terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Legislador israelita: É tempo de denunciar as mentiras flagrantes sobre migrantes africanos *


Israel e pessoas africanas... A chamada extrema-direita (neo-nazis e afins) acusam os judeus de serem os autores dessa "terrível calamidade" que foi o fim do racismo, da segregação racial, da escravatura, etc.. E com efeito, em todos os movimentos de justiça social encontramos os judeus largamente representados.
Já a extrema-esquerda acusa os judeus precisamente do oposto: de serem racistas, de praticarem a segregação racial e o esclavagismo.
Acusados simultaneamente de uma coisa e do seu oposto, sempre. Consoante as paranóias e os azedumes dos acusadores, que projectam os seus fantasmas nos judeus, a velha tela em branco (veja o final do post, sff).



Com a foto acima (sempre que a Polícia ou o Exército israelita interrogam ou prendem alguém, esse alguém é uma vítima) o jornal I lança mais uma peça de desinformação intitulada Israel lança ultimato: prisão "indefinida" ou deportação para um país desconhecido.
Comentou um leitor:
A dualidade dos títulos , num recente artigo sobre Angola e outros países de África, a deportação de emigrantes clandestinos era apelidada de Repatriamento. Os números e as condições de detenção (excluindo os que não são executados antes de lá chegarem) excedem largamente qualquer número israelita ou europeu mas não tem qualquer impacto nas virgens ofendidas , afinal de contas quem é que expulsa e deporta emigrantes ? Os ocidentais está claro, mais ninguém o faz.
Pois é, mas sem a dose diária de anti-semitismo, o JORNALISMO, cada vez mais desacreditado, não sobreviveria...
A realidade é muito diferente da propaganda jornaleira (aliás, basta ver quem assina o referido "artigo").



"Abaixo as fronteiras e os estúpidos!" - gritam os iluminados.


Uma coisa nos intriga: 
É por demais sabido que as pessoas mais inteligentes e moralmente elevadas são os esquerdistas, isso nem se discute! 
E os esquerdistas, "o primeiro escalão da espécie humana", na sua infinita bondade, fazem questão de nos esclarecer a todos nós, pobres mortais, que Israel e os Estados Unidos são os piores países do Mundo. E se eles o dizem, não é permitido a ninguém duvidar!
Mas se Israel e os Estados Unidos são tão maus, porque é que Suas Incandescências fazem tanta questão de toda a gente vá para esses infernos e lá permaneça? 
E porque é que tanta gente quer ir para o Inferno dos Estados Unidos e de Israel, quando poderia estar no Paraíso da Coreia do Norte ou do Irão?
Quererão eles iluminar-nos com a sua sublime omnisciência, por favor? 


Legisladores israelitas defenderam a política de deportação do governo para migrantes africanos. 
Por: World Israel News
O Comité de Assuntos Internos do Knesset manteve um acalorado debate sobre a deportação de milhares de imigrantes africanos ilegais. 
O debate centrou-se nos planos de Israel de expulsar migrantes que entraram ilegalmente no país, enviando-os para um país não designado e seguro, em África. O plano foi aprovado pelo Supremo Tribunal de Justiça, que é extremamente protector dos direitos das minorias. 
Na abertura da discussão, o presidente do Comité, Yoav Kisch citou o falecido primeiro-ministro Menachem Begin, que, ao explicar a sua decisão em 1977 de conceder a cidadania a 66 “boat people” vietnamitas, disse:  "Nós lembramos, e nunca esqueceremos, o barco com 900 judeus [o St. Louis] que deixaram a Alemanha nas últimas semanas antes da Segunda Guerra Mundial ... viajando do porto em porto, de um país para outro, suplicando por um refúgio. Em todos os países eles foram recusados ​​... Portanto, era natural que o meu primeiro acto como primeiro-ministro fosse dar a essas pessoas um refúgio na Terra de Israel"
Kisch contrastou a decisão de Begin com a situação actual relacionada com os migrantes africanos, debatendo contra aqueles que afirmam que estes migrantes são "requerentes de asilo" para quem a morte está à espera nos seus países de origem. 
"O que foi dito durante a campanha que foi travada nas últimas semanas? Gritos de 'Racistas' e 'Vocês estão a mandar estas pessoas para a morte'. Chegou o tempo de denunciar essas mentiras flagrantes", afirmou. 
Ele também denunciou "a banalização do Holocausto"
"As pessoas estão a fazer um uso falso do termo [quando se relaciona com os migrantes].  A primeira mentira é que estamos a falar de refugiados. A maioria deles não são refugiados, mas infiltrados. Protegeremos os refugiados e enviaremos os migrantes de oportunidade de volta", afirmou. 
"A segunda mentira é que nós os estamos a enviar para a morte", continuou Kisch. "Embora o acordo [com o país de destino africano] seja confidencial, está a ser minuciosamente examinado pelo Supremo Tribunal de Justiça, que determinou que ele está em conformidade com as estipulações da lei".


Motivos falsos e enganadores 
"Estamos a ser confrontados com um falso e enganador senso de purismo", acusou. E prometeu que a deportação, prevista para Abril, seria realizada.
O ministro do Interior, Aryeh Deri, disse que embora "as divergências de opinião sejam legítimas", uma grande parte do discurso é "baseada em dados falsos". 
"O Estado de Israel está a ser acusado de perseguir os africanos. Em 2017, antes do plano [de deportação], cerca de 3.200 migrantes [africanos] deixaram Israel de bom grado para os seus países de origem ou para um país terceiro. Nesse mesmo ano, deportámos 5,300 não-africanos, da Ucrânia e de outros países. Desde 2007, cerca de 64 mil africanos infiltraram o país, dos quais 37,800 ainda estão em Israel. Estes números não incluem crianças que nasceram cá. Em 2017, 14 mil pedidos de asilo foram arquivados; 7.700 por cidadãos ucranianos, 1.748 por cidadãos eritreus, 906 por cidadãos sudaneses e 190 por cidadãos etíopes; 6.500 desses pedidos foram processados; 11 infiltrados africanos foram reconhecidos como refugiados e receberam asilo", disse Deri, apontando para os dados oficias. 
Durante o debate, Kisch removeu os deputados Oren Hazan, Michal Rozin e Tamar Zandberg da sala, por interromperem constantemente a discussão. 
Enquanto era removida da sala, Zandberg, da facção Meretz, de extrema esquerda, disse: "Eu sei que não é agradável ouvir ... Você é amigo dos nazis".

Kisch acusou-a de "uso doentio e barato do Holocausto". 
Zandberg ainda não se desculpou pelos seus comentários ofensivos. 
Questionado por Kisch sobre se a política do governo discrimina os migrantes africanos, o Director-Geral da Autoridade de População e Imigração, Shlomo Mor-Yosef, disse que o "trabalho da autoridade é preservar a identidade do Estado como Estado judeu". 
"Os soldados defendem o país, e nós, na Autoridade de População e Imigração, protegemos a sua identidade, de acordo com a política dos governos de Israel", afirmou. 
"As pessoas são deportadas todos os dias, de todos os países - democracias e ditaduras. Todos os países determinam quem entra e quem não entra", disse ele, usando a Suíça como um exemplo de um país onde é difícil obter a cidadania.

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- A pretexto da guerra na Síria, muçulmanos de todo o mundo (nomeadamente de África) continuam a inundar e a destruir a Europa - ver por exemplo post anterior



Certos sectores políticos acham que se deve dispensar um tratamento privilegiado às pessoas africanas ou de origem africana. Nós temos tanta dificuldade em entender o racismo positivo como o racismo negativo. Ambos são degradantes.



Judeus etíopes. Negros. Com muita honra.

Quando o assunto é Israel e pessoas de origem africana, a propaganda é assim:  

'Denegrindo Israel de novo'


E a realidade é assim:

O Êxodo Moderno dos Judeus Etíopes

Família judaica da Etiópia celebra a Liberdade em Israel

A Miss é Linda! :-)



Já nos países islâmicos, os africanos são escravizados pelos muçulmanos, hoje como desde há 1400 anos. Mas disso o i e os seus jornalistas islamistas não falam...
Quando por rara excepção aparecem nos media mainstream notícias sobre escravidão em países islâmicos, os mesmos esquerdistas iluminados que verberam o direito de os países livres não serem invadidos, logo se apressam a passar a conhecida receita de que "é a cultura deles e temos que respeitar".
Os mesmos muçulmanos que compram e vendem seres humanos africanos (e infiéis em geral) para as mais diversas finalidades (desde a escravatura sexual ao tráfico de órgãos), acusam Israel de racismo por deportar ilegais.  
Nada de espantar, o que é para nós irracional é própria a essência do Islão.

 

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Entrevista Tommy Robinson: "A elite está claramente no processo de islamizar o Ocidente".

Há anos que avisamos. Tommy Robinson também:



Tommy Robinson é jornalista do The Rebel Media e autor de uma autobiografia, chamada "Inimigo do Estado". Fomos entrevistá-lo sobre o seu novo livro: "O Alcorão de Maomé: Porque é que os muçulmanos matam pelo Islão", em co-autoria de Peter McLoughlin.





VoE: As suas contas nas redes sociais estão a abarrotar de visitantes, você  tornou-se repórter do Rebel e você tem uma família: como arranjou tempo para escrever um livro?

Robinson: Como você provavelmente sabe, o Estado britânico persegue-me, e já me mandou para a prisão. Confinado numa cela (em condições em que eles não colocariam um terrorista muçulmano) tive muito tempo para ler o Alcorão. Mas já antes disso, nos primeiros dias da Liga de Defesa Inglesa, tínhamos muitos apóstatas bem informados que nos explicavam os prós e contras do Islão. E o Peter é um bom pesquisador e um pensador imaginativo, então entre nós dois conseguimos encontrar uma maneira revolucionária de explicar o Alcorão às pessoas comuns. A minha esposa e os meus filhos não conseguem passar tempo suficiente comigo, mas tento fazer malabarismos para atender a muitas solicitações que tenho. O meu livro "Inimigo do Estado" mostra o quão difícil é para mim viver uma vida familiar normal.

Acabámos por produzir uma abordagem verdadeiramente revolucionária do Alcorão.

VoE: Qual foi a sua motivação para escrever este livro?

Robinson: Constatámos que havia dezenas e dezenas de livros realmente excelentes sobre o Islão, por isso, durante anos, pareceu-nos que não havia ângulo que outros não tivessem já abordado. Mas, reflectindo sobre muitos anos de debates que não explicaram o que está a acontecer com o Islão e o terrorismo, percebemos que a prioridade é explicar o Alcorão. No debate, os muçulmanos afirmam que rejeitaram as barbaridades encontradas nos seus livros sagrados sobre a lei da Sharia ou as hadiths. Mas eles nunca rejeitariam o que está no Alcorão. Como o Alcorão é denso, verborreico e vago (palavras de Winston Churchill), os muçulmanos e seus aliados usam as passagens que parecem rejeitar a violência e, dessa forma, enganam o público nos debates. 

Os debates sobre a razão de os muçulmanos matarem pelo Islão costumam andar círculos, com políticos, académicos, clérigos e jornalistas não fazendo nada para ajudar o público a entender essa ameaça civilizacional. Então, o que era necessário era provar que tais versos supostamente pacíficos foram cancelados pelos mandamentos violentos posteriores ditados por "Alá".




Estamos a tentar que o público entenda a maneira islâmica de estudar, entender e aplicar o Alcorão, que é um objectivo ambicioso (nós mesmos preferíamos não ter de estudar este assunto). Mas temos consciência de que é uma questão de vida ou de morte chegarmos às pessoas que não têm o menor interesse por este assunto tão maçador. 

Concluímos que tudo se resume à forma de apresentação - a única maneira de fazermos isto funcionar seria termos a apresentação correcta. Podemos testemunhar o quão confuso foi olhar para as tabelas comparativas dos versículos Corânicos, dispostos em ordem cronológica. Também sabíamos que os livros sobre a revogação de leis religiosas eram poucos e difíceis de encontrar, e mesmo assim os textos-chave sobre o assunto eram, por si só, difíceis de entender quando alguém conseguia encontrá-los.

Compreendemos que deveríamos usar uma tradução aceite e tradicional do Alcorão e apresentar a cronologia adequada e todos os casos de revogação de versículos, da maneira mais clara possível.  Tivemos que retirar, dos milhares de versículos, esses versículos que são de maior importância para os não-muçulmanos. 

Finalmente, decidimos ressaltar o quão obcecado o Islão é com os infiéis e com a incredulidade dos infiéis. Acabámos por produzir uma abordagem verdadeiramente revolucionária do Alcorão. 

Embora tenha havido outros estudos cronológicos do Alcorão (como provamos na Introdução, esses livros ficaram ocultos à medida que o Ocidente começou a importar o Islão), nenhum estudioso tinha colocado ainda as últimas palavras de Maomé em primeiro lugar, nenhum erudito jamais cortou todos os versículos abolidos e substituídos. 

Após cinco minutos de estudo deste "O Alcorão de Maomé", o cidadão comum pode ver porque é que os muçulmanos encontram no Alcorão uma inspiração para o terrorismo. Qualquer um que tenha sido confrontado com um versículo "pacífico" do Alcorão pode procurá-lo no nosso livro e ver imediatamente se a totalidade ou parte desse versículo foi cancelada por mandamentos posteriores de violência.

Como George Orwell diz no seu livro  1984, se houver alguma esperança, ela virá da classe trabalhadora.

VoE: Você acha que este livro pode mudar alguma coisa (e porquê)?

Robinson: Como George Orwell diz no seu livro 1984, se houver alguma esperança, ele virá da classe trabalhadora. Muitas pessoas pensam que o problema é que os políticos e os jornalistas ignoram as doutrinas e a história do islamismo. Precisamos provar que não é possível que essas pessoas sejam ignorantes, que elas têm centenas de funcionários e a melhor educação que o dinheiro pode comprar.

Todas as evidências demonstram que há mais de 150 anos que a elite educada sabe o que é o Islão. Podemos também ver que a sua única resposta ao terrorismo jihadista foi dar aos nossos países mais islamismo. Então, queríamos um livro que falasse com o eleitor comum, provando da maneira mais forte possível o que é o Islão e fazendo com que as pessoas comuns percebam que não podem deixar este problema às elites para elas resolverem - porque todas as evidências mostram que a elite está claramente empenhada no processo de islamização do Ocidente.

Fizemos testes antes do lançamento do livro. Distribuímos exemplares em pequenas cidades, e vimos como o público reagia ao livro. Com base nessa informação, o livro foi adaptado para tentar atrair um público leitor o mais amplo possível. Mas, ainda mais importante, disseram-nos que, meses depois, esses livros ainda circulavam nessas cidades, com pessoas comuns buscando activamente uma cópia desse livro sobre o Alcorão. Antes do lançamento do livro, isso deu-nos esperança de que a apresentação funcionasse.



Esta Introdução ao Alcorão de Maomé existe para provar ao cidadão comum que a elite está do lado do Islão e não do lado dos não-muçulmanos. Estes colaboracionistas no poder no Reino Unido, Alemanha, França, etc. não serão removidos do poder até que a maioria dos eleitores não tenha dúvidas de que os jihadistas são as tropas de choque do Islão e que o que os muçulmanos estão a fazer é o que o Islão sempre fez. A capa do Alcorão de Maomé traz um verso do Alcorão explicando porque é que os jihadistas são as tropas de choque. A capa do livro traz um verso do Alcorão, explicando por que o comportamento dos "muçulmanos moderados" também faz parte do plano de batalha do Islão. Toda a ideologia do Islão é podre até o núcleo, e, como o nacional-socialismo e o comunismo, deve ser exposta tal como é, antes que seja tarde demais. O nosso livro foi projectado para ser levado para o bar para ser discutido entre amigos. Se as pessoas comuns não procuram o futuro dos seus filhos e netos, os políticos absolutamente não o farão.

A primeira tiragem de O Alcorão de Maomé entrou directamente para o nº1 na Amazon e ficou lá até que se esgotou em apenas 4 dias. Provavelmente, é inédito na indústria editorial, um livro sobre teologia ir ao nº1 e de imediato. Mas mesmo sendo este o meu segundo best-seller, os media colaboracionistas nada disseram. 

O acolhimento do público ao livro dá-nos esperança. Semanas desde de ter sido lançado, sem campanha de relações públicas e sem propaganda, este livro sobre os estudos do Corão ainda está nos 100 mais vendidos. O público quer entender porque é que de cada vez que os muçulmanos matam o nosso povo em nome do Islão, os nossos políticos vão à TV para nos mentir, dizendo que "o Islão é uma religião de paz". Essa contradição não escapa à opinião pública.


Todos os indicadores apontam para que as crianças nascidas agora em países ocidentais viverão os seus dias sob o domínio dos muçulmanos.

VoE: Como vê o futuro do Reino Unido e da Europa?

Robinson: O futuro é sombrio, a menos que possamos acordar as massas. Já em 2004 e 2006, o Professor Lewis - o maior especialista do Ocidente do século XX sobre o Islão - predizia (provavelmente de coração pesado) que, até o final deste século, toda a Europa cairá aos pés do islamismo. Há muitos livros que sobre demografia que confirmam que esse é o nosso destino, mas mesmo que esses livros não existissem, já há vinte anos que a ONU publicou os seus planos de "migração de substituição" no Ocidente. Todos os indicadores apontam para que as crianças nascidas agora em países ocidentais viverão os seus dias sob o domínio dos muçulmanos.





Não temos mais do que algumas décadas para provocar uma revolução democrática e remover essas elites colaboracionistas do poder. Se não usarmos a liberdade de expressão limitada e a democracia limitada de que ainda dispomos, então não devemos queixar-nos quando os muçulmanos chegarem ao poder e nos impuserem a lei da Sharia, como o professor Lewis previu. 

Se não conseguirmos falar e usar os nossos votos, então a Europa provavelmente descerá para a guerra civil, enquanto os muçulmanos aumentam o assalto violento às nossas liberdades. Os políticos seniores em países como a França já alertaram sobre a guerra civil que aí vem. A França que se mantém em estado de emergência há anos, mostra que já estamos nos estágios iniciais dessa guerra civil. Agora vemos que as corporações globalistas (Google, Facebook, Twitter, etc.) implementando voluntariamente políticas que impõem a correcção política e restringem a liberdade de expressão. A aliança das grandes empresas e dos governos para restringir a liberdade de expressão das populações é a própria essência do fascismo.

VoE: Alguma ideia sobre um próximo livro?

Robinson: Estamos a lançar outras iniciativas para despertar o público em geral. Este livro não é o último grito. Estamos a analisar assuntos que demonstrarão como os governos vão sacrificar os seus cidadãos ao islamismo. Algo parecido com o que Peter fez em "Easy Meat", o seu livro sobre o encobrimento de 30 anos pelo estado britânico dos gangues muçulmanos que violam e prostituem as crianças inglesas em escala industrial.

VoE: Onde é que as pessoas podem comprar o seu livro?

Robinson: O Alcorão de Maomé está disponível no site da Amazon, onde há muitas e óptimas apreciações do livro (três semanas após a publicação do livro, o site britânico da Amazon continha centenas de avaliações de 5 estrelas).






Mas o livro também está disponível nos sites indiano, alemão, francês, etc. da Amazon. As pessoas podem procurar usando as palavras "Alcorão de Maomé" e encontrar os links onde podem comprar o livro.

Em breve haverá um site on-line com uma grande quantidade de material complementar relacionado com o livro. Estamos determinados a garantir que o mundo ocidental entenda o que é o Islão, assim como 50 anos , as pessoas no Ocidente sabiam o que era o Islão. Infelizmente, não temos 50 anos para desfazer o engano deliberado do público.



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Tommy Robinson numa zona de Inglaterra já governada pelo Islão e onde os não muçulmanos não podem entrar: 





"Todas as evidências demonstram que há mais de 150 anos que a elite educada sabe o que é o Islão. Podemos também ver que a sua única resposta ao terrorismo jihadista foi dar aos nossos países mais islamismo".
Tommy Robinson



Marcelo Rebelo de Sousa descreve Alcorão como "fascinante" e "inspirador"


Desprezado pelos bem-pensantes, perseguido pelas elites, Tommy Robinson é das poucas vozes que, nesta Europa em retrocesso civilizacional, ousa levantar-se contra a invasão islâmica. 
É particularmente detestado pela Esquerda,  que tem uma aversão natural ao povo:

A DEMONIZAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA





Os norte-americanos têm Trump, os brasileiros terão Bolsonaro, a Europa de Leste e o Japão não deixam entrar maometanos. África está a braços com os maometanos há séculos (as populações norte-africanas foram dizimadas e colonizadas pelos Árabes). E nós, na Europa, demorámos 500 anos a mandá-los embora, mas as nossas elites estão a importá-los aos milhões - é oficial: 
União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa
Na Europa Ocidental, quem luta contra a islamização  é perseguido, despedido, preso, espancado, às vezes assassinado, na melhor das hipóteses verberado pela Esquerda e pelas pessoas "boazinhas"


É tão bom ser bonzinho!

A maior responsabilidade pela intoxicação da opinião pública cabe aos jornalistas, que são hoje uma classe em putrefacção moral - visite a nossa secção JORNALISMO. São eles que inculcam, noite e dia, a propaganda de branqueamento do Islão. São eles que mascaram a invasão islâmica de "crise dos refugiados". São eles que incensam os muçulmanos (mesmo os que cometem os actos terroristas mais bárbaros) e são eles que demonizam todos quantos se opõem à invasão e à guerra santa maometana, a famosa jihad.

Um exemplo do "jornalismo" de hoje - após o Massacre de Orlando, este  sinistro indivíduo vem defender o Islão, cantar Hossanas ao islamizador-mor Obama e culpar o "Trâmpe":


E a carneirada come isto! Clique para ampliar.

Temos a Internet, por enquanto, mas companhias como  a Google/Youtube, Twitter, Facebook, intensificam a campanha de supressão da Verdade, e os governos de Esquerda querem suprimir este espaço onde se pode abrir os olhos aos incautos.
O idolatrado Papa Francisco I (Defensor oficial do Islão) apoia a invasão islâmica da Europa e fecha os olhos ao Holocausto dos Cristãos.


Saber estas quatro palavras árabes pode salvar a nossa Civilização
Um punhado de valentes  mantém esta luta desigual contra a aliança Islão-Comunismo-Globalismo. Na linha da frente estão pessoas como Tommy Robinson, Robert Spencer, Pamella Geller, Wafa Sultan, Daniel Pipes, Brigitte Gabriel, Olavo de Carvalho, David Horowitz, Ben Shapiro, Nando Moura, John Paul Watson, Daniel Greenfield, Tião Cazeiro do Muammad e os Sufis, José Atento do Lei Islâmica em Ação, Déa Fernandes do Ecoando a Voz dos Mártires,  Ayann Hirsi Ali, Nonie Darwish, Walid Shoebat,  Milo Yanopulos, Pat Condell, e outros infiéis e ex-muçulmanos, pessoas com origens e histórias de vida diferenciadas, unidas pela obrigação moral de salvar a Liberdade e garantir a sobrevivência dos infiéis ante o avanço do Islão, um sistema ainda pior que o Nazismo e o Comunismo (quem os experimentou aos três pode confirmar).
O que faz correr estas pessoas, todas elas perseguidas pelo Islão e pelo sistema, todas elas incompreendidas e escarnecidas?  Estariam bem melhor em casa sossegadas, a assistir à catástrofe inevitável. Nada ganham de material com etla luta, muito pelo contrário. O que as faz correr é uma coisa chamada Consciência, que Hitler dizia ser uma invenção judaica.









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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Como Reportar de Israel Mudou a Minha Visão do Mundo para Sempre


Num artigo exclusivo para o HonestReporting, o jornalista norte-americano Hunter Stuart conta como foi exposto às realidades de reportar a partir de Israel, e como teve as suas visões pró-palestinas dramaticamente alteradas como resultado.  

Eu sempre quis ser jornalista. O jornalismo sempre me pareceu um trabalho muito importante, desafiando os preconceitos das pessoas, trazendo verdades difíceis ao público, a fim de de o manter informado com honestidade.  
Desde que passei duas semanas no Egipto quando adolescente – em Janeiro de 2001, menos de um ano antes do 11 de Setembro – sonhei ser repórter freelancer no Médio Oriente. Fiquei fascinado pelo terrorismo, pela ideia de que alguém poderia acreditar em algo tão fortemente que daria a sua vida por isso. Todo o jornalista quer cobrir as grandes histórias, e eu pensei que o Médio Oriente era a maior história da Terra.  
Então decidi ir. Em 2015, aos 32 anos, a minha esposa e eu olhámos para um mapa do Médio Oriente e escolhemos Jerusalém como nosso novo lar. Não só a cidade era ocidentalizada e relativamente segura, mas estava a poucos passos do conflito mais divulgado do mundo. Naquele Verão, deixámos os nossos empregos em Nova Iorque e fomos para Israel. 
O interesse público pelas notícias sobre Israel-Palestina quase não tem fim, e não foi difícil para mim encontrar trabalho depois de me mudar para Jerusalém. Rapidamente, comecei a vender histórias para os media nos EUA, no Reino Unido e na Austrália, bem como para a Al Jazeera em Inglês, baseada no Qatar. 

Matti Friedman 

Tornou-se óbvio para mim que a maioria dessas organizações queria notícias que enfatizassem o sofrimento dos palestinos e culpassem Israel por esse sofrimento. 
Matti Friedman, ex-editor do escritório em Jerusalém da Associated Press, escreveu no The Atlantic em 2014, que os media vêem “a história de Israel” como uma história do fracasso moral dos judeus. Eventos que não suportem essa narrativa geralmente são ignorados. 
Eu estava satisfeito em contar esta história nos meus primeiros meses em Israel, porque eu também acreditava nela. 
Como escrevi recentemente na revista The Jerusalem Report, eu tinha uma visão profundamente negativa do Estado judeu até me mudar para lá. Eu cresci numa cidade da Nova Inglaterra onde todos são democratas liberais. Por algum motivo, a hostilidade em relação a Israel é uma opinião automaticamente esquerdista  nos EUA (e em grande parte da Europa). Como produto do meu meio, eu acreditava que Israel era um “mauzão” e o principal obstáculo para a paz no Médio Oriente. 
Mas os assuntos estrangeiros parecem  sempre diferentes quando se tornam locais, e em nenhum lugar isso é mais verdadeiro do que em Israel. Comecei a ver isso naquela tarde ensolarada, não muito tempo depois de me mudar para Jerusalém. Naquele dia, eu fui cobrir um protesto palestino numa prisão israelita perto de Ramallah. Um repórter do The Independent e eu fomos de carro até lá e encontrámos um grupo de cerca de 100 manifestantes palestinos que caminhavam para a prisão. 
Quando chegaram, cerca de meia dúzia de soldados israelitas vieram ao encontro deles. Os palestinos montaram rapidamente uma barreira de pneus em chamas para evitar que os israelitas escapassem. Mais e mais manifestantes chegaram – não sei de onde – mas logo os vi, amontoando-se sobre as colinas acima da prisão, vestidos com máscaras e keffiyehs
Era como uma cena do Game of Thrones. Alguns tinham facas nos seus cintos, outros trouxeram ingredientes para cocktails molotov. Eles ocuparam posições nas colinas acima da prisão e começaram a usar poderosas fundas e fisgas para lançar pedras e pedaços de cimento contra a meia dúzia de soldados israelitas em baixo. 
Os israelitas estavam em tanta desvantagem que eu não podia deixar de questionar a narrativa de que Israel era Golias e os palestinos eram David, porque na minha frente parecia exactamente o oposto.


Jornalistas fotográficos documentam motins de manifestantes 'palestinos' no bairro árabe de Silwan, no leste de Jerusalém; parte de um ensaio fotográfico que descreve o que toda a Imprensa mainstream evita documentar: a presença do fotógrafo e sua influência sobre os eventos. Foto de Ruben Salvadori / Flash 90


Quando visitei a Faixa de Gaza alguns meses depois, novamente vi a diferença entre a forma como os jornalistas retratam um lugar e a realidade. Lendo sobre Gaza nas notícias, pode-se pensar que todo aquele lugar é entulho, que parece mais ou menos Homs ou Alepo. Na verdade, Gaza não difere na sua aparência de qualquer outro lugar no mundo árabe. 
Durante oito dias na Faixa, eu não vi um único edifício danificado pela guerra até que pedi especificamente à minha guia que me mostrasse um. Em resposta, ela levou-me a Shujaya, um bairro da Cidade de Gaza, que é uma conhecida fortaleza do Hamas e ainda está visivelmente danificada pela guerra de 2014. A destruição em Shujaya é chocante? Sim. Mas era muito localizada, e não espelhava em nada o resto de Gaza. 
O resto de Gaza não é diferente de muitos países em desenvolvimento: as pessoas são pobres, mas conseguem viver, e mesmo vestir bem e serem felizes na maioria do tempo. Na verdade, existem partes da Faixa que são bastante agradáveis. Saí para comer em restaurantes onde as mesas são feitas de mármore e os garçons usam coletes e gravatas. 
Vi imensas moradias na praia que não ficariam atrás das de Malibu, e – do outro lado da rua dessas moradias – visitei uma nova mesquita de 4 milhões de dólares. Os habitantes de Gaza sofrem algumas grandes dificuldades? Sim. A maioria deles vive em edifícios destruídos, a céu aberto, como a Imprensa os retrata frequentemente? Absolutamente não. 
Eu não os culpo pelas suas mesas de mármore ou pelas suas moradias ao lado da praia. Como qualquer outra pessoa, eles querem sentir-se confortáveis, aproveitar a vida. Mas acho estranho que, de vez em quando, as organizações de notícias estrangeiras não considerem oportuno publicar um artigo sobre os bairros ricos de Gaza ou as mesquitas de milhões de dólares. 
Mas não, eles preferem concentrar-se na pequena minoria da Faixa que ainda está danificada pela guerra com Israel em 2014 (uma guerra que, a propósito, o Hamas começou) porque é isso que confirma a narrativa de que Israel é uma super-potência brutalizando árabes para os seus próprios propósitos egoístas, e essa é a narrativa que muitas pessoas querem ouvir.



Hunter Stuart (Crédito da foto: Damon Dahlen / HuffPost) 


Sem contar o facto de que a liberdade de Imprensa em Gaza e em outros países do mundo árabe é praticamente inexistente. 
De muitas maneiras, tentar reportar de Gaza é um esforço absurdo e perigoso. Durante uma única semana em Gaza, eu tive problemas em duas ocasiões distintas com o Hamas por quebrar as suas regras rígidas para a Imprensa. 
Na primeira ocasião, a minha guia e eu estávamos na calçada da praia na cidade de Gaza, entrevistando as pessoas sobre uma próxima eleição em Gaza (que depois foi cancelada, não surpreendentemente, já que a maioria dos líderes árabes odeiam a democracia)
Depois de cerca de 15 minutos, um jovem de t-shirt e calças largas aproximou-se de nós e teve uma conversa aparentemente desagradável em Árabe com a minha guia, após a qual ela me disse que tínhamos que sair dali imediatamente porque o homem era um agente de segurança do Hamas que ficou descontente connosco por estarmos a entrevistar as pessoas sobre questões políticas. 
Na segunda ocasião, a minha guia e eu estávamos a fotografar edifícios destruídos em Shujaya quando dois soldados do Hamas, nenhum dos quais poderia ter mais de 25 anos, literalmente correram para o nosso carro, tiraram-nos os nossos documentos de identificação, confiscaram a minha câmara e escoltaram-nos para um quartel militar onde um grupo de funcionários do Hamas nos questionou amplamente sobre quem éramos e o que estávamos a fazer tirando fotos lá. 
Eles examinaram todas as fotos da minha câmara antes de nos deixarem sair. A minha guia estava visivelmente abalada. Eu não podia culpá-la: o Hamas muitas vezes prende, bate, e às vezes tortura jornalistas que dizem coisas que os façam parecer ruins
* * * 
Enquanto vivi em Israel, notei que muitos jornalistas pareciam olhar para si mesmos como defensores. Eles falavam do jornalismo como uma forma de dar voz ao perdedor, e para muitos deles, os palestinos eram o perdedor. 
O bom jornalismo, é claro, não advoga. Ele diz a verdade, independentemente de quem pareça ser bom ou ruim. Porque a verdade não tem sentimentos. Considerando isso, talvez não seja surpreendente que os repórteres em Israel e nos territórios palestinos tendem a estar próximos dos funcionários das agências de direitos humanos. Eles movimentam-se nos mesmos círculos sociais, saem para comer e beber juntos. Talvez seja por isso que quase todos os artigos na Internet sobre Israel contenham uma citação das Nações Unidas, da Amnistia Internacional, da Human Rights Watch ou de outras ONG's desse tipo. 
Como repórter, é fácil citar esses grupos porque eles fornecem todas as informações que precisamos, de uma maneira acessível e facilmente compreensível. Eu admiro muito do trabalho que essas ONGs fazem. O problema é que elas geralmente agem de uma forma tendenciosa contra Israel. Muitas vezes, colocam a culpa do sofrimento palestino em Israel, em vez de, digamos, na insensibilidade e na corrupção dos líderes palestinos, que claramente carregam grande parte da culpa pela dor do povo. 
Cada um desses grupos tem sua própria agenda, mas como a sua imagem pública determina, e uma vez que eles se expressam como porta-vozes dos oprimidos, a maioria dos esquerdistas que vivem nos EUA e na Europa acredita na sua palavra.  
* * * 
Trabalhar como repórter em Israel durante um ano e meio não destruiu a minha fé no jornalismo. Mas aumentou o meu cepticismo de que ele possa fazer o bem no mundo. 
Oito anos de trabalho para as agências de notícias deixaram-me cada vez mais alarmado com a forma como o jornalismo se está a tornar partidário. Actualmente, as editoras de notícias visam a geração Y nas redes sociais, que preferem ver as suas próprias opiniões validadas a ver um artigo equilibrado e objectivo. 
Esse público não quer que os seus preconceitos sejam desafiados. Se a Imprensa existe apenas para reafirmar o que já acreditamos, só nos tornaremos mais divididos, e haverá apenas mais e mais conflitos no mundo.


Hunter Stuart é jornalista e escritor com mais de 8 anos de experiência profissional, actualmente trabalhando como Editor Sénior na Dose Media em Chicago. Foi repórter e editor do The Huffington Post, em Nova Iorque, de 2010 a 2015. Mais recentemente, passou 1,5 anos trabalhando como repórter freelancer no Médio Oriente, de onde escreveu para Vice, The Jerusalem Post, Al Jazeera em Inglês, International Business Times e outros. Os seus artigos também apareceram na CNN, Pacific Standard, Daily Mail, Yahoo News, Slate, Talking Points Memo e The Atlantic Wire.

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Veja também:

Jornalistas e terroristas: a mesma luta!



O trabalho dos jornalistas dos nossos dias é o mesmo que o da máquina de propaganda de Hitler:





COMENTÁRIO


1. Este comentário é inútil, pois quem é manipulado pelo Jornalismo, não leu nem nunca lerá este post, nem vem a este blogue - a não ser para insultar. Sem ler, sem ver, sem ouvir, sem pensar.
2 . Na nossa secção Jornalismo documentámos algumas centenas de casos que demonstram que os media estão  completamente ao serviço dos três lóbis associados que estendem a sua nefasta influência sobre o Mundo: a extrema-esquerda, o globalismo e o islamismo dito radical ou militante.
3 . No texto acima (que vertemos para Português de Portugal sem acordo ortográfico e realçámos como nos aprouve) escrevemos "Palestina" e "palestinos" em itálico e entre aspas, porque nunca existiu nenhuma Palestina Árabe e porque a criação desse Estado tem tanta lógica como a criação do Nzingalis ou da República Islâmica de França
4 . Pela mesma razão que em França alguns já admitem uma República Islâmica nos territórios perdidos da República Francesa, Israel já deu Gaza aos colonos muçulmanos (e Gaza é usada basicamente como base terrorista e mostruário de propaganda). Israel também já ofereceu quase 100% da Judeia e Samaria aos colonos muçulmanos, sendo a resposta sempre NÃO. Eles só aceitam Jerusalém toda, Israel todo e a extinção dos judeus. Todos. 
Israel deu aos Árabes também a Jordânia e o Sinai. De borla.
5. Os três lóbis acima designados assestam as suas baterias sobre Estados Unidos e Israel,  pois esses países são potências militares e os maiores obstáculos ao avanço das forças das Trevas sobre o Mundo Livre. 
 EUA e Israel - os maiores obstáculos à Nova Ordem Mundial
6. Assim como em Israel os muçulmanos doutrinam as gerações mais novas no ódio aos judeus e ao Ocidente, no Ocidente as novas gerações andam há décadas a ser doutrinadas no ódio a si mesmas e aos valores da nossa Civilização, simbolizados por Israel e pelos Estados Unidos. 
Ser "cool", na geração Y como na geração do Maio de 68, é ser de extrema-esquerda, pró-terrorismo, pró-islamismo, ateu, pró-Hezbollah, pró-Hamas, anti-semita, anti-cristão, anti-Ocidental. Os meninos privilegiados de 68 exultavam com os massacres das Brigate Rosse e do Baader-Meinhof. Os meninos privilegiados de hoje exultam com os massacres do ISIS ou do Hamas. O cidadão comum não vai tão longe, mas papa sem questionar telejornais e programas de TV fabricados pelos meninos privilegiados.
7. Sugerimos a (re)leitura deste artigo:  


"Embora a obsessão mundial com Israel seja um dado adquirido, ela é na verdade o resultado de decisões tomadas por seres humanos individuais em posições de responsabilidade, neste caso, jornalistas e editores."  
"Durante séculos, os judeus apátridas desempenharam o papel de pára-raios da má vontade entre a maioria da população. Eles eram o símbolo de coisas que estavam erradas. Você queria exemplificar que a ganância era má? Os judeus eram gananciosos. Covardia? Os judeus eram covardes. Você era um comunista? Os judeus eram capitalistas. Você era um capitalista? Nesse caso, os judeus eram comunistas. O fracasso moral era o traço essencial do judeu. Foi o seu papel na tradição cristã, e a única razão pela qual a sociedade europeia os conhecia ou se importava com eles".   
- Matti Friedamn 

8. Como acontece sempre que há problemas no mundo ocidental, os judeus são os primeiros bodes expiatórios. A Alemanha atribuiu o seu fracasso na I Grande Guerra aos judeus e exterminou (mais de) 6 milhões. Os soviéticos culparam os judeus pela falência do seu modelo politico-económico inviável e exterminaram uns quantos milhões, para desanuviar o espírito. Sempre que a vida oferece dificuldades (desemprego, salários baixos, etc., etc..) o punhado de judeus abastados e bem sucedidos é olhado com ciúme pelas massas, incapazes de ver que nem todos os judeus são ricos e capitalistas, como nem todos os judeus são comunistas e nem todos os judeus são nazis como o senhor Soros. A culpa colectiva é um exclusivo dos judeus.
9. Os timorenses reconquistaram finalmente a sua independência. O pequenino Israel, mais pequenino que Timor, tem o Mundo às costas a questionar o seu direito a ser livre na parcela que resta da sua Terra, onde vive há 5 mil anos, e cuja escritura notarial está lavrada no Livro mais famoso do Mundo, base da fé de biliões de seres humanos e respeitado por outros tantos! 
Quem diz Timor, diz até Estados inventados da noite para o dia, como a Jordânia, erguida em terras de Israel, que deu aos Árabes 88% do que o Eterno lhe deu, como uma pequenina demonstração de boa vontade. Coisa pouca...  
10. O discurso anti-Israel não aguenta o escrutínio da História e do Direito Internacional.  E da VERDADE. Aconselhamos a leitura de:

História de Israel - Porque é que não há paz?


Secção   

Secção  Mitos sobre Israel 

Secção  Pallywood

Porque é que a Esquerda Odeia Israel - BREIBART

Porque é que a Esquerda odeia Israel

 "Um Vestido Novo Para Um Ódio Antigo" - Pilar Rahola



MYTHS AND FACTS 

PALESTINA LIVRE


Os países que tanto criticam Israel (todo o Mundo Islâmico, todo o Mundo Comunista, todas as Américas, a Austrália, a Nova Zelândia, a China, a Rússia, a França, o Reino Unido, etc., etc.), foram erguidos em territórios arrebatados aos nativos, mantiveram e mantêm impérios coloniais extensos. 
Israel é o povo nativo e vive num ridículo e  desértico pedacinho de terra. A simples dimensão de Israel já torna absurda toda esta obsessão. 
Mas o Mundo não consegue respirar bem enquanto existirem judeus. O pior vai ser se os conseguirem finalmente exterminar a todos. Outros bodes expiatórios tomarão o lugar deles. Pensem nisso...




Onde fica Israel, senhor Ezequiel?



Claro, que dá trabalho, ler textos, aferir credibilidade de fontes, analisar vídeos e documentários, reflectir. Mas o que mais custa é a gente desfazer-se de um odiozinho que nos dá tanto jeito, de um bode expiatório tão jeitoso para descarregarmos as nossas frustrações sem o mínimo risco e com o aplauso geral de grunhos e bem-pensantes!

A gente sabe, minha senhora...


As autoridades "palestinas" na "Cisjordânia" (Judeia e Samaria) e Gaza prendem, torturam e procedem criminalmente contra jornalistas e activistas que expressam críticas pacíficas às autoridades:



Mesmo os que se estão nas tintas para as injustiças do Mundo, e não receiam ter que prestar contas a Deus do seu egoísmo, não devem esquecer que o que começa com os judeus nunca acaba apenas neles. Este senhor aqui em baixo é o maioral da pseudo-Mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém. Veja o que ele nos reserva, e não esqueça que na lista do expansionismo islamista, a seguir a Israel estamos nós, Portugal: