quinta-feira, 5 de abril de 2018

Desmontando a propaganda sobre os imigrantes africanos em Israel



Legislador israelita: É tempo de denunciar as mentiras flagrantes sobre migrantes africanos

 (Aconselhamos a leitura do post acima. Não vai arrepender-se)


Os jornalistas arranjaram uma nova maneira de difamar Israel: dizem que Israel não quer imigrantes africanos. O artigo abaixo põe as coisas em perspectiva.
O minúsculo Israel recebe 10 vezes mais migrantes que a Europa.
Os países vizinhos de Israel perseguem e matam-nos, mas sobre isso a Imprensa está calada.

Veja sff a taxa de imigrantes africanos per capita de Israel (a azul) comparada com a da Europa (a encarnado). Israel recebe 10 VEZES MAIS africanos!


 
Entre 2006 e 2012, um surto de aproximadamente 40.000 refugiados africanos e migrantes económicos entraram em Israel através da fronteira egípcia. Acredita-se que esses requerentes de asilo sejam da Eritreia e do Sudão, embora seja difícil provar com certeza.

Isso criou um conflito dentro da sociedade israelita. Preocupações com as crescentes taxas de criminalidade e o carácter demográfico de Israel como um Estado judeu geraram apoio à deportação.
Enquanto isso, protestos bem-sucedidos contra a deportação destacaram as obrigações morais de Israel para com os necessitados.

Mais de 20.000 requerentes de asilo africanos e activistas dos direitos humanos manifestaram-se em Tel Aviv contra os planos de deportar requerentes de asilo africanos. Foto de Gili Yaari / Flash90


Resposta de Israel

Em 11 de Dezembro de 2017, uma lei aprovada pelo Knesset (Parlamento israelita) exigia que o Ministério do Interior deportasse os solicitantes de asilo africanos de Israel (supostamente para o Ruanda e o Uganda). Israel anunciou que ofereceria aos refugiados 3.500 dólares para deixarem o país ou enfrentariam a prisão. Actualmente, as deportações estão suspensas enquanto o Supremo Tribunal de Justiça considera uma petição alegando que o plano viola as leis internacionais. Enquanto isso, esta semana, Israel anunciou que concederá o estatuto de refugiados a centenas de sudaneses, sinalizando um abrandamento
na sua posição, embora ainda não se saiba se continuará assim.
Apesar de uma reputação historicamente tumultuada, tanto o Ruanda como o Uganda tornaram-se recentemente modelos de progresso africano: com o rápido aumento da segurança e dos padrões de vida, aumento do PIB e declínio acentuado das taxas de pobreza.


Kigali, Ruanda.

No entanto, relatórios não confirmados indicam que os deportados, após a chegada ao Ruanda e ao Uganda, tiveram sérios problemas, incluindo detenção e prisão, documentos legais insuficientes do governo israelita, documentos roubados, pedidos de suborno e até denúncias de tráfico humano.
Em suma, Israel enfrenta um dilema tremendo entre os sentimentos conflitantes do povo de Israel, os imperativos morais e as necessidades legais e práticas do país.

O que estão os outros países a fazer?

O plano de Israel para lidar com os requerentes de asilo provocou um certo grau de indignação da Imprensa e alegações de violações da lei internacional.


Ironicamente, os meios de comunicação prestaram relativamente pouca atenção a um plano semelhante de 2016 da chanceler alemã, Angela Merkel, que se ofereceu para pagar a requerentes de asilo rejeitados 1.185 dólares se eles voluntariamente retornassem aos seus países de origem, incluindo Síria, Afeganistão e Iraque. Aqueles que recusassem o incentivo enfrentariam a deportação forçada. O Reino Unido também promulgou um programa semelhante.

Onde é que Israel se situa, quantitativamente?

Israel recebe muito mais imigrantes e requerentes de asilo per capita do que a maioria dos outros países, tendo concedido estatuto oficial a 179.838 pessoas entre 2008 e 2016 (incluindo muitos judeus em perigo da Síria, Iémen e Etiópia). Não se limita aos judeus, mas às pessoas necessitadas globalmente. É uma taxa impressionante de 2.248 imigrantes ou requerentes de asilo per capita (* por 100.000 pessoas), 10 vezes mais do que a Europa, com apenas 196 refugiados per capita.

Simplificando: Israel é um dos menores países do mundo, mas aceita um número enorme de requerentes de asilo e imigrantes em relação ao tamanho da população.
Israel também enfrenta uma preocupação demográfica única: é o único país judeu do mundo, e alguns israelitas temem que uma grande mudança populacional possa deixar o mundo sem um país judeu.





É bem sabido que Israel exerce uma discriminação positiva nas suas políticas de imigração: aceita os judeus mais prontamente do que os não-judeus. Menos conhecido é que quase todos os outros países fazem o mesmo.
NDT: Israel (país minúsculo, 4 vezes menor que Portugal) dá obviamente prioridade aos judeus que fogem da perseguição anti-semita,  em tantos países do mundo. Se Israel não o fizesse, seria acusado de não apoiar os judeus, de passar o problema a terceiros!
Por exemplo, em contraste com o tratamento relativamente acolhedor dos solicitantes de asilo da Síria e da África, a União Europeia negou o estatuto de refugiados a 98,2% das centenas de milhares de ucranianos que fugiram da invasão russa, e 70% não receberam sequer protecção parcial.

Geografia


A localização de Israel torna-o um país único. Cultural e politicamente, é em muitos aspectos uma parte do Ocidente, mas situado numa geografia do Médio Oriente e com uma fronteira no norte da África.
A professora Ruth Gavison, da Associação pelos Direitos Civis em Israel, explica que existe uma diferença bem estabelecida entre a procedência exacta dos requerentes de asilo (grifo do autor):

 "   … A entrada de milhares de imigrantes que vêm de países que não compartilham uma fronteira com Israel (e não está claro se eles são trabalhadores migrantes ou solicitantes de asilo), e uma situação na qual um pequeno número de pessoas que escapam de um perigo iminente que as ameaçava no seu país adjacente a Israel e chegam às fronteiras do Estado."
Aqueles que fugiram dos seus lares em todo o Norte e no Corno da África, geralmente escolheram Israel como seu destino: deixando de parte os países devastados pela guerra - Chade, Líbia e Egipto (incluindo o caldeirão de grupos terroristas no deserto do Sinai no Egipto).
Os requerentes de asilo que passam por esses países correm o risco de serem escravizados, violados e torturados por traficantes de seres humanos, bem como baleados ou atacados por guardas de fronteira.
O Egipto, em particular, é um dos principais aliados dos EUA, recebendo assim grandes quantidades de ajuda externa dos EUA. Está vinculado às mesmas leis internacionais que Israel e o resto do mundo. A Imprensa, com todo o seu foco em Israel, geralmente não mobiliza a atenção global para essa situação horripilante.
Muitos israelitas são lestos em apontar que nada disso muda as obrigações morais ou legais de Israel. Ao mesmo tempo, mesmo que a situação de Israel mereça críticas, a Imprensa tem a obrigação profissional de apresentar a história num contexto global apropriado: juntamente com as realidades e políticas questionáveis ​​do norte da África e da União Europeia.



 Refugiados de Darfur no Jardim das Rosas em Jerusalém.


Lei internacional
A lei internacional sobre o tema dos refugiados é complexa e, na maior parte, está além do escopo desta análise. No entanto, a fim de apreciar plenamente as questões que Israel enfrenta, há dois pontos importantes a serem entendidos:
Primeiro, a fim de desfrutar das protecções aos refugiados, um solicitante de refúgio deve estar a fugir de um conjunto de circunstâncias altamente específico.
E, em segundo lugar, os Estados que concedem asilo nunca são obrigados a integrar os refugiados no seu próprio país. Pelo contrário, realojar refugiados em outros países é uma prática comum e inteiramente legal, desde que seja feita de maneira segura e legal.
No entanto, o Direito Internacional deve ser implementado correctamente. Uma carta escrita por um grande grupo de académicos israelitas notáveis ​​opôs-se às disposições actuais de Israel, afirmando:
"    A detenção de duração ilimitada visa unicamente quebrar o espírito do detido. Isso constitui uma violação do Direito Internacional, especificamente no que se refere aos Direitos Humanos".

A questão de saber se a prática actual de Israel viola o Direito Internacional está sob deliberação no Supremo Tribunal de Justiça. Ao cobrir essa história, os meios de comunicação têm o dever de não apenas ecoar as dramáticas acusações dos seus pares e dos políticos, mas também de observarem as complexidades dessa área altamente técnica do Direito.

Qual o próximo passo?

O professor Bernard Avishai, escrevendo no New Yorker, resumiu o dilema de Israel:

 "   No coração do problema está a ausência na lei israelita de uma concepção democrática inclusiva de cidadania, sem falar nos critérios democráticos para a imigração".

De facto, as leis de Israel em relação à imigração há muito focam principalmente a aliá (imigração judaica), com relativamente pouca demanda por um processo organizado de asilo ou naturalização: até agora.
Israel está a enfrentar um desafio global de asilo, assim como numerosos outros países em todo o mundo. Como tal, Israel merece a mesma pressão e crítica por não corresponder às expectativas, mas também a mesma justiça básica desfrutada por todos os outros países que actualmente lutam com esses dilemas morais, legais e práticos.


- Via HONEST REPORTING, fontes no artigo original.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Objectivo ‘palestino’ da "Marcha de Retorno": Destruir Israel

Em que pensa quando ouve dizer "Faixa de Gaza"? Os jornalistas encarregaram-se de inculcar na mente das pessoas a ideia de que Gaza é um "campo de concentração", onde os malandros dos judeus encerraram os "palestinos" e os vão bombardear para se divertirem.
A verdade é que Gaza é um território israelita por pleno direito, que Israel DEU de mão beijada aos colonos árabes. Como deu a enorme Jordânia e a imensa Península do Sinai. Em troca de PAZ.
Desde que Israel deu Gaza aos árabes, esse território tem sido dominado pelo grupo terrorista Hamas como base para destruir o único e minúsculo Estado judaico do Mundo. Existem 57 Estados Islâmicos, e o tamanho relativo de Israel em relação a eles é de 0,02%.
A Faixa de Gaza recebe mais dinheiro que a Europa recebeu no Plano Marshall após a 2ª Grande Guerra. Esse dinheiro é gasto pelas elites do grupo terrorista Hamas para alimentarem as suas frotas de aviões particulares, para construírem mansões, para abastecerem as suas adegas de whisky da melhor qualidade, e sobretudo para se armarem para os ataques contra Israel.
Este post fica arquivado na secção Hamas, mas  aconselhamos uma visita à nossa secção Gaza, onde poderá conferir a realidade da vida em Gaza, a fortuna dos líderes terroristas, o massacre de crianças israelitas e das próprias crianças deles, que são executadas após escavarem os túneis de terror, para não revelarem a sua localização - nada que preocupe o Mundo...
Veja o que é a Faixa de Gaza:



Embora a "Grande Marcha de Retorno" ao longo da fronteira entre Israel e Gaza tenha sido inicialmente anunciada como um protesto pacífico planeado por líderes da sociedade civil, ela foi rapidamente tomada pelas autoridades do Hamas e tornou-se violenta. (...) Membros da organização terrorista Hamas, bem como outros civis 'palestinos', foram presos por atirarem pedras e cocktails Molotov contra as tropas das Forças de Defesa de Israel, rolando pneus em chamas em direcção à fronteira, brandindo facas e disparando armas tipo AK-47 do outro lado da cerca. Até agora, os confrontos resultaram na morte de 17 'palestinos'. Onze dos mortos tinham laços directos com as actividades terroristas do Hamas e estavam a atacar activamente os israelitas com violência. Os outros estavam envolvidos em actividades violentas ou suspeitas, ou foram vistos tentando romper a cerca da fronteira. Esses são os factos que você deveria saber".

Se você odeia Israel porque recebeu algum mail com imagens dos árabes a serem massacrados pelos mauzões dos judeus, ou simplesmente porque vê noticiários, veja o que é a industria de propaganda anti-semita PALLYWOOD; veja como é que essas imagens são produzidas:




Objectivo ‘palestino’ da "Marcha de Retorno": Destruir Israel
O Hamas e seus aliados disseram aos manifestantes que a "Marcha de Retorno" marcou o início da "libertação de toda a ‘Palestina’, do Mar Mediterrâneo ao Rio Jordão".

Por: Bassam Tawil, Instituto Gatestone, via United With Israel

Bassam Tawil é um muçulmano baseado no Médio Oriente.

Nota: Na nossa tradução grafamos "Palestina" e "palestinos" sempre com aspas, porque nunca existiu uma "Palestina" árabe, e consequentemente nunca existiram "palestinos" árabes. Os Árabes invadiram Israel em 1920, como estão agora, de novo, a invadir a Europa. Os Árabes são da Arábia os judeus da Judeia, os Europeus da Europa, os indianos da Índia, os japoneses do Japão, os angolanos de Angola, etc..


Em 30 de Março, uma tentativa de dezenas de milhares de 'palestinos' na Faixa de Gaza de se infiltrarem na fronteira com Israel lançou uma campanha de seis semanas de protestos em massa – apelidada de “Marcha do Retorno” - organizada pelo Hamas, pela Jihad Islâmica e por outros grupos ‘palestinos’ radicais

Os grupos encorajaram os ‘palestinos’ na Faixa de Gaza a dirigirem-se às áreas adjacentes à fronteira com Israel. Os manifestantes também foram encorajados a tentarem infiltrar-se na fronteira, colocando as próprias vidas em risco.

O Hamas e seus aliados disseram aos manifestantes que a "Marcha de Retorno" marcou o início da "libertação de toda a Palestina, do Mar Mediterrâneo ao Rio Jordão". Por outras palavras, os ‘palestinos’ disseram que esta infiltração na fronteira com Israel seria o primeiro passo para destruir Israel.

Os líderes do Hamas, Ismail Haniyeh e Yehya Sinwar, que se juntaram aos protestos de 30 de Março na fronteira com Israel, não esconderam o verdadeiro objectivo por trás da "Marcha de Retorno" - destruir Israel e frustrar o presidente Donald Trump, que anunciou um plano para a paz no Médio Oriente.

Os dois líderes do Hamas disseram aos manifestantes que as manifestações de 30 de Março marcaram o início de uma "nova fase na luta nacional dos ‘palestinos’ no caminho para libertar toda a ‘Palestina’, do rio ao mar". Haniyeh e Sinwar também deixaram claro que a "Marcha de Retorno" tinha outro objectivo: frustrar qualquer tentativa dos árabes de fazerem a paz ou normalizarem as suas relações com Israel.

Nenhuma demanda por emprego ou medicamentos

Com base em declarações feitas por líderes do Hamas, a campanha “Marcha de Retorno” não visa melhorar as condições de vida dos ‘palestinos’ na Faixa de Gaza. Nem se trata de encontrar maneiras de resolver as crises “humanitárias” e “económicas” na Faixa de Gaza.

O Hamas e seus aliados não enviaram os manifestantes à fronteira com Israel para exigir empregos e medicamentos. Eles não encorajaram os ‘palestinos’ a arriscarem as suas vidas na fronteira com Israel por causa da falta de fornecimento de electricidade à Faixa de Gaza.

Em vez disso, os organizadores enviaram os ‘palestinos’ para a fronteira depois de assegurarem que essa era a única maneira de inundar Israel com centenas de milhares de “refugiados” ’palestinos' como parte do “direito de retorno”. O “direito de retorno” refere-se à Exigência ‘palestina’ de que Israel permita que “refugiados” ‘palestinos’ e seus descendentes se mudem para Israel.

Como Zaher Birawi, um dos organizadores da “Marcha de Retorno” explicou: “O direito de retorno é sagrado e uma linha vermelha que não deve ser cruzada. Os ‘palestinos’ farão o máximo para conseguir esse direito”.

As suas palavras, juntamente com as dos dois líderes do Hamas, provam que os protestos em massa visam forçar Israel a aceitar milhões de "refugiados" ‘palestinos’ como um primeiro passo para transformar os judeus numa minoria no seu próprio país. O próximo passo seria matar ou expulsar os judeus e substituir Israel por um Estado islâmico.

É crucial o facto de que o que testemunhamos ao longo da fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel em 30 de Março não foram um protesto de ‘palestinos’ pobres ​​e miseráveis ​​contra um bloqueio de qualquer tipo.

Não há marchas na fronteira com o Egipto

Se assim fosse, porque é que os organizadores não pediram aos ‘palestinos’ que marchassem em direcção à fronteira com o Egipto? O verdadeiro bloqueio na Faixa de Gaza está a ser imposto pelo Egipto e não por Israel.

Em 2017, a passagem da fronteira de Rafah entre o Egipto e a Faixa de Gaza foi aberta por menos de 30 dias. Em contraste, a fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza foi aberta por mais de 280 dias durante o mesmo ano.

Israel impõe um bloqueio naval na Faixa de Gaza que tem como objectivo impedir que o Irão, o Hezbollah e outros grupos terroristas, enviem armas para o enclave costeiro controlado pelo Hamas. Ao mesmo tempo, Israel manteve as suas passagens de fronteira com Gaza para o movimento de mercadorias e indivíduos.

Israel permite que os ‘palestinos’ entrem e saiam da Faixa de Gaza através da passagem da fronteira de Erez. No mês passado, o primeiro-ministro da Autoridade ‘Palestina’ entrou na Faixa de Gaza através da passagem da fronteira de Erez, apenas para que o seu comboio fosse atingido por uma bomba na estrada dentro da Faixa de Gaza controlada pelo Hamas. 

Israel também permite que estrangeiros entrem na Faixa de Gaza através da mesma passagem de fronteira. Esses estrangeiros incluem jornalistas, diplomatas e centenas de estrangeiros que trabalham para várias agências internacionais de ajuda, incluindo as Nações Unidas.

Tudo isso enquanto a fronteira de Rafah com o Egipto permanece fechada.

Desde o início deste ano, os egípcios abriram a fronteira de forma intermitente apenas por dois ou três dias de cada vez. O Egipto também continua a impedir estrangeiros de entrarem na Faixa de Gaza através do terminal de Rafah. Até os árabes que querem ajudar o povo da Faixa de Gaza são forçados a entrar através da fronteira de Erez, em Israel, porque os egípcios não lhes dão permissão para usarem o terminal de Rafah.

Veja-se, por exemplo, o caso do enviado do Qatar à Faixa de Gaza, o embaixador Mohammed Al Emadi. Cada vez que ele sai e entra na Faixa de Gaza, ele usa a fronteira de Erez com Israel. Os egípcios não permitirão que ele ou qualquer outro árabe busque ajudar os ‘palestinos’ na Faixa de Gaza entrando pelo terminal de Rafah.

Dada esta realidade, a questão é: porque é que os protestos ‘palestinos’ não são dirigidos contra o Egipto? A resposta é óbvia.

Os ‘palestinos’ sabem que mexer com o Exército egípcio lhes custaria um alto preço. Israel usou atiradores de elite para impedir que os manifestantes do dia 30 de Março cruzassem a fronteira, mas a resposta egípcia teria sido, sem dúvida, muito mais dura. Os egípcios teriam usado artilharia e aviões de guerra contra os manifestantes ‘palestinos’. Os ‘palestinos’ estão bem conscientes de que o Exército egípcio arrasaria toda a Faixa de Gaza se os ‘palestinos’ violassem a fronteira e minassem a segurança nacional do Egipto.

A agenda de Abbas

Além disso, a "Marcha de Retorno" pretende ser parte da luta nacional ‘palestina’ contra a "entidade sionista" - Israel - e nada tem a ver com o fechamento de qualquer fronteira.

Faz parte da jihad ‘palestina’ (guerra santa) eliminar Israel, que eles consideram um "projecto colonialista" imposto aos árabes pelas potências ocidentais após a Segunda Guerra Mundial. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, num raro momento de honestidade, admitiu no início deste ano que é precisamente assim que os ‘palestinos’ e os árabes entendem Israel.

Os organizadores da “Marcha de Retorno” deixaram claro que, além de inundarem Israel com milhões de “refugiados” ‘palestinos’, a campanha tem dois outros objectivos: frustrar o “acordo do século” de Trump e impedir qualquer forma de normalização árabe com Israel.

Os ‘palestinos’ proclamaram uma rejeição indiscriminada ao plano de Trump, porque sabem que isso não irá promover o objectivo de transformar os judeus numa minoria no seu próprio país. O plano de Trump, segundo eles acreditam, não reconhece o “direito de retorno” ‘palestino’, o que significa que “refugiados” e seus descendentes não terão permissão para se mudarem para Israel, transformando-o num Estado de maioria árabe.

Os organizadores da “Marcha do Retorno” afirmaram claramente que essa é a força motriz por detrás dos protestos em massa - enviar uma mensagem ao governo Trump de que os ‘palestinos’ não aceitarão qualquer acordo que não facilite o seu sonho de substituir Israel por um Estado islâmico árabe.

A “Marcha de Retorno” também visa enviar um alerta à Autoridade ‘Palestina’ e aos países árabes para que não façam concessões a Israel ou colaborem com a administração Trump.

Mas não é isto o que os analistas políticos estão a dizer. Em vez do discurso dos analistas políticos, estas são as palavras e frases exactas usadas pelos organizadores do evento. O seu objectivo final: impedir que Mahmoud Abbas e a sua Autoridade ‘Palestina’ retornem à mesa de negociações com Israel e a ameaça aos países árabes para não assinarem acordos de paz com Israel.

Uma Campanha Anti-Paz

Agora, os organizadores estão a dizer que a “Marcha de Retorno” continuará e atingirá o seu pico em meados de Maio, no 70º aniversário da independência de Israel.

A "Marcha de Retorno" é mais uma fase da tentativa ‘palestina’ de acabar com a presença de Israel no Médio Oriente, e não é por causa de qualquer bloqueio. A “Marcha de Retorno” é uma campanha contra a paz, destinada a frustrar qualquer tentativa de alcançar a paz entre Israel e os países árabes.

Os líderes do Hamas, da Jihad Islâmica e dos outros grupos que organizaram os protestos em massa estão agora a reclamar do alto número de mortos e a acusar Israel de abrir fogo contra manifestantes "desarmados e pacíficos". Estes são os mesmos líderes que exortaram o seu povo a ir para a fronteira com Israel e tentar forçar a entrada em Israel. Estes são os mesmos líderes que encorajaram o seu povo a danificar a cerca de segurança ao longo da fronteira com Israel. Eles esperavam que os soldados israelitas os saudassem com flores?

Quanto a Mahmoud Abbas, ele forneceu ainda mais provas da sua imensa hipocrisia. Horas depois dos confrontos violentos ao longo da fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, Abbas apareceu na TV ‘palestina’ para responsabilizar Israel pela violência, mortes e ferimentos dos manifestantes.

Este é o mesmo Abbas que recentemente nos disse que o Hamas era um grupo terrorista que estava por trás do atentado de 13 de Março contra seu primeiro-ministro. Este é o mesmo Abbas que no ano passado impôs sanções à Faixa de Gaza, suspendendo pagamentos de electricidade fornecida à Faixa de Gaza por Israel e suspendendo pagamentos a milhares de funcionários públicos de Gaza. Em vez de condenar o Hamas por enviar os ‘palestinos’ para entrarem em conflito com o exército israelita e porem em risco as suas vidas, Abbas escolheu denunciar Israel por proteger as suas fronteiras.

Declaração de Guerra contra Israel e Trump

A “Marcha de Retorno” ‘palestina’ está a ser erroneamente referida por alguns jornalistas e analistas políticos como um movimento “pacífico e popular” dos ‘palestinos’ exigindo liberdade e melhores condições de vida.

As condições de vida dos ‘palestinos’ na Faixa de Gaza poderiam ser melhoradas se os egípcios apenas abrissem a fronteira de Rafah e permitissem que os ‘palestinos’ saíssem, e se os egípcios permitissem que os árabes e outros viessem ajudar as pessoas de Gaza. As suas vidas poderiam ser melhoradas se o Hamas parasse de construir túneis de terror e contrabandear armas.

Mas, como ficou evidente, a "Marcha de Retorno" nada mais é do que uma declaração de guerra contra Israel e contra a administração Trump.


terça-feira, 3 de abril de 2018

Alemanha: “Queremos que todos vejam o que um selvagem muçulmano sírio pseudo-refugiado fez à nossa filha”


Vivien, 24 anos, foi brutalmente esfaqueada e gravemente ferida por um imigrante muçulmano sírio de 17 anos no último sábado, quando ela e o seu namorado faziam compras na pequena cidade alemã de Burgwedel (veja reportagem Fim-de-Semana Sangrento: Ataques à Facada por toda a Alemanha).
A jovem foi posta em coma induzido e teve que passar por uma cirurgia de emergência. Permanece em estado crítico.
 Vivien está nos Cuidados Intensivos.

VladTepesBlog - A procuradoria abriu uma investigação contra o jovem por agressão. A sua família, muçulmana, que veio para a Alemanha como refugiada em 2013, divulgou uma declaração dizendo que lamentava o incidente, "mas quer que seja investigado o que é que a jovem fez para que o filho tivesse que a esfaquear".
Quatro dias após o ataque à facada, na quarta-feira, Vivien acordou do coma artificial e permanece nos cuidados intensivos. Os médicos tiveram que remover o baço e parte do pâncreas. As costelas estão partidas.
No sábado, ela e o seu namorado estavam a fazer compras num supermercado em Burgwedel (Baixa Saxónia), e encontraram dois primos muçulmanos que estavam a lutar na loja. Vivien, que é assistente de loja, pediu aos dois para pararem com a luta.


 O selvagem muçulmano.

Lá fora, o casal encontrou os dois primos novamente, mas desta vez com um dos seus irmãos (de 17 anos). Ele espetou repetidamente uma faca no estômago de Vivien, e os ferimentos foram quase fatais. O namorado dela disse: “Agradeço a Deus por Vivien ainda estar viva. Os médicos disseram que dois centímetros fizeram a diferença entre a vida e a morte".  
O autor está sob custódia e permanece em silêncio. Ele veio para a Alemanha como um suposto refugiado sírio em 2013. Foi acusado, para já, de espancamento perigoso.



O advogado da vítima, Björn Nordmann, disse: “Na minha avaliação preliminar da questão, é uma tentativa de assassinato. O alegado autor sabia que poderia matá-la quando a esfaqueasse brutalmente".
Um porta-voz do Ministério Público disse: “As nossas investigações estão no começo, ainda temos que entrevistar testemunhas. É possível que venhamos a avaliar a questão de maneira diferente".


 A mentalidade dos "migrantes" na Alemanha:

"O que é que vocês podem fazer? A Polícia? A Polícia não pode fazer nada!".

NDT - Comentário de alguém que esteve na Alemanha na Semana Santa:
"Dou meu testemunho, recentíssimo. Estive semana passada na Alemanha e percorri Frankfurt am Main, Nürnberg, Bamberg e München. Impressionou-me a falta de educação, a aparência suja e repugnante, a ousadia desses refugiados profissionais que em plena quinta-feira de semana santa dos católicos se postavam numa tenda diante da Michaelskirche de München e berravam, ou antes, uivavam como que tentando abafar as badaladas dos sinos e o canto gregoriano vindo do interior do templo".

 Via:

http://barenakedislam.com/2018/03/30/germany-we-want-everyone-to-see-what-a-syrian-muslim-savage-posing-as-a-refugee-did-to-our-daughter/#comment-779517

Resolvemos fazer 3 posts seguidos sobre a Alemanha. Poderiam ser 30, 300 ou 3 mil. Só sobre a Alemanha. Onde há Islão, o cenário é este. Algumas pessoas, para se sentirem sofisticadas e diferentes, alinham com os selvagens.
Quando é em Israel, a INTIFACADA é considerada "heróica". Porque os árabes, coitadinhos, são árabes, e alguém tem que pagar por isso...
Quando é na Europa, é porque os pobres "refugiados" muçulmanos, coitadinhos, são vítimas do racismo, do capitalismo, da islamofobia, de doenças mentais, etc..
O Islão, a verdadeira causa das intifacadas e de uma história sangrenta de 1400 anos, está acima de qualquer crítica. Na Alemanha, criticar o Islão dá despedimento, perda da tutela dos filhos e cadeia.

Ainda agora:


Alemanha: "Refugiado" incendeia prédio e tranca saídas para matar os infiéis


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ALEMANHA


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  Islão - O que o Ocidente Precisa Saber


P.S. - A Alemanha diz que não pode repatriar os muçulmanos porque eles não têm identificação:
Não é que os invasores muçulmanos ilegais não tenham identificação, é que eles deitaram-na fora ou não a trouxeram com eles quando se infiltraram na Europa. Porque não despejá-los na Arábia Saudita, que é 100% muçulmana e nada em petróleo, e tem três milhões de tendas com ar condicionado, vazias, que não são usadas a não ser para abrigar os peregrinos do Hajj (apenas um mês por ano)?


Alemanha: "Refugiado" incendeia prédio e tranca saídas para matar os infiéis

Na sequência do nosso post anterior:
e apenas como ilustração do enriquecimento cultural islâmico que vai pela Alemanha e pela Europa em geral.
Alemanha: Invasor muçulmano sírio incendeia prédio e bloqueia saída de emergência para matar pessoas
Um invasor muçulmano sírio de 32 anos incendiou um bloco de apartamentos na cidade alemã de Leipzig. O homem será acusado de incêndio criminoso e assassinato, segundo o jornal alemão BILD.


 Três dos sobreviventes.

Voice of Europe - O muçulmano aspirante a refugiado ateou fogo ao bloco de apartamentos nas primeiras horas da Sexta-Feira Santa. Como resultado, uma pessoa morreu, 17 ficaram feridas e vários animais domésticos morreram no incêndio. As pessoas ficaram presas no telhado do prédio e tiveram que saltar para um colchão inflável do Corpo de Bombeiros. 

A Polícia revelou que o homem ateou o fogo a uma lata de lixo e bloqueou intencionalmente as traseiras e a saída da frente. Vizinhos dizem que a Polícia visitava o homem regularmente porque ele espancava ferozmente com a esposa.


Os feridos sofreram graves queimaduras e partiram os ossos ao saltarem do telhado. Por enquanto, 34 pessoas perderam a casa.
O Ministério Público Federal da Alemanha disse ao Bild que iria acusar o homem de fogo-posto, assassinato e tentativa de homicídio.



Nota: A Alemanha deixou de prestar assistência aos seus cidadãos. O deputado  Herbert Reul acaba de comunicar à população que a melhor maneira de não ser esfaqueada ou estuprada é "respeitar as sensibilidades islâmicas" e manter uma respeitosa distância.


Via:

http://barenakedislam.com/2018/04/02/germany-syrian-muslim-invader-sets-fire-to-building-blocks-emergency-exit-so-people-cant-get-out/


 Visite a nossa secção ALEMANHA.

Por exemplo:

Alemanha - Merkel ameaça retirar filhos e empregos a quem FALE


Um morto. Bóf! Foi apenas um caso isolado. Um caso isolado, dois casos isolados, 1,000 casos isolados, 670 milhões de casos isolados:

Islão já MATOU mais de 670 MILHÕES de inocentes

 
O Islão não é uma religião, é um sistema totalitário e tirânico pior que o Nazismo e o Comunismo (que por isso mesmo é amado por essas suas ideologias). Visite a nossa secção:

 Islão - O que o Ocidente Precisa Saber 


Um de muitos "refugiados" muçulmanos na Europa, que vão periodicamente à terrinha de férias, para matar uns infiéis.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Escola alemã impõe "sacas de batatas" islâmicas às alunas

Escola alemã aconselha as meninas cristãs a usarem sacas de batatas islâmicas (hijabs) para evitar serem assediadas ou agredidas pelos muçulmanos.

O principal jornal da Alemanha, o BILD, relatou o bullying religioso feito pelos alunos muçulmanos nos pátios das escolas e nas salas de aula, e revelou que os professores alemães estão a alertar as suas alunas cristãs para usarem hijabs, ou arriscam-se a ser agredidas verbalmente e/ou fisicamente pelos estudantes muçulmanos, tanto masculinos como femininos.


The Rebel - Um dos pais explicou as razões para o assédio à sua filha: “Ela tem cabelo loiro, não usa lenço na cabeça, tem um nome hebraico-alemão - e nós somos cristãos! Ela foi espancada e agredida verbalmente no caminho para a escola. Ainda antes de saberem que a mãe da menina é judia, os alunos muçulmanos disseram à estudante do segundo ano que ela deveria ser espancada e depois morta porque ela não acredita em Alá.
O director, um alemão cristão, disse apenas: "A sua filha não precisa dizer que é alemã. Além disso, você pode dar-lhe um lenço de cabeça muçulmano para ela usar! Nós estamos a mudar as escolas agora e as coisas estão melhor agora."

The Rebel - Mas não é tudo: as crianças cristãs em Berlim estão a ser advertidas pelos muçulmanos: "Se vocês não acreditarem em Alá, nós vamos queimar-vos vivos".
Observações anti-semitas também fazem parte do quotidiano escolar de muitos professores.
A filha de um homem de 41 anos, que quer permanecer anónimo, é estudante daquela escola. "A nossa filha foi assediada por estudantes muçulmanos porque ela não acredita em Alá".

Express - Andreas Knapp disse que a situação está a piorar cada vez mais em Leipzig, uma cidade no Estado federal da Saxónia, na Alemanha, onde crianças teriam sido espancadas por comerem ursinhos de goma. Ele disse: "Conheço vários casos em que cristãos foram perseguidos, humilhados e amedrontados".

Crianças alemães espancadas pelos muçulmanos:

 
Knapp disse: “Um menino de 12 anos foi intimidado pelas crianças muçulmanas para retirar o seu fio com uma cruz. Eles insultaram-no, chamando-o impuro. Ele assustou-se e fugiu a chorar. Os pais estão totalmente desesperados com a situação. Eles escaparam para a segurança com os seus filhos e agora é isto."


Em outro caso, dois irmãos, um menino de 11 anos e uma menina de nove anos foram espancados e ameaçados de que não deveriam tentar brincar na rua outra vez, depois de as crianças muçulmanas os terem visto comer ursinhos de goma, que contêm gelatina de porco.
Mesmo após fazerem a viagem desde o Médio Oriente ou Norte da África, os migrantes cristãos não estão seguros. Relatórios mostraram que os cristãos foram alvejados em barcos de contrabandistas, espancados, roubados e afogados por passageiros muçulmanos, simplesmente porque estavam a rezar.




Via:

http://barenakedislam.com/2018/04/01/german-school-advises-christian-girls-to-wear-islamic-headbags-hijabs-to-avoid-being-harassed-or-assaulted-by-other-muslims/

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Por exemplo:

Alemanha - Merkel ameaça retirar filhos e empregos a quem FALE


 COMENTÁRIO
É extremamente frustrante falar da invasão islâmica da Europa. Por cada notícia que damos, somos obrigados a deixar literalmente MILHARES de fora, e quem nos leia pode crer que se trata apenas de incidentes isolados.
O Islão é totalmente INCOMPATÍVEL com tudo o resto que há no Mundo. Onde há Islão, tudo morre. Porque o Islão tudo mata.
Veja como as crianças muçulmanas, ao chegaram à Alemanha, fazem logo o sinal de que vão degolar os "infiéis", que é o que aprendem desde o berço - aliás, estas crianças são concebidas para matarem e morrerem em nome do deus Alá: