sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

História de Israel - A Liga das Nações e o Estado Judaico


Dimensões relativas de Israel e da Argélia: Israel é 0,02% do mundo islâmico em área. O conflito dos muçulmanos com Israel e a obsessão milenar e global com Israel e com os judeus nada tem a ver com território.
A Liga das Nações - antecessora da ONU - foi fundada como resultado do tratado de Versailles, após a Primeira Guerra Mundial. A sua fundação foi baseada num sentimento anti-guerra, por causa dos horrores e das perdas humanas provocadas pelo recente conflito.  

Seguindo as ideias do filósofo Immanuel Kant e de um grupo de nações pacifistas, os objectivos da organização eram a defesa dos "Direitos do Homem" (especificamente os dos cidadãos não brancos, das mulheres e dos soldados); o desarmamento; a prevenção de novos conflitos; a resolução de litígios internacionais pela via diplomática; e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos de todos os países. 

Os membros incluíram: O Império Britânico, a França, a Itália, a Suíça, o Japão, a Espanha, a Áustria e a Hungria. (Apesar das boas relações e da assinatura do pacto, os EUA nunca se tornaram membros.) 
Em 1922, a ideia de uma pátria judaica recebeu apoio formal e internacional quando a Liga das Nações aprovou o Mandato Britânico da Palestina, confiando à Grã-Bretanha a criação de uma pátria para o povo judeu na Palestina. A Declaração de Balfour, legislada cinco anos antes pelo Parlamento britânico, foi a primeira vez que uma potência mundial reconheceu a necessidade de uma pátria para o povo judeu; agora, essa necessidade conseguia reconhecimento internacional. 


Em Março de 1921, Winston Churchill separou arbitrariamente a Terra de Israel em duas partes, divididas pelo Rio Jordão. O território que está a amarelo no mapa, viria em 1946 a ser a Jordânia, um Estado totalmente artificial, com cuja legitimidade ninguém se preocupa.

 

O jornal The Times de Londres publicou uma reportagem sobre a conferência de San Remo, em que se lançaram as bases para o Estado Judaico moderno, como o elucitadito "Júbilo sionista acolhe Mandato britânico para a Palestina", 26 de Abril de 1920 (ver artigo de Daniel Pipes). 
Os Árabes responderam a esse júbilo invadindo Israel - (ver documentário, parte 1 e parte 2.

O Mandato declarou que uma "Casa Nacional Judaica" seria estabelecida. As comunidades judaica e árabe foram autorizadas a administrar os seus próprios assuntos internos, e a vida judaica floresceu em Israel. 
 Mapa proposto pela Comissão Peel, em 1937.

No entanto, em 1939, sob a pressão da comunidade árabe, a Grã-Bretanha emitiu um Livro Branco, contrariando a declaração original e afirmando que uma pátria judaica já não era uma prioridade. A imigração para a Palestina foi severamente restringida e, por essa razão, muitos judeus foram incapazes de fugir da perseguição que decorria na Europa Oriental e Central durante o Holocausto. 

 Proposta de partição anglo-americana, de 1945.

Em 1947, a recém-criada Organização das Nações Unidas (a reorganização pós-guerra da Liga das Nações) aprovou a Resolução 181, recomendando o "Plano de Partição", que dividiria o país em um Estado judeu, um Estado árabe e um território controlado pela ONU em torno de Jerusalém. 


Plano de partição da ONU, de 1947.  As áreas a verde seriam o Estado Árabe, as áreas a rosa o Estado Judaico, e a branco a região de Jerusalém, sob controlo da ONU. Nem esta nem as anteriores propostas foi aceite pelos Árabes, que invadiram Israel em 1920. Note-se de novo que a maior parte do território de Israel foi dada aos Árabes para que eles estabelecessem a Jordânia, um país sem História, puramente inventado pelas potências vencedoras da Guerra.

De acordo com a recomendação da Assembleia Geral da ONU, o Estado judeu seria composto pelo território que se estende de Haifa a Rechovot, a Galileia Oriental, e o Negev, incluindo Eilat. O território árabe incluiria a Galileia ocidental, a cidade de Acre, o planalto da Judeia e Samaria e a costa sul de Ashdod através da Faixa de Gaza.  
A terra dada aos judeus incluiu as áreas densamente povoadas por judeus; as terras árabes consistiam de áreas com maioria de árabes. Os árabes receberam a maioria das fontes de água. Os judeus receberam uma percentagem maior do Mandato Britânico da Palestina, para acomodar o crescimento da imigração, mas grande parte desse território era o Deserto do Negev, que não era cultivável. A maioria dos sionistas celebrou o voto, enquanto a maioria dos árabes da região o rejeitou. 

Em Maio de 1948, a Grã-Bretanha anunciou que terminara o seu Mandato sobre a Palestina, e Israel declarou sua independência. Os países árabes vizinhos declararam imediatamente guerra ao novo país. Até ao final da Guerra da Independência de Israel de 1948 , Israel tinha aumentado as suas terras em mais de 50%. Estes territórios conquistados numa guerra declarada pelos vizinhos, passaram a pertencer a Israel, à luz do Direito internacional. 

DOCUMENTÁRIO: ISRAEL - O NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO







Chamamos a atenção para o mapa do Médio Oriente foi todo redesenhado durante o século XX. O Império Otomano foi derrotado na I Guerra Mundial, e as potências vencedoras passaram a administrar temporariamente todo a região. Quando a Esquerda e os islamistas clamam que Israel é um país criado artificialmente, esquecem-se de que: 
O mesmo se pode dizer de todo e qualquer país do Mundo, mais antigo ou mais recente, se lhe estudarmos a História.  
Poderíamos dizê-lo de Timor-Leste, "criado artificialmente" pela ONU após a saída dos Portugueses e a invasão Indonésia. Poderíamos dizê-lo do Líbano e de Israel, nações milenares cuja soberania foi restaurada pela Liga das Nações já no século XX.  
Poderíamos dizê-lo da Jordânia, a parte de leão do território de Israel que foi entregue aos invasores Árabes, na esperança de os apaziguar.  
Poderíamos dizer o mesmo de Portugal, quando o nosso primeiro soberano, D. Afonso Henriques, contestou a ordem estabelecida e se rebelou contra Castela.  
Poderíamos dizê-lo de todos os países do Novo Mundo, da Austrália e da Nova Zelândia, da África do Sul, etc., etc., que foram estabelecidos em territórios já habitados - e talvez seja esse complexo de culpa que os modernos justiceiros sociais projectam em Israel.  
Porque deveriam os judeus, povo nativo, presentes em Israel há mais de 4 mil anos, abandonar a SUA Terra e dá-la aos Árabes, que a invadiram em 1920? para apaziguar a consciência de hippies ignorantes que não saem da América do Norte e do Sul, da Austrália e da Nova Zelândia e deixam essas terras para os povos nativos?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Assange: "CIA criou o Estado Islâmico"

"A CIA criou o Estado Islâmico", revela Julian Assange do Wikileaks, que publicou 500.000 mensagens diplomáticas norte-americanas.


Julian Assange disse que a CIA foi responsável pela criação do Estado Islâmico (ISIS), através da publicação de mais de meio milhão  documentos diplomáticos confidenciais dos EUA, que remontam a 1979.
Este é o sexto aniversário do "Cablegate", da WikiLeaks. Julian Assange publicou o seu primeiro lote de arquivos confidenciais dos Estados Unidos em 28 de Novembro de 2010. Desde então, tem expandido a sua biblioteca pública da diplomacia americana (PLUSD), com 531.525 novos documentos diplomáticos que datam desde 1979.
Em comunicado coincidindo com o lançamento de 500.000 novos documentos, chamados "Cables Carter III", Julian Assange explicou os eventos que ocorreram em 1979, que levaram ao surgimento do Estado Islâmico.


Jimmy Carter, plantador de amendoins semi-analfabeto, político de esquerda, e grande inimigo de Israel.

Assange disse: "Se um ano pode ser considerado o 'ano zero' dos tempos modernos é o ano de 1979".
Julian Assange disse que a decisão da CIA, em colaboração com a Arábia Saudita, de investir biliões de dólares a armar os combatentes Mujahideen no Afeganistão para lutar contra a União Soviética, levou à criação de grupo terrorista al-Qaeda.
Isso, segundo ele, levou aos ataques terroristas de 11 de Setembro e à invasão do Afeganistão e do Iraque pelos EUA, e à criação do Estado Islâmico/ISIS.
Disse Assange: "No Médio Oriente, a revolução iraniana, o levantamento islâmico na Arábia e no Egipto e os Acordos de Camp David com Israel, levaram à mudança das relações entre o Islão militante e o mundo".
Os motins em Meca levaram a Arábia Saudita para o caminho do wahabismo, levando à disseminação do fundamentalismo islâmico e à desestabilização dos Estados Unidos.
Assange acrescentou:
"A invasão do Afeganistão pela URSS empurrou a Arábia Saudita e a CIA para pagarem biliões de dólares aos combatentes mujahideen como parte da Operação Ciclone, fomentando o surgimento de Al-Qaeda e o colapso da União Soviética".
"A ascensão da Al Qaeda acabou por levar aos ataques de 11 de Setembro nos Estados Unidos, o que provocou a invasão do Afeganistão e do Iraque e mais de uma década de guerra, criando base ideológica, financeira e geográfica para o Estado Islâmico".
Assange disse ainda: "Em 1979, parecia que o sangue nunca deixaria de correr. Em dezenas de países havia assassinatos, golpes, revoltas, ataques, sequestros e guerras políticas de libertação".
A terceira série de documentos dos "Cables Carter III", divulgados pelos WikiLeaks, enriquece a colecção de documentos diplomáticos tornados públicos para 3,3 milhões.
 © Sandra Wildenstein para Europe Israël News.

Veja a notícia original do EUROPE ISRAEL-NEWS.

Já não é a primeira vez que falamos dos Wikileaks:

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A nova Inquisição na Internet - conclusão

O Facebook, o Twitter, o Youtube, estão em mãos islamistas, e a lei sharia já é a regra: nenhuma crítica à ideologia islâmica (que é pior que o Nazismo e o Comunismo) é permitida.

Conclusão dos posts anteriores:

A nova Inquisição na Internet - 1

A nova Inquisição na Internet - 2


Concluímos a tradução livre de um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista):

A Nova Guerra à Imprensa Conservadora 

Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais.
A indignação e a frustração da Esquerda com a derrota de Hillary Clinton teve como consequência uma campanha de pressão contra o Facebook por parte das grandes potências noticiosas – quase todas de Esquerda.
O Google News já se rendeu às da Grande Imprensa. O Twitter foi completamente tomado pelos “justiceiros sociais” de Esquerda. Mas o Facebook é o maior prémio.


6 em cada 10 americanos adultos recebem a Informação através das redes sociais, e não dos media tradicionais (jornais, televisões, rádio). 

Quase metade dos americanos recebe as suas notícias através do Facebook. Quem conseguir dominar a narrativa do Facebook terá o poder na mão.

As redes sociais permitem que as pessoas formem as suas próprias comunidades e se tornem vigilantes sociais. Esse é um enorme poder.
A cruzada contra as “notícias falsas” consiste em devolver esse poder aos seus donos tradicionais: os grandes media, a Grande Imprensa.
Não há dúvida de que há lixo os montes a circular nas redes sociais, mas muito deste lixo vem do Vox, do Slate, do Huffington Post e ainda mais dos meios de comunicação mainstream, da Grande Imprensa.
Os media mainstream são facciosos, as suas manchetes são enganadoras, e, se por um lado movem cerrada perseguição aos seus opositores políticos, não fazem muito esforço para verificar se as suas próprias narrativas são verdadeiras.
Um exemplo do facciosismoda pura mentira e do jornaleirismo panfletário de Esquerda é a miserável folha de couve islamo-esquerdista conhecida como Al-Público.

Toda esta cruzada contra as "falsas notícias" só veio expor ainda mais a agenda dos media afectos à Esquerda (quase todos).
A Internet pode ser muito poderosa, quando liberta os seus usuários para encontrarem as suas próprias respostas. Os media tradicionais, a Grande Imprensa, insiste que deve ser a única autorizada a fornecer essas respostas.
Mas a Informação quer ser livre. Os media estão a lutar, mas não conseguem barrar o fluxo da Informação.
Banir as notícias conservadoras do Facebook não criará um espaço seguro para as mentiras dos media. Em vez disso, levará a um êxodo de conservadores do Facebook.
Tal como deixaram de confiar nos jornais e nas televisões, os conservadores abandonarão o Facebook.



Um jornalismo cada vez mais mentiroso e manipualdor foi a resposta mediática ao colapso da sua própria autoridade. Os media tradicionais estão em pânico, porque as suas tácticas podem ser copiadas e imitadas por qualquer um.
Se se tornou difícil distinguir as notícias falsas das notícias reais, é porque os media mergulharam de cabeça no negócio das notícias falsas.
Eles escolhem as narrativas, inventam as histórias em torno delas e mentem constantemente.
E isto não é apenas uma crítica dos conservadores. O próprio povo de Obama admite-o:
"Criámos uma câmara de eco", gabou-se Ben Rhodes, assessor adjunto de Segurança Nacional para Comunicações Estratégicas.


Por acaso fizemos um post sobre este caso, em que os media foram manipulados para venderem o "acordo nuclear" que permitirá ao Irão ter a bomba H e pulverizar Israel e os Estados Unidos - os maiores desejos do islamista Barack Hussein Obama, dos muçulmanos e da Esquerda:

Irão nuclear - Obama compra jornalistas e engana o Mundo


Disse Ben Rhodes:
"Os jornalistas dizem o que lhes mandamos dizer. O repórter médio de que falamos tem 27 anos, e a sua única experiência de reportagem consiste em acompanhar campanhas políticas. Eles literalmente não sabem nada".

Rhodes falava sobre o acordo nuclear com o Irão, e de como era fácil convencer os media a repetirem as mentiras da Casa Branca.
Os media mentiram aos americanos. As suas falsas agências de notícias continuam a debater alegremente o desastre, enquanto exigem que os dissidentes sejam removidos do Facebook.
Se os media querem realmente lutar contra as notícias falsas, pode começar por eles mesmos. A sua cruzada pelo espaço livre para as suas notícias falsas - proibindo os sites conservadores - não pode ter e não terá êxito.
Daniel Greenfield

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O NOSSO COMENTÁRIO
Na ascenção das sociedades totalitárias, a liberdade de expressão é sempre a primeira a cair. Até aqui eram apenas os judeus e a sua Pátria ancestral - Israel - os alvos da campanha terrorista dos media.
Na nossa secção PALLYWOOD pode admirar alguns exemplos da abjecção mediática anti-semita. O site homónimo PALLYWOOD é elucidativo, mas é em Inglês. Há muitos mais, mas estão geralmente sob ataque informático.
Hoje já é todo o Mundo Livre o alvo da DESINFORMAÇÃO que tem como objectivo permitir a ascensão e o domínio do Islamismo e do Comunismo.
"Primeiro levaram os judeus"... mas a gente não se ralava, porque não somos judeus. Hoje já é connosco também.
Todos os dias, em todo o Mundo, os jornaleiros mentem com quantos dentes têm na boca, e há um exército de censores a deitar abaixo, 24 horas por dia, tudo quanto exponha a natureza diabólica do Islamismo e do Comunismo.
Falaremos do assunto em posts próximos, se o Blogger não nos deitar abaixo também.
Não tenham os nossos leitores e amigos a menor dúvida de que estamos em vésperas de uma ameaça da proporção do Nazismo, há 70 anos. Se não abrirmos (ainda mais) a pestana, estamos condenados. Se lutarmos agora pela liberdade de expressão, não teremos que lutar mais tarde lutas sangrentas.
Pela Paz, pela Liberdade, pela Verdade,
Oliveira

 Em exemplo da abjecção que são os jornalistas de hoje:

Chora, chora, que a gente fotografa...


Neste vídeo pode-se ver os directores profissionais de cinema "Pallywood" dizendo à mulher idosa para se sentar numa cadeira na frente da loja e começar a chorar, (enquanto a filha ri incontrolavelmente), criando assim uma cena narrativa enganosa, enganando telespectadores em todo o mundo.

Os repórteres, visivelmente divertidos com a cena, não deixam de a apresentar como se não fosse encenada. Faz parte da profissão difamar Israel e os judeus.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A nova Inquisição na Internet - 2

Continuação do post anterior:

A nova Inquisição na Internet - 1


 

(Mesmo que não tenha paciência para ler este post, "desenrole-o" até ao final, que vale a pena).


No século 21, a Inquisição é islâmica e global. Continuamos a traduzir livremente um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista): 

 A Nova Guerra à Imprensa Conservadora 
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais. 


O site FACEBOOK CENSORSHIP (CENSURA NO FACEBOOK) contém uma lista impressionante de acções arbitrárias dessa rede social contra a liberdade de expressão. Os alvos são, naturalmente, os conservadores e quem expõe a agenda da Esquerda e do Islamismo.  

USA Today e Los Angeles Times publicaram uma lista de sites de "notícias falsas" que é basicamente uma lista de sites conservadores, como o  RedState, o IJR e o The Blaze.  
O BuzzFeed direcionou a sua cólera contra o RightWingNews.
“Notícias falsas” é o eufemismo da Esquerda para atacar as opiniões das quais discorda, evocando falsas preocupações sobre o jornalismo e a virtude cívica. 
E as coisas estão a ir muito para além dos ataques verbais. O objectivo da Esquerda é proibir os sites conservadores e a expressão de opiniões conservadoras nas redes sociais. Ou pelo menos penalizá-los de modo a impossibilitar a concorrência com os meios de comunicação estabelecidos. 
Há óbvias razões ideológicas e financeiras por trás desta guerra às "notícias falsas". Os motivos financeiros são grosseiramente flagrantes. As vozes dos media convencionais que mais se erguem nesta guerra - BuzzFeedHuffington Post e Vox - dependem fortemente das redes sociais para alimentarem o seu número de visitantes e fazerem passar a sua agenda mentirosa e de Esquerda. 
Se alguém está no negócio das “ notícias falsas”, são estes sites que procuram cliques à conta de... notícias falsas!
Vox alegou que em Boulder, Colorado, cada habitante  tinha em média 102 casas de banho, e que havia uma ponte gigante a ligar Gaza e a Judeia e Samaria (a.k.a. “Cisjordânia”). Mas, segundo os critérios da Esquerda, essas notícias não são falsas.

Numa demonstração de como a guerra às "notícias falsas" é em si mesma falsa, os meios de comunicação publicaram notícias com os títulos: "A notícia falsa ameaça a democracia, diz Obama" (USA Today), “Obama, com Angela Merkel em Berlim, Declara Guerra às Notícias Falsas” (New York Times) e  “Barack Obama: Notícias Falsas no Facebook prejudicam a Democracia" (Huffington Post).
Ora Obama não disse NADA sobre esta falsa cruzada da Imprensa tradicional! O que Obama disse foi que os Estados Unidos e a Rússia eram igualmente alvo de "desinformação" na Televisão e no Facebook, o que fazia ambos os países parecerem maus. O contexto alemão das observações sugere fortemente que ele de referiu a uma velha controvérsia sobre a NSA (National Security Agency). (...)

Experimente o leitor postar um retrato de Maomé no seu Facebook. É imediatamente censurado. Enquanto isso, os grupos terroristas islâmicos e os islamistas individuais postam todo o tipo de mensagens apelando e celebrando a matança dos "infiéis".

A ironia, mais uma vez, é que a guerra às "notícias falsas" está a ser travada com notícias muito falsas.
O que se está a passar nada tem a ver com preocupações com a integridade da informação. Ninguém pode olhar para as sondagens falsas prometendo uma vitória de Hillary Clinton, e acreditar que os jornalistas estão preocupados com as "notícias falsas".  
Os jornalistas estão apenas a tentar  eliminar a concorrência, intimidando o Facebook para esta rede social banir ou marginalizar notícias da Direita, que competem com as deles.

Daniel Greenfield

CONTINUA

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Três singelos exemplos da acção da Inquisição islamo-esquerdista no Facebook:

"O MAIOR HOLOCAUSTO DA HISTÓRIA FOI O QUE VITIMOU 80 MILHÕES DE HINDUS ÀS MÃOS DOS MUÇULMANOS" - FACTO CENSURADO no Facebook.


Papel higiénico com a bandeira do ISIS é censurado. Alá nos livre de ofender os genocidas que só cristãos matam 11 por hora!



"DIZEM QUE APENAS 10% DOS MUÇULMANOS SÃO EXTREMISTAS. EM 1940, APENAS 7% DOS ALEMÃES ERAM NAZIS."

- FACTO CENSURADO no Facebook.
Serão precisos mais exemplos?... 

domingo, 4 de dezembro de 2016

A nova Inquisição na Internet - 1


  
Após a derrota de Hillary Clinton (quando a Imprensa em peso assegurava a sua vitória folgada) a Esquerda volta a mostrar a sua verdadeira face. Ataques racistas, espancamentos de eleitores de Trump, assassínio de polícias, ataques terroristas, ameaças de morte contra Trump e apelos à guerra civil, vão sendo o pão nosso de cada di nos Estados Unidos, enquanto o terrorista islâmico Barack Hussein OBAMA esfrega as mãos, contente por deixar uma herança de caos ainda maior do que previa.
O poderoso lóbi dos jornalistas profissionais, por seu lado, enquanto continua a deitar gasolina na fogueira da agitação social, já encetou a perseguição aos media conservadores, feitos por amadores como nós. Os jornalistas caíram no total descrédito e todos os dias caem mais um pouco A sua última  esperança é calar as vozes da VERDADE na Internet.
Vamos traduzir livremente um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista):
A Nova Guerra à Imprensa Conservadora
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais.

Lembram-se de quando os media anunciavam que Hillary Clinton obteria uma vitória esmagadora? A Imprensa mentirosa que fez tal "previsão", a fim de diminuir a participação dos eleitores pró-Trump, de certeza que se lembra. Essa mesma Imprensa está agora numa campanha contra as "notícias falsas".

E por "notícias falsas", eles não designam a sua própria torrente furiosa de desinformação e mentiras.

A Imprensa entrou em guerra contra o Facebook. Enquanto vários partidários adeptos do Partido Democrata culparam tudo e todos pela derrota de Hillary, desde o FBI até à misoginia inconsciente, a Imprensa decidiu que o Facebook é o culpado.

Porquê o Facebook?


Os canais de notícias por cabo estão a morrer. Os jornais lutam pela sobrevivência, online e offline. A rentabilidade da Grande Imprensa está a acabar, devido às redes sociais. A essência das redes sociais é que elas permitem que as comunidades falem livremente do vêem. E essa é uma ideia terrível, para a Grande Imprensa.

Mas também é uma ideia assustadora para os esquerdistas que concorrem a cargos públicos em países que não concordam com os seus pontos de vista.

Obama responsabilizou a má qualidade da "narrativa" pelos resultados eleitorais. Mas a narrativa tem que ser capaz de alcançar as pessoas. E para isso a esquerda tem que asfixiar as vozes competitivas no espaço das redes sociais. Como? Proibindo que os conservadores se manifestem.

A guerra contra a Imprensa conservadora está a ser conduzida sob o pretexto de banir as "notícias falsas" do Facebook. Mas o diabo da ”notícia falsa” está nos detalhes. Notícias falsas podem significar sites de sátira como o The Onion ou o Daily Currant. Como podem significar sites sensacionalistas que apenas procuram tráfego através de títulos enganadores e notícias efectivamente falsas. Mas também pode significar sites de que a Grande Imprensa não gosta, e cujas histórias são contestadas pela Esquerda, por motivos político-partidários.

A guerra contra as "notícias falsas" é a cortina de fumo para a campanha contra a Imprensa conservadora. É fácil ver que os sites conservadores o verdadeiro alvo da nova Inquisição esquerdista, actualmente em ataque cerrado ao Facebook.

O Buzzfeed, que depende fortemente do tráfego do Facebook, alimentou a histeria das "notícias falsas". A lista de sites considerados de "notícias falsas"  pelo Buzzfeed limita-se a agrupar os sites que simplesmente não são do agrado da esquerda. (...)

Considerando o longo cadastro do BuzzFeed em matéria de notícias realmente falsas, mas que se encaixam na sua narrativa política, a lista não tem qualquer credibilidade. A lista de sites de “noticias falsas” publicada pelo BuzzFeed acabou por ser, ironicamente, uma... “notícia falsa”.

A guerra não é contra “notícias falsas”, mas contra os sites conservadores, que superam, em credibilidade e audiência, a Imprensa estabelecida.
 Daniel Greenfield

CONTINUA

sábado, 3 de dezembro de 2016

Mammoud Abbas, o bombeiro incendiário


O líder da organização terrorista "Fatah/Autoridade Palestina", Mammoud Abbas, enviou bombeiros para Israel, numa operação de charme, mas vai pagar aos incendiários, como paga aos terroristas e às famílias dos que atacam e matam israelitas - veja a nossa secção INTIFACADA, que só aí encontra vasto material sobre o assunto, desde os discursos de apelo ao terrorismo até às recompensas aos assassinos.

"Enquanto o líder da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, recebia elogios pelo envio de bombeiros palestinos para ajudar a apagar incêndios em Israel, o Ministério das Finanças da AP estava ocupado a começar a pagar salários aos incendiários palestinos que foram presos por terem ateado esses mesmos incêndios", afirmou Itamar Marcus, director do instituto de monitorização dos media árabes muçulmanos Palestinian Media Watch (PMW), em editorial publicado no The Jerusalem Post.

 
Agosto de 2013: O "moderado" Abbas recebe em apoteose dois terroristas que assassinaram a golpes de machado um sobrevivente do Holocausto. É a regra com o mega-terrorista Abbas, apresentado pelos media como "moderado".

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fez um telefonema especial a Abbas na semana passada, agradecendo-lhe a ajuda no combate aos incêndios que grassaram pelo país, provocados por incendiários Árabes.
Não houve mortes (para grande desapontamento dos muçulmanos, dos nazis e da esquerda em geral) mas centenas de pessoas, incluindo um bebé de seis semanas de idade, foram tratados por inalação de fumo. Pessoas é como quem diz. Foram apenas judeus.
Aqui mesmo no nosso blogue, fizemos alguns posts mostrando os muçulmanos a atearem os fogos e a cantarem e dançarem em celebração. A TV e os jornais não mostram! Se mostrassem, lá se ia a demonização de Israel e o endeusamento do islamismo...



23 suspeitos foram presos até agora, envolvidos nas centenas de incêndios que destruíram centenas de casas e 32.000 hectares de florestas e parques nacionais.
"Todo o fogo que foi o resultado de incêndio ou incitação a incêndio é terrorismo em todos os sentidos e vamos tratá-lo como tal. Quem quer que seja que tente queimar partes do Estado de Israel será severamente punido", declarou Netanyahu.
Como o PMW demonstra sistematicamente no seu site, com os vídeos dos discursos na TV "palestina", a "Autoridade Palestina" não só incita à violência contra israelitas e glorifica o terrorismo jihadista; como também paga salários a quem cometa qualquer acto de terrorismo contra judeus e contra o Estado judaico.


Ainda recentemente o Reino Unido congelou mais uma remessa de 31 milhões de libras, destinadas a "ajuda" à organização terrorista de Abbas, porque a dita cuja, a chamada "Autoridade Palestina", usa esse dinheiro para recompensar assassinos.

"Não são apenas os terroristas que recebem um salário de AP. Todos os palestinos, árabes israelitas e terroristas árabes de qualquer país que estão presos, são recompensados ​​com altos salários da AP", disse Marcus no editorial do Post.
"Uma vez que a AP considera automaticamente qualquer pessoa que tenha atacado israelitas ou a sua propriedade como 'combatentes que resistem à ocupação', não há justificação, sob a lei e a prática 'palestinas' para não incluir os incendiários da semana passada entre os 'heróis palestinos' que recebem salários mensais."
Além disso, quanto mais tempo os terroristas permanecem na prisão - em outras palavras, quanto pior o acto de terror, como o assassinato - maior o salário.
De acordo com Marcus, "Se Abbas foi sincero em enviar ajuda na semana passada, agora é o momento perfeito para demonstrar essa mudança na política".
(Marcus acredita no Pai Natal, raios! É isto que me irrita nos israelitas e nos judeus! É como esperar que o Stalin, o Hitler, o Castro, o Mao, o Arafat, o Bin Laden, deixem de ser assassinos psicopatas e passem a ser boas pessoas).
 Continua Marcus:
"Mas se Abbas insistir em acrescentar os incendiários presos à folha de pagamento da AP, a sua hipocrisia ao enviar alguns carros de bombeiros para Israel será exposta ao mundo".

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Abbas é um Hitler dos nossos dias. Daí ser tão apoiado em todo o Mundo. Esperam que ele conclua o que Hitler não logrou.

 

Todos os dias chovem mísseis sobre o sul de Israel, apontados preferencialmente a escolas e infantários, como se pode ver no vídeo abaixo, da castigada cidade de Sderot. A propaganda demoníaca dos islamistas diz que Israel "mata crianças":

Na cerimónia de aniversário do bando terrorista islamista e assumidamente nazi Hamas (que diariamente bombardeia escolas e infantários em Israel) o senhor Mammoud Abbas lê a extensa lista de assassinos de israelitas e honra-os como heróis:

Mammoud Abbas condecora e atribui pensão monetário ao terrorista Abu Jihad:


Abbas admite enviar terroristas para assassinarem israelitas:


Shimon Peres, o Papa Francisco (que acreditam no Pai Natal) rezam pela Paz, no Vaticano, com o terrorista Mammoud Abbas, o responsável nº1 por não haver paz (que COMÉDIA grotesca!!! Porque não levam lá o Califa Al-Bagdadi, o chefe do ISIS)?:


Os nazis e o movimento jihadista dito "palestino":

 


O verdadeiro Abbas é um NAZI:


Enquanto Abbas dizia na TV que os israelitas tinham "executado" um jovem terrorista islâmico, o mesmo estava a ser tratado num hospital israelita - após ter cometido mais um ataque terrorista:

Terrorista "palestina" regozija-se por ter assassinado 8 crianças judias:


Mas muito boa gente continua a acreditar em Abbas e no velho libelo de sangue anti-semita, que ainda cala fundo em muitos corações. Enquanto as crianças judias são mortas, boa parte do Mundo acredita que "os judeus matam crianças". Mais do que estupidez, é cegueira espiritual.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Parece que hoje fazemos 4 anos


4 anos de Amigo de Israel. Esperamos que o nosso modesto e desinteressado trabalho possa ter alguma utilidade e ajude a que mais pessoas abram os olhos.
Há um ano já pensávamos parar. Hoje pensámos nisso outra vez. O blogue está ficar muito cheio, já são alguns milhares de posts. 
Mas, nesta altura em que a perseguição a quem resiste à islamização e a censura islamo-esquerdista já se fazem sem quaisquer cerimónias (ver post anterior), resolvemos ficar convosco mais algum tempo. Só para os contrariar.
A nossa intenção não é escrever bonito, fazer floreados de rectórica, angariar visitantes. A nossa intenção é sermos porta de entrada para sites mais completos e consistentes, como o GATESTONE, o BETH-SHALOM, o UNIDOS COM ISRAEL, e tantos outros que temos na barra lateral agrupados em ISRAEL E AMIGOS ou O TERRORISMO GLOBAL.
Vivemos um tempo de guerra, e o islamo-esquerdismo que espalha os seus tentáculos pelo Mundo Livre em nada fica a dever ao Nazismo que há 70 anos fazia o mesmo - se duvida, veja por exemplo como é que, na Holanda, o líder da luta pela LIBERDADE, Geert Wilders, é detido e está a ser julgado por dizer esta mesma VERDADE.
Hoje é ele, amanhã pode ser VOCÊ ou nós. Se antes disso não formos pelos ares com mais uma bomba posta por um "desequilibrado", esmagados por um camião conduzido por um "cidadão com problemas familiares" ou degolados por um "jovem que se sente excluído da Sociedade Ocidental" - apesar de ter casa, comida, serviços de lavandaria, assistência médica, TV, água, luz, telefone, tudo pago, mais dinheiro para gastos, e andar de avião pela Europa a recrutar assassinos, enquanto os malandros dos nacionais lutam pela vida e muitos passam fome e dormem na rua..
Só queríamos escrever uma linha em agradecimento aos nossos muitos amigos. Para eles, fica aqui uma música bonita de Israel, com a nossa esperança de que o Bem vença, nestes tempos sombrios:


P.S. - Nas estatísticas do nosso blogue, reparámos recentemente que vamos tendo uma boa quantidade de leitores em Israel. Como vêem, não estão sozinhos. Muita gente, como nós, há muito que percebeu que os problemas que vocês aí vivem, são os que nós já enfrentamos, por via da nossa ingenuidade. Deixem vocês de ser também ingénuos, de uma vez por todas. Corram com os invasores!