quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Afinal, a HIDROXICLOROQUINA salva vidas! (mataram gente só para contrariar Trump)




Professor Didier Raoult em Abril de 2020: "2583 pacientes  tratados com hidroxicloroquina. 12 mortes". Chamaram-lhe CHARLATÃO.

Durante quase um ano, a hidroxicloroquina foi proibida. Porque o "Trâmpe" era a favor. E tudo o que o "Trâmpe" defende tem que ser combatido* e escarnecido. 

* Veja por exemplo:

Sabotagem: Número de mortes por COVID aumentados em 1.600% para culpar Trump

Agora que roubaram a eleição e substituíram o "Trâmpe" por uma marioneta do globalismo esquerdista e da Nova Ordem Mundial, as mortes aumentam em flecha e vêem-se obrigados a lançar mão da hidroxicloroquina.

Centenas de milhar de pessoas (os números oficiais ultrapassam já 2 milhões e 200 mil) foram deixadas morrer. Tudo para ajudar a derrubar o "Trâmpe", que veio estragar os planos do Senhores do Mundo.  

 


O que nós escrevemos e divulgámos sobre isto... :

JORNALISTAS MENTIROSOS dizem que homem morreu "após ingerir hidroxicloroquina por causa de Trump"

Nova Ordem Mundial boicota o "medicamento de Trump" para o coronavírus

250.000 mortes por coronavírus encaixam perfeitamente no plano dos democratas

Falso estudo sobre cloroquina mata 11 pessoas

Mas quem somos nós? Uns reles apoiantes do CHEGA e do mauzão do André Ventura, uns abjectos apoiantes do "Trâmpe", uns reles conservadores (uns fasssssistas!), uns reles "zionistas", que temos o atrevimento de admitir que o micro-Israel e os judeus (0,2% da Humanidade) têm o direito de existir! Quem diz a verdade é a televisão do senhor Globalsemão e afins.

Mais uma vez, o Professor Raoult estava certo: os Estados Unidos reabilitam a hidroxicloroquina, o Facebook e o American Journal of Medicine admitem que a sua posição sobre a hidroxicloroquina estava errada. 237 estudos mostram que reduz a mortalidade em quase 80%


 Via EUROPE-ISRAEL

 

Os media já não conseguem esconder esta verdade do público: os últimos estudos internacionais sobre o tratamento com hidroxicloroquina para o coronavírus mostram que os países que fizeram uso precoce da droga tiveram uma taxa de mortalidade 79% menor do que os países que proibiram o uso deste medicamento seguro contra a malária.  
 
Nos Estados Unidos, como na França, onde Véran o proibiu, agora sabemos que este tratamento poderia ter salvo vidas de maneira significativa se o uso da hidroxicloroquina (HCQ) tivesse sido incentivado ...  
 
Um novo estudo publicado no American Journal of Medicine em Janeiro descobriu que o tratamento precoce de pacientes com coronavírus com hidroxicloroquina reduziu a taxa de mortalidade pela doença. O estudo descobriu que o uso imediato da HCQ, enquanto o paciente ainda estava em casa, teve benefícios significativos.
 

Durante vários meses, o site c19study.com tem rastreado estudos de HCQ-coronavírus.   
De acordo com o c19study.com, 237 estudos, dos quais 171 foram verificados ​​por pares (peer reviewed), mostram que 67% dos pacientes melhoraram nos primeiros ensaios de tratamento.
 

Também hoje, o comité de vigilância do Facebook anunciou que iria anular decisões anteriores sobre a eficácia do HCQ.  
 
O Facebook excluiu anteriormente uma postagem sobre o uso de hidroxicloroquina na França, afirmando que o medicamento "contribui para o risco de dano físico iminente."  
 
Hoje, o Facebook anunciou que se tratou de um erro. 
 
Quantas centenas de milhares de vítimas foram mortas por causa do Dr. Fauci, do CDC e da deturpação dos gigantes da tecnologia sobre a hidroxicloroquina?
 

 

O Facebook acaba de anunciar que “cometeu um erro” ao censurar estudos que mostravam que o HCQ salva vidas. Censura nunca é "um erro".  

Os executivos de tecnologia tomavam repetidamente uma decisão calculada, mês após mês, silenciando os médicos em todo o mundo. 

A censura mata.
 

Nota do Tradutor: o artigo a que a Doutora Simone faz referência no seu tweet é do Gateway Pundit e tem como título "Depois de 440.000 americanos estarem mortos - o Facebook e o American Journal of Medicine admitem que a sua posição em relação à HCQ estava errada - essas pessoas deveriam ser processadas!"

 

 
 
COMENTÁRIO
 

 
Sabe quem é o Professor Didier Raoult? É um médico, professor universitário e cientista de renome mundial, especialista em Microbiologia e Infecciologia, profusamente condecorado e premiado, com um número assustador de livros e tratados científicos publicados, uma das maiores autoridades do mundo na área. 

A partir do momento em que defendeu a hidroxicloroquina, os media reduziram-no à condição de charlatão.

O mais simpático que se encontra na Imprensa sobre ele, é exemplificado pelo Correio da Manhã:



Exemplos da difamação jornaleira de esquerda contra Raoult:

 
"Ele era uma estrela da Ciência. Até ter promovido uma cura questionável para o covid-19"
 
"Didier Raoult, o infecciologista marselhês por detrás da loucura planetária em torno da hidroxicloroquina"
 
"O Trumpiano médico francês por trás da onda da hidroxicloroquina"
 
Há neste momento uma guerra na Wikipédia, onde os trolls do sistema continuam a tentar difamar o Professor Didier Raoult.

Neste vídeo, de Abril de 2020 (artigo do EUROPE-ISRAEL) podemos ver Raoult tentar fazer Macron entender que a hidroxicloroquina é eficaz em  91% na luta contra o Covid. Explica-lhe pacientemente que se trata de um remédio seguro, com uma taxa de mortalidade de 0,5%. Mas o Sistema decidiu que uma das maiores autoridades do planeta em Infecciologia e Microbiologia era um doido e um charlatão. Hoje, deixou de o ser oficialmente. Já foi tarde para os milhões que morreram. Quem os matou, vai ficar impune.
Macron não quis entender:

Corona: Globalista Macron dá ordem para deixar os velhinhos morrer


Mais alguns posts da nossa secção CORONAVÍRUS:

Tedros Adhanom, Chefe da OMS, pode ser julgado por genocídio

O que está por trás da chamada "pandemia"?

Corona: "Confinamento tem efeito zero

Quarentena foi um erro

Coronavírus: Mentiras da China acumulam-se

França: 55% dos "migrantes" infectados com Covid-19

Mais de 110 países apoiam investigação ao ataque chinês por coronavírus

COVID foi “modificado em laboratório” para criar infecção humana?

“COVID é a maior FARSA jamais perpetrada contra um público desavisado”

Bélgica: Máscaras cirúrgicas SÓ PARA MUÇULMANOS!

Coronavírus: Calma! Ele só querem levar os seus filhos à força!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Reino Unido: 100 "migrantes" incendiaram edifício que os abriga, após ameaçar e sequestrar funcionários (Vídeo)

No AMIGO DE ISRAEL 2.0:
 

Reino Unido - O Ministro da Administração Interna denunciou hoje à noite o comportamento de migrantes recebidos num quartel transformado em albergue para requerentes de asilo: cerca de 100 migrantes protestaram, incendiaram prédios e ameaçaram funcionários.
A Ministro da Administração Interna condenou veementemente a agitação no Napier Barracks em Folkestone, Kent, que explodiu depois de os migrantes terem tomado conhecimento de que não seriam transferidos para hotéis.
O comportamento dos envolvidos é “profundamente ofensivo para os contribuintes deste país”. É um "insulto" sugerir que o local, que já abrigou soldados britânicos, "não é bom o suficiente" para requerentes de asilo.
Dezenas de bombeiros estão actualmente em cena, enquanto enormes chamas podem ser vistas envolvendo pelo menos um dos edifícios.

 

(...) Acredita-se que o incidente tenha começado no refeitório do estabelecimento, onde os requerentes de asilo começaram a virar as mesas (...) De acordo com algumas fontes, os funcionários foram bloqueados numa sala, embora tenham conseguido libertar-se, enquanto as janelas foram quebradas e um prédio foi incendiado.

Fonte: Daily Mail

Via:



 COMENTÁRIO

 
Priti Patel, a Ministra da Administração Interna do Reino Unido, com o impagável Guterres da ONU, o santo padroeiro das fronteiras abertas:

“Fronteiras abertas são a fonte da força da Europa”, diz o Secretário-Geral da ONU

 

- Este post fica na nossa secção REINO UNIDO. É apenas um instantâneo dos enormes benefícios das fronteiras abertas, que a União Europeia e a ONU decretaram para o Mundo Livre.

 

Islão mata 167.000 em 40 anos - mapa interactivo



Já nem  falamos na epidemia de estupro, nos territórios perdidos para os invasores islâmicos, nos assassinatos, nas mutilações, no canibalismo, na jihad fecal, nos ataques terroristas que fazem milhares de vítimas em toda a Europa e em todo o mundo. A jihad já se tornou o quotidiano, o "novo normal".

As pessoas já não têm paciência para passar em revista, por exemplo 5 anos de jihad em França, um dos países mais atingidos - na proporção dos muçulmanos que recebe.

Desde o 11 de Setembro, 38536 ataques terroristas registados. Centenas de milhar de mortos. O "novo normal".

O THE RELIGION OF PEACE mantém uma contabilidade permanente.



179 ataques terroristas islâmicos em Dezembro, 573 mortos, 531 feridos. Isto é o que se sabe, há muito mais.

Um dos sites que faz a mais completa cobertura do flagelo islamista é o LEI ISLÂMICA EM AÇÃO. Nós temos alguns milhares de posts que mostram a destruição do Mundo Livre na actual jihad global, os princípios islâmicos que a orientam e as proclamações dos líderes políticos e religiosos islâmicos que as exortam.


Comparados com este mar de sangue, com este oceano de terror que dura há 1400 anos, o hábito de os "migrantes" incendiarem e partirem as instalações que os acolhem, nem parece grande coisa. E já chegou a Portugal, onde temos visto grupos destes serem expulsos de hotéis, de quartéis e até da Mesquita de Lisboa!

De vez em quando mostramos vídeos como este. Estas ocorrências já são o trivial.  Mas as populações foram alvo de uma tal lavagem ao cérebro por parte dos media, que já interiorizaram que apontar a verdade é ser "racista, xenófobo, fascista, islamofóbico", etc..

Há migrantes e refugiados que o são, de facto. Mas há milhões que são jovens em idade militar, colonos, soldados do Islão, tipos que vêm divertir-se um bocado. Não são migrantes nem refugiados de guerra. São bandidos e terroristas.



"Dominaremos a Europa e o Ocidente através da 'Conquista Silenciosa'"

"A EUROPA É NOSSA" - Muçulmanos proclamam no final do Ramadão

 

Nigéria: mais de 6 mil cristãos massacrados desde 1 de Janeiro, 60 mil desde 2001

Líbia: Meninos forçados a estuprar as suas irmãs, mulheres sexualmente agredidas até à morte e genitais masculinos cortados 

Etc., etc., etc.. Temos milhares de posts como estes e são apenas uma pequena parte do horror da jihad.

Veja também, na nossa secção ESTATÍSTICAS ISLÂMICAS:

COMO O ISLÃO DESTRÓI AS SOCIEDADES
ISLÃO: MAIS DE 670 MILHÕES DE MORTOS INOCENTES
MIL MILHÕES DE MUÇULMANOS QUEREM A LEI ISLÂMICA SHARIA

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Sabotagem: Número de mortes por COVID aumentados em 1.600% para culpar Trump

 

As mortes por COVID no Brasil e nos Estados Unidos, são culpa de Bolosnaro e Trump, respectivamente. Em Portugal, que temos um governo socialista, a culpa é do povo, que não sabe resguardar-se. E agora mais esta: para ajudar na campanha anti-Trump, o Pântano aumento em "apenas" 1.600% o número de mortes! E isto é apenas uma amostra de tudo o que fizeram contra Trump...

Estados Unidos: CDC acusado de aumentar o número de mortes da Covid em 1.600% durante a campanha eleitoral anti-Trump  

 


O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) é acusado de violar a lei federal ao inflaccionar o número de mortes por coronavírus, de acordo com informações surpreendentes obtidas pelo NATIONAL FILE
 
O CDC aumentou ilegalmente o número de mortos do COVID em 1.600% com o desenrolar da eleição presidencial de 2020, de acordo com um estudo divulgado pelo Instituto para o Conhecimento Puro e Aplicado - Iniciativa de Saúde Pública
 
O estudo "COVID-19 Data Collection, Comorbidity & Federal Law: A Historical Retrospective" foi escrito por Henry Ealy, Michael McEvoy, Daniel Chong, John Nowicki, Monica Sava, Sandeep Gupta, David White, James Jordan, Daniel Simon e Paul Anderson:
Desde a eleição, a Organização Mundial da Saúde admitiu que os testes de PCR não são totalmente confiáveis ​​na primeira vez e que um segundo teste pode ser necessário. 
 
Em 13 de Janeiro, a OMS divulgou este memorando, afirmando que um único teste PCR positivo não deve ser usado para diagnosticar a infecção por Sars-Cov-2. 
Depois de a FOX 35 News ter detectado erros no relatório do Estado sobre as taxas de positividade, o Departamento de Saúde da Florida disse que alguns laboratórios não forneceram ao Estado dados de resultados de teste negativos. 
Inúmeros laboratórios relataram uma taxa de 100% de positividade, o que significa que todas as pessoas testadas foram positivas. Outros laboratórios tiveram taxas de positividade muito altas. 
Como é que isso poderia ser? A FOX 35 News investigou esses números astronómicos, contactando todos os centros locais mencionados no relatório. 

 

 
O Hospital Orlando Health teve uma taxa de positividade de 98%. No entanto, quando FOX 35 News contactou o hospital, eles confirmaram erros no relatório. A taxa de positividade do Orlando Health é de apenas 9,4%, não 98% como consta no relatório. 
 
“O estudo afirma que o CDC violou deliberadamente várias leis federais, incluindo a Lei de Qualidade da Informação, a Lei de Redução da Burocracia e a Lei de Procedimentos Administrativos Mínimos. (Publishing Journal - Institute for Pure and Applied Knowledge / Public Health Policy Initiative). 
“O CDC aprovou ilegalmente novas regras para colecta de dados e relatórios exclusivamente para a COVID-19, resultando numa inflação de 1.600% dos totais de mortes relacionadas com o COVID-19”, disse o relatório.
O grupo de monitorização disse num comunicado fornecido ao ARQUIVO NACIONAL, referente ao estudo do Institute for Pure and Applied Knowledge: 
"O estudo diz que o CDC comprometeu deliberadamente a precisão e integridade de todos os dados sobre os casos e mortes do COVID-19 desde o início desta crise, a fim de aumentar de forma fraudulenta os dados sobre os casos e mortes. 
"Ao adoptar estas novas regras exclusivamente para a COVID-19 em violação à lei federal, o estudo alega que o CDC aumentou significativamente os dados que eram usados ​​por governantes eleitos e funcionários de saúde pública, em conjunto com modelos de projecção não comprovados do Institute for Health Metrics (IHME), para justificar o fecho prolongado de escolas, locais de culto, entretenimento e pequenos negócios, causando dificuldades emocionais e económicas sem precedentes em todo o país. 
 
"Uma petição oficial foi enviada ao Departamento de Justiça, bem como a todos os procuradores dos EUA, solicitando uma investigação imediata do Grande Júri sobre essas alegações ", disse o All Concerned Citizens
 
© Sandra Wildenstein - Europe-Israel News

 

Não lhes chegou o roubo da eleição. Fizeram o possível para ter muitos mortos para culpar Trump, e inventaram muitos mais. Eis a extrema-esquerda que hoje em dia controla o Partido Democrata, os Estados Unidos e o Mundo.

Um Espanhol ou Português em cinco tem origens judaicas

Republicado e actualizado: 
 
 

História e Genética: Um Espanhol ou Português em cada cinco tem origens judaicas
O estudo do património genético do povo judeu é muito interessante. Um estudo genético revela que o número de judeus convertidos à força durante a Inquisição, seria muito maior do que o esperado. Aumentando assim o número de Portugueses e Espanhóis de origem Judaica.


Judeus sob a Inquisição: podem ter sido SEUS antepassados!

 

Tal como acontece com as populações não-judaicas, diferentes grupos da diáspora judaica têm nos seus genes traços específicos da sua jornada. A "vantagem" para a Genética é que os judeus fazem parte dos grupos cujos hábitos socio-culturais são mais individualizadas, com um número menor de casamentos "mistos" que outras populações.
As técnicas genéticas modernas permitem comparar genomas muito finamente e obter informações mais ou menos significativas sobre as suas "semelhanças".

Isaac ben Judah Abravanel (1437–1508), judeu português que se notabilizou como político, filósofo, exegeta e empresário

História judaica confirmada pela genética

Doron Behar, do Laboratório de Medicina Molecular, em Haifa, em Israel, e outros membros da equipa, foram capazes de comparar os genomas de 14 comunidades judaicas diferentes, primeiro entre si, e, em seguida, com os genomas de 69 populações não-judaicas de África, Médio Oriente, Europa e Ásia.
Foram estudadas as comunidades judaicas Ashkenazi do Cáucaso (Azerbaijão, Geórgia), do Médio Oriente (Irão, Iraque); do lado Sefardita, as da Bulgária e Turquia, e a maioria das comunidades judaicas de Marrocos; e as da Etiópia e Índia.
A primeira conclusão deste estudo confirma o que os outros estudos têm mostrado: as comunidades judaicas são geneticamente mais próximas entre si do que das outras populações não-judaicas. Com a excepção da Etiópia e Índia, onde uma maior mistura parece ter ocorrido.
"Esta pesquisa é realmente muito séria e muito interessante", diz Axel Kahn, um biólogo e geneticista, presidente da Universidade Paris-Descartes. "Ela permite confrontar, tanto quanto possível, o mito e a realidade."
A partir destes resultados, a diáspora judaica, ou seja, a dispersão a partir do Médio Oriente, teria começado há 2.500 anos.

Um Espanhol ou Português em cinco tem origens judaicas

 

O escritor Fernando Pessoa, notável português com origens judaicas
 
Outro estudo, que emana também da Universidade de Nova Iorque, dedica-se a ler a História recente da Diáspora Judaica através dos genes. Os pesquisadores tentaram encontrar correspondências, através de diferenças genéticas, com os eventos que ocorreram na Europa durante os últimos dois milénios.
E foram capazes de identificar, em algumas comunidades sefarditas, uma "componente" genética, que, de acordo com seus cálculos, data da época em que a Espanha foi ocupada pelos Mouros da África do Norte, em 711, até 1492, data da expulsão dos judeus da Espanha pelos "reis católicos".
O estudo também mostra que essas comunidades judaicas têm antepassados ​​comuns que viviam no Médio Oriente antes de migrarem para a Europa e Ásia. Ainda assim, hoje em dia, as populações não-judaicas cujo genoma tem mais em comum com as comunidades judaicas são aquelas que vivem no Médio Oriente.
Um outro estudo indica que, nos mais de 55 milhões de habitantes de Espanha e Portugal, existem mais de 10 milhões de pessoas que têm certamente origens judaicas. Este valor é baseado num estudo do DNA dos habitantes do sexo masculino da Península Ibérica. Esta elevada percentagem indica um alto nível de conversões forçadas no momento da reconquista do sul da Espanha pelos cristãos em 1470, e nos tempos da Inquisição.
O estudo é baseado na análise de cromossomas Y, e foi conduzido por uma equipa de pesquisadores e biólogos prestigiados, incluindo Mark A. Jobling, da Universidade de Leicester, Inglaterra, Francesc Calafell da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona, Lluis Quintana-Murci do Instituto Pasteur, Karl Skorecki do Laboratório de Medicina Molecular Rambam, em Haifa, e muitos outros (ver lista abaixo).

O médico judeu português Garcia de Orta faleceu em Goa em 1568 sem nunca ter tido directamente problemas com a Inquisição, apesar desta ter estabelecido um tribunal na Índia em 1565. Contudo, logo após a morte de Orta, a Inquisição iniciou uma feroz perseguição à sua família. A sua irmã, Catarina, foi condenada por judaísmo e queimada viva num auto-de-fé em Goa, em 1569. Esta perseguição culminou em 1580 com a exumação da Sé de Goa dos restos mortais do médico e a sua condenação à fogueira por judaísmo.

Os biólogos identificaram uma característica distintiva no cromossoma Y dos homens sefarditas, estudando comunidades judaicas sefarditas localizadas em lugares para onde os judeus migraram depois de expulsos da Espanha entre 1492 e 1496.
Eles também caracterizaram os cromossomas Y de árabes e berberes dos exércitos que invadiram a Espanha em 711 AD a partir de dados colectados entre as populações instaladas em Marrocos e no Sara Ocidental. (...)
A Península Ibérica oferece uma área para a avaliação do impacto demográfico destes eventos, uma vez que a complexidade da sua História envolveu uma residência de longa duração de duas populações muito diferentes, com origens geográficas distintas e as suas próprias especificidades culturais e características religiosas: muçulmanos do Norte da África e judeus sefarditas.


A actriz portuguesa de origem judaica Daniela Ruah

Para resolver este problema, foram analisados ​​os haplótipos do cromossoma Y em 1140 homens da Península Ibérica e as Ilhas Baleares. Misturas à base de haplótipos binários e Y-STR indicam alta proporção média de ascendência do Norte da África (10,6%) e sefardita judeu (19,8%).
Apesar de outras possíveis fontes de linhas atribuídas a uma origem judaica sefardita, essas proporções atestam um alto nível de conversão religiosa (voluntária ou forçada) devida a episódios históricos sociais e religiosos de intolerância, que levaram à integração dos descendentes.

Jorge Sampaio, Presidente da República de Portugal entre 1996 e 2006, um de muitos portugueses com origens judaicas

De acordo com a História, a análise e partilha da diversidade de haplótipos dentro de haplogrupos sugere que a componente judaica sefardita é a mais antiga.
A distribuição geográfica da ascendência Norte-Africana na Península não reflecte a colonização inicial e subsequente retirada, e parece resultar de futuros movimentos populacionais forçados, mais acentuada em algumas regiões do que em outras, mais os efeitos da deriva genética.
Este estudo permite deduzir que 20% dos judeus foram convertidos à força. Mas vale lembrar que um grande número de judeus foram deportados até 1492, ou morreram sob tortura e nas fogueiras da Inquisição.
Assim, a ideia de retorno a Sião era uma exigência mais que justificada, nessa época em que teve lugar o primeiro Holocausto. 
Espanha foi rápida a desculpar-se e ainda com uma rapidez a esquecer-se, mas os espanhóis continuam entre os mais anti-semitas da Europa. Por isso é bom lembrá-los de que nos seus genes estão 20% de origem judaica.

© Moshé Anielewicz para Europe Israël News

Lista de pesquisadores que participaram neste estudo. Podemos aqui encontrar especialistas em genética e em Medicina Molecular de Inglaterra, França, Espanha, Portugal e Israel. O Instituto Pasteur, o Technion, a Universidade de Leicester participaram no estudo. Tudo isto confirma a seriedade e a veracidade dos resultados.

 
Traduzido por José de Jesus do blog «AMIGO DE ISRAEL»
 
 
COMENTÁRIO
 
"Ah, mas eu não sou antissemita (porque os árabes também são semitas, e esses sim, são bonzinhos)! Eu sou é anti-sionista (ou seja, não admito que Israel e os judeus tenham o direito de existir)"! Então está em boa companhia.

Em Espanha canta-se em festivais de música 6 MILHÕES MAIS, PARA AS CÂMARAS DE GÁS. Em Portugal, uma em cada 5 pessoas é anti-semita assumida.  A maior parte dessas pessoas nunca viu um judeu nem sabe ao certo o que é. 
E não deixa de ser engraçado e triste, quando vemos nazis e  neo-nazis portugueses com apelidos tão judaicos como Machado, Horta, Preto, Ribeiro, etc., a defenderem a "pureza da 'raça ariana'". Se fizessem um teste de ADN, muitos verificariam que são descendentes de judeus - caso não consigam ver no espelho as suas feições semíticas. Já aconteceu a alguns neo-nazis (e curiosamente, nenhum foi coerente com a sua ideologia; nenhum se suicidou!).
No Brasil, que tem milhões de descendentes de judeus, alguns neo-nazis têm alcunhas tão sugestivas como "Cacau", em alusão à cor da pele tão tipicamente "ariana" :-)

Algumas pessoas infelizmente ainda não perceberam que somos todos seres humanos, independentemente da cor da pele, da etnia, da religião, da nacionalidade, de outras características que não fazem de nós melhores nem piores. O carácter, sim, isso diferencia as pessoas. E já agora: os judeus não são uma "raça", porque qualquer pessoa se pode tornar judeu.

Para os neo-nazis, temos más notícias - somos mesmo dos povos mais miscigenados do Mundo; a Ciência comprova-o:

Mas não desesperem, neo-nazis! Ainda vos resta o hooliganismo para aliviarem os maus fígados!
Veja também: