quinta-feira, 5 de maio de 2016

Am Yisrael Chai, o Povo de Israel Vive!


O Presidente da República de Israel,  Reuven Rivlin , hoje, no Museu do Holocausto de Jerusalém.

O tema central do Dia da Lembrança do Holocausto de 2016 é "Tudo nos é proibido, e ainda assim fazemos tudo." - ou a luta para manter o espírito humano durante o Holocausto.
Muitos daqueles que lutaram para manter e preservar o espírito humano não sobreviveram aos horrores do Holocausto, mas os seus actos são um lembrete para as gerações futuras, sobre a resistência e a nobreza do espírito humano.
As celebrações do Dia da Lembrança do Holocausto começaram ao anoitecer desta quarta-feira.

Falando na cerimónia de abertura no Yad Vashem na quarta-feira à noite, o Presidente Reuven Rivlin disse que Israel "saberá sempre como proteger-se a si mesmo. O Holocausto vai sempre colocar-nos, ao povo judeu, como acusadores eternos no palco da Humanidade, contra o anti-semitismo, o racismo e o ultra-nacionalismo."

"Em nome de todos os nossos irmãos e irmãs, dos nossos entes queridos que pereceram no Holocausto, dou graças a Ele, que nos trouxer a este momento, para estes dias de vida. Am Yisrael Chai, o Povo de Israel vive!", afirmou Rivlin.

A Vontade de Viver (1947) - The Spielberg Jewish Film Archive  
Refugiados judeus após a Segunda Guerra Mundial recebem ajuda para imigrar para o pré-Estado de Israel e para os EUA:



A Marcha da Morte para Volary (Yad Vashem)
Em 20 de Janeiro de 1945, cerca de 1000 prisioneiros judeus do sexo feminino foram forçados a uma marcha da morte desde o campo de Schlesiersee (hoje Sława), na Alta Silésia, na Polónia. No caminho, os prisioneiros passaram por outros campos, e mais mulheres foram adicionadas à marcha. 106 dias depois, em 5 de Maio de 1945, depois de cobrirem uma distância de mais de 800 km, a marcha terminou na cidade de Volary, na Checoslováquia. Das 1300 mulheres que marcharam para Volary, apenas cerca de 350 sobreviveram:


Israel é o ÚNICO país do Mundo que ofende o Mundo apenas por existir. Todos os preconceitos vão caindo, enquanto o anti-semitismo persiste. A única coisa que os Judeus não farão pelo Mundo é desaparecerem. Odiadores: VIVAM COM ISSO!
 ISRAEL VIVE!

Dia da Recordação do Holocausto 2016


Israel assinalou hoje o Yom Hashoah, o Dia da Recordação do Holocausto, em  memória dos seis milhões de judeus assassinados pela Alemanha nazi e seus colaboradores durante a Segunda Guerra Mundial. 

Tiveram lugar cerimónias em todo o país neste dia solene, e os locais de entretenimento foram fechados.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu participou na cerimónia principal, no Yad Vashem, o Memorial
do Holocausto de Jerusalém.

Israel observou dois minutos de paralisação para lembrar as vítimas. A sirene soou, os pedestres e os motoristas pararam.

Os nomes dos mortos foram lidos no Knesset, o Parlamento de Israel.



Hoje, quando vemos o anti-semitismo a regressar em força, com sede de vingança, na Europa e em todo o Mundo, este dia já não é apenas uma questão de respeito pela memória das vítimas. 
O Estado judeu deve permanecer forte, a fim de fornecer um refúgio seguro para os judeus de todo o Mundo. 

NUNCA MAIS! 


História de Israel - O Império Bizantino



O Império Romano do Ocidente e  o do Oriente


No ano de 313 A.E.C., o Imperador Constantino I adoptou o Cristianismo como religião oficial do Império Romano, e mudou a capital para Bizâncio, que ficou conhecida como Constantinopla.

O Império Romano entrou assim numa nova era, a Bizantina. O domínio Bizantino sobre a Terra Santa durou até meados do século VII. O Império durou muito mais tempo. O seu declínio iniciou-se no século XI, e a sua queda, sob os Turcos Otomanos, ocorreu já no século XV. 

Sob o domínio Bizantino, a Terra Santa tornou-se um país predominantemente cristão. A mando do Imperador Constantino, muitas igrejas, como a Igreja da Anunciação, foram erguidos sobre locais sagrados cristãos. Mosteiros surgiram em todo o país.


Basílica da Anunciação, em Nazaré. 


Os judeus puderam continuar a praticar a sua religião. Eram autorizados a circuncisão e o Sábado judaico, as festividades religiosas eram reconhecidos, as sinagogas não podiam ser violadas, e os tribunais judaicos tinham jurisdição em casos legais. 


No ano de 351 E.C., porém, os judeus, perseguidos sob o Imperador romano, rebelaram-se. A rebelião foi rápida e decisivamente anulada, com a destruição de cidades como Séforis e Tiberíades.

Constantinopla (hoje Istambul) e a sua icónica Basílica de Santa Sofia, hoje convertida em mesquita. Era esta a capital do Império Bizantino.

Os judeus, em grande parte tolerados em outras partes do império, em diferentes graus, perderam a sua autonomia na Terra Santa, e foram proibidos de entrar em Jerusalém, excepto uma vez por ano, em Tisha B'Av, para lamentarem a destruição do seu Templo.


Constantino. Imperador romano (288-337 d.C.). Sob o seu governo, a fé cristã tornou-se a religião oficial do Império Romano.


No início do século V, a situação de relativa tolerância em todo o Império começou a mudar. Foram vedados aos judeus cargos civis ou militares, excepto o de cobrador de impostos (o que, se era um ganha-pão para os judeus, também lhes aumentava a impopularidade).  


Os judeus não podiam possuir escravos, e, apesar de serem autorizados a ter a sua religião, não podiam praticá-la abertamente. Foi proibida a construção de novas sinagogas, embora a evidência arqueológica em toda a Terra de Israel nos diga que esta proibição foi regularmente contornada.


Uma de muitas vídeo-aulas sobre o Império Bizantino, para quem não tem paciência para ler.

No século VI, o Imperador Justiniano reforçou o controle sobre os judeus, diminuindo ainda mais o seu estatuto na Sociedade. Os Samaritanos, adeptos da religião dos antigos Israelitas, também viviam na Terra Santa, e também foram perseguidos. Depois de uma tentativa de revolução, foram praticamente eliminados.

Após Justiniano, as restrições sobre os judeus diminuíram, e eles foram mais uma vez tolerados pela classe dominante.  


No século VII, os Muçulmanos começaram a conquista da Terra Santa, preparando o palco para as Cruzadas, a partir de 1095. Durante as Cruzadas, os judeus foram perseguidos, e muitas vezes forçados a escolher entre a conversão e a morte; muitos escolheram o suicídio.  

Os muçulmanos saíram vencedores no Cerco de Jerusalém, no ano 637. Esta vitória sobre os Bizantinos foi um dos episódios das Guerras Árabes-Bizantinas. Datam daqui as pretensões de soberania islâmica sobre Israel.

Imperadores posteriores do Império Bizantino, já em declínio, sancionaram oficialmente a perseguição aos judeus e o confisco dos seus pertences.

Mesmo durante este período tão difícil, a aprendizagem judaica e a escrita proliferaram. Durante os primeiros anos do domínio Bizantino, por exemplo, o calendário judaico foi organizado pelo sábio Hilel II - o mesmo calendário judaico hoje usado pelos judeus em todo o mundo - e o Talmude de
Jerusalém foi concluído.


Mesmo sob as mais adversas condições, os judeus nunca abdicam de estudar.

Descoberto petróleo em Israel


Israel descobre 7 milhões de barris de petróleo perto do Mar Morto!
Uma parceria israelita anunciou que foi descoberto um campo de petróleo ao norte do Mar Morto, que se estima que contenha sete milhões de barris de petróleo, no valor de 1,2 biliões de shekels (321,000,000 dólares). 
O reservatório, conhecido como Hatrurim, pode conter 7 milhões de barris de petróleo, e a estimativa mais alta é de 11 milhões de barris.
As estimativas são dadas com 100% de certeza geológica de que existe petróleo, e a perfuração Halamish já o confirmou. A companhia tem autorização para perfurar numa área de 94 quilómetros quadrados na região do Mar Morto.
Em 1995, o Delek Group Ltd. realizou uma perfuração inicial, a uma profundidade de dois quilómetros, e encontrou petróleo. Foi decidido no momento não explorar o reservatório, por causa do baixo preço do petróleo na época.
Em Outubro passado, o Comissário do Petróleo do Ministério das Infraestruturas Nacionais, Energia e Recursos Hídricos de Israel, aprovou a exploração de gás e petróleo pela parceria israelita Opportunity Energy Resources LP, que receberá 25% da licença Hatrurim.
Após a recepção da licença, os parceiros anunciaram que iriam perfurar novamente em Halamish, de acordo com plano elaborado pelo geólogo Dr. Eliyahu Rosenberg, e usando tecnologias avançadas.
Traduzido e adaptado de UNITED WITH ISRAEL

"Deixe-me dizer-lhe uma coisa que nós, israelitas, temos contra Moisés. Ele conduziu-nos por 40 anos através do deserto, a fim de nos trazer para o único lugar no Médio Oriente  que não tem petróleo!"
Golda Meir

Afinal, Moisés levou os judeus para uma terra pequenina, mas cheia de surpresas.

terça-feira, 3 de maio de 2016

França: 2 anos de cadeia para quem criticar o Islão!



Quando ainda se podia FALAR:
04:09 O que acontece quando os migrantes invadem a casa da minha mãe?
04:13 Chamo a polícia?
04:17 Eles não vêm. Então eu faço o trabalho da Polícia.
04:21 Eu viro-me para os migrantes. Digo-lhes que eu vou buscar a minha arma, para tentar assustá-los,
04:25 mas também para expressar minha raiva. E então sou chamada perante a Lei.
04:29 Eles tiram o meu DNA, as minhas impressões digitais;
4:33 eles tiram-me uma foto. Eu sou classificada como uma criminosa.
4:38 Cá fora, os migrantes apedrejam-me e fazem sinal de que me vão decapitar
04:42 e o caso é arquivado. É assim, em França.
Era assim.  Agora, a senhora vai presa. 

Por toda a Europa Ocidental, é notória a ânsia dos políticos de esquerda em acolherem muçulmanos. Com o voto dos europeus não conseguem o Poder, que é a única coisa que lhes interessa. Quando confrontados com os malefícios da islamização e com o protesto popular, recorrem à repressão.


Justiça a duas velocidades: Prisão para quem resiste à islamização, simples multas para os anti-semitas...

Em França, já há algum tempo que é assim - quem se opõe ao terrorismo islâmico, vai preso. Veja por exemplo este post:


A justiça francesa acaba de estabelecer a pena de 2 anos de prisão para quem apele à resistência à islamização da França.
No entanto, quando se trata de julgar Soral e Dieudonné, ou outros conhecidos anti-semitas, a "justiça" francesa fica-se pelas multas (que, aliás, nunca são pagas). 
Os anti-semitas, islamistas e neo-nazis Alain Soral (ex-comunista) e Dieudonné, têm afrontado a democracia francesa impunemente. Veja o nosso post:

Soral e Dieudonné financiados pelo Irão


Boris Le Lay é um anti-semita comprovado desde há muitos anos, e não tenho nenhuma simpatia por ele, embora ele tenha começado recentemente a entender que o islamismo que atinge a França é o mesmo que atinge Israel há tantos anos.
Boris Le Lay foi condenado a 2 anos de prisão por se atrever a apelar à resistência à islamização... Esta condenação mostra que a "justiça" francesa é controlada pelo Governo e funciona a duas velocidades.
A crítica ao Islão político, cujas intenções de domínio global são conhecidas e assumidas, não pode constituir uma ofensa.
E apelar aos franceses para que resistam à islamização não é um crime, mas uma opinião. Ora condenar essa opinião é amordaçar a liberdade de expressão, especialmente quando esta é crítica do Islão.


Imagens do recente 1º de Maio em Nantes, França - carros da Polícia são apedrejados e os agentes não reagem, decerto porque têm ordens para tal. (Vídeo retirado pelo lóbi islamo-esquerdista, substituímos por outro mais abaixo) Veja o nosso post:

Novas Notícias da "Racaille"



O laxismo da "justiça" francesa para com o racismo anti-Brancos, para com as forças anti-França, e também para com os pregadores islâmicos que publicam apelos à jihad na Internet, indica que a Justiça obedece a ordens específicas no sentido de impedir a condenação da "diversidade".
Se compararmos as condenações aos anti-semitas reincidentes Soral e Dieudonné, que acabaram condenados a multas que nunca pagaram, torna-se claro que há uma "justiça" de geometria variável, e que em França é melhor para ser anti-semita do que anti-islamista.

No entanto, o anti-semitismo é um crime previsto no Direito francês, ao passo que a  crítica do Islão não é, e não deve ser, porque nunca houve lei da blasfémia no Direito francês.
Criticar uma ideologia não deve ser jamais um delito, senão morre toda a liberdade de expressão.
Em contrapartida, difamar os judeus e diabolizá-los apenas porque são judeus, é estigmatizar um povo pelo que ele é, e não por uma ideologia.
Isto não exclui a crítica ao Judaísmo, como sabem bem fazer alguns políticos que questionam o abate ritual dos animais para alimentação.
A França tornou-se o país ocidental mais liberticida sob o governo socialista: são incontáveis os processos movidos contra aqueles que se atrevem a criticar a religião da "paz e amor".

Taubira, Cazeneuve, Valls e Hollande, os Quatro Cavaleiros do Apocalipse Gaulês, ou, na expressão de uma cidadã francesa aterrorizada e ameaçada de morte pelos muçulmanos:

Os Cagalhões Desprezíveis


A
Europe Israël não foi excepção, com mais de 15 processos por difamação, não por ter criticado o Islão,  mas por ter denunciado o anti-semitismo e anti-Sionismo de eleitos da extrema-esquerda que pertencem ao Partido Comunista, à Frente de Esquerda, ao EELV ... E muitos mais processos são esperados.
Os promotores públicos atiram para o lixo as queixas de anti-semitismo ou ameaças de morte (como as que são feitas ao presidente da Associação Europe Israël e que não merecem nenhuma atenção das autoridades).
No entanto, esses mesmos promotores decidem processar todos aqueles que criticam a ideologia do islamismo político e investigar as reclamações de todos os conhecidos anti-Sionistas, especialmente quando são extrema esquerda eleita: Partido Comunista Francês, EELV, etc ...

Os poucos judeus de França estão a migrar para Israel. Em França, ficam milhões de muçulmanos. Porque cada um deles é um voto à esquerda...

Judeus franceses rumam a Israel


Esta repressão da liberdade da expressão explica porque é que a França caiu para o 41º lugar na liberdade de Imprensa. A França tornou-se o país mais liberticida da Europa.


Esta sentença é um aviso sobre o estado da "justiça" francesa, manipulada por um poder que utiliza a repressão para fins eleitorais: não vejo repressão dos protestatários esquerdistas ou do
Nuit Debout, mas sim a proibição sistemática de todas as manifestações anti-Islão ou anti-migrantes ...


© Christian De Lablatinière para 
Europe Israël


http://www.europe-israel.org/


França parece ter escolhido o caminho da submissão ao Islão. Esperemos que Portugal não lhe siga o exemplo.

P.S. - Boris Le Lay, (POST RETURADO PELO LÓBI ISLAMO-ESQUERDISTA, SUBSTITUÍMOS POR OUTRO MAIS ABAIXO) actualmente exilado, fala da sua sentença de prisão de 2 anos, por causa de um post num blog, acerca do Islão:

Marine Le Pen enfrenta a possibilidade de prisão por se ter oposto às preces públicas dos muçulmanos (proibidas pela lei francesa):



segunda-feira, 2 de maio de 2016

VÍDEO - Como a polícia israelita lida com as excursões de neo-nazis

Cortesia e profissionalismo das Forças de Segurança de Israel 

Como há alguns anos aqui mostramos, com inúmeros vídeos, há excursões de extrema-esquerdistas e islamistas a Israel, propositadamente para irem provocar os polícias e os militares israelitas, na esperança de obterem alguma reacção que possam filmar e usar para caluniar e denegrir Israel.
Quando não conseguem ser detidos por injúrias e agressões às autoridades, costumam pelo menos obter vídeos que podem intitular poeticamente como "palavras contra armas". Gostávamos de os ver fazerem o mesmo em qualquer outro país do Mundo - sobretudo nos países islâmicos e comunistas, que eles tanto adoram!
Há até quem faça vida profissional dessa actividade, quer entre os terroristas quer entre a extrema-esquerda e jornaleiragem Ocidental.

Só os agentes da autoridade israelitas têm que suportar este tipo de provocações sem poderem reagir.
Neste vídeo, podemos ver um grupo de anti-semitas de extrema-esquerda que queria atravessar um posto de segurança na Judeia e Samaria, em Israel, enquanto provocava o pessoal de segurança, recusando-se a responder a perguntas padrão.
O bando nazi filmou todo o encontro, a fim de desacreditar as forças de segurança israelitas.  O agente policial de Israel lidou com a situação da maneira mais profissional e educada imaginável.  
Como amigos de Israel, não nos parece que esta seja a melhor política. Israel não tem qualquer obrigação de suportar no seu território apoiantes do terrorismo islâmico e antissemitas como estes. Connosco no poder, os lobitos iam todos uivar para a casa da mãezinha deles. Não faziam Farinha!

 

P.S. - Ainda agora: notícias de mais um ataque contra judeus, frustrado pelas forças policiais . Desta vez foi nos Estados Unidos. Há dias foi em Itália, onde alguns muçulmanos queriam atacar a Embaixada de Israel e o Vaticano. E é assim todos os dias. A maior parte dos casos nem chegam ao conhecimento público.
Parabéns, FBI! Obrigado, Forças de Segurança dos países livres e democráticos! Só os criminosos, os terroristas e os esquerdopatas (passe a redundância) é que não gostam da Polícia. As pessoas decentes são pelo Bem e contra o Mal. A Polícia existe para nos defender a todos do Mal.

Reserva natural no Deserto de Israel


A reserva natural Hai-Bar Yotvata foi criada para promover a criação de animais mencionados na Bíblia e outros animais do deserto em perigo de extinção.

Localizada no Deserto de Arava, perto do Kibbutz Yotvata, 35 km a norte da cidade turística de Eilat, esta reserva é o lar de animais em extinção, que encontram aqui condições propícias para prosperarem e para eventual reintrodução no deserto de Negev.

Não perca uma das reservas naturais mais famosas de Israel.
(Vídeo cortesia Ministério dos Negócios Estrangeiros)
 

Rejeição francesa da tecnologia israelita de segurança pode ter tido consequências trágicas

 
O Massacre de Paris vitimou 130 pessoas e causou centenas de feridos.
 
Um especialista em segurança acredita que muitas vidas poderiam ter sido salvas, não fora a política anti-Israel, que impediu a França de usar a tecnologia israelita de rastreio de terroristas.

Não muito tempo depois do ataque terrorista islâmico contra o semanário satírico Charlie Hebdo, em Paris, em Janeiro de 2015, e quase um ano antes dos ataques terroristas islâmicos simultâneos na cidade em Novembro passado, que mataram 130 pessoas e feriram centenas mais, os responsáveis pelos serviços de segurança franceses rejeitaram a oferta de tecnologia de rastreio  feita por uma empresa israelita. A informação vem da FoxNews.com, e cita um especialista em segurança.

"A oferta de tecnologia de busca e análise de dados que permitiria às autoridades francesas 'ligar os pontos' na comunidade extremista islâmica, foi feita à Direcção-Geral da Segurança Interna (DGSI), a principal agência de informações da França. Esta tecnologia é usada para analisar e comparar relatórios de informações fragmentados, provenientes de diversos bancos de dados nacionais e internacionais, dando aos agentes antiterroristas as informações mais actualizadas sobre potenciais ataques terroristas", noticiou o site.

A oferta foi rejeitada. "As autoridades francesas gostaram, mas o seu representante disse que havia ordens superiores para não comprar tecnologia israelita", disse um especialista  israelita em contra-terrorismo, bem colocado e familiarizado com a tecnologia e com a empresa responsável, em declarações à FoxNews.com. "E não houve mais conversas".


Uma pessoa ferida é levado para o hospital em Paris na sequência do ataque terrorista islâmico na sede da Charlie Hebdo janeiro de 2015. (AP / Thibault Camus).


O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ofereceu assistência na luta contra o terrorismo islâmico, apelando a que "todo o mundo civilizado se unisse para derrotar a praga do terrorismo global".

"Um ataque a qualquer um de nós deve ser visto como um ataque contra todos nós. Todo o terrorismo deve ser condenado e combatido igualmente com determinação inabalável. Somente com esta clareza moral as forças da civilização poderão derrotar a selvageria do terrorismo", declarou Netanyahu após os atentados de Novembro, em Paris.

Nenhuma razão oficial foi dada para a rejeição da oferta pela França, disse a fonte, acrescentando que pode ter havido preocupações legítimas sobre pirataria e vulnerabilidade, embora pareça mais provável que a razão tenha sido política.

"A União Europeia culpa Israel por tudo o que acontece no  Médio Oriente, e parou a cooperação militar e policial, o treino de serviços de segurança, e proibiu a cooperação universitária que gera muito da tecnologia para combater o terrorismo", disse Itamar Gelbman, um ex-agente das forças especiais do IDF e que agora é um consultor de contra-terrorismo.

A DGSI francesa não respondeu aos pedidos de um comentário por parte da FoxNews.com.

Kamal Nawash, um advogado americano e presidente da Liça Livre de Muçulmanos, disse que a política europeia em relação a Israel, incluindo a partilha de tecnologia, é um "exemplo da comunidade global enviando uma mensagem a Israel de que o seu tratamento dos palestinos é inaceitável".

"Israel seria sábio em mudar o seu tratamento dos palestinos, fornecendo-lhes direitos civis e humanos e prosseguindo com uma política de dessegregação em geral", afirmou Nawash. "Caso contrário, Israel pode enfrentar o mesmo destino que a África do Sul durante o apartheid, com todos os países do mundo a boicotarem Israel."
 



O advogado americano anti-Israel Kamal Nawash legitima a campanha do grupo BDS, classificando Israel como um Estado de apartheid. (Centro Universitário Ariel).
 

Tal afirmação demonstra claro preconceito anti-Israel, considerando o facto de que Israel não é um Estado de apartheid, tratando todos os seus cidadãos de forma igual. Comparar Israel com a era do apartheid na África do Sulseguir os apelos do grupo BDS (boicote, desinvestimento e sanções) contra o Estado judeu tem sido classificado por muitos como o anti-semitismo.

"Israel tem vindo a enfrentar ameaças terroristas desde a sua criação em 1948", disse Gilles Perez, gestor da Unidade Aeroespacial do Instituto de Exportações de Israel. "Na década de 1970, a companhia aérea nacional de Israel foi pioneira no conceito de um oficial de segurança à paisana em todos os voos comerciais, muito antes de tal procedimento ser adoptado por outros países, após  o11 de Setembro, quase 40 anos mais tarde".

Menos de uma semana depois dos ataques em Bruxelas, as forças de segurança belgas compraram tecnologia de vigilância avançada e tecnologia de visão rápida ,à empresa israelita BriefCam. A tecnologia já está em uso na Estátua da Liberdade e em vários aeroportos norte-americanos, disse Dror Irani, presidente e CEO da empresa.

"Israel é líder no campo de tecnologia de combate ao terrorismo, mas não é um país popular", disse Ari Zoldan, CEO da empresa de segurança Quantum Network. "É improvável que Israel, de repente, se torne popular, mas a necessidade de uma melhor segurança nacional vai forçar as pessoas a trabalharem com soluções israelitas".

"Quando estão em apuros, correm para Israel"

O especialista em treino de segurança Daniel Sharon, de Israel, disse que desde os ataques de Bruxelas tem havido interesse em dispositivos de segurança de aeroportos e de prevenção e segurança da Aviação, e que o interesse que transcende o protesto popular.

"As nossas mercadorias são boicotadas nos supermercados europeus", disse Sharon. "Mas quando eles estão em apuros, eles correm para Israel para obter ajuda".

Por: UNITED WITH ISRAEL(Com arquivos de FoxNews.com)


- Lembramos que nos últimos anos a França, sob a batuta de François Hollande, tem tido uma política diplomática muito agressiva em relação a Israel, com iniciativas tão absurdas como as de promover "negociações de paz" com o grupo terrorista Fatah, de Mammoud Abbas, sem informar Israel. Infelizmente, o preconceito anti-israelita e o desejo de agradar aos muçulmanos, são superiores à preocupação com a segurança dos cidadãos franceses (se é que existe alguma).