seda, aos Bnei Menashe, do nordeste da Índia, que reivindicam a migração de uma das tribos perdidas de Israel, incluindo os judeus ocultos da Polónia em razão do Holocausto, existe um grande número de pessoas com uma ligação histórica com o povo judeu.

Talvez o maior de todos estes sejam os Bnei Anussim, a quem os historiadores se referem pelo termo depreciativo de “Marranos”, e cujos antepassados são judeus, espanhóis e portugueses, forçados a converter-se ao Catolicismo no séculos XIV e XV. Estudiosos estimam que, estes devem estar na casa dos milhões em todo o mundo, e testes genéticos revelam que de 10 a 15 por cento dos hispano-americanos têm raízes judaicas.

O caminho de volta.

Se formos suficientemente prudentes para aproveitar a oportunidade e estender a mão a essas comunidades, fortalecendo a nossa ligação com elas, nas próximas décadas, iremos testemunhar o retorno de centenas de milhares, e possivelmente mais, para nosso povo.
Afinal, o tamanho importa, seja no basquetebol, nos negócios, ou na diplomacia. Para fazermos uma diferença no mundo e vivermos de acordo com a nossa missão nacional, como judeus, precisamos de uma “equipa” muito maior e mais diversificada à nossa disposição.

Historiadores estimam que durante o período Herodiano, há dois milénios, havia cerca de 8 milhões de judeus em todo o mundo. Na mesma época, a dinastia Han realizou um censo, que revelou 57,5 milhões de chineses da etnia han. Trazendo estes dados para o presente, os números são, naturalmente, muito diferentes. A China hoje possui cerca de 1,1 bilião de pessoas, quando, por outro lado, os judeus no mundo não somam mais de 13 milhões.

Judeus de todas as cores.

Durante os últimos 2.000 anos de exílio, perdemos um número incontável de judeus, através da assimilação ou da opressão. Muitos dos seus descendentes estão agora  a querer retornar. Este desenvolvimento é testemunho do poder da história judaica e o triunfo do destino judeu.

O mundo, como já foi dito, é cada vez menor a cada dia, graças aos processos de globalização e da crescente interdependência económica e estratégica. Para prosperar nesta aldeia global, o povo judeu vai precisar dos judeus chineses e dos judeus indianos, não menos do que dos judeus americanos e dos judeus britânicos.

Isto significa que não somente é necessário esforçar-mo-nos para manter os judeus, judeus, bem como começarmos a pensar fora da caixa, em como aumentar os nossos números. Precisamos de mais judeus, então porque não procurá-los no nosso passado colectivo e recuperarmos aqueles que foram arrancados de nós devido ao exílio e perseguição? Muitos descendentes de judeus já estão a bater à nossa porta, pedindo para serem admitidos. Tudo o que precisamos fazer é premir o botão, abrir a porta, e eles virão.

Michael Freund procura os judeus perdidos de todo o mundo.

Este processo nascente já está em andamento, e apelo a Israel e aos líderes judeus em todo o mundo para reconhecerem este desenvolvimento notório, e agirem.

Em cinco décadas, portanto, o povo judeu será uma nação com muitos rostos, muito mais numerosos e diversificados do que qualquer um poderia ter imaginado no início do século XXI.

As pessoas vão olhar para trás e constatar o ponto de viragem em que estamos, à beira de uma onda de retorno, aquela que vai ver milhões de descendentes de judeus reconectarem-se com o povo judeu. Demograficamente e espiritualmente, o povo judeu será mais forte com eles!
 
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

"Sémen e Lixo" - o apelo do imã de Jerusalém foi ouvido!

Antes de mais, dois soberbos textos sobre o festim de estupro islâmico da Passagem de Ano:
"Mas só uma minoria de muçulmanos se sabe portar de uma forma que na Europa consideramos adequada perante uma mulher. E só não vislumbra isto quem se esforça por deturpar a realidade ou não conhece o mundo"

Um texto OBRIGATÓRIO, no Observador, por Maria João Marques: 

Islamite aguda


"Dum lado, o activista tem a causa de pobres refugiados árabes que, celebrando o ano novo, foram repreendidos pela tirânica força reaccionária neocolonial, por estarem a festejar segundo os costumes da sua cultura. Portanto, vítimas de xenofobia."
Dum lado, o activista tem a causa de pobres refugiados árabes que, celebrando o ano novo, foram repreendidos pela tirânica força reaccionária neocolonial, por estarem a festejar segundo os costumes da sua cultura. Portanto, vítimas de xenofobia. É uma boa causa. Caso opte por esta boa causa, o activista pode até, para abrilhantar o seu gesto, sugerir que esta bonita tradição étnica seja elevada a Património Cultural Imaterial da Humanidade, uma vez que chega a ser parecida com os nossos patuscos Caretos de Podence.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/jose_diogo_quintela/detalhe/a_escolha_de_sofiactivista.html
 Do Correio da Manhã, por José Diogo Quintela:
A escolha de Sofiactivista
Ou o activista pugna pelos refugiados e é machista, ou pugna  pelas mulheres e é racista.
A escolha de Sofiactivista Ou o activista pugna pelos refugiados e é machista, ou pugna pelas mulheres e é racista.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/jose_diogo_quintela/detalhe/a_escolha_de_sofiactivista.html
Dum lado, o activista tem a causa de pobres refugiados árabes que, celebrando o ano novo, foram repreendidos pela tirânica força reaccionária neocolonial, por estarem a festejar segundo os costumes da sua cultura. Portanto, vítimas de xenofobia. É uma boa causa. Caso opte por esta boa causa, o activista pode até, para abrilhantar o seu gesto, sugerir que esta bonita tradição étnica seja elevada a Património Cultural Imaterial da Humanidade, uma vez que chega a ser parecida com os nossos patuscos Caretos de Podence.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/jose_diogo_quintela/detalhe/a_escolha_de_sofiactivista.html
Post imperdível no Lei Islâmica em Ação:

"Taharrusch", o termo árabe para "assédio sexual coletivo" que entrou no vocabulário mundial


No dia 19 de Setembro de 2015, o nosso blogue dava conta do apelo do imã de Jerusalém ao estupro colectivo das mulheres europeias. O apelo ao estupro das mulheres israelitas já é o trivial - e muito aplaudido pela extrema-esquerda e pela Imprensa, como todo o terrorismo contra os judeus (veja-se o post anterior, por exemplo). O post foi este:
Imã de Jerusalém apela à jihad sexual na Europa
Pois é, é isto que se passa nas mesquitas. Não é o mesmo que as nossas igrejas, não...




O vídeo está permanentemente a ser removido - como são todos os vídeos que mostram a verdadeira natureza do Islão. Mas cá está ele, de novo, o imã da famosa mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, a incitar os muçulmanos a estuprarem as mulheres europeias.

Ah, a sagrada mesquita de Al-Aqsa, essa fonte de virtudes que "obriga" os muçulmanos a manterem parte de Jerusalém ocupada e a impedirem os judeus de visitarem o local mais sagrado do Judaísmo, o Monte do Templo. As lindas coisas que se pregam na sagrada mesquita de Al-Aqsa...

Via Daily Mail:
O Imã da mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém incitou os imigrantes muçulmanos a fazerem filhos às mulheres europeias, de modo a conquistarem os respectivos países, e prometeu:
"Vamos esmagar-vos sob os nossos pés, se Alá quiser".

    O Sheikh Muhammad Ayed fez o discurso na
mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém.
 

     Disse que os americanos, italianos, alemães e franceses são obrigados a aceitar refugiados.
 
 Disse aos muçulmanos para usarem a crise dos "migrantes" para se cruzarem com as mulheres europeias e "conquistarem os seus países".

Na Passagem de Ano, os "refugiados" encontraram-se no meio de um mar de mulheres "infiéis", na rua, à noite, e, como na sua cultura as não muçulmanas só servem para escravas sexuais*, toca a estuprar!

A Imprensa, muito contrariada, não pôde deixar de noticiar a grande noite de estupros da Passagem de Ano. Porque foi na Europa. Se tivesse sido na Nigéria ou no Quénia, nem interessava a ninguém. Se tivesse sido em Israel, haveria champanhe nas Redacções, é claro!




Neste vídeo (que o lóbi islamista/de extrema-esquerda em breve retirará)  podemos ver um bando de bestas islamistas a gabarem-se de terem violado, num grupo de sete bestas, uma jovem alemã "que era virgem", e de a terem deixado "coberta de sémen e lixo". Riem-se e gabam-se de a terem deixado "completamente rebentada" no chão a chorar e a implorar pela vida.
Um dos demónios mostra-se visivelmente desapontado porque não violou a infiel no ânus. Mas afirma com orgulho que a "destruíram completamente" e que lhe "cuspiram em cima que nem porcos".

A onda de estupros islâmicos tem aumentado exponencialmente com o afluxo maciço de imigrantes ilegais. As feministas estão em silêncio e os media são especificamente instruídos para esconderem as identidades dos estupradores.
Enquanto estas bestas imundas andam em liberdade, milhares de pessoas na Alemanha estão na prisão por terem ousado dizer a verdade sobre a invasão islâmica.

A Imprensa só reporta a resistência dos moradores, quando estes queimam  abrigos de "refugiados" vazios, para protegerem as suas cidades. Diga-se de passagem que os "migrantes" ateiam a maior parte dos incêndios, porque não estão satisfeitos com a sua localização.
Se você tivesse que mencionar publicamente violações como esta, seria rotulado como "racista" ou "nazi" e, provavelmente, seria acusado de "discurso do ódio", o que seria o fim do seu emprego ou poderia até implicar prisão.

- Traduzido e adaptado da descrição do vídeo. 

NOTE-SE QUE ESTE É APENAS UM CASO ENTRE AS CENTENAS DE MILHAR DE MULHERES E CRIANÇAS ESTUPRADAS PELOS BÁRBAROS ISLAMISTAS. MAS TEMOS QUE AGUENTAR, "PARA NÃO OFENDERMOS A CULTURA DELES"

QUALQUER DIA TEREMOS MERCADOS DE ESCRAVOS E ESCRAVAS AQUI MESMO, NA EUROPA. ELES JÁ OS TÊM NOUTRAS PARTES DO MUNDO. CHEGARÁ A NOSSA VEZ. TODOS OS DIAS, UM POUCO MAIS DE SHARIA, UM POUCO MAIS DE JIHAD.

Mas os judeus é que são maus. Mas os cristãos é que são maus. "A culpa é nossa, porque o George Bush invadiu o Iraque" - dizem os intelectualeiros de extrema-esquerda.

POST-SCRIPTUM: 

Só uma amostra do que aí vem

... menina de 13 anos violada por três muçulmanos durante 30 horas. A polícia que fez? interrogá-la 3 horas seguidas para obter a negação dos factos!