segunda-feira, 4 de abril de 2016

Ataque incendiário forjado


 "Morte aos Árabes" - apareceu escrito numa parede perto da casa incendiada.

"Palestino" forjou ataque incendiário judaico, diz a Polícia 

Os investigadores não encontraram nenhuma evidência de que judeus tivessem grafitado e ateado fogo à casa de um homem na Judeia e Samaria.

Mapa de Israel, com a Judeia e Samaria a castanho claro. Os inimigos de Israel chamam erradamente "Cisjordânia" a esse território.

Um "palestino" que alegou ser vítima de um crime de ódio, tendo relatado no início de Março de 2016 que alguns judeus tinham incendiado sua casa na Judeia e Samaria (vulgo "Cisjordânia"), foi detido por ter inventado a história, disse a Polícia na terça-feira.
 
Os promotores militares abriram uma investigação sobre a queixa apresentada pelo homem, que agora enfrenta acusações de obstrução à justiça, alegações falsas às autoridades e violação da ordem pública, de acordo com um comunicado da Polícia.


No início deste Março, o homem, morador da cidade de al-Khadern, na região de Belém, disse às autoridades israelitas que colonos judeus tinha grafitado "Morte aos Árabes" numa parede perto da casa da sua família antes de atearem fogo à sua propriedade.


O queixoso afirmou o grupo de cinco jovens judeus também gritou palavrões e atirou pedras contra ele. O seu pai corroborou o relato, e disse aos investigadores que tinha visto os adolescentes na área no dia anterior.


Na sequência da denúncia, os agentes abriram uma investigação sobre o incidente. Temendo que pudesse ter sido um incidente inserido numa série de ataques contra "palestinos" por extremistas judeus, a Polícia levou a reclamação do homem muito a sério e deslocou "meios consideráveis" para a investigação,
disse terça-feira o porta-voz da Polícia de Israel, Luba Samri.


Para além do incitamento ao terrorismo por parte dos líderes dos colonos Árabes, estes festejam cada assassínio de judeus com fogo de artifício e distribuição de doces.

No entanto, acrescentou, os investigadores não encontraram nenhum material inflamável ou provas forenses na cena do crime para corroborar as alegações do homem. Em comunicado, Samri acrescentou que os investigadores também descobriram que havia discrepâncias "substanciais" entre o relato das testemunhas oculares e o testemunho do homem.

O homem foi preso e o caso entregue a promotores militares. Os promotores irão indiciá-lo nas próximas semanas.


Os ataques contra os "palestinos", embora não geralmente tão graves e não tão numerosos como os ataques "palestinos" contra israelitas, têm sido um problema na Judeia e Samaria. Enquanto os líderes israelitas condenam e punem severamente os ataques, as autoridades "palestinas" têm estado sob criticismo por não evitarem nem investigarem devidamente os crimes de ódio.

No início deste ano, os promotores de Israel apresentaram acusações contra dois suspeitos judeus, Amiram Ben-Uliel, de 21 anos,  de Jerusalém, e um menor não nomeado, por um ataque terrorista que em Julho 2015 matou três membros de uma família árabe.


Imediatamente após o ataque de Duma, as ruas foram tomadas por manifestantes que repudiaram a violência como forma de resposta à violência.

O ataque à bomba matou
Ali Dawabsha, de 18 meses de idade, e os seus pais Riham e Saad várias semanas mais tarde. Ahmed Dawabsha, de 5 anos de idade, irmão de Ali, permanece internado em Israel com queimaduras graves, e enfrenta uma longa reabilitação.

Ben-Uliel foi indiciado por homicídio; o menor, que não é acusado de ter participado directamente no fogo-bombardeio, foi acusado como cúmplice.


Fonte: Times of Israel

 O Presidente Rivlin visitou a família Dawabsha no Hospital Tel Hashomer. Expressou "nojo e profundo choque" pelos ataques. Benjamin Netanyhau também visitou a família. Prometeu levar os criminosos à Justiça - e cumpriu!

Alguns posts que dedicámos ao ataque de Duma:


Judeus oram pelas vítimas do ataque de Duma

 Israel unido contra o ataque de Duma

Netanyahu aguarda que o Mundo condene o terrorismo

Saad - O Mal é sempre o Mal



Se os colonos Árabes islamistas condenassem o terrorismo, em vez de o incitarem - na tribuna política, nas mesquitas, nas escolas, nos media - e se não premiassem os terroristas com dinheiro e honrarias, não haveria nativos judeus como Ben-Uliel a pagarem na mesma moeda. 

Por outro lado, se Israel não cometesse os mesmos erros que os países europeus cometem, e não permitisse a presença de terroristas no seu território, evitar-se-iam estas lamentáveis acções de retaliação. Ben-Uliel vai passar a vida na cadeia. Os terroristas islâmicos acabam por ser libertados por Israel e passam vida regalada.

sábado, 2 de abril de 2016

Obama - O Islão é inerentemente violento? Absurdo!

Será que são apenas os terroristas que não compreendem a natureza "absolutamente pacífica" do Islão? Os nossos políticos e comentadores Obamaníacos perceberão mais de Islão do que ex-muçulmanos como a senhora Farrah Prudence - que, como todos os muçulmanos que deixam o Islão, tem sobre si a sentença de morte por decapitação? (VÍDEO GRÁFICO QUE MOSTRA O DESTINO DOS APÓSTATAS)

Obama: O Islão é inerentemente violento? Absurdo!
Isso é algo em que só o "base republicana", acredita - juntamente com todos os demais muçulmanos.


Barack Obama está divertido.

"Eu estou divertido", disse Obama em declarações publicadas nesta terça-feira, "quando vejo republicanos afirmarem que a linguagem de Trump é inaceitável, eu pergunto-me: 'Como é que chegámos aqui?'. Nós chegámos aqui em parte porque a base republicana tem sido alimentada com essa noção de que o Islão é inerentemente violento - que é o que essas pessoas são. Temos ouvido muito isso, e então alguém aparece em cena e diz, bem, a conclusão lógica perante um conflito civilizacional é tentarmos certifica-nos de que não somos destruídos internamente por essa civilização estranha, e é assim que chegámos aqui".

Segundo Obama, quem expõe a Jihad e o Islão é que é violento. O padrão é seguido religiosamente pelos lideres de opinião globais. O deus-Obama é inquestionável!

Onde é que alguém foi buscar a ideia louca de que o Islão é intrinsecamente violento? Bem, as manchetes de todos os dias podem dar-nos essa impressão muito forte, mas Obama dir-nos-ia (e diz) que aqueles muçulmanos que gritam "Allahu akbar", enquanto matam não-muçulmanos, são, apesar das aparências, não realmente muçulmanos, mas apenas pessoas que entendem mal a Religião da Paz.

E, no entanto, há uma abundância de muçulmanos que nos dizem abertamente que o Islão é inerentemente violento. Aqui estão algumas delas:

"A Jihad era o modo de vida dos nossos Piedosos Predecessores (Salaf-us-Salih), e o Profeta (SAAS) foi um líder de Mujahideen e um modelo para os  afortunados inexperientes. O número total de excursões militares, em que ele (SAWS) participou, foi de 27. Ele próprio lutou em nove delas; ou seja Badr, Uhud, Al-Muraysi, a Trincheira, Qurayzah, Khaybar, a conquista de Meca, Hunayn e Taif. . . Isto significa que o Mensageiro de Alá (SAAS) costumava sair em expedições militares ou enviar um exército pelo menos a cada dois meses. "- Abdullah Azzam, co-fundador da al-Qaeda, em "Junte-se à Caravana", p. 30.

"Se seguirmos as regras de interpretação desenvolvidas a partir da ciência clássica de interpretação do Alcorão, não é possível condenar o terrorismo em termos religiosos. Ele permanece completamente fiel às regras clássicas, na sua evolução de santidade para a sua própria justificação. Esse é o lugar onde o segredo de sua força teológica reside."- Estudioso egípcio Nasr Hamid Abu Zayd.

"Muitas graças a Alá, pelo seu gesto gentil, de nos escolher para executar o acto da Jihad pela Sua causa e para defender o Islão e os muçulmanos. Portanto, matar-vos e combater-vos, destruir-vos e aterrorizar-vos, respondendo aos vossos ataques, é considerado legítimo e o grande dever da nossa religião. "- Khalid Sheikh Mohammed e seus co-réus dos ataques do 11 de Setembro. 

"Alá em 480 ocasiões no Alcorão exalta os muçulmanos a Jihad. Nós só cumprimos as ordens de Alá. Apenas a Jihad pode trazer a paz ao mundo." - Terrorista dos Taliban Baitullah Mehsud.

"À Jihad, a luta santa pela causa de Aá, com toda a força dos números e das armas, é dada a maior importância no Islão ... É pela Jihad que o Islão se estabelece...  Abandonando a Jihad, que Alá nos proteja disso, o Islão é destruído, e os muçulmanos vão para a posição inferior, a sua honra está perdida, as suas terras são roubados, as suas regras e a sua autoridade desaparecem. A Jihad é uma obrigação e um dever no Islão para todo o muçulmano."Faisal Shahzad, terrorista que fez explodir um carro bomba na Times Square.

"Então, passo a passo, eu tornei-me um muçulmano religiosamente devoto, um Mujahid - o que significa 'aquele que participa na Jihad'" - Assassino terrorista Abdulhakim Mujahid Muhammad de Little Rock, Arkansas.

"E agora, depois de dominar o idioma Inglês, aprender construção de explosivos e planeamento contínuo para atingir os infiéis americanos, é tempo para a Jihad" - Terrorista bombista do Texas, Khalid Aldawsari.

Obama iria argumentar que todos esses "extremistas" não são realmente muçulmanos e não têm nada a ver com o Islão. No entanto, também se pode ter a impressão de que o Islão é inerentemente violento nas fontes de autoridade em Islão sunita, nas escolas de jurisprudência sunitas (madhahib): 


Escola Shafi'i: Um manual Shafi'i de lei islâmica que foi certificado em 1991 pelos clérigos da Universidade de Al-Azhar, uma das maiores autoridades no mundo islâmico, como um guia confiável para a ortodoxia sunita, estipula sobre a Jihad que "o Califa faz guerra contra judeus, cristãos e zoroastristas ... até que se tornem muçulmanos ou paguem o imposto de submissão que cabe aos não-muçulmanos"

O manual adiciona um comentário do Sheikh Nuh Ali Salman, um especialista jordano em jurisprudência islâmica: o Califa só começa a guerra "depois de os ter convidado [judeus, cristãos e zoroastristas] a entrarem na fé e na prática do Islão, e se eles não quiserem, em seguida convida-os a entrarem na ordem social do Islão, pagando o imposto que é obrigatório para os não-muçulmanos (jizya) ... mantendo-se eles nas suas religiões ancestrais." ('Umdat al-Salik, o9.8).

Claro, não há Califa hoje, a menos que se acredite nas reivindicações do Estado Islâmico, e daí, portanto, a alegação tantas vezes repetida de que Osama bin Laden e outros, estão a travar a Jihad ilegitimamente, sem que nenhuma autoridade de um Estado islâmico a tenha permitido.

Mas eles explicam as suas acções em termos de Jihad defensiva, que não precisa de autoridade do Estado, e que é "obrigatória para todos" ('Umdat al-Salik, o9.3) se uma terra muçulmana é atacada. O fim da Jihad defensiva, no entanto, não é a coexistência pacífica com os não-muçulmanos como iguais: 'Umdat al-Salik especifica que até à "descida final de Jesus" a guerra contra os não-muçulmanos deve continuar. Depois disso, "nada mais que o Islão será aceite; tomar o imposto só é válido até à descida de Jesus" (o9.8).

Escola Hanafi: Um manual Hanafi da lei islâmica repete as mesmas injunções. Insiste que as pessoas não muçulmanas devem ser chamadas a abraçar o Islão antes de serem combatidas, "porque o Profeta instruiu os seus comandantes para chamarem os infiéis à Fé." E enfatiza que a Jihad não deve ser travada para o ganho económico, mas unicamente por razões religiosas: desde a chamada para o Islão "as pessoas vão, portanto, perceber que estão a ser atacadas por uma questão de religião, e não por uma questão de tomar a sua propriedade, ou fazer de seus filhos escravos, e, sobre estas considerações, é possível que elas sejam induzidas a aceitar o chamamento, a fim de se salvarem dos problemas da guerra".
No entanto, "se os infiéis, ao receberem o chamamento, não concordarem em pagar o imposto de capitação [jizya], então compete aos muçulmanos invocar a Alá para assistência e para fazer a  guerra contra eles, porque Alá é o assistente daqueles que o servem, e o destruidor dos seus inimigos, os infiéis, e é necessário implorar a Sua ajuda em todas as ocasiões; o Profeta, além disso, nos ordena tal coisa." (Al-Hidayah, II.140).

Escola Maliki: Ibn Khaldun (1332-1406), pioneiro
historiador e filósofo, também foi um teórico legal Maliki. No seu prestigiado Muqaddimah, a primeira obra de teoria da História, ele observa que "na comunidade muçulmana, a Guerra Santa é um dever religioso, por causa do universalismo da missão muçulmana e (da obrigação de) converter todo o Mundo ao Islamismo, seja pela persuasão, seja pela força." No Islão, a pessoa encarregada dos assuntos religiosos está preocupado com a "política do poder", porque no Islão "é obrigação ganhar poder sobre as outras nações".

Escola Hanbali: O grande teórico medieval do que é comummente conhecido hoje como Islão radical ou o Islão fundamentalista, Ibn Taymiyyah (Taqi al-Din Ahmad Ibn Taymiyyah, 1263-1328), era um jurista Hanbali. Decretou que "sendo a guerra legal essencialmente a Jihad, e uma vez que o seu objectivo é levar a religião de Alá  e a palavra de Alá  mais alto, portanto, de acordo com todos os muçulmanos, aqueles que estão no caminho deste objectivo devem ser combatidos."

Isto também é ensinado por estudiosos modernos do Islão. Majid Khadduri foi um estudioso iraquiano da lei islâmica de renome internacional. No seu livro Guerra e Paz na Lei do Islão, que foi publicado em 1955 e continua a ser um dos mais lúcidos e cumpridos trabalhos sobre o assunto, Khadduri diz o seguinte sobre a Jihad:

"O Estado que é considerado como o instrumento para a universalização uma determinada religião deve forçosamente ser um Estado cada vez maior. O Estado islâmico, cuja principal função era colocar a lei de Alá em prática, procurou estabelecer o Islão como ideologia reinante e dominante sobre todo o Mundo ... .A Jihad foi, portanto, empregada como um instrumento tanto para a universalização da religião como para o estabelecimento de um Estado Mundial Imperial." (P. 51)
Imran Khan Ahsan Nyazee, professor assistente na Faculdade de Sharia e Direito da Universidade Islâmica Internacional em Islamabad, no seu livro de 1994, "A Metodologia do Ijtihad", cita o jurista Maliki do século XII, Ibn Rushd
"Os juristas muçulmanos concordam que o propósito de lutar com os adeptos do Livro é uma de duas coisas: ou é a sua conversão ao Islão ou o pagamento da jizya". Nyazee conclui: " Isso não deixa dúvida de que o objectivo principal da comunidade muçulmana, aos olhos dos seus juristas, é espalhar a palavra de Alá através da Jihad, com a opção de cobrança de impostos [jizya]  a ser exercida somente após a subjugação" dos não-muçulmanos.

Tudo isto deixa claro que há abundantes razões para acreditar que o Islão é realmente inerentemente violento. Seria esclarecedor se Obama ou alguém próximo dele produzisse algumas citações de autoridades muçulmanas do Islão que ele considera "autêntico", e explicasse porque é que as autoridades que eu citei acima e outras como elas não são autênticas.  


Embora, na realidade, não haja nenhuma autoridade única muçulmana que possa proclamar que representa o "autêntico" Islão, e, portanto, seja prudente não fazer declarações arrebatadoras sobre o que o "Islão autêntico" realmente é, claramente há muitos muçulmanos que acreditam que o autêntico Islão é inerentemente violento. 

Pode-se também ter a impressão de que o Islão é inerentemente violento a partir destes versos do Alcorão:

2: 191-193: "E matai-os onde quer que os encontreis, e expulsai-os de onde vos expulsaram; a perseguição é mais grave do que matar. Mas não os combatais perto da Mesquita Sagrada até que eles desistam de vos combater lá; então, se eles resistirem, matai-os. Tal é a recompensa dos ímpios, mas se eles desistirem, é porque Alá é todo-indulgente, todo-compassivo. Combatei-os, até que não haja perseguição e a religião seja a de Alá; em seguida, se eles deixarem de resistir, não haverá inimizade, excepto por malfeitores".
4:34: "Os homens são os gestores dos assuntos das mulheres, porque Alá fez um superior ao outro, e porque eles gastaram de sua propriedade. Mulheres justas são, portanto, obedientes, guardando o segredo para a guarda de Alá. E aquelas que vos aborrecerem com a sua rebeldia podem ser admoestadas; bani-as dos vossos leitos, e dominai-as. Se elas, em seguida, vos obedecerem, não as olheis mal; Alá é grande".
4:89: "Eles querem que sejais infiéis, tal como eles são, para serdes iguais a eles; portanto, não tomareis para vós amigos entre eles, até que ingressem no caminho de Alá; então, se eles viram as costas, levá-los-eis e matá-los-eis onde quer que os encontreis; não tomareis qualquer deles como amigo ou ajudante."
5:33: "Esta é a recompensa daqueles que lutam contra Alá e Seu Mensageiro, e dessa forma causam a corrupção sobre a Terra: eles serão mortos, ou crucificados, ou suas mãos e pés devem alternadamente ser amputados; ou eles serão banidos da terra. Isso é uma degradação para eles neste Mundo; e no Mundo futuro espera-os um castigo poderoso".
5:38: "E ao ladrão, masculino e feminino: cortai as mãos de ambos os lados, como recompensa pelo que eles ganharam, e por punição exemplar de Alá; Alá é Todo-Poderoso, sábio".
08:12: "Quando teu Senhor estava revelando aos anjos, 'eu estou contigo'; assim confirmam os crentes. Vou lançar o terror no coração terror dos incrédulos; por isso fira acima dos pescoços, e ferirei todos os dedos deles!".

08:39: "Combatê-los-eis, até que não haja perseguição e a religião se Alá reine inteiramente; em seguida, se eles mudarem de ideias, Alá verá as coisas que eles fazem".

8:60: "Combatei-os com toda a força que puderdes, e espalhai o terror entre os inimigos de Alá e vossos inimigos, e outros além deles que não conheceis; Alá conhece-os. E tudo que gastardes no caminho de Alá será reembolsada na íntegra; não sereis prejudicados".


9: 5: "Então, quando os meses sagrados passarem, matareis os idólatras onde quer que os encontreis, e levá-los-eis cativos, e estareis à espreita deles em todos os lugares para os emboscardes. Mas se se arrependerem, e fizerem a oração, e pagarem as esmolas, em seguida, deixá-los-eis seguir o seu caminho; Alá é Todo-indulgente, Todo-compassivo ".


09:29: "Combatei aqueles que não crêem em Alá e no último dia e não proíbem o que Alá e Seu Mensageiro proibiram, e não praticam a religião da verdade, mesmo que sejam do Povo do Livro - até que eles paguem a jizya com submissão voluntária e se sintam subjugados".


9: 111: "Alá cobrou dos crentes os seus egos e os seus bens contra o dom do Paraíso; eles lutam no caminho de Alá; eles matam e são mortos; que é uma promessa vinculativa para Alá na Torá e no Evangelho e no Alcorão; e quem cumpre a sua mais verdadeira promessa do que Alá? Então, alegrai-vos no negócio fizesteis com Ele; que é o poderoso triunfo. "
9: 123: "Ó crentes, lutai contra os infiéis que estão perto de vós; e deixai-os encontrar em vós dureza; para que saibam que Alá está com os tementes a Deus. "


Grupo de "refugiados" muçulmanos na Alemanha amaldiçoam os kuffars (infiéis) que lhes dão comida e abrigo, durante a Ceia de Natal que lhes foi oferecida. Estas orações são legitimadas pelos textos religiosos islâmicos:
"As nações cercaram-nos por todos os lados como cães".

"Ó Alá, extermina os infiéis onde quer que eles estejam".

"Ó Alá, destrói as suas comunidades".

"Ó Alá, destrói a fé deles e faz o chão tremer debaixo dos pés, porque tu és forte e eles são fracos".

47:4 “E quando vos encontrardes com os infiéis, golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai os sobreviventes como prisioneiros. Se Alá quisesse, Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, facultou-vos a guerra para que vos provásseis mutuamente. Quanto àqueles que foram mortos pela causa Alá, Ele jamais desmerecerá as suas obras”.


As crianças educadas no Islão são mais rápidas a mostrar o sentimento que nutrem por nós, os "infiéis". Os jovens "refugiados" muçulmanos fazem o gesto da decapitação dos "infiéis"*  assim que chegam à Europa, aos voluntários que os recebem. Depois espancam, estupram e assassinam sistematicamente os nativos, para imporem a superioridade que o Islão lhes aufere.

Há alguns versículos tolerantes do Alcorão, por exemplo a sura 109. Mas,  na tradição islâmica, há autoridades que dizem que as passagens violentas têm precedência sobre esses versos.O  mais antigo biógrafo de Maomé, um muçulmano do século VIII chamado Ibn Ishaq, explica a progressão da revelação do Alcorão sobre a guerra. Primeiro, explica ele, Alá permitiu que os muçulmanos travassem a guerra defensiva. Mas essa não seria a última palavra de Alá sobre as circunstâncias em que os muçulmanos devem lutar. Ibn Ishaq explica a Jihad ofensiva, invocando um versículo do Alcorão: "Então, Alá ordenou-lhe: 'Combatei-os para que não haja mais sedução'", ou seja, até que nenhum crente seja seduzido por outra religião. "E a religião seja a de Alá", ou seja, só Alá seja adorado.

Ibn Ishaq cita aqui
um verso do Alcorão (2: 193) que vale muito mais do que a  guerra defensiva: os muçulmanos devem lutar até que "a religião seja a de Alá" - isto é, até que Alá e apenas Alá seja adorado. Ibn Ishaq dá nenhum indício de que esse mandamento fosse válido apenas no século VII.

O grande estudioso medieval Ibn Qayyim (1292-1350) também descreve as fases da carreira profética de Maomé: 


"Durante treze anos após o início de sua missão, ele chamou as pessoas para Alá através da pregação, sem lutar ou cobrar jizyah, e foi-lhe ordenado conter-se, ser paciente e tolerante. Em seguida, foi-lhe ordenado migrar, e foi-lhe posteriormente dada permissão  para lutar. Então, foi-lhe ordenado lutar contra aqueles com quem lutou, e não fazer guerra com os que não fizeram guerra com ele. Mais tarde, foi-lhe ordenado lutar contra os politeístas até que a religião de Alá fosse completamente estabelecida".

 

No Domingo de Páscoa, 72 cristãos (sobretudo mulheres e crianças), foram assassinados no Paquistão, em cumprimento da obrigação islâmica de matar os "infiéis" e os "idólatras". Na CM-TV, Rui Pereira disse que o ataque teve motivação económica, e não religiosa. São assim, os nossos políticos, comentadores e "especialistas" em Islão.

Por outras palavras, Maomé inicialmente podia lutar apenas defensivamente - apenas "aqueles que o combatiam" - mas mais tarde ele já pôde lutar contra os politeístas até que o Islão fosse "completamente estabelecido". Ele poderia lutar contra eles, mesmo que eles não lutassem contra ele primeiro - e unicamente porque eles não eram muçulmanos. 

Nem todos os pensadores islâmicos contemporâneos acreditam que esse mandamento é uma relíquia da História. 

De acordo com o Sheikh Abdullah bin Muhammad bin Humaid, um Juiz-Chefe da Arábia Saudita, do século XX:
"Primeiro a luta foi proibida, em seguida, foi permitida e depois que foi tornada obrigatória." 
Ele também distingue dois grupos que os muçulmanos devem combater: 

 "(1) contra eles que começam 'a luta ' convosco (muçulmanos).
(2) e contra todos aqueles que adoram outros juntamente com Alá. . . tal como mencionado na sura Al-Baqarah (II), Al-Imran (III) e Na-Taubah (IX). . . e outras Suras (capítulos do Alcorão) "(Os números romanos após os nomes dos capítulos do Alcorão são os números das suras: oSheikh Abdullah refere-se a versos do Alcorão, como 2: 216, 3: 157-158, 9: 5 e 9:29).

Aqui, novamente, há
obviamente um entendimento generalizado do Alcorão e da tradição islâmica, que permitem considerar o Islão inerentemente violento. E vemos muçulmanos que entendem claramente a sua religião como sendo inerentemente violento agirem de acordo com esse entendimento, em todo o Mundo de hoje, na Indonésia, Filipinas, Tailândia, Birmânia, Bangladesh, Paquistão, Afeganistão, Iraque, Síria, Egipto, Israel, Nigéria e em outros lugares.  

Podemos esperar que aqueles que encarnam o verdadeiro, o pacífico Islão que Obama assume que existe, se cheguem à frente e trabalhem contra os muçulmanos que acreditam na violência, em vez de apenas emitirem condenações pro-forma.  

Até agora não temos visto isso. Pelo contrário, vemos reformadores ameaçadas e intimidados ao silêncio. O activista marroquino Ahmed Assid condenou a violência em nome do Islão e foi imediatamente declarado um apóstata e ameaçado de morte por clérigos muçulmanos.  

Se os Assids Ahmeds do Mundo representam o verdadeiro Islão, o que não é inerentemente violento, a mensagem não chegou a muito dos seus correligionários. 

Podemos esperar que isso aconteça algum dia. Enquanto isso, é imperativo continuar a falar sobre como os jihadistas islâmicos usam os textos e os ensinamentos do Islão para justificar a violência e o supremacismo, de modo a alertar todas as pessoas de boa vontade para a natureza e magnitude da ameaça jihadista, dos seus motivos e objectivos. Isto não é ceder a generalizações de ódio; é simplesmente falar honestamente e de forma realista sobre uma ameaça que todos os povos livres enfrentam. Se não pudermos falar sobre isso, os ataques continuarão a suceder-se, e a apanhar-nos de surpresa.

Robert Spencer em FrontPageMag

  


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Benjamin Natanyahu pronuncia-se sobre o atentado terrorista em Bruxelas



"Benjamin Natanyahu se expressa diante do recente atentado terrorista em Bruxelas. Não muitos lideres mundiais têm sobre os seus ombros um Estado sob constante ameaça de terroristas, e o que se passa entre Israel e seus vizinhos não se trata de uma "antipatia amigável" para ver quem joga melhor futebol, como o que acontece entre a Argentina e o Brasil. Para Israel, negociar com os países ao seu redor, é desenvencilhar soluções diplomáticas com os grupos terroristas no poder (Hamas; Hezbollah; etc) que se recusam a reconhecer Israel como nação soberana - e mais, promulgam a extinção do Estado Judaico. Natanyahu sabe o que esses grupos almejam mais do que ninguém, e por isso suas palavras são dignas de todo o crédito."
Tradutores de Direita

Muçulmano do Centro de Crise de Bruxelas diz que Israel não existe

ACTUALIZADO EM 1.4.2016:


 Funerais das vítimas israelitas dos ataques de Bruxelas

Esta não é a primeira vez que as autoridades belgas 'riscam' Israel do mapa em favor da "Palestina". Em Novembro de 2015, as autoridades fiscais enviaram uma carta para "Tel Aviv - Palestina".

Em Agosto de 2014, um médico de Antuérpia recusou-se a tratar uma mulher de 90 anos e um café nas proximidades de Liège afixou uma placa a dizer "Permitida a entrada a cães, mas não a Sionistas". Destes dois casos falámos neste blogue. Perto da Bélgica, em França, os polícias muçulmanos recusam-se a participar na protecção de sinagogas.

O áudio do telefonema (também pode encontrá-lo, por exemplo, AQUI):


Um voluntário judeu que dava assistência às vítimas israelitas feridos nos ataques terroristas islâmicos de Bruxelas na semana passada foi recebido com anti-semitismo, em vez de ajuda, pelo telefonista do Centro de Crise.

No incidente, que foi relatado pela primeira vez pela comunidade judaica belga Joods Actueel, foi solicitada assistência para ajudar a mover os feridos israelitas para um hospital em Israel.

O operador, que se identificou apenas pelo nome muçulmano Zakaria, disse ao voluntário judeu que as vítimas israelitas não poderiam ser enviadas de volta para Israel, que só poderiam ser enviadas de volta à "Palestina".

As família das vítimas ficaram chocadas com a resposta, dizendo que "A Bélgica está a ficar como o Irão".

O IPG, o Centro de Crise da Bélgica para os ataques de Bruxelas, dispensou o funcionário em causa na sequência deste incidente.

O que se segue é a tradução da conversa, conforme publicado pelo blog 'Novo Anti-Semita':

XXX: Boa tarde, o meu nome é XXX, sou voluntário no comité de coordenação judaica de Antuérpia. Estamos contactar-vos porque temos pessoas ... temos 2 pessoas da comunidade judaica que ficaram feridas nos ataques no aeroporto.
Centro de Crise: Sim senhor

XXX: Eles estão preparados para serem transportados de volta para Israel. Os nossos voluntários estão com eles e a cuidar de tudo, mas recebemos a informação do hospital de que precisamos de papéis especiais da Polícia para que eles possam deixar o país. Isso está correcto e devemos fazer isso? Pode dizer-me mais sobre isso?

CC: Isso está efectivamente .. Vou dar uma olhadela. Portanto ... eles vão voltar para a Palestina.

XXX: Palestina não, Israel.

CC: Sim, dantes chamava-se Israel, mas agora é Palestina, é claro.

XXX: Você poderia repetir isso de novo, por favor? Qual é o nome?

CC: Esse ... Palestina.

XXX: Posso saber o seu nome, por favor?

Cc: Claro, Zakaria.

XXX: E você só conhece a Palestina?

CC: Desculpe?

XXX: Você não conhece Israel, apenas a Palestina?

CC: Eu sei que os judeus foram para lá, que a Palestina os recebeu ... que há uma guerra entre Israel e Palestina, é claro. E a ocupação ... é o que está nas notícias.

XXX: Você pode responder à pergunta que fiz, ou não?

CC: Naturalmente, claro. Portanto, eles vão voltar para a Palestina assim que obtenham autorização. Pronto, anotado.

XXX: Posso saber o seu nome de novo, eu não entendi muito bem.

CC: Zakaria.

XXX: Zakaria?

CC: Está correcto.

XXX: Zakaria o quê? Qual é o seu sobrenome?

CC: Não sou obrigado a dizer.

XXX: OK.

XXX; Muito obrigado.

CC: De nada. Adeus.




- Se é novo nestas coisas,  esclarecemos que "Palestina" foi o nome da Terra de Israel quando esteve sob domínio Romano e Britânico. Os muçulmanos invadiram Israel em 1920 - como estão agora a invadir a Europa. Confira:

Mas afinal quem são os "palestinos"?


Leia ou releia também:

Muçulmana rasga bandeira de Israel na homenagem às vítimas de Bruxelas

Clérigo muçulmano espezinha memorial pelas vítimas de Bruxelas aos gritos de "Palestina!"

 

Os ataques terroristas islâmicos de Bruxelas têm exactamente os mesmos motivos que os ataques terroristas islâmicos em Israel: ódio aos "infiéis" e conquista das suas terras. Perante a impassibilidade das autoridades, diversos islamistas têm espezinhado e rasgado a bandeira de Israel nos memoriais às vítimas de Bruxelas e exposto a bandeira dos terroristas.